Cachoeira do Rio Bello

Cachoeira do Rio Bello

Andando pelo interior da cidade de Caxias do Sul/RS, descobri duas lindas cachoeiras, uma conhecida como Cachoeira do Rio Bello e a outra como Cascata do Teichmann, as duas um tanto desconhecidas pela maioria das pessoas.

Pra quem acha que Caxias do Sul é somente uma cidade de pedra e concreto, está enganado, se olharmos para o tamanho da área territorial pertencente a essa cidade, veremos que existem muitos vales, alguns profundos e selvagem e ainda inexplorados pela maioria.

Andando pela estrada Municipal do Vinho, no sentido Vale Real à Caxias do Sul, notamos um grande vale a direita, seguimos este vale e encontramos uma grandiosa cachoeira, com aproximadamente 40 metros de altura.

Cachoeira do Rio Bello

Ao lado da estrada tem um mirante, onde é possível avistar a cachoeira ao longe. Mas como não conseguimos apenas olhar de longe, seguimos devagar, olhando na beira da estrada se havia alguma trilha que ao menos levasse na parte de cima da Cachoeira do Rio Bello.

Então estacionei o carro ao lado de uma capelinha, e ali continha uma pequena trilha, segui por ela e cheguei na crista da cachoeira.

O local é “Bello” como seu próprio nome refere, com todo o cuidado do mundo, comecei a caminhar sobre as pedras da parte de cima da Cachoeira do Bello, a vista do rio para o despencar das águas cristalinas da cachoeira em direção ao vale é muito legal, estar naquele local fez com que sentisse uma ótima conexão com a natureza, uma sensação de paz imensa.

Cachoeira do Rio Bello
Cachoeira do Rio Bello

Fiquei ali por alguns instantes, olhando o despencar das águas e tentando registrar algumas imagens legais. Nisso chegou um morador local, perguntei a ele se havia alguma trilha que desse para acessar a parte de baixo da queda!

O morador, bem atencioso disse que a única trilha que ele conhece é vindo do Camping do Rio Bello por dentro do próprio rio, uma trilha de aproximadamente 6 horas entre ida e volta. Agradeci as informações, olhei para o relógio e já era metade da tarde, não daria para fazer a trilha nesse dia. Teria então que voltar um outro dia pela manhã com mais tempo para então explora-la!

Olhei o mapa e encontrei outra cachoeira não muito longe dali, peguei o carro e segui a estrada em direção a Caxias do Sul, logo depois de uma ponte de concreto, dobrei a direita e segui por ela, andei por algum tempo e me deparei com uma outra cachoeira belíssima.

Eram inúmeras quedas de água que faziam uma enorme cachoeira, difícil de acreditar que uma beleza daquela estava assim, tão perto da estrada. Foi só descer do carro e admirar a paisagem.

Cachoeira do Rio Bello
Cachoeira do Rio Bello

Enquanto estava ali fazendo algumas fotos, refleti um pouco sobre as viagens que já fiz ao longo de anos “turistando” por aí, e cheguei a conclusão que precisamos conhecer e explorar mais a serra gaúcha, temos uma rica diversidade de locais, que é possível fazer dezenas de atividades de Ecoturismo e turismo de aventura bem ao lado de nossas casas e por alguma razão não damos a devida atenção para isso.

Viajamos o mundo, carimbamos nossos passaportes, fizemos travessias gigantescas de trekking por serras, cânions e inúmeros lugares, sempre tentando achar locais onde tenhamos a melhor conexão com a natureza.

Aqui na serra gaúcha temos muitos locais selvagens ainda, que com certeza geram uma conexão muito boa com a natureza em sí. Precisamos ficar mais atentos a toda essa exuberância natural que temos em nossos municípios.

Se tiver que dar um conselho a todos que leem meus textos e postagens, digo-lhes que saiam para explorar locais diferentes, não se contentem apenas com o turismo que está pronto, lembre-se de sempre compartilhar conosco, com seus amigos os novos destinos que conhecer.

Cachoeira

Fico por aqui e até o próximo post, curtam, comentem e compartilhem esses destinos com seus amigos!

Sobrevivência

Treinamento Especial de Sobrevivência

Foi realizado nos dias 23 e 24 da março a segunda edição do Treinamento de Sobrevivência, promovido pelo instrutor Marcelo Nava da Marinha do Brasil.

Contando com a participação de 3 alunos, com experiências e formações bem diversificadas, o desafio ocorreu numa grande área operacional de mata virgem, de propriedade do Sr. Raul do Camping Parque da Usina, em Farroupilha.

Sobrevivência


Equipe de Alunos:

  • Jean Gasperin: vendedor de Bento Gonçalves
  • Lair Schirmer: ambientalista de Arroio do Meio
  • Paulo Spilimbergo: médico de Porto Alegre

Após o encontro e briefing no Parque, onde todos se apresentaram e se conheceram, no início da tarde de sábado, a equipe iniciou uma caminhada de 1 hora até o Campo Escola. O local situa-se próximo a um arroio, contando com os recursos naturais para o aprendizado das técnicas de sobrevivência.

Instrução 1 – Abrigo

Os alunos tiveram a oportunidade de construir um abrigo coletivo,
empregando suas facas de mato e serrote, aprendendo a fazer amarras com os galhos e troncos de arvore, que serviram de estrutura. O telhado foi coberto com folhas de samambaia e o “colchão” foi produzido com grandes folhas de sororoca, que possui propriedade natural de isolamento térmico.

O instrutor orientou para a construção de camas simples, afastadas do chão, de modo a não perderem calor corporal em função da grande umidade do solo.

Instrução 2 – Fogo

Nessa parte do curso, foram apresentadas diferentes técnicas para
produção de faísca para dar ignição à isca (como resina de pinheiro, por
exemplo) e iniciar o processo de combustão da madeira morta, coletada no local.

Primeiramente, por meio do atrito entre gravetos com uma base mais
sólida, passando pelo uso da pederneira e aço e, por fim, através do uso de combustíveis infamáveis, como o álcool, e mesmo um maçarico improvisado com desodorante. A manutenção do fogo foi o maior desafio, em função da alta umidade do ar no dia do curso. Porém, como recurso de backup, foi permitido o emprego de fogareiro para a conclusão do preparo dos alimentos e aquecimento do corpo.

Instrução 3 – Alimentação e hidratação

Foram realizadas instruções e debates sobre os alimentos de origem animal e vegetal comestíveis. Os alunos realizaram o teste de comestividade mascando um pedaço de caule de sororoca, experimentando a sensação de dormência na boca, o que caracteriza um recurso impróprio para o consumo.

Através da coleta de folhas de pinos e de uma florzinha campestre conhecida como vassourinha, foi produzido um delicioso e nutritivo chá, rico em vitamina C e sais minerais.

Também foram coletados e preparados espécimes invertebrados para a
alimentação, como grilos, formigas, gafanhoto e aranhas. Os alunos aprenderam a separar as partes comestíveis das que podem conter parasitas.

Como nesse treinamento a intenção não era a matança de animais de maior porte, os alunos levaram alimentos complementares para sua manutenção energética.

Ao anoitecer, foi realizada uma caminhada noturna por uma trilha na mata, conduzindo os alunos a observarem outros recursos importantes para seu maior conforto e sobrevivência. Tentamos a caça às rãs, mas infelizmente não conseguimos encontrar nenhuma dessa preciosa e saudável fonte de proteína.

Instrução 4 – Ferramentas Primitivas

O instrutor apresentou ferramentas primitivas encontradas em pequenas
grutas da região, possivelmente produzidas por índios kaygangs. Por meio de seus gumes afiados, os alunos puderam experimentar o processo de corte de galhos.

Instrução 5 – Deslocamento

Após o jantar e pernoite no abrigo natural, todos acordaram cedo para as instruções do domingo, sobre processos de obtenção e preparo da água.

Ao terminarmos as tarefas da manhã, iniciamos uma caminhada de sobrevivência de 5 km ao longo do leito de um arroio e de algumas trilhas fechadas nas margens. O objetivo dessa caminhada foi mostrar a forma de deslocamento em mata fechada, ao mesmo tempo em que é necessário apurar os sentidos para identificar perigos e oportunidades na selva subtropical.

Sobrevivência

Instrução 6 – Outras habilidades

A caminhada terminou em uma bela cachoeira, onde todos se refrescaram e fizeram a higiene corporal. Pelo menos um banho diário, sempre que possível, é fundamental para a sobrevivência e controle de parasitas, além de melhorar a moral da equipe.

O treinamento foi retomado, onde o instrutor conduziu os alunos à uma interessante formação geológica: uma pequena caverna caprichosamente escavada pela natureza em um paredão de rocha granítica. O detalhe é que ela situa-se à 10 metros de altura. Para isso, os alunos usaram uma escada construída com recursos locais para atingir a caverna, constituindo-se em ótimo abrigo para uma situação de sobrevivência.

Sobrevivência

Após a conclusão das instruções, retornamos ao ponto inicial, o Parque da Usina, onde realizamos o de-briefing. O treinamento foi dado como satisfatório.

Os alunos mostraram-se muito motivados, curiosos e corajosos para expandirem suas zonas de conforto e levaram para casa uma diferente experiência de vida ao lado da natureza e de novos amigos!

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso está localizada na linha Forromeco, pertencente a cidade de Carlos Barbosa, distante aproximadamente 16 km da cidade de Farroupilha e 11 km do município de São Vendelino/RS.

A Cascata do Paraíso está dentro de uma propriedade particular, por isso é muito bem cuidada e preservada pelo proprietário, Sr. Eduardo, um porto alegrense muito gente boa que tivemos o privilégio de conhecer.

Para manter a estrutura intacta e as trilhas organizadas, o proprietário cobra uma taxa de R$ 10,00 por pessoa para passar o dia no local.

O que fazer na Cascata do Paraíso

Dentro da propriedade há cerca de três quedas de água, onde em cada uma delas forma-se um grande poço para banhos, a profundidade entre eles variam de 3 a 8 metros, caso você não saiba nadar não é recomendado entrar na água.

Para quem gosta de nadar ou se refrescar nas águas da cascata, esse lugar é propício para isso.

Para quem gosta de capturar belas imagens assim como eu, o local é propício para isso, os caminhos e trilhas são bem sinalizados e de fácil acesso para a maioria das pessoas.

Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch

Dentro da sua propriedade ele não aceita que entre com bebidas alcoólicas, mas é possível fazer um churrasco com os amigos e/ou família, as churrasqueiras são feitas de maneira natural, usando pedras do próprio rio.

Horários de visitação

Para aproveitar melhor a paisagem, recomendamos ir durante a semana, mas caso você não consiga ir nestes dias, ir aos finais de semana também pode ser legal.

Em dias de muito calor e finais de semana principalmente a Cascata do Paraíso costuma ficar lotada, se você é o tipo de pessoa que gosta de paz e tranquilidade, ir nos sábados e domingos talvez não seja a melhor opção.

A propriedade está aberta para todos que quiserem visita-lá, das 9:00 horas até às 18:00, todos os dias da semana.

Como chegar na Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Link do Google Maps

Outros destinos nas proximidades

A região da Serra Gaúcha possui muitos atrativos naturais, pois possui uma geografia interessante, rodeada de grandes vales, matas e cascatas.

Se você tem vontade de conhecer outros lugares de belezas naturais exuberantes, recomendamos conhecer também a Cascata do Salto Ventoso na cidade de Farroupilha, distante aproximadamente 10 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Salto Ventoso – Crédito: Luís H. Fritsch

Caso você goste de locais altos e com uma vista esplendida da cidade de São Vendelino, recomendamos conhecer o Morro do Diabo, localizado aproximadamente 9 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Morro do Diabo – Crédito: Marcio Basso

O local é propício para esportes de Voo livre como paraglider e parapente ou também um ótimo local para se curtir o pôr do sol, concluindo assim o passeio pelo interior da Serra Gaúcha

Bota X Chase

Bota X Chase MID GTX Salomon

Hoje viemos através deste post falar um pouco sobre as primeiras impressão da Bota X Chase MID GTX da marca francesa Salomon.

A Bota X Chase MID GTX é destinada para travessias de trekking, hiking, corridas em trilhas e para usos no dia a dia, o modelo que estamos avaliando é masculino, é um calçado leve, com tecidos que garantem impermeabilidade e respirabilidade. É indicada para qualquer tipo de tereno ou condição climática.

Bota X Chase

Essa bota foi fabricada para garantir melhor conforto ao usuário, sua modelagem evita a entrada de folhas e barro em diversos tipos de terrenos.

Bota X Chase

Tecnologias

Quicklace : é um sistema de cadarço, construído inteiramente em kevlar de alta resistência. Ao puxar o sistema de fixação do cadarço, o ajuste acontece de forma uniforme e segura.

Bota X Chase

Ortholite:  Essa palmilha está presente na maioria dos calçados da marca Salamon, essa palmilha além de proporcionar conforto incrível, é composta de uma espuma específica e também EVA.

Contagrip: O solado é antiderrapante produzido pela Michelin (uma das maiores empresas de pneus do mundo), está presente na maioria dos calçados da Salamon.

Esse mesmo solado foi projetado com muitos compostos de borracha, pensando sempre na dureza, aderência e durabilidade, desenvolvido para os esportistas mais exigentes.

Bota X Chase

Chassi ACS Skeleton:  Essa tecnologia tem como principal função maximizar o controle de movimento, fazer a gestão de energia e impulso, tendo como resposta a segurança e estabilidade em todo seu percurso da atividade. O chassi esta localizado na parte interna da bota entre a sola e a entre sola.

Membrana Goretex: A Bota X Chase MID GTX conta com uma membrana impermeável e respirável na sua fabricação, trazendo um conforto ainda maior ao seu pé, possibilitando a circulação do ar, e mantendo seus pés secos ao fazer uma travessia de rio ou qualquer lugar que precise ser usada. Vale ressaltar que existe uma margem de impermeabilidade em centímetros medida da Sola da bota até a parte presa da língua.

Detalhes

Biqueira:  A Bota X Chase MID GTX contém uma biqueira com construção reforçada, pensada em proteger seus dedos. Caso aconteça algum acidente de você vir a chutar uma pedra ou até mesmo bater a ponta da bota sem querer, a biqueira possui uma boa estrutura que impede que seus dedos venham a se machucar.

Bota X Chase

Língua: A língua dessa bota é construída de maneira diferente do que geralmente conhecemos isto é, ela é costurada internamente, dessa forma protege seus pés contra impactos gerados em caminhadas em mata fechada, também impede a entrada de barro, areia ou alguma sujeira que venha por ventura entrar durante suas caminhadas ou corridas.

Vale mencionar também que na parte superior da língua, há um pequeno bolso para acomodar a sobra do cadarço.

Curiosidades

Um cuidado muito importante que você deve tomar na hora de comprar o seu primeiro Salomon, é adquirir um número maior que o seu habitual.

Pois quando estamos caminhando na natureza por inúmeros quilômetros, subindo e descendo morros, os pés tendem a inchar, caso você tenha comprado um tênis/bota do mesmo tamanho do seu usual você poderá ter problemas com bolhas e em casos mais graves vir a perder as unhas dos pés.

A Bota X Chase MID GTX masculina na numeração 45 pesa aproximadamente 860 gramas o par, isso a torna uma das botas mais leves do mundo.

Valor: R$1.100,00 – Este valor pode variar de acordo com a variação do Dólar.

Onde Comprar

Esse modelo de bota pode ser encontrada na loja parceira Patos do Sul, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS – Brasil. Por você ser nosso leitor, você tem descontos especial falando diretamente com a proprietária Helen pelo contato (54) 9 9976-2073.

Curtlo BR

Conclusão

Ainda estamos realizando alguns testes com a Bota X Chase MID GTX, mas já nos primeiros dias usando o modelo já nos agradou imensamente.

Dentro de alguns meses iremos finalizar a avaliação colocando em foco todos pontos positivos e negativos, para maior confiabilidade nos testes, realizaremos uma travessia de trekking pelas bordas dos Cânions Laranjeiras e Funil em Santa Catarina.

Se você gostou das nossas primeiras impressões da Bota X Chase MID GTX, deixe um comentário logo abaixo.

Caso você queira ver qualquer outro produto já avaliado por nossa equipe, clique aqui!

Luau Mirante Gelain

O luau no Mirante Gelain é um evento para toda a família, local maravilhoso para aproveitar os fins de semana ou até mesmo um fim de tarde.

O Mirante Gelain podemos dizer que é a segunda casa do Trekking RS, estamos sempre por lá, fazendo alguma atividade ao ar livre como rapel, escalada, trilhas, acampamentos e acompanhamento de eventos.

Nesta última quarta feira fomos lá conferir o Luau de Novembro, evento super bacana que reuniu mais de 300 pessoas, além da grande atração da lua cheia, ainda era possível desfrutar de coquetéis artesanais, chopp gelado, champanhe, vinhos da região, pasteis, hamburguers e batatas fritas.

Luau
Crédito: Luís H. Fritsch
Luau
Crédito: Mirante Gelain
Luau
Crédito: Luís H. Fritsch
Luau
Crédito: Luís H. Fritsch

O evento começou por volta das 18:30 com uma bela apresentação de música ao vivo, as poucos chegavam casais, jovens e famílias, enquanto isso o sol saia de fininho e dava espaço para a encantadora lua cheia, que brilhava intensamente.

O clima era de festa, mas ao mesmo tempo compartilhávamos momentos, a empresa Sol de Indiada estava presente no local, pois viver experiências incríveis é com eles mesmo! O assunto abordado pela equipe foi a atividade de escalada para iniciantes, os mais corajosos usufruíram de uma escalada noturna com os profissionais Evandro Clunc e Gregório Tedesco.

Luau
Crédito: Luís H. Fritsch
Luau
Crédito: Mirante Gelain
Luau
Crédito: Luís H. Fritsch
Luau
Crédito: Luís H. Fritsch
Crédito: Mirante Gelain

Enquanto caia a noite no Mirante Gelain, a lua continuava lá brilhando cada vez mais intensa, os músicos tocavam sons acústicos como: rock gaúcho, internacional, reguee, MPB e claro, não podia faltar os clássicos de Raul Seixas. kkk

O luau no Mirante já é um evento consolidado na cidade de Flores da Cunha/RS – Brasil, se você não participou nessa última edição, não fique triste, parece que haverá mais um antes de terminar o ano de 2018, então fiquem atentos, sigam o @mirantegelain no Instagram/Facebook para saber dos próximos eventos.

Vídeo do Luau no Mirante Gelain

 

Cachoeira da Alegria

Cachoeira da Alegria

Se você é o tipo de pessoas igual a mim que não se contenta com os locais já explorados, está a procura de um destino novo para curtir o verão, então lhe apresento a Cachoeira da Alegria, localizada na cidade de Farroupilha/RS.

O nome da cascata surgiu em relação a um pequeno galpão selvagem dado como nome Rancho da Alegria que se encontra no local.

A Cachoeira da Alegria, é um destino totalmente inexplorado, está dentro de uma área particular nas margens da rodovia RS – 448, essa estrada liga as cidades de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS.

O arroio onde se localiza a cachoeira vem do distrito de Vila Jansen, pertencente a cidade de Farroupilha e cerca de uns 500 metros à frente da cachoeira é unido pelo rio 14, onde estes desaguam no grandioso Rio das Antas.

A geografia da Serra Gaúcha é propícia para a exploração de pequenas cascatas e cachoeiras, acreditamos que devem existir mais de 500 cachoeiras só na região da serra ainda inexploradas ou desconhecidas pela maioria das pessoas.

O atrativo natural é composto por pequenas quedas de água que formam uma linda cachoeira de águas geladas e cristalinas, o local é convidativo para banhar-se nas águas da Cachoeira da Alegria em dias de verão.

Cachoeira da Alegria
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch

Caso você deseje conhecer esse local, recomendamos a contratação de um guia que conheça a região, caso você vá sozinho ou com amigos, vá com cuidado.

Como o acesso à Cachoeira da Alegria se encontra ao lado da RS – 448, não há disponibilidade de estacionamento, pois a rodovia não prove de acostamento. Caso você vá com veiculo 4×4, você poderá descer pela trilha até o Rancho da Alegria.

Indicamos ir até o Gparque Farroupilha e acessar as trilhas que levam até a Cachoeira da Alegria e as outras belas cascatas existentes no Rio 14. Do Gparque até a Cachoeira da Alegria tem aproximadamente 12 quilômetros de trilhas ida e volta até chegar lá. 

Gparque Farroupilha
Foto: Luís H. Fritsch

Se você tem vontade de fazer essas trilhas, entre em contato com a gente! Temos um time de pessoas experientes para lhe conduzir pelas melhores trilhas da Serra Gaúcha.

Cascata do Bordin

A Cascata do Bordin está localizada dentro da propriedade da família Bordin, no município de Flores da Cunha/RS – Brasil.

O acesso a parte de cima da Cascata do Bordin encontra-se fechada no momento, mas é possível contemplar a sua beleza pelos caminhos que levam a parte de baixo da queda de água.

Com aproximadamente 80 metros de altura, as águas dessa cascata despencam entre os paredões da serra gaúcha, formando inúmeras outras cachoeiras pelo caminho até chegar no Rio das Antas.

Há duas maneiras de conhecer esse atrativo turístico no interior da cidade de Flores da Cunha, à primeira delas é pelo Mirante Gelain, onde você pode visualizar boa parte dos vales e montanhas que compõem a serra gaucha, em uma vista panorâmica.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Para os mais aventureiros é possível descer até a base da cachoeira, e contemplar essa beleza natural por um outro ângulo.

A trilha que dá acesso a Cascata do Bordin está dentro do Mirante Gelain, falando com o administrador Marcos é possível percorrer o caminho sem auxílio de um guia especializado.

Recomendamos que para facilitar o trajeto até a queda de água você vá com alguma pessoa experiente em trilhas e que conheça a região, nunca vá sozinho fazer trilhas na natureza.

O caminho para a Cascata do Bordin possuí um grande desnível, já nos primeiros metros da trilha vem o primeiro desafio, passar por meio de uma fenda rochosa, seguindo pelo trajeto marcado você descerá margeando o paredão que fica do lado direito.

Logo em seguida vem o segundo desafio, descer uma trilha inclinada segurando uma corda (a corda está fixada ali sempre), logo após você terá que descer por uma escada fixada no paredão.

Se você sofre de problemas nas articulações, medo de altura ou problemas cardíacos não recomendamos fazer essa trilha.

Depois de descer a escada você verá uma bifurcação de trilhas, siga pelo lado esquerdo, neste trecho deve-se prestar muita a atenção, pois há pedras de todos os tamanhos, muito cuidado para não torcer o pé entre uma pedra e outra.

A trilha segue assim até chegar em um ponto onde é necessário prender uma corda para descer com mais segurança, dali em diante a trilha leva até a base de uma pequena cachoeira de aproximadamente 6 metros de altura.

Para acessar a Cascata do Bordin, você terá que cruzar o rio, muito cuidado nesta hora, pois a passagem se dá entre essa cachoeira de 6 metros e um tobogã natural gigante de águas cristalinas que descem em velocidade formando uma outra cascata de mais de 30 metros de altura aproximadamente. Para sua maior segurança, recomendamos esticar uma corda de um lado a outro do arroio.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A Trilha segue na margem direita do arroio, subindo um caminho através de pedras gigantescas e lisas, muito cuidado para não escorregar e vir a sofrer alguma torção.

Ao chegar na Cascata do Bordin, o visual é de tirar o fôlego, águas cristalinas despencam pelo paredão cerca de 80 metros, estar ali presenciando o poder das águas nôs faz pensar o quanto somos pequenos em relação a natureza que nos cerca.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A trilha toda é de nível moderado, pois a inúmeras pedras lisas e soltas, em alguns pontos é necessário segurar-se em árvores e usar cordas para apoio.

Lembre-se de sempre estar com calçados adequados para trilhas e pré amaciados, aqui em nosso site você pode conhecer os melhores calçados para trilhas e aventuras, acesse.

Cascata do Bordin
Tênis Salomon Speedcross 4 – Crédito: Luís H. Fritsch

Ferrovia do Vinho abandonada

Depois de um bom tempo de planejamento e busca por informação na rede, decidimos fazer uma trilha que nos permitisse conhecer o máximo dos principais túneis e viadutos abandonados da Ferrovia do Vinho em Bento Gonçalves.

Por imagens do Google Maps e OpenRailwayMap marcamos os principais pontos e decidimos nosso trajeto sem ter a certeza de que seria viável ou não em questão das condições de abandono da ferrovia.

Iniciamos nosso trajeto as 6:00 horas da manhã a partir da ponte Ernesto Dornelles, famosa por seus arcos sobre o Rio das Antas, e que conecta os municípios de Bento Gonçalves e Veranópolis no Rio Grande do Sul. Deixamos o carro em frente ao restaurante que se encontra próximo a ponte e seguimos nosso caminho.

Tomando uma estrada de paralelepípedo logo se pode entrar a direita em uma fenda talhada em rocha, aí está um túnel da Ferrovia Tronco Principal Sul (TPS). Tomando a esquerda seguimos pelos trilhos aproximadamente 5 km até chegar ao Túnel Y, neste ponto duas ferrovias se juntam a TPS e a Ferrovia do Vinho, que desde 1992 está desativada desde que o trem turístico Maria Fumaça passou a operar entre as cidades de Carlos Barbosa e Bento Gonçalves.

Ferrovia do Vinho abandonada

Ferrovia do Vinho abandonada

Aproveitamos para seguir até a ponte ferroviária que cruza o Rio das Antas ainda pela TPS, já tinha amanhecido e a visão era espetacular, dos vales e da casa de máquinas da central hidrelétrica.

Ferrovia do Vinho abandonada

Ferrovia do Vinho abandonada

Após tomarmos umas fotos e vídeos, decidimos regressar ao túnel Y, mas agora tomando a saída para a Ferrovia do Vinho. A primeira impressão que tivemos ao sair do túnel era que não seria possível seguir, pois o começo da trilha apresenta muitas quedas de barreira e consequentemente alagamentos em certas partes, porém o lugar demonstrava rastro de que trilheiros com suas motos passavam por aí, então seguimos. O caminho apresentou melhoras e nos deu motivação para seguir adiante.

Ferrovia do Vinho abandonada

Ferrovia do Vinho abandonada

Andamos por vários quilômetros até chegarmos próximo ao primeiro túnel da ferrovia do vinho após o túnel em Y, este possui um comprimento de 514 m, e passa por debaixo do povoado de São Luiz das Antas que no passado era uma vila militar.

Passando o túnel seguimos pelos trilhos perdidos entre a vegetação, barro e pedras até encontrar com a estrada que dá acesso a São Luiz das Antas. Neste ponto decidimos subir pela estrada até o povoado, para seguir pelos trilhos da segunda volta que a ferrovia dá no morro para poder ganhar altitude, até porque seguir pelos trilhos naquele ponto não foi uma opção pelo tempo que teríamos e sua condição, porém é um possível caminho para uma trilha futura, ou um trekking de 2 dias pois existem, pelo menos, outros 2 túneis neste trajeto.

Chegando a São Luiz das Antas avistamos os trilhos da segunda volta da ferrovia e  perguntamos aos locais que vivem na antiga estação de trem como poderíamos seguir até o próximo túnel e os dois viadutos. Nos informaram que deveríamos apenas seguir pelos trilhos e que era possível pois há uma trilha neste trajeto.

Ferrovia do Vinho abandonada

Ainda próximo a vila, caminhamos um trajeto com muito lixo e água que apresentava coloração estranha devido ao povoado que está na parte superior da ferrovia, caminhamos um bom trajeto  até então depararmos com o túnel, o de número 3, que possui 599 m de distância. Logo na saída já está um viaduto, o maior em comprimento de todo o trajeto de Bento Gonçalves a Jabuticaba. Este lugar é incrível para descansar e apreciar os vales e as montanhas talhadas pelos rios daquela região. O local também faz questionar o porque de tanto dinheiro público investido na década de 40 com a ferrovia e o porque de ela estar assim atualmente, sendo que ainda consta na página do governo como uma ferrovia ativa.

Ferrovia do Vinho abandonada

Logo após um descanso e almoço sobre os trilhos do viaduto, decidimos seguir até o próximo viaduto que apresenta menores dimensões, mas que, no entanto, possui uma cascata muito próxima que se encontra escondida entre a vegetação, a visão e o sentimento de estar em contato com a natureza são incríveis.

A seguir visitarmos este último viaduto, decidimos que era hora de voltar para o carro que havíamos deixado perto da ponte, regressamos até o primeiro viaduto que havíamos visitado e tomamos a descida para a cachaçaria Casa Bucco, no entanto é uma propriedade privada, assim que é muito importante ligar com antecedência para a cachaçaria para avisar que vão descer e passar pela propriedade, fazendo isso não há problema, são muito receptivos.

Ferrovia do Vinho abandonada

Ferrovia do Vinho abandonada

Assim, terminando um caminho de 19 km chegamos novamente ao nosso ponto de partida com um enorme sentimento de satisfação em passar por todos estes lugares de tirar o fôlego e que nos fazem perceber que não se precisa de muito para ser feliz, basta sair da zona de conforto e desbravar estes lugares desconhecidos pela maioria das pessoas.

 

Para acompanhar este caminho, veja o vídeo com os principais momentos deste percurso:

Rio 14

Você já ouviu falar do Rio 14, este não é um rio normal, pois em boa parte dele é possível encontrar lindas cascatas, cachoeiras e cenários de tirar o fôlego.

O rio 14 está localizado no interior do município de Farroupilha/RS, mais precisamente na localidade de Vila Jansen/Mato Perso. O rio faz divisa com a cidade de Nova pádua e Flores da Cunha/RS.

No local o que chama mais atenção são as inúmeras piscinas naturais que se formam com o despencar das águas cristalinas das cachoeiras e cascatas, locais propícios para nadar e saltar do topo das quedas de água.

Para quem não é muito chegado em nadar em rios ou sofre de algum trauma de infância, o local conta ainda com inúmeras trilhas, podendo ser realizadas a pé, de bicicleta, motos ou Jeep´s.

As cascatas e cachoeiras estão muito próximas uma das outras, nos fins de semana é possível encontrar muitas pessoas no local, geralmente essas pessoas vão no inicio da manhã para aproveitar melhor o dia. Fazer um churrasco na beira do Rio 14 pode ser uma experiência diferente, essa atividade pode ser feita tranquilamente em família.

No mapa abaixo você pode ver todas as quedas de água e os caminhos para se chegar em cada uma delas, veja abaixo:

Cachoeiras Rio 14

Para chegar nas cachoeiras e cascatas é pelo GParque Farroupilha, caminha-se aproximadamente uns 500 m até se chegar na Cachoeira 1 (veja no mapa), a trilha é de nível fácil, mas é recomendada para pessoas que já pratiquem certos exercícios físicos.

Informações sobre o GParque Farroupilha/2018

Entrada no parque  R$ 5,00 reais por pessoa e não é liberada a entrada com bebidas!

É possível fazer as trilhas até o Rio 14 sem custos adicionais, além disso o parque disponibiliza outras atividades e um ambiente tranquilo e sossegado para você aproveitar o máximo o seu fim de semana.

Seguem as atividades cobradas à parte:

  • Piscina 10,00
  • Tirolesa 15,00
  • Rapel 50,00
  • Escalada 20,00
  • Churrasqueira 15,00
  • Camping 10,00

As atividades são por ordem de chegada.

Horários de funcionamento:

O GParque Farroupilha funciona somente nos finais de semana. Sábado e Domingo das 9 às 18 horas.
Este ano não está sendo oferecido almoços ou o café.

Cascatas e Cachoeiras do Rio 14 

A primeiramente Cachoeira é a de número 1, esse local é perfeito para fazer um churrasco em família, pois a cachoeira possui águas cristalinas e uma linda piscina natural, onde o seu poço não passa de 2 metros de profundidade em dias de muita chuva.

Cachoeiras Rio 14

Cachoeiras Rio 14

Seguindo a trilha você chegará na Cascata 2, essa é uma ótima opção para quem gosta de nadar, saltar do alto da cascata pode ser uma alternativa para os mais aventureiros, o poço da cascata possui boa profundidade e ampla piscina natural.

Cachoeiras Rio 14

A Cachoeira 3 é uma corredeira propriamente dita, para quem gosta de tirar fotos e contemplar a paisagem esse lugar pode ser bem agradável, mas não tente tomar um banho nessa cachoeira, pois o risco de alguém se machucar é alto, em cachoeiras com corredeiras não se deve brincar, fique atento.

Cachoeiras Rio 14

Da Cachoeira 3 até a de número 1 você só terá que descer o rio, até a cascata 3 existem trilhas demarcadas, após essa, você deve seguir pelo leito do rio propriamente dito.

Recomendamos que esteja munido com um cantil de água potável, tênis/botas confortáveis e pré amaciados e roupas confortáveis, pois o caminho até a Cachoeira 1 é um tanto escorregadia e muito perigosa, caso você tenha problemas físicos, não recomendamos conhecer a Cachoeira 1.

A Cachoeira 1 é a mais perigosa deste rio, não subestime a força da mãe natureza, esse atrativo possui belas corredeiras que levam diretamente para uma queda de mais de 10 metros de altura. Não tende saltar no poço dessa cachoeira, algumas pessoas já perderam a vida aqui, pois o poço não é muito fundo, além de possuir gigantescas pedras no fundo. A Cachoeira 1 está ali apenas para contemplação dos aventureiros.

Cachoeiras Rio 14 Cachoeiras Rio 14

Você deve estar se perguntando sobre a Cascata de número 5? Essa é o maior atrativo com aproximadamente 60 metros de altura, para chegar é muito fácil, possui trilhas que levam até ela e pode ter certeza que todo esse caminho vale a pena trilhar.

Cachoeiras Rio 14

O caminho que leva a Cascata 5 é por dentro da mata nativa, por isso é preciso ir com cautela, pois você poderá encontrar animais peçonhentos pelo caminho, como cobras Jararacas, aranhas e plantas da família da Urtiga, essas plantas podem dar alergias e cosseira, caso venha a encostar nessa planta é recomendado que ponha a mão diretamente na água corrente e evite coçar.

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No local a também inúmeras borboletas, conforme a época do ano é possível ver uma infinidade desses animais, fique de olhos bem abertos e encante-se com a fauna e a flora desse lugar.

Rio 14

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O vídeo abaixo, captado por uma de nossas lentes, mostra um pequeno cardume de peixes curiosos.

Ficou com vontade de conhecer esse lugar incrível, então arruma a mochila, convide seus amigos e bora aproveitar um fim de semana de muita aventura nesse paraíso a céu aberto.

Trilha da Capelinha

Às margens da ERS 448, que liga Farroupilha a Nova Roma do Sul/RS – Brasil, há uma Capelinha abandonada, resolvemos fazer a trilha optando pela subida da corredeira do rio em busca de uma cascata maior.

Inicialmente recomenda-se que esse tipo de trilha seja feito por pessoas experientes ou que haja acompanhamento de um guia que possa orientar sobre os cuidados necessários nessa modalidade de aventura.

Trilha da Capelinha

A Trilha da Capelinha é de nível médio, mas pode se tornar perigosa por ser no meio de pedras, com água mais profunda em determinados locais, bem como podem ser encontrados animais peçonhentos como cobras e aranhas. Como ali a presença desses animais é mais rara, não há necessidade de proteção para as pernas, basta ter atenção e cuidado na caminhada, para evitar picadas.

Trata-se de trilha de constante subida, o que a torna cansativa, exigindo preparo físico de quem resolver encarar essa atividade. Durante praticamente todo o trajeto se caminha na sombra, pois o leito do rio é cercado por uma flora nativa e densa.

Trilha da Capelinha

Em alguns trechos o percurso tem certa facilidade, porém em outros requer muito cuidado por conter pedras lisas e escorregadias. Os mais experientes conseguem atravessar sem molhar os pés passando sobre as pedras maiores, no entanto, aos iniciantes recomenda-se que sejam bem cautelosos, sendo preferível passar pela água com segurança do que pular de uma pedra para outra, o que pode ocasionar quedas, e consequentemente fraturas ou batida de cabeça nas pedras.

Trilha da Capelinha

Certos trechos são mais difíceis, exigindo escalada pelas pedras ou passagem na água com certa profundidade, sendo essa última apenas aconselhada para os que sabem nadar. Para maior segurança na escalada sobre as pedras maiores o uso de corda de auxílio tem extrema importância.

Percorrer essa trilha de pedras irregulares não é para qualquer um, exigindo muita atenção a cada passo para que não ocorra nenhum acidente. As mãos são usadas em grande parte da trilha para nos apoiarmos nas pedras. Em vários pontos há pequenas quedas de água que tornam a caminhada maravilhosa e valem cada minuto de esforço. Presentes no local, também, piscinas naturais, com águas limpas e geladas, onde é possível banhar-se.

Trilha da Capelinha

Não há exigência de treino específico para realizar a Trilha da Capelinha, porém, recomenda-se preparo físico e alongamento antes de depois da trilha, para evitar lesões e dores musculares no dia seguinte.

O uso de tênis ou bota é indispensável, bem como roupas confortáveis e de secagem rápida. Importante levar água ou filtro para água e lanche para trilha. Quem for alérgico a picadas de insetos deve fazer uso de repelente.

Trilha da Capelinha

Vale destacar que esse tipo de trilha não deve ser feito em dias de chuva ou após ter chovido, visto que as pedras ficam mais escorregadias, o leito do rio mais cheio e podem ocorrer as trombas d’água.

Percorremos a trilha até determinado ponto onde a passagem se tornou mais complicada e, diante do adiantado da hora, resolvemos voltar e retornar em outro dia. Aguarde, em breve, mais relatos e fotos sobre a Trilha da Capelinha.