Salto do Segredo

Procurando um lugar tranquilo e ainda pouco conhecido pela maioria das pessoas, então você precisa conhecer o Salto do Segredo e a Cascata do Moinho.

Localizadas na cidade de São Pedro da Serra/RS – Brasil, divisa com a cidade de Salvador do Sul é possível fazer um Hiking (caminhada) até essas duas quedas de água.

A trilha tem aproximadamente 2,8 quilômetros de extensão, o seu começo se dá pela estrada branca como é conhecida, para acessar a cascata do Moinho você terá que deixar o seu veículo nas margens da estrada e percorrer até próximo a ponte do Arroio Boa Vista, onde existe uma pequena rua fechada por um arame. Não esqueça de pedir autorização para os moradores locais para acessar as cascatas.

A Trilha que leva a Cascata do Moinho e Salto do Segredo é de nível fácil, mas é preciso bastante atenção durante o percurso, a primeira construção que é avistada é um moinho antigo abandonado no meio na mata, abaixo dele se encontra a Cascata do Moinho, para descer até a sua base você terá que seguir em frente e dobrar em uma trilha à esquerda, haverá uma descida um tanto íngreme e com pedras lisas, em um dos pontos é necessário usar corda para se firmar.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

A queda de água possui aproximadamente 25 metros de altura, em dias de muito calor é possível banhar-se na cachoeira e no arroio, também há uma pequena trilha que leva para trás da Cascata do Moinho.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

Para acessar o Salto do Segredo é preciso retornar pela trilha principal e seguir a trilha para o lado direito, sega o caminho por onde antigamente era uma estrada para carroças.

Acompanhando o arroio Boa vista você verá a crista do Salto do Segredo, a trilha que segue para a base dessa queda de água é íngreme e possui inúmeras pedras soltas, deve tomar muito cuidado para não escorregar.

Já na base do Salto do Segredo a visão é de tirar o fôlego, um lugar tranquilo, com águas límpidas em meio a natureza ainda intocada, é de fato um lugar incrível para visitar com os amigos e família.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

O Salto do segredo é um local muito preservado, por isso quando fores visitar lembre-se de não deixar lixos, ajude a preservar lugares como este, assim as futuras gerações também poderão aproveitar dessa natureza incrível.

Abaixo o mapa de toda a trilha que percorremos:

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Rio 14

Você já ouviu falar do Rio 14, este não é um rio normal, pois em boa parte dele é possível encontrar lindas cascatas, cachoeiras e cenários de tirar o fôlego.

O rio 14 está localizado no interior do município de Farroupilha/RS, mais precisamente na localidade de Vila Jansen/Mato Perso. O rio faz divisa com a cidade de Nova pádua e Flores da Cunha/RS.

No local o que chama mais atenção são as inúmeras piscinas naturais que se formam com o despencar das águas cristalinas das cachoeiras e cascatas, locais propícios para nadar e saltar do topo das quedas de água.

Para quem não é muito chegado em nadar em rios ou sofre de algum trauma de infância, o local conta ainda com inúmeras trilhas, podendo ser realizadas a pé, de bicicleta, motos ou Jeep´s.

As cascatas e cachoeiras estão muito próximas uma das outras, nos fins de semana é possível encontrar muitas pessoas no local, geralmente essas pessoas vão no inicio da manhã para aproveitar melhor o dia. Fazer um churrasco na beira do Rio 14 pode ser uma experiência diferente, essa atividade pode ser feita tranquilamente em família.

No mapa abaixo você pode ver todas as quedas de água e os caminhos para se chegar em cada uma delas, veja abaixo:

Cachoeiras Rio 14

Para chegar nas cachoeiras e cascatas é pelo GParque Farroupilha, caminha-se aproximadamente uns 500 m até se chegar na Cachoeira 1 (veja no mapa), a trilha é de nível fácil, mas é recomendada para pessoas que já pratiquem certos exercícios físicos.

Informações sobre o GParque Farroupilha/2018

Entrada no parque  R$ 5,00 reais por pessoa e não é liberada a entrada com bebidas!

É possível fazer as trilhas até o Rio 14 sem custos adicionais, além disso o parque disponibiliza outras atividades e um ambiente tranquilo e sossegado para você aproveitar o máximo o seu fim de semana.

Seguem as atividades cobradas à parte:

  • Piscina 10,00
  • Tirolesa 15,00
  • Rapel 50,00
  • Escalada 20,00
  • Churrasqueira 15,00
  • Camping 10,00

As atividades são por ordem de chegada.

Horários de funcionamento:

O GParque Farroupilha funciona somente nos finais de semana. Sábado e Domingo das 9 às 18 horas.
Este ano não está sendo oferecido almoços ou o café.

Cascatas e Cachoeiras do Rio 14 

A primeiramente Cachoeira é a de número 1, esse local é perfeito para fazer um churrasco em família, pois a cachoeira possui águas cristalinas e uma linda piscina natural, onde o seu poço não passa de 2 metros de profundidade em dias de muita chuva.

Cachoeiras Rio 14

Cachoeiras Rio 14

Seguindo a trilha você chegará na Cascata 2, essa é uma ótima opção para quem gosta de nadar, saltar do alto da cascata pode ser uma alternativa para os mais aventureiros, o poço da cascata possui boa profundidade e ampla piscina natural.

Cachoeiras Rio 14

A Cachoeira 3 é uma corredeira propriamente dita, para quem gosta de tirar fotos e contemplar a paisagem esse lugar pode ser bem agradável, mas não tente tomar um banho nessa cachoeira, pois o risco de alguém se machucar é alto, em cachoeiras com corredeiras não se deve brincar, fique atento.

Cachoeiras Rio 14

Da Cachoeira 3 até a de número 1 você só terá que descer o rio, até a cascata 3 existem trilhas demarcadas, após essa, você deve seguir pelo leito do rio propriamente dito.

Recomendamos que esteja munido com um cantil de água potável, tênis/botas confortáveis e pré amaciados e roupas confortáveis, pois o caminho até a Cachoeira 1 é um tanto escorregadia e muito perigosa, caso você tenha problemas físicos, não recomendamos conhecer a Cachoeira 1.

A Cachoeira 1 é a mais perigosa deste rio, não subestime a força da mãe natureza, esse atrativo possui belas corredeiras que levam diretamente para uma queda de mais de 10 metros de altura. Não tende saltar no poço dessa cachoeira, algumas pessoas já perderam a vida aqui, pois o poço não é muito fundo, além de possuir gigantescas pedras no fundo. A Cachoeira 1 está ali apenas para contemplação dos aventureiros.

Cachoeiras Rio 14 Cachoeiras Rio 14

Você deve estar se perguntando sobre a Cascata de número 5? Essa é o maior atrativo com aproximadamente 60 metros de altura, para chegar é muito fácil, possui trilhas que levam até ela e pode ter certeza que todo esse caminho vale a pena trilhar.

Cachoeiras Rio 14

O caminho que leva a Cascata 5 é por dentro da mata nativa, por isso é preciso ir com cautela, pois você poderá encontrar animais peçonhentos pelo caminho, como cobras Jararacas, aranhas e plantas da família da Urtiga, essas plantas podem dar alergias e cosseira, caso venha a encostar nessa planta é recomendado que ponha a mão diretamente na água corrente e evite coçar.

Rio 14

No local a também inúmeras borboletas, conforme a época do ano é possível ver uma infinidade desses animais, fique de olhos bem abertos e encante-se com a fauna e a flora desse lugar.

Rio 14

Rio 14

Rio 14

O vídeo abaixo, captado por uma de nossas lentes, mostra um pequeno cardume de peixes curiosos.

Ficou com vontade de conhecer esse lugar incrível, então arruma a mochila, convide seus amigos e bora aproveitar um fim de semana de muita aventura nesse paraíso a céu aberto.

Cachoeiras Desconhecidas

Há cerca de 200 metros da ponte de ferro histórica sobre o Rio das Antas, divisa dos municípios de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS, resolvemos partir para mais uma aventura em busca de Cachoeiras desconhecidas e inexploradas.

A entrada para a subida pelo leito do rio localiza-se em Nova Roma do Sul/RS – Brasil, na estrada de terra que dá acesso ao famoso Cachoeirão. Vale lembrar que esse tipo de atividade sempre deve ser feita com acompanhamento de guia que tenha experiência e conhecimento profissional para orientar acerca dos procedimentos a serem adotados pelos aventureiros.

Cachoeiras Desconhecidas
Ponte que determina o inicio do percurso das Cachoeiras Desconhecidas

Como em qualquer trilha pelo leito do rio recomenda-se o uso de tênis ou bota com boa aderência e roupas confortáveis e de secagem rápida. Considerando que há subidas que exigem esforço dos membros inferiores e superiores o alongamento antes e depois da trilha tem significativa importância.

Inicialmente o percurso é fácil, sem grandes dificuldades de se passar pelas pedras. Em determinados pontos recomenda-se que a travessia de certos pontos seja feito pela água para que se tenha maior segurança em firmar os passos entre as pedras, evitando dessa forma pisar sobre as pedras lisas e escorregadias.

Cachoeiras Desconhecidas

Cachoeiras Desconhecidas

Em determinados pontos existe a possibilidade de se avançar a trilha por terra, às margens da mata nativa presente no local, dos dois lados do leito do rio. Importante ter bastante cuidado e atenção ao pisar no mato, pois podem existir animais peçonhentos, principalmente cobras. Deve-se evitar colocar as mãos nas plantas, pois é bastante comum serem encontradas plantas da família da Urtiga, que têm componentes tóxicos que causam queimação e coceira. Recomendamos usar luvas para proteger suas mãos de possíveis contatos com animais e plantas indesejáveis.

Caso entre em contato acidentalmente com esse tipo de planta, não se deve coçar no local e colocar o mais rápido possível a região atingida nas águas das Cachoeiras. Lagartas tóxicas de diferentes espécies também podem estar sobre as folhas ou troncos das árvores e não devem ser tocadas.

Após percorrer alguns metros o trajeto começa a apresentar certo grau de dificuldade, havendo necessidade de se escalar pedras maiores. Para quem tem experiência a escalada é tranquila, e quem tem algum medo de altura pode fazer uso de corda de segurança, bem como contar com o apoio dos amigos que sempre oferecem uma mão para ajudar.

Em certo ponto encontramos uma aranha, mas bastou desviar do ninho dela e passar mais adiante, pois ela estava no habitat dela e não oferece nenhum risco caso não se sinta ameaçada. Impressionante o tamanho do grilo encontrado em uma das pedras, visto ser bem maior dos que comumente vemos.

Cachoeiras Desconhecidas
Aranha Caranguejeira encontrada em seu habitat natural.
Cachoeiras Desconhecidas
Grilo encontrado em uma das pedras.

A subida continuou constantemente, sendo um tanto cansativa, e merecendo uma parada para um lanche e hidratação. Além do descanso, vale muito a pena fazer uma pausa para apreciar as belas paisagens, pois a natureza encanta em todos os seus aspectos, sem falar na energia vitalizante que o local inspira, isso compensa todo esforço enfrentado para chegar até ali.

São várias as quedas de água encontradas durante o percurso, algumas menores e outras maiores, cada uma com sua singularidade e beleza.

Cachoeiras Desconhecidas

Essa aventura não se esgota no presente post, em breve terá a continuidade do relato com mais informações e fotos das Cachoeiras encontradas nessa trilha.

Praia do Ouvidor

Entre as praias do Ouvidor e do Rosa Norte é possível vislumbrar-se com a Praia Vermelha, de beleza deslumbrante e incomparável.

O acesso à Praia Vermelha se dá por meio de trilha, não há estradas até a beira mar, por se tratar de uma praia particular. O trânsito de pedestres é livre. Há possibilidade de se chegar à Praia Vermelha pela trilha que começa na Praia do Rosa Norte ou pela Praia do Ouvidor.

Resolvemos fazer a trilha que inicia na Praia do Ouvidor, onde deixamos o veículo estacionado, considerando que moradores locais relataram que na praia do Rosa Norte estavam ocorrendo furtos de veículos.

Ouvidor

Logo no início da trilha que leva à Praia Vermelha você tem a possibilidade de se refrescar nas águas calmas e cristalinas de uma piscina natural. Claro que toda a atenção é válida com relação à maré e intensidade das ondas, para que não seja surpreendido por alguma onda gigante ao se banhar na piscina.

Ouvidor

Numa pequena fração da orla, antes de chegar nas rochas, as conchas cobrem a areia em grande parte, encontrando-se inúmeras delas quebradas, o que faz com que se tenha a impressão de que a areia é grossa, quando na realidade está misturada com fragmentos de conchas. Na parte rochosa observa-se a intensidade e violência das ondas gigantescas que batem nas pedras.

Ouvidor

Ouvidor

A trilha que segue daqui em diante é mais afastada do mar, pela parte de cima do morro, em meio a plantas de diversas variedades.

Neste caminho tem demarcações e placas indicativas, sem grandes aclives, o que a torna fácil a caminhada. No decorrer do trajeto passamos por passarelas de madeira, degraus que facilitavam as subidas, pedras posicionadas estrategicamente para ajudar na caminhada, inclusive parte da trilha é cimentada. A caminhada tem algumas ladeiras, mas nada excessivo, e existem inúmeras escadas.

Ouvidor

Ouvidor

Ouvidor

Ouvidor

A rica flora surpreende desde o início da trilha, pela sua diversidade. Encontram-se inúmeras espécies, desde as mais comuns até algumas raridades. Há preservação tanto da fauna como da flora, inclusive com placas chamando atenção para a necessidade de se respeitar a natureza presente no local. Existe constante preocupação em manter a praia limpa e, para colaborar com isso, as lixeiras se fazem presentes em todo o trecho da trilha.

Ouvidor

Após percorrer pela caminho, apreciando a exuberante natureza presente durante o percurso, chegamos à Praia Vermelha, de ondas fortes e um mar de um azul-esverdeado esplêndido e encantador. A praia tem aproximadamente 480 metros de extensão e uma beldade excepcional.

Ouvidor
Praia Vermelha/SC

Durante todo o caminho é imprescindível uma máquina fotográfica, pois você terá possibilidade de fazer belos registros, que lhe possibilitarão relembrar a magnitude dessa praia maravilhosa.

Para quem gosta de praias sem muito agito e fluxo de pessoas, aconselhamos uma visita à Praia Vermelha. Como a beira-mar não tem salva-vidas, deve o banhista ser prudente e ter cuidado ao mergulhar, principalmente nas proximidades das pedras onde há uma concentração de ondas fortes.

Como se trata de uma trilha leve e fácil poderá ser feita de chinelo, porém o uso de tênis provavelmente será mais confortável. O que não pode faltar é a garrafa de água (1 litro por pessoa aproximadamente) e, com certeza, o protetor solar.

Ouvidor

Cascata da Barrinha

No trajeto de Urubici a Bom Jardim da Serra, pela SC-390, logo após o portal de entrada da cidade, às margens da rodovia, há a Cascata da Barrinha. No caminho existem placas indicativas deste atrativo natural.

A Cascata da Barrinha fica abaixo do nível da estrada, podendo ser acessada por uma escadaria, próximo ao pórtico de Bom Jardim da Serra/SC, no local também tem estacionamento. É possível estacionar na Churrascaria da Cascata alguns metros adiante.

Na churrascaria é possível fazer aquela parada estratégica, pois este local é praticamente o meio do caminho entre a cidade de Bom Jardim da Serra e a deslumbrante Serra do Rio do Rastro/SC.

Neste local podemos ainda apreciar alimentações regionais, desde carnes e produtos coloniais e ainda aproveitar a bela vista da Cascata da Barrinha.

O rio que forma a Cascata da Barrinha origina-se de um afluente do Rio Pelotas, formando em sua base uma piscina natural com água limpa e cristalina, geralmente gelada.

O acesso pela escadaria até a queda d’ água é livre, sem cobrança de valores, podendo o visitante permanecer no local pelo período que quiser. Levar água e lanche e passar algum tempo apreciando a beleza da cascata é uma boa opção de parada para aqueles que percorrem este caminho. Os amantes de fotografia poderão fazer belos registros fotográficos da grandiosidade dessa cascata.

Cascata da Barrinha

Cascata da Barrinha

A parte superior da cascata pode ser acessada pela parte de trás da churrascaria que fica no mesmo terreno, bastando descer por um gramado nas laterais do estabelecimento.

Na nossa viagem de Urubici a Bom Jardim da Serra/SC resolvemos parar para conhecer a Cascata da Barrinha e, certamente, não nos arrependemos, pois o lugar tem seus encantos. Isso prova que nem sempre precisamos nos deslocar para longe, às vezes basta despendemos algum tempo para vivermos bons momentos em meio à natureza.

Nos caminhos da Cachoeira da Neve

No dia 21 de novembro fomos conhecer a Cachoeira da Neve e a Cachoeira das Araucárias, que ficam distantes cerca de 4 quilômetros do centro da cidade de Urubici/SC. As Cachoeiras ficam no Sítio do Arroio do Engenho, propriedade do Sr. Hélio. O acesso é por estrada de terra e não tem sinalização indicando o nome das Cachoeiras.

Ao chegar no sítio fomos recebidos pelo proprietário que nos explicou sobre as trilhas e nos ofereceu água da fonte para enchermos nossas garrafas. A propriedade é administrada pelo Sr. Hélio e seu filho, que atualmente contam com a ajuda de um funcionário.

Para ter acesso às trilhas é cobrado o valor de R$10,00 por pessoa. No local há estrutura de camping, com banheiros e chuveiros. Caso queira acampar dentro do sítio é cobrado o valor de R$30,00 por pessoa. Também há uma cabana disponível para locação.

Na parte superior do camping inicia a Trilha do Bugio que leva até a Cachoeira da Neve, com extensão de cerca de 700 metros. A trilha é de nível fácil, bem demarcada e de beleza exuberante. Em dias de chuva será necessário um pouco de cuidado, pois as pedras podem ficar escorregadias.

Cachoeira da Neve
Trilha da Cachoeira da Neve
Cachoeira da Neve
Belezas naturais na trilha da Cachoeira da Neve
Cachoeira da Neve
Belezas naturais na trilha da Cachoeira da Neve

A preservação ambiental do local é visível em todos os aspectos. Durante todo o trajeto é possível apreciar uma flora diversificada, principalmente xaxins. Existem xaxins gigantescos que devem ter várias décadas, destacando-se um xaxim centenário.

Cachoeira da Neve
Belezas naturais na trilha da Cachoeira da Neve
Cachoeira da Neve
Xaxim centenário

Em alguns pontos da trilha é necessário fazer travessias por pontes feitas de madeira, o que nos permite apreciar o local de outro ângulo.

Cachoeira da Neve
Belezas naturais na trilha da Cachoeira da Neve

Após algum tempo de caminhada pela trilha, apreciando o belo local, chegamos à Cachoeira da Neve, que no dia estava com pouca água por ter chovido pouco nos últimos dias. O fato de não ter água em abundância não tira a beleza deste local.

A Cachoeira da Neve tem 85 metros de altura e recebeu esse nome porque enquanto a água cai e é dispersada pelo vento, ela desse como gotículas de água, que em baixas temperaturas, congelam e caem como neve. Como as temperaturas em novembro são altas, infelizmente, não foi possível apreciar esse fenômeno.

Cachoeira da Neve
Na base da Cachoeira da Neve
Cachoeira da Neve
Cachoeira da Neve por outros ângulos

Quem optar por seguir o passeio pode fazer a Trilha do Quati, esta segue adiante da Cachoeira da Neve e leva até a Cascata das Araucárias. Essa trilha não é tão demarcada, havendo necessidade de se passar por pedras, mas nada muito difícil. São só 135 metros até se chegar à Cachoeira das Araucárias, que faz jus ao nome, pois no seu topo existem duas lindas araucárias.

Cachoeira da Neve
Cachoeira das Araucárias

Urubici é uma cidade serrana do estado de Santa Catarina, possui inúmeras cascatas e cachoeiras, porém nem todas são acessíveis ao público, porque estão localizadas dentro de propriedades particulares.

Quem visitar Urubici, e que goste de fazer trilhas e apreciar a natureza, não se arrependerá de incluir no seu roteiro a visita ao Sítio do Arroio do Engenho.

Na trilha das Gêmeas Gigantes

A trilha das Gêmeas Gigantes é a maior do Parque das 8 Cachoeiras, sendo ela toda auto guiada, percorre um caminho com inúmeras belezas naturais ainda intocadas e dezenas de pequenas cascatas fazem deste local um espetáculo único.

Essa caminhada deve ser realizada por pessoas com um bom preparo físico, pois a trilha é percorrida por dentro da mata nativa, com inúmeros degraus, uns construídos pelo parque e outros naturais, grande parte do trajeto caminhamos pela lama, por cima de pedras lisas e raízes.

Durante o trajeto podemos ver inúmeras placas que direcionam para outras cachoeiras do parque, o caminho é muito bem sinalizado, nos lugares onde há perigo de quedas, a sempre um arame, uma corrente ou uma escada para nos ajudar, toda a trilha é demarcada pela cor amarela, pintadas nas pedras e árvores, em alguns locais possui ainda, flechas para mostrar a melhor direção a percorrer, evitando assim que os caminhantes se percam dentro da mata.

Para chegar na cachoeira das Gêmeas Gigantes é preciso caminhar por dentro do leito do rio, cruzando-o aproximadamente vinte e duas vezes, nestas cruzadas, podemos nos deparar com água até os joelhos, deve-se prestar a atenção para não sofrer escorregões, pois na grande maioria das vezes as pedras tendem a ser extremamente lisas.

Para pessoas que gostam de fazer fotos de longa exposição em ambientes naturais, essa trilha é um vislumbre, a cada cruzada do rio é possível ver lugares incríveis para se capturar belas imagens. Compartilhamos com vocês um pouco da nossa paixão das fotografias de paisagem.

Todas as fotos capturadas nessa trilha foram tiradas usando uma maquina Nikon D90, filtro Hoya ND 1000/3.0 10 Stops e depois ajustadas em programa de edição de fotografia. Nossas fotos são capturadas de maneira artística, tentamos manter as cores o mais próximo do real para que você consiga ver a beleza deste lugar como ele realmente é.

Gêmeas Gigantes
Na trilha das Gêmeas Gigantes
Gêmeas Gigantes
Na trilha das Gêmeas Gigantes
Gêmeas Gigantes
Na trilha das Gêmeas Gigantes

A caminhada tem aproximadamente 8 quilômetros de extensão, sendo possível faze-la em cinco horas. Começamos a trilha por volta de 09:50 horas da manhã no dia 25 de novembro de 2017, chegamos nas Gêmeas Gigantes por volta de 12 horas e 20 minutos em sua base.

Gêmeas Gigantes
Cachoeira das Gêmeas Gigantes

Às 14 horas começou a chover, estávamos em meio a trilha de volta, neste momento só queríamos sair o mais rápido possível das margens do rio, pois sabemos que quando chove muito em um local onde há rios, podem ocorrer “rolos de água”, isto é! São grandes volumes de água que se deslocam em velocidade rio abaixo, levando tudo aquilo que encontra.

Chegamos por volta das 16 horas e 30 minutos no Parque das 8 Cachoeiras, a chuva nos impediu de conhecer o restante das cachoeiras, mas mesmo assim pudemos fazer inúmeras fotos de qualidade e ter experiencias incríveis.

Gêmeas Gigantes
Vista do Vale

O Parque das 8 Cachoeiras e das Gêmeas Gigantes é um lugar que recomendamos a todos conhecerem, possui uma beleza intocada, trilhas organizadas e muito bem sinalizadas. No parque ainda é possível se hospedar nas lindas cabanas com vista para o vale, apartamentos aconchegantes ou para os mais aventureiros, ficar no camping. Todos estes meios de hospedagens são muito bem organizados, possui chuveiro quente para os campistas, sala de jogos com cozinha compartilhada e restaurante.

Para chegar ao Parque das 8 Cachoeiras é muito fácil, está localizado na cidade de São Francisco de Paula/RS – Brasil, na Rua moinho Velho, 817 – Bairro São Bernardo.

Para mais informações sobre tarifas de hospedagem, trilhas e demais atividades, consulte o site do Parque das 8 Cachoeiras.

Se você gostou do nosso relato, então compartilhe com seus amigos e viva experiencias únicas!

Cascata do Maringá em Vila Maria

Apresento a vocês a Cascata do Maringá, destino maravilhoso para relaxar, acampar e aproveitar um fim de semana em família junto a natureza exuberante do interior do Rio Grande do Sul – Brasil.

A cidade de Vila Maria está localizada na Encosta Superior do Nordeste, na região da Produção, à 260 quilômetros de Porto Alegre. Possui altitude média de 580 metros acima do nível do mar. Faz divisa com os municípios de: Marau, Camargo, Nova Alvorada, Montauri, Casca e Santo Antônio do Palma.

Vila Maria resguarda em seu interior belezas naturais deslumbrantes, como a Cascata do Maringá, Monte Di Vedana, Cascata do Porongo, Refúgio Ecológico Colônia Paraíso e muitos outros atrativos que vão fazer você querer voltar lá para visitá-los. Acesse o site da prefeitura de Vila Maria para saber mais.

Neste post vou falar sobre a Cascata do Maringá, com 54 metros de altura é um local propício para a pratica do rapel, antigamente no local existia estruturas para acolher os turistas, que procuravam este tipo de esporte, hoje em dia não é mais possível. A empresa que operava o rapel e cuidava do local, cancelou os trabalhos na Cascata do Maringá.
Cascata do Maringá
Hoje em dia o local está aberto a visitação e contemplação, quem mantém o ponto turístico é a Prefeitura de Vila Maria/RS.

A Cascata do Maringá encontra-se dentro de uma área de Preservação Municipal, onde ali podemos encontrar uma usina geradora de energia construída em 1947, ainda em funcionamento.

Se você procura um local sossegado para tomar um banho de cascata, fazer um churrasco em família ou com seus amigos e ainda fazer umas trilhas divertidas, então você precisa conhecer este lugar.

As trilhas levam até a parte de cima da queda, o trajeto é um pouco extenso, a única dificuldade é a subida íngreme, tomar cuidado com o grande número de pedras soltas existente durante o caminho. Na parte de cima da queda de água, tem outras cachoeiras menores e uma piscina natural, vale muito a pena o passeio.

Cascata do Maringá

Estrutura:

Junto a Cascata do Maringá existe a opção de realizar um acampamento selvagem, este é gratuito, mas é necessário pedir autorização para a Prefeitura de Vila Maria/RS, no local existem algumas estruturas, mas estas estão em estado precário, os banheiros não possuem luz e muito menos chuveiros, a unica opção de banho é um cano pendurado na parede que saí água fria. No local também não existe pontos de água potável, você terá que levar toda a água necessária para passar o dia ou o fim de semana.

Cascata do Maringá
Em relação ao solo, este é bem pedregoso e ruim de colocar os espeques da barraca. Neste caso recomendo levar uma barraca que seja auto-portante (fica armada sem a necessidade de espeques).

Quando estava montando a barraca me arrependi de ter levado a barraca Azteq Nepal, pois não é auto-portante, consegui depois de muito esforço colocar os espeques cerca de 10 cm no solo.
Conclusões finais:

O local é lindo e exuberante, perfeito para pessoas que gostam de boas aventuras, caso você queira visitar o local, esteja munido de roupas para trilhas e para banhos de rio, água potável, repelente, protetor solar e calçados adequados. Caso você for fazer as trilhas, recomendo usar calçado fechado e calça comprida, isso irá lhe ajudar a se proteger dos mosquitos ou de qualquer outro animal que esteja no trajeto, lembrando que no verão é muito fácil cruzar com aranhas caranguejeiras e cobras, fique atento.

Se você gosta de encarar desafios e grandes aventuras, praticar o rapel será uma ótima ideia, no local não há operadores de turismo de aventura, mas você pode contatar com a empresa Outdoor Rapel, montar um grupo e se divertir nos 54 metros da Cascata do Maringá, existe duas possibilidades de descida, uma delas é pelo meio da cascata junto a queda de água e a outra pela parede do lado esquerdo.

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá