Trilha Cânion da Pedra/SC – Brasil

trilha Cânion da Pedra/SC – Brasil

Fomos convidados a participar da trilha Cânion da Pedra, por nosso amigo Luiz Fernando Soares, guia credenciado do Parque Nacional da Serra Geral/SC – Brasil, e proprietário da empresa de Turismo Receptivo Tec Tur, após receber o convite encaminhamos ofício aos diretores do parque, para assim poder relatar, fotografar e fazer filmagens no interior do Cânion da Pedra.

Com todos estes pré-requisitos formalizados, chegou a hora de cair na estrada, viajar até a cidade de Sombrio/SC, onde ficaríamos hospedados no Camping e Pousada Família Lopes, e  no dia seguinte fazer a trilha no interior do Cânion da pedra.

O começo do dia 10 de Janeiro de 2015 foi assim, solo encharcado, céu nebuloso, enquanto abrimos a barraca fomos presenteados com o sol que aparecia de mansinho entre a espessa camada de nuvens.

DSCN4795
Foto: Marcio Basso
DSCN4941
Foto: Luís H. Fritsch

Após tomar um café da manhã especial na Pousada, partimos pela rodovia SC – 449 em direção a Jacinto Machado/SC, localizada a 21 quilômetros da cidade de Sombrio/SC, passamos pelo centro de Jacinto Machado e seguimos por estrada de terra até uma propriedade particular, onde é possível deixar os carros.

A família que cuida do lugar é apoiada pela direção do Parque Nacional da Serra Geral, prestando ajuda aos guias credenciados do parque, oferecendo resgate em caso de emergências e  também cuidam da manutenção da trilha no interior do Cânion da Pedra. A propriedade é o único acesso à trilha que leva ao interior do Cânion, por isso a família cobra uma taxa de cinco reais por pessoa para entrar na propriedade, um valor irrisório, com a finalidade de colaborar com a família local.

O local tem beleza singular, cercada pelos enormes paredões dos cânions, por campos abertos e gramados gigantescos. Estar ali olhando para tudo aquilo, é indescritível, mesmo com o céu nebuloso e com um pouco de neblina sobre os campos, a beleza era fascinante. O lugar é inspirador trazendo muita paz e tranquilidade, quanto mais olhávamos, mais tínhamos vontade de começar a trilha.

DSCN4813
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso
DSCN4953
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN4807
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso

Antes de nos aventurar pelas trilhas do Cânion da Pedra, caminhamos dentro da propriedade em direção a trilha, o guia que estava conosco parou, fez todos se alongarem, explicou os pontos que deveríamos prestar atenção na trilha e nos cedeu polainas protetoras contra picadas de cobras e animais peçonhentos que poderíamos encontrar no decorrer da trilha. As Polainas são de uso obrigatório em trilhas dentro dos Cânions. Também, passou outras instruções de como caminhar e colocar o pé sobre as pedras lisas da maneira mais segura possível, comentou um pouco sobre o uso dos bastões de caminhada em trilhas e por último, disse que era bastante precavido perante a segurança de cada um, iria ser chato algumas vezes, mas isso seria importante para uma trilha bem sucedida.

DSCN4956
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Depois de todas as instruções recebidas, era hora de por em prática todas as instruções e começar a trilha que teria duração de 8 horas, sendo boa parte dentro do rio. As condições para essa trilha eram médias, pois havia risco de chuva, o leito do rio já tinha subido em torno de 60 centímetros na noite passada, então seria uma trilha complicada, teríamos que ter atenção redobrada e muito cuidado onde colocar o pé, pois a formação rochosa no local é formada por pedras redondas, isso impede boa parte da estabilização do solado do calçado. Com o rio um pouco acima do normal, certamente as pedras estariam boa parte encobertas pela água, isso aumenta muito o risco de quedas durante a trilha dentro do rio.

Na primeira parte da trilha, andamos entre a mata nativa atravessando pequenos córregos e plantações,  parte que exigia bastante equilíbrio e tração, pois a trilha era completamente escorregadia. Parávamos muitas vezes para ajudar os outros caminhantes a transpassar algum obstáculo, evitando assim deslizes durante o trajeto.

DSCN4847
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso
DSCN4976
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN4966
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Após concluir essa primeira parte, chegamos ao Rio Pai José, sentamos nas pedras em torno do rio para a primeira parada de descano. Nesse momento começamos a entender porque essa trilha é uma das mais difíceis do Parque Nacional da Serra Geral. Muitas vezes eramos obrigados a nos segurar em árvores e até caminhar de quatro em alguns pontos pois estava muito escorregadio, o terreno se apresentava muito lamacento e encharcado.

DSCN4996
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN4998
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a qualidade da água que corria pelo rio, era incrivelmente cristalina, muito gelada. O guia nos disse que podíamos abastecer nossas garrafas de água sem nenhum problema, uma vez que a água é 100% potável.

Acredito que caminhar em um lugar como esse, com uma beleza intacta e ainda poder desfrutar da água é uma experiência que todo mundo deve ter um dia, essa é uma boa história para contarmos às gerações futuras.

DSCN5055
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Prosseguindo, continuamos a subir o rio, de fato as pedras eram muito escorregadias, fazíamos correntes humanas para atravessar de um lado a outro do rio, evitando algum tombo por parte dos caminhantes. Caminhamos por um bom tempo até chegar ao primeiro poço, este possui profundidade de sete metros. Nessa altura da trilha já era praticamente meio dia, retiramos os lanches da mochila, compartilhamos uns aos outros os alimentos, alguns resolveram dar um mergulho no poço e aproveitar a água cristalina para relaxar um pouco.

DSCN5004
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN5012
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN5028
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN5024
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Após a parada para almoço e relaxamento nas águas geladas do Cânion da Pedra, continuamos a subir, a cada passo a dificuldade ia aumentando, as pedras do rio e as quedas de água eram maiores, mais intensas, fazendo a gente caminhar com mais cautela. Conforme íamos contornando os obstáculos que surgiam a nossa frente, a trilha nos fazia ter a certeza que estávamos de fato em um lugar inóspito, que qualquer deslise em falso poderia comprometer a trilha toda e causar grandes lesões. Nessas horas, ter bom preparo físico, saber onde colocar os pés, posicionar as mão e o corpo, fazem toda a diferença para manter o equilíbrio corporal e evitar danos a nós mesmos.

Em função dessas dificuldades fica clara a obrigatoriedade de um guia ao fazer a trilha, pois como o próprio guia informou no início do trajeto, iria ser chato em tudo aquilo que comprometesse a nossa segurança durante as oito horas de percurso. Com atenção permanente ele cuidou de cada detalhe, cada passo que dávamos, inúmeras vezes se ouvia sua voz dizendo: “Não vai por ali; vem por aqui; aperta novamente as polainas; e muitas outras coisas!

DSCN5073
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN5082
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DSCN5084
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Conforme ganhávamos  experiencia em caminhar sobre esse leito rochoso do Rio Pai José, avançávamos  o percurso  até chegarmos em um ponto da trilha chamado de “Brete”, lugar com paredões verticais de aproximadamente 25 metros de altura, largura de uns 4 metros, onde contém um pequeno poço de água entre os dois paredões, cerca de um  1 metro de profundidade. Lembro do guia contar a história deste lugar, dizendo que ali era uma trilha usada pelos antigos tropeiros e essa é a única passagem para conhecer a cachoeira Anna Schiratta, com queda de 70 metros de altura.

DCIM100GOPROGOPR7656.
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DCIM100GOPROGOPR7668.
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
DCIM100GOPROG0067691.
Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
Trilha Cânion da Pedra
Trilha Cânion da Pedra – Cachoeira Anna Schiratta – Foto: Luís H. Fritsch

Características da trilha:

  • Extensão: 4.500 metros;
  • Profundidade máxima no interior do Cânion: 750 metros;
  • Profundidade média no interior do Cânion: 600 metros;
  • Largura: 2.500 metros;
  • Grau de dificuldade: Alto (exige bom condicionamento físico);
  • Vegetação: Mata Atlântica Submontana, Montana e Nebular;
  • Geomorfologia: Formação Serra Geral.

A trilha durou cerca de oito horas. O percurso foi de grande dificuldade, alguns momentos difíceis, porém foram de muita emoção e adrenalina. A natureza é de grande diversidade  e  de paisagens belíssimas o que compensa o cansaço e o esforço para atingir o seu final. Uma experiência fascinante, vale a pena. Recomendo a todos trilhar esse caminho.

Texto: Luís H. Fritsch

Rapel, Salto Escondido – Nova Roma do Sul/RS

Rapel, Salto Escondido – Nova Roma do Sul/RS

Rapel, Salto Escondido me fez chegar a conclusão que na internet, costumamos ler frases inspiradoras de viajantes. Você já parou para pensar nos seus significados? O que essas frases fazem com nossas vidas? De fato elas nos inspiram, fazem a gente abrir os olhos diante desse gigantesco mundo e das enormes possibilidades contidas nele.

Certa vez, li uma frase na internet que dizia: “explorar novos lugares”. Para muitos é uma simples frase de inspiração, já para mim, é um entendimento muito maior sobre o que procuramos em nossas viagens.

Explorar novos lugares, ao meu entendimento, é explorar o máximo de cada lugar mas não de uma vez só, precisamos ver o mundo com calma para não perdermos nenhum detalhe, e que às vezes, faz toda a diferença para nós mesmos. Sempre que for a lugares novos, procure não conhecer ou explorar todos os lugares ou coisas disponíveis, ou seja, não faça tudo na correria, observe tudo com calma, sinta a energia do lugar, aproveite aquele momento especial.

Isso acontece com todos os lugares que eu já visitei, sempre deixo coisas para se fazer, assim quando retornar conseguirei apreciar outro momento, outro detalhe, que com certeza vai significar tudo.

O local que me trouxe inspiração para escrever este post, é a cascata Salto Escondido na cidade de Nova Roma do Sul/RS – Brasil, um local inóspito, assim posso dizer, pois só se chega através de trilhas, aqui no blog você pode encontrar este lugar, clique aqui. Já estive no local inúmeras vezes, e a cada vez que lá estive, ficava imaginando como seria rapelar naquele enorme paredão de pedra, junto a queda d’água. Essa imaginação que tinha toda vez que ia na cascata virou um sonho,  que demorei algum tempo para torna-lo realidade, mas esse dia chegou!

No sábado, dia 26 de Dezembro de 2015, recebi o convite de um amigo para leva-lo até a Cascata Salto Escondido, pois queria um lugar novo para rapelar, sem dúvida, de imediato aceitei  o seu convite, afinal era meu sonho prestes a se tornar realidade.

No dia 27 de Dezembro foi o dia “D” para mim, hora de desafiar meus maiores medos, realizar aquele sonho guardado a tanto tempo.  Fomos em cinco pessoas, sendo dois casais e o fotógrafo da TREKKING RS. Chegamos à cascata e logo começamos a preparar as ancoragens, levamos conosco 2 cordas, uma com 100 metros e a outra de 150 metros de comprimento pois não sabíamos qual era a real altura do lugar.

Depois de 2 horas fazendo as ancoragens necessárias e conferindo cada detalhe, resolvi encarar meus maiores medos, fazer aquela descida de mais de 100 metros de altura, desci até a crista da cachoeira e esperei minha companheira de descida, enquanto ela colocava todos os equipamentos necessários para a prática desse esporte, eu estava ali, no lugar em que se desse mais um passo para baixo, não poderia mais voltar, meu coração estava acelerado, o medo em mim era visível. Sempre dizem que se temos medo de altura não devemos olhar para baixo, fiz o contrário do que dizem, olhei para baixo e vi a grandiosidade do Cascading que iria fazer.

Rapel, Salto Escondido

Era de fato um desafio e tanto, nessa hora pensava em muitas coisas, me fazia certas perguntas, será que vou conseguir? Será que não vai me dar um pavor no meio da descida? Nesse momento, olhei para o céu azul e isso me acalmou, senti a água fria da cascata, minha companheira de descida já estava próxima a mim. Ela chegou e perguntou, você está com medo? Eu disse! Claro que estou! Ela respondeu, tô morrendo de medo. Respirei fundo e disse para ela ” não podemos deixar o medo tirar a chance de fazer o que gostamos”. A frase que disse a ela foi de fato a dose de motivação que faltava para nós dois, aí então ela olhou para mim e falou: “vamos descer?”, pelo que respondi: ” vamos!”

A cada passo que dávamos era mais difícil, pois nos olhávamos  e víamos o medo presente, a cada passo, era uma nova oportunidade de desistir. Descemos um pouco mais, minha companheira de aventura me olhou e falou: “quero voltar, não vou conseguir”. Olhei para ela e calmamente falei: “Está tudo bem, vou lhe ajudar a descer, fica calma”.  Ao contrário do que pediu, continuamos a descer, e seguindo, olhei para ela e falei: “Agora não tem mais volta, vamos ter que descer eu e você, com medo ou sem medo”.

Rapel, Salto Escondido

Rapel, Salto Escondido

Rapel, Salto Escondido

Depois da descida, uma dose de adrenalina tomou conta de nós, aquela sensação plena e satisfatória do dever cumprido. Nessa descida, experimentamos a força da água tocando no capacete, as pedras lisas  e cheias de limo, mal conseguíamos nos apoiar nelas, mas tudo isso serviu para mostrar que somos mais fortes, que superamos mais uma vez os nossos maiores medos.

Posso dizer de fato, que foi um dos lugares mais difíceis que já desci, a descida é bastante técnica, local com muito limo,  pedras pontiagudas e escorregadias, por isso não recomendo para pessoas sem experiência nesse esporte.

Olhando a cascata lá de baixo, ficamos sem palavras, olhando aquela imponente queda d’água, enquanto o outro casal de amigos começava a descida. Ficamos ali, olhando e admirando a beleza do lugar e observando nossos amigos descendo devagar, sem pressa. Dava para notar lá de baixo que estavam encantados.

Rapel, Salto Escondido

Rapel, Salto Escondido

Rapel, Salto Escondido

O Cascading é um esporte de aventura que consiste na exploração progressiva de uma cachoeira.  Essa prática surgiu no final da década de 70 na Europa, seus praticantes precisam transpor os obstáculos com técnicas e equipamentos da modalidade.

Veja também: Melhores lugares no Rio Grande do Sul para praticar Rapel

Melhores lugares para praticar rapel

Melhores lugares no Rio Grande do Sul para praticar Rapel

Os esportes de aventura são considerados hoje a atividade que mais vem se desenvolvendo em todo mundo. São praticadas em ambientes naturais, ou seja, sem o controle de variáveis como clima, aumento repentino da intensidade de vento, ou o aumento súbito da quantidade de água em um rio ou cachoeira.

Separamos alguns locais para você e seus amigos desfrutar da natureza e praticar descidas de rapel aqui no Estado do Rio Grande do Sul – Brasil.

Cascata do Salto Ventoso – Farroupilha/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Marcio Basso

Clique aqui para saber mais

Gruta da Terceira Légua – Caxias do Sul/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Marcio Basso

Clique aqui para saber mais

Salto Escondido – Nova Roma do Sul/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Marcio Basso

Clique aqui para saber mais

Cascata do Chuvisqueiro – Riozinho/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Crislei

Clique aqui para saber mais

Garganta do Diabo – Vespasiano Corrêa/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Renato Grimm

Clique aqui para saber mais

Cascata dos Marins – Cotiporã/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Outdoor Equipamentos

Clique aqui para saber mais

Mirante Gelain – Flores da cunha/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Outdoor Equipamentos

Clique aqui para saber mais

Cascata do Borela – Nova Pádua/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Fotos: Luís H. Fritsch

Clique aqui para saber mais

Cascata do Maringá – Vila Maria/RS – Brasil

Melhores lugares no Rio Grande do Sul
Foto: Luís H. Fritsch

Clique aqui para saber mais

Escalando a cachoeira Salto Angel – Venezuela

Escalando a cachoeira Salto Angel – Venezuela

História da Região:

O Salto Angel, situado no Parque Nacional de Canaima, na Venezuela, é a maior queda de água do mundo, com 979 metros de altura. Seu nome, na língua dos Pemons, os indígenas da região, é Kerepakupai-meru (queda de água até o lugar mais profundo). O salto cai do Auyantepui, que é umas das dezenas de montanhas em formato de mesa chamadas tepuis. Estas são consideradas as mais antigas do planeta.

O povo Pemon tem uma ligação muito forte de respeito e medo com relação aos tepuis. Segundo as suas lendas, os tepuis eram as árvores gigantes que continham os frutos da vida, os quais forneciam super-poderes aos semideuses Makunaimas, seus antepassados. Todavia, numa disputa entre dois Makunaimas, um deles cortou um tepui e a partir daquele momento os Pemons perderam os seus poderes. Para eles os tepuis são como troncos de árvores, e, realmente têm esta semelhança.

Os índios Pemons atualmente fazem o papel de guias na região, papel este que executam com maestria, pois são profundos conhecedores do enorme planalto denominado Gran Sabana. Pudemos notar durante a viagem que a vegetação de savana e de floresta se mesclam pelo caminho, ao ponto de, em alguns momentos, termos savana em uma margem do rio e floresta do lado oposto. Outro item que nos chamou bastante a atenção foi o meio de transporte dos índios. Pela Gran Sabana não há estradas e os Pemons se locomovem pelos rios. Usam todos os tamanhos de canoas e entre elas a maior é a Kuriara, um tipo de canoa gigante. A nossa media 12 metros de comprimento e era feita de uma só árvore.

Segundo o pessoal da região os mestres que fabricam as kuriaras se retiram para a floresta, cortam a árvore e constroem a enorme canoa ali mesmo, realizando o trabalho ritualisticamente, num processo que pode durar mais de um ano. E é proibido assisti-los construindo a embarcação. O contato que tivemos com os pemons nos deixou boas impressões; apesar da timidez, foram muito hospitaleiros e prestativos.

Os nativos da região já conheciam o Salto Angel, mas quem o divulgou para o ocidente foi o aviador americano Jimmy Angel. Em 1937 o avistou pela primeira vez e no final daquele ano fez uma tentativa de pouso no cume do tepui que acabou por atolar seu pequeno avião. Ele e sua equipe de apoio levaram 11 dias para poder descer do Auyantepui caminhando. Atualmente existe uma trilha que sobe o tepui até o Salto Angel partindo da aldeia de Uruyen, porém são raras as expedições que realizam este longo trajeto, pois são 7 dias de caminhada só para chegar ao salto pelo topo do tepui.

Sempre há a necessidade de se contratar um guia, pois lá em cima há um labirinto gigantesco de pedras, fendas escondidas, charcos, rios e florestas. Só para se ter uma idéia, o topo do Auyantepui tem área de700 quilômetros quadrados. Muito maior, por exemplo, que a cidade de Curitiba/PR – Brasil, com 446 Km². Tendo em vista todas essas dificuldades, a maioria dos turistas se aventura pela parte baixa do Salto Angel. Com os rios cheios, em um dia de barco desde Canaima, chega-se a Isla Raton. Deste ponto em 40 minutos de caminhada é possível atingir o Mirante do Salto Angel de onde se tem uma visão privilegiada da maior cachoeira do mundo. Consulte: www.exploratreks.com. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre os tepuis pode assistir a animação da Disney Pixar Up Altas Aventuras. Nos extras aparece a equipe de produção explorando a região.

Salto Angel

Histórico da Escalada:

A parede da Gran Bóveda, espécie de anfiteatro que abriga o Salto Angel, a maior cachoeira do mundo, com 979 metros, na Venezuela, consistiu de um dos maiores desafios de todos os tempos para a comunidade escaladora mundial. Rechaçou muitos times durante vários anos, provavelmente porque seja a maior “parede negativa do mundo” (site Planet Fear). Até que em 1990, dois dos maiores bigwaleros (escaladores de grandes paredes) do mundo, os espanhóis Jesus Galvez e Adolfo Medinabeitia, após uma investida de 26 dias, abriram a via Directa, que é a linha natural daquela parede. A linha percorre formações de fissuras e blocos empilhados, por rocha descomposta e muitas vezes extremamente afiada. Foram 31 cordadas e até A4 (numa escala que vai até A5) de dificuldade de escalada artificial. Em 2005, o inglês visionário John Arran, após duas tentativas anteriores, conseguiu, com uma equipe de 7 pessoas, não só repetir a via, mas escalar todas as cordadas em livre em 19 dias. O que significa que a equipe de Arran encadenou todas as cordadas, ou seja, as repetiu cada uma das 31 cordadas sem quedas e sem se apoiar nas proteções que colocava na rocha, o que era um enorme feito, devido à alta dificuldade da escalada e precária proteção da via. Além disso, conquistaram uma variante temerosa no final parede, ainda mais exposta que o que haviam encontrado até ali e rebatizaram a via de Rainbow Jambaia, em homenagem aos magníficos arco-íris que se formam diariamente nas águas da cachoeira. A segunda palavra do nome refere-se às iniciais dos nomes de todos os integrantes da equipe. Em 2006, um time liderado pelo famoso escalador francês Arnaud Petit faria a segunda repetição, também em livre e confirmando a fama de extrema da rota.

Em suas palavras, retiradas do site: Planet Fear:

In French grading it means that 7b (8b brasileiro) sections are compulsory and dangerous and the hardest pitches would be graded like this: 4 pitches 7c/7c+ (9a/9b BR), 4 pitches 7b+ (8c BR), 5 pitches 7b (8b BR), 5 pitches 7a/7a+ (7c/8a BR), 5 pitches 6c/7a (7b/7c BR). The easier pitches are either on loose or wet rock; actually there are no “easy” pitches.

Well. We got shattered. At the bottom of the wall it’s way scary! It’s gloomy, you get the waterfall right in your face, the overhang is weighing upon you, and you can see the rock is shitty… In fact some pitches are really scary! In one of them it’s simple: you fall you die! And it’s no cushy climb, rather 7b+ (8c BR). We classified every pitch in three categories: either exposed, very exposed or super exposed!

Tradução:

Em graduação francesa significa que as seções de 7b (8b brasileiro) são obrigatórias e perigosas e as cordadas mais difíceis podem ser graduadas assim (em graduação brasileira): 4 cordadas 9a/9b, 4 cordadas de 8c, 5 cordadas de 8b, 5 cordadas de 7c/8a, 5 cordadas de 7b/7c. Os esticões mais fáceis são ou em pedras soltas ou molhadas; na verdade não existem cordadas fáceis.

Salto Angel

Bem. Sentimo-nos destruídos. Na base da parede é muito assustador! É aterrador, a cachoeira direto na cara, a negatividade pesando sobre você, e dá para ver que a rocha é muito ruim. De fato, algumas cordadas são realmente assustadoras! Em algumas delas é simples: se cair, morre! E não há escalada cômoda num 7b+ (8c BR). Classificamos cada cordada em 3 categorias: expostas, muito expostas ou super expostas!

Lendo as impressões acima, descritas por um cara que já foi campeão mundial de escalada esportiva e que agora se dedica à escalada tradicional, muitas equipes desistem antes mesmo de começar a organizar a expedição! Claro que quando li este relato pensei comigo que o Arnaud Petit estivesse exagerando, afinal ele era um escalador esportivo francês, acostumado com chapeletas de 2 em2 metros… O problema é que não estava, na verdade ele não exagerara em nada!

Continuação do relato, clique aqui.

Autorizado a duplicação do post por: Conquista Montanhismo
Texto: Edemilson Padilha

 

Serra Gaúcha possui cachoeira com 100 metros

Serra Gaúcha é um lugar bastante pitoresco onde os imigrantes e seus descendentes criaram uma identidade própria, mesclando o modo de vida gaúcho aos seus costumes e tradições.

Nova Roma do Sul situada no Rio Grande do Sul,  à 160 quilômetros de Porto Alegre, capital do Estado,  e à 50 quilômetros de Caxias do Sul, entre as montanhas da Serra Gaúcha. É dona de uma natureza encantadora com várias opções para o ecoturismo e aventura, por isso a cidade começa a se estruturar para marcar espaço no segmento de turismo.

Dentre os encantos da cidade, apresentamos a cachoeira conhecida como Salto Escondido, com mais de 100 metros de altura, cercada por mata nativa, afastada da civilização, um lugar de grande beleza e águas cristalinas.

Existem duas formas para se chegar a cachoeira:

Primeira, acesso através de trilha: Para chegar nas trilhas da cachoeira Salto Escondido, é preciso seguir a rodovia em sentido a cidade de Nova Roma do Sul/RS,  na segunda entrada a esquerda, possui uma estrada estreita de chão batido, seguindo por essa estrada existe um outro ponto turístico pouco conhecido, que é o Cemitério Luterano Sueco.

Passando pelo cemitério, seguindo sempre a estrada principal chega-se a um local que possui uma casinha do lado direito, ali é possível deixar os veículos. Como não há estacionamento no local, os carros tem que ficar ao lado da estrada. Dali em diante, seguindo a estrada a pé, chegar-se-á a um enorme buraco no chão constituído pela erosão, dali em diante, começam as trilhas propriamente ditas. Seguindo sempre adiante, você chegará a um pequeno riacho de profundidade rasa. Você deverá atravessar esse riacho  e continuar sempre  reto pela trilha, essa trilha demora aproximadamente uns 20 minutos, ao avistar  uma bifurcação,  continue em frente,  seguindo pela direita que é  o caminho  que  levará até a cachoeira. Tome cuidado para não errar pois seguindo à esquerda o percurso levará  ao Rio das Antas. Continue sempre em frente e verá uma segunda bifurcação, a do lado direito uma trilha de moto, esta leva a crista da cachoeira, e a outra segue reto em direção a base. Escolha o ponto que deseja ir.

A trilha que leva à crista: É bastante íngreme, porém nada muito complicado. Você chegará a um potreio com acesso por uma porteira. Abra  a porteira e acesse, não esqueça de  fechar a porteira. Siga ao lado da porteira sentido  esquerdo, logo a diante terá uma faixa de mata nativa e  atrás dela a crista da cachoeira. Só é possível chegar na crista usando equipamentos de ancoragem, pois o rio que escorre para a cachoeira, possuí uns 6 metros de largura e muitas pedras com musgos, sendo elas muito escorregadias. Não recomendamos chegar à crista sem equipamento de segurança.

Esta cachoeira apresenta possibilidade de fazer “Cascading” (é um esporte de aventura que consiste na exploração progressiva de uma cachoeira).

A maior parte da descida se dá no negativo por conta de uma grande fenda no paredão, o que  dá a oportunidade de contemplar o interior da queda numa visão inesquecível!

A trilha que leva ao pé da cachoeira: Seguindo adiante na  segunda bifurcação, encontrará uma descida leve, seguindo pela trilha se chegará a um pequeno riacho, de fácil passagem. Atravesse-o  e siga beirando o rio pelo lado esquerdo, ou podendo ir até por dentro, ou pulando de pedra em pedra, subindo o rio mais ou menos uns 10 minutos, já é possível avistar a linda e imponente cachoeira do Salto Escondido.

A cachoeira possuí uma altura de aproximadamente 100 metros, suas  águas  são lançadas lá do alto e caem nas rochas antes de tocar o chão. Isso possibilita um delicioso banho de cachoeira. Junto as  rochas da cachoeira existem piscinas que se formaram naturalmente, assim podendo se refrescar, principalmente se  for em dias de muito calor.

No Local, é possível fazer um acampamento selvagem, contudo não é aconselhável  muito próximo ao paredão da cachoeira, pois as vezes podem cair algumas pedras.

Segunda maneira, acesso via automóvel:

Seguindo pela rodovia, RS – 448, sentido à cidade de Nova Roma do Sul/RS, antes de chegar na linha linha Castro Alves, passando pela antiga pedreira, ao lado esquerdo da rodovia terá uma entrada sem sinalização, siga por essa estrada sempre na via principal, você avistará  um grande aviário, dobre a direita, e siga até o fim da estrada,local onde encontra-se uma pequena casa de material a esquerda da estrada.  Neste local é possível deixar os carros.

Veja o Mapa:

Cascata dos Amores na Serra Gaúcha

O lugar é lindo, com paisagens deslumbrantes, não existe ambiente melhor para levar a pessoa que você ama nos dias dos namorados, o próprio nome da Cascata dos Amores remete a isso.

Cercada pelos vales e montanhas da Serra Gaúcha, Bento Gonçalves é considerada a Capital Brasileira do Vinho e de belas paisagens. Também se destaca pelo seu elevado índice de desenvolvimento humano.

A influência cultural da imigração italiana no final do Século XIX trouxe, entre outras heranças, canções, culinária, utensílios domésticos e ferramentas agrícolas. As edificações coloniais localizadas nos vales e encostas, em meio aos parreirais, compõem lindas paisagens, similares ás encontradas nas pequenas cidades do interior da Itália.

Uma das atrações mais procuradas pelos aventureiros é a Cascata dos Amores, fica em Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves. A região é de muitos vinhedos. A Cascata dos Amores está localizada bem em frente à Pousada Fornasier. Lá tem um mirante com a vista abaixo.

Cascata dos Amores

Cascata dos Amores
Mirante Pousada Fornasier

Cascata dos Amores
Cascata dos Amores “vista do mirante”

Para chegar na base da Cascata dos Amores é preciso encarar uma trilha íngreme de aproximadamente 1 hora (ida e volta) de nível fácil (escorregadio e pedras soltas) , mas para quem não tiver toda essa disposição existe um mirante que se chega de carro aonde se avista a cascata e todo o vale do Arroio Barracão.

Para realizar a trilha é necessário pedir autorização, pois para se chegar até a cascata é necessário passar por propriedade particular . A trilha proporciona vistas maravilhosas, preparem suas câmeras e filmadoras, pois a paisagem é deslumbrante.

Cascata dos Amores
Propriedade Luiz Martinelli

Cascata dos Amores
Propriedade Luiz Martinelli

Contato com o Proprietário: Luiz Martinelli

Telefone: (54) 3452 – 2730

Distância até da Pousada Fornasier:

 Bento Gonçalves/RS: 11 Quilômetros.

 Farroupilha/RS: 23,6 Quilômetros.

Porto Alegre/RS: 130 Quilômetros.

Cascata dos Marins é a maior de Cotiporã/RS

A Cascata dos Marins é a maior de Cotiporã com 73 metros de altura. Fica a 6,5 quilômetros do centro da cidade e é procurada para a prática de rapel. Há duas quedas d’água. A primeira, é maior e a água cai em queda livre. Já na segunda, a água corre feito um tobogã. É para agradar a todo mundo!

4596386

Como Chegar à Cascata dos Marins?

Cotiporã fica situada a 32 quilômetros do acesso principal de Bento Gonçalves.
Passando pelo acesso principal e norte de Bento Gonçalves, siga em direção a Veranópolis, chegando a uma pequena rótula, contorne-a em direção a Guaporé. Siga sempre na preferencial até chegar à beira do rio das Antas, siga a placa e cruze a “ponte baixa”.
OBS: Em épocas de muitas chuvas, esta ponte pode estar submersa, é interessante pedir informação , Caso esteja interditado o caminho seria seguir até Veranópolis e de lá seguir até Cotiporã, este trajeto aumenta em aproximadamente 20km.

A partir deste ponto é estrada de terra até Cotiporã. Chegando na cidade, acesse a rua Independência (frontal a igreja) e siga para leste até começar a estrada de terra de novo e vire a direita. Marque aproximadamente 5,8 quilômetros, você vai ver as paredes e vire a direita em declive. Pronto, mais alguns metros e você estará no lugar mais lindo de Cotiporã.

Você verá o início da trilha marcado com dois postes, a caminho do local para estacionamento.Até o início da trilha das Lontras são uns 6 km. Uns 400 metros antes, você verá um mirante. A trilha leva à base da primeira queda. E para se chegar ao poço, há uma trilha que passa por trás da queda. Seguindo por ali você irá se molhar.

Trilhas:

– Trilha das Lontras – Trilha educativa em mata ciliar, costeando o arroio Vicente Rosa com 6 quilômetros de caminhada Trilha do Sapatinho

– Trilha derivada do Arroio Sapato em meio a mata ciliar com 8km de caminhada Trilha dos Marins.

– Trilha até o poço da Cascata dos Marins 1 quilômetro de caminhada Trilha do Morro do Céu.

– Trilha ao pico do Cerro dos Baianos também conhecida 2 quilômetros.

102904897

Mapa Turístico:

cotipora

Edição: Luís H. Fritsch

Cachoeira dos Bugres

A Cachoeira dos Bugres está localizada na cidade de Alto Feliz/RS – Brasil, a cerca de 5 quilômetros do centro da cidade. A estrada de acesso à cachoeira é a mesma que leva ao Morro Gaúcho, não há placas que indicam a cachoeira, mas se seguir em direção ao Morro Gaúcho se chegará a uma encruzilhada, à direita se vai ao Morro dos Coqueiros, e à esquerda ao Morro Gaúcho. Seguindo essa estrada em sentido norte, andando uns 2 quilômetros, se chegará a uma curva fechada à direita, ali se entra e segue até chegar em uma enorme plantação. Neste local não há estacionamento, então tem que deixar os veículos ao lado da estrada (estrada que leva a uma residência).

Cachoeira dos Bugres
Encruzilhada, à direita se vai ao Morro dos Coqueiros, e à esquerda ao Morro Gaúcho.

Cachoeira dos Bugres
Enorme plantação, (estrada que leva a uma residência).

A trilha é de fácil acesso, até a cachoeira são aproximadamente 500 metros. A trilha começa ao lado esquerdo da plantação junto ao mato, ao chegar ao fim da plantação começa uma trilha em meio à mata nativa, a trilha em si não é difícil, mas há alguns pontos que são escorregadios e possui obstáculos para transpassar como: pedras e algumas árvores caídas, em virtude dos fortes ventos da região. Seguindo a trilha se chega a uma bifurcação sendo que a trilha da esquerda leva à crista da cachoeira, a vista é muito bonita, é possível enxergar os vales da região, a segunda trilha leva a uma gruta, onde é possível ver a queda d’água, um lugar muito interessante. Para descer até o pé da cachoeira, tem que sair da gruta, pegando uma trilha à direita, essa parte é um pouco mais complicada, pois o chão é escorregadio e a trilha passa ao lado de um desfiladeiro, então é necessário estar bem atento, para não se segurar em galhos podres ou pisar em pedras soltas.

Cachoeira dos Bugres
Começo da trilha

Crista da Cacheira dos Bugres

Cachoeira dos Bugres
Gruta da Cachoeira dos Bugres

Cachoeira dos Bugres
Vista da gruta

Ao chegar ao pé da cachoeira a vista é sensacional, a cachoeira possui aproximadamente 30 metros de altura, em dias de calor é possível se refrescar nas as águas da cachoeira. A cachoeira está localizada em meio à mata nativa, um lugar que tem uma beleza impressionante, livre de poluição.

Cachoeira dos Bugres
Cachoeira dos Bugres

Na cidade de Alto Feliz/RS, ainda é possível desbravar o Morro do Tigre, dali é possível assistir um pôr do sol magnifico, confira!

Ranking das cachoeiras mais altas do Brasil

1. Cachoeira do Araçá ou Cachoeira do El Dorado/AM

Cachoeira-do-El-Dorado
Com 365m de altura em queda livre.

2. Cachoeira da Fumaça, Vale do Capão/Palmeiras/BA

Fumaça-porcima
Com 340m de altura em queda livre.

3. Cachoeira do Tabuleiro, Conceição do Mato Dentro/MG

tabuleiro-21
Com 273m de queda livre.

4. Casca D’Anta, Serra da Canastra, MG

Parque_Nacional_da_Serra_da_Canastra_31
Com quase 200m de altura.

5. Salto São Francisco, Prudentópolis/PR

Salto-Sao-Francisco-Guarapuava-PR
Com 196m de altura.

6. Cachoeira da Água Branca, Ubatuba/SP

10511494_747580091980484_5450104292499225003_o
Com 180m de altura.

7. Salto do Itiquira, Formosa/GO

dsc00216
Com 168m de altura.

8. Cascata do Caracol, Canela/RS

OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Com 131m de altura.

9. Salto São Sebastião, Prudentópolis/PR

SAO SEBASTIAO 21
Com 130m de altura.

10. Saltos Gêmeos, Prudentópolis/PR 130/125m.

Salto-Gemeos-493x3701
Com 130/125m de altura.

11. Cascata Grande, Pedregulho/SP

1383612_446843578766379_422263745_n
Com 122m de altura.

12. Salto Mlot, Prudentópolis/PR

13395586830.42364100
Com 120m de altura.

13. Cachoeira do Avencal, Urubici-SC

31
Com 100m de altura.

14. Salto do Itambé, Cássia dos Coqueiros/SP –

201211251603391
Com 86m de altura.

15. Salto São João, Prudentópolis/PR

5306282722_f14c62968f_b
Com 85m de altura.

16. Salto Jacutinga, Prudentópolis/PR – 82m de altura.

17. Cachoeira Véu de Noiva, Santa Leopoldina/ES

foto-01
Com 77m de altura.

Também temos:

Salto do Yucumã ou Grande Salto Moconã, divisa Argentina e Brasil (RS), uma das maiores cachoeiras do mundo em extensão lateral.

yucuma_1
Foto: Renato Grimm

– Cataratas do Iguaçu, Parque Nacional do Iguaçu/PR – 70 m de altura no trecho conhecido como Garganta do Diabo.

26jul2013---nas-cataratas-do-iguacu-a-temperatura-chegou-a-1c-nesta-sexta-feira-o-ponto-turistico-na-cidade-de-foz-do-iguacu-pr-continua-a-atrair-turistas

Via

GParque Farroupilha – Um paraíso na Serra Gaúcha

GParque Farroupilha – Um paraíso na Serra Gaúcha

O GParque Farroupilha é um novo empreendimento no interior de Farroupilha. É uma ideia que surgiu a partir de um sonho e idealismo da Família Giacomini em 2013.  Com a pretensão de crescer e prosperar no segmento do ecoturismo, o parque oportuniza aventura, lazer, tranquilidade, diversão e alegria para todas as idades, sempre focado na importância e necessidade da preservação do meio ambiente. Em meio aos Vales da Serra Gaúcha, é possível desfrutar da natureza intacta.

Atividades realizadas no parque:

Mini café Colonial:

Com produtos coloniais onde o verdadeiro sabor caseiro prevalece é oferecido aos visitantes uma variedade de pães, bolos, frios, salgados e doces.

GParque
Foto: GParque Farroupilha

Caminhada ecológica e banho de rio:

A trilha ecológica que leva ao rio é uma trilha de nível moderado, no início há uma descida íngreme e de certa forma um pouco escorregadia, nesse trecho há pontos de ancoragem onde é possível se apoiar durante a descida, após passar por esse trecho, a trilha passa a ser em meio à mata nativa levando até o rio chamado de Quatorze – como é conhecido pelos moradores da região.

GParque
Foto: Marcio Basso

No Rio Quatorze há duas quedas d’água, a primeira possibilita um banho muito interessante nas piscinas naturais de aproximadamente 1,20 centímetros de profundidade.

GParque
Foto: Marcio Basso

 Já a segunda cachoeira é mais alta com aproximadamente 4 metros de altura, onde o aventureiro pode saltar da crista e cair em uma piscina natural com cerca de 10 metros de profundidade, para quem  não sabe nadar ou mergulhar, mas deseja saltar, a equipe do parque fornece equipamento de segurança (colete salva-vidas).

GParque
Foto: Marcio Basso

Trekking:

Uma caminhada de nível moderado de aproximadamente seis quilômetros de extensão.

Nesta atividade é possível observar todas as belezas do parque e em seus arredores além de vivenciar grandes aventuras como: atravessar rios, ver paredões de pedra de mais de 80 metros, passar por cachoeiras do Rio Quatorze, plantações de árvores frutíferas regionais. É um passeio que dura em média 2 horas e 30 minutos.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

Rapel:

Uma atividade radical de aproximadamente 50 metros de altura, onde o aventureiro recebe todos os equipamentos de segurança e é acompanhado por um instrutor do parque.

A descida é bem tranquila, pois o instrutor está sempre ao seu lado para assessorar seus primeiros passos, no primeiro ponto da descida há degraus de apoio para os pés que ajudam a não forçar tanto os joelhos e a cintura, após passar deste ponto o aventureiro fica em rapel negativo (rapel sem apoio na parede), este ponto é o mais divertido, onde é possível apreciar a beleza da natureza enquanto vai descendo por toda a extensão do rapel.

GParque
Foto: Marcio Basso

Escalada na pedra – (Toca da Onça):

A escalada recebe esse nome, pois um buraco em meio à rocha lembra a toca de uma onça.

A escalada é feita em uma parede natural de aproximadamente 15 metros de altura. Da mesma forma que no rapel, na escalada todos os equipamentos de segurança são disponibilizados pelo parque, além do aventureiro ser acompanhado por instrutores capacitados à função.

GParque
Foto: Marcio Basso

Tirolesa:

Uma atividade que consiste em descer por uma roldana presa a um cabo de aço usando equipamento específico.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

A descida tem cerca de 100 metros de extensão, onde é possível se observar boa parte do parque.

O GParque possui uma infraestrutura bem completa composta por: churrasqueiras, mesas e cadeiras,  banheiros, bar, piscina, estacionamento e áreas de Camping.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

O parque disponibiliza também uma piscina artificial de aproximadamente 45 mil litros de água com 1 metro e 30 centímetros de profundidade, uma opção a mais para aproveitar o dia para relaxar junto à natureza exuberante do local.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

Para ver mais fotos, clique aqui

Valores por pessoa:

Valor de ingresso no parque R$ 5,00

Mini Café Colonial: R$ 25,00

Almoço ou Janta: R$ 18,00

Piscina: R$ 10,00

Caminhada Ecológica com Banho no Rio Quatorze: R$ 15,00

Tirolesa: R$ 10,00

Trekking: R$ 15,00

Rapel: R$ 35,00

Escalada na Pedra (Toca da Onça): R$ 15,00

Como chegar: 

Siga pela RS – 448 no sentido Farroupilha/Nova Roma do Sul – RS – Brasil, ao chegar na Vila Jansen, antes do posto de gasolina, dobre a direita, estrada pavimentada, siga até o final da rua e dobre a esquerda, continue sempre em frente, você verá um pequeno cemitério do lado esquerdo da rua, logo após a estrada se tornará de terra, siga sempre na preferencial até encontrar o salão da comunidade e o capitel, dali em diante já contém placas indicando ao parque.

Coordenadas: 29°06’43.1″S 51°21’07.0″W

GParque

Distâncias:

Porto Alegre: 132 km

Caxias do Sul: 38 km

Bento Gonçalves: 30 km

Do centro de Farroupilha: 20 km

Contatos e Reservas

(54) 9949.0558 – Vivo
(54) 9949.9029 – Vivo

E-mail: contato@gparque.com.br

Acesse: GParque Farroupilha