Cerro de la Silla

Situado no norte do México, mais precisamente dentro da região metropolitana de Monterrey, terceira maior área urbana deste país da América do Norte. O Cerro de la Silla ou “Montanha da Cela” como poderia ser chamado em português ganhou este nome em questão ao seu formato, por parecer muito com uma cela utilizada nos cavalos.

O Cerro de la Silla é uma área que desde 26 de Abril de 1991 foi decretada área de proteção ambiental através do reconhecimento de monumento natural mediante um decreto presidencial. Contando assim com um  total de 6.309 hectares protegidas.

O Cerro de la Silla possui três principais picos, sendo cada um de diferente nível de dificuldade para chegar. Seus nomes são; Pico da Antena com 1.751 metros, Pico Norte com a mair altitude entre os três com 1.820 metros e o Pico Sul com 1.650m. Todos podem ser feitos em um dia de Hiking (Caminhada) Você levará em média de 7 a 9 horas para fazer todo o percurso de ida e volta. Por isso separe um dia para realizar a subida.

Pico da Antena

A partir da Rua Bosques da Pastora no município de Guadalupe na parte final da rua você chegará ao início do caminho que te levará ao pico da Antena e que também é parte do caminho que te levará ao pico Norte.

O caminho está muito bem marcado por que passa onde existe uma estrada que foi construída para a manutenção das antenas que estão no topo. Por esta questão é um caminho que você encontrará mais caminhantes e corredores de montanha pela facilidade de como o caminho está marcado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Subindo o caminho, até um ponto já alto da montanha você encontrará com uma grande estrutura de concreto que hoje são as ruínas de um antigo teleférico, que no dia da sua inauguração teve um acidente com o rompimento de um cabo e desde então nunca mais foi reaberto. Chegando a este ponto, muitos já descem novamente. O teleférico é uma excelente opção para quando não se tem muito tempo ou o preparo físico que demanda os demais picos, assim que este trajeto pode ser feito em duas horas de caminhada.

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o antigo teleférico abandonado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz
Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Após horas de subida você passará por vários pontos de observação para a região metropolitana de Monterrey, cada uma um espetáculo a parte. E já ao finalizar a subida você se deparará com uma cerca onde se encontram as antenas, neste lugar não é permitida a entrada, assim que deve-se seguir pela cerca até chegar a um ponto na lateral com muitas pedras onde será seu ponto final e te proporcionará uma visão incrível de todo o outro lado com a cadeia de montanhas que fazem parte da reserva do Cerro de la Silla.

Foto de um dia com nuvens na cidade de Monterrey, vista pelo caminho ao pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Chegada ao cume do pico das antena, de aqui se pode deslumbrar todo o vale da Reserva Natural Escondito entre as montanhas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz
Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico Norte visto desde o pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

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Pico Norte

Pico de maior dificuldade, tomando o mesmo caminho para o pico da antena uma trilha a direita após passar o antigo teleférico, a trilha se torna um pequeno caminho que contorna grandes pedras, onde se pode mencionar o “Paso de los Elefates” local de gigantes pedras calcarias de onde pode ter uma excelente visão da região metropolitana de Monterrey.

Ao entrar na trilha para o pico norte se notará que se trata de um caminho muito mais fechado de vegetação e de subidas e baixadas em questão ao caminho muito pedregoso. Se encontrará marcações em pedras e algumas fitas coloridas em árvores, no entanto deve-se estar sempre atento pois existe uma possibilidade de perder-se, ainda mais caso seja a sua primeira vez. É muito recomendado ir com alguém que conheça o caminho previamente ou usar um GPS para ajudar a guiar-te.

Seguindo o caminho haverá um ponto em que será necessário perder elevação, este é o ponto em que se desce o vale entre o pico das antenas e o pico norte. Este vale apresenta uma vegetação muito diferente por ser um lugar de pouco sol e que preserva uma boa umidade em um clima que normalmente é semidesértico no norte do México

Caminho de subida após o vale entre o Pico da Antena e Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Desde esse ponto será apenas subida já pela montanha do pico norte. Esse trecho consiste em um caminho que normalmente é feito em 1 hora e meia em média desde o bosque úmido do vale e a medida que se ganha altitude a vegetação se torna menor, até o ponto próximo ao pico que conta apenas com vegetação rasteira.

Próximo a alcançar o cume do Pico Norte, ao fundo tico da Antena.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico da Antena visto do Pico Norte.

O pico norte proporciona uma visão incrível em 360 graus de toda a região metropolitana, tudo isso ao lado de um grande abismo de rochas calcárias de tirar o fôlego. Tudo isso ainda com a possibilidade de ver toda outra cadeia de montanhas que no México é chamada de Sierra Madre, ela compeende grande parte do território mexicano, no entanto esta cadeia montanhosa  se estende desde a América Central até o Canadá cruzando por todo o país.

Chegada ao cume do Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o cume

Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz
Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz

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Cascata do Bordin

A Cascata do Bordin está localizada dentro da propriedade da família Bordin, no município de Flores da Cunha/RS – Brasil.

O acesso a parte de cima da Cascata do Bordin encontra-se fechada no momento, mas é possível contemplar a sua beleza pelos caminhos que levam a parte de baixo da queda de água.

Com aproximadamente 80 metros de altura, as águas dessa cascata despencam entre os paredões da serra gaúcha, formando inúmeras outras cachoeiras pelo caminho até chegar no Rio das Antas.

Há duas maneiras de conhecer esse atrativo turístico no interior da cidade de Flores da Cunha, à primeira delas é pelo Mirante Gelain, onde você pode visualizar boa parte dos vales e montanhas que compõem a serra gaucha, em uma vista panorâmica.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Para os mais aventureiros é possível descer até a base da cachoeira, e contemplar essa beleza natural por um outro ângulo.

A trilha que dá acesso a Cascata do Bordin está dentro do Mirante Gelain, falando com o administrador Marcos é possível percorrer o caminho sem auxílio de um guia especializado.

Recomendamos que para facilitar o trajeto até a queda de água você vá com alguma pessoa experiente em trilhas e que conheça a região, nunca vá sozinho fazer trilhas na natureza.

O caminho para a Cascata do Bordin possuí um grande desnível, já nos primeiros metros da trilha vem o primeiro desafio, passar por meio de uma fenda rochosa, seguindo pelo trajeto marcado você descerá margeando o paredão que fica do lado direito.

Logo em seguida vem o segundo desafio, descer uma trilha inclinada segurando uma corda (a corda está fixada ali sempre), logo após você terá que descer por uma escada fixada no paredão.

Se você sofre de problemas nas articulações, medo de altura ou problemas cardíacos não recomendamos fazer essa trilha.

Depois de descer a escada você verá uma bifurcação de trilhas, siga pelo lado esquerdo, neste trecho deve-se prestar muita a atenção, pois há pedras de todos os tamanhos, muito cuidado para não torcer o pé entre uma pedra e outra.

A trilha segue assim até chegar em um ponto onde é necessário prender uma corda para descer com mais segurança, dali em diante a trilha leva até a base de uma pequena cachoeira de aproximadamente 6 metros de altura.

Para acessar a Cascata do Bordin, você terá que cruzar o rio, muito cuidado nesta hora, pois a passagem se dá entre essa cachoeira de 6 metros e um tobogã natural gigante de águas cristalinas que descem em velocidade formando uma outra cascata de mais de 30 metros de altura aproximadamente. Para sua maior segurança, recomendamos esticar uma corda de um lado a outro do arroio.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A Trilha segue na margem direita do arroio, subindo um caminho através de pedras gigantescas e lisas, muito cuidado para não escorregar e vir a sofrer alguma torção.

Ao chegar na Cascata do Bordin, o visual é de tirar o fôlego, águas cristalinas despencam pelo paredão cerca de 80 metros, estar ali presenciando o poder das águas nôs faz pensar o quanto somos pequenos em relação a natureza que nos cerca.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A trilha toda é de nível moderado, pois a inúmeras pedras lisas e soltas, em alguns pontos é necessário segurar-se em árvores e usar cordas para apoio.

Lembre-se de sempre estar com calçados adequados para trilhas e pré amaciados, aqui em nosso site você pode conhecer os melhores calçados para trilhas e aventuras, acesse.

Cascata do Bordin
Tênis Salomon Speedcross 4 – Crédito: Luís H. Fritsch

Deserto de Namíbia

Durante nossa passagem pelo continente Africano, o segundo país que nos acolheu foi Namíbia. Para nossa surpresa, lindo, cheio de história e pessoas como tantos outros do continente, mas que por conta do destino nos recebeu como filhos.

A Namíbia, que até 1990 era parte da África do Sul é um dos países menos povoados do mundo e dono de uma variedade de paisagens de tirar o fôlego. Em uma de nossas visitas por lá, conhecemos o Deserto da Namíbia, o deserto mais antigo do mundo! Este deserto abriga diversas atrações e você pode ficar dias por lá e cada nova duna será surpreendente.

Nós queríamos muito conhecer este local por causa do Dead Valley, você já deve ter ouvido falar do vale com árvores mortas, é exatamente este. Nesta localidade, há milhares de anos atrás se situava o vale do rio Tsauchab que com o passar do tempo foi cortado por uma imensa duna, fato esse que veio a isolar algumas árvores de camélia que lá existiam, e por criar um micro clima extremamente seco no local, fez com que estas árvores fossem preservadas sem sofrer decomposição por mais de 900 anos, conferindo assim, uma paisagem muito diferente.

A segunda atração mais visitada deste deserto é a Duna Big Daddy, que muitos acreditam ser a maior duna de areia do mundo. Ela esta localizada exatamente ao lado do Dead Valley e você pode conhecer as duas atrações no mesmo dia. Olhando de baixo a Duna é linda e gigantesca, mas de cima é ainda mais linda, sem contar toda a vista do Vale que é possível contemplar do topo.

Para subir, reserve de 2 a 3 horas, pois dependendo da temperatura do dia é muito cansativo, e lembre se de fazer a caminhada bem cedo pela manhã. Quando nós visitamos o Deserto foi no mês de julho, as temperaturas estavam muito quentes durante o dia e a noite precisávamos de fogueira pra nos aquecermos. Nos organizamos para chegar ao parque antes dos portões abrirem para iniciar bem cedo nossa subida. Utilizamos a “trilha” por fora do Dead Valley, por ser mais curta, mas esta é mais íngreme. E a descida fizemos correndo pela borda da Duna que finalizava no Vale, assim caminhamos todo interior dele no período mais quente do dia, mas ainda assim é a melhor opção se você não quer perder nada.

Além dessas atrações, nós também visitamos a Duna 45, que não é tão alta quanto a Big Daddy, mas esta localizada entre outras dunas lindíssimas e no nascer do sol o contraste das sombras é um espetáculo.

Se você quiser desbravar esta e muitas outras atrações deste país lindíssimo, uma boa opção é realizar um turismo estilo Overland Safari. Neste tipo de turismo de aventura, você acampa todos os dias em um local diferente no mais autêntico estilo outdoor. Nós escolhemos a agência Acacia Africa para realizar nosso Overland Safari, e só temos elogios. Foram 35 dias montando e desmontando barracas estilo exército, e não vemos a hora de repetir tudo de novo!

Para mais histórias ou dicas de viagens e aventuras acesse faceboock/euvouepronto, Instagram @euvouepronto e Youtube/euvouepronto

Ficaremos muito contentes em te ajudar.

Lista de fotos:

Deserto de Namíbia
Por do sol no deserto da namíbia
Deserto de Namíbia
Duna 45 ao amanhecer
Deserto de Namíbia
Subida da duna Big Daddy
Deserto de Namíbia
Quase no topo da Big Daddy, abaixo o Dead Valley
Deserto de Namíbia
Vista do topo da Big Daddy contemplando o Dead Valley
Deserto de Namíbia
Uma das diversas árvores preservadas
Deserto de Namíbia
Sentados a sombra de mais de 900 anos
Deserto de Namíbia
Uma das paisagens icônicas do Dead Valley
Deserto de Namíbia
Na crista da Duna 45

Chima Rock chega em sua terceira edição

A terceira edição do evento Chima Rock foi regado a muito rock ´n roll, chimarrão, pessoas legais e a maravilhosa culinária argentina. O palco desse grande evento foi no enigmático e principal ponto turístico da cidade de Flores da cunha/RS – Brasil, o Mirante Gelain é o lugar certo para encontrar os amigos, fazer esportes radicais e apreciar a espetacular vista para o vale do Rio das Antas.

O evento teve inicio às 15:00 do dia 07 de Maio de 2017, além do chimarrão e das pessoas legais o evento contou com uma bela apresentação artística do grupo de dança do ventre Mahaila Danças Orientais. A Banda Jokerman, essa se apresentou após o espetáculo das dançarinas, trouxeram grandes sucessos musicais nacionais e internacionais, fazendo com que a galera que estava presente cantasse e vibrava-se com as clássicas do rock.

No local havia a chance de provar um pastel tipicamente argentino, feito por um casal de ciclistas que estavam de passagem pelo Brasil, por sinal era maravilhoso, impossível comer um só. Além disso ainda havia comida de rua, docinhos, cerveja artesanal e chopp.

Estes Argentinos vinham de Mendoza – Argentina, estavam ali no Mirante Gelain hospedados a cerca de uma semana, pois tiveram alguns problemas com uma das bicicletas, aproveitam o evento para mostrarem seus dotes culinários. O casal está fazendo essa viagem rumo ao México, uma viagem com duração de aproximadamente dois anos.

Não podemos esquecer de mencionar o incrível pôr do sol presente , as novas amizades, a diversidade de histórias, momentos que fazem com que os eventos nesse local sejam cada vez melhores.

Chima Rock no Mirante Gelain

Chima Rock no Mirante Gelain

Para ver todas as fotos do Chima Rock clique aqui.

Se você busca um lugar legal para levar a família, namorada, namorado, amigos, ou até mesmo conhecer pessoas legais, recomendo muito ficar atento nos próximos eventos do Mirante Gelain, acompanhe pela sua fan page no Facebook tudo que acontece em um dos cenários mais bonitos da Serra Gaúcha.

Aguardem novidades vem por aí!

Cascata da Usina Velha em Veranópolis

A Cascata da Usina Velha está localizada a cerca de seis quilômetros do centro da cidade Veranópolis/RS, conhecida como a Terra da Longevidade, Veranópolis é uma cidade pacata de aproximadamente trinta mil habitantes, possui uma forte influencia alemã e italiana na sua característica cultural.

O local é composto por duas pequenas cascatas, uma ao lado da outra, com aproximadamente seis metros de altura, no local também é possível contemplar a primeira usina de geração de energia elétrica no interior do estado do Rio Grande do Sul – Brasil, está por sua vez se encontra em ruínas. No dia 25 de Julho de 1912 é inaugurado serviço de luz elétrica da vila Alfredo Chaves. Foram 108 lâmpadas, com um total de 8.400 velas, que iluminaram as principais ruas e praças da vila de Alfredo Chaves.

Cascata da Usina

Cascata da Usina

Por ser um atrativo de fácil acesso, a inúmeras pessoas que visitam o local, é possível também usar o local para fazer books fotográficos e para aquelas pessoas assim como eu, praticar fotografias de longa exposição, pois o contraste com as cascatas dão um ar cinematográfico para as imagens capturadas.

Para chegar até as quedas de água, o percurso é dado por uma estrada de pedra, bem sinalizada em meio a uma linda paisagem natural, completamente exuberante. Do local de estacionamento até as cascatas é necessário andar apenas 150 metros.

A única coisa que não gostei neste lugar é a estrada de acesso, está é de terra, bem conservada por sinal, mas existe um declive acentuado gigante, não recomendo visitar em dias de chuva ou com ônibus e micro-ônibus, pois não existe espaço físico para manobrar.

A Cascata da Usina Velha é um grande atrativo turístico da cidade de Veranópolis/RS – Brasil, este é publico, quem mantem a organização do local é a prefeitura da cidade.

Cascata da Usina

Ficou curioso, então bora conhecer as muitas belezas naturais da nossa Serra Gaúcha!

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Inaugurado em 1996, na primeira administração do ex-prefeito Renato Cavagnoli, o Mirante Gelain está numa propriedade doada pela família de Armindo Gelain. Anos depois foi construído um quiosque com estrutura para lanches.

Atualmente o local é administrado pelo Sr. Marcos, gaúcho porto-alegrense que trabalhou durante muito tempo na área de hotelaria, fazendo todos os tipos de trabalhos dentro dessa área, morou em muitas cidades ao longo de sua vida, passou cerca de 13 anos percorrendo os quatro cantos do planeta com sua bicicleta, hospedando-se em casas de família, campings e alguns outros lugares que nem imaginamos, conheceu culturas diferentes, costumes, artes, especiarias culinárias, línguas e fez grandes amizades em todos os lugares que passou.

Atualmente por motivos de saúde, ele não viaja mais neste estilo nômade, mas encontrou seu lugar em um dos principais pontos turísticos da cidade de Flores da Cunha/RS – Brasil.

Infraestrutura:

  • Bar/Restaurante
  • Banheiro
  • Estacionamento

O Mirante Gelain é o ponto de encontro para muitos aventureiros da região e fora dela, dali é possível fazer inúmeras trilhas que passam por cenários deslumbrante, cachoeiras e cascatas com águas cristalinas compõem a maioria do trajeto. Informe-se sobre as trilhas e faça novas aventuras!

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Do alto no Mirante Gelain, podemos ver um vale totalmente coberto de mata nativa exuberante, o Rio das Antas passando no pé dos morros proporcionam uma vista de tirar o fôlego. Além disso o lugar é considerado o Parque de Montanhismo na serra gaúcha, possuindo mais de trinta vias de escalada com variados níveis de dificuldade e boa geografia para a prática de rapel.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

O Mirante Gelain é o lugar perfeito para saborear variados pratos típicos da região e do mundo, o proprietário Marcos, morou em centenas de países ao redor do mundo, possui larga experiencia no preparo de todos os tipos de alimentos, aqui com certeza você poderá desfrutar de alimentação diferente, exóticos e preparadas por um excelente chefe de cozinha. Para saborear todas estas delicias é necessário contatar o Mirante Gelain, pois só serve as refeições de almoço e jantar com agendamento prévio.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

 

Como chegar:

O Mirante Gelain e a Cascata Bordin ficam no Travessão Alfredo Chaves – Flores da Cunha/RS – Brasil, com acesso pela VRS-814, sentido Nova Pádua.

Localizado a 161 km de Porto Alegre – RS – Brasil.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mais informações e agendamento de visitas pelo telefone (54) 98147 – 9534 ou pela página do Facebook.

Se você é mochileiro, viajante ou apenas gosta de conhecer lugares incríveis, então o Mirante Gelain é o lugar perfeito para você viver aventuras únicas. 

Camping Cascata do Porongo

O Camping Cascata do Porongo está localizado aproximadamente quatro quilômetros do centro da cidade de Vila Maria/RS, a estrada que leva até o local é de terra, mas está em boas condições de trafegabilidade.

Ao chegar no camping a um portão, onde fica o porteiro cobrando a entrada de casa visitante, o valor é de R$ 5,00 reais por pessoas para passar o dia e R$ 25,00 reais para acampar.

Estrutura:

As estruturas do camping são ótimas, as barracas ficam montadas em lugar plano e com grama, existem muitas árvores que proporcionam sombra na maior parte do dia. Além disso o local conta ainda com banheiros masculino e feminino, chuveiros de água quente, churrasqueiras, cozinha compartilhada, bar, luz 220 volts, restaurante, piscina infantil e campo de futebol. O camping é muito organizado, limpo e possui lixeiras em todos os lugares.

O que fazer:

O grande atrativo deste local e a Cascata do Porongo, com 31 metros de altura é de fato um lugar perfeito para quem busca o contato direto com a natureza pura, o rio que banha a cascata possui águas límpidas.

Para chegar até a base da Cascata do Porongo é preciso andar cerca de 150 metros, atravessando uma pinguela e seguindo por uma trilha demarcada chega-se em sua base, ali recomenda-se entrar e refrescar-se no rio e na queda de água ou até mesmo sentar nas pedras e ficar apenas observando.

Cascata do Porongo

Cascata do Porongo

 

 

Caso você queira fazer trilhas, recomendo fazer a trilha até a crista da Cascata do Porongo, a trilha contém aproximadamente 300 metros de extensão e é um pouco difícil, mas devagar e com cuidado podemos transpassar os obstáculos, estes são pedras soltas e alguns limos entorno das pedras.

Do alto a vista compensa todo o esforço, é possível ver boa parte da queda de água, sentar na borda da crista e tirar inúmeras fotografias, ali também é possível praticar o esporte rapel, para isso é preciso conversar com a organização do camping.

Cascata do Maringá em Vila Maria

Apresento a vocês a Cascata do Maringá, destino maravilhoso para relaxar, acampar e aproveitar um fim de semana em família junto a natureza exuberante do interior do Rio Grande do Sul – Brasil.

A cidade de Vila Maria está localizada na Encosta Superior do Nordeste, na região da Produção, à 260 quilômetros de Porto Alegre. Possui altitude média de 580 metros acima do nível do mar. Faz divisa com os municípios de: Marau, Camargo, Nova Alvorada, Montauri, Casca e Santo Antônio do Palma.

Vila Maria resguarda em seu interior belezas naturais deslumbrantes, como a Cascata do Maringá, Monte Di Vedana, Cascata do Porongo, Refúgio Ecológico Colônia Paraíso e muitos outros atrativos que vão fazer você querer voltar lá para visitá-los. Acesse o site da prefeitura de Vila Maria para saber mais.

Neste post vou falar sobre a Cascata do Maringá, com 54 metros de altura é um local propício para a pratica do rapel, antigamente no local existia estruturas para acolher os turistas, que procuravam este tipo de esporte, hoje em dia não é mais possível. A empresa que operava o rapel e cuidava do local, cancelou os trabalhos na Cascata do Maringá.
Cascata do Maringá
Hoje em dia o local está aberto a visitação e contemplação, quem mantém o ponto turístico é a Prefeitura de Vila Maria/RS.

A Cascata do Maringá encontra-se dentro de uma área de Preservação Municipal, onde ali podemos encontrar uma usina geradora de energia construída em 1947, ainda em funcionamento.

Se você procura um local sossegado para tomar um banho de cascata, fazer um churrasco em família ou com seus amigos e ainda fazer umas trilhas divertidas, então você precisa conhecer este lugar.

As trilhas levam até a parte de cima da queda, o trajeto é um pouco extenso, a única dificuldade é a subida íngreme, tomar cuidado com o grande número de pedras soltas existente durante o caminho. Na parte de cima da queda de água, tem outras cachoeiras menores e uma piscina natural, vale muito a pena o passeio.

Cascata do Maringá

Estrutura:

Junto a Cascata do Maringá existe a opção de realizar um acampamento selvagem, este é gratuito, mas é necessário pedir autorização para a Prefeitura de Vila Maria/RS, no local existem algumas estruturas, mas estas estão em estado precário, os banheiros não possuem luz e muito menos chuveiros, a unica opção de banho é um cano pendurado na parede que saí água fria. No local também não existe pontos de água potável, você terá que levar toda a água necessária para passar o dia ou o fim de semana.

Cascata do Maringá
Em relação ao solo, este é bem pedregoso e ruim de colocar os espeques da barraca. Neste caso recomendo levar uma barraca que seja auto-portante (fica armada sem a necessidade de espeques).

Quando estava montando a barraca me arrependi de ter levado a barraca Azteq Nepal, pois não é auto-portante, consegui depois de muito esforço colocar os espeques cerca de 10 cm no solo.
Conclusões finais:

O local é lindo e exuberante, perfeito para pessoas que gostam de boas aventuras, caso você queira visitar o local, esteja munido de roupas para trilhas e para banhos de rio, água potável, repelente, protetor solar e calçados adequados. Caso você for fazer as trilhas, recomendo usar calçado fechado e calça comprida, isso irá lhe ajudar a se proteger dos mosquitos ou de qualquer outro animal que esteja no trajeto, lembrando que no verão é muito fácil cruzar com aranhas caranguejeiras e cobras, fique atento.

Se você gosta de encarar desafios e grandes aventuras, praticar o rapel será uma ótima ideia, no local não há operadores de turismo de aventura, mas você pode contatar com a empresa Outdoor Rapel, montar um grupo e se divertir nos 54 metros da Cascata do Maringá, existe duas possibilidades de descida, uma delas é pelo meio da cascata junto a queda de água e a outra pela parede do lado esquerdo.

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

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Posted by LiberFly on Thursday, February 2, 2017

Liberfly - Mediando Soluções

 

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Grutão dos Índios na Serra Gaúcha

O Grutão dos Índios é um ponto turístico em meio a região da serra gaúcha, ainda pouco explorado pela maioria das pessoas. O local é perfeito para quem gosta de relaxar, acampar ou até mesmo passar um fim de semana em família, no local também pode ser realizado atividades de rapel.

O ponto Turístico está localizado dentro de uma propriedade particular, o proprietário costuma cobrar uma taxa irrisória para as pessoas passarem o dia e acamparem. O local não possui infraestrutura para camping, por isso para as pessoas que querem praticar o campismo no local devem ficar atentas, pois não há estrutura, assim é considerada como camping selvagem. Embora localizada dentro de uma propriedade, cabe aqui mencionar que você terá que levar todos os seus pertences, equipamentos e alimentos.

Grutão dos Índios

Trilha de acesso ao  Grutão dos Índios:

O acesso ao Grutão dos Índios é realizado através de uma pequena trilha, cujo trajeto é um pouco íngreme e com pedras soltas pelo caminho, não recomendamos realizar a trilha sem o uso de calçados apropriados.

Na parte inferior do Grutão dos Índios tem uma cascata com aproximadamente 20 metros, um poço para banho e um pequeno espaço religioso, neste local os antigos índios bugres faziam suas cerimonias.

Para pessoas que gostam de fotografia de paisagens é um excelente local para aperfeiçoar as técnicas fotográficas de longa exposição, veja a imagem abaixo:

Grutão dos Índios

Curiosidades:

O local já foi palco da 2ª Etapa do Campeonato Gaúcho de Corrida de Aventura de 2016, onde mais de 100 competidores desafiaram seus limites físicos para atingir seus objetivos na Corrida de Aventura. A prova foi dividida em 6 modalidades: orientação, corrida, canyoning, rapel, mountain bike e boia cross. Leia mais.

Grutão dos Índios

 

Como chegar:

O Grutão dos Índios fica a 7,5 quilômetros do centro de Santa Lúcia do Piaí, distrito pertencente à Caxias do Sul/RS. Para quem parte de Caxias do Sul via Bairro Cruzeiro são 19 quilômetros, passando por São Luis da 6ª Légua.

Para entender melhor veja o mapa abaixo ou clique aqui.