Mochila All Trail

Mochila All Trail 35L – Thule

Hoje venho apresentar a mochila All Trail 35L, estamos a cerca de 5 meses avaliando este modelo lançado pela marca Thule no Brasil, no segundo semestre de 2018.

O modelo de mochila All Trail foi desenvolvido para ser usado em todas as trilhas, sejam elas: trilhas leves, trekkings de vários dias e até mesmo uma mochila para ir para a faculdade ou trabalho.


Características e inovações

A mochila apresenta duas capacidades expressa em litros, sendo de 35 L e 45 L.

A versão feminina à duas cores disponíveis: Cinza/azul e roxo/cinza. Na versão masculina apresenta três cores: Azul, cinza/vermelho e Verde. veja as imagens abaixo:

Mochila All Trail

Fabricada em Dobby Poly 420 D e 330D Ripstop Poliester, esses tecidos garantem a All Trail 35 L robustez e leveza.

O costado é muito confortável, possui um pequeno duto de ventilação que aumenta a circulação de ar nas costas, as alças são anatômicas e totalmente reguláveis, garantindo maior mobilidade ao usuário.

Notamos que o costado, alças e barrigueira é uma evolução dos que são usados nos modelos Versant, tanto as alças como a barrigueira nesse modelo são bem mais acolchoadas, isso é sentido muito bem quando a mochila está totalmente carregada.

Mochila All Trail

Na parte da barrigueira as fivelas funcionam como roldanas, tornando-a fácil de regular. A barrigueira conta com um bolso com zíper em um lado e no outro conta com o sistema Versa-click, esta é uma tecnologia usada pela Thule que a deixa muito mais versátil e adaptável ao usuário. Essa tecnologias está presente nos modelos de mochila: Guidepost, Versant, Capstone e All Trail.

O VersaClick nada mais é que um sistema de engate de acessórios, onde o usuário pode escolher entre quatro modelos: Suporte para garrafa de água, estojo para câmeras fotográficas DSLR, estojo para câmeras fotográficas Mirorless e estojo para magnésio (muito usado por escaladores).

A mochila conta 4 fitas de compressão, sendo 2 em cada lado da mochila, possui também elos de fixação para prender piquetas de gelo/bastão de caminhada nas próprias fitas de compressão.

Mochila All Trail
Mochila All Trail

Conta com 1 bolso telado em cada lado, onde é possível acomodar garrafas de até 1 litro de água ou outros equipamentos.

Um diferencial importante que vale mencionar é a grande abertura frontal em “U”, a mochila não possui capuz como em outros modelos, assim essa abertura facilita muito a organização dos equipamentos no seu interior.

Além da grande abertura a mochila All Trail 35 L conta com mais dois bolsos externos, sendo um na parte frontal e outro na parte superior.

Na parte interna a mochila é dividida em 3 compartimentos, sendo um para o reservatório de água, outro para guardar os equipamentos no geral e o terceiro para acomodar itens que você precise que esteja sempre a mão, como por exemplo: anoraques, lanches e estojo de primeiros socorros. (este compartimento pode ser aberto pela parte frontal da mochila).

Mochila All Trail

Compartimentos

  1. Bolso superior (tamanho pequeno)
  2. Abertura frontal em “U” com zíper
  3. Fitas de Compressão
  4. Elos (looping) para mosquetões/telas
  5. Porta bastão de caminhada de fácil acesso na barrigueira “Versaclick”
  6. Elo (looping) para fixação do bastão de caminhada (trekking pole)
  7. Elo (looping) para fixação de piqueta de gelo (piolet)
  8. Compartimento da Capa de chuva (rain cover)
  9. Bolso para acesso rápido
  10. Porta garrafa de água (squeeze)
  11. Fita peitoral
  12. Regulagem de altura das alças
  13. Bolso com zíper na barrigueira
  14. Passador para a mangueira de hidratação

Especificações técnicas

CorMykonos
SexoMasculino
UsoCaminhada de um dia
Materiais420D Dobby Poly, 330D Ripstop Polyester
Volume35 L
Dimensões32 x 30 x 61 cm
Peso1.26 kg
Número do modelo3203537

Valor aproximado: R$ 1.059,00

Vídeo Thule All Trail 35L

Onde comprar

Este produto é encontrado nas principais lojas do país, caso você seja do Rio Grande do Sul você pode optar pela lojas especializadas em trekking como: Bota na TrilhaGuenoa.

Início dos testes

O teste da mochila começou em Setembro/2018, quando fomos convidados a participar do Thule Experience, um evento realizado pela marca anualmente. O evento aconteceu em um dos locais mais icônicos do montanhismo nacional, à Serra Fina, considerado por muitos uma das trilhas mais difíceis do país.

Mochila All Trail

A trilha que realizamos para testar as mochilas começava no Refúgio Serra Fina e chegava no alto do Capim Amarelo, um cume de 2.570 metros acima do nível do mar, sendo aproximadamente 18 quilômetros de trilhas entre ida e volta.

Mochila All Trail
Crédito: Cristian Stassun

De fato é um bom trajeto para realizar as primeiras impressões da mochila, demoramos um certo tempo para escrever a avaliação da mochila All Trail 35 L, pois queríamos realizar outros testes.

Depois de estrear a mochila na Serra Fina, era hora de avaliar o modelo nas trilhas do sul do Brasil, fiz inúmeras trilhas em leitos de rio, em mata fechada e explorei muitas cachoeiras ao longo desses 5 meses de testes.

Mochila All Trail
Mochila All Trail
Mochila All Trail
Mochila All Trail

Uma das sugestões que tenho de melhoria da mochila All Trail é sobre o porta bastão de caminhada na barrigueira, pois o tipo da presilha que acomoda os bastões não é muito rígida, dificultando o manuseio, tanto para acomodar, quanto para tirar os bastões é as vezes complicado.

Os bastões quando estão ali acomodados eles podem atrapalhar um pouco ao longo da trilha, em algumas travessias de trekking, quando estamos em pequenos grupos em uma fila indiana (um frente ao outro), os bastões ficam escorregando pela presilha, tanto para frente quanto para trás, isso atrapalha o usuário durante a caminhada.

Usei por muitas vezes o modelo em expedições fotográficas, sei que a mochila não foi concebida para esse tipo de aplicação, mas fazer o que, “quem não tem cão, caça com gato”.  Uso essa mochila para ir ao trabalho também, onde levo comigo sempre o notebook, fones de ouvido e algumas materiais de trabalho.

Mochila All Trail

Posso dizer que essa mochila pode ser adaptada para qualquer situação, ela é leve, robusta e estilosa para usar até mesmo no dia a dia.

Se você gostou da nossa avaliação completa, deixe um comentário logo abaixo, veja também mais avaliações de produtos aqui em nosso site. Acesse!

1º Dia: Toca do Lobo até o Alto do Capim Amarelo

Nossa expectativa era grande. Antes de partir, além de toda informação que já tínhamos em nosso planejamento, pegamos ainda várias dicas muito importantes com o Amigo Rodolfo Guedes do Hostel Harpia (Passa Quatro, MG) e com o nosso “motora do jipe” Thomás. Acordamos cedo, revisamos todo equipamento, tomamos aquele cafezão e partimos de jipe para a toca do lobo, o ponto de partida da travessia. A subida do estradão com o 4 x 4 já disparou uma boa dose de adrenalina, grande parte da estrada até a toca do lobo pode ser feita de carro, porém, após a primeira porteira o acesso só é possível com veículo traçado ou seguindo a pé a partir daquele ponto. Ao lado a nossa primeira foto da travessia na Toca do Lobo

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Toca do Lobo

Já no início da aventura o visual é um espetáculo, logo na primeira subida já é possível visualizar as cidades de Cruzeiro e Cachoeira Paulista, a Sudoeste. Também é possível visualizar vários trechos da Via Dutra. No começo da pernada a trilha é bastante visível e a cada subida conseguimos visualizar o trecho percorrido e o próximo trecho a percorrer. A subida íngreme é a principal característica. Até o Topo do Capim Amarelo há no mínimo 5 pontos que oferecem boas condições de acampamento. Outra peculiaridade da subida do primeiro dia é que em grande parte do trecho é possível visualizar o Topo do Capim Amarelo. Os trechos são bastante variados, alternando entre trilhas na Crista as Montanhas, um longo trecho caminhando dentre o capim alto e no final, um trecho de trilha entre árvores e taquareiras.

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Subida para Capim Amarelo

A chegada próximo ao Topo do Capim amarelo é sensacional. Logo após o final da trilha da subida pelo mato já temos um panorama geral da Serra da Mantiqueira e conseguimos visualizar a imponente Pedra da Mina à Leste, nosso objetivo do próximo dia. Após o visual da Foto ao lado, ainda há mais um trecho de subida para alcançar o Topo final do Capim Amarelo, mais alguns minutos e estaremos lá. O Topo do Capim Amarelo é incrível, as tosseiras de capim alto atingem até 2 metros de altura e existem vários locais para montar acampamento. O local forma uma pequeno labirinto através do capim e outro aspecto interessante é que o Capim Alto oferece uma ótima proteção contra o vento.

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Primeiro visual da Pedra da Mina

Após o fim da subida a ordem é montar acampamento e, se o tempo estiver bom, esperar o espetáculo do Por do Sol a 2.570 metros de altura. Já no primeiro dia contamos com esse magnífico visual lá do alto do Capim. A gente não parava de fotografar, uma foto melhor que a outra. Não tem jeito, é assim mesmo considerando que o por do Sol dura somente alguns minutos, então, aproveitamos ao máximo. Interessante aqui é fazer fotos utilizando o recurso de sombras, fica muito legal. O final do primeiro dia de Serra Fina foi assim, em seguida, preparamos uma massa miojo para repor a energias, ficamos jogando um pouco de conversa fora e partimos pro sono.

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Pôr do sol no Capim Amarelo

Data do relato: 23 a 26/08/2013

Texto e Fotos: Cristiano Da Cruz

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Contato: www.indiadabuena.com.br

Veja o primeiro relato de uma das travessias mais difíceis do Brasil – Serra Fina

Há algum tempo já vinha pensando em fazer a travessia da Serra Fina, ouvia inúmeras histórias e a vontade de encarar o desafio era cada vez maior até que chegou a nossa hora. Desde 2012 estava juntando informações e estudando o percurso e em Agosto de 2013 o desafio foi superado. A travessia foi realizada nos dias 23, 24, 25 e 26/08/2013 debaixo de céu azul, noites frias e estreladas com os Amigos Paulo Adair Manjabosco de Garibaldi e Samuel Tolbach de Livramento.Todo conteúdo aqui descrito foi baseado nas informações levantadas e estudadas antes e durante o trajeto que realizamos na Serra da Mantiqueira. Quero agradecer antecipadamente ao amigo Tiago Korb de Santa Maria por ter nos fornecido cópia do Mapa e informações muito importantes sobre a Travessia.

A Serra Fina é uma parte da Serra da Mantiqueira, por sua vez uma das mais importantes cadeias de montanhas do Brasil. Situa-se em sua quase totalidade na divisa entre os estados de Minas Gerais (município de Passa Quatro), São Paulo e Rio de Janeiro. É vizinha ao Maciço de Itatiaia, onde se situam o Parque Nacional de Itatiaia e o Pico das Agulhas Negras; os dois maciços são visíveis entre si. A Serra Fina tem um dos maiores desníveis topográficos do território brasileiro e a quinta mais alta montanha do Brasil: a Pedra da Mina (2.798 metros). Na extremidade leste da Serra Fina, também se destaca o Pico dos Três Estados (2.665 metros), em cujo topo está o ponto tríplice onde se unem as divisas dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Fina).

A Serra Fina é considerada por muitos montanhistas a travessia mais difícil do Brasil, inclusive, servindo de treino para quem pretende escalar montanhas maiores que ficam fora do Brasil como o Everest (Himalaia, Tibet/Nepal) e o Aconcágua (Cordilheira dos Andes, Argentina). A “Serra Fina” tem esse nome devido ao formato da Travessia que em grande parte do trajeto ocorre pelas “cristas” das montanhas que em alguns pontos chegam a apenas 1 metro de largura. A Travessia é considerada a mais difícil do Brasil, não somente pelo relevo, pelas trilhas fechadas, pelo trechos de capim alto e fechado e pelos desníveis que passam de 1.000 metros por dia, mas pela escassez de água durante a travessia que na sua forma mais tradicional dura cerca de 3 a 5 dias. Por isso, se faz necessário carregar bastante água em grande parte do trajeto o que torna a bagagem ainda mais pesada.

É de fundamental importância planejar a alimentação em relação ao uso de água para o seu preparo. Nós planejamos nossa alimentação seguindo o padrão de 3 refeições diárias da seguinte forma: café da manhã (Café e Leite em Pó ou Todinho, Pães e Aveia), para o almoço optamos por lanches rápidos (Pães, Sardinha, Atum, Azeitonas, Sucos em Caixinha), para o jantar (arroz com linguiça massa miojo, lentilha e feijão pré-cozidos). Assim, como haviam pontos de água antes do Capim Amarelo e da Pedra a Mina optamos pela massa no primeiro dia e pelo arroz com linguiça no segundo, a lentilha e o feijão deixamos para o terceiro dia por serem refeições que não necessitavam de água para sua preparação, além disso, a água obtida após a descida da Pedra da Mina tinha que durar até o final da travessia. Levamos também lanches leves como barras de cereal, frutas secas, rapaduras e torones.

A travessia exige excelente preparo físico, equipamentos apropriados e boas noções de orientação terrestre, pois existem vários pontos do trajeto onde há bifurcações e trilhas onde perde-se facilmente a noção da direção correta que deve ser seguida. O trajeto é bastante variado, alternando entre trechos com trilhas, mata, pedras, capim alto, muitas taquareiras, trechos de pura rocha, muito sol e com visuais espetaculares. A principal característica é sem dúvida o desnível do terreno que em 90% do percurso é subindo ou descendo, essa peculiaridade, aliada ao peso da mochila cargueira torna o caminho bastante desgastante e complicado.

O tempo foi nosso amigo mais uma vez, nos 4 dias de travessia não caiu uma gota de chuva sequer, os dias eram abertos e quentes com visual perfeito em todas direções e as noites eram bastante frias, em alguns trechos mais difíceis da travessia o tempo estava nublado, o que também contribuiu para evitar o desgaste devido ao calor do sol. A noite que passamos acampados na Pedra da Mina, registramos temperatura abaixo de Zero e geada do lado de fora das barracas. Mas Bah Tchê! Que Frio!

Literalmente, os “pontos altos” da travessia são a chegada no Capim Amarelo após subir quase 1.200 metros onde temos um visual 360 graus das montanhas e de onde já é possível visualizar grande parte do trajeto do dia seguinte, inclusive a Pedra da Mina que é o ponto de maior altitude do percurso e o Pico dos Três Estados. Em todos estes 3 pontos citados acima, é possível visualizar o trajeto realizado no dia anterior e o próximo que deve ser seguido.

Levei 4 baterias reservas para a câmera fotográfica, pois além do desafio de realizar a travessia, considero muito importante registrar os melhores momentos e os locais por onde passamos, sem contar o fato de gostar muito de fotografar a natureza e contemplar as belíssimas paisagens da Serra da Mantiqueira.

Fizemos o percurso tradicional que é realizado em 3 a 5 dias e é distribuído da seguinte forma:

1º Dia (Cor VERDE): Toca do Lobo até o Alto do Capim Amarelo. Saída de cerca de 1.400 até 2.570 metros, uma subida curta e íngreme de quase 1.200 metros. No primeiro dia há 2 pontos de água bastante acessíveis. O primeiro logo na saída em frente à Toca do Lobo e o segundo aproximadamente 1.770 metros na subida no lado direito da Trilha. Dá pra ouvir o barulho da água na subida e o ponto é fácilmente encontrado. Aqui aconselha-se encher todos os reservatórios.

2º Dia (Cor VERMELHA): Capim Amarelo até Pedra da Mina. Saída de 2.570 até 2.798 metros, com inúmeras descidas e subidas, sendo a última a mais forte. No segundo dia a diferença de altura entre o ponto de saída e o ponto de chegada é de apenas 228 metros, no entanto, devido ao grande número de subidas e descidas, o desnível acumulado chega quase novamente aos 1.200 metros. Importante comentar também que antes da subida da Pedra da Mina há outros dois pontos onde é possível encontrar água para reabastecer.

3º Dia (Cor AZUL): Pedra da Mina até a Pico dos Três Estados. Saída de 2.798 até 2.665, passando pelo vale do Ruah e Morro Cupim de Boi. O Vale do Ruah é um dos pontos mais impressionantes da travessia, trata-se de uma planície logo após uma descida de 300 metros partindo da Pedra da Mina onde é preciso atravessar toceiras de capim alto e cortante que em alguns trechos podem chegar a mais de 2 metros de altura. No solo, alguns trechos com erosão fazem o “índio” desaparecer totalmente no meio do capim. Vale citar também que no meio do vale do Ruah há um riacho onde é possível reabastecer à água. Importante saber que este é o último ponto de água até praticamente o final da Travessia.

4º Dia (Cor AMARELA): Pico dos Três Estados até o Sítio do Pierre na BR 354. Saída de 2.665 até 1.530, passando pelo alto dos Ivos, uma descida de quase 1.200 metros.

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Antes de iniciar a aventura, é de extrema importância realizar um planejamento minucioso do trajeto, equipamentos, alimentação, água, acampamentos, sem contar que a previsão do tempo também é fundamental, pois com o tempo bom os visuais de todo o trajeto compensam qualquer esforço.

Em vários trechos da caminhada é comum encontrar fitas vermelhas e amarelas amarradas em pontos de fácil visibilidade, além disso, existem também tótens feitos de pedras que orientam os principais pontos da travessia, portanto, se encontrar tótens e/ou fitas presas nas árvores, sorria, você está no caminho certo. Mas não se engane que a travessia se torna simples ou fácil por conta disso, jamais pense em realizar a travessia se não tiver nenhuma experiência e bons equipamentos, assim, o mais recomendável é ir com alguém que conheça o trajeto e/ou tenha ótimas noções de orientação terrestre.

A temporada ideal para realização da travessia é nos meses mais frios que vão desde Abril até o final de Agosto, caso contrário, às fortes chuvas irão atrapalhar a travessia e prejudicar bastante o visual. Tivemos a sorte grande de passar 4 dias na Serra Fina com tempo bom e aberto, nos 3 acampamentos realizados o espetáculo do por e do nascer do sol foram experiências e imagens sem dúvida inesquecíveis.

A seguir vou descrever nossa experiência dia a dia na Travessia da Serra Fina e saliento novamente a importância de planejar, planejar e planejar tudo, cercando-se de todas as informações possíveis antes de iniciar a aventura.

Data do relato: 23 a 26/08/2013

Texto e Fotos: Cristiano Da Cruz

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