Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

A localidade de Criúva é reconhecida como o lado campeiro da cidade de Caxias do Sul, o distrito de Criúva teve sua origem na época do tropeirismo e foi inspirado no nome da árvore típica da região.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

 

Além da vasta cultura trazida pelos tropeiros a localidade de Criúva é privilegiada pelas belezas naturais de seu interior: são cascatas, rios, matas nativas, flora e o maior recurso hídrico potável do município.

O distrito fazia parte do município de São Francisco de Paula até 1954, quando foi anexado à Caxias do Sul. Seus primeiros moradores, depois dos índios, foram os portugueses. Mais tarde, outros imigrantes sobretudo italianos foram responsáveis pela miscigenação existente hoje no local.

Turismo de aventura:

Há apenas uma empresa de turismo que explora o turismo na localidade de Criúva. Seus principais pontos turísticos são a Cachoeira da Mulada, Ponte dos Korff, Cânion Palaquinho, nestes locais é possível fazer inúmeras atividades de aventuras, desde pequenas trilhas até grandes caminhadas, trekking, canyoning e muito outras.

A Criúva Operadora é uma agência familiar composta por Guadalupe Traslatti Pante e pelos seus pais Átilas Pante e Cláudia Traslatti.

Cachoeira da Mulada:

A cachoeira da Mulada é um dos principais pontos turísticos da localidade, pois sua queda de aguá chega medir aproximadamente 200 metros de extensão, em meio a lindos campos verdejantes, a cachoeira se destaca pela sua beleza exuberante.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

Ponte do Korff

A ponte do Korff foi a primeira ponte construída sobre o Rio das Antas, ligando Caxias do Sul com Vacaria, com o objetivo de transportar mercadorias ao centro do país e vice-versa. Foi declarada patrimônio histórico e cultural do Estado do Rio Grande do Sul no ano de 2006. O início de sua construção aconteceu em 1901 e foi inaugurada em 15 de fevereiro de 1907.

A ponte não possui parafusos e foi montada com rebites. Tem 108 metros de comprimento e 19,6 metros de altura. O assoalho é de madeira e os pilares são de pedra.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

Cânion Palaquinho

Distante cerca de 90 quilômetros do centro de Caxias do Sul, na Serra, a Unidade de Conservação Municipal de Proteção Integral Monumento Natural Palanquinho, criada oficialmente em novembro do ano passado no distrito de Criúva, tem como atração principal o Cânion Palanquinho.

Para ter acesso aos cânions é preciso ir até o centro de Criúva, seguir por São Jorge da Mulada e enfrentar mais 18 quilômetros de estrada de chão. A última placa indicativa do lugar, com a inscrição “Kênio”, foi feita por um morador para suprir a falta de sinalização.

Os roteiros pelos cânions vão desde uma caminhada de 20 minutos pela superfície até trilha de 17 quilômetros pelo seu interior.

Criúva - Cânion Palaquinho

Os pacotes de turismo de aventura contemplam diversos pontos turísticos de Criúva, com preços que vão de R$ 30,00 a R$ 150,00 reais por pessoa, acessíveis a todas as idades e condicionamento físico, incluí a comunidade em seus programas turísticos.

Onde almoçar:

É impressionante como um lugar tão pequeno pode ter tantos atrativos. A Casa verde é um exemplo de simplicidade e bom gosto, com culinária simples apresenta em seu cardápio campeiro os seguintes pratos: Arroz, feijão, polenta, abóbora, carne de panela, batata cozida e saladas.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

O grande diferencial é que tudo é feito num fogão à lenha feito pela proprietária, dona Cláudia. Tô falando da comida e do fogão. Isso mesmo, ela própria fez o fogão.

Caso você queira provar as delicias feitas neste local único é preciso fazer agendamento prévio, com cerca de 24 horas de antecedência pelo Telefone (54) 3267-8255.

Onde acampar:

O Camping Balneário e Coqueiros fica na localidade de São Jorge da Mulada, distrito de Criúva. Para saber mais acesse o site Onde Acampar.

Waynapicchu a montanha jovem!

Hoje falarei um pouco sobre a minha experiencia e o privilégio de ter subido no topo da montanha de Waynapicchu, que traduzido do Quechua significa Montanha Jovem. Localizada a 2.667 metros acima do nível do mar, é com certeza um dos locais mais procurados pelos visitantes da cidadela de Machupicchu.

Para ter ideia da exclusividade que é dada a essa montanha, apenas 400 pessoas/dia, divididas em dois grupos de 200 pessoas cada, podem subir ao topo, com horários pré-estabelecidos. Para tanto, o bilhete deve ser adquirido com pelo menos um mês de antecedência, caso seja um aventureiro como eu e esteja sempre buscando novos desafios, essa trilha é para você!

Waynapicchu a montanha jovem!

Waynapicchu a montanha jovem!

Cheguei na  guarita que dá acesso a Montanha Waynapicchu por volta de 06 h 50 min, o bilhete de entrada que comprei era com o primeiro horário, pois logo no começo da tarde precisava pegar o trem de volta a Cusco. Com a guarita fechada ficava imaginando como seria a trilha, os perrengues que iria passar (pois tenho um certo medo de altura) acredito que combater nossos medos é a maneira que mais contribui para nossa evolução como pessoa.

A guarita abriu, o guarda do parque carimbou o bilhete e pediu para assinar um livro enorme, onde nele precisava preencher com o nome da pessoa, país, idade e o horário de entrada. Somente após tudo preenchido era possível realizar a trilha.

Na primeira parte da trilha, tive a impressão de estar passeando em um parque, as trilhas são largas, bem sinalizadas e com pequenos degraus em divididos em lances, a vista é incrível. Apos a subida de certa altitude, inicia uma descida um pouco íngreme e sinuosa, neste ponto, é possível avistar boa parte das trilhas (vídeo 1) que levam até o cume da montanha.

Waynapicchu landscape

Ao iniciar a trilha, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi que também é possível fazer uma segunda trilha, na montanha de Huchupicchu, que é uma montanha bem mais baixa e localizada na frente da montanha Waynapicchu.

Video 1

O vídeo acima retrata a transição entre as montanhas de Huchupicchu para a Waynapicchu. A partir desse ponto, a subida se torna cada vez  mais íngreme e estreita, conforme ia caminhando tinha a sensação de estar subindo para as nuvens, durante todo o trajeto é possível visualizar pessoas acima  e outras abaixo, todas em direção ao cume, essa possibilidade de ver pessoas acima e abaixo de você é algo fascinante e ao mesmo tempo um pouco insano. A parte interessante da subida e das longas escadarias é que na maioria delas existe um corrimão feito de cabos de aço, estes são encrustados nas pedras, o que possibilita agarrar-se a ele o que causa segurança na subida. Os degraus possuem um bom espaçamento e há inúmeros pontos de paradas para descanso, para ter ideia do quanto cansa subir os inúmeros lances da escadaria, a cada dois lances, por dois motivos, obrigava-me a parar alguns minutos, um deles, certamente era para pegar fôlego, e o outro, para admirar a beleza do lugar e eternizar a vista através de imagens fotográficas.

Waynapicchu - caminhos pelo mundo

subindo a montanha de Waynapicchu

“O caminho é o que importa, não o seu fim. Se viajar depressa demais, vai perder aquilo que o fez viajar.” Louis L’Amour

Após inúmeras paradas e muitos  lances de escadaria atingi o primeiro mirante. Do local é possível avistar a cidadela de Machupicchu e as montanhas ao seu redor, estas que tem tons avermelhados o que deixa a vista muito mais incrível. Neste momento, agradeci por poder estar ali naquele lugar e poder desfrutar de toda aquela beleza natural. No mirante inicia uma sessão de escadaria totalmente vertical, só de olhar para cima já dava arrepios, neste trecho os degraus são pequenos e estreitos, logo que comecei a subir a sensação de medo  somada com a imensa vontade de chegar ao topo, me fez subir degrau por degrau sem olhar para baixo, alguns trechos desta subida contém corrimão, porém em outras partes, foi necessário se agarrar nas pedras da parte de cima. A escadaria é tão vertical que algumas vezes precisei subir de quatro pés, só para constar, calço número 38 e em relação aos degraus, o meu pé ficava apoiado somente pela metade, então na maioria das vezes subi de lado.

Vídeo 2

As escadas verticais de Waynapicchu

Atingir o cume é algo incrível, do alto temos uma visão 360° graus e um vista panorâmica de Machupicchu. O esforço empreendido para subir e a respiração ofegante na maioria do trajeto é compensada pela paisagem única do lugar. E foi neste ponto, exatamente no cume, que sentei em uma pedra  e fiquei apenas observando e agradecendo a oportunidade de poder estar ali.

No topo da montanha encontram-se algumas construções andinas que serviram como observatório astronômico, e também o Templo da Lua, construído em uma caverna natural.  Aproveitei para fazer algumas fotos, veja abaixo:

Primeiro mirante de Waynapicchu

Construções Andinas de Waynapicchu

Cume da montanha de Waynapicchu

Topo da montanha de Waynapicchu

Permanecemos cerca de 30 minutos no cume e é chegada a hora de iniciar a descida de retorno. Não sou o tipo de pessoa que gosta de descer montanhas, todo o tempo ficava imaginando, e de certa forma preocupado em como faria para descer aquela escadaria vertical, mas como a descida era obrigatória, com muito cuidado e atenção fui descendo degrau por degrau, com olhar fixo e atento a cada passo, pois não queria sofrer algum deslize. Entre subir e descer, foram aproximadamente 1 h e 45 min. No retorno à guarita, antes da saída, novamente se faz necessário assinar o livro e preencher a hora de retorno.

Guarita-Waynapicchu

Recomendações e conclusões importantes:

A trilha que leva à Montanha Waynapicchu é bastante estreita, íngreme e cansativa, caso você tenha algum problema nas articulações, sobre-peso, pânico de altura ou problemas cardíacos, não recomendo fazer essa aventura.

A caminhada, por sua vez, posso dizer que não é tão difícil como eu imaginava. Acredito que seja  de nível moderado, tornando-se assim, recomendada para pessoas que já praticam algum tipo de exercício físico.

Use calçados confortáveis e já pré amaciados, chapéu ou boné, protetor solar e repelente.

Ingresso Montanha Waynapicchu:

  • Altura: 2,693 m.s.n.m.
  • Localização: Norte da montanha de Machu Picchu.
  • Acesso: Da Cidade Inca de Machu Picchu, no Setor de Huayranas (Rocha Sagrada). Ingresso a partir do Casa Controle.
  • Bilhete de Ingresso: Ingresso Machu Picchu + Waynappichu.
  • Horários: Primeiro Grupo: 07:00 hrs. 08:00 hrs. – Segundo Grupo: 10:00 hrs. – 11:00 hrs.
  • Número de visitantes: 400 por dia, divididos em dois grupos de 200. Mostrar disponibilidade Waynappichu.
  • O tempo de caminhada: 1 hora e 30 minutos subida e da mesma forma para descida.
  • Grau de dificuldade: Media, penhascos, íngremes das montanhas, muitos passos (não recomendado para aqueles que sofrem de vertigem).
  • O que levar?: Sapatos antiderrapantes, protetor solar, repelente de insetos, capa de chuva (dependendo da época).
  • Atrações arqueológicas: Andinas, o Templo da Lua em uma caverna com amostras de nichos, vergas e fina cantaria.
  • Flora e fauna: Paisagem de selva, cercado por uma vegetação exuberante, um habitat importante para aves, borboletas, insetos, todos pertencentes à paisagem tropical.
  • Clima: Quente e úmido durante o dia, esfriando à noite. Estação seca: Maio-Outubro / Estação das chuvas: Novembro-Março.
  • Vantagens: Vista panorâmica do Cidade Inca, estradas, ruas, praças e delegacias.
  • Desvantagens: Precipícios, coberto por vegetação, caminho estreito.

Thule Versant 50L – Testes no Peru

Apresento a vocês a nova mochila cargueira Thule Versant 50L, testei toda a sua funcionalidade na última viagem que fiz ao Peru, lá conheci muitos parques arqueológicos nas cidades de Lima, Cusco, Valle Sagrado, Machupicchu e a montanha Wuaynapicchu. Pude testar todas as tecnologias empregadas no produto durante 10 dias viajando pelo Peru com esta mochila nas costas. Neste post mostrarei todas as suas características, tecnologias empregadas, pontos positivos e negativos para que você conheça o produto antes mesmo de ir à loja efetuar a compra.

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Sobre a marca:

Thule-logo

A Thule é uma empresa Sueca, criada em 1942 que tem como missão trazê-lo para mais perto do mundo e de sua paixão pela vida. É um grupo internacional de pessoas unidas pela paixão em ajudar famílias ativas e entusiastas de atividades ao ar livre.

Site da marca no Brasil: www.thule.com

Tecnologias empregadas:

As mochilas da marca Thule sempre me chamaram a atenção, pois além de serem leves e ao mesmo tempo robustas são muito práticas, posso dizer que realmente esse modelo, Versant 50L, é útil para quase todos os tipos de viagens e aventuras, pois não é uma mochila muito grande, mas ao mesmo tempo não é pequena.

A Thule Versant 50 L é fabricada com tecidos cordura 420D e nylon 100D, que são materiais bem leves e bem fortes, muito difícil rasgar. Para testar isso despachei a mochila pelo compartimento de bagagem do avião sem embalar com aqueles sacos plásticos encontrados nos aeroportos, mesmo sabendo que as pessoas que carregam e descarregam os aviões não são lá muito cuidadosas com nossas malas e mochilas. Durante todos os translados também não usei proteção na mochila, voltei para casa com ela apenas um pouco suja, mas sem sinal de rasgos ou algum fio à amostra, isso me satisfez muito.

Thule Versant

A mochila apresenta dois ajustes de regulagem, o primeiro deles é a regulagem de altura das alças, podendo aumentar ou diminuir em até 12 centímetros a altura das alças. Para fazer o ajuste das alças é muito fácil, 1 – solte a fita compressora; 2 – levante o costado; 3 – posiciona para o tamanho desejado; 4 – abaixe o costado; Uma maneira fácil e rápida de ajustar as alças, com isso o ajuste fica perfeito no seu corpo.

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Ajuste das alças

A novidade nessa linha de mochilas cargueiras Thule Versant é o ajuste na barrigueira de até 10 centímetros, isso melhora muito o conforto quando você  coloca-a nas costas, com essa tecnologia a mochila fica mais firme em torno do quadril.

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Para ajustar é muito fácil também, vou explicar passo a passo: 1 – puxe o elo da barrigueira para cima e ajuste conforme o tamanho desejado; 2 – prenda um velcro no outro para manter a medida estável; 3 – coloque a ponta do elo de ajuste dentro do compartimento da barrigueira. Pronto, agora a barrigueira já está ajustada.

A mochila Thule Versant é principalmente usada para trekkings de 3 a 5 dias e viagens do tipo “mochilão”, eis que seu tamanho é ideal para acondicionar todos os equipamentos necessário para uma boa aventura. Conta com medidas de altura de 69 cm, largura: 38 cm e profundidade: 34 cm, no total fica 141 cm, esse total é importante você saber, pois em algumas viagens só é permitido embarcar com mochilas de até 157 cm no total. Como exemplo dessa exigência, cito a viagem de trem entre o Valle Sagrado dos Incas para Aguas Calientes, no Peru, onde escolhi para testar o produto.

Depois de ajustada, a mochila, se encaixa muito bem no corpo sendo bem anatômica, o que torna muito prático seu uso. Além disso, é muito leve atingindo 1,86 kg no total, incluindo a capa de chuva.

Conta ainda com duas fitas de compressão  bem distribuídas em cada lado, mantendo a carga  estabilizada dentro da mochila. Um detalhe que vale mencionar, nas fitas de compressão da parte de cima tem um local para fixar os bastões de caminhada, ficando um para cada lado, assim equilibrando todo o conjunto já que a fita prende o bastão através de uma alça de velcro mantendo-o firme.

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Compartimentos e bolsos:

A mochila Thule Versant 50L conta com uma variedade de compartimentos, tanto do lado externo quanto interno. Na parte externa, existem 5 compartimentos e 1 bolso, o primeiro compartimento que cito é um compartimento grande, de tecido telado localizado frontalmente, este tem fechamento por clipe de mochila. Logo abaixo, fica o compartimento da capa de chuva, identificado com a palavra Raincover, este é fechado por zíper. Nas laterais tem dois compartimentos onde é possível colocar garrafas de água ou algum outro equipamento que necessite estar em fácil acesso para a sua aventura. Vale mencionar que os dois compartimentos possuem elásticos na suas extremidades, para firmar e estabilizar os objetos que ali forem colocados. Além disso, um destes compartimentos possui um zíper para acomodar objetos maiores que funciona como um extensor,  podendo com isso aumentar seu volume de carga.

O bolso está localizado na barrigueira ao lado esquerdo com fechamento por zíper, onde é possível colocar pequenos objetos, tais como, uma bussola ou barras de cereais. No lado oposto, tem um ultimo compartimento, este é construído de material impermeável, com fechamento parecido com os sacos estanques, onde você pode guardar os seus documentos e o celular. Por ser removível,  pode ser retirado e acondicionado dentro da mochila.

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Compartimento estanque, localizado do lado esquerdo da barrigueira.

A mochila Thule Versant 50L conta com duas aberturas, a tradicional conhecida pela parte de cima que é telescópica, isso quer dizer que pode ser aumentada e ajustada para melhor organização dos equipamentos, e outra frontal em U, com uma ampla abertura, diferente da modelo Guidepost 75L, já que o fabricante remodelou o tipo de abertura, possibilitando uma grande abertura, melhorando o condicionamento dos equipamentos no interior da mochila.

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Na parte interna da mochila possui um compartimento bem amplo para armazenar os equipamentos e para acomodar um reservatório de água de até 3 litros, que poderá ser afixado por um pequeno clipe de mochila. Já no lado externo, possui um símbolo de gota de água mostrando onde a mangueira do reservatório deve sair.

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Acredito que uma das melhores tecnologias empregadas no equipamento é a possibilidade de dispor, de forma fácil e ágil, de uma segunda mochila. Neste modelo, como já conhecemos nas mochilas da marca Thule, o capuz da mochila é facilmente transformado em uma pequena mochila de ataque. Na viagem pelo Peru , essa possibilidade me foi muito útil, pois ali colocava as câmeras, acessórios fotográficos e ainda consegui por alguns outros itens importantes,  como capa de chuva, gorro, luvas e mais algumas barras de cereais.

Num primeiro momento, o capuz parece pequeno, mas depois de usa-lo como mochila alternativa, concluí que é do tamanho certo para levar tudo que necessitamos.

O Capuz possuí 3 bolsos fechados por zíper, um deles é bem amplo, já os outros um pouco menores. Vale mencionar que as alças da mochila de ataque são marcadas com numerações 1, 2 e 3, estes números auxiliam o ajuste das alças no capuz, as alças são colocadas nos próprios clipes da mochila de manuseio fácil e rápido.

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Thule Versant 50l
Montanha Wuaynapicchu
Thule Versant 50l
No topo da Montanha Wuaynapicchu

Também é interessante mencionar que a parte de baixo da mochila conta com a tecnologia Stormguard, isto combina uma capa de chuva parcial juntamente com um forro internamente impermeável, criando assim uma bolsa totalmente impermeável. A capa de chuva pode ser usada de duas maneiras, a primeira delas é como o fabricante menciona(vide imagem dica 1),  e a outra maneira é colocando sob toda a mochila( vide imagem dica 2).

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Tecnologia Stormguard, isto combina uma capa de chuva parcial juntamente com um forro internamente impermeável.

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Especificações técnicas:

Sexo Masculino
Uso Viagem de vários dias
Durante a noite
Material Cordura 420D, 100D nylon
Volume (l) 50 l
Altura (cm) 69 cm
Largura (cm) 38 cm
Profundidade (cm) 34 cm
Peso (kg) 1,86 kg
Cor micado

Vídeo de apresentação:

Conclusões finais:

Recomendo e indico o uso da mochila Thule Versant 50L.  Com certeza, superou minhas expectativas ao ser minha companheira durante os 10 dias de viagem ao Peru. Testei todas as suas funcionalidades e tecnologias nas trilhas e andanças que fiz. A mochila é facilmente ajustada no corpo, o que fez a minha viagem ser realmente prazerosa, não tive nenhum problema com o produto. Se fosse para mudar algo nesse equipamento sugeriria que as alças fossem mais acolchoadas, pois quando ela está totalmente carregada as alças podem machucar um pouco os ombros e a região do peito.

A pequena mochila de ataque não é tão pequena quanto parece, nela consegui levar tudo que precisava para subir a montanha de Wuaynapicchu, de modo seguro e confortavel.

A mochila Thule Versant 50L tem o custo aproximado de R$ 1.600,00 (um mil e seiscentos reais), valor este que parece um pouco alto, mas como o produto é importado, os valores de impostos taxados na entrada do país, fazem com que o valor no Brasil se eleve. Mas posso dizer a vocês que mochila sempre será um investimento e não um gasto, por isso opte por modelos que sejam leves, confortáveis e duráveis. Afinal, nenhum viajante deseja ficar com dores após o trekking.

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Essa mochila foi fornecida para testes pela loja de nossos parceiros Guenoa Bikes e Apetrechos para a Aventuras, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS – Brasil.

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