Curso de condutor nos Aparados da Serra

Nos dias 3,4,5,6 e 7 de Abril/2019 acompanhamos o curso Competências mínimas de Condutor para turismo de aventura no Parque Nacional de Aparados da Serra, ministrado pelo diretor Josemar Contesini.

Josemar Contesini, 45 anos, paulista dos Aparados da Serra e de Cambará do Sul – RS. Atuante como operador de ecoturismo e atividades de aventura. Consultor e Assessor das NBRs ISOs da ABNT de Ecoturismo e Turismo de Aventura. Instrutor, avaliador e condutor de Rafting da International Rafting Federation. Coordenador operacional na Empresa Aparados da Serra Adventure.

Josemar Contesini - Aparados da Serra

O curso tem como principal objetivo capacitar os participantes para a prestação de serviço nas atividades de Condutor de Turismo de Aventura, nivelar o conhecimento técnico, melhorar a qualidade e segurança dos serviços prestados, disseminar as boas práticas e estimular o interesse na aplicação dos requisitos da norma, preparando os participantes para futura certificação da conformidade ABNT NBR 15285 – Líderes de Ecoturismo e Turismo de Aventura – competências Mínimas de Condutor e Turismo de Aventura – Competência pessoal.

Com carga horária de 80 horas, o curso é realizado em sistema de imersão e metodologia da Educação Experiencial ao ar livre (aprendendo na prática)

Caso você tenha interesse em buscar essa capacitação no ramo do Turismo de Aventura, deixei aqui o contato direto com o Diretor do curso Josemar Contesini – (54) 9 9984-5766 para mais informações.

Curso Aparados da Serra

O curso começou na manhã do dia 3 de abril, o dia estava um pouco nublado, mas já mostrava sinais que iria abrir sol, o local escolhido para a primeira parte do curso foi dentro de uma área protegida pelo Parque Nacional dos Aparados da Serra, o local continha algumas cabanas e estrutura como água, luz e acomodações. Os participantes podiam escolher dormir dentro das cabanas ou em suas barracas.

Curso Aparados da Serra
Alunos no Aparados da Serra

Além do Diretor do Curso Josemar Contesini, havia mais 2 instrutores, sendo eles: Evandro Clunc e Théo Vieira Larratéa. O time de instrutores davam vida ao curso, fazendo com que os participantes se integrassem mais com o curso em si e com atividades propostas. Havia também no apoio para esse curso nós do site Trekking RS e a produtora Cine Travel.

A primeira parte do curso 1º e 2º dia continha aulas teóricas/práticas sobre inúmeros assuntos, desde o planejamento das atividades, logística, normas técnicas e boas práticas, o grupo participante era de aproximadamente 30 pessoas, para que o curso funcionasse da melhor maneira o Josemar dividiu a turma em quatro equipes de 5 pessoas, cada equipe teria uma função específica no andamento do curso.

Equipes formadas:

  • Equipe 1 – Responsável pela alimentação geral do curso;
  • Equipe 2 – Responsável pelos equipamentos gerais;
  • Equipe 3 – Responsável pelo bem estar de todos os participantes do curso;
  • Equipe 4 – Responsável pela limpeza e organização das áreas do curso.
Equipe de cozinha

Dentro do curso de Competências mínimas de Condutor de Turismo de Aventura, havia a possibilidade de conquistar também a certificação do Leave No Trace.

Leave no Trace na tradução livre significa “não deixar rastro”, isto é um manual de boas práticas que visa minimizar os efeitos da ação humana em parques, reservas, trilhas e outros locais da rotina outdoor.

Abaixo citamos os itens inclusos no livro Leave no Trace

  1. Planeje com antecedência e prepara-se;
  2. Caminhe e acampe em superfícies duradouras;
  3. Correto descarte de resíduos;
  4. Deixe o que encontrou;
  5. Minimize o impacto por fogueiras;
  6. Respeite a vida selvagem;
  7. Respeite os outros visitantes.
Leave no Trace - Aparados da Serra

Um dos assuntos abordados na aula do Leave no Trace, foi o “Shit Tube”, que nada mais é que um banheiro particular, onde cada pessoa deve levar junto consigo durante as trilhas. Em alguns parques no Brasil já é obrigatório o uso desse equipamento.

Todos as aulas teóricas e práticas tinham como objetivo facilitar a construção de uma das tarefas mais importante do curso, aquela que iria garantir a certificação dos participantes.

A tarefa dada era, montar uma travessia de trekking, com duração de dois dias, para um grupo de 35 pessoas, o local escolhido pelos instrutores era a borda norte do Cânion Fortaleza.

Para quem não conhece muito sobre a região dos Aparados da Serra, a borda norte do Cânion fortaleza é totalmente selvagem, por vias convencionais não é possível transitar nestas áreas ou fazer qualquer outro tipo de atividade, para que fosse possível o diretor do curso Josemar, conseguiu uma autorização especial com o ICMBIO, para que pudesse realizar a travessia durante os dias do curso.

As equipes formadas precisavam trabalhar em conjunto, para que todas as tarefas fossem cumpridas de acordo com o grau de exigência dos instrutores.

Grupo Aparados da Serra

Além da grande tarefa de realizar uma travessia de trekking em um local totalmente desconhecido pelos participantes, ainda havia muitas tarefas para serem realizadas individualmente por cada participante.

“Enquanto os participantes do curso se empenhavam ao máximo para cumprir as tarefas eu do site Trekking RS e o Lucas da empresa Cine Travel fazíamos nosso trabalho. Nós estávamos ali no apoio para relatar a experiência do curso, eu através de textos e imagens e o Lucas através de gravações para um filme que vai se chamar Trekking na Terra dos Cânions, ganhador do Concurso Interativo do Festival de Cinema de Gramado como Categoria Documentário de Turismo, que será lançado em breve no Youtube, fique de olho!”

Veja o teaser Trekking Terra dos Cânions

No final do segundo dia do curso, o grupo geral teve aulas teóricas e práticas de orientação e navegação através de bússola e cartas topográficas, o processo de aprender a se localizar já é complicado, imagine ter que guiar um grupo grande. Não é uma tarefa fácil!

Sunset Aparados da Serra
Barracas Naturehike
Céu estrelado nos Aparados da Serra

No terceiro dia, levantamos cedo a equipe responsável pela cozinha já preparava o café da manhã, as outras equipes já organizavam os materiais e equipamentos que seriam usados na expedição.

Por volta das 9:00 horas da manhã o transporte chegou, embarcamos nos veículos, que nos levou até o ponto de partida da expedição de trekking. Ao chegar, descarregamos todas as mochilas, a equipe responsável pelo planejamento explicou como seria o percurso, também foi acordado que a cada tanto tempo a equipe guiaria seria alterada, dessa forma todos os cursantes conseguiriam orientar um grande do grupo e aprender na prática esses ensinamentos.

Expedição pela borda Norte do Cânion Fortaleza

Alunos Aparados da Serra

Começamos a caminhar por uma estrada de terra que aos poucos some no meio dos campos de altitude, seguimos por meio destes até a borda do Cânion Fortaleza.

A primeira parada foi incrível, pois tínhamos a maravilhosa vista da Cascata do Tigre Preto em sua totalidade, atrativo esse que mede mais de 200 metros de altura, as águas cristalinas despencam pelos paredões do cânion até chegar no rio abaixo. A cascata é formada por inúmeras quedas ao longo de seus centenas de metros, uma vista majestosa, um privilégio estar ali contemplando aquela imensidão natural dentro do Aparados da Serra.

Trilha Aparados da Serra
Cachoeira do Tigre Preto - Aparados da Serra

O clima desse primeiro dia não era dos melhores, estava um pouco frio e caia levemente uma garoa, acompanhada de uma densa neblina que encobria boa parte do Cânion Fortaleza.

A medida que caminhávamos pelas bordas, notamos que a equipe que estava guiando o grupo, às vezes se perdia em meio a neblina densa, por causa do clima parávamos constantemente.

Trilheiros Aparados da Serra

A Borda Norte do Cânion Fortaleza nos Aparados da Serra é selvagem, parece que estamos caminhando em terras desconhecidas, em alguns pontos desse caminho víamos vestígios de um grupo de Javalis, isso gerou tensão aos participantes, pois estávamos muito longe de qualquer civilização. Mas seguimos em frente, caminhando por terras alagadas e bordas de cânion.

Lá por volta das 13:30 da tarde paramos para almoçar, a equipe responsável pela cozinha montou os “canopi” uma espécie de toldo, ali nos sentamos todos e fizemos o almoço.

Alunos Turismo de Aventura

Depois de almoçar, notei que não havia tanta neblina como antes, então fui até a borda para tentar captar umas imagens legais, de lá era possível ver boa parte da imensidão do Cânion Fortaleza, com seus paredões verticais, em algumas partes o verde da vegetação contrastava com um pouco de neblina que ainda estava em meio ao cânion.

Cânion Fortaleza - Aparados da Serra
Aparados da Serra

Fotografei por alguns minutos e aí retornei ao local onde estava o grande grupo, dali em diante, colocamos a mochila nas costas e seguimos caminhando, levando chuva na cabeça e atolando os pés até a canela de tanto barro que havia nos campos alagados.

Por volta de 17:30 chegamos ao acampamento, a equipe que estava guiando falou que ali seria o local de acampamento, mas algo me dizia que não seria tão bom acampar ali, pois havia uma certa inclinação no terreno, esse local também continha uma pequena vegetação de um lado e do outro, o local escolhido para montar as barracas seria bem no meio destas duas vegetações. Mesmo sem enxergar direito, notei que ali poderia ser um corredor por onde os ventos passariam durante a noite.

Acredito que o Evandro Clunc também notou isso, e logo se prontificou a ir procurar um local melhor para passarmos a noite. Passado aproximadamente quinze minutos, retornou ao grupo, dizendo que tinha encontrado um ótimo lugar.

O grupo todo estava cansado, molhado e embarrado, queriam apenas ficar ali e não fazer mais nada. Mas o Evandro insistiu tanto, que o grupo aceitou caminhar mais uns 10 minutos no escuro e embaixo de chuva até o próximo local.

Este segundo local era perfeito em relação ao anterior, pois era semi-plano e possuía uma grande vegetação, isso auxiliaria com os ventos fortes da noite, o local também estava localizado as margens de uma vertente e um córrego de água, o que ajuda muito quando estamos em um grande grupo.

Logo escolhi um local plano para montar a barraca, só que tínhamos todos um problema na hora de armar as barracas, estava chovendo e não tinha cara de que iria parar.

A equipe destinada ao planejamento, reuniu todos os participantes e dividiu as tarefas. A equipe de cozinha iria junto com os instrutores escolher um local seguro e contra ventos para montar os “canopi” e assim fazer o campo base de toda a expedição. As outras equipes ficariam auxiliando todos a montar as barracas.

Eu e o Ulisses começamos a montar a barraca e em menos de 5 minutos já estava montada e fixada ao solo. Então arrumamos nossas coisas dentro e começamos ajudar os outros participantes.

Depois de tudo montado, todos os participantes nos reunimos no campo base em baixo dos Canopi, a chuva não dava trégua, o diretor do curso Josemar, decidiu que enquanto a equipe da cozinha fazia o jantar, o restante faria um relatório geral sobre o primeiro dia de travessia.

Canopi - Naturehike

Como as condições do clima só pioravam e não podia fazer fotografias em ocasião da escuridão e do mau tempo, conversei com os instrutores e fui para a barraca descansar um pouco até a hora do jantar.

Quando estava no horário um amigo veio lá me chamar, a comida estava ótima, jantei e fiquei ali por mais algum tempo. O céu estava um pouco nublado, mas não chovia, então retornei a barraca e fui dormir.

Na manhã do quarto dia de curso e segundo da expedição, o dia amanheceu chovendo e parecia que não iria melhorar.

O Instrutor Josemar pediu que todos desmontassem as barracas e deixasse as mochilas prontas para sair, as aulas do curso no entanto iriam acontecer embaixo dos canopi´s improvisados na área da cozinha.

“Desmontar as barracas na chuva, sem molhar ela por dentro é uma arte, tarefa essa que você só aprende na prática” No meu caso estava com a barraca Mongar 2 Ultralight que proporciona desmontar por partes,o que facilita muito em situações desse tipo. Para entender como isso funciona, acesse este link.

Imagine um grupo de trinta pessoas embaixo de dois canopi´s de cerca de 4m cada um, mais todas as mochilas cargueiras, não tínhamos espaço nem para sentar. Neste momento conversei com os instrutores do curso e sugeri montar a minha barraca novamente apenas com o sobre teto e as varetas, e colocar as mochilas todas dentro, assim teríamos mais espaço para as aulas embaixo dos canopi´s.

Feito isso, estávamos um pouco mais confortáveis para ter as aulas, o Josemar explanou alguns pontos importantes que aconteceram no primeiro dia da expedição, pediu para as equipes organizarem o percurso que iriamos fazer até chegar no ponto onde poderíamos chegar nos carros de apoio.

Os outros instrutores e nós ficamos ali conversando e tomando um chimarrão quente, café e comendo algumas coisas que tinham sobrado do café da manhã.

Hora do café

As aulas continuaram por mais algum tempinho, mas chovia tanto que os canopi´s já estavam acumulando água na parte de cima, lembro de usarmos bastões de caminhada erguidos para não deixar empossar e também para retirar a água que em alguns pontos empossava.

Estávamos em uma situação complicada ali daquele jeito, em uma breve reunião com todos os participantes, resolvemos em conjunto sair dali e caminhar até os carros de apoio. Grande parte dos alunos estavam com as mochilas molhadas, sem roupas secas e com frio.

Cada participante pegou sua mochila, pôs nas costas, eu desmontei a barraca novamente, pus na mochila e começamos a caminhada. Se orientar era complicado, imagine ter que guiar aquele grupo até os carros.

Uma das equipes se prontificou a guiar todos os participantes, seguimos por umas 3 horas aproximadamente entre campos encharcados, e estradas semi alagadas até que chegamos em um ponto crítico.

Esse ponto crítico era o caminho errado, quase que 100% dos participantes estavam molhados, com as mochilas molhadas/pesadas e com muito frio. A comida tinha acabado, todos só queriam sair dali o mais rápido possível, mas nenhum aluno/equipe conseguia achar uma solução eficaz para o problema.

O curso de Competências Mínimas de condutor leva os participantes quase ao extremo psicologicamente e fisicamente falando, testa na prática a resistência individual de cada participante e a tomadas de decisões.

Não tinha visto em nenhum outro curso sobre turismo de aventura algo assim, acredito que levar os alunos ao extremo em um ambiente controlado é a melhor maneira de fazer os participantes aprenderem sobre turismo de aventura, como ser um guia responsável e como tomar boas decisões em situações adversas.

Treinamento com Bussola

Enquanto os instrutores conversavam a respeito do que seria feito, os alunos estavam exaustos, alguns chegavam a tremer de frio. Imagine um grupo de 30 pessoas paradas no meio do nada pensando em soluções. Alguns participantes começaram a cantar, fazer exercícios para manter o corpo aquecido.

Alunos Aparados da Serra

A decisão dos instrutores era que, o Evandro Clunc guiasse todos até os veículos, logo o Evandro reuniu todos a sua volta e passou as seguintes considerações. “Iríamos caminhar por cerca de 1:30 sem parar, mantendo o ritmo, isso faria com que chegássemos rápido aos veículos e com o corpo quente.

Seguimos um atrás do outro em fila indiana, a chuva cai forte e não tinha cara de que iria parar, os campos totalmente alagados, as estradas pareciam rios.

Em alguns trechos a água em cima das estradas alcançava as nossas coxas, seguíamos em ritmo constante, até que em algum momento tivemos que parar e esperar boa parte do grupo. Enquanto esperávamos o grande grupo se formar novamente, fazíamos exercícios para manter o corpo aquecido.

Caminhamos por mais alguns minutos até ver ao longe duas vans, lembro-me de ficar feliz de saber que tínhamos chegado ao destino, conforme a galera foi avistando os veículos, começaram a caminhar mais rápido.

Entramos nas vans e seguimos até as cabanas, onde estava montada toda a estrutura do curso. Chegamos nas cabanas já era noite.

Após todos trocar as roupas molhadas por secas, a equipe da cozinha já tratou de começar o jantar, e as outras equipes organizavam os materiais e equipamentos nas cabanas.

A noite desse quarto dia de curso, foi tranquila, não teve aulas propriamente ditas, apenas algumas conversas e planejamentos para o dia seguinte. Depois do jantar todos nós fomos dormir dentro das cabanas.

Último dia de curso

Levantamos logo cedo, o dia estava cinzento e caia uma leve chuva, após o café da manhã, reunimos todos os nossos equipamentos e colocamos dentro dos nossos carros. Dali seguimos em direção ao Cânion Itaimbezinho, onde seria finalizado o curso lá.

Ao chegar no parque o Josemar organizou uma breve aula dentro da sede dos Aparados da Serra e deu a última tarefa do curso de competências minimas de condutor de Turismo de Aventura, a tarefa seria: Todas as equipes teriam que guiar o grupo pelas trilhas do Cânion Itaimbezinho, abordando assuntos como fauna, flora e geologia do local.

Sede dos Aparados da Serra
Cânion Itaimbezinho - Aparados da Serra

Durante a trilha na parte de cima do Cânion Itaimbezinho – Aparados da Serra, as equipes designadas com as tarefas iam explicando detalhes sobre a história, geografia, flora e fauna pertencentes ao caminho que andávamos.

Flora Aparados da Serra

Paramos em um dos mirantes para fazer uma foto final, com todos os participantes, todos estavam felizes e sorridentes.

Alunos do Curso competências mínimas de condutor - Aparados da Serra

Caso você tenha interesse em buscar essa capacitação no ramo do Turismo de Aventura, deixei aqui o contato direto com o Diretor do curso Josemar Contesini – Aparados da Serra (54) 9 9984-5766 para mais informações.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Tudo começou com o convite do amigo Evandro Clunc, guia e proprietário da empresa Sol de Indiada, fazer a travessia nas bordas dos Cânions no estado de Santa Catarina/SC – Brasil, uma travessia de sessenta quilômetros de trekking, passando pelo Campo dos Padres e o Cânion Espraiado, na cidade de Urubici/SC .

A viagem teve inicio no dia 26 de Maio de 2016, saímos da cidade de Caxias do Sul/RS com destino a cidade de Urubici/SC, cerca de 6 horas de viagem, depois de algumas paradas sofremos um contra-tempo e ficamos parados por cerca de 2 horas na cidade de Lages/SC, pois o frentista do posto completou de gasolina um tanque de combustível diesel, assim atrasando o começo da travessia. Depois de muita espera continuamos a viagem sem mais percalços, chegando no Refúgio Canoas as 9:00 horas da manhã do dia 26 de Maio.

O começo do trekking:

Depois de descarregar os carros, deixamos as mochilas com a maior parte dos equipamentos no refúgio, isso seria despachado até o Campo dos Padres via veiculo 4×4. Nós por outro lado, estávamos com nossas mochilas de ataque prontas para encarar os primeiros 13 km de estrada até o cume do Campo dos Padres. A temperatura e o clima nessa manhã meia nebulosa era relativamente agradável, continha pouco vento e pouca umidade no ar, fazendo um dia perfeito para caminhar.

A primeira parte desse trajeto é incrivelmente linda, não há subidas nem descidas, é como passear em um parque, sem grandes desafios, difícil de acreditar que nesse primeiro dia de trekking iriamos caminhar cerca de 13 km sendo que a altimetria mostrava grande aclive. Para se ter uma ideia, o refúgio Canoas se encontra cerca de 900 metros de altitude em relação ao nível do mar, já o ponto final do trekking seria no Magic Contêiner a cerca de  1.700 metros de altitude aproximadamente.

O melhor trekking do sul do Brasil

De fato, a subida é íngreme e estafante, quando começamos a subir, tinha a sensação de que fosse alguns pequenos morros, mas me enganei terrivelmente, a primeira parte da subida é um conjuntura de curvas fechadas, tão íngremes que ainda bem que eu não estava com minha mochila cargueira, pois acho que cairia para trás, conforme ia subindo a subida parecia que aumentava ainda mais.

Depois de passar por um zigue-zague de curvas íngremes, a estrada continuava para cima, mas de certa forma não tão íngreme, eram pequenos planaltos verdes com algumas araucárias espalhadas, estes campos verdes  pastagens rasas, contrastavam diretamente com o céu nublado, ao chegar nesses planaltos já era meio dia, estava na hora de parar e curtir o almoço.

Meu almoço não foi lá grande coisa, algumas barras de cereais, amendoins e algumas bolachas, era apenas um lanche, levei comigo duas garrafas de água com 600 ml cada para este primeiro percurso, nessa altura estava quase na metade da segunda garrafa, e estávamos praticamente na metade do caminho.

Ficamos ali parados por cerca de 30 min, esse tempo serviu para lancharmos e relaxarmos um pouco olhando as belas paisagens no horizonte.

Os morros possuem relevos curvados, podíamos enxergar várias camadas deles, parecia que estavam um em cima do outro, de certa forma isso parecia muito com uma miragem, fiquei intrigado,  parado  e abismado com essa enorme beleza, estar ali naquele momento, era como estar vivendo um sonho. Este sonho que todos temos dentro de nós, poder caminhar em lugares totalmente inóspitos, quase sem interrupções do homem, estar completamente ali na natureza selvagem.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Ao avistar ao longe o Magic Contêiner a felicidade tomou conta de mim, pois isso significava que tinha completado a tarefa do primeiro dia. O passo seguinte era descansar um pouco e depois organizar os equipamentos, montar a barraca e curtir a roda de novos amigos.

Depois de montar a barraca, organizar todos os equipamentos dentro da mochila, subi em um planalto acima  do contêiner para tirar algumas fotografias, ali sentei em uma pedra e estava bastante exausto, agradeci por estar vivo, estar ali naquele lugar fantástico, tirei inúmeras fotos. Notei que lá embaixo junto aos cânions começava a se formar uma grande camada de nuvens e neblina, mais conhecido como fenômeno viração, este fenômeno é uma grande massa de neblina densa, capaz de diminuir a visão em poucos metros. Em regiões muito altas essa viração pode ser bem perigosa, pois perdemos toda a nossa referencia sobre o lugar que estamos, é fácil se perder. Nisso fiquei ali um pouco admirando aquelas nuvens chegando próximo a nossa área de acampamento, em alguns instantes notei que cochilei ali sentado na pedra, acordei meio estranho, levantei e fui para a barraca.

O melhor trekking do sul do Brasil

2° dia de trekking – Cânion Espraiado:

Na manhã desse segundo dia, acordei as 5 h e 30 min da manhã, quando o celular do amigo Edson começou a tocar uma musica incrivelmente irritante, que fazia a gente pular do saco de dormir e sair da barraca. O som dessa musica fazia a gente acordar meio estressado, mas logo isso passava, saímos da barraca louco de vontade de enticar com o Edson sobre o toque, ao sair da barraca nos deparávamos com o próprio Edson, dando bom dia e pedindo um abraço. Aí a vontade de xingar ele ia embora! kkkkk

Olhei para o horizonte e vi boa parte da imensidão de cânions, podia ver até o Morro da Igreja com 1.822 metros, um dos pontos mais alto do sul do Brasil, o dia estava maravilhoso, um pouco frio, mas sem muita umidade, dava a impressão que seria um dia incrível.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Começamos a trilha rumo ao sul, descendo por dentro de uma mata nebular, até chegar quase na beirada dos cânions, nessa trilha passamos por xaxins incrivelmente gigantescos, que mediam mais de 5 metros de altura.

O melhor trekking do sul do Brasil

Já nas bordas dos cânions a vista que tínhamos era algo indescritível, parecia que estávamos no céu, andado sob as nuvens, dava para sentir na pele a euforia de todo o grupo vendo toda aquela paisagem.

O melhor trekking do sul do Brasil

Caminhamos por todas as bordas até o Cânion do Espraiado, a cada parte do Cânion a vista era ainda mais fascinante, ao meio dia paramos para almoçar no ponto mais alto do Cânion do Espraiado, o caminho até chegar a Ponta do Canhão como é chamado o lugar é estreito e vertiginoso, naquele momento agradeci por estar em meio a uma grande camada de neblina densa, pois não conseguia ver muito ao redor do caminho que trilhava, no cume desse Cânion a vista era de tirar o fôlego, naquele momento não sabia se almoçava, se tirava fotos, se ficava apenas contemplando aquela grande obra da natureza.

O melhor trekking do sul do Brasil

Ficamos ali por cerca de 40 minutos ou um pouco mais, almocei alimentos altamente calóricos, pois sabíamos que teríamos que subir novamente até o Magic Contêiner.

Enquanto caminhávamos, subindo e descendo os planaltos, atravessando pequenos riachos, sentimos um cheio de churrasco, foi estranho, pois até então não tinha avistado nenhuma outra pessoas além das que estavam comigo, depois de subir uma leve subida, encontramos campistas, fazendo churrasco bem perto das bordas do Cânion Espraiado, dali tínhamos a vista  de algumas torres de pedras, construídas pela própria natureza, também havia uma linda cachoeira onde caia suavemente  água totalmente cristalina.

Ficamos ali parados, conversando com este grupo de campistas, o guia trocava informações sobre as trilhas que percorremos durante esse dia, aí um dos campista sugeriu que voltássemos até o Magic Contêiner através de uma trilha bem pouco explorada, uma subida relativamente exaustiva, mas no entanto, mais curta do que aquela que iriamos fazer conforme o cronograma.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Depois de entender as dicas dos campistas, tiramos uma foto todos juntos e seguimos trilhando os caminhos junto ao Cânion do Espraiado até encontrar a trilha que ia nos levar até o Magic Contêiner.

Chegar ao Magic Contêiner , depois de um dia intenso de trekking, era bom sentar, parar relaxar, enquanto fazia isso, aproveitando o calor gerado pela subida do morro, fui a barraca tomei um banho com lenços umedecidos, troquei de roupa e ficamos ali todos dentro do contêiner conversando, rindo e comendo algumas guloseimas.

A temperatura ia caindo do lado de fora do contêiner e a neblina ia escondendo toda a paisagem.

No horário do pôr do sol, as nuvens que tapavam o brilho do sol, foram abrindo devagar, consegui por alguns minutos presenciar o primeiro pôr do sol desde que tinha chegado ali a dois dias.

Aquele momento foi mágico ao menos para mim, pois parecia que a natureza estava nos presenteado com sua maravilhosa beleza, encarei aquilo como um presente, depois de um dia de muitos quilômetros e desafios cumpridos.

O melhor trekking do sul do Brasil

Logo que entrei no contêiner o Jeferson, o cozinheiro oficial da aventura preparava o jantar, strogonoff de carne com creme de leite, só de olhar ele fazendo toda aquela comida já dava água na boca. Me sentei em um dos bancos de madeira envolta da mesa de centro e comecei a pensar e refletir.

“As vezes eu não intendo o porque a maioria das pessoas que conheço, preferem ficar em suas casas, aliadas a suas zonas de conforto, suas televisões e computadores, vivendo a vida dos outros. Ao invés de sair e contemplar um lugar como esse. Estava ali eu e um grupo de 14 pessoas em cima de um planalto gelado, sem acesso a internet ou telefone, a coisa mais perto que chegamos de uma rede social, era todos nós sentados ao redor de uma mesa esperando a janta ficar pronta.”

Depois do jantar maravilhoso, ficamos ali conversando um pouco e logo nos recolhemos, nos desejamos boa noite e cada um foi para a sua barraca.

3° dia- O dia dos corajosos:

Levantamos no horário previsto às 6 horas da manhã, novamente com aquele despertador insuportável, saímos das barracas, quando chegava no contêiner, estava o Jeferson preparando o café da manhã e o Edson querendo te abraçar dizendo bom dia, não tem como não começar o dia feliz da vida.

Após o café o guia Evandro reuniu todos e disse que o tempo estava ruim, que pela densa camada de nuvens iriamos fazer a caminhada sem poder ver nada ao nosso redor, aí botou em votação quem gostaria de ir, e quem gostaria de ficar.

A maioria levantou a mão e eu também, afinal o que eu iria fazer se ficasse no contêiner, iria ser sem graça ficar ali, e ainda sem nada para fazer.

Das 14 pessoas que tinham no grupo apenas  9 pessoas junto com o guia, resolveram fazer as trilhas indiferente da situação climática, estávamos ali para explorar, enfrentar os desafios que viesse com alegria e determinação.

Boa parte do percurso foi de tempo fechado, víamos pouco mais de 15 metros a nossa frente apenas, logo que chegamos em uma das bornas a natureza nos presenteou novamente, nos deu uns 5 ou 10 minutos de abertura, comemoramos, tiramos fotografias e rimos muito.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Na volta resolvemos que iriamos fazer sapeco de pinhão, pois onde passávamos haviam muitas araucárias, então uma parte do grupo colheu os pinhões que estavam no chão e outros pegavam as grimpas (galhos das araucárias).

Depois de algumas horas caminhando naquela densa neblina avistamos novamente o Magic Contêiner, abrimos um grande sorriso no rosto, chegando lá os ostros participantes não acreditaram no que viam, um bando de aventureiros carregando inúmeros pedaços de galhos e grimpas.

Logo achamos umas pedras e alguns tijolos e começamos a preparar a fogueira, quando o fogo estava intenso, largamos os pinhões nas brasas e apenas esperamos, após um tempo já começamos a apagar a fogueira, retirando os pinhões e comendo-os, pensa em algo bom!

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Estávamos tão animados com o nosso dia que resolvemos comemorar, alguns participantes levaram vinhos e alguns chocolates, nos reunimos em volta da mesa dentro do contêiner e ficamos ali rindo sobre as coisas que enfrentamos durante o dia, contado piadas, apreciando o vinho e os chocolates. Enquanto isso o Jéferson já preparava o jantar.

O melhor trekking do sul do Brasil

Depois de todos nós jantarmos, fizemos uma pequena festinha, colocamos umas musicas tocar no 4×4 e ficamos ali dançando por umas 2 horas, depois de muito rir e dançar todos deram boa noite e fomos dormir.

4° dia – O retorno:

O quarto dia amanheceu nublado novamente, acordei e fui para ao contêiner tomar o café da manhã, depois comecei a organizar meus equipamentos, desmontei a barraca. Em cerca de 40 minutos já estávamos todos prontos para fazer a caminhada de retorno até o Refúgio Canoas.

O percurso seria o mesmo que fizemos no primeiro dia, só que dessa vez era diferente, estávamos nos despedindo desse lugar fantástico e também era descida o que dava uma boa dose de motivação.

Descemos rápido, depois de quatro horas caminhando interruptamente chegamos ao Refúgio Canoas, carregamos os carros e começamos a nossa viagem de retorno até a serra gaúcha.

Durante o retorno eu era o motorista da rodada, enquanto meus parceiros de viagem dormiam profundamente no carro eu ficava pensando sobre os 3 dias que passei me aventurando na região do Campo dos Padres e nas Bordas do Cânion Espraiado.

Acredito sem dúvida que este foi um dos trekkings mais incríveis que fiz na região sul do Brasil, um lugar incrivelmente lindo, majestoso e único. Recomendo a todos os trilheiros apaixonados pela natureza a fazer esse percurso.

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Isolante Térmico Dobrável da Azteq

Apresento a vocês o lançamento da marca brasileira Azteq, conhecido como Isolante Térmico Dobrável Thor, este é um pouco diferente dos demais produtos vendidos aqui no brasil, ele é dobrável, leve e possui um ótimo custo benefício além de ser muito confortável.

Eu particularmente prefiro muito esse tipo de isolante térmico, quando digo esse tipo, me refiro em relação ao material que é construído, pois geralmente nas trilhas é vantagem levar um desses ao invés de um inflável que na grande maioria das vezes será mais pesado e poderá sofrer danos conforme seu uso. Imagina você fazendo um trekking de quatro dias e na primeira noite o seu isolante térmico inflável fura, se por ventura você esquecer os remendo em casa, certamente passará frio pelas próximas 2 noites. Com os isolantes térmicos de E.V.A você elimina a chance de acontecer imprevistos durante o trekking.

Design e construção:

Este isolante é construído de E.V.A (Espuma Vinílica Acetinada), um material que funciona muito bem, isolando completamente o corpo do usuário contra a umidade e diminui muito a perda de calor durante a noite.

Construído de maneira moldada com textura em alto relevo, lembra as antigas “caixas de ovos”, essa construção faz do isolante térmico Thor ser muito confortável, sem perder a capacidade de isolamento.

Isolante Térmico Dobrável

O isolante térmico Thor da marca brasileira Azteq é dobrável, leve e compacto, pesando 320 gramas é mais leve que os isolantes convencionais, além disso ele possui espessura de 8 mm o que garante ótimo conforto ao usuário.

 

Isolante Térmico Dobrável

Isolante Térmico Dobrável

Isolante Térmico Dobrável

Conta com as seguintes medidas:

Medida aberto – Comprimento: 1,80 m, largura: 50 cm e espessura de 8 mm.

Medida fechado – comprimento: 50 cm, largura 15 cm e altura 10 cm.

Isolante Térmico Dobrável

OBS: Não recomendado usar com temperaturas abaixo de zero graus, para saber mais clique aqui:

Nossa opinião:

Já testamos em dois acampamentos que fizemos e até o presente momento está superando nossas expectativas, com certeza é um ótimo produto, com excelente custo benefício. Seu valor de mercado é de R$ 70,00 reais aproximadamente. A única desvantagem deste modelo é que o transporte do produto é feito no lado externo da mochila cargueira, igual aos isolantes normais que conhecemos, isso poderá ser desvantajoso caso você for usar em trekkings onde passa-se por dentro de mata fechada.

Onde comprar:

Este equipamento você encontra na loja de nossos parceiros Guenoa Bikes e Apetrechos para Aventura, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS – Brasil.

Calça X-Power® SOLO Feminina

Venho através desse post mostrar a vocês a Calça X-Power® SOLO feminina, já apresentei em um outro post a Blusa X-Power Zip Solo, testando toda a funcionalidade em um dos climas mais frios do sul do Brasil.

Optei por adquirir esta modelo feminino por ficar mais justo em meu corpo em relação ao modelo masculino, mas em termos estéticos as duas tem as mesmas características construtivas, são modelos que caem muito bem no corpo. A maior função não é ser bonito e sim funcional. Em razão desse pequeno detalhe resolvi então fazer a postagem separada, tanto é que estes 2 modelos de roupas técnicas não são vendidos como conjunto.

Nesta avaliação vou mostrar todas as sua características, pontos positivos, negativos e a minha opinião sobre o produto.

Tecidos e tecnologias:

Tecido Polartec®

Calça X-Power® SOLO Feminina

Conhecidos por ser a primeira camada de isolamento entre entusiastas de atividades externas durante duas décadas, os tecidos Polartec® estão disponíveis em uma variedade única de texturas e volumes, pensados especialmente para melhorar sua performance em uma grande variedade de lugares e ambientes.

Também chamado de CCF, “Climate Control Fabrics”, o principal atributo do Polartec é manter o corpo seco e aquecido, propiciando conforto em qualquer situação. A alta capacidade de exportar o suor, aliada à resistência à penetração de água, evita que o corpo fique úmido e sofra com o frio e uma eventual hipotermia. Por isso é considerado mais que uma vestimenta, um equipamento de termo-regulação.

Polartec® Poder Stretch® Pro ™

Calça X-Power® SOLO Feminina

Este tecido é elástico possuindo propriedades de resistência confiáveis para se recuperar de forma consistente a sua forma original depois de ser empurrado e puxado durante a atividade. Dependendo da estrutura do tecido elástico, quando for esticado demais, torna-se permanentemente danificado e perde a capacidade de recuperar suas qualidades de forma e de desempenho originais.

É por isso que Polartec® Power Stretch® Pro ™ é projetada com maior capacidade de resistência à tração como um elemento chave de sua construção. Tem a função de ser usado junto a pele, assim mantém você quente e seco. Através dos pontos de contato que se difundem e evaporam a umidade gerada pelo corpo, esse vapor então é direcionado para as camadas externas.

Como funciona:

Polartec® Power Stretch® Pro ™ tem a capacidade de reter o calor sem restringir o movimento e agilidade durante as atividades. A superfície exterior tem um revestimento de baixa fricção para reduzir a irritação quando usado com outros tecidos, aumentando a resistência total à abrasão. Esta camada conhecida como segunda pele ou base layer, fica seca, respirável e confortável, transferindo continuamente vapor de água para fora.

Proteção solar:

Calça X-Power® SOLO Feminina

O fator de proteção solar representa o tempo a mais que a pele fica protegida. Falando em UVA e UVB são as denominações de dois espectros (comprimento de onda longo e curto, respectivamente) da luz ultravioleta, presente na luz solar e responsáveis pelo bronzeamento, queimaduras ou até o surgimento de câncer de pele em seres humanos. O Fator de Proteção Solar, ou simplesmente FPS, é a medida de quanta luz ultravioleta pode ser bloqueada com determinada substância.

Sendo assim a marca Solo fez testes pela Agência Australiana de Segurança Nuclear e Proteção Contra a Radiação (Arpansa) e constatou que: o FPS 20 bloqueia 93%, FPS 30 bloqueia 96% e FPS 50 bloqueia 97% dos raios ultravioleta. contudo esse modelo de calça X-Power® SOLO possui Fator de Proteção Solar FPS 50.

Calça X-Power® SOLO Feminina

Detalhes e curiosidades:

Toda a construção da calça X-Power® SOLO, foi pensada para o usuário usufruir de todo o isolamento possível, o sistema de costuras são especiais do tipo (flat seam), evitando assim dobras de arremate e diminuindo o atrito da peça com a pele.

Calça X-Power® SOLO Feminina

Na parte da cintura possui ajuste e este é feito por dois cordões elásticos, podendo assim amarra-los para ter o ajuste perfeito em torno do corpo.

O símbolo da marca Solo e a escrita X-Power na parte de baixo na linha da cintura, são reflexivos, isso ajuda muito no quesito segurança, caso você estiver caminhando a noite, juntamente com um grupo de pessoas.

Calça X-Power® SOLO Feminina

Testes:

Testei a calça X-Power® SOLO em condições com ventos e muita umidade relativa do ar, juntamente com frio, durante os 4 dias de testes, ela se mostrou boa nos quesitos de isolamento de calor e evaporação do suor gerado pelo corpo, usando principalmente a noite para dormir, já nas atividades do dia, logo pela manhã, era possível usa-la, mas conforme ia progredindo na trilha tive que parar e trocar, pois ela retem muito o calor gerado pelo corpo.

Outra coisa que notei, mesmo ela estando um pouco molhada, por ocasiões de algumas chuvas passageiras durante as trilhas, ainda assim o tecido controla a temperatura corporal, mantendo-o isolamento térmico.

Qual é a melhor maneira de usa-la?

A melhor maneira de usa-la é junto a pele do seu corpo, isso possibilita grande sensação de conforto e um grande isolamento da temperatura corporal.

Características conforme fabricante:

Camada: base layer (segunda pele)

Tamanhos: P | M | G | GG | XGG

Opções de cores: Preto 002

Peso médio: 220 gramas

Tecido: Polartec® Power Stretch® Pro

Composição: 53% poliéster | 38% poliamida | 9% elastano

Detalhes de construção: costura flat | regulagem de cintura

Onde comprar:

Essa blusa você encontra em quase todas as lojas online espalhadas pelo Brasil, indicamos a loja Guenoa Bikes e Apetrechos para Aventura, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS Brasil.

Guenoa
Rua: Flora Magnabosco, N° 351 – Caxias do Sul/RS – Contato: (54) 3213-5131

Blusa X-Power® Zip Preta SOLO

Blusa X-Power® Zip Preta SOLO

Hoje irei apresentar a vocês leitores, a blusa X-Power Zip da marca Solo, testei toda a sua funcionalidade e capacidade de isolamento térmico em pleno inverno na cidade de Urubici/SC, lembrando que esta é uma das cidades mais frias do Brasil. Há alguns anos, o local registrou a temperatura mais baixa do território Brasileiro, -17° graus no inverno.

Essa blusa faz parte da primeira parte do sistema de camadas, conhecida como Base Layer ou segunda pele. É uma blusa térmica usada em clima muito frio, onde o aventureiro pratica muitas atividades e movimentos. A primeira função é manter o calor gerado pelo corpo, a segunda função é retirar o suor gerado pelos movimentos, mantendo assim toda a capacidade de isolamento.

O tecido Polartec® Power Stretch® Pro ™ é composto por duas camadas: uma interna, que elimina o suor, e outra externa, que barra o vento. Juntas, garantem extrema retenção do calor produzido pelo seu corpo.

Tecidos e tecnologias:

Tecido Polartec®

Blusa X - Polartec

Conhecidos por ser a primeira camada de isolamento entre entusiastas de atividades externas durante duas décadas, os tecidos Polartec® estão disponíveis em uma variedade de texturas e volumes, pensados especialmente para melhorar sua performance em uma grande diversidade de lugares e ambientes.

Também chamado de CCF, “Climate Control Fabrics”, o principal atributo do Polartec é manter o corpo seco e aquecido, propiciando conforto em qualquer situação. A alta capacidade de exportar o suor aliada à resistência a penetração de água, evita que o corpo fique úmido e sofra com o frio e uma eventual hipotermia. Por isso é considerado mais que uma vestimenta, um equipamento de termo-regulação.

Polartec® Poder Stretch® Pro ™

Blusa X - Polartec® Poder Stretch® Pro ™

O tecido é elástico possuindo propriedades de resistência confiáveis para recuperar de forma consistente a sua forma original mesmo após  ser empurrado e puxado durante a atividade, ao contrário de outros tecidos elásticos, que dependendo da estrutura  quando for esticado demais, torna-se permanentemente danificado e perde a capacidade de recuperar suas qualidades de forma e de desempenho originais.

É por isso que Polartec® Power Stretch® Pro ™ é projetada com maior capacidade de resistência à tração como um elemento chave de sua construção. O tecido tem a função de uso junto a pele, assim mantém você quente e seco. Através dos pontos de contato que se difundem e evaporam a umidade gerada pelo corpo o vapor é direcionado para as camadas externas.

Como funciona:

Polartec® Power Stretch® Pro ™ tem a capacidade de retenção do calor sem restringir o movimento e agilidade durante as atividades. A superfície exterior tem um revestimento de baixa fricção para reduzir a irritação quando usado com outros tecidos o que aumenta a resistência total à abrasão. Esta camada conhecida como segunda pele ou base layer, fica seca, respirável e confortável, transferindo continuamente vapor de água para fora.

Proteção solar:

proteção solar

O Fator de Proteção Solar, ou simplesmente FPS, é a medida de quanta luz ultravioleta pode ser bloqueada com determinada substância, ou seja representa quanto tempo a  a pele fica protegida. Já a nomenclatura UVA e UVB são as denominações de dois espectros (comprimento de onda longo e curto, respectivamente) da luz ultravioleta, presente na luz solar e responsáveis pelo bronzeamento, queimaduras ou até o surgimento de câncer de pele em seres humanos.

Sendo assim a marca Solo fez testes pela Agência Australiana de Segurança Nuclear e Proteção Contra a Radiação (Arpansa) e constatou que: o FPS 20 bloqueia 93%, FPS 30 bloqueia 96% e FPS 50 bloqueia 97% dos raios ultravioleta. Por isso, o modelo de blusa X-Power® Zip possui Fator de Proteção Solar FPS 50.

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Detalhes e curiosidades:

Toda a construção da blusa X-Power® Zip foi pensada para o usuário usufruir de todo o isolamento possível, o sistema de costuras são especiais do tipo (flat seam), evitando assim dobras de arremate e diminuindo o atrito da peça com a pele.

Blusa X

Um detalhe interessante, o símbolo da marca Solo e a escrita X-Power na parte de baixo na linha da cintura, são reflexivos, isso ajuda muito no quesito segurança, caso você estiver caminhando a noite, juntamente a um grupo de pessoas.

Em todas as roupas da marca, são usados zíperes da marca YKK, pois são ultra-leves, fácil manuseio, não emperram durante a abertura e fechamento e não quebram, pois são construídos com material metálico. Um detalhe interessante junto ao zíper é uma fita presa junto ao zíper com a função de ajudar no manuseio com luvas.

Blusa X

Na parte final do fechamento do zíper, podemos ver uma pequena proteção interna, que impede que o zíper toque a pele quando está completamente fechado. Veja na foto a baixo:

Blusa X

Testes:

Testei a Blusa X-Power® Zip Preta SOLO em condições com vento e muita umidade relativa do ar, juntamente com frio. Durante os 4 dias de testes, ela se mostrou boa nos quesitos de isolamento de calor e evaporação do suor gerado pelo corpo. Entretanto, no quesito de barrar o vento achei que poderia ser melhor, pois com algumas rajadas e eu necessitei colocar um casaco corta vento sobre a mesma.

Outra coisa que notei, mesmo ela estando um pouco molhada em razão de chuva passageira durante as trilhas o tecido controla a temperatura corporal mantendo o calor.

Usei a a Blusa X-Power® Zip por inúmeros dias interruptos, principalmente a noite para dormir e durante o dia em todas as trilhas que fiz, foram cerca de 60 quilômetros nos quatro dias. Acredito que um ponto forte dessa blusa é o fato de não gerar mau odor, ela se manteve igual, com o mesmo cheiro de como estivesse nova.

Qual é a melhor maneira de usa-la?

Fiz dois testes, primeiro usando a blusa  sobre uma camiseta e o segundo teste usando apenas a blusa em contato com a pele. A diferença de isolamento térmico é surpreendente, usando a camiseta direto na pele e colocando a blusa sobre a mesma a perda de calor é com certeza uns 50% maior do que se usada  apenas a blusa diretamente sobre a pele.

Características conforme fabricante:

Camada: base layer (segunda pele)

Tamanhos: P | M | G | GG | XGG

Cor: Preta 002

Peso médio: 300 gramas

Tecido: Polartec® Power Stretch® Pro

Composição: 53% poliéster | 38% poliamida | 9% elastano

Detalhes de construção: zíper frontal | costura flat

Onde comprar:

Essa blusa você encontra em quase todas as lojas online espalhadas pelo Brasil, indicamos a loja Guenoa Bikes e Apetrechos para Aventura, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS Brasil.

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Rua: Flora Magnabosco, N° 351 – Caxias do Sul/RS – Contato: (54) 3213-5131

UltraLight Regular Sea To Summit

Apresento a vocês o mais novo isolante inflável UltraLight Regular da empresa Australiana Sea To Summit. Vou mostrar aqui todas as suas características construtivas, detalhes e curiosidades.

Construção:

Seu processo de fabricação é o mesmo utilizado nas indústrias médicas e aeronáuticas, muito superior aos sistemas utilizados nos concorrentes, e que praticamente elimina o problema de laminação, que pode causar bolhas nos isolantes.

Seu formato é construído em células, estas células armazenam o ar dentro delas permitindo que você coloque todo o peso do seu corpo em cima sem que o ar de dentro das células escapem para as bordas do isolante, deixando seu corpo não entrar em contato com o solo. Além de ser muito confortável, garante melhor isolamento térmico ao usuário.

UltraLight Regular Sea To Summit

Confeccionado em Nylon Ripstop 40 D oferecendo o equilíbrio perfeito entre peso e durabilidade.

Detalhes, curiosidades e testes:

O isolante possui muitos detalhes importantes que oferecem segurança e agilidade ao manuseá-lo, baixo peso e uma excelente compactação para transporte, isso em relação aos outros modelos de isolantes encontrados aqui no Brasil. Possui medidas interessantes quando aberto fora da embalagem e também quando fechado. Aberto conferimos as medidas de 1,83 metros de comprimento X 55 cm de largura e 5 centímetros de espessura.

UltraLight Regular Sea To Summit

Já,  fechado as medidas são 17,5 centímetros de altura por 7,5 centímetros de largura, é tão pequeno e compacto que se formos comparar em relação a uma garrafa de refrigerante 600 ml, o isolante ainda assim é menor. A fabricante Sea ato Summit, compactou tanto que o deixou com o peso de 355 gramas, tornando-o um dos mais leves do mundo.

UltraLight Regular Sea To Summit

Mas aí você se pergunta, qual é a vantagem de trocar os isolantes de EVA que pesam aproximadamente 180 gramas ou até menos que isso? A resposta é fácil de ser respondida. Com cerca de 200 e poucas gramas a mais você consegue dormir confortavelmente como se estivesse em um colchão de ar e ainda mantem seu corpo seco e isolado do frio quem vem do solo.

Acredito que a coisa mais incrível que tem neste isolante térmico é sua válvula de entrada e saída de ar. Para ficar mais fácil de entender vou explicar como ela funciona de maneira simples.

É construída de material plástico, selada eletronicamente junto ao tecido do isolante, isso proporciona maior segurança, evitando que a válvula quebre ou rasgue o tecido durante os vários procedimentos de enchimento e esvaziamento do mesmo.

UltraLight Regular Sea To Summit

A válvula possui 2 estágios assim, para abrir é muito simples e prático, basta  puxar a “orelha” para cima onde está escrito Inflate (inflar), este primeiro estágio serve para levar o ar para dentro do isolante, até aí sem grandes novidades. Geralmente não conseguimos jogar a quantidade certa de ar para dentro do isolante de uma vez só, precisamos de inúmeros assopros para infla-lo. Pensando nisso o fabricante criou essa válvula tecnológica, pois quando você joga o ar para dentro e espera para pegar mais fôlego, a válvula impede que o ar que está lá dentro saia, isso é incrível.

UltraLight Regular Sea To Summit

Testei seu enchimento usando o ar de meus pulmões, fiz uns 5 assopros e o isolante inflou de maneira rápida e eficiente. Para ter ideia da velocidade de enchimento, cronometrei e tive um belo resultado. A foto abaixo mostra 50 segundos de enchimento, mas posso dizer que demorou um pouco menos que isso, cerca de aproximadamente 40 a 45 segundos.

Foto com cronometro:

UltraLight Regular Sea To Summit

Para acionar o segundo estágio, segure a “orelha” onde está escrito Deflate (desinflar) puxando para cima, isso fará o ar que está lá dentro sair em poucos segundos, para ser mais exato cerca de 3 a 5 segundos para desinflar completamente.

UltraLight Regular Sea To Summit

Vídeo de apresentação do Isolante inflável UltraLight Regular – Sea To Summit

Uma curiosidade que me chamou bastante atenção é o fato do fabricante ter se preocupado com a durabilidade deste equipamento. Na parte interna possui um tratamento antimicrobiano, o qual evita que o ar e a umidade aprisionados dentro do isolante possam causar sua deterioração.

Indicações de uso:

O isolante inflável UltraLight da Sea to Summit é indicado para utilização tanto para o montanhismo quanto para os entusiastas de camping, uma vez que além de possuir extremo conforto, possui também bom isolamento do frio.

Características conforme fabricante:

Material: Nylon Ripstop 40D

Peso: 355g

Dimensões: Aberto: 1,84m X 55cm X 5cm e Fechado: 17 x 7,5 cm

Nº de Células: 181

Acessórios vendidos separadamente:

A Sea To Summit criou duas opções para auxiliar e facilitar o enchimento deste isolante, a primeira opção é o Saco organizador 2 em 1 Jet Stream Pumpbasicamente é um saco organizador ultrafino e leve que permite a saída de ar, fazendo que ele ocupe menos espaço na mochila e por outro, ele se torna uma bomba para inflar os isolantes.

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Com o saco organizador é possível acomodar itens  sem medo de perder e até facilitando a organização em sua mochila.

O segundo equipamento é chamado de  Saco Estanque 2 em 1 Air Stream que  é um saco estanque ultrafino e leve. Pode ser usado como saco estanque propriamente dito, ou como uma bomba para inflar os isolantes através do efeito Venturi. Os 20 litros do saco estanque são inflados facilmente sem esforço e através do saco cheio de ar é possível encher um isolante inflável repetindo o procedimento cerca de três vezes.

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Veja o vídeo abaixo, mostrando os dois equipamentos e toda as suas funcionalidades:

Este modelo de isolante foi adquirido fora do Brasil, pela empresa Sol de Indiada, o proprietário nos permitiu fazer a primeira avaliação sobre o produto, em algumas lojas nacionais já é possível adquiri-lo. Veja abaixo.

Onde comprar:

Você encontra o isolante inflável UltraLight Regular – Sea To Summit nas principais lojas online espalhadas pelo Brasil, cito aqui algumas, tais como: Loja Clube Trekking, Loja Alta Montanha, Mundo Terra, Território Mountain Shop.

Veja todas as fotos do isolante inflável UltraLight Regular – Sea To Summit

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Hydro Hammock, rede de hidromassagem

Hydro Hammock, rede de hidromassagem

Todos nós amamos redes, são equipamento relativamente leves que proporcionam muito conforto e praticidade nas atividades ao ar livre. Com elas, podemos relaxar depois de uma trilha exaustiva. Você já imaginou ter uma rede de hidromassagem portátil? Sim isso já é possível, pois o gênio Benjamin Frederick criou a Hidro Hammock uma rede de hidromassagem destinada ao uso em atividades ao ar livre.

Hydro Hammock
A Hidro Hammock é como um sonho tornado-se realidade

A banheira de hidromassagem/rede suporta até 50 litros de água e 2 adultos, podendo ser usada em qualquer lugar. Ela vem com um compartimento do tamanho de uma mala portátil, possui um aquecedor de propano, uma bomba, uma bateria, e as duas mangueiras para circular a água. É verdadeiramente um luxo, sendo possível deitar dentro dela com a água na temperatura desejada.
Hydro Hammock
Você pode levar a rede para perto do ponto de água e bombeá-la para o interior da banheira de hidromassagem, ou também pode transportar a água (cerca de 55 litros). Dessa forma, você pode se sentar dentro da banheira de água quente em lugares que você nunca imaginou!  Pense em quantas viagens de acampamento que você desejou ter uma banheira de hidromassagem para relaxar? Imagine você vendo o pôr do sol em uma rede assim. Com certeza será maravilhoso.
“Uma vez que você entrar, você vê o mundo de uma forma totalmente nova.”

Características:

Construída com tecido acrílico marinho Sunbrella, selada com um sistema especial siliconado. Este silicone é excelente, pois é de baixa viscosidade e realmente veda o tecido tornando-o  mais resistente à água, também possui resistência aos raios UV.

Com os devidos cuidados, o  Hydro Hammock continuará a ser o centro do seu relaxamento ao ar livre para os próximos anos!

A bateria é uma bateria de 19AH de 12 volts. Com uma carga completa da bateria a bomba de água  permanece ligada cerca 3,2 horas de uso contínuo. O equipamento pode ser recarregado durante a sua utilização, podendo ser por corrente AC ou DC, conforme preferência ou disponibilidade.
O sistema é muito modificável. Há espaço para adicionar outros filtros ou armazenar uma pequena lata de propano, ou mesmo  os dois. O ideal é usar garrafas de propano recarregáveis, especialmente se usado em grandes altitudes ou na neve.
 O sistema aquece a água instantaneamente, independente da temperatura inicial da água.
Durante a utilização, o aquecedor de água funciona apenas com a água que flui através dele e auto-inflama-se por duas pilhas D, localizadas na parte inferior do componente. A bomba pode ser desligada por qualquer acionamento, podendo ser na válvula de água na rede, ou no interruptor na mala portátil.
Para o armazenamento, é recomendável desligar manualmente o tanque de propano desligando-o do sistema de aquecimento.
Tamanhos, modelos e valores da Hydro Hammock?

Original Hidro Hammock

Hydro Hammock

Peso: 3,76 kg

Valor: $ 360,00

Hydro Hammock – Aquecedor de água é vendido separadamente

Deluxe Hydro Hammock

Hydro Hammock

Peso: 6,12 kg

Valor: $ 555,00

Hydro Hammock – Aquecedor de água é vendido separadamente

Para saber mais acesse o site – Hydro Hammock

Review – Jaqueta Parkha Andes II

Review – Jaqueta Parkha Andes II 

Quem nunca olhou o guarda roupa e falou: Preciso de uma jaqueta impermeável e que aqueça?

Eu passei por esse problema durante muitos anos, desde o meu ingresso ao movimento escoteiro, ocorrido em 2006. Nos acampamentos, e  principalmente no inverno, sempre tinha que levar mais roupas em razão das baixas temperaturas. O pior, era quando estava frio e chovia, colocar somente a capa de chuva não se apresentava a melhor solução, até protegeria da umidade e assim não me molhar, entretanto passaria frio. Convivi com essas dificuldades  até o ano de  2012.

Após me afastar do escotismo, já no ano de 2013,  comecei a praticar trekking e a dificuldade com o clima de inverno voltou, porém foi mais rápido para solucionar, pois já sabia que realmente necessitava de uma jaqueta/abrigo que aquecesse, fosse impermeável e respirável. A após muita pesquisa, identifiquei como adequada para o esperado a jaqueta Parkha Andes II. Adquiri e passei a usar em julho de 2013 e logo percebi que havia feito uma escolha sucedida.

Vamos falar sobre Abrigo Parkha Andes II, tamanho G.

Jaqueta

O que me levou a comprar a Parkha Andes 2?

A jaqueta é ideal pra regiões de frio ou até mesmo pra alta montanha onde é exigido muito esforço físico, pois disponibiliza um sistema de respirabilidade de 3.000 mm. Além disso,  ela é 3 em 1, jaqueta, forro interno (fleece) de manga longa e capuz, sem contar que a impermeabilidade é de 3.000 mm de coluna de água. Já testei em uma caminhada sob a  chuva e foi bem tranquilo, não me molhei e nem cheguei a suar.

Jaqueta

O abrigo Parkha Andes II, também possui colar de aquecimento.

Jaqueta

Possui dois bolsos na parte externa localizados na região peitoral, cada qual com espaço de armazenamento relativamente grande, para se ter uma noção do espaço de apenas um bolso, pode ser coloca uma lata de refrigerante de 350 ml e ainda sobrando espaço.

Jaqueta

Na manga esquerda, possui outro bolso, espaçoso, com zíper, onde pode se colocar facilmente um celular, ou até outros objetos uteis. Na imagem apresentada abaixo, o bolso está apenas com a metade do zíper aberto.

Jaqueta

Normalmente, se faz necessário outros bolsos, e inclusive maiores. Por isso, em seu designer, a jaqueta possui ainda dois bolsos de rede na parte interna.

Jaqueta

Possui ainda, um bolso na parte interna na altura do peito, com tamanho pouco maior que uma lata de refrigerante de 350 ml, neste você pode guardar documentos e outros objetos pessoais.

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Por último, possui dois bolsos na parte da frente, para colocação das mãos, estes possuem um tecido flecce internamente, para assim aumentar o aquecimento de suas mãos. No bolso esquerdo possui uma fita com presilha plástica para guardar a chave, ou algum outro objeto, que esteja seguro e você não queira perder.

Jaqueta

Jaqueta

O casaco interno (fleece 200g/M2) é destacável, possui três fitas com botão de pressão na parte interna da jaqueta, localizados um próximo à gola, e um em cada manga, próximos ao punho, que servem para prender o forro interno e para facilitar o uso da Parkha completa, evitando que fique desconfortável. O forro possui dois bolsos na parte externa e alças de fitas nos punhos e gola, para facilitar  sua acoplagem à jaqueta.

Jaqueta

Jaqueta

O forro interno também pode ser usado com a jaqueta preso somente às fitas, ou seja, mesmo sem estar acoplado aos zíperes.

Jaqueta

Jaqueta

A Parkha Andes disponibiliza um cinto elástico na cintura, fechando o cinto se obtêm maior isolação em casos de frio intenso.

Jaqueta

Jaqueta

O capuz da jaqueta é afixado por um zíper e quatro botões  de pressão, sendo eles dois em cada lado, por isso pode ser destacável.

Jaqueta

As mangas, além de possuir elástico, também possui um velcro, que pode ser ajustado para obtenção de isolamento maior em dias de chuva, ou frio intenso. Possui ainda, cordões de elástico com travas no capuz, na gola e abaixo do cinto elástico.

Jaqueta

Jaqueta

Além da jaqueta possibilitar respirabilidade de 3000 mm por 24 horas, ela disponibiliza dois zíperes sob as axilas auxiliando na respirabilidade e em caso de chuva evita a condensação do suor.

Jaqueta

A Parkha Andes 2 disponibiliza cordões reflexivos, durante a noite, localizados na frente, nas costas e no capuz.

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Especificações:

  • Fabricante: Trilhas e Rumos
  • Tamanho: G
  • Comprimento: 79 cm
  • Circunferência: 130 cm
  • Manga: 62 cm
  • Peso: 1,7 Kg

Conclusão:

Após dois anos de uso, posso dizer aos aventureiros, foi uma excelente compra. Pois correspondeu as expectativas atendendo os requisitos quanto à respirabilidade, impermeabilidade e aquecimento.

Na questão da impermeabilidade, já fiz alguns trekkings em dias de chuva por longas horas. Também testei com uma mangueira de água e o resultado foi satisfatório. Até o momento, não obtive problemas. A mesma possui corta vento para  manter o calor do corpo, sendo que a respirabilidade ajuda evitar o suor.

No meu ponto de vista, o único defeito da jaqueta é o volume que ela tem, dificultando armazená-la na mochila, pois em minha cargueira ocupa quase meia mochila. Mas para isso a solução é a utilização de saco de compressão, pois seu tamanho e volume pode ser reduzido pela metade, ou até mais.

A verdadeira utilização da Parkha Andes é para alta montanha, mas também pode-se utilizar em regiões onde as temperaturas são baixas, exemplo é na região sul do Brasil, onde eu resido, pois as temperaturas minimas aqui variam de -6ºC a 3ºC. Considerando  que eu sou bastante friolento, normalmente preciso estar muito bem agasalhado para não sofrer frio, após a aquisição da jaqueta, tenho usado apenas um camiseta sob a jaqueta completa.

O valor da Parkha Andes II, varia de R$ 400,00 a R$ 800,00 reais, dependendo da loja.

Recomendações:

Ideal não lavar, apenas limpar com pano úmido, usando no máximo detergente ou sabão, ambos neutros. Cuidados necessários para manter a impermeabilidade e a durabilidade da jaqueta por mais tempo.

Fotos criativas com bolinhas de gude!

Fotos criativas com bolinhas de gude!

Os trabalhos fotográficos do jovem Caleb Tenenbaum, um talentoso garoto de 16 anos de New Jersey, trazem fotos criativas com temas dentro de bolinhas de gude. Sua série, intitulada “Vida através de uma bolinha de gude”, ainda que num tom inocente, traz maturidade na execução e essência dos trabalhos.

Segundo Caleb, as fotos foram tiradas com uma Canon XS DSLR com uma lente 50 mm f/1.8 e um tubo de 13 mm Opteka, que permite aproximar as lentes sem perder o foco, resultando na nítida reprodução da paisagem dentro da bolinha de gude. O único tratamento digital é para afinação da imagem e em alguns casos a inversão da posição em 180 graus, pelo fato da imagem reproduzida dentro da bolinha estar na realidade de cabeça para baixo.

Seus trabalhos são realmente muito bonitos, e o jovem revela que o “segredo mágico é simplesmente tentar coisas novas”.

Vida através de uma bolinha de gude

Fotos criativas

Fotos criativas

Fotos criativas

Fotos criativas

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