TTT 2019

15ª Travessia Torres Tramandaí – TTT 2019

Mais de três mil participantes divididos em quatro categorias (solo, duplas, quartetos e octetos) participaram da 15ª edição da Travessia Torres Tramandaí – TTT 2019, que movimentou o Litoral Norte no último sábado de janeiro (dia 26).

Esta edição bateu recorde de inscritos na categoria solo, foram 243 atletas. Destes apenas 185 completaram os 82 quilômetros, sendo 150 homens e apenas 35 mulheres.

O destaque feminino na ultramaratona foi Roberta Nozari, que percorreu os 82 quilômetros em aproximadamente 7h 43 min, se sagrando a Campeã da TTT 2019.

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal

Beta já é conhecida na TTT. Sua primeira participação foi em 2014, quando formou dupla com Fernanda Elisa Finkler e conquistaram o 2º lugar. No ano seguinte resolveu enfrentar os 82 quilômetros e conquistou o 4º lugar Geral (o pódio geral era divido em até 39 anos e 40 em diante).

Em 2016 enfrentou novamente a ultramaratona e foi a Campeã. Com a Fernada, sua companheira de dupla em 2014 de apoio (bibicleta).

“Na época a classificação geral era dividida em duas faixas etárias: até 39 anos e após. Fiquei em primeiro até os 39, mas na verdade cheguei junto com a minha prima, e teve uma mulher mais velha que chegou antes. Logo, na verdade, apesar do troféu, cheguei em segundo.” explica a corredora.

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal / TTT 2016

Em 2017 se sagrou vice-campeã da TTT na categoria solo. A partir daí passou a não mais haver a divisão de faixa etária na classificação geral. Ano passado conquistou o terceiro lugar geral, também na categoria solo.

Natural de Santa Cruz do Sul, Beta trabalha como Defensora Pública, apaixonada pela profissão tanto quanto pelas corridas.

“Em resumo, atuo em prol das pessoas que não possuem condições de constituir advogado particular. Na área criminal, quando os réus não constituem advogado para defesa, os processos acabam indo para a atuação da Defensoria. E eu ainda atendo no Presídio Estadual de Venâncio Aires, que conta com mais de 600 reclusos.”

Beta começou cedo nos esportes. Ainda estava na faculdade (2005) quando conheceu e se apaixonou pelo mundo das corridas de aventura. Participou de competições de CA e algumas corridas…

“Em 2007 (agosto) eu me formei em Direito, e parei de competir para estudar para um concurso. Neste período, me foquei muito, abri mão de quase tudo e somente dava uma corridinha de 7 quilômetros (quando eu podia) para desestressar!” brinca a multi-atleta.

Quando passou no concurso, ela voltou a treinar e logo a competir. Retornou para as corridas de aventura e corridas em geral, trilhas, asfaltos, bike…o que lhe dava vontade.

Ela confessa, que não é muito de se programar com as provas. Gosta de decidir meio perto, mas sempre mantem uma rotina rigorosa de treino.

“Já com a TTT 2019 é diferente, é meio que um programa anual! Eu e o Vagner (noivo), que corre comigo há 3 anos (aliás, nos conhecemos numa corrida de aventura, na mesma equipe, fomos campeões e nunca mais nos desgrudamos) já mantemos um planejamento desde novembro, dezembro…” relembra Beta.

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal / 1ª Etapa do Campeonato Gaúcho de Corrida de Aventura de 2016 – Getúlio Vargas – Equipe Krakatoa Campeã / Da direita para a esquerda: Xexa Leandro, Douglas Kroetz, Vagner de Moura e Beta.

Beta acorda às 5h 30min de segunda a sexta para fazer crossfit das 6h 30min às 7h 30min; durante a semana procura correr 3 dias, mas antes da TTT ela corria 5 dias, e às vezes, inclusive, dois turnos de corrida por dia. Nos finais de semana eram feitos os longos, no sábado de bike (30, 40 quilômetros, dependendo do cansaço) e no domingo corrida, no máximo 35 quilômetros.

Ela possui uma carga de trabalho bastante intensa. Então não é sempre que chega em casa com ânimo para treinar. Mesmo assim procura praticar esportes todos os dias, mas confessa que nem sempre é possível.

“Amo fazer esporte, mas respeito muito o meu corpo. Quando estávamos muito cansados, o Vagner (meu parceiro de treino e competições) e eu diminuíamos o ritmo ou a quilometragem.”

Quando questionada se em algum momento imaginou ser a Campeã da TTT 2019, ela é sincera e muito humilde:

“Em nenhum momento pensei que seria a Campeã! Porque eu não era a favorita e, aliás, admiro muito a favorita (Jasieli Dalla Rosa) que é a recordista da prova.”

A PROVA:

O plano era fazer a prova com o Vagner e os dois acabarem bem; administrando, sem quebrar! E foi o que aconteceu…O resultado foi somente a consequência do despretensioso planejamento.

Em termos de calor, foi a pior TTT que Beta correu. Com apenas meia hora de prova o casal sentiu o calor extremo e resolveram diminuir o ritmo, para não quebrarem. Mantiveram um ritmo extremamente confortável e seguiram.

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal / Na foto: Beta, Vagner de Moura e Douglas Kroetz (bike)

No quilômetro 38 o Douglas Kroetz, companheiro de equipe na Krakatoa (corridas de aventura), entrou de bike para auxiliar o casal. Porém, um imprevisto aconteceu…na Plataforma de Atlântida a bike quebrou e ele saiu da prova para tentar arrumá-la.

“Naquele ponto ficamos sem comida e sem bebida, até que encontramos uns amigos que estavam esperando a gente passar. Nos deram mariolas e água e um deles seguiu nos acompanhando até o Douglas voltar.” relembra a atual Campeã da TTT 2019.

“A bike não foi arrumada, mas o Douglas seguiu conosco correndo. E acabou dando tudo certo…Das dificuldades que encontramos força para continuar…”

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal

Além disso o casal teve um problema pré prova, Beta tem asma e ficou muito gripada, teve crises e precisou tomar antibióticos. Na verdade, foi fazer a prova sem ter certeza se acabaria em razão de estar com bastante falta de ar.

“Acabei tossindo muito durante a TTT 2019, mas faz parte…foi só mais um obstáculo a ser vencido!”

Disciplina, dedicação, estratégias, trabalho duro, muita humildade e um super parceiro, está foi a “fórmula mágica”, que Roberta Nozari usou para conquistar o lugar mais alto do pódio.

TTT 2019
Créditos: acervo pessoal

Agradecimentos…

“Ao meu companheiro de vida, Vagner, por abraçar todas as minhas aventuras loucas e por me acalmar quando estou em plena tempestade! A minha família que sempre me apoiou. Aos meus amigos loucos e companheiros de treinos; às vezes não tenho animo para treinar, mas como o treino está marcado, eles acabam sendo o motivo da minha não desistência!”

Dicas úteis para o primeiro acampamento

Venho através desse texto trazer algumas dicas úteis para você que nunca acampou, ou que talvez não tenha experiencia com os equipamentos de camping.

A primeira coisa que pensamos quando vamos acampar é onde vamos dormir, geralmente procuramos gastar o menos possível em uma barraca, mas isso as vezes é um erro grande que cometemos, pois barracas muito baratas, às vezes, podem sair caras.

Digo isso, pois já vi um grande número de pessoas indo a lugares, às vezes selvagens e passar por maus bocados por escolher a barraca mais barata possível. Pense comigo por um instante, quando saímos de nossas casas para nos aventurar em um local desconhecido, queremos trazer boas recordações, não é mesmo? Para que isso aconteça você tem que tomar algumas precauções, uma delas e a mais importante, é qual a barraca escolher. Para ter uma aventura saudável e inesquecível precisamos dormir bem e acordar feliz.

Para não pecar na hora de escolher a barraca para a sua aventura, analise os dados meteorológicos do local onde você vai acampar, busque o maior número de informações sobre o seu destino, pois assim saberá qual será o equipamento que será necessário adquirir, para não passar por situações indesejadas durante o acampamento.

A barraca que vemos na imagem abaixo é uma das mais baratas encontradas no mercado nacional, desenvolvida para usar em climas quentes em regiões de praia.

barraca-iglu-para-2-pessoas-mor-1353500879_28345_ad1_g

A primeira coisa que deve ser levado em consideração na escolha de uma barraca são seus dados técnicos e não o seu valor, a barraca apresentada a cima conta com a seguinte especificação técnica:

Marca Mor
Capacidade (pessoas) 3 pessoas
Composição/Material Poliéster, piso em polietileno e varetas em fibra de vidro.
Cor Azul e amarela
Porta dupla Não
Tela mosquiteiro Não
Bolso para guardar objetos Não
Tipo de sobreteto Não informado pelo fornecedor
Conteúdo da Embalagem 1 Barraca Iglu
Dimensões aproximadas do produto (cm) – AxLxP 2×1,6×1,1m
Peso líq. aproximado do produto (kg) 2kg

Todas as informações divulgadas, bem como os benefícios e resultados do produto são de responsabilidade exclusiva do Fabricante/Fornecedor.

Caso você adquira uma barraca deste modelo, esteja ciente que ela foi desenvolvida para climas quentes, onde não haja insetos. O modelo não conta com mosquiteiro, isso é terrível, pois na natureza sempre existes mosquitos, aranhas e outros animais. Outro detalhe que deve ser levado em consideração, é a quantidade de chuva que essa barraca suporta, cerca de 300 mm de coluna de água (resistência à chuva), isso é praticamente nada, para ter uma ideia, o padrão internacional de coluna de água menciona que para uma barraca poder ser considerada impermeável, tem que suportar no minimo 1.500 mm de coluna de água, então este modelo de barraca tem seu uso descartado em lugares onde possa chover.

Dicas úteis no camping:

Após ter comprado a sua barraca, a dica é você montar antes de ir viajar, pois a pior coisa que pode acontecer é chegar no acampamento e durante a montagem perceber que falta alguma parte, ou que a barraca veio com algum defeito de fabricação. Então seja prudente e monte a barraca antes de ir viajar, assim você  se assegura de que tudo está em ordem e não possui defeitos.

img_1022_ins_4954_600

Para escolher o melhor local para montar a barraca é muito fácil: escolha lugares que sejam planos, sem muitas pedras e que não emposse água. Uma boa dica, é antes de colocar as varetas, você deitar sobre o quarto da sua barraca para saber se não há buracos no terreno ou raízes que possam lhe incomodar durante a noite, dessa maneira é possível constatar se existe alguma inclinação no terreno.

Para fixa-la ao solo use os espeques em ângulo de 45° graus, com essa angulação a barraca fica mais estável e segura, e caso vente durante a noite a barraca vai continuar firme, impedindo que levante. Prenda também os elásticos ou cordinhas de estabilização, isso deixará  todo o conjunto mais estável, mesmo em climas desfavoráveis.

ancoragens-trs

Outra dica interessante, é você sempre  ter junto na mochila uma lona para por por cima da barraca, pois geralmente a maioria das barracas não contam com um avanço de área, em dias chuvosos pode ficar ruim para cozinhar, além disso é possível usar para diminuir os efeitos do sol escaldante em algumas regiões brasileiras. Nas barracas que possuem grande impermeabilidade como a barraca Nepal, não é indicado armar a barraca ou deixa-la montada sobre o sol forte, pois o calor pode descolar suas costuras (geralmente as barracas impermeáveis possuem costuras seladas eletronicamente), o que não seria uma boa ideia.

dsc03990

Se você estiver procurando por locais de camping, hospedagens ou até mesmo acampamentos selvagens, aqui no site é possível encontrar tudo o que procura, acesse os links abaixo:

Onde, quando e como acampar;

Camping selvagem;

7 dicas para acampar na praia.

Após ler estas dicas, e por ventura ainda surgir alguma dúvida, deixe um comentário na aba logo abaixo, ficarei grato e feliz em compartilhar meus conhecimentos com você e trocar experiências sobre acampamentos.

Vitória/ES – Brasil

Toda viagem começa com um belo nascer do sol, assim foi o começo das minhas aventuras na grande Vitória/ES. Certo dia, acordei às 5 h e 30 min e decidi que iria fotografar o nascer do sol na beira mar, em frente ao lugar onde estava hospedado, um lugar fantástico, chamado de Jardim Camburi. Já admirei muito o nascer do sol em diversos lugares na região sul do Brasil, pois o nascer e o por do sol é algo que me fascina e inspira.  Não pode ser diferente  quando se viaja, mesmo sem pensar procuramos fazer e curtir o que mais nos inspira nos lugares que viajamos.

Ao chegar a beira mar, o sol estava apenas surgindo no horizonte, com uma coloração bastante intensa de tons vermelhos, magentas, laranjas e amarelos. Embora as pessoas digam que todo o nascer do sol é igual, afirmo que isso não é verdade. Para demonstrar e comprovar minha afirmação, a seguir, mostro algumas das fotos que tirei dessa incrível manhã na cidade de Vitória/ES.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Com essa dose de inspiração logo pela manhã, passei no lugar onde estava hospedado, peguei minha mochila e saí para caminhar na orla de Vitória, a ideia era  sair de Jardim Camburi e ir até a ponte que liga Vitória a Vila Velha/ES. Viajar à pé, por menor que seja o percurso, sempre é uma boa ideia, pois além de poder ir a qualquer lugar, a interação com as pessoas locais e a imersão na cultura, fazem as viagens serem realmente incríveis.

Quando estamos caminhando em uma cidade tropical, precisamos nos manter hidratados e se possível, dar pequenas paradas sob as sombras das árvores. Tudo isso faz a nossa visão de viagem mais tranquila, uma coisa que aprendi, que não adianta nada correr para um lado à outro da cidade e conhecer o máximo de lugares possíveis, o que vai fazer a viagem ser maravilhosa é a maneira de aproveitar cada momento.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Seguindo pelo calçadão, observei que existem um grande número de esportistas dos mais variados estilos, caminhantes, corredores, ciclistas, esqueitistas e muitos outros, isso me dá a certeza que as pessoas que lá estavam sabem aproveitar a vida, e que não adianta nada trabalharmos ‘que nem cavalos’ sem parar, de vez em quando, em baixo de uma árvore, para admirar a beleza da nossa cidade e curtir os momentos que realmente vão fazer a diferença em nossas vidas.

Prosseguindo a caminhada, cheguei ao pier de Iemanjá, um ponto turístico de imensa beleza, pois do local, partem os passeios de barca pela baía de Vitória. De lá, você avista toda a praia de Camburi, uma vista privilegiada. Junto à estátua de Iemanjá dezenas de pescadores passam horas pescando, Esse, com certeza é um lugar maravilhoso para se visitar.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Mais à frente, outra grande atração que podemos encontrar é o Iate Clube do Espirito Santo, exatamente na metade da minha caminhada pela cidade de Vitória. O local é conhecido como Praia do Canto e é possível avistar o centro da cidade, a ilha do Frade e ao fundo a ponte que divide as cidades de  Vitória e Vila Velha/ES. Avista-se dali, dois enormes morros, à esquerda o Morro Moreno e à direita, o Convento da Penha.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Por conta do sol o forte durante a caminhada, meus pés estavam suados, por isso, resolvi caminhar, com pés descalços, à beira do mar, permitindo-me manter maior contato com a natureza. E assim segui por toda a extensão da Praia do Canto. Andando pela areia olhava e admirava os barcos e as lanchas passarem por ali. Caminhar pela areia nos dá uma sensação tão boa de liberdade, que só quem caminha por ela sabe definir.

Entre o Iate Clube e a Ilha do Frade, têm também, a famosa Praça dos Namorados e a Praça Dr. Carlito L. Von Shilgen.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Mais adiante, na entrada da Ilha do Boi, existe uma rocha enorme, onde tive o imenso prazer de observar a cidade de Vitória em uma vista de 360°, umas das vistas mais lindas que já presenciei, o azul do mar contrastando com a beleza de uma cidade muito bem organizada.

Prosseguindo em frente, a última parada foi embaixo da Terceira Ponte, oficialmente conhecida como Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça, a qual liga as cidades de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. Foi a maior obra já realizada no estado e uma das maiores do Brasil, tornando-se um dos cartões-postais das duas cidades e do estado.

Vitória/ES - Brasil
Foto: Arquivo pessoal

Caminhar nessa maravilhosa cidade, me fez perceber que “a vida é muito curta para ficarmos parados em um só lugar” e que, se desejarmos conhecer algum lugar por completo, temos que deixar de lado a nossa zona de conforto e “cair de cabeça” na cultura e na variedade de atrações dos lugares que nos chamam a atenção. Não importa como você vai, o importante é continuar se movendo sempre!

La Paloma é um dos destinos da costa uruguaia

La Paloma é um dos destinos da costa uruguaia

La Paloma é um balneário distante 120 quilômetros de Punta del Este e 158 quilômetros da fronteira com o Brasil, localizada no departamento de Rocha. É a região mais desenvolvida de Rocha, com muitos restaurantes, bares e hotéis.

O que fazer em La Paloma

La Paloma é um dos destinos emblemáticos da costa uruguaia. Faz mais de um século que é a praia preferida por famílias de toda a região, que encontram aqui propostas para todas as idades e todos os estilos. Praias repletas, ondas solitárias, tesouros históricos, movimento à noite e muitas atividades se combinam em La Paloma convertendo-a em um dos lugares mais atrativos do turismo no Uruguai. Saiba tudo o que há para fazer e conhecer na praia.

O centro de La Paloma é repleto de comércios. Na avenida principal (Nicolás Solari), no centro de La Paloma, estão os restaurantes, bares, sorveterias, lojas e feiras frequentados pelos visitantes deste balneário durante a tarde e a noite.

Praias: La Paloma tem extensos quilômetros de costa onde se formam praias muito diferentes, para diferentes perfis e atividades. O centro da cidade está rodeado por duas baias, Bahia Grande e Bahia Chica, muito concorridas e de estilo familiar. La Balconada é a praia mais afamada, com um sofisticado parador e um caráter algo mais distendido e juvenil. Los Botes é uma chamativa praia de pescadores, enquanto que El Cabito tem belas praias naturais para fazer mergulho. La Aguada, Corumba e Zanja Honda têm ondas bravas que fascinam aos surfistas. Os que preferem o descanso e natureza agreste, poderão se dirigir a Antoniópolis, Costa Azul ou Arachania, uns três quilômetros ao leste de La Paloma.

La Paloma

Farol: O Farol de Santa María é a construção mais antiga de La Paloma (edificado em 1874) e um de seus cartões postais mais representativos. É possível ingressar ao faro e subir até a cima, de onde se contemplam incríveis panoramas da praia. Ao redor do faro se construíram as primeiras residências da cidade, no que se denomina o Cabo de Santa María, com interessantes construções históricas.

História sobre o farol

Em 1872, o farol de La Paloma estava praticamente construído, quando em uma noite de maio, um temporal começou a ganhar força, soprando um vento muito forte. Desconfiado, um dos franceses (de sobrenome Louis) que trabalhava na construção subiu a escada e comprovou que havia umas ranhuras na parede.

Avisou seu companheiro e seu chefe, que não lhes deram atenção. Louis, sem dar mais explicações, saiu do seu posto de trabalho e caminhou embaixo da chuva até a casa mais perto.

Na manhã seguinte, olhou para o horizonte e não viu mais o farol, que havia sido destruído pelo temporal. Ao todo foram 17 os mortos na “tragédia del faro”. O farol estava sendo construído com água do mar, que não fixava direito os materiais. Assim, em 17 de maio de 1872, os corpos dos funcionários do farol foram sepultados, todos em um mesmo lugar, denominado hoje como “El Cementerio del Faro Viejo” (O cemitério do farol velho). O cemitério fica a 100 metros do farol.

IMG_3290

Para subir no Farol

Os visitantes podem subir no farol e contemplar uma linda vista da região.

Preço: Sob Consulta

Localização: Acesso pela Avenida del faro, ao final da Avenida Nicaolás Solarí.

Horário: Sábados, domingos e feriados das 16 h e 30 min às 18 h e 30 min. Os horários podem mudar em função das épocas do ano.

Camping em La Paloma

Camping Aguada

camping_lapaloma_trs3

Um lugar enorme, muito arborizado, localizado na beira da praia, é organizado e limpo.

Infraestrutura: Internet Wi-Fi, mini-mercado, restaurante, energia eléctrica, telefone público Chuveiros com água quente, transporte público na porta para vários passeios na área, lavandarias, quiosque com funcionamento 24 horas, Apenas acampamento com acesso direto à praia, campo de futebol, quadra de vôlei, quadra de basquete, cobertura de saúde, parque infantil, sala de recreação, jogos, pebolim, ping-pong.

camping_lapaloma_trs2

camping_lapaloma_trs4

As áreas para camping são constituídas por solo de areia firme, móveis, energia elétrica, churrasqueira e dispõem de pinheiros proporcionando sombras. Tem área da Juventude e da Família e é classificada em 3 categorias de acordo com os serviços que oferecem.
Área A: Conexão elétrica, água própria, churrasqueira, mesa, piscina individual, mesa e bancos.
Área B: churrasqueira, mesa e bancos, conexão elétrica e água compartilhado. (Embora tenha quase os mesmos serviços que a área A, esta área é mais desprovido de sombra no verão).
Área C: Fogão, mesa e bancos, o acesso a piscina e conexão elétrica compartilhada.

Valores por dia e por pessoa: $ 270 Pesos Uruguaio – R$ 34,97 reais.

Contato: Camping Aguada

Como chegar:

La Paloma

Como chegar a La Paloma

A entrada a La Paloma está no quilômetro 228 da Rodovia 9. Acesse a Rodovia 15, que chega a cidade de Rocha. A Avenida Solari é a principal da praia, a qual conduz do centro ao Farol. A Avenida del Navío e a Rua Paloma atravessam a península de norte a sul. A costaneira Botavara leva às praias do oeste enquanto que a costaneira Tabaré conduz às do leste.

mapa_la_paloma_trs

Como chegar a La Paloma saindo do Brasil (pelo Chuí)

Pegar a Rota 9 até Rocha e de lá pegar a Rota 15, em direção a La Paloma.

Veja mais fotos de La Paloma – Uruguai 

La Paloma

La Paloma

La Paloma

La Paloma

La Paloma

Edição: Luís H. Fritsch

O exuberante Parque Estadual de Itapuã

Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS

 Uma boa opção de passeio para quem deseja fugir da agitação das praias do Litoral Norte e dar um mergulho em praias de água doce cercado por muitas belezas naturais.

Localizado a 57 quilômetros do centro da capital, o parque é uma unidade de conservação criada pelo governo do Rio Grande do Sul em 1973. São mais de 5,5 mil hectares de área, que abrigam uma diversidade de paisagens e ecossistemas compostos de morros, praias, lagoas e banhados, além de um grande número de espécies da fauna nativa do estado. “Itapuã preserva o que sobrou do ecossistema original da grande Porto Alegre.

O santuário ecológico também é uma boa opção de lazer. O parque é aberto para a visitação do público de quarta-feira a domingo, das 9h às 18h. O ingresso custa R$ 6,12 por pessoa, mas crianças de até 10 anos não pagam. O local conta com infraestrutura como churrasqueiras, sanitários, vestiários com banho e estacionamento. Mas o visitante precisa levar de casa a própria comida, pois não há lancherias ou restaurantes por lá.

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Luis H. Fritsch

Nos finais de semana de verão, é grande a procura pelas praias de água límpidas e guarnecidas por salva-vidas. As regras para os banhistas no local, no entanto, são rígidas. Não é permitido levar animais de estimação, praticar esportes com bola ou circular com bicicletas, entre outras probições. “É importante salientar que Itapuã é uma unidade de proteção integral e não um balneário e justamente por isso há essas restrições”, diz o gestor da unidade, Tiago Brasil Loch.

Conseguir entrar no parque também exige uma certa dose de sacrifício. Pelo menos para quem gosta de dormir até mais tarde. Como o limite máximo de visitantes por dia é de 350 pessoas, é preciso chegar cedo ao local para comprar ingresso e garantir a entrada. Segundo os administradores, aos domingos a fila começa a se formar às 6h, três horas antes da abertura. Muita gente costuma ficar de fora.

O número de visitantes é reduzido porque apenas uma das três praias, a das Pombas, está aberta ao público. A Praia da Pedreira, que também tem capacidade para 350 pessoas, está fechada por causa de problemas no poço de abastecimento de água. Já a Praia de Fora, que pode abrigar até 1,2 mil pessoas, está fechada há quatro anos.

Parque Estadual de Itapuã
Praia das Pombas – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google

Parque Estadual de Itapuã
Praia da Pedreira – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google

Parque Estadual de Itapuã
Praia de Fora – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google

Também é possível fazer trilhas ecológicas no parque, percorridas com acompanhamento de um guia. Os interessados precisam fazer o agendamento com antecedência pelo telefone (51) 3494-8083. Com um pouco de sorte, os visitantes podem avistar animais como o bugio-ruivo ou o gato-maracajá, que habitam a reserva.

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Além dos inúmeros recursos naturais, Itapuã também se destina à proteção dos sítios de valor histórico e arqueológico da região onde ocorre o encontro das águas do Lago Guaíba e da Laguna dos Patos. Um deles é o Farol de Itapuã, concluído em 1860. No início do século XIX, a região foi palco de batalhas da Revolução Farroupilha. Um pequeno museu expõe armas e pedaços de embarcações utilizadas por farrapos e tropas oficiais.

farol_itapua_trs
Atualmente o Farol é propriedade da Marinha Brasileira, não sendo permitida a visitação. Foto: Google

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã

Endereço: Rua Dona Maria Leopoldina, s/nº – Itapuã (Viamão)
Horário: Quarta-feiras a domingos, das 9h às 18h
Ingresso: Crianças até 10 anos – grátis; a partir de 11 anos – consulte tabela do SEMA.
E-mail: cv-itapua@sema.rs.gov.br, duc-defap@sema.rs.gov.br
Fone: (51) 3494-8082 / 3494-8083 / 3288-8109

Como chegar:

mapa_itapua
Fonte: Internet

Partindo de Porto Alegre – De carro: – pelo bairro Glória, pela av. Oscar Pereira e Costa Gama; – De ônibus: – partindo de Porto Alegre, a linha é Viamão/Farol de Itapuã (Fone 51 -3485-4070), que tem seu ponto de embarque no Centro da cidade, na travessa Francisco Leonardo Truda (entre av. Mauá e rua Siqueira Campos). O tempo de viagem é de aproximadamente 2 horas.

Partindo de Viamão – pelo Cantagalo ou estradas Acrísio Prates e Ricardo Vieira Barcelos.

Outros acessos:

– RS-020 – liga Cachoeirinha a Porto Alegre;
– BR-116 – liga Canoas a Porto Alegre;
– BR-290 – liga Eldorado do Sul a Porto Alegre;
– BR-290 – liga Osório a Porto Alegre;
– RS-040 – liga Viamão a Itapuã.

Distância da Capital: 57 km.

Hospedagem:

Pousada Itapuã

pousada_itapua_trs
Fonte: Internet

A Pousada Itapuã dispõe de 09 aconchegantes apartamentos,  com TV, internet WI-FI gratuita, ar condicionado split, camas de casal, solteiro e cozinha.

Valores da diária da Pousada Itapuã: De R$ 120,00 (casal)

Crianças até 6 anos não pagam

De 7 a 11 anos:  R$10,00

Maior de 12 anos: R$ 25,00

 Pacotes Natal, Ano Novo, Carnaval, Páscoa, Feriados e Datas Festivas:

A partir de 3 diárias – R$ 140,00 a diária.

 Valores por pessoa no Camping: R$ 20,00 por dia

pousada_itapua_trs1
Fonte: Internet

Site: www.pousadaitapua-rs.com

Pousada Tio Cabelo

11703145_1028244303860131_412394302854415511_n
Fonte: Internet

Dispõe de apartamentos mobiliados com cozinha, banheiro individual e quartos com estacionamento privativo, passeios de barco, pesca, acompanhamento de pesca e acampamento.

pousada_tio_cabelo_trs
Fonte: Internet

Site: www.pousadatiocabelo.com.br

Camping das Pombas

DSCN382313
Foto: Marcio Basso

camping_das_pombas_trs
Foto: Luis H. Fritsch

O camping tem barracas para alugar, tem luz 220V, e chuveiros quentes a gás.
Tem restaurante e lancheria que funciona aos sábados e domingos nos meses de verão, de novembro até fevereiro.
Tel. (51) 9224.6964 ou e-mail: brut2007@yahoo.com.br

Veja mais sobre este camping no site parceiro: Fui Acampar

7 dicas para acampar na praia

7 dicas para acampar na praia

Curtir o sol e a praia, sentir o calor e o frescor da brisa!

Nada mais adequado para o verão, estação mais quente e ensolarada do ano. Há quem prefira os Resorts e hotéis de luxo à beira do mar. Mas tem quem não abre mão  de uma aventura e do contato com a natureza. Para esses, acampar na praia ou nos seus arredores não é um transtorno, e sim um grande prazer.

Para que o acampamento de verão seja uma ótima experiência, e não uma viagem traumática, listamos dicas preciosas para você levar na mochila.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia


1. O que levar?

Há itens indispensáveis: a barraca é o primeiro, claro! Além dela, não esqueça de levar cantis com água potável, lanternas, sacos de dormir, canivetes suíços, produtos de higiene pessoal (não esqueça nunca o papel higiênico), repelente, kit de primeiros socorros, pratos, talheres, panelas, panos para limpeza e cordas.

Além desses objetos, fundamentais para o mínimo de conforto, é preciso ter em mãos sal e açúcar, por exemplo. O melhor mesmo é não exagerar na bagagem, para não “entupir” a barraca com coisas inúteis. O espaço tem que ser bem aproveitado.

Teste todos os equipamentos antes da viagem, inclusive a barraca, assim você terá uma noção do tempo que levará para montá-la e desmontá-la.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia

2. É possível acampar na beira do mar mesmo, ou tem que ser em um camping?

Algumas praias não permitem barracas na areia. Em geral, só é possível acampar na beira mar se a praia for distante da cidade pólo, ou mesmo deserta. Nesses casos, fique atento para uma coisa: o ideal é que o local de acampar fique perto de alguma cachoeira. Isso vai facilitar o banho e até mesmo o acesso à água para beber e lavar seus utensílios.

O camping é um lugar confortável e com  infraestrutura necessária para um bom acampamento de verão, livre de preocupações.

Caso vá para um camping, a primeira dica é escolher muito bem onde você vai ficar. Alguns possuem regras de convívio e permanência,  o que pode ser bom ou ruim, dependendo do que você espera do acampamento. Por exemplo, se você não suportar barulhos na hora de dormir e desejar privacidade, convém refletir qual será a melhor opção.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia

3. Há roupas mais indicadas?

Você vai passar o dia quase todo com roupas de praia: biquínis, maiôs, sungas. Mas não deixe de levar, ao menos, um casaco, pois à noite poderá cair a temperatura. Dê preferência para roupas leves (em razão do calor e secagem rápida).

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia

4. Há cuidados específicos para a noite?

Todo campista tem que ter cuidados à noite. As lanternas não devem ser esquecidas nunca, exatamente porque são elas que vão ajudar você no escuro, (leve pilhas reservas).

Uma dica de proteção, seja de dia ou de noite, é levar cadeados. Use cadeado na barraca e nas mochilas, mesmo que fiquem no interior da barraca.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia

5. E se chover?

Lonas plásticas embaixo da barraca devem ser evitadas. Se chover, a lona plástica pode acumular água. Coloque as lonas por dentro ou por cima da barraca. Uma outra dica, caso chova demais e sua barraca fique em um estado deplorável, é ter no plano ‘b’ uma opção de hospedagem.

Caso você tenha acampado em baixo de uma árvore para se proteger do calor, o ideal é trocar a barraca de lugar diante de ameaça de chuvas. Por estar perto de árvores, o risco de raios torna-se maior.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia


6. O que fazer para se proteger dos ventos fortes?

Se você estiver perto do mar, os ventos podem ser mais fortes. Para evitar um imprevisto, forre de areia os cantos externos da barraca. Isso deixa a barraca mais firme.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia


7. Como se proteger de formigas?

Faça pequenos buracos ao redor da barraca e encha-os de cinzas. Isso vai proteger contra a invasão não apenas de formigas, como também de outros insetos.

Dicas para acampar na praia
Dicas para acampar na praia

 

Sabendo de todas essas dicas, arrume sua mochila, convide seus amigos é vá explorar novos lugares!

Dicas para acampar na praia

Veja também: A última praia do mundo – Lagoinha do Leste/SC

Edição: Luís H. Fritsch
Fotos: Internet

Lagoinha do Leste

Os turistas a consideram a mais bonita da Ilha, os moradores do Sul da Ilha garantem que ela é a mais misteriosa de Florianópolis, os ecologistas a defendem como se fosse a última praia do mundo, descubra a Lagoinha do Leste.

Seja qual for a opinião sobre a Lagoinha do Leste, ela é única. A praia ainda preserva as características de quando os primeiros imigrantes aportaram nestas terras. A Lagoinha, como é carinhosamente chamada pelos ilhéus, impressiona seus visitantes com sua beleza, seu ar selvagem e seus mistérios.

Lagoinha do Leste

Praia de mar aberto e águas cristalinas localizada no Sul da Ilha, a Lagoinha fica espremida entre dois costões que entram no oceano, formando quase uma pequena enseada de pouco mais que um quilômetro. Atrás, uma vasta Mata Atlântica garante a sensação de se estar voltando no tempo. A praia tem a companhia de uma lagoa, que dá nome ao lugar, próxima ao costão esquerdo. De águas quentes e escuras, a lagoa se esconde atrás da restinga, tendo origem num rio que nasce no morro.

Lagoinha do Leste

Mesmo isolada – só se chega a pé ou de barco -, a Lagoinha recebe muitos visitantes no verão. Eles percorrem a trilha secular e usam a praia para nadar, mergulhar e surfar. Como os grandes balneários da Ilha, a Lagoinha do Leste já sente os primeiros efeitos da exploração.

A praia é perfeita para acampar, já que, além da beleza, ainda conta com uma boa infraestrutura. Ou seja, tem bastante sombra e água potável, junto ao costão direito. O único problema, diz a lenda, são as bruxas que volta e meia a utilizam para seus rituais.

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Conheça a trilha que leva para a Lagoinha do Leste

A melhor maneira de se chegar à Lagoinha do Leste é pela Praia do Matadeiro, voltando pelo Pântano do Sul. Assim, enfrenta-se o trecho mais pesado primeiro, deixando para a volta, quando se está inevitavelmente mais cansado, o Morro do Pântano do Sul. Como em toda trilha extensa, é bom começar a caminhada na parte da manhã, pois sobra mais tempo para aproveitar a paisagem e a praia.

Lagoinha do Leste

A partir do costão direito da Praia do Matadeiro acaba a areia e surge a trilha. Os primeiros 30 minutos de caminhada são os mais difíceis e cansativos. É preciso fazer subidas íngremes e, em alguns pontos, o mato é um pouco fechado. No meio do caminho há água, um córrego corta a trilha e oferece água fresca e sombra. Depois deste trecho, o caminho é tranqüilo, sem subidas e de uma beleza incrível, revelando a cada momento uma nova e fascinante paisagem. Durante uma hora e meia a trilha margeia os costões, passando pela Ponta do Quebra-Remo, Ponta do Facão e Ponta da Lagoinha.

Na Ponta do Facão, um rochedo de mais de 15 metros guarda uma pequena caverna banhada pelas águas. Para chegar até lá é preciso um pouco de coragem, já que você terá que descer pela encosta até o mar. Ultrapassando a Ponta da Lagoinha, chega-se à praia.

Lagoinha do Leste

A volta se dá pelo costão direito, subindo a trilha que sai no Pântano do Sul. Ela é mais fácil e mais rápida que a do Matadeiro, porém não é tão atraente. São cerca de 50 minutos de caminhada para subir e descer o morro que separa a praia do Pântano do Sul. A subida é íngreme, mas a trilha é aberta e não oferece nenhum obstáculo. Na maior parte do tempo as árvores oferecem uma boa sombra.

O momento mais bonito é quando se avista a praia do alto do morro.

Lagoinha do Leste

Mapa das trilhas que levam a lagoinha do leste

Lagoinha do Leste

Informações importantes:

  • Nível de dificuldade: moderado;
  • Atrativos: lagoa, vista panorâmica, praia, fonte d’água, Mata Atlântica;
  • Tempo: 2 ele 50 min;
  • Início: Costão direito da Praia do Matadeiro;
  • Fim: Pântano do Sul, na rua Manoel Pedro de Oliveira;
  • Principal dificuldade: Extensa, subida íngreme;
  • Como chegar: Seguir em frente, a partir do costão direito da Praia do Matadeiro.

Tramandaí a Capital das Praias e ponto de referência turística no Rio Grande do Sul.

Tramandaí, uma das mais famosas e belas praias do sul do país. Tramandaí é sinônimo de diversão o ano inteiro. O esporte, as variadas opções de lazer, somados às suas belezas naturais e a um belíssimo horto florestal com trilha ecológica, fazem de Tramandaí a Capital das Praias e ponto de referência turística no Rio Grande do Sul.

Conheça algumas atrações!

Plataforma Marítima:

tramandai-no-rs-11

A Plataforma Marítima de Tramandaí Clube de Pesca, foi inaugurada na data de 11 de Junho de 1973, ela possui comprimento de 365 metros mar a dentro, sendo 8 metros de largura e, na frente, um “T ” com 52 metros.

Sobre sua superfície, na entrada existe um prédio para recepção e administração, guarda caniços, armários e facilidades para o associado.

Existem três banheiros, sendo um com chuveiro, três esvisceradores distribuídos ao longo, sendo que um intermediário é fechado para maior conforto e mais dois pequenos localizados no “T”. Os prédios estão interligados por telefone e permitem ligações externas. Um restaurante moderno, com ampla visão sobre o mar e a praia. Ampla iluminação, que permite a pesca noturna, e assim a Plataforma está aberta os 365 dias do ano, sem interrupção.

Para quem for visitar a plataforma é cobrado R$ 2,00 por pessoa, e necessário portar carteira de identidade.

Veja mais em: www.plataformadetramandai.com.br

Ponta da Barra: 

tramandai-RS

No local os pescadores lançam suas redes e tarrafas no cardume de peixes a cada indicação dos botos que estão sempre presentes.

Pôr do sol no Rio Tramandaí:

IMG_8532

Espetáculo de rara beleza, emoldurado pelas montanhas da Serra do Mar num contraste belíssimo de luzes e sombras.

Trilha do Horto:

dsc01519

O Horto Florestal do Litoral Norte, localizado em Tramandaí é uma rara reservada à preservação, estudo multiplicação de espécies florestais. É o caminho pelo qual os grupos podem entrar em comunhão com a natureza, acompanhados de guias que indicarão os pontos e suas particularidades.

Parque Eólico:

13267754

 

Com capacidade de gerar energia elétrica para uma cidade de mais de 200 mil habitantes, foi inaugurado no ano de 2012.

Parque Histórico Marechal Osório:

10174954_775671299158562_1475291417323424770_n

O Parque Histórico Marechal Osório foi criado em 9 de maio de 1970, ocupando uma área de 178 ha., no quilômetro 101 da RS-030, estrada que liga Osório a Tramandaí.

O Parque tem um camping, quadras de esportes, inclusive para a prática do polo e golfe, cavalos para montar, passeio em Din-Din, lagos artificiais para banho, pistas de hipismo, recanto infantil, quiosques e churrasqueiras, play ground, bar e restaurante.

Ponto alto é a casa do Marechal Osório, hoje transformada em museu. Há também o Museu das Armas, com 469 peças em exposição.

Muito bem cuidado, o Parque ainda abriga um memorial, onde repousam os restos mortais de Osório, e onde pode ser vista uma tela a óleo de grandes dimensões, que retrata a vida do Marechal e a evolução da cavalaria brasileira.

Outro prédio existente no local é uma atafona, construída em pedra de arenito, que se destinava à moagem de cereais por tração animal.

Igualmente em exibição material bélico do Exército Brasileiro desativado, na Praça dos Estados.

No interior do parque há ainda uma pousada. Próximo à estrada um obelisco é visível por quem passa.

O parque está aberto diariamente, das 8:00 às 17:00 horas.

Taxas:

Pessoa a pé: R$ 4,00
Motos: R$ 10,00
Automóveis: R$ 20,00
Vans: R$ 50,00
Micro-Ônibus: R$ 60,00
Ônibus: R$ 120,00
Ônibus Escolar (ESTADUAL E MUNICIPAL) R$ 80,00

Veja outros pontos turísticos em: www.tramandai.rs.gov.br

Edição: Luís H. Fritsch

Aventure-se nas mais belas paisagens do Rio Grande do Sul

Quem tem espírito aventureiro e adora usar os dias de folga para ficar perto da natureza, fazer trilhas – que encontram cachoeiras, cascatas, rios, diversos tipos de animais e plantas, além de paisagens de tirarem o fôlego – é uma ótima ideia. Selecionamos 10 trilhas entre a Serra e o Litoral, onde você poderá respirar ar puro e curtir muitos momentos de adrenalina e contemplação.

O Vale da Ferradura, localizado à 14 km do centro de Canela, é um dos parques mais bonitos da região, e surpreende, principalmente, pelo seu Cânion formado pelo rio Caí – que escavou o leito em forma de uma ferradura. Trilhas estruturadas e seguras descem 400 metros em aproximadamente uma hora de caminhada, avistando diversas paisagens naturais, entre elas a da cascata do Arroio Caçador, a divisa com Caxias do Sul e a Pedra do Zé Colmeia. No final da descida, já na margem do Rio Caí, é possível tomar um delicioso banho e recarregar as energias para a subida de volta.

IMG_1491
Vale da Ferradura – Canela/RS

ferradura1
Vale da Ferradura – Canela/RS

Ainda em Canela há a opção de trilha no Vale da Lageana. São três horas de trekking (caminhada por trilhas naturais) de nível médio, passando pelas cascatas do Caracol (foto), com 130 metros  de queda, e da Lageana, com 70 metros.

trekking_vale_da_lageana_canela_rs
Vale da Lageana – Canela/RS

dsc_0638
Cascata do Caracol – Canela/RS

No distrito de Criúva, 55 km distante de Caxias do Sul, as opções de aventura são as mais variadas e a cidade é muito procurada por amantes do ecoturismo. As trilhas são a atividade que mais atrai os turistas aventureiros.

Entre as mais conhecidas está a Trilha do Caixão, que tem o objetivo de atravessar o Cânion dos Palanquinhos. O ambiente é pedregoso e úmido, e muitas vezes é preciso se arrastar pelas pedras. Nas primeiras duas horas a descida é até o Rio Lajeado Grande, depois a trilha segue pela parte interna ao cânion, nas margens e muitas vezes dentro do Arroio Caixão. O percurso tem 8 mil metros de extensão.

SSL11857
Trilha do Caixão – Cânion dos Palanquinhos

As trilhas dos Bugios e das Lontras são as mais procuradas para a prática de trekking em Bento Gonçalves. No percurso entre vales, montanhas e cânions estão reservas ecológicas, plantações de uva e cascatas.

A Trilha dos Bugios, situada no Vale do Rio das Antas, propicia aos visitantes uma caminhada na mata nativa junto aos nhambus, saracuras, tucanos e claro dos macacos bugios, entre outras espécies. No percurso da trilha encontra-se um riacho com águas límpidas caindo por uma cascata e um belo mirante do Rio das Antas. Após uma subida íngreme é possível visitar a antiga Linha Férrea que liga Bento Gonçalves a Estação de Jabuticaba, onde há um túnel de aproximadamente 600 metros e o viaduto, onde é realizado rapel.

SAM_1146
Trilha dos Bugios – Bento Gonçasves/RS

A Trilha das Lontras é um trekking pelo vale do Arroio Vicente Rosa, que possui muitas quedas d’água, o que justifica a grande quantidade de moinhos do início da imigração italiana. A trilha tem 5.725 m, concluídos em 4 horas, tendo um nível de dificuldade médio. A caminhada é feita em meio à mata nativa, onde também encontram-se três sítios históricos: Taúpão de Pedra, Moinho dos Calza e Pilão do Imigrante.

Trilha das Lontras
Trilha das Lontras – Cotiporã/RS

A Prefeitura de Torres, está oferecendo aos turistas trilhas monitoradas pelo Parque da Guarita. A ação tem o objetivo de divulgar a bela paisagem do lugar, formada pelo contraste das torres basálticas com o mar, e explicar a diversidade geológica de flora e fauna do parque. As trilhas possuem morros, banhados e faixas de praia preservadas.

São sete trilhas oferecidas gratuitamente ao visitante: Lagoinha, Torre de Fora, Itapeva, Horto, Banhados, Vento Norte e dos Lagos. Os passeios ocorrem nas terças-feiras, quintas-feiras e sábados, pela manhã com saídas do Pórtico de Entrada. Grupos interessados podem agendar trilhas em outros horários, pelo telefone: (51) 3664 1411, ramais 246 ou 247.

Torres (1)

Ainda em Torres, a trilha do Morro das Furnas atrai praticantes de caminhadas que querem se aventurar junto ao mar. O local é o mais extenso dos morros da região, com um grande paredão de rocha viva caindo diretamente sobre o mar, onde se abrem algumas grutas naturais, chamadas de furnas. Uma delas é a famosa Canhãozinho, um buraco na pedra junto ao nível da água, onde, conforme a maré, as ondas batem provocando estampidos altos, dando o nome ao lugar. A trilha de subida dá acesso, ainda, às outras furnas: do Diamante, do Cristal e a Grande.

8242-870-320-1-torres

Maquiné é mais uma cidade que costuma atrair os apaixonados por eco aventura. No local encontram-se cachoeiras, rios, trilhas e muita natureza. Saindo do município com destino ao distrito de Barra do Ouro, passando por vários afluentes do Rio Maquiné, há um trekking, que leva em torno de 1h30 para ser realizado e que chega à cascata do Garapiá. Continuando a caminhada, por mais 6 km, a trilha oferece paisagens inesquecíveis e locais propícios para rapel.

78679026
cascata do Garapiá – Maquiné/RS

Conheça o Parque Estadual da Guarita – Torres/RS

O Parque Estadual da Guarita foi criado em 1971 através do empenho de vários ambientalistas locais buscando proteger este cenário geológico de grande valor ambiental e paisagístico. Este local também possui grande importância cultural e econômica, sendo referência no lazer ambiental local e recebendo anualmente aproximadamente 30.000 visitantes. Desde 1996 o parque Estadual da Guarita, então administrado pela SETUR/RS, passou a ser administrado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMAM), órgão ambiental da Prefeitura Municipal de Torres, através de concessão de uso.

7847478520_cacb132f88_b
Foto: Internet

O geos sítio Parque da Guarita é formado por um belíssimo conjunto de afloramentos e geo monumentos localizados à beira-mar no município Torres/RS. A visitação é realizada em unidade de conservação ambiental de 13 hectares. A área é reconhecida como um complexo turístico regional, sendo mantida pelo município de Torres. O nome Guarita se dá em razão do principal geo monumento da área possuir a forma de uma torre (30 metros), o que lembra a estrutura de uma guarnição.

TORRES, RS, BRASIL, 08.03.11: Praia da Guarita. Foto Eduardo Seidl/Palácio Piratini
Foto Eduardo Seidl/Palácio Piratini

23256185

O acesso ao local é realizado dentro da zona urbana de Torres por vias pavimentadas e bem sinalizadas. O Parque da Guarita reúne todas as características essenciais de um geos sítio, tais como, atrativos diversos, estrutura e facilidade de acesso (trilhas), além de pesquisas científicas relacionadas a geologia local. Desta maneira, por reunir importantes elementos geo turísticos e científicos, o geos sítio Parque da Guarita foi classificado como de relevância internacional.

figura51

t3
Foto: Internet

É cobrado uma pequena quantia, praticamente irrisória, de carros e motos que é revertida na preservação, conservação e manutenção do parque, pedestres e veículos com placa de Torres não pagam ingresso. O parque conta com um estacionamento amplo, uma praia para banho de mar e trilhas ecológicas. No decorrer do parque há placas com informações da história geológica e ecológica da região, também lendas e algumas restrições que visam a preservação de algumas áreas.

A subida no Morro da Guarita está suspensa, o morro está interditado por conta da segurança das pessoas e pela preservação da formação que corre o risco de desmoronamentos. Placas locais advertem sobre isso e ratificam a restrição.

morro_da_guarita_no_parque_da_guarita

Trilhas:

Lagoinha, Torre de Fora, Itapeva, Horto, Banhados, Vento Norte e dos Lagos. As trilhas acontecem de quarta a sexta, às 9 horas e às 17 horas e 30 min, sábado às 9:00 horas e domingo às 17 horas 30 min, com saídas do Pórtico de Entrada.

Horários de Atendimento:

Baixa temporada: Diariamente das 8 horas e 30 min. às 17 horas e 30 min.

Alta Temporada: Diariamente das 8:00 horas às 20:00 horas.

Valores de Estacionamento:

– Carro passeio R$ 5,00

– Moto R$ 2,00

– Ônibus R$ 30,00

– Vans R$ 20,00

Edição: Luís H. Fritsch