Cachoeirão destaca-se por sua imponência

Em meio aos vales da Serra Gaúcha encontramos uma das corredeiras mais alucinantes do Vale do Rio das Antas, conhecido como Cachoeirão, este ponto turístico é um dos mais belos da região serrana, localizado a cerca de 160 quilômetros da Capital Porto Alegre e cerca de 50 quilômetros de Caxias do Sul/RS.

O que fazer:

O local é aberto ao público, lá é possível fazer um churrasco com os amigos, família ou até mesmo pequenas trilhas, conforme for o nível do Rio das Antas é possível chegar bem próximo das corredeiras.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de cima do Cachoeirão
Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de baixo do Cachoeirão

Importante

O Rio das Antas é um dos rios mais belos da região serrana, mas não se engane, ele também é um dos mais perigosos também. Próximo ao Cachoeirão a uma Usina Hidrelétrica de Castro Alves, que conforme a sua necessidade abre suas comportas e libera milhões de litros de água, isso pode fazer o leito do rio subir inúmeros metros em poucos minutos, então antes de se aventurar em torno do Cachoeirão, certifique-se que o nível do rio esteja bem baixo, assim evitando ser surpreendido com o aumento repentino de água. 

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Usina Hidrelétrica Castro Alves

Além da visita de carro no local, ainda é possível descer essas corredeiras usando botes infláveis, esse esporte é conhecido como Rafting, a empresa que opera esse esporte no local é a Cia Aventura, possuem experiencia de mais de 10 anos na prática desse esporte, sendo referência no Brasil.

Para praticar esse esporte é necessário ter no mínimo oito anos de idade, os passeios duram em média 2 h e 30 minutos e percorrem o Rio das Antas por 8,5 km, passando pelo belo e imponente Cachoeirão. O esporte é praticado por no mínimo seis pessoas e no máximo 55 pessoas. Caso você se interessou pela prática acesse o site do Cia Aventura – Eco Parque.

Além disso é possível fazer algumas pequenas trilhas no entorno do Cachoeirão, deixe o carro no pequeno estacionamento perto do atrativo e siga a direita, margeando o rio, este caminho levará você para o meio das corredeiras, esteja sempre munido de calçados confortáveis, roupas compridas, água, repelente e protetor solar.

Como chegar:

Para chegar ao Cachoeirão é muito fácil, existem duas formas, a primeira delas é pela RS – 448, está é uma estrada asfaltada, bastante sinuosa, mas bela, durante o trajeto podemos contemplar algumas belas cachoeiras e a linda geografia da região da Serra Gaúcha. São aproximadamente 30 km do centro de Farroupilha/RS até a Ponte de Ferro que faz divisa com a cidade de Nova Roma do Sul/RS.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Belas paisagens na RS 448

Ao chegar na ponte de ferro dobre a direita, passando por um barzinho e siga por aproximadamente 7,5 km, a estrada que leva até o Cachoeirão é de terra, possui inúmeras pedras soltas, mas com cuidado e devagar chega-se lá com segurança. Esteja atento, geralmente em dias de chuva a estrada fica muito embarrada e escorregadia, a também dois obstáculos significativos em dias de muita chuva, pois entre os Vales e o Rio das Antas, forma-se alguns córregos, então em alguns trechos e possível nos deparar com um pequeno rio atravessando a estrada. Não recomendo ir em dias chuvosos.

A outra forma de chegar ao Cachoeirão é pelo Município de Nova Pádua/RS, o trajeto é de aproximadamente 10 km e termina no Rio das Antas, ali tem a Balsa que disponibiliza um serviço de passagem para o outro lado do rio. Depois siga por aproximadamente 4 km margeando o rio (neste caso o rio estará a esquerda).

Dica:

Se você gosta de pedalar, recomendo muito este passeio. Saia da cidade de Caxias do Sul/RS em direção a Nova Pádua/RS, siga até a Balsa, atravesse, passe pelo Cachoeirão e suba até a cidade de Farroupilha, ou vice-versa, com certeza é uma bela e encantadora travessia.

Além desse atrativo a cidade de Nova Roma do Sul possui outras belezas naturais como: Gruta Fiorese e Cascata Salto Escondido, essas você confere aqui no site.

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Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Enquanto todos se preparavam para pular o carnaval nas cidades ou curtir na praia, resolvi apostar em algo diferente, o primeiro Carnaventura em Vespasiano Corrêa-RS, um evento de 4 dias (25/02 a 28/02) muito bem organizado pela empresa V13 Adventure. A proposta era clara, realizar um rapel por dia na linda e enigmática região da Ferrovia do Trigo/RS, com direito a gargalhadas, muita adrenalina e claro fazer novas amigos.

1° dia:

Conhecemos a cachoeira Rasga Diabo “simplesmente um monumento” esculpida pela natureza com  136 metros de altura e grande volume de água, uma das mais belas cachoeiras da serra gaúcha.  Depois do rapel nos dirigimos ao camping Paraíso Tropical, que além de uma ótima estrutura tem pessoas muito atenciosas que servem um café da manhã colonial para “nona” nenhuma colocar defeito. kkk

Carnaventura

2° dia:

Talvez o dia mais esperado para a maioria, a descida no mais alto viaduto das Américas e o 3° mais alto do mundo com seus 143 metros, adrenalina, emoção e admito um pouco de medo se misturavam com a satisfação de realizar um sonho que era conhecer aquele gigante.

Carnaventura

3° dia:

Foi a vez de realizar o rapel em um lugar bem inusitado, em uma caverna subterrânea abaixo da ferrovia do trigo que tem um nome nada convidativo “Garganta do Diabo”. De feio apenas o nome pois a pequena queda possui uma beleza exuberante acompanhada de um vento frio!!!

Carnaventura

4° dia:

A despedida foi marcada pelo rapel no conhecido viaduto “Mula Preta” de 98 metros de altura, a descida nesse lugar foi gratificante, não sei se pela soma daqueles 4 dias incríveis que passei rodeado de pessoas maravilhosas ou pelo lindo verde da mata que me esperava logo a baixo, melhor ficar com as duas opções!!!

Carnaventura

Foi sem dúvidas o carnaval mais louco e desafiador que já passei foram dias maravilhosos que ficarão na memória por muitos e muitos carnavais.

Pedra da Naja, trilha até o cume!

Pedra da Naja, trilha até o cume!

A atividade originou-se depois de algumas conversas entre amigos, fomos convidados a conhecer o Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista e as trilhas que levam ao Morro dos Cavalos e a Pedra da Naja.

Saímos da cidade de Farroupilha/RS com destino primeiramente a cidade de Feliz/RS na região dos Vales da serra gaúcha, para a primeira parada, pegar a terceira integrante da aventura, depois de acomodar todas as bagagens era hora de pegar a estrada novamente, agora sim com destino ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista – Catupi/RS.

Durante todo o trajeto a chuva não deu trégua, ao olhar para o horizonte e ver aquele céu acinzentado, tínhamos a sensação que o fim de semana seria regado de muita chuva e frio. A cada quilômetro rodado ficávamos ansiosos para chegar e logo armar as barracas.

Conforme íamos se aproximando do Refúgio a beleza do por do sol chamava nossa atenção, ali é uma região bastante conhecida por produzir grandes quantidades de carvão vegetal, conforme olhávamos o sol ir desaparecendo no horizonte, as fumaças no ar subindo e um pequeno espaço de céu azul, nos dizia que seria um fim de semana incrível. Paramos ali um pouco para apreciar aquele momento, sentimento de muita gratidão e felicidade.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

A estrada de acesso ao refúgio é íngreme e possui inúmeras pedras soltas, ali tivemos algumas dificuldades para subir, mas devagar fomos contornando os obstáculos e subimos, fomos muito bem recebidos pelo proprietário Paulo Menezes, onde nos ajudou a levar as mochilas e os materiais de camping para a área de acampamento.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Montamos as barracas ao lado da outra bem pertinho do refúgio, perto da cozinha e da fogueira, assim tornando mais fácil na hora de dormir e acordar.

Depois organizamos todos equipamentos o restante da galera chegou, vindos um de cada lugar diferente do estado, amigos que conheci ao longo de muitas aventuras pelo Rio Grande do Sul e fora dele, amizades unida pela paixão pela natureza, jeito simples de aproveitar a vida.

A galera chegou tão empolgada que logo a Carla, proprietária e cozinheira oficial do refúgio preparou a janta para todos aqueles aventureiros que chegaram loucos de fome, enquanto os alimentos eram cozinhados ascendemos uma fogueira e ficamos ali contando as histórias de nossas aventuras por aí e relembrando outras tantas vezes que estivemos juntos.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Estar ali com amigos que a gente gosta é uma sensação que não tem preço, enquanto o fogo ia queimando os galhos e as lenhas, estávamos todos ali jantando em roda de uma fogueira majestosa, a cima de nós a luz do luar que aparecia em meio ao céu nublado, já dava para ter uma pequena ideia do clima do dia seguinte. Mas isso em si não nos preocupava, podia chover, fazer frio, estávamos todos ali determinados a percorrer as trilhas sem dar desculpas.

Sempre ouvi falar que precisamos experimentar o frio para valorizar o calor, experimentar a chuva na cara para assim valorizar o sol, e tantas outras coisas que acontecem durante um fim de semana na natureza, tudo isso faz com que possamos aprender e valorizar as coisas simples da vida.

Depois do jantar chegou a hora de abrir as garrafas de vinho, ficar ao lado de quem a gente gosta e contar piadas, rir, ouvimos as histórias do Morro do Iê-Iê, assombrações e lendas da região, acho muito interessante saber de tudo isso, assim podemos valorizar mais o lugar e as pessoas, são pequenas histórias contadas ao meio da noite que fazem as vezes um acampamento normal tornar-se incrível. Após algumas garrafas tomadas era hora de cair na cama, quer dizer, entrar na barraca e dormir.

Paulo proprietário do refúgio e nosso guia da trilha avisou que tínhamos que levantar lá pelas oito horas da manhã, tomar café. A saída iria ser as 09h30min.

Manhã do sehundo dia:

Acordamos em torno de 8 horas da manhã, o céu estava nublado, mas parecia que não iria chover muito durante o dia, tiramos os apetrechos da barraca e logo começamos a ferver a água para o café, sentamos todos em baixo dos galpões do refúgio conversando e imaginando como seria a trilha, o que íamos levar, quanto de água e quais alimentos levaríamos junto.

Após o café, o nosso guia chamou todos para uma breve reunião antes da saída para a trilha, nos entregou folhetos com dicas básicas sobre como proceder nas trilhas em geral, todos os tópicos servem como um alerta para cada praticante de aventuras, minimizar os estragos nas áreas naturais, sempre tentando ser o mais ecológico possível sem ferir a natureza.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Depois de discutirmos alguns tópicos, colocamos as mochilas nas costas e o Paulo disse, que esse grupo era especial, pois era o primeiro grupo comercial a fazer a trilha da Pedra da Naja inteira até o cume. Sentimos lisonjeados por estar naquele grupo tão especial.

O grupo era formado por nove pessoas, dentre elas estava eu – Luís H. Fritsch, Marcio Basso, Luciane Pohlmann, Thaís Almeida, Fabinho Oliveira, Júlio Cézar, Jenilson Barros, Daniel Gomes e o guia Paulo Menezes. E não podemos esquecer do companheiro do guia o Pernudo (o mascote do reúgio).

Inicio da trilha

Saímos do refúgio caminhando para o lado oeste em uma pequena estrada de terra, a cerca de uns 100 metros já estávamos dentro da trilha propriamente dita, o local continha uma grande quantidade de capim alto, encharcado pela chuva e umidade que estava no lugar.

Pedra da Naja

Conforme íamos progredindo na trilha as paisagens de da fauna e da flora iam mudando, estávamos subindo em direção ao Morro dos Cavalos, uma subida um tanto íngreme, mas encantadora, a cada passo que dávamos éramos submetidos a desafiar a lei da gravidade, tendo que se pendurar em arvores e pedras, o guia nos disse que a trilha em si era fácil, mas havia muitas partes técnicas, onde teríamos que escalar as rochas.

Pedra da Naja

Depois de encarar essa subida íngreme chegamos na primeira gruta, essa possuía uma espécie de sala de reunião, continha uma mesa e cadeiras feitas com pedras, todas as cadeiras distribuídas de maneira circular em torno da mesa. O guia nos contou que antigamente os índios da região faziam cerimonias e alguns sacrifícios, era o lugar onde levavam as mulheres para satisfaze-los e depois as retiravam a vida.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Passamos um tempo ali conversando, rindo e nos alimentando, enquanto isso o guia dizia que teríamos que escalar um bom trecho, pois precisávamos chegar ao cume deste morro.

O primeiro grande obstáculo foi subir uma parede com cerca de 4 metros usando apenas uma corda, para mim e para os outros que possuem relativamente medo de altura, era um desafio tremendo, depois de alguns encorajamentos e empurrões, conseguimos superar o desafio, sentamos para descansar e agradecemos aos amigos e principalmente ao guia por estar ali sempre nos apoiando.

Pedra da Naja
Pedra da Naja

Depois de muita trilha e escalaminhada, chegamos ao cume do Morro dos Cavalos, uma vista fantástica dos arredores, muito compensador. Do alto do morro podíamos ver o próximo destino que seria o cume da Pedra da Naja.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Para se chegar ao Cume Pedra da Naja o roteiro seria por cima da crista do Morro dos Cavalos até chegar no destino desejado, mas mesmo assim o guia nos disse que não seria tão fácil assim, então de mochilas nas costas seguimos em fila indiana, passamos por inúmeras áreas com mata densa, espinhos e muitas pedras lisas, depois de alguns minutos passados chegamos a uma outra gruta, ali o guia nos disse que era interessante deixar as mochilas, pois o local onde tínhamos que passar era bastante apertado.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

O local de fato era apertado, tivemos que praticamente rastejar para conseguir passar, era uma fenda enorme entre um paredão de pedra e outro, cerca de 5 a 7 metros de comprimento, depois subimos uma parede com auxílio de cordas e enfim alcançamos o objetivo. Estávamos no Cume Pedra da Naja, local de beleza singular, ali tínhamos pouco espaço para ficar todos juntos e posar para uma foto, então em vez disso escrevemos em um caderno, nesse, escrevemos cada um uma frase com data , para assim quando o segundo grupo de aventureiros chegar até aqui, encontre os manuscritos.

Pedra da Naja
Assinatura do Pernudo (Mascote) – Cume Pedra da Naja
Pedra da Naja
Cume Pedra da Naja

No momento que alcançamos o Cume Pedra da Naja muitos de nós nos emocionamos, estar ali, com um grupo de amigos, tão maluco por aventuras e ter a honra de poder cumprir esse desafio, não há preço que pague. Com toda a certeza pude vivenciar uma frase que aprecio muito. “A felicidade não está no caminho que leva a algum lugar. A felicidade é o próprio caminho”.

Deixamos o caderno em um pote impermeável e depois de alguns minutos começamos a trilha de volta ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista.

Veja aqui todas as fotos dessa aventura inesquecível:

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Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes. Dalai Lama

Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate

A faca Gerber Bear Grylls foi projetada pelo ex-Militar das Forças Especiais e apresentador do programa “A Prova de tudo”, Sr. Bear Grylls,  em parceria com a empresa Gerber, priorizando a produção de uma faca com alto desempenho, para situações de sobrevivência na selva, deserto, mar ou ambiente urbano.

Situações inusitadas podem ocorrer a qualquer momento, por isso repentinamente podemos nos deparar com uma situação em que é necessária uma lâmina afiada e resistente. Assim, esta faca, em mãos hábeis, pode ser útil em diversos trabalhos ou decisiva em situações de emergência.

Sobre a marca:

gerber_logo

A empresa foi fundada no ano de 1939 por Joseph R. Gerber, surgiu como uma pequena empresa que fabricava pequenos lotes de conjuntos de talheres artesanais para presentear pessoas no Natal. Hoje em dia, a Gerber é uma empresa dedicada à fabricação de facas e ferramentas que combinam projetos inovadores com materiais de alta qualidade.

Apresentação e detalhes da faca:

Apresento a vocês a Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate serrilhada, uma das facas mais imponentes que já pus a prova, vou mostrar todas as suas características construtivas, detalhes e algumas curiosidades sobre este modelo.

Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate

Desenvolvida e fabricada com materiais de alto desempenho e de excelente qualidade. A lâmina é construída de aço carbono inoxidável possuindo cerca de 12 centímetros de comprimento por 5 milímetros de espessura, é fixa, parcialmente cerrilhada e muito bem afiada por sinal, podendo ser utilizada para inúmeras funções, desde o corte de alimentos, cordas e até galhos de arvores.

Lâmina Gerber Bear Grylls The Ultimate

Pederneira Gerber Bear Grylls The Ultimate

O equipamento conta ainda com a pederneira, como pode ser vista na foto acima. Cabe observar,  que que na lâmina possui um lugar adequado para o uso em conjunto com a pederneira. A pederneira funciona em qualquer situação, mesmo que esteja molhada. Além disso, essa ferramenta não necessita de fluido (como é o caso do isqueiro). Dessa forma, pode-se utilizar melhor o fogo, para uso nas necessidades do dia a dia ou em situações de sobrevivência.

O cabo da Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate serrilhada tem formato anatômico e é emborrachado com textura antiaderente, por isso ao segurá-la, se encaixa perfeitamente na mão, isso garante maior segurança ao manusear. Além disso, conta ainda em sua extremidade com um ponto rígido em aço inoxidável que possui a função de cabeça de martelo, pode ser usado para martelar pregos, ou até mesmo para auxiliar na colocação dos espeques da barraca em solo rochoso.

Cabo emborrachado Gerber Bear Grylls The Ultimate

Faca cabo Gerber Bear Grylls The Ultimate

martelo Gerber Bear Grylls The Ultimate

Na cabeça do martelo tem uma pequena cordinha que forma uma alça, esta tem duas funções, a primeira delas é auxiliar no manuseio da faca, eis que colocando a mão por dentro da alça a faca fica muito mais firme na mão, impedindo seu arremesso por algum descuido. A outra função, é para segurar o apito de emergência, este item é muito usado em situações emergenciais. Caso você esteja perdido ou até mesmo ferido, é mais fácil assoprar o apito ao invés de gastar toda a voz gritando por ajuda.

Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate

Construção e detalhes da Bainha:

A bainha é construída com materiais do tipo nylon com polímero de nível militar, toda sua estrutura é anti-mofo, o que garante maior vida útil ao produto. Possui passador de cinto, afiador diamantado fixado na bainha, local para guardar a pederneira e ainda uma pequena legenda com sinais de emergência em ambiente alpino. Interessante mencionar, que o local onde a faca é armazenada pode ser removida da bainha, pois em alguns lugares não é permitido seu uso, então é possível remover da bainha e guardar dentro da mochila por exemplo.

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A acomodação da faca em seu compartimento é comprimida por uma cinta plastica flexível, isso impede que a faca se desprenda do seu local de acomodação, o que poderia causar acidentes indesejáveis.

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Outros detalhes:

Conjuntamente com todas estas funções, ainda dispõe de um manual de sobrevivência que possui algumas técnicas básicas e ilustrativas de como fazer abrigos naturais ou de emergência, maneiras de fazer fogo, como se localizar se estiver perdido na natureza, como sinalizar para receber ajuda, orientação pelo sol, como coletar e purificar água em ambientes selvagens, como fazer armadilhas e tipos de nós. Tudo isso em um pequeno folheto de mão.

Manual de sobrevivência Gerber Bear Grylls The Ultimate

Preço: R$ 380,00 reais.

Onde comprar: Loja Furben

Recomendações de uso:

A Faca Gerber Bear Grylls The Ultimate serrilhada é ideal para uso tático, militar, esportivo, caça, pesca, sobrevivência e camping.

Curiosidades:

Bear Grylls é ex-militar das forças especiais da Inglaterra,  aventureiro, escritor, biólogo, botânico, apresentador de televisão e montanhista britânico. Ficou mundialmente conhecido ao apresentar o programa “À Prova de Tudo” (Man vs. Wild EUA) e também “No Pior dos Casos” pelo canal a cabo Discovery. É atualmente Chefe dos Escoteiros da Inglaterra.

O programa À Prova de Tudo retrata viagens pelos destinos  mais selvagens do planeta, lugares onde os turistas poderiam se perder ou correr perigo. Ao chegar em cada local, Bear busca o caminho de volta à civilização, mostrando ao longo de sua aventura importantes técnicas de sobrevivência.

Vídeo dos testes realizados:

Especificações técnicas:

Comprimento total: 24,5 cm;

Comprimento da lâmina: 12 cm;

Largura da lâmina: 3 cm;

Espessura da lâmina: 5 mm;

Comprimento do cabo: 13 cm

Peso: 390 gramas (com bainha);

Peso: 245 gramas (sem bainha);

Primorosamente fabricada pela empresa Gerber e Bear Grylls, esta faca carrega inovações que não serão encontradas em nenhuma outra faca de lâmina fixa.

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Waynapicchu a montanha jovem!

Hoje falarei um pouco sobre a minha experiencia e o privilégio de ter subido no topo da montanha de Waynapicchu, que traduzido do Quechua significa Montanha Jovem. Localizada a 2.667 metros acima do nível do mar, é com certeza um dos locais mais procurados pelos visitantes da cidadela de Machupicchu.

Para ter ideia da exclusividade que é dada a essa montanha, apenas 400 pessoas/dia, divididas em dois grupos de 200 pessoas cada, podem subir ao topo, com horários pré-estabelecidos. Para tanto, o bilhete deve ser adquirido com pelo menos um mês de antecedência, caso seja um aventureiro como eu e esteja sempre buscando novos desafios, essa trilha é para você!

Waynapicchu a montanha jovem!

Waynapicchu a montanha jovem!

Cheguei na  guarita que dá acesso a Montanha Waynapicchu por volta de 06 h 50 min, o bilhete de entrada que comprei era com o primeiro horário, pois logo no começo da tarde precisava pegar o trem de volta a Cusco. Com a guarita fechada ficava imaginando como seria a trilha, os perrengues que iria passar (pois tenho um certo medo de altura) acredito que combater nossos medos é a maneira que mais contribui para nossa evolução como pessoa.

A guarita abriu, o guarda do parque carimbou o bilhete e pediu para assinar um livro enorme, onde nele precisava preencher com o nome da pessoa, país, idade e o horário de entrada. Somente após tudo preenchido era possível realizar a trilha.

Na primeira parte da trilha, tive a impressão de estar passeando em um parque, as trilhas são largas, bem sinalizadas e com pequenos degraus em divididos em lances, a vista é incrível. Apos a subida de certa altitude, inicia uma descida um pouco íngreme e sinuosa, neste ponto, é possível avistar boa parte das trilhas (vídeo 1) que levam até o cume da montanha.

Waynapicchu landscape

Ao iniciar a trilha, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi que também é possível fazer uma segunda trilha, na montanha de Huchupicchu, que é uma montanha bem mais baixa e localizada na frente da montanha Waynapicchu.

Video 1

O vídeo acima retrata a transição entre as montanhas de Huchupicchu para a Waynapicchu. A partir desse ponto, a subida se torna cada vez  mais íngreme e estreita, conforme ia caminhando tinha a sensação de estar subindo para as nuvens, durante todo o trajeto é possível visualizar pessoas acima  e outras abaixo, todas em direção ao cume, essa possibilidade de ver pessoas acima e abaixo de você é algo fascinante e ao mesmo tempo um pouco insano. A parte interessante da subida e das longas escadarias é que na maioria delas existe um corrimão feito de cabos de aço, estes são encrustados nas pedras, o que possibilita agarrar-se a ele o que causa segurança na subida. Os degraus possuem um bom espaçamento e há inúmeros pontos de paradas para descanso, para ter ideia do quanto cansa subir os inúmeros lances da escadaria, a cada dois lances, por dois motivos, obrigava-me a parar alguns minutos, um deles, certamente era para pegar fôlego, e o outro, para admirar a beleza do lugar e eternizar a vista através de imagens fotográficas.

Waynapicchu - caminhos pelo mundo

subindo a montanha de Waynapicchu

“O caminho é o que importa, não o seu fim. Se viajar depressa demais, vai perder aquilo que o fez viajar.” Louis L’Amour

Após inúmeras paradas e muitos  lances de escadaria atingi o primeiro mirante. Do local é possível avistar a cidadela de Machupicchu e as montanhas ao seu redor, estas que tem tons avermelhados o que deixa a vista muito mais incrível. Neste momento, agradeci por poder estar ali naquele lugar e poder desfrutar de toda aquela beleza natural. No mirante inicia uma sessão de escadaria totalmente vertical, só de olhar para cima já dava arrepios, neste trecho os degraus são pequenos e estreitos, logo que comecei a subir a sensação de medo  somada com a imensa vontade de chegar ao topo, me fez subir degrau por degrau sem olhar para baixo, alguns trechos desta subida contém corrimão, porém em outras partes, foi necessário se agarrar nas pedras da parte de cima. A escadaria é tão vertical que algumas vezes precisei subir de quatro pés, só para constar, calço número 38 e em relação aos degraus, o meu pé ficava apoiado somente pela metade, então na maioria das vezes subi de lado.

Vídeo 2

As escadas verticais de Waynapicchu

Atingir o cume é algo incrível, do alto temos uma visão 360° graus e um vista panorâmica de Machupicchu. O esforço empreendido para subir e a respiração ofegante na maioria do trajeto é compensada pela paisagem única do lugar. E foi neste ponto, exatamente no cume, que sentei em uma pedra  e fiquei apenas observando e agradecendo a oportunidade de poder estar ali.

No topo da montanha encontram-se algumas construções andinas que serviram como observatório astronômico, e também o Templo da Lua, construído em uma caverna natural.  Aproveitei para fazer algumas fotos, veja abaixo:

Primeiro mirante de Waynapicchu

Construções Andinas de Waynapicchu

Cume da montanha de Waynapicchu

Topo da montanha de Waynapicchu

Permanecemos cerca de 30 minutos no cume e é chegada a hora de iniciar a descida de retorno. Não sou o tipo de pessoa que gosta de descer montanhas, todo o tempo ficava imaginando, e de certa forma preocupado em como faria para descer aquela escadaria vertical, mas como a descida era obrigatória, com muito cuidado e atenção fui descendo degrau por degrau, com olhar fixo e atento a cada passo, pois não queria sofrer algum deslize. Entre subir e descer, foram aproximadamente 1 h e 45 min. No retorno à guarita, antes da saída, novamente se faz necessário assinar o livro e preencher a hora de retorno.

Guarita-Waynapicchu

Recomendações e conclusões importantes:

A trilha que leva à Montanha Waynapicchu é bastante estreita, íngreme e cansativa, caso você tenha algum problema nas articulações, sobre-peso, pânico de altura ou problemas cardíacos, não recomendo fazer essa aventura.

A caminhada, por sua vez, posso dizer que não é tão difícil como eu imaginava. Acredito que seja  de nível moderado, tornando-se assim, recomendada para pessoas que já praticam algum tipo de exercício físico.

Use calçados confortáveis e já pré amaciados, chapéu ou boné, protetor solar e repelente.

Ingresso Montanha Waynapicchu:

  • Altura: 2,693 m.s.n.m.
  • Localização: Norte da montanha de Machu Picchu.
  • Acesso: Da Cidade Inca de Machu Picchu, no Setor de Huayranas (Rocha Sagrada). Ingresso a partir do Casa Controle.
  • Bilhete de Ingresso: Ingresso Machu Picchu + Waynappichu.
  • Horários: Primeiro Grupo: 07:00 hrs. 08:00 hrs. – Segundo Grupo: 10:00 hrs. – 11:00 hrs.
  • Número de visitantes: 400 por dia, divididos em dois grupos de 200. Mostrar disponibilidade Waynappichu.
  • O tempo de caminhada: 1 hora e 30 minutos subida e da mesma forma para descida.
  • Grau de dificuldade: Media, penhascos, íngremes das montanhas, muitos passos (não recomendado para aqueles que sofrem de vertigem).
  • O que levar?: Sapatos antiderrapantes, protetor solar, repelente de insetos, capa de chuva (dependendo da época).
  • Atrações arqueológicas: Andinas, o Templo da Lua em uma caverna com amostras de nichos, vergas e fina cantaria.
  • Flora e fauna: Paisagem de selva, cercado por uma vegetação exuberante, um habitat importante para aves, borboletas, insetos, todos pertencentes à paisagem tropical.
  • Clima: Quente e úmido durante o dia, esfriando à noite. Estação seca: Maio-Outubro / Estação das chuvas: Novembro-Março.
  • Vantagens: Vista panorâmica do Cidade Inca, estradas, ruas, praças e delegacias.
  • Desvantagens: Precipícios, coberto por vegetação, caminho estreito.

Cânion Josafaz um lugar inóspito!

Tudo começou por convite de um velho amigo, integrante do Grupo de Escoteiros Almirante José de Araujo Filho – Garibaldi/RS, para fazer um trekking de aproximadamente 25 quilômetros pelo maior cânion da região dos Aparados da Serra, conhecido pelo nome Cânion Josafaz, possui 16 quilômetros de extensão e está além dos limites do Parque Nacional dos Aparados, localizado à cerca de 68 quilômetros da cidade de Cambará do Sul, pertencendo ao município de São Francisco de Paula/RS – Brasil.

A aventura foi realizada em conjunto com outros grupos escoteiros, assim promovendo maior integração entre os jovens da faixa etária de 15 a 18 anos, estes pertencentes ao Ramo: Sênior/Guia.

Saímos da cidade de Garibaldi/RS, por volta de 1:00 hora da manhã do dia 29/10/2016, com destino a São Francisco de Paula/RS e chegamos ao destino por volta das 6:00 horas da manhã. Nessa aventura estavam presentes 38 pessoas no total, incluindo o guia que foi contratado para acompanhar o trekking.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Após tomar um café da manhã especial no pé do cânion, era hora de começar a caminhada. Seriam aproximadamente 1.000 metros de altimetria acumulada, trilhando os caminhos por estradas antigas e trilhas construídas pelos antigos povos tropeiros. Estava eu com minha mochila cargueira pesando aproximadamente 13,6 kg, carregando tudo que era necessário para uma boa aventura. Na mochila havia colocado todos os equipamentos de camping, tais como: barraca, saco de dormir, isolante térmico, roupas extras, roupas para frio e ainda alguns alimentos.

Conforme subíamos avançando pela estrada, o cenário fazia nossos olhos brilharem. Muita vezes, em ocasiões como essa, podemos caminhar longos caminhos, mas é preciso seguir com calma para apreciar tudo que existe a nossa volta.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Na metade do trajeto, passamos por lindas cachoeiras totalmente despoluídas, isso é raro hoje em dia. Nelas sempre completávamos nossos cantis de água, seguindo uma das grandes lições que aprendi no Movimento Escoteiro durante os 14 anos que participei ativamente, de que nunca devemos tomar toda a água que carregamos até que encontremos uma fonte segura para reabastecer de água. Nessas cachoeiras e rios que corriam pelo caminho onde passávamos não tínhamos certeza se a água era potável ou não, na dúvida colocávamos pastilhas de cloro, que tem a função de matar as bactérias que possam existir na água.

Depois de aproximadamente 5 horas de caminhada morro a cima, chegamos ao topo do Cânion Josafaz. Efetuamos o reconhecimento do local a procura do melhor local para armar o acampamento. O clima nessa região é muito instável, uma hora tem um sol escaldante e em poucos momentos já está nublado. Na parte de cima do cânion existem alguns locais de banhados cobertos por vegetação do tipo Turfeiras, em outras existem longos campos de capim e alguns trechos de mata nativa. Para evitar maus bocados durante a noite, escolhemos uma clareira em meio a dois pedaços de mata nativa, assim caso ventasse durante a noite, estaríamos protegidos.

Depois de montado todo o acampamento e preparado o almoço, já alimentados e refeitos do cansaço, era hora  explorar a parte de cima deste cânion. A ideia era ir até o vértice do Josafaz, uma caminhada estafante, subindo e descendo morro através das estradas e trilhas que ali se formaram com as explorações dos veículos 4×4. O cenário é de tirar o folego, uma mistura única de campos e matas, cercado por rios totalmente despoluídos. A caminhada com aproximadamente 6 quilômetros de extensão tornava-se um pouco cansativa em razão do sol forte, porém em muitos momentos da caminhada era necessário colocar os casacos, daí passava-se uns 15 min e  nos obrigávamos a tirar os casacos, pois como disse anteriormente, o clima na região é muito instável.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Após algumas horas caminhando chegamos ao ponto culminante do nosso trekking no Vértice do Cânion Josafaz, ali a visão é incrivelmente linda, possui uma cachoeira que acredito ter mais de 200 metros e é dividida em duas partes. O Cânion Josafaz é ainda pouco explorado, um lugar inóspito, mas de extrema beleza e grandiosidade, com vasta mata atlântica em seu interior. Este local é perfeito para descansar, meditar e refrescar os pés na água cristalina que corre pelo rio.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Permanecemos ali durante algum tempo apreciando aquela beleza incrível, conversando e tirando algumas fotos. Momentos após, era hora de voltar para o acampamento e descansar um pouco. Durante a volta escolhemos cortar caminho, pois olhando de longe víamos uma linha reta, parecia ser fácil se não fosse pelos banhados! Encaramos o desafio e seguimos em frente, e por incrível que pareça, não encharquei as botas e o caminho de volta foi bem mais rápido em relação ao da ida, o que garantiu a nossa chegada antes do entardecer.

Já no acampamento preparamos uma fogueira para assar alguns quilos de carne, fizemos um belo churrasco à moda antiga e batatas doces enroladas em papel alumínio jogadas na brasa. Não sei se era a fome que tínhamos ou o que, mas o gosto daquele churrasco, para mim, era o melhor que já havia comido. Depois do belo jantar realizou-se a cerimônia de Fogo de Conselho, cerimônia muito conhecida e praticada pelo  Movimento Escoteiro, pois ali é o lugar onde podemos sentar para ouvir histórias, relatos incríveis das pessoas  presentes sobre suas aventuras durante o dia. Esta cerimônia é realizada sempre na última noite de acampamento e é encerrada com a Canção da Despedida. Após a cerimônia de Fogo de Conselho, fomos todos deitar, precisávamos descansar e recompor as energias para o dia seguinte.

Na manhã seguinte depois do café da manhã, chegou a hora de desmanchar o acampamento, organizar os equipamentos e aprontar as mochilas, e retornar até o pé do cânion.

Na descida, senti muito mais o peso da minha mochila, pois ao descer além do nosso próprio peso corporal, temos ainda a mochila cargueira nas costas, todo esse peso fica apoiado sobre os joelhos, tornozelos e pés. Por isso, toda a descida foi realizada devagar, com o devido cuidado para não cair, pois nas trilhas dos antigos tropeiros tem inúmeras pedras soltas e é muito íngreme também, então todo o cuidado é necessário para voltar bem para casa.

Veja todas as fotos dessa incrível aventura, clique aqui.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Se você gostou do relato do trekking no Cânion Josafaz, deixe um comentário abaixo. Veja também o relato da Trilha no Cânion da Pedra clicando aqui.

Riozinho um pequeno paraíso natural

Riozinho é uma cidade localizada a 133 quilômetros da capital Porto Alegre, Rio Grande do Sul – Brasil. Colonizada no ano de 1875 por cerca de 200 famílias de imigrantes húngaros, poloneses, prussianos e suecos, as quais acolheram, mais tarde, a vinda de famílias de origem alemã e italiana. O nome do lugar se deu por existir um pequeno rio que divide a cidade em duas partes.

A cidade de Riozinho também é conhecida pelas suas lindas paisagens naturais, na qual a Cascata do Chuvisqueiro tem o maior destaque turístico da cidade, neste local as principais empresas de turismo e agencias de viagem, trazem aventureiros de todas as partes do Brasil, para desfrutar dessas belezas e também para praticar o esporte de aventura conhecido como Rapel. A queda da cascata tem aproximadamente 80 metros de altura, isso garante muitas emoções para os aventureiros que se desafiam a descer pela parede de pedra ou mesmo junto a queda de água. Com certeza é uma aventura inesquecível.

Além dessa incrível cascata a outra queda de água para conhecer e se divertir nos dias de verão, é conhecida como Cascata das Três Quedas, aqui é possível refrescar-se junto as três piscinas naturais providas de cada queda de água. Estas cascatas você não vai encontrar nos mapas turísticos da cidade de Riozinho/RS, mas vale a pena ir conhecer e desbravar as trilhas que a compõe, para chegar a este local é fácil e rápido, a trilha que leva até a base da terceira queda é tranquila sem grandes esforços, qualquer pessoa pode faze-la. O começo dessa trilha se dá no Camping Cascata do Chuvisqueiro, para acessa-lá converse com a direção do camping.

Riozinho um pequeno paraíso natural

Caso você queira explorar as quedas da parte de cima, suba pela estrada de terra e encontrará uma trilha que leva as quedas superiores. A trilha não é longa, mas é de certa forma um pouco complicada e íngreme, possui inúmeras pedras soltas e algumas árvores caídas pelo caminho.

Coordenadas Geográficas da Cascata das Três Quedas: 29°35’23.4″S+50°25’32.6″W

Na parte de cima a queda de água tem aproximadamente 5 metros de altura, para quem gosta de apreciar um salto dentro do rio, ali é uma ótima local para isso. Estando ali ainda tem a possibilidade de subir mais uma trilha que leva a algumas piscinas naturais um pouco mais rasas, caso decida ir com sua família, ali com certeza é um belo lugar para passar a tarde.

Riozinho um pequeno paraíso natural

Riozinho um pequeno paraíso natural

Sempre que for a um local novo, explore ele por completo, as vezes os lugares menos turísticos são aqueles mais incríveis, pois são menos impactados pelo homem e garantem uma beleza surpreendente!

Caso queira percorrer essas trilhas esteja munido de água e calçado fechado.

Para saber outras informações sobre a cidade, acesse o site da Prefeitura de Riozinho/RS – Brasil, clicando aqui!

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Para quem gosta de fazer caminhadas curtas e se conectar diretamente com a natureza intacta, as cachoeiras gêmeas de São Miguel são uma boa pedida.

Todos nós sabemos que a região da serra gaúcha é repleta de atrações turísticas, dentre elas se destacam os atrativos culturais e naturais. A geografia da serra gaúcha é bastante montanhosa, cheia de matas e rios que contornam os morros, o que a torna perfeita para a prática de esportes de aventura, caminhadas e explorações.

Certo dia na cidade de Farroupilha/RS, em uma simples caminhada exploratória descobrimos uma cachoeira e uma cascata que deságua no mesmo rio, ambas com  altura considerável de 20 a 25 metros de queda de água.

Qual é a diferença entre cascata e cachoeira?

  • Cascata: as águas caem em queda livre do ponto inicial até o ponto final, sem tocar em nada;
  • Cachoeira: as águas escorrem por cima das pedras, antes de chegar no ponto final.

É o local ideal para relaxar, tomar um banho de cachoeira, ou quem sabe se desafiar nos esportes de aventura. Também é possível fazer rapel e escalada. Ressaltasse, entretanto que o acesso é bucólico e não possuí vias para tal, um lugar totalmente inexplorado. Pode-se dizer que é um paraíso no meio da serra gaúcha.

Caso você queira conhecer este local, aconselhamos levar um guia para acompanha-lo na trilha até as quedas de água.

Geralmente, na serra gaúcha os locais são de difíceis acesso e de propriedade privada, ou seja para chegar em belos locais é necessário passar por uma grandes quantidades de famílias proprietárias das áreas.Por isso, é aconselhável sempre que for fazer uma caminhada em um lugar novo solicitar a permissão das famílias para passar em suas terras. Não custa nada, assim evitamos contratempos.

Trilhas:

A trilha é composta por inúmeros atrativos naturais em toda sua extensão, do começo ao fim o passeio é gratificante. O trajeto  não apresenta grandes dificuldades, mas também não é  muito fácil. Existem duas rotas para chegar nas Cachoeiras Gêmeas de São Miguel, explico a seguir.

1° rota: vá seguindo por estrada de colônia, depois o caminho se torna uma (picada de trilha), estas são mais difíceis de seguir, pois é uma imersão por dentro da mata nativa regional, é fácil se perder, mas a dica aqui é seguir sempre acompanhando o rio. Neste caso, o rio se encontra à direita da trilha, veja a indicação no mapa ao final do post.

2° rota: a trilha é um pouco mais aberta, leva para a parte  de cima das cristas das cachoeiras. Esta opção é mais apreciada para os aventureiros que buscam fazer rapel, veja a indicação no mapa ao final do post.

Fotos das trilhas:

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Marcio Basso
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Onde se localizam:

As Cachoeiras Gêmeas estão localizadas na Linha São Miguel na cidade de Farroupilha/RS a cerca de 6 quilômetros do centro da cidade, as quedas d’água estão em áreas privadas. Veja abaixo os mapas que mostram as duas rotas que podem ser feitas a pé.

Mapa/coordenadas: 29°14’53.5″ S – 51°18’01.7″ W

Cachoeiras Gêmeas

Dica: Sempre que for explorar novos lugares leve consigo roupas confortáveis, calçados fechados, repelente, protetor solar, água, alimentos e kit de primeiros socorros. Lembre-se também, nunca vá sozinho para a natureza, pois afinal é sempre bom conhecer novos lugares, mas com as devidas medidas de segurança.

Pêndulo em Arroio do Meio

Pêndulo em Arroio do Meio

O município de Arroio do Meio é um típico município do Vale do Taquari: ao pé da serra, é rodeado por grandes elevações, os chamados morros, e, para realçar a beleza local, é irrigado por vários rios e arroios de todos os portes que descem das encostas e da Serra Gaúcha. A cidade recebe este nome pois está situada junto ao Arroio com este nome, cuja denominação é devido ao seu posicionamento entre o Arroio Forqueta e o Arroio Grande.

Através do amigo Brian Dias fomos convidados a participar e relatar a experiência de praticar o pêndulo, um esporte de aventura pouco conhecido, mas que proporciona muita adrenalina.

O pêndulo, também conhecido no Brasil como Rope Swing, ou Pêndulo Humano, ou ainda como Rope Jump, é uma atividade muito parecida com o Bungee Jump, ou Ioiô Humano. A pessoa pula de uma ponte, ou outra plataforma, amarrada em uma corda não elástica, ou um cabo de aço, e ai fica balançando de um lado para o outro até parar. Imagine um grande balanço!

Assista o vídeo abaixo:

O esporte é oferecido pela empresa OFF Aventura, principal operadora do esporte de aventura na cidade de Arroio do Meio/RS. Realizado na ponte de ferro que liga os municípios de Lajeado e Arroio do Meio/RS – Brasil. A referida ponte foi construída no ano de 1939 e por muitos anos foi o único meio utilizado para se chegar ao município vizinho. Toda a estrutura da ponte foi trazida da Alemanha. A ponte sofreu uma grande reforma no final do ano de 2006, início do ano de 2007, revitalizando este ponto turístico.

Arroio do Meio
Ponte de Ferro construída no ano de 1939 – Foto: Internet
Arroio do Meio
Arroio do Meio/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch
Arroio do Meio
Arroio do Meio/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Informações:

  • A prática dessa atividade de aventura é recomendada para pessoas que não possuam problemas de saúde, a idade mínima para o salto é de 8 anos, para pessoas menores de 18 anos o salto é realizado apenas com autorização dos responsáveis;
  • O valor da atividade é de R$ 40,00 reais e dá direito a 2 saltos, pois no primeiro apenas sente-se medo, já na segunda vez é que os esportistas se apaixonam por essa aventura um tanto insana;
  • O pêndulo é disponibilizado uma vez por mês ou com grupos pré-agendados;
  • A altura da ponte varia entre 30 a 35 metros de acordo com o nível do rio.

Contato:

  • Para saber mais, contate diretamente com a empresa OFF Aventura, pelo contato:  (51) 9286-3386

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Curta a página da OFF Aventura no Facebook, e fique atento para as próximas aventuras!

Relato da aventura em Arrio do Meio

O dia começou muito frio, aos poucos o céu foi abrindo e surgiu o sol. O céu azul e as nuvens de cor branca davam a sensação de profundidade nas fotografias capturadas, isso significava que seria um belo dia para curtir com os amigos. Conosco estavam presentes no eventos três empresas parceiras: OFF Aventura, V13 Adventure e Outdoor Equipamentos, todos juntos, unidos pela paixão pelos esportes de aventura.

Conforme os organizadores iam ajustando e organizando as cordas e equipamentos para a prática do pêndulo, ficávamos estasiados com a altura e com o vento gelado que passava entre a ponte de forma congelante. O passar dos minutos impregnavam nos expectadores sensações de pavor, medo e de adrenalina que tomavam conta dos pensamentos. Depois de algum tempo ali esperando, começou-se a rodada de saltos individuais, acredito que a grande maioria de pessoas que estavam ali parados observando, nunca tinham feito nada tão insano e maluco em suas vidas.

Pouco a pouco, as pessoas iam colocando os equipamentos tais como: cadeirinha, capacete, mosquetão e todos os materiais apropriados para a prática desse esporte, e ficavam em uma fila esperando para, literalmente, se jogar da ponte de ferro. Só de assistir já dá um frio na barriga, uma sensação de pavor indescritível, só estando lá para saber.

No meu caso, fiquei na parte de baixo apenas observando cada salto, fotografando e tentando combater meu próprio medo de altura. Para todas as pessoas que me conhecem sabem que possuo grande aversão a altura, mas muitas vezes pratico os esportes de aventura sem maiores problemas, como diz aquela frase – “Se der medo, vai com medo mesmo”.

Depois de tirar centenas de fotografias fui desafiado a ir lá e fazer meu salto. Subi até o alto da ponte, coloquei todos os equipamentos necessários e na “hora H”, simplesmente desisti. Nessa hora meu corpo travou, as pessoas que estavam ali incentivando devem ter notado que eu não estava no meu melhor dia, não me sentia corajoso o bastante para aceitar aquele desafio.

Acredito que o mais importante em nossas aventuras não é fazer tudo, só porque alguém diz que é legal, mas precisamos estar conscientes sobre nosso corpo e mente, para aí sim, poder enfrentar os desafios que vierem. Não posso dizer que não irei voltar lá e saltar, talvez eu vá algum outro dia, com um pouco mais de coragem.

Alias já fiz pêndulo, sei como é a sensação de queda livre, se jogar no vazio e não conseguir ouvir seus próprios gritos de felicidade. Caso queira saber mais sobre a minha primeira experiencia nesse esporte tão louco clique aqui.

Galeria de fotos:

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Resumimos toda essa experiencia louca em um vídeo, assista!

Noruega, a terra dos Vikings!

Noruega, a terra dos Vikings!

Toda essa magnífica costa da Noruega foi dominada pelos Vikings. Num passado remoto por várias tribos que guerrearam entre si e, do ano 800 ao 1.050 da Era Cristã, por um império unificado.

Ao contrario dos desenhos que se popularizaram, os vikings não usavam capacetes com chifres nem eram brutamontes. No inverno ficavam em casa cuidando das ovelhas. Somente no verão costumavam se afoitar pelos mares nos seus barcos ágeis, porem sem proteção para neve ou frio. E aí se revelaram destemidos guerreiros, de uma audácia quase insana.

No século 9, os vikings atacaram Paris e Constantinopla _ quanto atrevimento! _, e saquearam sem parar de Nantes, na França, a Lisboa, em Portugal, e de Sevilha, na Espanha, ao norte da África. No apogeu de sua era, anexaram o seu reino, que cobria toda a Escandinávia, a Bretanha, a Normandia, a Sicília e a Russia. Descobriram a Groenlândia e a Islândia e estabeleceram um comércio profícuo com Bisâncio, Pérsia e Índia.

De tanto rodar o mundo, os vikings acabaram voltando para casa influenciados pela cultura cristã, que já dominava a Europa. Quando se converteram ao Cristianismo, construíram mais de mil igrejas, todas de madeira, das quais trinta ainda hoje estão preservadas. A maior é de Heddal, com 868 anos. Apesar de Católica, ela é repleta de figuras da mitologia viking, como Odin, o deus supremo da sabedoria e da guerra, e um dragão logo na porta principal, símbolo dos espíritos protetores.

Noruega
Igreja Heddal com 868 anos.

Vídeo de dentro da Igreja Heddal


Hoje a roda da conquista inverteu-se. A terra dos vikings é que vem sendo explorada por gente do mundo inteiro. Não guerreiros interessados em subjugar adversários, mas turistas aficionados por natureza. E mesmo aqueles que já tenham carimbado uma dúzia de passaportes certamente registrarão o Reino dos Fiordes como uma das mais sensacionais paisagens do planeta.

O reino dos fiordes:

Noruega

Uma das paisagens mais jovens da Terra é um assombro. Os fiordes da Noruega, antigos vales glaciais invadidos pelo mar, exibem aquela ousadia própria da juventude. Eles compõem um cenário completamente inusitado, que ainda estava em formação quando a Serra da Mantiqueira, na fronteira de São Paulo com Minas Gerais e Rio de Janeiro, já era o que é hoje. Ainda eram bebês em que os Andes entravam na maturidade. Mal acabavam  de engatinhar quando o Grand Canyon saía da adolescência. Em termos de cronologia geológica, os fiordes, com 12 mil anos de idade, são ainda muito jovens, são ainda muito jovens nesse planeta de quase 5 bilhões de anos.

Talvez isso explique sua extrema audácia. Esses golfos estreitos e profundos, margeados por montanhas de até 1.500 metros de altitude, desafiam a imaginação e provocam perplexidade mesmo nos menos entusiastas da natureza. São mais de 1.000 em todo o reino da Noruega, um naco de terra um pouco menor que o estado do Maranhão. Uma conta bem simples dá a ideia de o quanto interferem no litoral do país: num traçado linear, a costa norueguesa tem 2 mil quilômetros; mas caso sejam contabilizadas todas as entradas que o mar faz no continente, criando assim os fiordes, a extensão costeira vai a 20 mil quilômetros.

O fiorde Sogne é o que maior contribuição faz a essa matemática. Com 204 quilômetros de extensão e 1.300 metros de profundidade, é chamado de Fiorde Rei. Quem segue em sua direção pela rodovia E-16, partindo de Oslo, a capital da Noruega, sente que algo de grandioso se prenuncia. Durante boa parte do percurso, a estrada corre ao lado do Rio Laerdal, que nasce na montanha Fillefjell e deságua a 250 quilômetros depois de um dos braços do Sogne. Para fazer juz ao anfitrião que o aguarda, o Rio Laerdal se esmera.

Enquanto vai avançando, o Laerdal passa por vilarejos de 500 mil habitantes, corta as intermináveis extensões de pinheiros, carvalhos, ébanos e  bétulas, que formam uma floresta mais bosqueada que densa, e mata a sede dos fiording, os cavalos de raça nativa, pequenos e robustos. Num certo momento as montanhas vão ficando mais altas. Aquelas 600 metros dão lugar a outras de 900 a 1.500 metros de altura. Até que aparece o primeiro braço dp Fiorde Rei. O que se vê é um “lago” de papel machê, comprido, índigo, estático, sem ondas, que não tem nada a ver com nossa ideia de mar. Esse “lago” estende-se por um corredor de montanhas até o horizonte. Veja na imagem a seguir. Como está distante das correntes e acomodado em um vale profundo, o mar aqui é calmo. Por isso ganha essa aparecia lacustre.

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Você sabe como nasceram os fiordes?

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Fonte: Revista Terra
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Fonte: Revista Terra

Selecionamos algumas imagens para inspirar você a conhecer este lugar tão majestoso!

Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet
Noruega
Foto: Internet

Como mover-se na Noruega, viaje do seu jeito!

A Noruega é um país longo e escarpado e mover-se pelos vários destinos pode não ser tão fácil quanto parece. No entanto, recursos modernos foram viabilizados para facilitar os deslocamentos e viajens. Atualmente, a infra-estrutura do país reúne trens, barcos, estradas e uma rede de pequenos aeroportos, que permitem o acesso a todas as partes do país.

De avião:

A Noruega conta com mais de 50 aeroportos, fazendo com que mesmo as localidades mais setentrionais sejam acessíveis de avião.

Todas as maiores cidades e povoados contam com aeroportos e oferecem vôos domésticos e internacionais. Mais de 50 aeroportos na Noruega operam com serviços de rotas regulares, o que torna mesmo os lugares mais remotos como oarquipélago de Lofoten, ou o Cabo Norte e Spitsbergen (Svalbard) facilmente acessíveis de avião. No entanto, você deve estar preparado para uma troca de aeronaves, antes de chegar ao seu destino final na Noruega.

Os principais aeroportos internacionais estão em Oslo, Bergen, Stavanger, Tromsø,Trondheim, Ålesund, Haugesund e Sandefjord.

A Noruega é o país europeu com maior número de viagens de avião per capita, e as rotas entre Oslo e Trondheim, Bergen, e Stavanger estão entre os dez mais movimentados da Europa.leknesairplanelofotennorway_fe2e5b66-6eb5-4609-b3ec-b791d3ba0519leknes-airplane-lofoten-norway-2-1_c2537678-5779-4ab2-9639-0e31c5a009bb

De trem:

A companhia estatal Ferrovias Nacionais Norueguesas NSB conta com amplas opções de rotas e um conjunto de linhas modernas, que se estendem desde Kristiansand no Sul até Bodø, acima do Círculo Ártico.

A rede de linhas ferroviárias estende-se por mais de 3.000 quilômetros por toda a Noruega, com um total de 775 túneis e mais de 3.000pontes. A maioria das rotas passam por um interior rico em paisagens que se alteram no decorrer do percurso, oferecendo vistas panorâmicas de áreas habitadas, montanhas, lagos e fiordes.

A mais famosa de todas as viagens é a Bergensbanen, eleita a melhor viagem de trem do mundo pela publicação Lonely Planet. O trajeto cobre a rota entre Oslo e Bergen atravessando Hardangervidda, o planalto de montanhas de maior altitude na Europa. Sua via secundária, a espetacular Ferrovia de Flåm, é uma das estradas de ferro mais íngremes do mundo.

Uma outra ferrovia de destaque é a Estrada de Ferro de Dovre, que liga Oslo a Trondheim, com sua via secundária, a ferrovia de Rauma realizando o trajeto entre Dombås e Åndalsnes, a cidade alpina na área do fiorde.

Oslo não é apenas a capital da Noruega, mas também o maior hub ferroviário. A extensa rede ferroviária da Noruega avança a partir de Oslo num formato que lembra um ventilador.

De barco:

No Oeste da Noruega, onde estão localizados os mundialmente famosos fiordes da Noruega, as estradas encontram seu fim e a jornada prossegue de balsa.

Hurtigruten (The Norwegian Coastal Voyage)

A tradicional linha de Hurtigruten navega de Bergen para Kirkenes em Finnmark. A jornada Bergen – Kirkenes – Bergen dura 11 dias. Esta viagem é uma experiência especial para quem quer ver a beleza das áreas costeiras. É comprovadamente “a mais bela de todas as viagens marítimas”. O que mais fascina os turistas são as pequenas comunidades em que param e visitam no decorrer do percurso.

Embarques são diários e as paragens ao longo da costa são frequentes. Estes navios podem acomodar automóveis, tornando viável a combinação de cruzeiro com férias em diferentes portos que se revelam pelo caminho.

Passeios de barco em lagos

Não é apenas a Noruega costeira que oferece passeios de barco. Por exemplo, você pode realizar uma viagem ao maior lago da Noruega, o Lago Mjøsa, com o Skibladner, o mais antigo barco a vapor com roda de pás do mundo ou viaje pelas montanhas Jotunheimen em um barco tradicional do lago Gjende.

Para mais informações sobre horários e rotas de balsas e barcos, entre em contato com as seguintes empresas:

De carro:

Mantenha a calma e siga viagem. Conduzir o seu próprio automóvel é uma das melhores maneiras de conhecer a Noruega seguindo o seu próprio ritmo.

Uma vez que a Noruega é o país mais longo da Europa, é comum aos visitantes  subestimar as distâncias a serem percorridas, bem como a duração das viagens. A partir de Kristiansand no Sul, por exemplo, é preciso encarar uma viagem de 30 horas para alcançar a cidade de Hammerfest na região Norte.

No entanto, as estradas e rodovias na Noruega apresentam boas condições de tráfego, que correspondem aos melhores padrões internacionais de manutenção. A Noruega conta com uma experiência de mais de 70 anos de utilização da renda de pedágios na construção de pontes, túneis e estradas. As principais rodovias são as européias (indicadas com a letra «E» precedendo o número), conectando diversas cidades, regiões e países.

A Noruega oferece uma série de viagens cênicas e quase todas as estradas (sobretudo no Oeste da Noruega e nas montanhas do Norte da Noruega) garantem cenários espetaculares. Algumas das estradas receberam o título de Rotas Turísticas Nacionais e são especialmente recomendadas.

O conjunto das Rotas Turísticas Nacionais reúne dezoito rodovias na Noruega que se destacam pelas paisagens pitorescas, arquitetura premiada e infraestrutura turística, como paradas de descanso e mirantes. As rotas cobrem 1.850 quilômetros e atravessam os domínios da Costa Oeste e a porção ocidental dos fiordes, o Norte da Noruega e as montanhas do Sul da Noruega.

Aluguel de automóveis

Você poderá alugar um automóvel na maioria das cidades e vilarejos da Noruega, bem como em muitas das comunidades e aeroportos pelo país. Você pode reservar o seu carro com a locadora de veículos pela internet, pessoalmente em um de seus escritórios ou por meio de uma agência de viagens. Recomendamos que você reserve com antecedência, em especial durante os meses de verão.

Reserve o aluguel de automóveis com BookNorway. Busque o veículo nas agências de aluguel na Noruega, Suécia ou Dinamarca ou reserve diretamente com AVISHertzEuropcar ou Budget.

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De ônibus:

Todas as cidades e vilarejos na Noruega oferecem serviços locais de ônibus e há uma extensa rede de ônibus expressos por todo o país.

Ônibus expressos e de longa distância

Ônibus diretos são uma forma menos popular de viajar pela Noruega o que não faz muito sentido, uma vez que oferecem uma conveniente e extensa rede de linhas, em especial na Região dos Fiordes e em áreas rurais. Ônibus expressos realizam a ligação entre as principais cidades, aeroportos e terminais de embarcações. Além disso, muitas linhas de ônibus conectam-se entre si e com serviços locais.

A viagem de ônibus é normalmente muito mais econômica quando comparada às opções de avião ou trem. No entanto, as viagens são mais demoradas. A maioria das companhias oferecem descontos para estudantes, crianças, idosos e famílias. Muitas operadoras sugerem a realização de reservas online com antecedência e oferecem tanto descontos quanto garantia de assentos para aqueles que as efetuam.

e você viaja em um grupo grande é recomendável que a reserva seja efetuada com razoável antecedência. Normalmente, não há problemas em trazer sua bicicleta ou esquis na viagem, desde que paga uma taxa adicional.

Ônibus públicos

Nas cidades maiores você encontrará estações de ônibus e centros de informação sobre transporte público. Centros de informação turística também oferecem informações sobre ônibus públicos.

Você pode comprar sua passagem a bordo ao informar o motorista qual o seu destino. Cartões de validade diária ou semanal estão disponíveis em algumas cidades e podem ser adquiridos com o motorista, em quiosques ou estações de ônibus. Entretanto, em Oslo, por exemplo, o preço é mais barato se a passagem é comprada antes de entrar no ônibus.

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Veja o mapa e descubra muito mais sobre este país incrível

Sem título

As geleiras, montanhas e cachoeiras são provas de um poder sublime e selvagem. Por outro lado, maravilhas naturais como as auroras boreais, os fiordes e os silenciosos planaltos de montanhas revelam as qualidades únicas da Noruega.

Experimente essa sensação