Cerro de la Viga – México

Em Arteaga, município do Estado de Coahuila, norte do México há uma região considerada como um parque de diversão para os montanhistas, principalmente para aqueles que buscam a preparação para subida aos vulcões mexicanos. Entre inúmeros vales da Sierra Madre Ocidental, vários picos se erguem a altitudes acima dos três mil metros, um deles é o popularmente chamado Cerro de la Viga, ou Cerro San Rafael, como também é conhecido.

Com uma altura de 3700 metros em relação ao nível do mar, está na lista deste estado com um dos picos mais altos que não são vulcões do México.

O acesso a base da montanha não é difícil, e de carro está a poucos quilômetros da capital Saltillo e a 115 km da região metropolitana de Monterrey. Por boas rodovias chegando a um pequeno povoado chamado Los Lírios pode-se deixar o carro próximo a base em uma igreja, o lugar é considerado seguro. Neste ponto a altura já é de aproximadamente 2500 metros.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga


Cerro de la Viga

Desta forma, não é obrigatório, mas é aconselhado acampar um dia antes da subida para que o corpo possa se acostumar com a altitude antes de iniciar o ascenso da montanha. Acampamos na base da montanha,  o local não tem custo e no entanto nenhuma infraestrutura, o que na minha opinião é o que se espera quando se busca um maior contato com a natureza

É importante tomar em conta que nessa região no norte do México é o habitat natural do Urso Negro, deve-se tomar cuidado com alimentos que possam ser um atrativo para eles, ainda mais em épocas secas em que eles buscam o alimento junto aos humanos.

Cerro de la Viga

Despertamos cedo com o nascer do sol para tomar uma café e prepararmos tudo para a subida de 4km. Saímos as 8 da manhã do acampamento ao pé da montanha iniciando por uma estrada até começar a trilha. Logo no início o caminho apresenta uma grande inclinação. 

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

Apesar do início da trilha apresentar uma inclinação mais acentuada, todo o terreno em si tem um ganho altimétrico de 1.200 metros. O caminho começa com uma vegetação de arbustos, típicos de região semi desértica e a medida que se vai subindo os pinos vão tomando conta.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

O interessante é que o México possui uma grande variedade de habitats naturais, de florestas úmidas, desertos e semi-desertos a bosques de coníferas. Sabe aquelas florestas de filmes americanos? Pois bem! O México também tem.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

A medida que se vai subindo, é impossível não ficar impressionado com as cadeias de montanhas e a vegetação ao redor. É provável que se escute o som das águias e do vento nos ramos dos pinos com o seu som peculiar. Se você tiver sorte, ou não, quem sabe topa com um urso negro.

Cerro de la Viga

Já passando os três mil metros, pode ser que sinta a respiração um pouco mais ofegante, o que gera um maior cansaço, e uma possível dor de cabeça. Isso pode variar muito dependendo do organismo de cada pessoa e sua condição física.

Cerro de la Viga

Chegando já na parte alta da montanha poderá ver ambos lados, este ponto chama a atenção pelas árvores secas em uma grande extensão do outro lado do Cerro de La Viga. Isso se deve a um incêndio que ocorreu a uns anos, e como o lugar é muito seco e rochoso ainda demorará muitos anos para que se recupere esta área.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

Seguindo a esquerda ainda em direção ao cume, diferente de outras montanhas, esta possui um abrigo e aparatos de monitoramento, como também uma torre de metal. Quando íamos subindo, muitos montanhistas iam descendo com suas mochilas cargueiras após passarem a noite ali.

Cerro de la Viga

Vista sobre a torre de observação a 3717 metros

Cerro de la Viga

Cerro de la Viga pode ser visitada todo o ano, o que se deve tomar em conta é que entre os meses de Dezembro a Fevereiro, quando no hemisfério norte é inverno as temperaturas costumam ser negativas durante as noites. Também é muito provável que encontrará neve na parte mais alta da montanha, principalmente entre a floresta de pinos.

Vídeo do caminho realizado até o cume do Cerro de la Viga – México!

Mapa da trilha Cerro de la Viga

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Descubra outros caminhos pelo México

Conheça também o Cerro de la Silla, situado no norte do México, mais precisamente dentro da região metropolitana de Monterrey, terceira maior área urbana deste país da América do Norte. O Cerro de la Silla ou “Montanha da Cela” como poderia ser chamado em português ganhou este nome em questão ao seu formato, por parecer muito com uma cela utilizada nos cavalos.

O Cerro de la Silla possui três principais picos, sendo cada um de diferente nível de dificuldade para chegar. Seus nomes são; Pico da Antena com 1.751 metros, Pico Norte com a mair altitude entre os três com 1.820 metros e o Pico Sul com 1.650m. Todos podem ser feitos em um dia de Hiking (Caminhada) Você levará em média de 7 a 9 horas para fazer todo o percurso de ida e volta. Por isso separe um dia para realizar a subida… Leia mais!

Três Cachoeiras

Sempre buscamos novas opções de trilhas, destinos e opções de lazer para os nossos leitores, e essa matéria não é diferente, estivemos presentes no 1º passeio da nova Rota Turística Caminho dos Vales e das Águas na cidade de Três cachoeiras no dia 12 de Dezembro/2018.

Passeio este que contou com aproximadamente 20 pessoas, dentre elas estavam presentes, gestores de agências de viagens, empresários locais, alguns moradores e claro nós do Trekking RS.

O Município de Três Cachoeiras localiza-se distante cerca de 165 km da capital Porto Alegre, cerca de 36 km da cidade de Torres/RS e afastada aproximadamente 20 km da cidade de Três Forquilhas, onde lá também é possível percorrer o Caminho dos Vales e das Águas, veja!

Três Cachoeiras é uma cidade pequena, mas muito cativante e bela, a história conta que em 1605, missionários jesuítas viajaram do Rio de Janeiro para cá com o objetivo de catequizá-los e protegê-los da ação dos bandeirantes paulistas que vinham ao Sul capturá-los para o trabalho escravo nas fazendas de São Paulo. A origem do nome de Três Cachoeiras deu-se, possivelmente, nesta época, de 1605 a 1615, por viajantes paulistas que encontraram três cachoeiras, distantes entre si cerca de 80 metros e localizadas ao Norte da sede do município, na encosta do morro mais tarde denominado “dos Pereira”. Leia a história completa.

O primeiro passeio por Três Cachoeiras começou pelo centro da cidade, mais precisamente pela Casa do Artesão Raízes da Arte, o local conta com inúmeros artigos artesanais feitos pelos moradores local, alguns deles são decorativos, outros contam histórias da cidade.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

O segundo local escolhido foi uma propriedade rural, onde é possível desfrutar de um piquenique em meio a um bosque, perto dali encontra-se um córrego com águas cristalinas que encantam e animam tomar aquele banho de rio.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de cerca de 40 minutos no local, nos deslocamos para dois atrativos de tirar o fôlego, estes são: o Poço das Andorinhas e o Poço dos Morcegos, locais de beleza intacta que enchem os olhos, as águas são totalmente cristalinas e próprias para banho.

No local existem duas trilhas uma para a direita que dá ao Poço dos Morcegos e outra à esquerda leva até o Poço das Andorinhas. As duas trilhas podem ser percorridas por todas as idades, os caminhos são bem marcados e de beleza singular, caminha-se aproximadamente cinco minutos em meio a mata atlântica para acessar as quedas de água.

Para fotógrafos o local é propício para realização de ensaios fotográficos e nós conseguimos capturar belas imagens desses locais, veja a seguir!

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de aproveitar bem os locais era hora de seguir em frente, a próxima parada seria no Moinho de Pedra, este é um dos únicos que ainda funcionam na cidade de Três Cachoeiras, construído artesanalmente, usa materiais como madeira e pedra em sua construção, antigamente este moinho funcionava com água, hoje em dia ele foi adaptado para trabalhar usando energia elétrica.

A construção do moinho é tão minimalista que além de transformar grãos de milho em farinha, ele separa a casca do milho da farinha, é incrível ver funcionando, ver estas coisas nos dias de hoje é algo inacreditável. Se você for visitar a cidade de Três Cachoeiras, não pode deixar de visitar esse Moinho de Pedra.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Já era hora de visitar outro local, a Casa da Tia Laura, este seria o lugar do nosso almoço, o atrativo conta com um restaurante temático, todo decorado com objetos antigos e rústicos, o local faz com que retornemos aos tempos antigos sem perder a sofisticação dos tempos modernos.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Além do acolhedor restaurante a Casa da Tia Laura possui acomodações belíssimas, bem incrementadas para que seus hospedes tenham a melhor experiência.

Aos arredores da propriedade há uma grande área de campos abertos com algumas árvores da espécie Figueira, uma dessas árvores possui mais de 200 anos, é uma grandiosa árvore que faz com que eu me sinta pequeno diante da tamanha grandeza de seus galhos.

Outro detalhe que não pode ser passado despercebido desta Figueira centenária, é o fato de possuir sobre seus galhos centenas de bromélias e flores que cresceram ali por conta própria. A natureza de fato é grandiosa e nos faz sentirmos insignificantes perto de toda essa beleza.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Não há preço que pague à experiência de deitarmos embaixo de uma árvore dessa magnitude, depois de um belo almoço caseiro.

Ali perto da Casa da Tia Laura encontra-se a Casa da Colonização, local com inúmeras histórias dos primeiros imigrantes italianos que chegaram a cidade de Três Cachoeiras, histórias dos Tropeiros que construíram cetenas de quilômetros de estradas onde eram levados suas produções agrícolas para trocar por mantimentos em outras cidades.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Você sabia que os Tropeiros construíram uma estrada que ligava a cidade de Três Cachoeiras à cidade de Caxias do Sul e o tempo de percurso demorava aproximadamente 30 dias para percorrer tal distância.

Ao lado da Casa da Colonização, encontra-se a primeira igreja construída totalmente de madeira pelo imigrantes. Hoje em dia a igreja foi reformada, as únicas peças originais que restaram são as janelas e a porta fabricadas a mão.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de conhecer tantas histórias legais sobre os primeiros imigrantes era hora de irmos a outro atrativo, o Alambique conhecido como 3º Gole, este é um dos poucos alambiques que restaram na cidade de Três Cachoeiras, o proprietário e produtor da Cachaça 3º Gole, nos contou sobre como é produzido a cachaça, e posso dizer a vocês, não é bem assim fabricar cachaça..kkk

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Provamos a cachaça e é muito boa, forte e saborosa, gostei tanto que até adquiri uma garrafa para degustar nos invernos aqui na Serra Gaúcha.

Este passeio com certeza foi incrível, teve muita diversidade no roteiro, provamos muitas delícias e nos encantamos com as histórias locais. Acreditamos que o Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras é um roteiro turístico maravilhoso para todas as idades e deve ser conhecido e desfrutado ao máximo por todas as pessoas que ali vier.

Veja todas as fotos dessa incrível experiencia que foi o 1º passeio pelo Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras. Acesse o nosso álbum no Flickr.

Caso você queira desfrutar desse incrível roteiro turístico pode contatar a Prefeitura Municipal de Três Cachoeiras ou as agências locais: Esmeralda Turismo, contato: (51) 9 9142-5790 e Paulão Transportes, contato: (51) 9 9987-1825.

Caso você seja da região da Serra Gaúcha e queira conhecer os encantos desse roteiro a empresa Sol de Indiada está credenciada para levar você até estes atrativos.

Inauguração do espaço CURTLO BR na Loja Patos do Sul!

Quem acompanha meus textos aqui pelo site, sabe que na maioria deles cito a Patos do Sul e a CURTLO BR, como referências de lojas de artigos e vestuário para a prática de esportes outdoor.

Curtlo BR

A CURTLO BR atualmente é detentora de um portfólio de, aproximadamente, 230 itens, sem contar as variações de cores e tamanhos. São produtos que variam de bolsa de selim, até mochila cargueira, passando pelo desenvolvimento de peças técnicas de vestuário que privilegiam bikers, montanhistas e amantes das atividades ao ar livre. Se a CURTLO é hoje uma das principais marcas do mercado outdoor no Brasil, foi graças ao espírito empreendedor e a insistência de Fernando, aliado ao apoio e dedicação incondicional de Verônica, sua parceira nos negócios e na vida. Como o próprio fundador da CURTLO disse, nós não viemos para o mercado outdoor, nós sempre estivemos nele!

Acesse o site da marca e conheça seus inúmeros produtos.

Curtlo BR

A PATOS DO SUL, está no mercado à cerca de 9 anos e surgiu através de uma viagem que o casal Helen e Darci (in memoriam) fizeram para a Patagônia (seria um mês de viagem). Para economizar com ligações, o casal teve a ideia de criar um blog, na hora de escolher o nome, veio à tona uma brincadeira que faziam, quando entravam na Land Rover, na sexta à tardinha. O Darci pedia à Helen “Pra onde os patos vão voar?”, numa referência aos Duck Tales – Caçadores de Aventuras. Era uma brincadeira entre o casal, aí o blog virou Patos do Sul! 

Após algum tempo, já com a lojinha de aventura acabando de nascer, Helen e Darci foram num evento de Mountain Bike e levaram um gazebo e alguns produtos para vender. Como etiquetas, usaram uns cartões bem artesanais do blog.”Depois quando chegávamos a outros eventos, o pessoal dizia: ‘Os Patos do Sul estão ali!’ ou ‘Tem lojinha dos Patos do Sul!’ e, por uma inercia ou simpatia – pelo nome, acabou pegando!” relembra a proprietária Helen Hertzog.

Os primeiros produtos comercializados na loja Patos do Sul foram roupas de ciclismo e segundas pele da Curtlo.

No último sábado (dia 08) a Patos do Sul, inaugurou o espaço Curtlo em suas dependências. O ambiente conta com diversas peças de vestuário para ciclistas, corredores e aventureiros no geral; itens de lançamento como a calça-bermuda trail EC50+; além de dezenas de mochilas de hidratação, mochilas cargueiras e a clássica bolsa de selim – primeiro produto criado pela Curtlo à cerca de 25 anos atrás.

Curtlo BR
Créditos: Lucas Ferreira (Da esquerda para a direita: Helen Hertzog – Proprietária da Patos do Sul, Eu, Daycce Gonsalves, e equipe de vendas da Patos do Sul).

Vale lembrar que desde o início, Funcionalidade, Ergonomia e Durabilidade formam o tripé que move a marca. Sempre incentivando as pessoas a experimentarem algo diferente, utilizando um equipamento de qualidade.

O evento reuniu diversos aventureiros de Caxias do Sul e região, além do pessoal do Trekking RS e galera da Sol de Indiada – que presenteou os participantes com um belíssima caminhada (Trilha dos Dinossauros), no interior de Caxias do Sul.

Curtlo BR
Créditos: Elio Abe
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch

Veja todas as fotos desse belíssimo evento acessando o álbum do Flickr.

Finalizando deixo o meu grande agradecimento à:

CURTLO BR por ter me dado a honra de representá-los aqui no Rio Grande do Sul, e por poder fazer parte do #TeamCurtlo ao lado de grandes atletas/amigos.

PATOS DO SUL por todo o apoio desde o tempo em que começei a competir nas corridas de aventura até os dias atuais. Darci e a querida Helen sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

“Nossa inspiração define aquilo que temos de mais nuclear. Ela emerge das crenças e dos propósitos essenciais, que norteiam as tomadas de decisões e proporcionam uma atitude diferente em relação à vida! Nossa inspiração traduz nossa visão de mundo, define nosso jeito de ser e influência a forma como construímos e cultivamos nossos relacionamentos.” – CURTLO BR

Tedesco Eco Park

Tedesco Eco Park

Tedesco Eco Park é a nova opção de hospedagem e lazer da cidade de São Francisco de Paula/RS – Brasil, para você, seus amigos e família desfrutar de uma experiencia incrível, longe dos centros urbanos.

O local foi pensado e construído de maneira inovadora para que seus visitantes contemplem a natureza intacta de um local selvagem, com segurança, infraestrutura  e comodidade.

O Tedesco Eco Park conta com uma ótima infraestrutura propicia para Glamping, um serviço que se assemelha aos acampamentos, porém com mais conforto e infraestrutura. O Glamping nada mais é que uma mistura das palavras “glamorous camping” ou seja Camping de Luxo.

No parque tem inúmeras tendas temáticas que podem ser escolhidas pelos hospedes, as tendas oferecem todos os mimos que um hotel oferece, como uma cama king Size, lareira, deck, chuveiro e comida pronta na mesa. Tudo isso para você ter a melhor vivência do Glamping. 

Além do Glamping o Tedesco Eco Park, oferece a seus hospedes um conceito inovador de hospedagem. Você terá a oportunidade de vivenciar uma Experiência nova aliando conforto com rusticidade ao estilo de um Refúgio de Montanha de Luxo em meio a um bosque. Ao mesmo tempo você dividirá seu quarto com seus amigos ao estilo república e terá sua individualidade preservada em nichos individualizados com Conforto e Privacidade.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Além de toda essa estrutura o parque ainda conta com restaurante, onde são servidos pratos diversos no almoço, jantar e café da manhã, bar temático e um auditório para eventos empresariais.

Em conjunto a toda a estrutura do restaurante a uma grande área de deck´s construída para você relaxar ao máximo seu corpo e mente, com vista para um grande lago azul.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Caso você esteja buscando um lugar para curtir a natureza, o Tedesco Eco Park proporciona inúmeras atividades de lazer, como cavalgadas, caminhas e trilhas, stand-up, passeios de bicicleta, de caiaque e quadriciclo, próximo do parque é possível desfrutar de banhos de rio e cachoeira.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Localização:

Distante aproximadamente 150 km da capital Porto Alegre, Gramado fica a 41 km do Tedesco Eco Park. O Aeroporto Regional Hugo Cantergiani fica a 106 km da propriedade.  Como chegar, clique aqui.

Mais de 100 hectares de experiências te esperam nos campos de cima da Serra. Você pode escolher entre fazer atividades ou simplesmente contemplar as belezas naturais. E claro, as duas coisas juntas! Venha se conectar com a natureza de uma maneira como você nunca fez antes.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Consulte pacotes e tarifas no próprio site do parque, esse sem dúvidas é um dos melhores locais para relaxar e estar em contato direto com a natureza, com comodidade e segurança.

Siga as redes sociais do Tedesco Eco Park no Facebook e Instagram, para mais informações envie um e-mail para:  atendimento@tedescoecopark.com.br

Última etapa Trilhas & Montanhas 2018

Localizada no Vale do Paranhana e também conhecida por ser a “Capital Nacional da Cuca”, a cidade de Rolante sediou a 7ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas – Cascatas e Montanhas e Final do CGCTM 2018, que ocorreu no último sábado (dia 24).

A prova teve percursos de 5, 16 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. E contou com a participação de mais de 700 atletas de diversas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina – Brasil.

O local da largada/chegada da prova foi o Caminho das Pipas, que está localizado no 4º Distrito de Rolante, numa localidade denominada como Boa Esperança. Seu trajeto é composto por sete propriedades rurais onde é possível experimentar e comprar, além dos vinhos, uma infinidade de produtos artesanais, como pães, cucas, salames, queijos e doces.

A Boa Esperança localiza-se a cerca de 17 quilômetros do Centro de Rolante e conta com uma população predominantemente italiana. E uma das principais características da comunidade é a hospitalidade. Na largada, durante o percurso, nos pontos de apoio, na chegada…na compra dos lanches, os atletas foram muito bem recepcionados com a alegria e o carinho da comunidade.

Fechando o calendário de provas do CGCTM 2018, os atletas puderam se divertir muito nos 3 percursos da prova, que foram marcados por muita chuva, barro, trilhas e belíssimos cenários do interior da cidade.

Trilhas
Créditos: Anelise Leite – ClicRun

Os corredores da distância longa “escalaram” o Parque Municipal da Asa Delta ou Morro Grande (como é popularmente conhecido) é o ponto culminante do município, com 841 metros de altitude, sendo utilizado tanto para contemplação e lazer, como para prática de atividades como asa delta e paraglider.

Trilhas
Créditos: Anelise Leite – ClicRun

Após 7 etapas, 7 grandes desafios, que ocorreram (respectivamente) nas cidade de: Farroupilha, Tupandi, Sério, Arroio do Meio, Nova Roma do Sul, Igrejinha e Rolante. Chegou ao fim o Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas 2018.

Trilhas
Créditos: Leonardo Kappel

Hoje, com mais de seis anos à frente da L&E Eventos Marketing Esportivo, Luís Leandro Grassel destaca a importância de terem sido pioneiro na realização de eventos esportivos de corridas em trilhas e montanhas no Estado e verem nos dias atuais que os vários eventos, grupos de corrida e principalmente o grande número de pessoas que correm Trail Run, vieram de seu fomento e difusão da modalidade esportiva.

“Mais um ano na história da Cultura Esportiva das Corridas em Trilhas (Trail Running) do RS. Assim como em 24/11/2012, encerrávamos a 1ª Edição do Circuito Trilhas & Montanhas – CTM 2012, agora em 24/11/2018, encerramos a 1ª Edição do Campeonato Gaúcho Corridas Trilhas & Montanhas – CGCTM 2018. Nosso muito obrigado a ACISA Rolante e Prefeitura Municipal de Rolante, através do Sr. Evandro Afonso Lembi, pela parceria na realização da 7ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas Cascatas e Montanhas.“ – relembra e agradece Luis Leandro Grassel, Diretor Geral do Campeonato.

Nesta primeira edição do CGCTM 2018, foram diversas as Prefeituras, Entidades, Empresas e pessoas que trabalharam para a promoção e realização dos eventos. A todos elas nosso muito obrigado!

Mas não podemos deixar de fazer um agradecimento especial aos nossos “invisíveis e incansáveis trabalhadores” das etapas do CGCTM 2018. São eles:

Trilhas
Créditos: ClicRun

Equipe L&E Eventos Marketing Esportivo: Luis Leandro Grassel, Graziela Olszewski, Dieferson Umbelina, Duda Pires, Ivo Rohr, João Paulo Wildner Medina, Leonardo Berger, Leonardo Wink, Luis Felipe Soder, Márcio Reis, Nelia Teresinha, Patrícia Molz, Richard Klinger, Sara Dias, Victória Rocha, Walter Molz. Grandioso time! Responsável pelos percursos e sinalização; organização e entrega dos kits e premiações; staffs…e muito mais!

Enfermagem: Magda Chagas. Ela que cuidou de dezenas de atletas durante todas as etapas, com as suas “poções mágicas” e todo seu conhecimento.

Youmovin: Ivano Vargas e Luciana Vargas. Foram responsáveis por todas as inscrições das etapas!

3cTiming Cronometragem Eletronica: Clávison Zapelini e Clésia Mendes Zapelini. Eles vieram lá de Santa Catarina e ficaram responsáveis para organizar as classificações.

RP Sonorizações: Raphael e Patrícia. Responsáveis pelas fantásticas trilhas sonoras de cada etapa, que agitaram a galera.

ClicRun: Anelise Leite, Sérgo Gutheil, Alex Viana, Catiucha Rehbein, Daniela Souza, João Pedro Pedroso, Jon Hesse, Jonas Nunes, Max Peixoto, Muriel Plautz e Taís Zanotieli.  Essa galera é o máximo, eles ficaram durante horas e horas no sol, calor, chuva, barro…para registrar os nossos melhores momentos.

100Fôlego: Nédson Ferretto Meira. Quem não conhece ele?! Cara gente finíssima fez vídeos de todas as etapas e treinões do ano.

Baú do Esporte: Alex Sousa Vaz e Patrícia Zurchimitten Vaz. Casal querido por todos, sempre com os melhores produtos de vestuário, calçados…para os atletas.

Correndo com Andre Assessoria Esportiva: Andre Silva. Sempre filmando as etapas, motivando a galera, voltando pra dar força pros amigos!

Trekking RS: Jasmine Benato. Essa sou eu (risos) convocada pelo Luis para ser a Editora do CGCTM 2018. Ao final de cada etapa contei um pouquinho do que passamos pelos percursos. Das superações, conquistas, amizades…

Trilhas
Créditos: ClicRun

Juntos Fomos e Seremos + Fortes Sempre!! Vida longa ao CGCTM….

Cachoeira da Alegria

Cachoeira da Alegria

Se você é o tipo de pessoas igual a mim que não se contenta com os locais já explorados, está a procura de um destino novo para curtir o verão, então lhe apresento a Cachoeira da Alegria, localizada na cidade de Farroupilha/RS.

O nome da cascata surgiu em relação a um pequeno galpão selvagem dado como nome Rancho da Alegria que se encontra no local.

A Cachoeira da Alegria, é um destino totalmente inexplorado, está dentro de uma área particular nas margens da rodovia RS – 448, essa estrada liga as cidades de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS.

O arroio onde se localiza a cachoeira vem do distrito de Vila Jansen, pertencente a cidade de Farroupilha e cerca de uns 500 metros à frente da cachoeira é unido pelo rio 14, onde estes desaguam no grandioso Rio das Antas.

A geografia da Serra Gaúcha é propícia para a exploração de pequenas cascatas e cachoeiras, acreditamos que devem existir mais de 500 cachoeiras só na região da serra ainda inexploradas ou desconhecidas pela maioria das pessoas.

O atrativo natural é composto por pequenas quedas de água que formam uma linda cachoeira de águas geladas e cristalinas, o local é convidativo para banhar-se nas águas da Cachoeira da Alegria em dias de verão.

Cachoeira da Alegria
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch

Caso você deseje conhecer esse local, recomendamos a contratação de um guia que conheça a região, caso você vá sozinho ou com amigos, vá com cuidado.

Como o acesso à Cachoeira da Alegria se encontra ao lado da RS – 448, não há disponibilidade de estacionamento, pois a rodovia não prove de acostamento. Caso você vá com veiculo 4×4, você poderá descer pela trilha até o Rancho da Alegria.

Indicamos ir até o Gparque Farroupilha e acessar as trilhas que levam até a Cachoeira da Alegria e as outras belas cascatas existentes no Rio 14. Do Gparque até a Cachoeira da Alegria tem aproximadamente 12 quilômetros de trilhas ida e volta até chegar lá. 

Gparque Farroupilha
Foto: Luís H. Fritsch

Se você tem vontade de fazer essas trilhas, entre em contato com a gente! Temos um time de pessoas experientes para lhe conduzir pelas melhores trilhas da Serra Gaúcha.

Trip Montanha – Sul do Brasil

O Trip Montanha nasceu em 2011, quando o fundador, Cristian Stassun, iniciou uma rede de contatos no Facebook com o objetivo de desbravar Santa Catarina. Segundo ele, o grupo cresceu e muitos interessados em trilhar Santa Catarina eram de fora do estado. Criou-se uma rede muito forte, maior do que as associações e federações do estado, agregando pessoas e destinos do Rio Grande do Sul e do Paraná.

Trip Montanha - Sul do Brasil
Foto: Cristian Stassun

Trip Montanha - Sul do Brasil
Foto: Cristian Stassun

Esse grande grupo chamado Trip Montanha reúne os melhores homens e mulheres das atividades de trekking, hiking, bike, corrida, escalada, canoagem, espeleologia, canionismo e guias de turismo de aventura,  juntos descobrem técnicas, segredos de lugares, promoções de produtos, convites de eventos, novidades em tecnologia de fotografia e montanhismo e, principalmente, fortalecem a amizade entre essa galera toda.

Tenho a honra e o privilégio de fazer parte desse grupo de mais de 700 membros, com grandes feras, alguns engajados inclusive na diretoria das principais entidades de montanhismo do Sul do Brasil: FEMESC, ACEM, AJM, ASGEM e CPM.

Trip Montanha - Sul do Brasil
2° Encontrão Trip Montanha – Alfredo Wagner/SC – Foto: Luís H. Fritsch

O Encontrão Trip Montanha acontece todos os anos e reúne os membros do maior grupo de montanhistas do Sul do Brasil para trocar experiências, compartilhar o amor pela montanha, pelos trekkings e pelos esportes de aventura. São dois dias com atividades, palestras, cursos, acampamento, música ao vivo, boa comida e muita amizade.

 

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Uma publicação compartilhada por Trip Montanha – Sul Brasil (@tripmontanha) em

Realizado esse ano no Cânion Espraiado – Urubici/SC, contou com atividades de rapel com Carlos Eduardo Madona, o Kadu, grande fera do canionismo, da empresa EcoXperiences na incrível Cachoeira do Adão com 90 metros de altura, trilhas pelos cânions, cavalgada, pêndulo com a Natural Extremo  e quadriciclos do Rancho Montanha Urubici. Esse ano o Trekking RS esteve presente no evento, comigo, com o Luis H. Fritsch e o Marcio Masso. Foi simplesmente sensacional!

Os quadriciclos garantiram ainda mais diversão no Encontrão 2018

Trip Montanha - Sul do Brasil

O salto no pêndulo de maior altitude do Brasil, foi realizado pela primeira vez pela empresa Natural Extremo durante o Terceiro Encontrão Trip Montanha realizado nos dias 7 e 8 de julho desse ano.

Veja o vídeo do rapel na Cachoeira do Adão 

O Encontrão Trip Montanha já tem inclusive local e data para a sua 4.ª edição. Será nos dias 6 e 7 de julho de 2019, nos cânions Boa Vista e Amola Faca em São José dos Ausentes, no Rio Grande do Sul.

Trip Montanha - Sul do Brasil
Cânion Boa Vista/RS – Foto: Luís H. Fritsch

Trilhas de Nova Roma – CGCTM 2018

A pequena cidade de Nova Roma do Sul foi sede da 5ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas de Nova Roma, que ocorreu no último sábado (dia 15). A prova teve percursos de 7, 12 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas.

O evento contou com a participação de mais de 600 atletas das mais variadas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Escolhi (novamente) a distância longa nesta etapa e seus respectivos 29 quilômetros com 1.550 metros de altimetria acumulada.

Na época em que participava das Corridas de Aventura e Mountain Bike, treinei diversas vezes no interior da cidade de Nova Roma do Sul. Já havia passado de bicicleta por alguns pontos do percurso e sabia que o mesmo não seria nada fácil!

Na sexta-feira à noite resolvi postar esta foto nas redes sociais,

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018

 

revelando alguns dos equipamentos que eu iria utilizar na prova. Dentre diversos comentários de boa prova, fiquei “assustada” quando li o comentário do amigo Odair Paravisi dizendo, “Esses bastões…acho que serão muito utilizados rsrs”. Vale lembrar que ele era um dos responsáveis pelo percurso desta quinta etapa.

Pensei que nada poderia ser pior do que a trilha da Lona Preta, a trilha do Beiço…nos 50 quilômetros do Trilhas do Morro Gaúcho (4ª Etapa do CGCTM). Ingênua eu…

Pontualmente às 13h30min foi dada a largada da distância longa. A previsão do tempo indicava muita chuva, mas o sol e calor era quem estava marcando presença do início ao fim da prova!

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Os primeiros quilômetros foram de declive, a famosa estrada que liga Nova Roma do Sul à Nova Pádua (via balsa), ali corri alguns metros com as amigas Angela Nunes, Leonice, Rosana…foi por aí também que uma corredora ficou chateada comigo. Pisei em uma poça de lama e respingou barro nela! (risos)

Em seguida, saimos do estradão e adentramos na minha parte favorita, as trilhas e subidas! Dali em diante foi um eterno sobe e desce pelas montanhas e trilhas do interior de Nova Roma do Sul, percurso desafiador até para os atletas mais experientes.

Na infinita subida do Cachoeirão, confesso que senti saudade do Morro Gaúcho – risos! E entendi o porque do Odair, ter comentado que os “bastões seriam muito utlizados”!

Diferente do I Trilhas Nova Roma que ocorreu em outubro do ano passado, e teve muito estradão – em minha opinião. Sabádo o que não faltou foi trilhas, passamos em meio à plantação de cana, pequenos riachos, trechos de single-tracks, além é claro de pontos turísticos da cidade como a Gruta Fiorense.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

Unanimidade entre os participantes as belezas naturais de Nova Roma do Sul, como o Mirante Zanella (foto), cascatas, grutas e a rica flora e fauna, foram destaques da 5ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas de Nova Roma, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo, Circuito Trilhas & Montanhas e Prefeitura de Nova Roma do Sul.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Classificação da prova disponível em: 3ctiming

Cobertura fotográfica disponível em: Clicrun

Ainda esse ano mais duas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas estão com as inscrições abertas:

6ª Etapa – 20 de outubro – Trilhas Serra Grande – Igrejinha/RS

7ª Etapa – 24 de novembro – Cascatas e Montanhas – Rolante/RS

Maiores informações em: Youmovin

Galerias férreas abandonadas

Na Serra Gaúcha, mais precisamente nos municípios de Barão, São Pedro da Serra e Salvador do Sul no vale do Caí, estado do Rio Grande do Sul, existem lugares pouco conhecidos, perdidos em meio a mata e galerias que contam a história de parte das ferrovias que existiam no Sul do Brasil. E que a partir da década de setenta viu a sua maior decadência com o abandono da malha ferroviária e extinção de ramais.

Este foi o caso da linha que antigamente conectava Porto Alegre a Caxias do Sul, quando aberta em 1909, passava de Montenegro a parte alta da Serra pelos municípios de Maratá, Salvador do Sul, São Pedro da Serra e Barão chegando a Carlos Barbosa, onde hoje é a estação da Maria Fumaça. Porém nesta parte os trilhos seguem existentes até Caxias do Sul, no entanto se encontram totalmente abandonados e deteriorados em meio a vegetação.

Com a extinção do ramal Montenegro a Carlos Barbosa, muito se perdeu. Porém aterros e cortes em pedras da antiga ferrovia seguem abandonados em meio a vegetação. Com a criação de grandes aterros para passagem da ferrovia nesta região de serra era necessário uma infraestrutura de drenagem de água e muros para a contenção da base. Diferente de hoje, com o largo uso de concreto, pontes e túneis mais elaborados, se utilizava como matéria-prima principalmente rochas, por sua abundância e custo baixo.

Galerias férreas abandonadas
Acervo Renan C. Mancuso. (Família Mancuso)

Construção de galeria fluvial da ferrovia por volta de 1904 a 1908

O interessante sobre as galerias é que cada uma que se encontra abaixo do caminho da antiga ferrovia apresenta características únicas, todas foram projetadas conforme a necessidade para a ferrovia em diferentes terrenos.

Nós do Trekking RS, mapeamos os principais pontos para se aventurar por trilhas que te levam até estes lugares.

Galerias férreas abandonadas
Principais pontos (Google Earth PRO)

Em vermelho o antigo trajeto da Ferrovia, pin’s verdes (principais pontos para se visitar).

Desta forma pode-se dividir em três principais trajetos que se pode percorrer para seu Hike (Caminhada):

Galerias de São Pedro da Serra e Barão/RS – Brasil

Caminho por estrada de chão a partir da rótula de acesso ao município de São Pedro da Serra na BR-470, esta estrada segue o antigo trajeto da ferrovia onde se encontram várias galerias, pode-se destacar duas de tamanho médio e três de grande porte entre outras de menor relevância.

Primeira galeria considerada de médio porte neste trajeto possui um lado que se encontra fechado por pedras que desceram da parte superior da montanha. Portanto nesta galeria se deve descer um vale íngreme até a parte inferior.

Galerias férreas abandonadas

Esta é a galeria de maior porte neste trajeto, para acessar você deve entrar na parte superior e sairá em um gigante muro de contenção que te deixará realmente impressionado.

Galerias férreas abandonadas

Logo após a grande galeria  existe outra que também é de grande porte, batizada como “galeria da Catedral” possui um sequencia de três arcos internos em diferentes níveis, que dão a impressão de um grande vão devido ao desnível acentuado de um lado a outro desta galeria.

Galerias férreas abandonadas

Mais informação deste caminho no vídeo:

Galerias próximas ao centro de Salvador do Sul/RS – Brasil

Neste trajeto curto você encontrará galerias próximas ao bairro liberdade todas muito próximas uma da outra, uma de grande porte e duas de porte médio.

Galerias férreas abandonadas

Galerias férreas abandonadas

Galerias férreas abandonadas
Aterro

Logo saindo da BR-470 a caminho da fenda, existe um aterro onde abaixo se encontra uma galeria muito seca e limpa.

Galerias férreas abandonadas

Galeria de médio porte com data de construção 1904 na pedra central. Se encontra a esquerda logo após a fenda talhada em rocha onde passava a ferrovia.

Caminho mapeado deste trajeto:

Desenvolvido por Wikiloc

Para mais informação desta trilha você encontrará no vídeo abaixo:

Galerias de Linha Bonita, próximas ao Túnel Ferroviário.

O Túnel de Linha Bonita em Salvador do Sul/RS – Brasil foi inaugurado no ano de 1909, possui 93 metros de comprimento, 5,70 metros de altura e 4,10 de largura, além do formato curvilíneo, expressão de uma arquitetura especial, única do gênero na América Latina.

Em cada lado das saídas deste túnel existem dois grandes aterros onde em um deles até é possível a prática de Rappel.

Já seguindo o caminho da ferrovia sentido sul, pela Rota Stein existe uma trilha em boas condições de 5 km pelo antigo traçado da ferrovia onde pode-se encontrar outras duas galerias de porte médio. Esta trilha está bem marcada pois ali também é utilizada para veículos off-road, assim que não apresenta desníveis elevados sendo uma caminhada de nível fácil.

Cascata do Bordin

A Cascata do Bordin está localizada dentro da propriedade da família Bordin, no município de Flores da Cunha/RS – Brasil.

O acesso a parte de cima da Cascata do Bordin encontra-se fechada no momento, mas é possível contemplar a sua beleza pelos caminhos que levam a parte de baixo da queda de água.

Com aproximadamente 80 metros de altura, as águas dessa cascata despencam entre os paredões da serra gaúcha, formando inúmeras outras cachoeiras pelo caminho até chegar no Rio das Antas.

Há duas maneiras de conhecer esse atrativo turístico no interior da cidade de Flores da Cunha, à primeira delas é pelo Mirante Gelain, onde você pode visualizar boa parte dos vales e montanhas que compõem a serra gaucha, em uma vista panorâmica.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Para os mais aventureiros é possível descer até a base da cachoeira, e contemplar essa beleza natural por um outro ângulo.

A trilha que dá acesso a Cascata do Bordin está dentro do Mirante Gelain, falando com o administrador Marcos é possível percorrer o caminho sem auxílio de um guia especializado.

Recomendamos que para facilitar o trajeto até a queda de água você vá com alguma pessoa experiente em trilhas e que conheça a região, nunca vá sozinho fazer trilhas na natureza.

O caminho para a Cascata do Bordin possuí um grande desnível, já nos primeiros metros da trilha vem o primeiro desafio, passar por meio de uma fenda rochosa, seguindo pelo trajeto marcado você descerá margeando o paredão que fica do lado direito.

Logo em seguida vem o segundo desafio, descer uma trilha inclinada segurando uma corda (a corda está fixada ali sempre), logo após você terá que descer por uma escada fixada no paredão.

Se você sofre de problemas nas articulações, medo de altura ou problemas cardíacos não recomendamos fazer essa trilha.

Depois de descer a escada você verá uma bifurcação de trilhas, siga pelo lado esquerdo, neste trecho deve-se prestar muita a atenção, pois há pedras de todos os tamanhos, muito cuidado para não torcer o pé entre uma pedra e outra.

A trilha segue assim até chegar em um ponto onde é necessário prender uma corda para descer com mais segurança, dali em diante a trilha leva até a base de uma pequena cachoeira de aproximadamente 6 metros de altura.

Para acessar a Cascata do Bordin, você terá que cruzar o rio, muito cuidado nesta hora, pois a passagem se dá entre essa cachoeira de 6 metros e um tobogã natural gigante de águas cristalinas que descem em velocidade formando uma outra cascata de mais de 30 metros de altura aproximadamente. Para sua maior segurança, recomendamos esticar uma corda de um lado a outro do arroio.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A Trilha segue na margem direita do arroio, subindo um caminho através de pedras gigantescas e lisas, muito cuidado para não escorregar e vir a sofrer alguma torção.

Ao chegar na Cascata do Bordin, o visual é de tirar o fôlego, águas cristalinas despencam pelo paredão cerca de 80 metros, estar ali presenciando o poder das águas nôs faz pensar o quanto somos pequenos em relação a natureza que nos cerca.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A trilha toda é de nível moderado, pois a inúmeras pedras lisas e soltas, em alguns pontos é necessário segurar-se em árvores e usar cordas para apoio.

Lembre-se de sempre estar com calçados adequados para trilhas e pré amaciados, aqui em nosso site você pode conhecer os melhores calçados para trilhas e aventuras, acesse.

Cascata do Bordin
Tênis Salomon Speedcross 4 – Crédito: Luís H. Fritsch