Cachoeira Maratá

Descubra Maratá

Maratá é uma cidade de origem alemã, distante cerca de 83,3 km da capital Porto Alegre/RS.

Um destino certo para quem gosta de conhecer cascatas, cachoeiras e ainda se divertir junto à natureza. Conhecida como a Capital das Belezas Naturais, a cidade oferece visitação ao Parque Municipal da Cascata Vitória, Parque da Cachoeira Maratá e Morro Ibiticã, entre outros locais que fazem referência a origem alemã.

Nós do Trekking RS, fizemos uma breve visita à cidade no último fim de semana e gostamos bastante dessa cidadezinha. Com certeza é um destino para voltar no verão para aproveitar mais.

A nossa primeira parada foi no Parque da Cachoeira Maratá, distante aproximadamente 1,5 km do centro da cidade, possui estrada pavimentada até o local.

O parque fica aberto todos os dias da semana nos horários das 8 às 22 horas na alta temporada e fora da temporada das 10 às 19 horas.

O que fazer em Maratá

No local é possível desfrutar de uma linda vista da cachoeira que leva o nome da cidade com aproximadamente 15 metros de altura, o parque conta ainda com churrasqueiras, mesas, banheiros com chuveiros quente, bar e uma enorme área de lazer.

Área de lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Área de Lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira
Foto: Luís H. Fritsch

Além disso o parque dispõe de uma trilha que leva até a parte alta da cachoeira, uma pequena gruta e uma outra cachoeira um pouco menor, de beleza intocada.

Cachoeira em Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch

Para os aventureiros que gostam de acampar, o Parque da Cachoeira Maratá pode ser a oportunidade perfeita para aproveitar um fim de semana com tranquilidade e diversão junto com a família e amigos.

Tarifas

Na alta temporada os valores são de R$ 10,00 para o estacionamento, R$ 7,00 para passar o dia ou R$ 15,00 à diária no camping (já incluso estacionamento e taxa de visitação).

Mais informações

  • Parque da Cachoeira Maratá – (51) 99540-2616, falar com Dirce;
  • Prefeitura de Maratá – Site e Facebook.

Nosso passeio não parou por aí, mas isso já é assunto para outro texto.

No próximo post vou falar sobre o Parque Municipal Cascata Vitória, um lugar igualmente belo onde é possível fazer inúmeras atividades.

Cascata Vitória
Parque Municipal Cascata Vitória – Maratá/RS – Foto: Luís H. Fritsch

Explore novos destinos como cachoeiras, cascatas e lugares ainda intocados. Dentro do nosso site, temos inúmeras opções de destinos de tirar o fôlego. Descubra!

Se você gostou deste post, deixe um comentário aqui embaixo, não esqueça de compartilhar com seus amigos. Até o próximo post!

Chima Rock chega em sua terceira edição

A terceira edição do evento Chima Rock foi regado a muito rock ´n roll, chimarrão, pessoas legais e a maravilhosa culinária argentina. O palco desse grande evento foi no enigmático e principal ponto turístico da cidade de Flores da cunha/RS – Brasil, o Mirante Gelain é o lugar certo para encontrar os amigos, fazer esportes radicais e apreciar a espetacular vista para o vale do Rio das Antas.

O evento teve inicio às 15:00 do dia 07 de Maio de 2017, além do chimarrão e das pessoas legais o evento contou com uma bela apresentação artística do grupo de dança do ventre Mahaila Danças Orientais. A Banda Jokerman, essa se apresentou após o espetáculo das dançarinas, trouxeram grandes sucessos musicais nacionais e internacionais, fazendo com que a galera que estava presente cantasse e vibrava-se com as clássicas do rock.

No local havia a chance de provar um pastel tipicamente argentino, feito por um casal de ciclistas que estavam de passagem pelo Brasil, por sinal era maravilhoso, impossível comer um só. Além disso ainda havia comida de rua, docinhos, cerveja artesanal e chopp.

Estes Argentinos vinham de Mendoza – Argentina, estavam ali no Mirante Gelain hospedados a cerca de uma semana, pois tiveram alguns problemas com uma das bicicletas, aproveitam o evento para mostrarem seus dotes culinários. O casal está fazendo essa viagem rumo ao México, uma viagem com duração de aproximadamente dois anos.

Não podemos esquecer de mencionar o incrível pôr do sol presente , as novas amizades, a diversidade de histórias, momentos que fazem com que os eventos nesse local sejam cada vez melhores.

Chima Rock no Mirante Gelain

Chima Rock no Mirante Gelain

Para ver todas as fotos do Chima Rock clique aqui.

Se você busca um lugar legal para levar a família, namorada, namorado, amigos, ou até mesmo conhecer pessoas legais, recomendo muito ficar atento nos próximos eventos do Mirante Gelain, acompanhe pela sua fan page no Facebook tudo que acontece em um dos cenários mais bonitos da Serra Gaúcha.

Aguardem novidades vem por aí!

Cânion Josafaz um lugar inóspito!

Tudo começou por convite de um velho amigo, integrante do Grupo de Escoteiros Almirante José de Araujo Filho – Garibaldi/RS, para fazer um trekking de aproximadamente 25 quilômetros pelo maior cânion da região dos Aparados da Serra, conhecido pelo nome Cânion Josafaz, possui 16 quilômetros de extensão e está além dos limites do Parque Nacional dos Aparados, localizado à cerca de 68 quilômetros da cidade de Cambará do Sul, pertencendo ao município de São Francisco de Paula/RS – Brasil.

A aventura foi realizada em conjunto com outros grupos escoteiros, assim promovendo maior integração entre os jovens da faixa etária de 15 a 18 anos, estes pertencentes ao Ramo: Sênior/Guia.

Saímos da cidade de Garibaldi/RS, por volta de 1:00 hora da manhã do dia 29/10/2016, com destino a São Francisco de Paula/RS e chegamos ao destino por volta das 6:00 horas da manhã. Nessa aventura estavam presentes 38 pessoas no total, incluindo o guia que foi contratado para acompanhar o trekking.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Após tomar um café da manhã especial no pé do cânion, era hora de começar a caminhada. Seriam aproximadamente 1.000 metros de altimetria acumulada, trilhando os caminhos por estradas antigas e trilhas construídas pelos antigos povos tropeiros. Estava eu com minha mochila cargueira pesando aproximadamente 13,6 kg, carregando tudo que era necessário para uma boa aventura. Na mochila havia colocado todos os equipamentos de camping, tais como: barraca, saco de dormir, isolante térmico, roupas extras, roupas para frio e ainda alguns alimentos.

Conforme subíamos avançando pela estrada, o cenário fazia nossos olhos brilharem. Muita vezes, em ocasiões como essa, podemos caminhar longos caminhos, mas é preciso seguir com calma para apreciar tudo que existe a nossa volta.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Na metade do trajeto, passamos por lindas cachoeiras totalmente despoluídas, isso é raro hoje em dia. Nelas sempre completávamos nossos cantis de água, seguindo uma das grandes lições que aprendi no Movimento Escoteiro durante os 14 anos que participei ativamente, de que nunca devemos tomar toda a água que carregamos até que encontremos uma fonte segura para reabastecer de água. Nessas cachoeiras e rios que corriam pelo caminho onde passávamos não tínhamos certeza se a água era potável ou não, na dúvida colocávamos pastilhas de cloro, que tem a função de matar as bactérias que possam existir na água.

Depois de aproximadamente 5 horas de caminhada morro a cima, chegamos ao topo do Cânion Josafaz. Efetuamos o reconhecimento do local a procura do melhor local para armar o acampamento. O clima nessa região é muito instável, uma hora tem um sol escaldante e em poucos momentos já está nublado. Na parte de cima do cânion existem alguns locais de banhados cobertos por vegetação do tipo Turfeiras, em outras existem longos campos de capim e alguns trechos de mata nativa. Para evitar maus bocados durante a noite, escolhemos uma clareira em meio a dois pedaços de mata nativa, assim caso ventasse durante a noite, estaríamos protegidos.

Depois de montado todo o acampamento e preparado o almoço, já alimentados e refeitos do cansaço, era hora  explorar a parte de cima deste cânion. A ideia era ir até o vértice do Josafaz, uma caminhada estafante, subindo e descendo morro através das estradas e trilhas que ali se formaram com as explorações dos veículos 4×4. O cenário é de tirar o folego, uma mistura única de campos e matas, cercado por rios totalmente despoluídos. A caminhada com aproximadamente 6 quilômetros de extensão tornava-se um pouco cansativa em razão do sol forte, porém em muitos momentos da caminhada era necessário colocar os casacos, daí passava-se uns 15 min e  nos obrigávamos a tirar os casacos, pois como disse anteriormente, o clima na região é muito instável.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Após algumas horas caminhando chegamos ao ponto culminante do nosso trekking no Vértice do Cânion Josafaz, ali a visão é incrivelmente linda, possui uma cachoeira que acredito ter mais de 200 metros e é dividida em duas partes. O Cânion Josafaz é ainda pouco explorado, um lugar inóspito, mas de extrema beleza e grandiosidade, com vasta mata atlântica em seu interior. Este local é perfeito para descansar, meditar e refrescar os pés na água cristalina que corre pelo rio.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Permanecemos ali durante algum tempo apreciando aquela beleza incrível, conversando e tirando algumas fotos. Momentos após, era hora de voltar para o acampamento e descansar um pouco. Durante a volta escolhemos cortar caminho, pois olhando de longe víamos uma linha reta, parecia ser fácil se não fosse pelos banhados! Encaramos o desafio e seguimos em frente, e por incrível que pareça, não encharquei as botas e o caminho de volta foi bem mais rápido em relação ao da ida, o que garantiu a nossa chegada antes do entardecer.

Já no acampamento preparamos uma fogueira para assar alguns quilos de carne, fizemos um belo churrasco à moda antiga e batatas doces enroladas em papel alumínio jogadas na brasa. Não sei se era a fome que tínhamos ou o que, mas o gosto daquele churrasco, para mim, era o melhor que já havia comido. Depois do belo jantar realizou-se a cerimônia de Fogo de Conselho, cerimônia muito conhecida e praticada pelo  Movimento Escoteiro, pois ali é o lugar onde podemos sentar para ouvir histórias, relatos incríveis das pessoas  presentes sobre suas aventuras durante o dia. Esta cerimônia é realizada sempre na última noite de acampamento e é encerrada com a Canção da Despedida. Após a cerimônia de Fogo de Conselho, fomos todos deitar, precisávamos descansar e recompor as energias para o dia seguinte.

Na manhã seguinte depois do café da manhã, chegou a hora de desmanchar o acampamento, organizar os equipamentos e aprontar as mochilas, e retornar até o pé do cânion.

Na descida, senti muito mais o peso da minha mochila, pois ao descer além do nosso próprio peso corporal, temos ainda a mochila cargueira nas costas, todo esse peso fica apoiado sobre os joelhos, tornozelos e pés. Por isso, toda a descida foi realizada devagar, com o devido cuidado para não cair, pois nas trilhas dos antigos tropeiros tem inúmeras pedras soltas e é muito íngreme também, então todo o cuidado é necessário para voltar bem para casa.

Veja todas as fotos dessa incrível aventura, clique aqui.

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Cânion Josafaz um lugar inóspito

Se você gostou do relato do trekking no Cânion Josafaz, deixe um comentário abaixo. Veja também o relato da Trilha no Cânion da Pedra clicando aqui.

Tríplice Fronteira – Brasil, Argentina e Paraguai

Fala galera… Hoje tenho a incumbência de contar pra vocês o que na minha humilde opinião é um lugar de belezas naturais e diversidade cultural único em nosso país, nada mais e nada menos do que Foz do Iguaçu-PR, que além de ser conhecida por ser a terra das cataratas é também a porta de entrada da tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai) com uma diversidade cultural incrível.

Sem mais delongas, a cidade de Foz do Iguaçu tem uma ampla variedade de hotéis e hostel muito bem localizados (centro da cidade) para todos os gostos e bolsos e também conta com transporte publico de qualidade a um preço justo R$ 3,20 a passagem para os destinos mais procurados: Cataratas, Parque das Aves, Museu de cera, Aeroporto e Itaipu. Há também em vários pontos no centro da cidade paradas de ônibus internacionais que levam você e sua mochila para as cidades de Puerto Iguazu na Argentina por aproximadamente R$ 13,00 e Ciudad del Este no Paraguai  por R$ 5,00. Os ônibus funcionam todos os dias até as 19:00 horas com uma frequência menor em finais de semana e feriados, mas que valem toda a espera. Vai por mim!

No Parque Nacional do Iguaçu, você conhecerá uma das 7 novas maravilhas do mundo, o ingresso custa R$ 33,00 reais para brasileiros com preços diferenciados para sul americanos e estrangeiros de outros continentes, Só conhecendo para entender o que as cataratas realmente representam.

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Outro lugar encantador que fica a poucos metros do parque nacional é o Parque das Aves, refúgio de animais com beleza sem igual que teriam como destino o tráfico internacional onde foram resgatados e protegidos por biólogos e pesquisadores da região. O parque proporciona contato com animas que dificilmente teríamos oportunidade em outros lugares. O custo do ingresso custa R$ 24,00 reais e com descontos para estudantes e pessoas acima dos 60 anos. Vale muito!

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

A Usina Itaipu Binacional (BRA-PAR) também é uma ótima opção para quem esta com mais tempo e dinheiro também. Cada passeio tem o seu valor e você pode fazer seu cronograma no momento da compra do ingresso, para aproveitar o máximo é recomendado um dia inteiro. Recomendo: Visita panorâmica R$ 27,00 e Refugio biológico R$ 20,00 por pessoa.

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Pra quem procura um lugar de paz e tranquilidade para relaxar ou meditar o templo budista é o lugar certo, pois é afastado do centro da cidade e dos principais pontos turísticos mas vale muito a pena o lugar é lindo e a vibe é muito boa e claro o melhor de tudo é que a entrada é gratuita! Recomendo ir cedo com alguém que já conheça o lugar ou com o ônibus turístico pois é um caminho que não esta muito sinalizado, mas nada que uma boa e velha bússola  não resolva….brincadeira!

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Já que estamos falando em religião, Foz do Iguaçu abriga a maior comunidade muçulmana do Brasil, aproximadamente 20 mil pessoas vindas principalmente do Líbano e claro também é a maior mesquita. É muito comum ver mulheres usando véu nas ruas e encontrar pessoas falando árabe na fila do banco ou mercado. Se está curioso para conhecer um pouco mais da cultura árabe a mesquita que se encontra na zona central da cidade está aberta a visitação de segunda à sexta das 09:00 às 11:30 e 14:00 até 17:30 horas e nos sábados 09:00 as 11:30 com entrada gratuita.

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Para encerrar, não posso deixar de citar a vida noturna da cidade que além de contar com restaurantes de comida árabe, japonesa, italiana, espanhola e mexicana tem ótimos PUB´s e casa de show com atrações nacionais.

Recomendo: Amarantha Pub, Zeppelin old bar, Taj bar, Woods e Ono music hall.

Dica:

Se for usar o transporte público da cidade recomendo que baixe o aplicativo buzao foz, nele você encontra horários e destinos de todas as linhas disponíveis. Linhas mais procuradas – Linha 120: Museu de cera, shopping palladium, Aeroporto, Parque das Aves e Parque Nacional do Iguaçu e Linha 75: Usina Itaipu.

Puerto Iguazu – ARG é uma cidade que muitas vezes é deixada de lado por grande parte dos brasileiros, tem como enfoque principal o Ecoturismo e a sustentabilidade contrastando com uma charmosa e eletrizante vida noturna.

Começamos com a principal atração turística desse lugar, as cataratas do lado argentino, sim nossos hermanos ficaram com a maior parte das quedas e também da incomparável Garganta Del Diablo. A entrada tem um preço mais salgado que a brasileira, cerca de 200 pesos argentinos, aproximadamente R$ 50,00 reais por visitante, mas posso garantir que vale cada centavo investido nessa aventura, pois o contato com plantas e animais é ainda mais intenso e surpreendente, além de poder percorrer praticamente toda extensão do parque em um trem que sai da estação a cada 10 minutos. A visita em ambos lados, tanto do brasileiro quanto do Argentino é fundamental para ter uma ideia melhor da força grandiosa que representa as cataratas, garanto que não haverá arrependimentos no final do passeio.

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Um passeio pelo marco das 3 fronteiras é algo que não pode faltar, um lugar lindo repleto de verde  e com uma  estrutura para caminhar e praticar esportes ao ar livre.

Quem gosta de frio, vai encontrar no Ice Bar um refugio perfeito em meio a floresta tropical, se trata de um bar onde pode chegar a -10 graus onde tudo é feito de gelo, parede, sofá, copos e esculturas. Cada grupo pode permanecer cerca de 25 min. no local e recebe um casaco térmico para não morrer de frio nesse mini Alaska. Um detalhe de extrema importância é OPEN BAR ou seja você pode tomar todas as bebidas que puder nesses poucos minutos sem pagar nenhum tostão…mas com um frio desses qual é a pessoa que se anima a tomar um fardo de cerveja.

Parada obrigatória aos visitantes é na tradicional feirinha que acontece todos os dias depois das 17 horas no centro da cidade onde se pode encontrar uma ótima variedade e qualidade de vinhos, queijos e azeitonas oriundos da cidade Argentina de Mendoza e claro comer a famosa empanada argentina, que é realmente uma delicia.

O comércio da cidade é baseado em artesanato local, sorvetes naturais e ótimos restaurantes que ficam abertos até altas horas da noite, sem falar no famoso cassino e free shop na entrada da cidade.

Recomendo: The living Room,Quita penas resto Bar, Casanova nightclub e Brook Iguazu.

Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

No Sequoia National Park, cerca de 2,133 metros acima do nível do mar, no sul da Sierra Nevada, possui uma árvore enorme com cerca de 3.200 anos. Seu tronco é vermelho oxidado, engrossado com camadas profundas da casca sulcada.

É a segunda maior árvore da terra, medindo 75 metros de altura, 8,2 metros de diâmetro em sua base e possuí mais de 2 bilhões de folhas do tipo agulha. Uma pesquisa recente realizada pelo cientista Steve Sillett da Universidade Estadual Humboldt e seus colegas confirmou que o Presidente, como é conhecida, ocupa o número dois entre todas as grandes árvores que já foram medidas.

Esta árvore é tão grande que dificilmente podemos olhar toda a sua magnitude. Ela tem um nome, o Presidente, concedida à cerca de 90 anos atrás por admiradores. É uma sequoia gigante, faz parte da espécie Giganteum Sequoiadendron, uma das poucas espécies sobreviventes ao tempo.

Esta espécie de árvores são tão antigas porque sobreviveram a todas as ameaças que poderia tê-las extinguido. Elas são fortes demais para serem derrubadas pelo vento. Seu cerno e cascas são infundidos com ácidos tânicos e outros produtos químicos que protegem contra a podridão fúngica. Sua casca grossa é resistente à chama.

Queimadas, de fato, são boas para as populações das sequoias, queimando concorrentes, permitindo assim que novas mudas de sequoia ganhem espaços entre a mata e recebam luz solar. Relâmpagos também podem atingi-las, mas geralmente não as matam. Então, elas envelhecem e vão ficando maiores através dos milênios.

Devido ao seu tamanho colossal, essa árvore jamais havia sido fotografada inteiramente até o momento. Uma equipe de fotógrafos da National Geographic Society trabalhou em conjunto com cientistas para tentar criar a primeira foto que mostra o Presidente em toda a sua glória.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Para fazer essa fotografia a equipe de Nick e Jim Campbell Spickler, um alpinista perito, arquitetou um plano. Para isso, formaram uma equipe de assistentes e alpinistas em conjunto com a equipe de Steve Sillett, dirigiram-se ao local em meados de fevereiro, quando os bancos de neve ao longo da estrada estavam baixos. Eles colocaram cordas sobre a árvore Presidente e sobre uma árvore próxima de altura semelhante, tudo isso para fazer a ascensão humana e para a colocação das câmeras. Eles esperaram através dos dias de céus azuis, condições lamacentas e nevoeiro até que o tempo mudou e a neve surgiu novamente. Então o momento era perfeito para captura da imagem.

Dentre as milhares de fotografias tiradas, eles selecionaram 126 e as colocaram unidas em sequência de modo que formassem este espetacular retrato da árvore Presidente.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Incrível, não é? Agora, dê uma olhada neste vídeo para ver como eles conseguiram esta façanha. Confira!

 Fonte: National Geographic

Parque Nacional Lá Reunion

Parque Nacional Lá Reunion

O Parque Nacional de Lá Reunion está localizado no Oceano Índico, a Sudoeste da ilha de Madagascar, é um destino tão incrível que foi declarado Patrimônio Natural da UNESCO.

Vá para o leste de Madagascar no Oceano Índico e você vai chegar na Ilha da Reunião. Fiel ao seu nome, esta ilha francesa une pessoas de diferentes origens – europeia, Africana, chinesa e indiana, e que vivem em perfeita harmonia. Mas isso não é a única coisa especial sobre este destino mágico. Dotada de um clima tropical deslumbrante, a encantadora ilha oferece grande variedade condizente com um continente com montanhas, praias e vulcões, todos embalados em um destino. Cheio de ar fresco, água limpa, fauna e flora surpreendentes. Dispõe de uma história colonial notável que está profundamente enraizada na sua cultura, alem de rico Patrimônio arquitetônico.

Lá Reunion

Há uma abundância de lugares para visitar em Reunion mas o Piton de la Fournaise (2632 metros) está no topo da lista. Traçando sua formação há 300.000 anos, é um dos vulcões mais ativos do mundo. Mas  as erupções Fournaise são consideradas seguras porque é um vulcão “efusivo”. A melhor parte é que você pode realmente ficar muito perto da ação sem estar em risco.

Lá Reunion

Lá Reunion

Por esse motivo, um fluxo constante de aventureiros e turistas reúnem-se  para caminhar nas partes remotas da ilha, andar de bicicleta através da extensa rede de trilhas e fazer rapel na garganta, e, claro, visualizar as vistas espetaculares a partir da janela de um helicóptero.
Cerca de 40% da ilha, ou cerca de 100.000 hectares, é declarado parque nacional que inclui as duas montanhas mais altas da ilha.

Situada na costa sudeste da África, esta ilha vulcânica é uma das 27 regiões pertencentes à França. As paisagens de montanha são semelhantes as do Havaí. E suas águas costeiras são o lar de golfinhos, tartarugas marinhas e recifes de corais tropicais.

Lá Reunion

Como faço para chegar em Lá Reunion?
Air Austral opera voos voos diretos de Joanesburgo para St Denis Reunion, duas vezes por semana (quintas e domingos). Voos custam a partir de € 370 retorno (aproximadamente R$ 1.600 reais). Se você está na Europa, Air Austral voa também de Paris. Há também voos regulares para as ilhas Maurícias e Reunion, deste modo a combinação dos dois destinos na ilha é uma opção viável.

Onde se hospedar?
Há poucas opções de hotéis  de 3 a 5 estrelas na ilha, porém,  se você estiver viajando com um orçamento limitado, para realmente economizar em hospedagem, confira as opções de camping. É livre para acampar em qualquer lugar dentro do Parque Nacional gratuitamente, contanto que você monte sua barraca durante o dia! A opção perfeita para os caminhantes.

Como a maioria dos sites de hotéis possuem como língua a francesa, a maneira mais prática é enviando um e-mail para Reunion Island Turismo (reunionisland.za@atout-france.fr) com as suas necessidades.

Preciso falar francês?
Não, você não precisa, mas seria muito mais fácil se falasse. Fora das principais áreas turísticas poucas pessoas entendem muito Inglês.  Uma dica é levar um livro com frases em Francês ou baixar um aplicativo no seu celular.

Como faço para dar a volta?
A melhor maneira de viajar a ilha é alugando um carro, entretanto os veículos são fabricados com o volante para dirigir no lado direito, como na Europa. Você vai precisar de uma carteira de motorista internacional. Um carro pequeno 1,4L vai custar em média 100 a 250 reais por dia. A infra-estrutura rodoviária é excelente.

O serviço de táxis abrange as principais vias da ilha, portanto se você desejar visitar e conhecer os lugares mais remotos, eu sugiro que você contrate um carro. Os táxis são super caros, por isso,  uma dica aqui seria pegar algumas caronas.

Sobrevoando a ilha de Lá Reunion

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Uma floresta congelada no tempo: assim é o Deadvlei, uma área desértica na Namíbia povoada por árvores de mais de 900 anos de idade, mortas pela seca, mas ainda de pé, petrificadas.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Dead Vlei vem sendo aclamada por estar circundada pelas maiores dunas de areia do mundo, em que a maior delas, conhecida como “Big Daddy” ou “Crazy Dune”, chega a alcançar a estonteante altura de 300 a 400 metros. Entretanto, quanto a este tópico ainda há longas discussões; sabe-se apenas que Dead Vlei possui algumas das maiores dunas conhecidas, mas não se de fato Big Daddy é a maior do mundo. Quanto ao solo de argila branca, este foi formado após uma grande precipitação, quando o rio Tsauchab inundou formando rasas e temporárias piscinas, onde a abundância de água permitiu a uma espécie de acácias (Acacia erioloba) a se desenvolver. Porém, a ocorrência de algumas mudanças climáticas fez com que dunas de areia invadissem a área junto ao rio, impedindo que este chegasse à região. Isto, portanto, ocasionou uma grande aridez, e transformou o local no que hoje é conhecido como Dead Vlei.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Com seus esqueletos de árvores esparsos pelo solo branco, a região é conhecida por parecer um território de outro planeta.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

“O fotógrafo  Michael Poliza, da Alemanha, já fotografou paisagens áridas e remotas ao redor do mundo. Lançado em 2006, seu primeiro livro ÁFRICA, publicado pela TeNeues, capturou paisagens notáveis do continente e continuou a fotografar a região. Esta galeria mostra algumas de suas fotos marcantes da Namíbia”.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Deadvlei fica na região do deserto de Sussublei, dentro do Parque Nacional Naukluft. O portão do parque fica perto da vila de Sesriem.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

O clima é extremamente quente, mesmo no inverno, e não há água na região. Recomenda-se que os turistas levem ao menos dois litros de água por pessoa, além de protetor solar, chapéu, óculos de sol e blusa de manga comprida.

Deadvlei e o Deserto de Namíbia

Nosso Planeta é impressionante e, apesar das enormes interferências humanas, ainda existem algumas obras da natureza intactas e difíceis de serem reproduzidas por qualquer pintor ou mestre dos efeitos especiais.

Colecione momentos e não coisas!

Colecione momentos e não coisas!

Todos nós, de uma maneira ou de outra, adoramos fotografar de maneira convencional ou com os “paus de selfie”, tão populares hoje em dia, que possibilitam  maiores angulações em  fotografias, podendo mostrar de uma maneira diferente o mesmo lugar.

Não precisamos ser fotógrafos profissionais com câmeras e lentes que custam um valor relativamente elevado, podemos ser amadores e fotografar com qualquer equipamento fotográfico, o que vai importar de fato em uma fotografia é a maneira que você vê a imagem e não a maneira que os outros vão olhar e opinar sobre a imagem fotografada. Afinal, todos nós somos seres únicos, com pensamentos e ideias diferentes, então não se chateie se olharem para sua foto e não gostarem.

Vou apresentar a vocês caros leitores a minha maneira de ver o mundo, através das lentes das minhas câmeras. Nas viagens que faço sempre busco maneiras diferentes para obtenção das imagens, colocando meu próprio estilo fotográfico em foco, sempre em busca da perfeição, nem sempre dá certo, mas continuo sempre tentando, a cada foto um aprendizado novo, e é assim que vamos evoluindo cada vez mais, tentativas e erros sempre levam ao sucesso.

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Arroio do Sal/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

G0147922
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Parque Estadual da Guarita, Torres/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

Colecione momentos e não coisas
Arroio do Sal/RS – Brasil – Foto: Luís H. Fritsch

A fotografia para mim é a maneira mais legal de guardar um momento especial, seja de uma pessoa ou de uma paisagem. Com o passar dos anos a gente esquece dos lugares, dos detalhes das coisas, assim, as fotografias guardadas me fazem retornar ao momento e ao lugar revivendo aquele instante.

Por isso, se tiver que optar por algo na vida, escolha sempre colecionar momentos.  Alguns guardam na memória, outros em fotografias, pois afinal, as coisas que conquistamos ou temos, são meramente dadas como “status sociais”. Repito: “Colecione Momentos e Não Coisas”.

Veja também:

Conheça o Parque Estadual da Guarita – Torres/RS 

Texto: Luís H. Fritsch

Pedra da Cebola em Vitória/ES – Brasil

Pedra da Cebola em Vitória/ES – Brasil

O Parque Pedra da Cebola possui uma área  superior a 100 mil metros quadrados, nele se encontram exemplares de Mata de Restinga, Mata Atlântica e vegetação rupestre nativa do local, que abrigam pequenos répteis e aves. Além de dispor de um espaço cultural, casa de meditação, jardim oriental e mirante sobre um paredão rochoso, utilizado para escalada.

O local leva esse nome por se tratar de uma grande pedra esculpida pela natureza que repousa sobre outra rocha. Devido ao seu comportamento geológico, a pedra se “descama” de maneira similar as camadas de uma cebola.

Inaugurado em 1997, o local abrigava a Pedreira de Goiabeiras, propriedade da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), e foi a primeira recuperação de área degradada por esse tipo de atividade econômica no município.

Pedra da Cebola
Foto: Arquivo pessoal

Pedra da Cebola
Foto: Arquivo pessoal

Como chegar:

O parque localiza-se em frente a Universidade Federal do Espirito Santo (UFES). Acesso pela Av. Fernando Ferrari e Rua João Batista Celestino, na Mata da praia.

Pedra da Cebola

Horário de Funcionamento:

De Terça a Domingo, das 5:00 às 22:00 hs.

Tel.: (27) 3327-4298 (Centro de Educação Ambiental – CEA)

Tel.: (27) 3327-4353 (Administração do Parque)
Morro da Caixa d’água:
Outro lugar que merece ser visitado é o Morro da Caixa D’água, o nome soa estranho, mas é assim que é chamado pelo povo local, possui uma vista peculiar da cidade de Vitória/ES, juntamente com o Rio Santa Maria.
Fica localizado junto a Universidade Federal do Espirito Santo (UFES), recomendo visitar o local nas primeiras horas da tarde, pois da mesma forma que possui uma beleza singular, também é um lugar usado por usuários de drogas, pode ser perigoso ir em finais de tarde ou a noite.

DCIM100GOPROGOPR0326.
Foto: Arquivo pessoal

DCIM100GOPROG0110330.
Foto: Arquivo pessoal

DCIM100GOPROGOPR0329.
Foto: Arquivo pessoal

DCIM100GOPROGOPR0311.
Foto: Arquivo pessoal

 Texto e fotos: Luís H. Fritsch

Urubici, explore e descubra!

Urubici, explore e descubra!

É praticamente impossível chegar a Urubici sem parar para observar a quantidade enorme de belezas naturais, suas majestosas colinas com seu ar misterioso e saudável, despertando sensações de paz e tranqüilidade.

Terra presenteada pela mãe natureza com uma visão que cativa e uma paisagem deslumbrante, onde o silêncio das matas de araucária é quebrado apenas pelo som das estonteantes cachoeiras e cascatas, pelo uivo do vento tocando as encostas da serra e pelo canto dos pássaros que pousam sobre essas riquezas.

Além do privilégio destas paisagens naturais, Urubici é também uma das cidades mais frias do País, o que a torna ainda mais bela, pois, no inverno, é comum ocorrer fortes geadas e neve que cobrem de branco este cartão postal. Está se transformando em ponto de encontro dos adeptos de esportes radicais, entre eles, o rapel, o parapente, a asa delta e o cross de moto e jeep.Urubici, Capital das Hortaliças e Belezas Naturais, possui ainda: O ponto mais alto habitado do Sul do Brasil; O único Parque Nacional de Conservação Ambiental do Estado; As principais nascentes do Rio Uruguai que são o Rio Canoas e o Rio Pelotas; O maior número de cachoeiras, quedas d’água e cascatas do Sul do Brasil. São mais de 80; A temperatura mais baixa registrada no País: 17º C negativos, em junho de 1996. Informação da Prefeitura Municipal de Urubici.

Pedra Furada vista do Morro da Igreja

A Pedra Furada é uma das muitas maravilhas de nossa região. Como a força da natureza é deslumbrante! A Pedra possui uma abertura com mais de 30 metros de diâmetro . Imponente e de uma beleza impar , meio Mística e envolta em lendas da região,a Pedra Furada atrai turistas de todos os cantos do Brasil e do mundo. Com certeza , quem vem à Urubici obrigatoriamente precisa conhecer a Pedra Furda!

Urubici
Foto: Luís H. Fritsch

Urubici
Foto: Luís H. Fritsch

 

Formação rochosa como uma escultura natural em forma de janela medindo aproximadamente 30 metros de circunferência. É comum baixas temperaturas mesmo no verão, levar agasalhos, melhor período para visitação é das 09:00 horas às 16:00 horas, para a visualização deve-se caminhar 20 metros do local onde se para o carro no alto do Morro da Igreja até a borda à direita junto ao cânion.

Como chegar: Distante a apenas 29 quilômetros do centro da cidade. O acesso possui 13 quilômetros de estrada de chão batido e o restante do percurso é asfaltado.Pode ser vista do Alto do Morro da Igreja,mas está dentro do terreno de propriedade da Aeronáutica.Acesso somente com permissão da Aeronáutica e por trilhas guiadas.

Localização: No alto do Morro da Igreja, situado nas divisas dos municípios, Orleans, B. Jardim da Serra e Urubici, é ponto habitado mais alto do estado de Santa Catarina – Brasil.

Cascata Véu de Noiva

A Cascata Véu de Noiva , assim como muitas outras cascatas da região , é deslumbrante! Tem o formato de um véu , o que deu origem ao seu nome. Com aproximadamente 60 metros de altura, suas águas geladas descem por paredão de basalto cercada de mata nativa. Um dos pontos mais visitados da cidade. Nos dias quentes de verão é possível deliciar-se em suas águas , que descem até um lago no pé da cascata.

A cachoeira está localizada no Parque Nacional de São Joaquim, porém, o único acesso é através de uma propriedade particular, que oferece ao turista uma estrutura simples, mas acolhedora e agradável.

Para chegar à cachoeira, precisa pagar uma taxa simbólica e caminhar por 300 metros em uma estrada de terra que leva à parte baixa da queda, onde há uma piscina natural e pode-se tomar banhos.

Local ideal para prática de rapel principalmente para iniciantes. Taxa de visitação de R$ 2,00 por pessoa.

Informações: www.urubiciveudenoiva.com.br

Urubici
Foto: Luís H. Fritsch

 

Como chegar: Á partir do centro são 12 km de estrada de chão batido até a entrada do Morro da Igreja , depois são mais 6 km de acesso asfaltado, na subida para o morro da Igreja , até a entrada á direita , são mais 1.500 metros até a Cascata.

Localização: A Cascata Véu de noiva , está localizada na subida do Morro da Igreja , á 18 km do centro de Urubici.

Cânion do Espraiado

O Cânion do Espraiado está localizado na parte sul do Campo dos Padres. Esta região está indicada para ser o mais novo Parque Nacional catarinense. Devido a sua magnífica formação escarpada e a sua cachoeira principal, de quase 90 metros de queda, o Cânion do Espraiado é um dos principais atrativos de Urubici e o destino mais procurado pelos amantes das caminhadas em lugares de grande beleza cênica. Este lugar ainda conserva alguns bosques de araucárias, alem de uma fauna rica e variada, com destaque para o Leão Baio ou Puma Americano.

Urubici
Cânion Espraiado. Ao fundo, a Serra do Corvo Branco no município de Urubici/SC – Brasil

Nível do trajeto: médio, com caminhada de até 12 km. Necessidade de 2 dias.

Como chegar: São 30 quilômetros pela SC-439 no sentido Serra do Corvo Branco, ate o começo da trilha. Daqui são mais 9 km de uma belíssima caminhada até o cânion. A volta e feita pelo mesmo caminho.

Localização: A 40 quilômetros da cidade de Urubici, na região do Campo dos Padres e a uma altitude de 1600 metros.

Serra do Corvo Branco

A Serra do Corvo Branco, que fica ao longo da mesma rodovia que dá acesso à estrada do Morro da Igreja. No início da serra, a estrada passa pelo meio de dois enormes paredões de 90 metros de altura, num local que é considerado o maior corte em rocha arenítica do Brasil. A estrada estreita e as curvas que surgem logo em seguida, descendo a serra, deixam o cenário ainda mais interessante.

Urubici

Urubici

A serra recebe este nome devido a uma ave de rara beleza, conhecida como Urubu-rei. Esta ave, de plumagem branca e alguns detalhes coloridos, desconhecida pelos habitantes locais, foi apelidada erroneamente de corvo, originando o nome Corvo Branco.

Localização: Rodovia Estadual SC-370, estrada que liga os municípios de Urubici e Grão Pará, por cerca de 56,5 km, sendo que a diferença de altitude entre as duas cidades é de 805 metros (Grão Pará 110 m e Urubici 915 m acima do nível do mar).

Cachoeira do Avencal

A queda com 100 metros impressiona o turista que vai à parte alta e chega ao mirante (é possível chegar de carro até este ponto). Há também uma tirolesa para os mais aventureiros; mas não há infra-estrutura de serviços como restaurante ou lanchonete. Os adeptos a caminhadas podem chegar à parte baixa da queda por um trilha; mas é recomendado a contratação de um guia de ecoturismo na cidade.

Urubici
Foto: Luís H. Fritsch

Urubici
Foto: Luís H. Fritsch

Informações: www.pousadacascatadoavencal.com.br

Como chegar: Aproximadamente a uns 8 km do centro. O acesso é fácil e asfaltado.

Localização: No Morro do Avencal.

Ficou com vontade de conhecer, então inscreva-se no site de nossos parceiros: Novo Norte Turismo

Novo Norte

Assista o vídeo da nossa viagem a Urubici/SC – Brasil

Veja mais: Trekking RS, na inauguração da maior tirolesa das Américas.