Vale Sagrado e seus encantos

Vale sagrado é um dos lugares mais lindos que já visitei, para todos os lados é possível ver paisagens ainda intocadas, grandes cadeias de montanhas e enormes plantações.

Como seu próprio nome já diz, o lugar é sagrado mesmo, pude contemplar esse espetáculo da natureza em dois momentos diferentes, momentos estes que fizeram a minha ida ao Peru ser grandiosa e espetacular.

A primeira ida ao Vale grado foi de ônibus, conheci um dos sítios arqueológicos mais imponentes de todo Império Inca, chamado de Ollantaytambo, este possui uma arquitetura incrivelmente preservada, é a única cidade da era inca ainda habitada.  Situado na parte sul a aproximadamente 90 quilômetros a noroeste da cidade de Cusco.

Vale Sagrado

Vale Sagrado

Vale Sagrado

Melhor que apenas ficar olhando pela janela do ônibus a paisagem é poder contemplar um pôr do sol e um nascer do sol em um dos locais mais incríveis do Peru, o Vale Sagrado sem dúvida alguma é um lugar tranquilo, mistico e completamente enigmático, lembro-me de chegar no hotel um pouco antes do sol baixar no horizonte, este hotel que era muito lindo e harmonioso, tinha um jardim enorme com uns bancos de madeira em meio as árvores, sentei em um deles e fiquei apenas observando atentamente as montanhas mudarem de cor, conforme o sol ia baixando, sem comentários está linda obra da natureza que é o Vale Sagrado dos Incas.

Vale Sagrado

Vale Sagrado

Fiquei ali tirando algumas fotos e aguardando as estrelas aparecerem no céu, e ao poucos elas foram aparecendo e iluminando todo o cenário. Tentei por alguns instantes capturar algumas imagens deste momento, mas sem muito sucesso, estava muito claro no local, então as fotos não ficarão aquelas coisas. kkk

Vale Sagrado

Na manhã seguinte, levantei cedinho pois queria ter a chance de contemplar o sol nascer, mais um vez fiquei admirado com tamanha beleza, o sol nascia devagar, mas radiante, aos poucos a luz amarelada e avermelhada, contrastava com o céu azul, fazendo eu me sentir completamente maravilhado e empolgado para colocar a mochila nas costas e seguir para a estação do trem.

Vale Sagrado

O segundo momento de contemplação deste lugar fascinante, foi o deslocamento de trem até a cidade de Aguas Calientes, porta de entrada para a cidadela de Machupicchu.

O caminho realizado pela empresa responsável pela concessão ferroviária é a PeruRail, a estrada de ferro percorre em meio aos vales, atravessando pontes e margeando o rio Urubamba, a cada curva as paisagens mudam, as montanhas começam a ficar íngremes e estonteantes, com certeza é um lugar único, conforte o sol se move, cria uma coloração intensa nas montanhas que contrasta com o azul do céu.

Vale Sagrado

Vale Sagrado

A vista de dentro do trem é incrivelmente linda, os vagões possuem amplas janelas nas laterais e algumas janelas no teto, em alguns trechos o trem atravessa paredões gigantescos de pedra, os túneis do Peru são um pouco diferente dos túneis que temos aqui no Brasil, as aberturas de ventilação são construídas na parte de cima do teto dos túneis, lembro-me de ficar olhando pelas janelas sob o teto do trem, com certeza uma das viagens mais divertidas que fiz de trem.


O tempo de percurso dentro do trem é de duas horas aproximadamente entre o Vale Sagrado dos Incas até a cidade de Aguas Calientes. Uma viagem que recomendo muito. Veja o mapa do trajeto abaixo:

Vale Sagrado

Se quiser fazer uma viagem emocionante, recomendo muito visitar o Peru, passe alguns dias nesse lugar e aposto todas as minhas fichas que você voltará completamente diferente do que quando começou a viagem! 😉

Uma terra de segredos

Hoje venho aqui falar sobre a minha experiência ao desfrutar de toda a beleza de uma das 7 maravilhas do mundo moderno, conhecida como Machupicchu, a cidade perdida do Império Inca.

A cidade de Machupicchu está localizada em meio a Cordilheira dos Andes, no alto de uma montanha a cerca de 2.400 metros de altitude, cercada por inúmeras montanhas a sua volta, umas maiores e outras menores.

Quando estava adentrando nesta cidade perdida senti que estava pisando em um lugar sagrado, a paz e a tranquilidade misturada com um sentimento de euforia tomaram conta de mim, conforme ia admirando a beleza de cada pedaço construído ficava mais encantado.

Sempre imaginei pelas fotos que via na internet, que o lugar parecia ser pequeno. Mas como diz o ditado você nunca pode confiar totalmente naquilo que vê através de uma imagem. Era preciso ver essa maravilha do mundo com meus próprios olhos.

Estar ali olhando para tudo aquilo, me fazia não querer sair mais, o lugar é simplesmente gigantesco, andei por quase todos os locais por umas cinco horas, fotografando e tentando entender o que toda aquela beleza majestosa queria me dizer. Dentre inúmeras fotos tiradas quis fazer a clássica foto pulando em Machupicchu, mas não deu tão certo quanto imaginava, pois é proibido fotografar desta maneira. A cada tentativa os guias locais me chamavam a atenção e eu ficava apreensivo, pois subir até lá e não fazer uma foto assim seria uma das coisas para se arrepender depois.

Machupicchu
Não ficou aquela foto que eu tinha imaginado, mas ao menos consegui, o que importa é realizar nossos sonhos!

As construções de Machupicchu tem todas elas um grande significado, dentre as histórias e lendas do lugar, algumas delas me chamaram muita atenção, pois o povo que construiu tinha uma inteligência admirável. A astronomia e as coordenadas geográficas estavam ligadas diretamente nas construções, veja abaixo algumas das construções que mais me chamaram a atenção:

Machupicchu

Na foto acima, podemos ver a maneira que a pedra foi esculpida retratando a geografia da montanha ao fundo, este era uma das tantas construções importantes da cidade de Machupicchu, tinha como principal função, servir como base de orientação dos pontos cardeais, funcionando como uma espécie de bussola, em dias nublados onde não era possível avistar as montanhas ao fundo, essa construção tornava-se efetiva para o povo Inca se localizar.

Machupicchu

Machupicchu

Ao contrário do que muitas pessoas pensam sobre a maneira de como a cidade foi erguida diante da montanha, pelas fotos podemos notar que a cidade de Machupicchu foi praticamente toda lapidada com as próprias pedras da montanha, todas elas são do mesmo local, só foram esculpidas e modeladas até chegarem a perfeição.

Uma das coisas que me chamou muita atenção foi a maneira como esse povo criou o seu próprio calendário anual, chamado de calendário solar.

Na frente da cidadela de Machupicchu possui uma série de picos gigantescos que fazem parte da enorme Cordilheira dos Andes. Na foto abaixo podemos ver esses inúmeros picos, e também a Porta do Sol localizada no lado direito da foto.

MachupicchuEntendendo o calendário solar:

Na foto acima note que a diversos picos de montanhas, estes em forma de “V” é a marcação dos meses do ano, terminando na Porta do sol localizada na parte direita da fotografia. A Porta do sol tem esse nome pois ali entra os primeiros raios de sol na época do solstício de verão, no dia 22 de dezembro, podemos dizer que era uma data especial para o povo Inca e à medida que o tempo passa, o sol vai se deslocando para a esquerda nas montanhas, assim os grandes mestres incas sabiam dizer qual mês do ano eles estavam.

A Porta do sol é também a porta de entrada da maioria das trilhas a pé que levam a Machupicchu, inclusive a famosa Inka Trail (Trilha Inca).

Valores do ingresso:

A compra dos ingressos para Machupicchu podem ser encontrados no site:

Veja também aqui no nosso site, o relato da subida da Montanha de Waynapicchu, clique aqui.

Waynapicchu a montanha jovem!

Hoje falarei um pouco sobre a minha experiencia e o privilégio de ter subido no topo da montanha de Waynapicchu, que traduzido do Quechua significa Montanha Jovem. Localizada a 2.667 metros acima do nível do mar, é com certeza um dos locais mais procurados pelos visitantes da cidadela de Machupicchu.

Para ter ideia da exclusividade que é dada a essa montanha, apenas 400 pessoas/dia, divididas em dois grupos de 200 pessoas cada, podem subir ao topo, com horários pré-estabelecidos. Para tanto, o bilhete deve ser adquirido com pelo menos um mês de antecedência, caso seja um aventureiro como eu e esteja sempre buscando novos desafios, essa trilha é para você!

Waynapicchu a montanha jovem!

Waynapicchu a montanha jovem!

Cheguei na  guarita que dá acesso a Montanha Waynapicchu por volta de 06 h 50 min, o bilhete de entrada que comprei era com o primeiro horário, pois logo no começo da tarde precisava pegar o trem de volta a Cusco. Com a guarita fechada ficava imaginando como seria a trilha, os perrengues que iria passar (pois tenho um certo medo de altura) acredito que combater nossos medos é a maneira que mais contribui para nossa evolução como pessoa.

A guarita abriu, o guarda do parque carimbou o bilhete e pediu para assinar um livro enorme, onde nele precisava preencher com o nome da pessoa, país, idade e o horário de entrada. Somente após tudo preenchido era possível realizar a trilha.

Na primeira parte da trilha, tive a impressão de estar passeando em um parque, as trilhas são largas, bem sinalizadas e com pequenos degraus em divididos em lances, a vista é incrível. Apos a subida de certa altitude, inicia uma descida um pouco íngreme e sinuosa, neste ponto, é possível avistar boa parte das trilhas (vídeo 1) que levam até o cume da montanha.

Waynapicchu landscape

Ao iniciar a trilha, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi que também é possível fazer uma segunda trilha, na montanha de Huchupicchu, que é uma montanha bem mais baixa e localizada na frente da montanha Waynapicchu.

Video 1

O vídeo acima retrata a transição entre as montanhas de Huchupicchu para a Waynapicchu. A partir desse ponto, a subida se torna cada vez  mais íngreme e estreita, conforme ia caminhando tinha a sensação de estar subindo para as nuvens, durante todo o trajeto é possível visualizar pessoas acima  e outras abaixo, todas em direção ao cume, essa possibilidade de ver pessoas acima e abaixo de você é algo fascinante e ao mesmo tempo um pouco insano. A parte interessante da subida e das longas escadarias é que na maioria delas existe um corrimão feito de cabos de aço, estes são encrustados nas pedras, o que possibilita agarrar-se a ele o que causa segurança na subida. Os degraus possuem um bom espaçamento e há inúmeros pontos de paradas para descanso, para ter ideia do quanto cansa subir os inúmeros lances da escadaria, a cada dois lances, por dois motivos, obrigava-me a parar alguns minutos, um deles, certamente era para pegar fôlego, e o outro, para admirar a beleza do lugar e eternizar a vista através de imagens fotográficas.

Waynapicchu - caminhos pelo mundo

subindo a montanha de Waynapicchu

“O caminho é o que importa, não o seu fim. Se viajar depressa demais, vai perder aquilo que o fez viajar.” Louis L’Amour

Após inúmeras paradas e muitos  lances de escadaria atingi o primeiro mirante. Do local é possível avistar a cidadela de Machupicchu e as montanhas ao seu redor, estas que tem tons avermelhados o que deixa a vista muito mais incrível. Neste momento, agradeci por poder estar ali naquele lugar e poder desfrutar de toda aquela beleza natural. No mirante inicia uma sessão de escadaria totalmente vertical, só de olhar para cima já dava arrepios, neste trecho os degraus são pequenos e estreitos, logo que comecei a subir a sensação de medo  somada com a imensa vontade de chegar ao topo, me fez subir degrau por degrau sem olhar para baixo, alguns trechos desta subida contém corrimão, porém em outras partes, foi necessário se agarrar nas pedras da parte de cima. A escadaria é tão vertical que algumas vezes precisei subir de quatro pés, só para constar, calço número 38 e em relação aos degraus, o meu pé ficava apoiado somente pela metade, então na maioria das vezes subi de lado.

Vídeo 2

As escadas verticais de Waynapicchu

Atingir o cume é algo incrível, do alto temos uma visão 360° graus e um vista panorâmica de Machupicchu. O esforço empreendido para subir e a respiração ofegante na maioria do trajeto é compensada pela paisagem única do lugar. E foi neste ponto, exatamente no cume, que sentei em uma pedra  e fiquei apenas observando e agradecendo a oportunidade de poder estar ali.

No topo da montanha encontram-se algumas construções andinas que serviram como observatório astronômico, e também o Templo da Lua, construído em uma caverna natural.  Aproveitei para fazer algumas fotos, veja abaixo:

Primeiro mirante de Waynapicchu

Construções Andinas de Waynapicchu

Cume da montanha de Waynapicchu

Topo da montanha de Waynapicchu

Permanecemos cerca de 30 minutos no cume e é chegada a hora de iniciar a descida de retorno. Não sou o tipo de pessoa que gosta de descer montanhas, todo o tempo ficava imaginando, e de certa forma preocupado em como faria para descer aquela escadaria vertical, mas como a descida era obrigatória, com muito cuidado e atenção fui descendo degrau por degrau, com olhar fixo e atento a cada passo, pois não queria sofrer algum deslize. Entre subir e descer, foram aproximadamente 1 h e 45 min. No retorno à guarita, antes da saída, novamente se faz necessário assinar o livro e preencher a hora de retorno.

Guarita-Waynapicchu

Recomendações e conclusões importantes:

A trilha que leva à Montanha Waynapicchu é bastante estreita, íngreme e cansativa, caso você tenha algum problema nas articulações, sobre-peso, pânico de altura ou problemas cardíacos, não recomendo fazer essa aventura.

A caminhada, por sua vez, posso dizer que não é tão difícil como eu imaginava. Acredito que seja  de nível moderado, tornando-se assim, recomendada para pessoas que já praticam algum tipo de exercício físico.

Use calçados confortáveis e já pré amaciados, chapéu ou boné, protetor solar e repelente.

Ingresso Montanha Waynapicchu:

  • Altura: 2,693 m.s.n.m.
  • Localização: Norte da montanha de Machu Picchu.
  • Acesso: Da Cidade Inca de Machu Picchu, no Setor de Huayranas (Rocha Sagrada). Ingresso a partir do Casa Controle.
  • Bilhete de Ingresso: Ingresso Machu Picchu + Waynappichu.
  • Horários: Primeiro Grupo: 07:00 hrs. 08:00 hrs. – Segundo Grupo: 10:00 hrs. – 11:00 hrs.
  • Número de visitantes: 400 por dia, divididos em dois grupos de 200. Mostrar disponibilidade Waynappichu.
  • O tempo de caminhada: 1 hora e 30 minutos subida e da mesma forma para descida.
  • Grau de dificuldade: Media, penhascos, íngremes das montanhas, muitos passos (não recomendado para aqueles que sofrem de vertigem).
  • O que levar?: Sapatos antiderrapantes, protetor solar, repelente de insetos, capa de chuva (dependendo da época).
  • Atrações arqueológicas: Andinas, o Templo da Lua em uma caverna com amostras de nichos, vergas e fina cantaria.
  • Flora e fauna: Paisagem de selva, cercado por uma vegetação exuberante, um habitat importante para aves, borboletas, insetos, todos pertencentes à paisagem tropical.
  • Clima: Quente e úmido durante o dia, esfriando à noite. Estação seca: Maio-Outubro / Estação das chuvas: Novembro-Março.
  • Vantagens: Vista panorâmica do Cidade Inca, estradas, ruas, praças e delegacias.
  • Desvantagens: Precipícios, coberto por vegetação, caminho estreito.

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Aloha Galeraaa, tenho o prazer de compartilhar um pouco com vocês do que foi o meu mochilão de 16 dias pela surpreendente Bolívia e o místico Peru com meus míseros R$ 2.300,00 reais, isso já incluindo passagem de ônibus é claro!

A escolha não foi somente pelo baixo custo da viagem, mas também por poder conhecer uma das 7 maravilhas do mundo Machupichu, acredito ser a Meca para qualquer mochileiro.

Como atualmente me encontro na fronteira com o Paraguai, tive a oportunidade de pensar em alternativas mais baratas para chegar ao país de Evo Morales. Fui até Assunção, capital paraguaia e de lá peguei um ônibus direto para Santa Cruz de La Sierra a um valor de 350 guaranis (aproximadamente R$ 250,00 reais) incluído as refeições pela empresa Transbolipar SRL.

Obs: Existe outra empresa que faz essa mesma linha (STEL turismo), com custos e estruturas praticamente iguais, aproximadamente 30 horas de viagem sem ar-condicionado e cruzando o chaco paraguaio e também cruzando os dedos para o ônibus não quebrar no meio do deserto. Assim  é essa região do Paraguai.

26.01

Parti de assunção com 4 horas de atraso, nesse meio tempo aproveitei para fazer amizade com duas equatorianas e um casal de franceses que fariam um roteiro parecido.

foto-1

27.01

Passei o dia no ônibus imaginando e contendo minha alegria em estar desbravando aquelas terras prometidas.

28.01

Cheguei em Santa Cruz as 04:00 horas e fui direto para um hotel na frente do terminal bimodal da cidade para tirar apenas um cochilo, pois queria estar em pé as 08:00 horas para embarcar no primeiro ônibus para La paz. O balde de água fria veio logo quando cheguei e percebi que só teria a tarde para aproveitar, então para ganhar tempo comprei passagem para Cochabamba, metade do caminho. A passagem saiu 80 BOL (aproximadamente R$ 50,00 reais) com duração de 11 horas, cheguei lá no inicio da noite, devorei um tradicional Pollo com papas e logo as 21:15 estava subindo ao ônibus novamente, este me levaria finalmente a tão esperada La Paz.

29.01

Cheguei na capital La paz  às 05:00 horas da matina e fui direto ao Hostel Loki onde havia feito a reserva, recomendo muito, além de ótima estrutura e localização o albergue promove festas todas as noites com os mais variados temas, sem contar as bebidas!A diária custou entorno de 55 BOL (aproximadamente R$ 35,00 reais), o único fator negativo é não contar com uma cozinha para se fazer a própria comida o que deixa as refeições mais caras.

Depois de deixar a mochila no hostel fui bater perna pela cidade, a primeira parada foi o Mirador Killi Killi nas proximidades do centro, a entrada é gratuita e da para ter uma boa vista da cidade de La paz e das montanhas que a rodeiam. Passando pela bela Plaza Murilo e o Museu Nacional Etnográfico pode-se entender um pouco da cultura local e suas mudanças com o passar dos anos, o custo da entrada é 20 BOL. (R$ 12,50 reais).

A próxima parada foi a Calle Sangarnaga onde se encontra os melhores câmbios e passeios, com o melhor custo-benefício da cidade. Meu final de tarde foi no tradicional Mercado de las Brujas, lá é evidenciado o quanto nossa cultura sul americana é rica com uma variedade de cores e cheiros exóticos.

Como o dinheiro estava curto por um mau planejamento, tive que deixar a visita ao Salar de Uyuni para outro momento e acabei comprando os passeios mais baratos que encontrei.

30.01

Depois de ter feito amizade com outro brasileiro no hostel e ter bebido tudo e mais um pouco na festa na noite anterior, cedo estava em pé para conhecer o grandioso Monte Chacaltaya e o Valle de la luna, o custo total do passeio foi de 120 BOL. (aproximadamente R$ 75,00 reais) com guia e as 2 entradas incluídas.

Os 5.400 metros de altitude do Chacaltaya são superados em menos de 1 hora, o desafio foi mesmo respirar e caminhar ao mesmo tempo, acredito que além do mal da altitude o suco de cevada que tomei na noite anterior colaborou e muito para o cansaço e a dor de cabeça que sentia. Era um sonho chegar até o pico daquela montanha e apesar de não ver neve na quantidade que desejava, a beleza daquele lugar é inigualável.

Depois de passar um frio de renguear cusco no meio das montanhas fomos ao sul da cidade onde fazia mais de 25ºC no Valle de La luna, algo bem menos emocionante e bonito, mas como estava incluído valeu a pena.

 Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

31.01

Meu 3º dia em La paz foi reservado para conhecer o antigo povoado pré inca de Tiwanaku, entrada, guia e almoço custava 190 BOL. (R$ 120,00 reais), um ótimo lugar pra quem gosta de história e se interessa pela cultura local. No almoço após o passeio experimentei carne de llama e truta, pois já não aguentava mais comer frango.

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

01.02

Deixei La Paz para trás e fui em busca do azul enigmático do lago Titicaca, a viagem até Copacabana é de 4 horas e a passagem custa 30 BOL (R$ 19,00 reais). Chegando lá fiquei em um hostal em frente ao famoso lago com diária pelos mesmos 30 BOL. Larguei a Mochila e fui explorar o belo lugar. Como estava com um casal argentino que conheci no Chacaltaya, resolvemos subir o Monte do Calvário, parte mais alta da pequena cidade. A vista lá de cima é incrível recomendo subir e ver toda a beleza do lago navegável de maior altitude do mundo com 3.812 metros de altitude em média. Na volta não perdemos tempo e compramos a passagem para a Isla del Sol para fazer a trilha de 7 km do Norte ao Sul da Ilha por 35 BOL. (R$ 22,00 reais).

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

02.02

Saímos de Copacabana com a embarcação às 08:30 e chegamos na parte norte da ilha aproximadamente 2 horas depois, meus amigos ficaram acampando pelo lado norte e eu segui a trilha até o sul da ilha. Me deparei com as paisagens mais lindas que já vi. Lugar incrível e com uma vibe fantástica, com certeza superou minhas expectativas. As 15 h e 30 minutos a embarcação já se encontrava no pequeno porto do sul da ilha para a volta a Copacabana que tem uma duração menor, as 17 horas estava em terra firme para fazer um lanche rápido e subir no próximo ônibus com  destino a capital Inca, Cusco! A empresa Titicaca cobrou 110 BOL. (R$ 65) por aproximadamente 11 horas de viagem.

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

03.02

As 5h e 30 minutos estava em solo Inca e corri para o meu hostel, mais uma vez o Loki de Cusco. Tomei café fui mais uma vez bater pernas, agora no centro histórico de Cusco. A cidade é organizada e limpa situação bem diferente da vizinha Bolívia, na avenida El sol encontrei os melhores câmbios e venda de passeios com as agencias mais baratas da redondeza. Também é o lugar certo para encontrar artesanato local e claro pechinchar muito! Comprei na prefeitura da cidade um passaporte para o Valle sagrado dos incas (Pisac, Ollataytambo e Chinchero), cidades aos arredores de cusco onde haviam antigas civilizações desse místico país e pagando por volta de 70 Soles (R$ 100,00 reais).

A noite foi reservada para conhecer as baladas de cusco que por sinal não se cobra a entrada e por isso fiz um tour, comecei no Mama África, passando pelo El Templo e terminando na Chango. Literalmente tem para todos os gostos.

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

04.02

Passei o dia conhecendo as belas cidades incas, o passeio com guia e almoço custo 45 Soles (R$ 65,00 reais), as entradas mais o guia não são baratos mais vale muito a pena. Foi incrível conhecer tudo isso, mas claro vá antes de conhecer Machupichu, para não desanimar!

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

05.02

O 3º dia na capital inca foi para relaxar depois da correria dos últimos dia, acordei mais tarde que o normal e saí para conhecer o Convento de Santo Domingo por 10 Soles (R$ 15,00 reais), caminhar pelo mercado público de San Pedro e o Museu Pré-colombiano com entrada de 20 soles (R$30,00 reais). Nesse último achei a entrada cara pelo que oferecia, com certeza não é prioridade como passeio aos arredores de Cusco, Plaza das Armas é realmente belíssima além do centro histórico da cidade.

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

06.02

É hora de se despedir dêsse linda cidade e seguir rumo a água quente, última cidade antes de Machupichu, claro da forma mais barata possivel ea maneira escolhida foi ir de van até a hidroelétrica e de lã seguir a pé por 9 quilômetros sobre a linha férrea ! Comprei a Passagem na Av. El Sol no centro de Cusco por 70 soles (R $ 100) incluindo a volta 2 dias depois.

A trilha foi muito cansativa pra mim pois estava carregando quase 15 quilogramas, mas a paisagem é recompensadora, levei aproximadamente 3 horas para chegar finalmente ao destino, Hostel Supertramp foi a cama mais cara que dormi na viagem 36 Soles (R$ 52,00 reais), mas no meio daquela selva não existe nada barato mesmo. Depois que cheguei da trilha só pensava em cair na cama para no outro dia realizar meu sonho de conhecer a cidade sagrada!

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

07.02

Acordei cedo para aproveitar intensamente cada segundo do dia, o ingresso para Machupichu já havia comprado 20 dias antes da viagem, mas o do ônibus para chegar até o Parque Nacional comprei um dia antes por 12 Dólares, aproximadamente 30 min. de subida até a entrada da cidade sagrada. Passei as catracas e fui correndo subir o grandioso Wuaynapicchu, recomendo que compre o ingresso para a subida no grupo 2 às 09:30, pois antes desse horário a visão fica totalmente comprometida lá de cima.

Sem palavras para descrever o misticismo daquele lugar, renovei as baterias e respirei fundo para agradecer a realização de mais um sonho.

Voltei para a cidade a pé pelas escadas para preservar meus últimos trocados, chegando no hostel ainda em êxtase tentei dormir cedo para encarar a trilha de volta a hidroelétrica logo pela manhã.
Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

Mochilão de 16 dias pela Bolívia e Peru

08.02

Saindo do hostel quase as 11 horas e depois um bom café da manhã, cheguei bem desgastado da hidroelétrica as 14:30 para voltar a Cusco, chegando de volta a capital Inca as 20 horas e corri para a rodoviária da cidade. Para a minha decepção só haveria passagem para o outro dia e claro já garanti a minha para não ter surpresas.

09.02

A passagem mais barata que encontrei até La Paz foi a 80 Soles ( R$ 115,00 reais) com aproximadamente 18 horas de viagem pela empresa San Luís, teve uma troca de ônibus na cidade de Puno e depois seguimos de volta a capital Boliviana.

10.02

Cheguei em solo boliviano as 16 horas e depois segui a Cochabamba pela empresa El dorado por 60 BOL. ( R$ 36,00 reais).

11.02

Madrugando em Cochabamba às 5:00 horas e como o personagem “The Flash” embarcando as 05h e 30 minutos para Santa Cruz de La Sierra por 80 BOL. (R$ 47,00 reais) pela empresa Santa Cruz. Cheguei ao destino final da viagem as 16 horas com quase nada no bolso mais cheio de histórias pra contar e com o coração mais leve. Dormi no hotel mais barato que encontrei na frente da rodoviária por 40 BOL. (R$ 24,00 reais), depois de passar 2 dias pulando de ônibus em ônibus só precisava mesmo é de uma cama boa.

12.02

Pela mesma empresa que comecei a viagem (Transbolipar S.R.L) ás 19 horas, parti de volta a capital paraguaia, com um sentimento indescritível de dever cumprido e sonho realizado.

Cusco, uma cidade para mochileiros!

Cusco é, provavelmente, uma das cidades peruanas mais conhecidas no exterior. Não porque se trate de uma metrópole, na verdade não há mais que 300.000 mil habitantes nesta cidade que também é a Capital de uma província e de uma região homônimas. O grande reconhecimento internacional de Cusco se dá pela sua riqueza histórica e cultural. Segundo alguns achados arqueológicos, a região do Vale Urubamba, onde Cusco está situada, é habitada desde o terceiro milênio antes de Cristo.

Cusco, uma cidade para mochileiros

Conheci a cidade de Cusco e me encantei com a tamanha beleza, sua história e a cultura está representada em todos os lugares, desde as praças, as ruas, construções e artesanatos. Cada pedacinho dessa cidade tem uma  história para ser conhecida. Andei muitas vezes pela cidade a pé e de ônibus e algumas vezes de táxi, no centro da cidade é possível encontrar quase tudo que quiser, desde lojas de artesanato, restaurantes, farmácias, hotéis, empresas de turismo e ecoturismo de aventuras, mas o que mais me chamou a atenção foi as lojas de equipamentos de aventura, em apenas uma avenida chamada pelo nome de Av. El Sol, encontrei mais de 10 lojas que vendiam equipamentos para esportes de aventuras, destes equipamentos, os que mais me chamou a atenção foram os preços, em relação ao Brasil eram muito mais baratos, e não eram quaisquer equipamentos, as marcas que encontrei por lá são conhecidas mundialmente, tais como: Black Diamond, Petzl, The North Face, Columbia, Sea to Summit. Para ter ideia dos valores dos produtos, os bastões de caminhada custavam cerca de 40 Soles e uma mochila de 60L Black Diamond custava 600 soles, convertido para reais equivale a 582 reais aproximadamente. No Brasil a mesma mochila custa cerca de 1.000 reais.

Cusco, uma cidade para mochileiros
Av. El Sol

Na cidade de Cusco existem restaurantes para todos os tipos de gostos e sabores, a comida típica é chamada pelo nome de Cuy, o prato feito com carne de porquinho da Índia é tradicional, especialmente nessa região. Esse alimento era consumido pelos incas como fonte de proteína, para complementar a dieta a base de batatas e milhos. A cabeça do animal, símbolo de sorte, era comida pelo patriarca. As crianças comiam as patas, enquanto as mulheres comiam o corpo. Hoje em dia, normalmente a carne é assada e servida cortada, sem a cabeça.

Cusco, comida típica

Eu no entanto não experimentei muitas culinárias diferentes, pois como nosso organismo não está acostumado com a grande quantidade de temperos usados pelos peruanos, as vezes podemos passar maus bocados, preferi não correr o risco de ter que ficar no hotel com algum problema estomacal, me alimentei com aquilo que conhecia sobre alimentos saudáveis. Falando em alimentos saudáveis, você sabia que no Peru não é produzido alimentos transgênicos? Nenhum tipo de agrotóxico é usado nas plantações, posso afirmar com todas as letras que as frutas e verduras, bem como toda a culinária peruana tem um sabor incrível.

Estando no Peru, não podemos  deixar de experimentar o refrigerante Inca Kola, uma vez que o Peru é o único país latino americano onde a Coca-Cola não é líder de mercado. O refrigerante mais consumido no país é o Inca Kola. A bebida tem uma coloração amarela viva e é feita de lúcia-lima, planta nativa da América do Sul.

Cusco - Inka Kola

A Plaza de Armas é o marco de todo o Centro Histórico e concentra as construções mais impactantes de Cusco e os principais serviços voltados para o visitante, como casas de câmbio, restaurantes, bares, pub´s e agências de turismo. Ali o colonizador espanhol Francisco Pizarro declarou a conquista da cidade, e o lugar era considerado um importante setor cerimonial. Conhecida entre os incas como lugar de encontro ( “Huacaypata”, no original inca).

Cusco - Plaza de Armas
Plaza de Armas

Se caso você estiver viajando sozinho ou mesmo acompanhado e esteja sempre em busca de fazer novas amizades, a Plaza de Armas é lugar certo para você ir, durante a noite toda a praça é rodeada por bares e pub´s, nestes lugares há ritmos para todos os gostos. Em toda a viagem conheci pessoas de todas as partes do mundo, uma pessoa em especial (conheci voltando de Machupicchu no trem, uma viagem de quatro horas aproximadamente), uma Mexicana muito alegre, divertida e simpática. Na penúltima noite antes de embarcar para o Brasil, resolvemos ir a um destes bares ao entorno da Plaza de Armas. Primeiramente fomos em um bar onde tocava musicas de rock dos anos 80 e 90, o lugar era em uma casa que parecia ter sido abandonada, não era muito decorada, mas enfim, lá tinha uma banda local fazendo show ao vivo, tocando os maiores sucessos daqueles tempos, ficamos ali, dançamos, rimos e conhecemos inúmeras outras pessoas de muitas outras nacionalidades.

Cusco, uma cidade para mochileiros

Depois de algum tempo ali, resolvemos ir procurar outro lugar, que apresentasse um ritmo mais interessante, andamos por alguns metros pelo entorno da praça e nos deparamos com que um barzinho incrível, ali entramos e existiam 3 portas e cada porta continha uma festa diferente, em uma tinha musica estilo Reguee, e nas outras duas era eletrônica, sendo uma delas de música latina, optamos pela terceira porta. Pensem em uma festa incrível, bebidas baratas e gente de tudo que era país, lá estávamos eu, a Mexicana e mais duas amigas dela, uma Colombiana e a outra Equatoriana. As festas na cidade de Cusco são praticamente muito baratas, e falando nas que presenciei eram de entrada gratuita, só pagava aquilo que consumia.

Estar em um país desconhecido, sozinho durante a noite, com pessoas que talvez tenha conhecido em poucas horas seja loucura, mas posso dizer que estas amizades que fiz em todos os locais onde estive no Peru são o que realmente dão um significado, um sentido em conhecer um local tão exuberante, mítico e fantástico. Se você viajar sozinho ou mesmo acompanhado, não deixe de conhecer as pessoas locais e os estrangeiros, todos estão ali por algum motivo, este motivo ou significado é que faz a vida ser maravilhosa, se jogue no desconhecido, vá de coração aberto para sentir tudo que o Peru tem para lhe oferecer, certamente você encontrará mais pessoas para lhe ajudar do que pessoas que poderão fazer mal a você.

Viaje sem medo de ser feliz!

Thule Versant 50L – Testes no Peru

Apresento a vocês a nova mochila cargueira Thule Versant 50L, testei toda a sua funcionalidade na última viagem que fiz ao Peru, lá conheci muitos parques arqueológicos nas cidades de Lima, Cusco, Valle Sagrado, Machupicchu e a montanha Wuaynapicchu. Pude testar todas as tecnologias empregadas no produto durante 10 dias viajando pelo Peru com esta mochila nas costas. Neste post mostrarei todas as suas características, tecnologias empregadas, pontos positivos e negativos para que você conheça o produto antes mesmo de ir à loja efetuar a compra.

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Sobre a marca:

Thule-logo

A Thule é uma empresa Sueca, criada em 1942 que tem como missão trazê-lo para mais perto do mundo e de sua paixão pela vida. É um grupo internacional de pessoas unidas pela paixão em ajudar famílias ativas e entusiastas de atividades ao ar livre.

Site da marca no Brasil: www.thule.com

Tecnologias empregadas:

As mochilas da marca Thule sempre me chamaram a atenção, pois além de serem leves e ao mesmo tempo robustas são muito práticas, posso dizer que realmente esse modelo, Versant 50L, é útil para quase todos os tipos de viagens e aventuras, pois não é uma mochila muito grande, mas ao mesmo tempo não é pequena.

A Thule Versant 50 L é fabricada com tecidos cordura 420D e nylon 100D, que são materiais bem leves e bem fortes, muito difícil rasgar. Para testar isso despachei a mochila pelo compartimento de bagagem do avião sem embalar com aqueles sacos plásticos encontrados nos aeroportos, mesmo sabendo que as pessoas que carregam e descarregam os aviões não são lá muito cuidadosas com nossas malas e mochilas. Durante todos os translados também não usei proteção na mochila, voltei para casa com ela apenas um pouco suja, mas sem sinal de rasgos ou algum fio à amostra, isso me satisfez muito.

Thule Versant

A mochila apresenta dois ajustes de regulagem, o primeiro deles é a regulagem de altura das alças, podendo aumentar ou diminuir em até 12 centímetros a altura das alças. Para fazer o ajuste das alças é muito fácil, 1 – solte a fita compressora; 2 – levante o costado; 3 – posiciona para o tamanho desejado; 4 – abaixe o costado; Uma maneira fácil e rápida de ajustar as alças, com isso o ajuste fica perfeito no seu corpo.

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Ajuste das alças

A novidade nessa linha de mochilas cargueiras Thule Versant é o ajuste na barrigueira de até 10 centímetros, isso melhora muito o conforto quando você  coloca-a nas costas, com essa tecnologia a mochila fica mais firme em torno do quadril.

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Para ajustar é muito fácil também, vou explicar passo a passo: 1 – puxe o elo da barrigueira para cima e ajuste conforme o tamanho desejado; 2 – prenda um velcro no outro para manter a medida estável; 3 – coloque a ponta do elo de ajuste dentro do compartimento da barrigueira. Pronto, agora a barrigueira já está ajustada.

A mochila Thule Versant é principalmente usada para trekkings de 3 a 5 dias e viagens do tipo “mochilão”, eis que seu tamanho é ideal para acondicionar todos os equipamentos necessário para uma boa aventura. Conta com medidas de altura de 69 cm, largura: 38 cm e profundidade: 34 cm, no total fica 141 cm, esse total é importante você saber, pois em algumas viagens só é permitido embarcar com mochilas de até 157 cm no total. Como exemplo dessa exigência, cito a viagem de trem entre o Valle Sagrado dos Incas para Aguas Calientes, no Peru, onde escolhi para testar o produto.

Depois de ajustada, a mochila, se encaixa muito bem no corpo sendo bem anatômica, o que torna muito prático seu uso. Além disso, é muito leve atingindo 1,86 kg no total, incluindo a capa de chuva.

Conta ainda com duas fitas de compressão  bem distribuídas em cada lado, mantendo a carga  estabilizada dentro da mochila. Um detalhe que vale mencionar, nas fitas de compressão da parte de cima tem um local para fixar os bastões de caminhada, ficando um para cada lado, assim equilibrando todo o conjunto já que a fita prende o bastão através de uma alça de velcro mantendo-o firme.

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Compartimentos e bolsos:

A mochila Thule Versant 50L conta com uma variedade de compartimentos, tanto do lado externo quanto interno. Na parte externa, existem 5 compartimentos e 1 bolso, o primeiro compartimento que cito é um compartimento grande, de tecido telado localizado frontalmente, este tem fechamento por clipe de mochila. Logo abaixo, fica o compartimento da capa de chuva, identificado com a palavra Raincover, este é fechado por zíper. Nas laterais tem dois compartimentos onde é possível colocar garrafas de água ou algum outro equipamento que necessite estar em fácil acesso para a sua aventura. Vale mencionar que os dois compartimentos possuem elásticos na suas extremidades, para firmar e estabilizar os objetos que ali forem colocados. Além disso, um destes compartimentos possui um zíper para acomodar objetos maiores que funciona como um extensor,  podendo com isso aumentar seu volume de carga.

O bolso está localizado na barrigueira ao lado esquerdo com fechamento por zíper, onde é possível colocar pequenos objetos, tais como, uma bussola ou barras de cereais. No lado oposto, tem um ultimo compartimento, este é construído de material impermeável, com fechamento parecido com os sacos estanques, onde você pode guardar os seus documentos e o celular. Por ser removível,  pode ser retirado e acondicionado dentro da mochila.

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Compartimento estanque, localizado do lado esquerdo da barrigueira.

A mochila Thule Versant 50L conta com duas aberturas, a tradicional conhecida pela parte de cima que é telescópica, isso quer dizer que pode ser aumentada e ajustada para melhor organização dos equipamentos, e outra frontal em U, com uma ampla abertura, diferente da modelo Guidepost 75L, já que o fabricante remodelou o tipo de abertura, possibilitando uma grande abertura, melhorando o condicionamento dos equipamentos no interior da mochila.

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Na parte interna da mochila possui um compartimento bem amplo para armazenar os equipamentos e para acomodar um reservatório de água de até 3 litros, que poderá ser afixado por um pequeno clipe de mochila. Já no lado externo, possui um símbolo de gota de água mostrando onde a mangueira do reservatório deve sair.

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Acredito que uma das melhores tecnologias empregadas no equipamento é a possibilidade de dispor, de forma fácil e ágil, de uma segunda mochila. Neste modelo, como já conhecemos nas mochilas da marca Thule, o capuz da mochila é facilmente transformado em uma pequena mochila de ataque. Na viagem pelo Peru , essa possibilidade me foi muito útil, pois ali colocava as câmeras, acessórios fotográficos e ainda consegui por alguns outros itens importantes,  como capa de chuva, gorro, luvas e mais algumas barras de cereais.

Num primeiro momento, o capuz parece pequeno, mas depois de usa-lo como mochila alternativa, concluí que é do tamanho certo para levar tudo que necessitamos.

O Capuz possuí 3 bolsos fechados por zíper, um deles é bem amplo, já os outros um pouco menores. Vale mencionar que as alças da mochila de ataque são marcadas com numerações 1, 2 e 3, estes números auxiliam o ajuste das alças no capuz, as alças são colocadas nos próprios clipes da mochila de manuseio fácil e rápido.

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Thule Versant 50l
Montanha Wuaynapicchu
Thule Versant 50l
No topo da Montanha Wuaynapicchu

Também é interessante mencionar que a parte de baixo da mochila conta com a tecnologia Stormguard, isto combina uma capa de chuva parcial juntamente com um forro internamente impermeável, criando assim uma bolsa totalmente impermeável. A capa de chuva pode ser usada de duas maneiras, a primeira delas é como o fabricante menciona(vide imagem dica 1),  e a outra maneira é colocando sob toda a mochila( vide imagem dica 2).

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Tecnologia Stormguard, isto combina uma capa de chuva parcial juntamente com um forro internamente impermeável.

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Especificações técnicas:

Sexo Masculino
Uso Viagem de vários dias
Durante a noite
Material Cordura 420D, 100D nylon
Volume (l) 50 l
Altura (cm) 69 cm
Largura (cm) 38 cm
Profundidade (cm) 34 cm
Peso (kg) 1,86 kg
Cor micado

Vídeo de apresentação:

Conclusões finais:

Recomendo e indico o uso da mochila Thule Versant 50L.  Com certeza, superou minhas expectativas ao ser minha companheira durante os 10 dias de viagem ao Peru. Testei todas as suas funcionalidades e tecnologias nas trilhas e andanças que fiz. A mochila é facilmente ajustada no corpo, o que fez a minha viagem ser realmente prazerosa, não tive nenhum problema com o produto. Se fosse para mudar algo nesse equipamento sugeriria que as alças fossem mais acolchoadas, pois quando ela está totalmente carregada as alças podem machucar um pouco os ombros e a região do peito.

A pequena mochila de ataque não é tão pequena quanto parece, nela consegui levar tudo que precisava para subir a montanha de Wuaynapicchu, de modo seguro e confortavel.

A mochila Thule Versant 50L tem o custo aproximado de R$ 1.600,00 (um mil e seiscentos reais), valor este que parece um pouco alto, mas como o produto é importado, os valores de impostos taxados na entrada do país, fazem com que o valor no Brasil se eleve. Mas posso dizer a vocês que mochila sempre será um investimento e não um gasto, por isso opte por modelos que sejam leves, confortáveis e duráveis. Afinal, nenhum viajante deseja ficar com dores após o trekking.

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Essa mochila foi fornecida para testes pela loja de nossos parceiros Guenoa Bikes e Apetrechos para a Aventuras, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS – Brasil.

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Dicas para fazer seu dinheiro render em Cusco e Machu Picchu

Dicas para fazer seu dinheiro render em Cusco e Machu Picchu

Como em todo lugar que visitamos, é sempre bom estar atento aos valores das coisas que vamos comprar, e Cusco não é diferente. Segue abaixo algumas dicas bem bacanas que vai te fazer economizar uma boa grana para investir em muito mais coisas bacanas não só em Cusco, mas em todas as cidades lindas do Peru! Quer fazer sua grana render nessa cidade encantadora e cheia dos produtos maravilhosos?! Então veja algumas dicas para se dar bem!

Dicas para fazer seu dinheiro render
Loja em Cusco com milhões de Souvenires

1º Se você gostou de um produto, não compre de primeira – Anote o endereço, ou pegue a referencia da loja que tem o produto, só por precaução de caso você não achar o produto depois de uma boa caminhada, o que é praticamente impossível. Larga de preguiça, coloque essas pernas pra andar (pra já ir treinando para Machu Picchu), memorize ou anote os preços que encontrar, pois é praticamente inevitável não achar algo idêntico na próxima loja! Os  peruanos tem um feeling danado pra turistas e são espertos quanto a concorrência, então certamente você vai encontrar o que gostou em vários lugares, e por preços variados.

Dicas para fazer seu dinheiro render
Há várias opções de presente na cidade

2º Pechinche, Pechinche e Pechinche – Se tem uma dica que é garantida funcionar pra ter aquele descontinho é pechinchar, em quase todos os lugares que fomos tivemos a impressão de que os valores iniciais não eram de fato os valores dos produtos… Mas é claro que se colasse de primeiro, eles não ofereciam o desconto! Rsrs … Muitas vezes nós diziamos: –“No, no , muy caro” ( Não, não, muito caro), e virávamos as costas, e rapidamente eles faziam uma contra proposta e mudavam de ideia do valor inicial… haha, era bem assim… O segredo lá é pechinchar pelo menos umas 3 vezes no mínimo, e ter argumentos que encontrou mais em conta com a mesma qualidade tal produto ou serviço. Chore mesmo, põem esse talento brasileiro pra negociar, que você vai economizar uma boa grana.

Dicas para fazer seu dinheiro render
É comum ver artesãos criando ao ar livre. Mas não pense que seus artesanatos custam pouco. Vale a tentativa de pechinchar.

3º Se tiver que comer fora, saiba escolher o restaurante – Cusco é uma cidade de culinária muito rica, você encontra uma variedade de alimentos maravilhosos e saborosos, mas nem por isto precisa gastar muito para comer bem! Claro que se você quer passar um dia comendo num restaurante finíssimo vale muito a pena. Mas não vá gastar toda grana! Você pode economizar pra ter experiências em lugares magníficos e comer bem mesmo assim. Existe lugares no centro de Cusco (sim, não é preciso se acabar de andar pra encontrar estes lugares) que você come muito bem com muito pouco! Com direito em muitas vezes a Prato de entrada que geralmente é  sopa,  petiscos peruanos (nachos) ou batatas fritas + Prato principal que pode ser salada, arroz, frango ou carne, batata, molhinho temperado ou ainda macarronada, e pra completar você ganha a bebida  que também é a escolha,  podendo ser refrigerante ou o famoso pisco! E isto tudo por em média 8 a 12 reais. Dependendo do lugar e da quantidade de comida que vem e que você come, você ainda consegue até dividir o prato com alguém, caso não esteja fazendo a viagem sozinho. Já pensou?! Ahh e pizza lá você encontra muito barato também! É uma das opções que você come bem e é deliciosamente gratificante!

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Jantar maravilhoso pagando pouco na Rua Procuradores em Cusco.

4º Acampe, Fique em quartos compartilhados, Couchsurfing ou Wwoofs  – Neste tópico disponibilizamos quatro opções que você poderá escolher conforme seu objetivo e vibe! Tá afim de curtir o país e ficar confortáveleconomizar? Então que tal ficar num hostel?! Você pode ficar em quarto privado o que será bem mais em conta que um hotel no centro de Cusco, ou se quer economizar mais ainda e não se importa, pode dividir um quarto com uma galera e ainda fazer amizades, quartos compartilhados são ótimos por isto, você conhece gente bacana e ainda segura uma graninha! Se você já tem equipamentos para acampar, vale a pena dar uma busca em lugares na internet pra isto, afinal, você só vai precisar gastar praticamente com comida, ou se optar por um camping o custo será certamente bem mais em conta que um hostel. Couchsurfing é um site onde você encontra várias pessoas que oferecem lugar pra você ficar gratuitamente, as vezes é um quarto, ou um quarto compartilhado, dependendo das condições, lá você pode combinar diretamente com a pessoa, o dia certinho que pretende ir e quanto tempo quer ficar. No próprio site você pode conhecer um pouquinho sobre a pessoa: quem ela já recebeu e a reputação dela. O que não quer dizer que todo mundo lá tem boas intenções. Por isso é preciso pesquisar muito bem! Quando for dar uma olhada dê preferência pelas pessoas que tem muitas indicações positivas e que fazem sempre isto pra não cair numa furada. E como toda casa tem leis, é preciso respeitar algumas regras, leia atentamente as condições que a pessoa exige e não vá fazer feio, afinal você é um convidado, e não vai precisar pagar nada por isto. As estadias nas casas dessas pessoas não incluem alimentação, mas geralmente algumas fazem um “almocinho” ou uma social para te conhecer melhor, afinal você ta vindo de fora, e assim como quer conhecer o país dela, ela quer conhecer o seu e o que te levou a essa aventura. Este é um meio de fazer uma bela amizade na sua viagem e ainda receber dicas bacanas de lugares que você pode visitar! Wwoof é um outro site, que conecta pessoas que querem viajar, mas ao invés de pessoas, são organizações nacionais com o objetivo bacanérrimo de ter sua ajuda com trabalhos voluntários. Neste programa você oferece seu trabalho em troca de estadia, é como se pagasse sua estadia ali, mas assim como o Couchsurfing, você precisa ler tudo direitinho e se informar sobre o tipo de trabalho, carga horária, lugares que tem essas organizações e se estão disponíveis a recebê-lo. Assim antes de ir você combina as condições e já vai ciente das suas obrigações. É uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre as pessoas, trabalho, condições econômicas, e ainda aprender a valorizar a cultura do país!

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Dicas para fazer seu dinheiro render

5º Faça cambio consciente – Este é um dos tópicos que você mais deve ficar atento! Nós aconselhamos trocar o dinheiro sempre com antecedência da época de alta temporada de viajar (aquela famosa pesquisa diária no jornal pra ver quando o dólar está baixo e valendo a pena), então se você está planejando viajar, faça isso! Caso por algum motivo, não foi possível você fazer um planejamento, já está em Cusco e precisa trocar seu dinheiro (seja ele em dólar pra soles, ou real pra soles), é preciso tomar cuidado pra não cair no velho truque do dinheiro falso. Vá em casas de câmbio e pesquise o preço! E quando digo: pesquise, é pra não parar na terceira casa de câmbio. Lá as coisas são muito negociáveis e até na hora de trocar seu dinheiro é possível pechinchar. Portanto pesquise em várias casas de câmbio e use o mesmo método dos produtos, anote a referência do endereço e preço que conseguiu negociando, para somente depois selecionar o lugar que vai trocar o seu dinheiro. NUNCA, JAMAIS, troque seu dinheiro com pessoas que não conhece, mesmo que a oferta seja tentadora (nunca sabemos quem tem boas ou más intenções, você não vai querer pegar um bolo de dinheiro falso e passar perrengue por alguns centavos a menos)… Previna-se sempre, utilize lugares legalizados!

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Moeda peruana: soles

6º Opte por táxi – Não imaginou que ia ter um tópico deste? Pois é! Precisa dar um pulo rápido em algum lugar e além de grana quer poupar tempo, então aproveite, os táxis. No Peru não há taxímetro e o valor da corrida é acertado com o motorista antes de entrar no carro, portanto fique esperto , como em qualquer lugar do mundo, aproveite seu dom de negociante, uma choradinha aqui e outra ali, o famosos arredondamento de soles (moeda local). As tarifas são bem mais em conta do que a do nosso país, portanto pra quem está acostumado a pagar 20 a 25 reais de uma quadra a outra, em Cusco é possível pagar bem menos que a metade, em torno de 5,00 a 10,00 reais para lugares próximos. Além de agilizar alguns momentos da sua viagem, é bem divertido até pra ver como o hábito deles dirigirem nas vielas estreitas da cidade. Mas não os subestimem! Os taxistas são muito ágeis e habilidosos e não desperdiçam o tempo da profissão.

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Um dos graciosos modelos de Táxis que se pode encontrar no Peru

7º Escolha o Boleto Turístico de Cusco – Você vai comprar um. Não importa se quer economizar ou não. Este é um dos valores que vai valer a pena você investir. O boleto te da direito a 16 atrações turísticas na cidade de Cusco, e nas proximidades. Cada vez que você visita um dos lugares, eles fazem um furinho indicando que você esteve no local. Na parte da frente, ele indica os lugares cuja entrada já está paga. No verso, possui indicações dos horários de abertura e fechamento de cada lugar. No mapa é possível ver indicado onde estão os museus da cidade aos quais o boleto dá direito de entrada gratuita. É um dos valores que você vai pagar que vale muito apena, afinal é cerca de R$130 reais o boleto por 16 passeio. Ou seja, menos de 10 reais por passeio!

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Boleto Turístico de Cusco. Uma ótima aquisição para ver as inúmeras atrações da cidade.

8º Você não precisa dormir em Machu Picchu para conhecer Machu Picchu! – É isso aí! Se você tem que economizar sua grana para o próximo país, mas não quer deixar passar nenhum detalhe da cidade Inca mais exuberante, pode ficar despreocupado que não é necessário se sujeitar as luxuosidades muitas vezes exorbitantes que Águas Calientes possui para hospedagem. Nossa sugestão é: pernoite em Ollantaytambo! E agende sua passagem de trem para o horário mais cedo que tiver que vai sair da cidade. Nós por exemplo: pegamos o trem as 05:30 (cá entre nós, vale a pena se dedicar um dia pelo menos da sua viagem para ver a neblina em outro país e principalmente muito agradável para se viajar de trem). Pegou o trem cedinho?!… Ahhh então ótimo! Agora é só relaxar com a vista maravilhosa que se tem até chegar a Águas Calientes (2 horas +/- de viagem)… Ao chegar em Águas Calientes você vai reparar que a cidade é totalmente voltada pro comércio (óbvio né, afinal fica a 45 minutinhos para Machu Picchu), então se quer comprar souvenirs, não vá gastar toda grana lá, há muitos lugares em Cusco que você encontra os mesmos agrados de viagens por menos da metade do preço até… Aproveite mais pra conhecer a cidade, as belezas naturais, até porque sua bagagem deve ser a menor possível pra quando for subir pra Machu Picchu. Você vai ter em média cerca de 9h pra conhecer Machu Picchu até a hora de regresso do próximo trem, e acredite apesar de estonteantemente enorme é possível ir até Huayna Picchu e voltar com essas horas! Então se o lema é economizar para  a próxima viagem, você vai conseguir fazer uma economia e tanto partindo de Ollantaytambo para Águas Calientes, até então subir pra Machu Picchu!

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Vista do maravilhoso vilarejo de Ollantaytambo. É como estar submerso em montanhas.

9º É estudante?! Se deu bem! – A carteirinha de estudante internacional ISIC dá desconto em muitos passeios, como no caso do Vale Sagrado de Cusco, no Peru. Aconselhamos a sempre andar com a carteirinha, uma cópia do histórico escolar e uma foto 3×4, pois para uso de certos descontos é preciso preencher formulários e comprovar sua atividade. Se você não quer andar com os papéis, pode deixar anexado no seu e-mail, assim quando precisar é só acessar e gastar alguns centavos para imprimir. Para quem não tem privilégios de estudante, vale recorrer ao fato de ser sul-americano. Sim, ser brasileiro, por si só, pode reduzir o preço do passeio. Pergunte sempre.

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Carteira Internacional do Estudante (ISIC – Exemplo)

10º Pesquise a melhor opção de trem para ir a Machu Picchu – Sua passagem de trem pode ter variantes conforme horários e dias de semana. Se o intuito é economizar ir a Machu Picchu nos dias de semana podem valer mais a pena do que nos finais de semana, sem contar que há menos contingente de pessoas que optam por estes dias, tornando o passeio as vezes mais agradável. Há também variações de preços com as duas empresas responsáveis pelo transporte: Peru Rail e Inca Rail. Pesquise a melhor opção de horário, diaspreços, prepare a mochila e manda vê no seu passeio!

Dicas para fazer seu dinheiro render
Trem esperando pelos passageiros. E nós ansiosos para embarcar nessa viagem.
Dicas para fazer seu dinheiro render
Nós, cedo da matina, no trem partindo para Águas Calientes.
Texto e fotos: Jumpers