Cachoeira dos Bugres

A Cachoeira dos Bugres está localizada na cidade de Alto Feliz/RS – Brasil, a cerca de 5 quilômetros do centro da cidade. A estrada de acesso à cachoeira é a mesma que leva ao Morro Gaúcho, não há placas que indicam a cachoeira, mas se seguir em direção ao Morro Gaúcho se chegará a uma encruzilhada, à direita se vai ao Morro dos Coqueiros, e à esquerda ao Morro Gaúcho. Seguindo essa estrada em sentido norte, andando uns 2 quilômetros, se chegará a uma curva fechada à direita, ali se entra e segue até chegar em uma enorme plantação. Neste local não há estacionamento, então tem que deixar os veículos ao lado da estrada (estrada que leva a uma residência).

Cachoeira dos Bugres
Encruzilhada, à direita se vai ao Morro dos Coqueiros, e à esquerda ao Morro Gaúcho.
Cachoeira dos Bugres
Enorme plantação, (estrada que leva a uma residência).

A trilha é de fácil acesso, até a cachoeira são aproximadamente 500 metros. A trilha começa ao lado esquerdo da plantação junto ao mato, ao chegar ao fim da plantação começa uma trilha em meio à mata nativa, a trilha em si não é difícil, mas há alguns pontos que são escorregadios e possui obstáculos para transpassar como: pedras e algumas árvores caídas, em virtude dos fortes ventos da região. Seguindo a trilha se chega a uma bifurcação sendo que a trilha da esquerda leva à crista da cachoeira, a vista é muito bonita, é possível enxergar os vales da região, a segunda trilha leva a uma gruta, onde é possível ver a queda d’água, um lugar muito interessante. Para descer até o pé da cachoeira, tem que sair da gruta, pegando uma trilha à direita, essa parte é um pouco mais complicada, pois o chão é escorregadio e a trilha passa ao lado de um desfiladeiro, então é necessário estar bem atento, para não se segurar em galhos podres ou pisar em pedras soltas.

Cachoeira dos Bugres
Começo da trilha
Crista da Cacheira dos Bugres
Cachoeira dos Bugres
Gruta da Cachoeira dos Bugres
Cachoeira dos Bugres
Vista da gruta

Ao chegar ao pé da cachoeira a vista é sensacional, a cachoeira possui aproximadamente 30 metros de altura, em dias de calor é possível se refrescar nas as águas da cachoeira. A cachoeira está localizada em meio à mata nativa, um lugar que tem uma beleza impressionante, livre de poluição.

Cachoeira dos Bugres
Cachoeira dos Bugres

Na cidade de Alto Feliz/RS, ainda é possível desbravar o Morro do Tigre, dali é possível assistir um pôr do sol magnifico, confira!

Caverna Indígena em Veranópolis/RS

Para chegarmos até a caverna indígena é preciso subir o vale do Rio das Antas pela RST 470 em direção a Veranópolis. A estrada é muito bonita, com curvas, vegetação densa e mirantes que possibilitam a visão para  um dos principais rios da região serrana. A sinalização para o acesso da caverna é praticamente inexistente, as poucas placas que encontrei estavam escondidas pelo mato que cercava a rodovia.

Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Os vestígios encontrados no local da gruta, indicam a habitação de índios Kaingangs há aproximadamente 2.000 anos atrás. Quando cheguei na entrada da caverna não imaginei que o interior dela pudesse ser tão grande, a largura da caverna é de 28 metros e a profundidade é de 67 metros repletos de túneis e passagens internas.
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch

A gruta é de rocha vulcânica e foi formada devido a erosão dos ventos e das chuvas durante milhões de anos. Dentro da caverna a penumbra é total, por isso, antes de visitar o interior da gruta o visitante deve ligar o interruptor das luzes internas que fica na entrada e após a visita deve desligá-lo novamente.

Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H> Fritsch

A visita ao local não tem custo nenhum, a descida até a entrada da Caverna Indígena é feita por uma trilha na mata, são cerca de 500 metros, mas a trilha não é perigosa, nos trechos mais íngremes foram construídas escadas para facilitar a locomoção dos visitantes.

Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch
Caverna Indígena em Veranópolis/RS
Foto: Luís H. Fritsch

Escrito por: Rui Romanini

Praia Vermelha, quase deserta em Santa Catarina/SC

Praia Vermelha, quase deserta em Santa Catarina/SC

Praia Vermelha – SC

Localizada entre as praias do Ouvidor e do Rosa, a Vermelha tem aproximadamente 480 metros de extensão e está dentro de uma área particular com acesso de veículos restringido, porém o acesso de pedestres é liberado.

Praia Vermelha
Foto: Lucas Sironi

A praia é muito bonita e rústica, a Família Gerdau, dona da área que circunda a praia, construiu algumas residências, mas preservou parte da paisagem e fez um caminho por onde se vai pé até a praia.

Praia Vermelha
Foto: Luís H. Fritsch
Praia Vermelha
Foto: Luís H. Fritsch

Com boas ondas quando a entra a ondulação correta, essa praia é bastante frequentada por surfistas e amantes da natureza. É um passeio interessante para quem curte uma praia mais deserta e reservada. Lembre-se que o local não possui infra-estrutura turística e deve-se respeitar as regras de uso e também não largar lixo no local.

Praia Vermelha - Garopaba
Foto: Internet

O acesso pode ser feito por trilha que começa no canto esquerdo da Praia do Rosa (Rosa Norte) costeando o morro, ou também por um trilha que parte é cimentada e começa próximo a entrada da praia do Ouvidor.

Praia Vermelha
Foto: Internet

Rapel: O mundo do esporte e da emoção

Rapel: O mundo do esporte e da emoção

Rapel é um esporte considerado técnica vertical,  e aplicado como  um dos mais aventureiros. A prática do rapel, seja ele em ambiente urbano ou natural, só pode ser feita mediante adoção de várias medidas de planejamento e segurança. Tais medidas transformaram a técnica de descida em corda, usada por profissionais que trabalham em altitudes como, espeleólogos e bombeiros.

Rapel
Foto: Outddor Equipamentos

O esporte não se trata apenas de subir prédios, montanhas ou pontes para simplesmente depois descer usando uma corda. Além de um planejamento prévio, que envolve o reconhecimento do local, o rapel requer ainda conhecimentos técnicos e uso de equipamentos de segurança próprios, os quais os praticantes devem estar familiarizados antecipadamente.

Antes de descer em paredes, vãos livres,encostas, picos ou cachoeiras, com o auxílio da corda, equipamentos adequados devem estar ao alcance de quem pretende se aventurar , tais como: conhecimentos como resistência do material;  manuseio do equipamento, técnicas de primeiros socorros; uso de luvas e capacete.

Rapel
Foto: Marcio Basso

A cada nível de descida é exigido mais conhecimento do praticante. Esse conhecimento deve ser repassado por pessoas preparadas e capacitadas em cursos de acordo com regras de segurança estabelecidas pela mesma legislação que regulamenta a execução de trabalho em altura.

Rapel
Foto: Marcio Basso

O Rapel é um esporte para ser praticado em grupo. Estar bem alimentado e respeitar seus próprios limites e do companheiro e nunca deixar a autoconfiança tirar sua atenção das medidas de segurança que são constantemente exigidos de quem  o pratica.

Rapel
Foto: Fabinho Oliveira

Lugares para praticar rapel:

Cascata do Salto Ventoso – Farroupilha/RS

Cascata do Chuvisqueiro – Rolante/RS

Cachoeira dos Marins – Cotiporã/RS

Cascata da Gruta 3° Légua – Caxias do Sul/RS

Cachoeira Salto Escondido – Nova Roma do Sul/RS

– Gparque Farroupilha – RS

– Mirante Gelain – Flores da Cunha/RS

Empresa que oferece equipamentos, cursos e descidas de rapel:

Outdoor Equipamentos

Texto: Luís H. Fritsch/Patrícia de Cesaro

Parque Estadual Pedra Azul/ES

Parque Estadual Pedra Azul/ES

O Parque Estadual Pedra Azul foi criado em 1991 para proteger o patrimônio natural da região, em especial a famosa Pedra Azul, uma formação rochosa de granito com 1822 metros de altura, atração que pode ser vista de longe.

Parque Estadual Pedra Azul
Entrada do Parque – Foto: Luís H. Fritsch

O Parque possui 1.240 m² e uma variedade de opções de passeios a pé. Dentre as caminhadas mais procuradas, destacam-se as que leva às piscinas naturais, a que leva até a Pedra do Lagarto, a do Mirante e da própria Pedra Azul, que incorpora em seu roteiro as passagens pelos locais anteriores.

Parque Estadual Pedra Azul
Pedra do Lagarto – Foto: Luís H. Fritsch

O Parque possui duas trilhas:

Trilha 1 – Nível fácil: Trilha de Pedra Azul, com percurso de 1900 metros (ida e volta), onde os visitantes são conduzidos  até a base da Pedra Azul, passando pelos mirantes da Pedra Azul e do Forno Grande.

Parque Estadual Pedra Azul
Vista do Mirante – Foto: Luís H. Fritsch

Outra Opção deste percurso é passar pela trilha do Cedro Sentado, com percurso de 600 metros, onde os visitantes são conduzidos até o mirante da Pedra Azul passando por uma árvore de Cedro rosa que “sentou” sobe a rocha.

Parque Estadual Pedra Azul
Foto: Luís H. Fritsch

Trilha 2 – Nível médio/difícil: Trilha das Piscinas Naturais, com percurso de 2.500 metros (ida e volta), onde os visitantes são conduzidos até as piscinas naturais escavadas sobre a rocha, com uma escalada de 97 metros com auxílio de corda. O banho nas piscinas é uma opção de recreação do local.

Parque Estadual Pedra Azul
Foto: Luís H. Fritsch
Parque Estadual Pedra Azul
Piscinas Naturais – Foto: Luís H. Fritsch
Parque Estadual Pedra Azul
Foto: Luís H. Fritsch

Agendamento:

Todo passeio deverá ser agendado com antecedência de pelo menos 24 horas (1 dia), e deverá ser sempre acompanhado por um guarda-parque do IEMA.

Telefone para agendamento: (27) 3248-1156

E-mail: pepaz@iema.es.gov.br

O horário de funcionamento é das 8:00 horas as 17:00 horas.

Os horários de saída para o passeio nas trilhas são as 9:00 horas da manhã e às 13:30 horas da tarde.

O passeio pode ser feito por grupos de no máximo 20 pessoas.

Informações Úteis:

É aconselhado aos visitantes trajar roupas leves e confortáveis

Infra-estrutura:

O parque possui estrutura aberta ao público, com centro de visitantes e trilhas de fácil acesso. O centro de visitantes possui banheiros, bebedouros e coleção de fauna e flora.

Parque Estadual Pedra Azul
Centro de apoio – Foto: Luís H. Fritsch

Não há camping ou lanchonete no interior do Parque, más há hotéis, pousadas, restaurantes, lanchonetes, cafés e lojas de agroturismo nas proximidades, que oferecem diversos serviços e áreas de lazer.

Geografia:

Área: 1.240 hectares.

Perímetro: 22.348,15 metros

Clima: Pedra Azul está localizada em uma região de terras frias, acidentadas e chuvosas com chuvas concentradas nos meses mais quentes e estiagem nos meses mais frios.

Temperatura: A temperatura do mês mais frio, em média, varia entre 7,3 a 9,4° C e do m~es mais quente entre 25,3 a 27,8° C.

Altitude: A altitude varia entre 1.250 metros no centro de visitantes a 1.909 metros no pico da Pedra das Flores, o ponto mais alto da unidade de conservação.

Solos: Os solos são constituídos por Litossolos, solos rasos assentados sobre a rocha. As formações rochosas são proeminentes, aflorando em diversos pontos do Parque e proporcionando balas paisagens.

Onde Fica:

O Parque Estadual Pedra Azul está localizado nos municípios de Domingos Martins e Vargem Alta/ES. Abrange as localidades de Pedra Azul, São Sebastião do Aracê e São paulo do Aracê.

Distâncias:

Vitória/ES: 100 Km

São Paulo/SP: 818 Km

Rio de Janeiro/RJ: 470 Km

Porto Alegre/RS: 1.962 Km

Fonte: Pedra Azul do Aracê

GParque Farroupilha – Um paraíso na Serra Gaúcha

GParque Farroupilha – Um paraíso na Serra Gaúcha

O GParque Farroupilha é um novo empreendimento no interior de Farroupilha. É uma ideia que surgiu a partir de um sonho e idealismo da Família Giacomini em 2013.  Com a pretensão de crescer e prosperar no segmento do ecoturismo, o parque oportuniza aventura, lazer, tranquilidade, diversão e alegria para todas as idades, sempre focado na importância e necessidade da preservação do meio ambiente. Em meio aos Vales da Serra Gaúcha, é possível desfrutar da natureza intacta.

Atividades realizadas no parque:

Mini café Colonial:

Com produtos coloniais onde o verdadeiro sabor caseiro prevalece é oferecido aos visitantes uma variedade de pães, bolos, frios, salgados e doces.

GParque
Foto: GParque Farroupilha

Caminhada ecológica e banho de rio:

A trilha ecológica que leva ao rio é uma trilha de nível moderado, no início há uma descida íngreme e de certa forma um pouco escorregadia, nesse trecho há pontos de ancoragem onde é possível se apoiar durante a descida, após passar por esse trecho, a trilha passa a ser em meio à mata nativa levando até o rio chamado de Quatorze – como é conhecido pelos moradores da região.

GParque
Foto: Marcio Basso

No Rio Quatorze há duas quedas d’água, a primeira possibilita um banho muito interessante nas piscinas naturais de aproximadamente 1,20 centímetros de profundidade.

GParque
Foto: Marcio Basso

 Já a segunda cachoeira é mais alta com aproximadamente 4 metros de altura, onde o aventureiro pode saltar da crista e cair em uma piscina natural com cerca de 10 metros de profundidade, para quem  não sabe nadar ou mergulhar, mas deseja saltar, a equipe do parque fornece equipamento de segurança (colete salva-vidas).

GParque
Foto: Marcio Basso

Trekking:

Uma caminhada de nível moderado de aproximadamente seis quilômetros de extensão.

Nesta atividade é possível observar todas as belezas do parque e em seus arredores além de vivenciar grandes aventuras como: atravessar rios, ver paredões de pedra de mais de 80 metros, passar por cachoeiras do Rio Quatorze, plantações de árvores frutíferas regionais. É um passeio que dura em média 2 horas e 30 minutos.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

Rapel:

Uma atividade radical de aproximadamente 50 metros de altura, onde o aventureiro recebe todos os equipamentos de segurança e é acompanhado por um instrutor do parque.

A descida é bem tranquila, pois o instrutor está sempre ao seu lado para assessorar seus primeiros passos, no primeiro ponto da descida há degraus de apoio para os pés que ajudam a não forçar tanto os joelhos e a cintura, após passar deste ponto o aventureiro fica em rapel negativo (rapel sem apoio na parede), este ponto é o mais divertido, onde é possível apreciar a beleza da natureza enquanto vai descendo por toda a extensão do rapel.

GParque
Foto: Marcio Basso

Escalada na pedra – (Toca da Onça):

A escalada recebe esse nome, pois um buraco em meio à rocha lembra a toca de uma onça.

A escalada é feita em uma parede natural de aproximadamente 15 metros de altura. Da mesma forma que no rapel, na escalada todos os equipamentos de segurança são disponibilizados pelo parque, além do aventureiro ser acompanhado por instrutores capacitados à função.

GParque
Foto: Marcio Basso

Tirolesa:

Uma atividade que consiste em descer por uma roldana presa a um cabo de aço usando equipamento específico.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

A descida tem cerca de 100 metros de extensão, onde é possível se observar boa parte do parque.

O GParque possui uma infraestrutura bem completa composta por: churrasqueiras, mesas e cadeiras,  banheiros, bar, piscina, estacionamento e áreas de Camping.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch
GParque
Foto: Luís H. Fritsch

O parque disponibiliza também uma piscina artificial de aproximadamente 45 mil litros de água com 1 metro e 30 centímetros de profundidade, uma opção a mais para aproveitar o dia para relaxar junto à natureza exuberante do local.

GParque
Foto: Luís H. Fritsch

Para ver mais fotos, clique aqui

Valores por pessoa:

Valor de ingresso no parque R$ 5,00

Mini Café Colonial: R$ 25,00

Almoço ou Janta: R$ 18,00

Piscina: R$ 10,00

Caminhada Ecológica com Banho no Rio Quatorze: R$ 15,00

Tirolesa: R$ 10,00

Trekking: R$ 15,00

Rapel: R$ 35,00

Escalada na Pedra (Toca da Onça): R$ 15,00

Como chegar: 

Siga pela RS – 448 no sentido Farroupilha/Nova Roma do Sul – RS – Brasil, ao chegar na Vila Jansen, antes do posto de gasolina, dobre a direita, estrada pavimentada, siga até o final da rua e dobre a esquerda, continue sempre em frente, você verá um pequeno cemitério do lado esquerdo da rua, logo após a estrada se tornará de terra, siga sempre na preferencial até encontrar o salão da comunidade e o capitel, dali em diante já contém placas indicando ao parque.

Coordenadas: 29°06’43.1″S 51°21’07.0″W

GParque

Distâncias:

Porto Alegre: 132 km

Caxias do Sul: 38 km

Bento Gonçalves: 30 km

Do centro de Farroupilha: 20 km

Contatos e Reservas

(54) 9949.0558 – Vivo
(54) 9949.9029 – Vivo

E-mail: contato@gparque.com.br

Acesse: GParque Farroupilha

K2000 a maior tirolesa das Américas

K2000 a maior tirolesa das Américas

K2000 a maior tirolesa do Brasil, também anunciada como maior das Américas, inaugurada no dia 15 de novembro de 2014, em Santa Catarina, com 2100 metros de extensão.

A tirolesa está localizada entre os municípios de Rodeio e Benedito Novo, no Vale do Itajaí, sendo que o Deck de lançamento se encontra no município de Rodeio e a maior parte do percurso na cidade de Benedito Novo.

A torre de lançamento possui 12 metros de altura e foi montada no topo de uma montanha com mais de 900 metros de altitude. Sua estrutura em aço pesa mais de 7 toneladas.

A maior tirolesa das Américas faz parte do Big Mountain Adventure Park e desbancou a tirolesa de Pedra Bela, no interior de São Paulo, que era a maior do Brasil com 1.760 metros de descida real.

O caminho para chegar ao Big Mountain Adventure Park, entre Rodeio e Benedito Novo, é íngreme. As estradas de chão são estreitas e a paisagem muda a todo minuto. Quem percorre a distância que liga o centro de Rodeio ao parque é presenteado pela arquitetura com influências italianas e acompanhado pelas estátuas brancas que integram o Caminho dos Anjos e indicam o trajeto a ser percorrido.

Foto: Karen Couto
Foto: Karen Couto

O que deixa o cenário do parque mais atraente é o fato de a montanha situada em Rodeio ser utilizada como ponto de lançamento. Dos 900 metros de altitude é possível observar, além da própria Rodeio, as cidades de Ascurra, Apiúna e até mesmo Blumenau.

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Quem tem o conhecimento necessário para erguer a estrutura de salto é o construtor de tirolesas e paraquedista Sandro Marcos da Silva, 43 anos do Projeto Aventura Tirolesas do Brasil.

A primeira tirolesa ele construiu ainda no Esquadrão Paraquedista, em 1987. Desde então, já foram dezenas instaladas em todas as regiões do Brasil, além da construção de parques de aventura com escalada e arvorismo, atividades que envolvem aventura e contemplação da natureza.

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Foto: Sandro Marcos da Silva

É com orgulho que Sandro cita a construção da que foi a maior tirolesa do Brasil, em Pedra Bela (SP), com 1.760 metros, e a segunda maior de Santa Catarina, em Itá, com 1.176 metros. Hoje, a tirolesa cuja instalação supervisionou no Vale do Itajaí, no Big Mountain Adventure Park, é a maior do país e do continente americano, afirma. Com dois quilômetros, ela foi batizada de K2000 em homenagem à K2, a segunda maior montanha do mundo.

Em todo o projeto foram gastos mais de R$ 500 mil. Pelo difícil acesso à rampa de lançamento, um helicóptero foi usado para a instalação do cabo. Entre a ideia inicial da tirolesa e a sua inauguração, em novembro, cinco anos se passaram.

Dados importantes:

Idade mínima sem autorização é 18 anos. Menor de 18 deverá estar acompanhado de um maior de 18 anos responsável.

Proibido para Gestantes / Cardíacos e para pessoas com problemas relacionados a altura e velocidade.

 Valores:

 – Descidas com cadeirinha normal o valor é de R$ 65,00.

– Descidas com o traje de voo Speed Fly o valor é de R$ 80,00.

Nos dois valores acima já esta incluso o transporte até o topo da montanha.

Trekking RS, na inauguração da maior tirolesa das Américas.

Tudo começou em conversas com amigos para fazer essa super aventura, saímos de Porto Alegre no dia 14 de Novembro de 2014, levamos cerca de 14 horas de viajem para chegar na cidade de Rodeio/SC.
Na manhã do dia 15 de Novembro de 2014, fomos para o Big Mountain Adventure Park para conhecer essa super aventura, pelas fotos dá pra notar que foi uma maravilhosa atividade, com muita integração, velocidade e adrenalina!
Trouxemos algumas fotografias para inspirar você a também ir fazer essa prazerosa atividade radical!

K2000
Foto: Sandro Marcos da Silva
K2000
Foto: Karen Couto
K2000
Foto: Karen Couto
K2000
Foto: Karen Couto
K2000
Foto: Karen Couto
K2000
Traje Speed Fly – Foto: Sandro Marcos da Silva

Assista o vídeo:

Morro Moreno – Vila Velha/ES

Morro Moreno – Vila Velha/ES

O Morro Moreno possui 473.600,00 m2 de área, sendo uma parte loteada e outra, de 253.600,00 m2, de propriedade da Família Aguiar.

Com a RPPN (Reserva particular de Patrimônio natural) estabelecida, os proprietários do Morro pretendem criar o Parque Morro do Moreno preservando o remanescente de Mata Atlântica e oferecendo a comunidade e aos turistas uma opção de lazer de qualidade, com trilhas sobre a mata, espaço para oficinas de ecologia e arte.

Para a criação do Parque Morro do Moreno, seus proprietários estão buscando parcerias com grandes companhias privadas, governamentais, Ong’s e Fundações.

O Morro do Moreno, localizado em Vila Velha – ES, Brasil, debruçado sobre o Oceano Atlântico, é hoje um local perfeito para saltos de parapente, asa-delta e para a prática de escalada, devido a sua altitude de 184 m. Do topo do Morro, temos uma visão de 360º da cidade de Vila Velha, do mar e da capital do Espírito Santo, Vitória. É por causa de sua vista privilegiada e localização estratégica que o Morro do Moreno guarda muitas histórias, como as que seguem abaixo:

História:

Desde o início da colonização do Espírito Santo, o Morro do Moreno funcionava como posto de observação assegurando a defesa de Vila Velha e de Vitória, aos ataques dos navios corsários. O responsável pela observação era um colono que veio de Portugal com Vasco Fernandes Coutinho. Seu nome era João Moreno, daí o nome do Morro: MORRO MORENO. Além da atividade de vigia, João Moreno utilizava as terras do Morro para o cultivo.

No início do século passado, o topo do morro foi fundamental na criação de um sistema de sinalização para a entrada de navios na Baía de Vitória, reforçando sua vocação como Posto de Observação. Agora, ao invés de defesa de ataques dos navios, o topo do Morro do Moreno servia para auxiliar a navegação.

Morro Moreno
Foto: Arquivo pessoal
 Subindo a trilha do Morro Moreno:
A subida foi feita pela trilha Sul do Morro do Moreno em Vila Velha – ES. A entrada para trilha fica ao lado direito do início da estrada para carros. A trilha possui muitas bifurcações e é necessário estar com alguém que conheça bem o caminho, caso contrário é impossível seguir a trilha correta, pois não possui sinalização.O trecho é moderado, são pouco mais de 2 km de caminhada a maior parte é subida em uma trilha fechada no meio da mata, mas possui 3 pontos complicados, o primeiro logo no início onde é preciso atravessar um aglomerado de pedras com fendas profundas, os outros dois são paredes de pedra de 2 a 3 metros com inclinação de quase 90° onde é preciso subir segurando nas raízes que descem pela pedra.
Morro Moreno
Foto: Arquivo pessoal

Quase chegando ao topo existem dois pontos com visual aberto, no primeiro é possível visualizar a parte sul de Vila Velha – ES com a praia de Itaparica, parte da Praia da Costa, centro e o Convento da Penha.

Morro Moreno
Foto: Arquivo pessoal

Primeiro trecho com vista aberta. Foto com vista do Convento da Penha, do final da Terceira Ponte e do centro de Vila Velha-ES.

No segundo ponto com visual aberto é possível visualizar o convento da penha e Vitória-ES (baia de Vitória, Terceira Ponte, quase toda região de Vitória e ao fundo Serra-ES com o imponente morro do Mestre Álvaro).

Morro Moreno
Foto: Arquivo pessoal

Já no topo podemos observar o final da Praia da Costa em Vila Velha-ES, e a maior parte de Vitória-ES e da Serra-ES, em especial para a baia de Vitória e o morro do Mestre Álvaro ao fundo. No topo ficam localizadas torres de telecomunicação, também há um morador com uma pequena barraca que vende bebidas e comida. O topo é bem aberto e gramado.

Topo do Morro Moreno. Foto com vista para o mar de Vila velha – ES e os navios que aguardam para atracar no porto da Vale.

Morro Moreno
Foto: Arquivo pessoal

Voltamos pela estrada de carros que desce pelo lado norte do Morro Moreno, foi bem tranquilo e a estrada termina no nosso ponto de partida no pé do Morro do Moreno.
Recomendo não levar objetos que tenham que ser carregados na mão, pois irão atrapalhar ao atravessar os obstáculos do caminho. Leve um pouco de água, o trecho é pequeno, mas cansativo e no topo não há sombra.

Trekking RS – Caminhos pelo mundo!

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Fundador: Luís H. Fritsch

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Trekker, mochileiro e viajante, pratica atividades ao ar livre desde do ano de 2000, foi membro ativo do Movimento Escoteiro por 14 anos no Grupo de Escoteiro Salto Ventoso/82. Apaixonado por acampamentos, café e fotografia (seu maior hobby é fotografar o pôr do sol), atualmente trabalha na área de mídias social/marketing digital.

Contato: luis@trekkingrs.com

Facebook: Luís H. Fritsch

Sócio Administrador: Marcio Basso

Trekking

Trekker, mochileiro e viajante, pratica atividades ao ar livre desde 2005, foi membro ativo do Movimento Escoteiro por 10 anos no Grupo de Escoteiro Salto Ventoso/82. Apaixonado por acampamentos, conhecer lugares e fotografia (seu maior hobby é fotografar paisagens), atualmente trabalha na área de mídias social/marketing digital.

E-mail: luis@trekkingrs.com

Facebook: Marcio Basso