Estância Pé da Serra

Apresento a vocês um dos lugares mais belos do Sul do Brasil, localizado ao Pé da Serra do Rio do Rastro, essa que é uma das mais lindas estradas do mundo.

A Estância Pé da Serra está localizada na cidade de Lauro Miller/SC, conta com uma ampla infraestrutura para atender os mais diversos públicos, desde atividade com escolas, escoteiros, viajantes, aventureiros, montanhistas e claro com a família toda.

Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch

Estrutura:

O local possui diversos tipos de acomodações, dentre eles estão, camping estruturado e casas rusticas feitas de madeira nobre que acomodam inúmeras pessoas.

A estância conta ainda com banheiros masculino e feminino divididos, chuveiros quentes, cozinha completa e geladeira em todas as acomodações.

Esportes e Lazer:

Na estância Pé da Serra a inúmeras opções de lazer, podendo o turista fazer diversas trilhas em meio a mata atlântica, uma delas leva à uma cachoeira escondida de aproximadamente 100 metros de altura, as trilhas são bem marcadas, caso você não se sinta seguro de percorre-las sozinho, a funcionários que podem lhe acompanhar.

No lugar também é possível fazer turismo rural, passeios de quadriciclo e pesca esportiva.

Para quem gosta de andar de bike, o local é perfeito para aventurar-se pelas estradas coloniais sempre com vista das cristas e montanhas da Serra Geral.

Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch

O que mais chama a atenção na estância Pé da Serra é o visual que se tem principalmente no amanhecer e fins de tarde, a fazenda está a cerca de 750 metros de altitude, de onde é possível ver grande parte da Serra Geral e a famosa Serra do Rio do Rastro.

Se você é uma pessoa que procura um bom lugar para passar os fins de semana, recomendamos conhecer e se encantar com a estância Pé da Serra!

Informações de contato:

Para mais informações você confere no site Estância Pé da Serra, converse com o proprietário Mercilo João Rigor.- pelo contato via e-mail: contato@estanciapedaserra.com.

Telefone: (48) 9-9166-9223

Cachoeirão destaca-se por sua imponência

Em meio aos vales da Serra Gaúcha encontramos uma das corredeiras mais alucinantes do Vale do Rio das Antas, conhecido como Cachoeirão, este ponto turístico é um dos mais belos da região serrana, localizado a cerca de 160 quilômetros da Capital Porto Alegre e cerca de 50 quilômetros de Caxias do Sul/RS.

O que fazer:

O local é aberto ao público, lá é possível fazer um churrasco com os amigos, família ou até mesmo pequenas trilhas, conforme for o nível do Rio das Antas é possível chegar bem próximo das corredeiras.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de cima do Cachoeirão
Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de baixo do Cachoeirão

Importante

O Rio das Antas é um dos rios mais belos da região serrana, mas não se engane, ele também é um dos mais perigosos também. Próximo ao Cachoeirão a uma Usina Hidrelétrica de Castro Alves, que conforme a sua necessidade abre suas comportas e libera milhões de litros de água, isso pode fazer o leito do rio subir inúmeros metros em poucos minutos, então antes de se aventurar em torno do Cachoeirão, certifique-se que o nível do rio esteja bem baixo, assim evitando ser surpreendido com o aumento repentino de água. 

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Usina Hidrelétrica Castro Alves

Além da visita de carro no local, ainda é possível descer essas corredeiras usando botes infláveis, esse esporte é conhecido como Rafting, a empresa que opera esse esporte no local é a Cia Aventura, possuem experiencia de mais de 10 anos na prática desse esporte, sendo referência no Brasil.

Para praticar esse esporte é necessário ter no mínimo oito anos de idade, os passeios duram em média 2 h e 30 minutos e percorrem o Rio das Antas por 8,5 km, passando pelo belo e imponente Cachoeirão. O esporte é praticado por no mínimo seis pessoas e no máximo 55 pessoas. Caso você se interessou pela prática acesse o site do Cia Aventura – Eco Parque.

Além disso é possível fazer algumas pequenas trilhas no entorno do Cachoeirão, deixe o carro no pequeno estacionamento perto do atrativo e siga a direita, margeando o rio, este caminho levará você para o meio das corredeiras, esteja sempre munido de calçados confortáveis, roupas compridas, água, repelente e protetor solar.

Como chegar:

Para chegar ao Cachoeirão é muito fácil, existem duas formas, a primeira delas é pela RS – 448, está é uma estrada asfaltada, bastante sinuosa, mas bela, durante o trajeto podemos contemplar algumas belas cachoeiras e a linda geografia da região da Serra Gaúcha. São aproximadamente 30 km do centro de Farroupilha/RS até a Ponte de Ferro que faz divisa com a cidade de Nova Roma do Sul/RS.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Belas paisagens na RS 448

Ao chegar na ponte de ferro dobre a direita, passando por um barzinho e siga por aproximadamente 7,5 km, a estrada que leva até o Cachoeirão é de terra, possui inúmeras pedras soltas, mas com cuidado e devagar chega-se lá com segurança. Esteja atento, geralmente em dias de chuva a estrada fica muito embarrada e escorregadia, a também dois obstáculos significativos em dias de muita chuva, pois entre os Vales e o Rio das Antas, forma-se alguns córregos, então em alguns trechos e possível nos deparar com um pequeno rio atravessando a estrada. Não recomendo ir em dias chuvosos.

A outra forma de chegar ao Cachoeirão é pelo Município de Nova Pádua/RS, o trajeto é de aproximadamente 10 km e termina no Rio das Antas, ali tem a Balsa que disponibiliza um serviço de passagem para o outro lado do rio. Depois siga por aproximadamente 4 km margeando o rio (neste caso o rio estará a esquerda).

Dica:

Se você gosta de pedalar, recomendo muito este passeio. Saia da cidade de Caxias do Sul/RS em direção a Nova Pádua/RS, siga até a Balsa, atravesse, passe pelo Cachoeirão e suba até a cidade de Farroupilha, ou vice-versa, com certeza é uma bela e encantadora travessia.

Além desse atrativo a cidade de Nova Roma do Sul possui outras belezas naturais como: Gruta Fiorese e Cascata Salto Escondido, essas você confere aqui no site.

Se você gostou da postagem deixe um comentário logo abaixo. 🙂

Chima Rock chega em sua terceira edição

A terceira edição do evento Chima Rock foi regado a muito rock ´n roll, chimarrão, pessoas legais e a maravilhosa culinária argentina. O palco desse grande evento foi no enigmático e principal ponto turístico da cidade de Flores da cunha/RS – Brasil, o Mirante Gelain é o lugar certo para encontrar os amigos, fazer esportes radicais e apreciar a espetacular vista para o vale do Rio das Antas.

O evento teve inicio às 15:00 do dia 07 de Maio de 2017, além do chimarrão e das pessoas legais o evento contou com uma bela apresentação artística do grupo de dança do ventre Mahaila Danças Orientais. A Banda Jokerman, essa se apresentou após o espetáculo das dançarinas, trouxeram grandes sucessos musicais nacionais e internacionais, fazendo com que a galera que estava presente cantasse e vibrava-se com as clássicas do rock.

No local havia a chance de provar um pastel tipicamente argentino, feito por um casal de ciclistas que estavam de passagem pelo Brasil, por sinal era maravilhoso, impossível comer um só. Além disso ainda havia comida de rua, docinhos, cerveja artesanal e chopp.

Estes Argentinos vinham de Mendoza – Argentina, estavam ali no Mirante Gelain hospedados a cerca de uma semana, pois tiveram alguns problemas com uma das bicicletas, aproveitam o evento para mostrarem seus dotes culinários. O casal está fazendo essa viagem rumo ao México, uma viagem com duração de aproximadamente dois anos.

Não podemos esquecer de mencionar o incrível pôr do sol presente , as novas amizades, a diversidade de histórias, momentos que fazem com que os eventos nesse local sejam cada vez melhores.

Chima Rock no Mirante Gelain

Chima Rock no Mirante Gelain

Para ver todas as fotos do Chima Rock clique aqui.

Se você busca um lugar legal para levar a família, namorada, namorado, amigos, ou até mesmo conhecer pessoas legais, recomendo muito ficar atento nos próximos eventos do Mirante Gelain, acompanhe pela sua fan page no Facebook tudo que acontece em um dos cenários mais bonitos da Serra Gaúcha.

Aguardem novidades vem por aí!

Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Enquanto todos se preparavam para pular o carnaval nas cidades ou curtir na praia, resolvi apostar em algo diferente, o primeiro Carnaventura em Vespasiano Corrêa-RS, um evento de 4 dias (25/02 a 28/02) muito bem organizado pela empresa V13 Adventure. A proposta era clara, realizar um rapel por dia na linda e enigmática região da Ferrovia do Trigo/RS, com direito a gargalhadas, muita adrenalina e claro fazer novas amigos.

1° dia:

Conhecemos a cachoeira Rasga Diabo “simplesmente um monumento” esculpida pela natureza com  136 metros de altura e grande volume de água, uma das mais belas cachoeiras da serra gaúcha.  Depois do rapel nos dirigimos ao camping Paraíso Tropical, que além de uma ótima estrutura tem pessoas muito atenciosas que servem um café da manhã colonial para “nona” nenhuma colocar defeito. kkk

Carnaventura

2° dia:

Talvez o dia mais esperado para a maioria, a descida no mais alto viaduto das Américas e o 3° mais alto do mundo com seus 143 metros, adrenalina, emoção e admito um pouco de medo se misturavam com a satisfação de realizar um sonho que era conhecer aquele gigante.

Carnaventura

3° dia:

Foi a vez de realizar o rapel em um lugar bem inusitado, em uma caverna subterrânea abaixo da ferrovia do trigo que tem um nome nada convidativo “Garganta do Diabo”. De feio apenas o nome pois a pequena queda possui uma beleza exuberante acompanhada de um vento frio!!!

Carnaventura

4° dia:

A despedida foi marcada pelo rapel no conhecido viaduto “Mula Preta” de 98 metros de altura, a descida nesse lugar foi gratificante, não sei se pela soma daqueles 4 dias incríveis que passei rodeado de pessoas maravilhosas ou pelo lindo verde da mata que me esperava logo a baixo, melhor ficar com as duas opções!!!

Carnaventura

Foi sem dúvidas o carnaval mais louco e desafiador que já passei foram dias maravilhosos que ficarão na memória por muitos e muitos carnavais.

Cascata da Usina Velha em Veranópolis

A Cascata da Usina Velha está localizada a cerca de seis quilômetros do centro da cidade Veranópolis/RS, conhecida como a Terra da Longevidade, Veranópolis é uma cidade pacata de aproximadamente trinta mil habitantes, possui uma forte influencia alemã e italiana na sua característica cultural.

O local é composto por duas pequenas cascatas, uma ao lado da outra, com aproximadamente seis metros de altura, no local também é possível contemplar a primeira usina de geração de energia elétrica no interior do estado do Rio Grande do Sul – Brasil, está por sua vez se encontra em ruínas. No dia 25 de Julho de 1912 é inaugurado serviço de luz elétrica da vila Alfredo Chaves. Foram 108 lâmpadas, com um total de 8.400 velas, que iluminaram as principais ruas e praças da vila de Alfredo Chaves.

Cascata da Usina

Cascata da Usina

Por ser um atrativo de fácil acesso, a inúmeras pessoas que visitam o local, é possível também usar o local para fazer books fotográficos e para aquelas pessoas assim como eu, praticar fotografias de longa exposição, pois o contraste com as cascatas dão um ar cinematográfico para as imagens capturadas.

Para chegar até as quedas de água, o percurso é dado por uma estrada de pedra, bem sinalizada em meio a uma linda paisagem natural, completamente exuberante. Do local de estacionamento até as cascatas é necessário andar apenas 150 metros.

A única coisa que não gostei neste lugar é a estrada de acesso, está é de terra, bem conservada por sinal, mas existe um declive acentuado gigante, não recomendo visitar em dias de chuva ou com ônibus e micro-ônibus, pois não existe espaço físico para manobrar.

A Cascata da Usina Velha é um grande atrativo turístico da cidade de Veranópolis/RS – Brasil, este é publico, quem mantem a organização do local é a prefeitura da cidade.

Cascata da Usina

Ficou curioso, então bora conhecer as muitas belezas naturais da nossa Serra Gaúcha!

Camping Cascata do Porongo

O Camping Cascata do Porongo está localizado aproximadamente quatro quilômetros do centro da cidade de Vila Maria/RS, a estrada que leva até o local é de terra, mas está em boas condições de trafegabilidade.

Ao chegar no camping a um portão, onde fica o porteiro cobrando a entrada de casa visitante, o valor é de R$ 5,00 reais por pessoas para passar o dia e R$ 25,00 reais para acampar.

Estrutura:

As estruturas do camping são ótimas, as barracas ficam montadas em lugar plano e com grama, existem muitas árvores que proporcionam sombra na maior parte do dia. Além disso o local conta ainda com banheiros masculino e feminino, chuveiros de água quente, churrasqueiras, cozinha compartilhada, bar, luz 220 volts, restaurante, piscina infantil e campo de futebol. O camping é muito organizado, limpo e possui lixeiras em todos os lugares.

O que fazer:

O grande atrativo deste local e a Cascata do Porongo, com 31 metros de altura é de fato um lugar perfeito para quem busca o contato direto com a natureza pura, o rio que banha a cascata possui águas límpidas.

Para chegar até a base da Cascata do Porongo é preciso andar cerca de 150 metros, atravessando uma pinguela e seguindo por uma trilha demarcada chega-se em sua base, ali recomenda-se entrar e refrescar-se no rio e na queda de água ou até mesmo sentar nas pedras e ficar apenas observando.

Cascata do Porongo

Cascata do Porongo

 

 

Caso você queira fazer trilhas, recomendo fazer a trilha até a crista da Cascata do Porongo, a trilha contém aproximadamente 300 metros de extensão e é um pouco difícil, mas devagar e com cuidado podemos transpassar os obstáculos, estes são pedras soltas e alguns limos entorno das pedras.

Do alto a vista compensa todo o esforço, é possível ver boa parte da queda de água, sentar na borda da crista e tirar inúmeras fotografias, ali também é possível praticar o esporte rapel, para isso é preciso conversar com a organização do camping.

Cascata do Maringá em Vila Maria

Apresento a vocês a Cascata do Maringá, destino maravilhoso para relaxar, acampar e aproveitar um fim de semana em família junto a natureza exuberante do interior do Rio Grande do Sul – Brasil.

A cidade de Vila Maria está localizada na Encosta Superior do Nordeste, na região da Produção, à 260 quilômetros de Porto Alegre. Possui altitude média de 580 metros acima do nível do mar. Faz divisa com os municípios de: Marau, Camargo, Nova Alvorada, Montauri, Casca e Santo Antônio do Palma.

Vila Maria resguarda em seu interior belezas naturais deslumbrantes, como a Cascata do Maringá, Monte Di Vedana, Cascata do Porongo, Refúgio Ecológico Colônia Paraíso e muitos outros atrativos que vão fazer você querer voltar lá para visitá-los. Acesse o site da prefeitura de Vila Maria para saber mais.

Neste post vou falar sobre a Cascata do Maringá, com 54 metros de altura é um local propício para a pratica do rapel, antigamente no local existia estruturas para acolher os turistas, que procuravam este tipo de esporte, hoje em dia não é mais possível. A empresa que operava o rapel e cuidava do local, cancelou os trabalhos na Cascata do Maringá.
Cascata do Maringá
Hoje em dia o local está aberto a visitação e contemplação, quem mantém o ponto turístico é a Prefeitura de Vila Maria/RS.

A Cascata do Maringá encontra-se dentro de uma área de Preservação Municipal, onde ali podemos encontrar uma usina geradora de energia construída em 1947, ainda em funcionamento.

Se você procura um local sossegado para tomar um banho de cascata, fazer um churrasco em família ou com seus amigos e ainda fazer umas trilhas divertidas, então você precisa conhecer este lugar.

As trilhas levam até a parte de cima da queda, o trajeto é um pouco extenso, a única dificuldade é a subida íngreme, tomar cuidado com o grande número de pedras soltas existente durante o caminho. Na parte de cima da queda de água, tem outras cachoeiras menores e uma piscina natural, vale muito a pena o passeio.

Cascata do Maringá

Estrutura:

Junto a Cascata do Maringá existe a opção de realizar um acampamento selvagem, este é gratuito, mas é necessário pedir autorização para a Prefeitura de Vila Maria/RS, no local existem algumas estruturas, mas estas estão em estado precário, os banheiros não possuem luz e muito menos chuveiros, a unica opção de banho é um cano pendurado na parede que saí água fria. No local também não existe pontos de água potável, você terá que levar toda a água necessária para passar o dia ou o fim de semana.

Cascata do Maringá
Em relação ao solo, este é bem pedregoso e ruim de colocar os espeques da barraca. Neste caso recomendo levar uma barraca que seja auto-portante (fica armada sem a necessidade de espeques).

Quando estava montando a barraca me arrependi de ter levado a barraca Azteq Nepal, pois não é auto-portante, consegui depois de muito esforço colocar os espeques cerca de 10 cm no solo.
Conclusões finais:

O local é lindo e exuberante, perfeito para pessoas que gostam de boas aventuras, caso você queira visitar o local, esteja munido de roupas para trilhas e para banhos de rio, água potável, repelente, protetor solar e calçados adequados. Caso você for fazer as trilhas, recomendo usar calçado fechado e calça comprida, isso irá lhe ajudar a se proteger dos mosquitos ou de qualquer outro animal que esteja no trajeto, lembrando que no verão é muito fácil cruzar com aranhas caranguejeiras e cobras, fique atento.

Se você gosta de encarar desafios e grandes aventuras, praticar o rapel será uma ótima ideia, no local não há operadores de turismo de aventura, mas você pode contatar com a empresa Outdoor Rapel, montar um grupo e se divertir nos 54 metros da Cascata do Maringá, existe duas possibilidades de descida, uma delas é pelo meio da cascata junto a queda de água e a outra pela parede do lado esquerdo.

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Pedra da Naja, trilha até o cume!

Pedra da Naja, trilha até o cume!

A atividade originou-se depois de algumas conversas entre amigos, fomos convidados a conhecer o Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista e as trilhas que levam ao Morro dos Cavalos e a Pedra da Naja.

Saímos da cidade de Farroupilha/RS com destino primeiramente a cidade de Feliz/RS na região dos Vales da serra gaúcha, para a primeira parada, pegar a terceira integrante da aventura, depois de acomodar todas as bagagens era hora de pegar a estrada novamente, agora sim com destino ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista – Catupi/RS.

Durante todo o trajeto a chuva não deu trégua, ao olhar para o horizonte e ver aquele céu acinzentado, tínhamos a sensação que o fim de semana seria regado de muita chuva e frio. A cada quilômetro rodado ficávamos ansiosos para chegar e logo armar as barracas.

Conforme íamos se aproximando do Refúgio a beleza do por do sol chamava nossa atenção, ali é uma região bastante conhecida por produzir grandes quantidades de carvão vegetal, conforme olhávamos o sol ir desaparecendo no horizonte, as fumaças no ar subindo e um pequeno espaço de céu azul, nos dizia que seria um fim de semana incrível. Paramos ali um pouco para apreciar aquele momento, sentimento de muita gratidão e felicidade.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

A estrada de acesso ao refúgio é íngreme e possui inúmeras pedras soltas, ali tivemos algumas dificuldades para subir, mas devagar fomos contornando os obstáculos e subimos, fomos muito bem recebidos pelo proprietário Paulo Menezes, onde nos ajudou a levar as mochilas e os materiais de camping para a área de acampamento.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Montamos as barracas ao lado da outra bem pertinho do refúgio, perto da cozinha e da fogueira, assim tornando mais fácil na hora de dormir e acordar.

Depois organizamos todos equipamentos o restante da galera chegou, vindos um de cada lugar diferente do estado, amigos que conheci ao longo de muitas aventuras pelo Rio Grande do Sul e fora dele, amizades unida pela paixão pela natureza, jeito simples de aproveitar a vida.

A galera chegou tão empolgada que logo a Carla, proprietária e cozinheira oficial do refúgio preparou a janta para todos aqueles aventureiros que chegaram loucos de fome, enquanto os alimentos eram cozinhados ascendemos uma fogueira e ficamos ali contando as histórias de nossas aventuras por aí e relembrando outras tantas vezes que estivemos juntos.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Estar ali com amigos que a gente gosta é uma sensação que não tem preço, enquanto o fogo ia queimando os galhos e as lenhas, estávamos todos ali jantando em roda de uma fogueira majestosa, a cima de nós a luz do luar que aparecia em meio ao céu nublado, já dava para ter uma pequena ideia do clima do dia seguinte. Mas isso em si não nos preocupava, podia chover, fazer frio, estávamos todos ali determinados a percorrer as trilhas sem dar desculpas.

Sempre ouvi falar que precisamos experimentar o frio para valorizar o calor, experimentar a chuva na cara para assim valorizar o sol, e tantas outras coisas que acontecem durante um fim de semana na natureza, tudo isso faz com que possamos aprender e valorizar as coisas simples da vida.

Depois do jantar chegou a hora de abrir as garrafas de vinho, ficar ao lado de quem a gente gosta e contar piadas, rir, ouvimos as histórias do Morro do Iê-Iê, assombrações e lendas da região, acho muito interessante saber de tudo isso, assim podemos valorizar mais o lugar e as pessoas, são pequenas histórias contadas ao meio da noite que fazem as vezes um acampamento normal tornar-se incrível. Após algumas garrafas tomadas era hora de cair na cama, quer dizer, entrar na barraca e dormir.

Paulo proprietário do refúgio e nosso guia da trilha avisou que tínhamos que levantar lá pelas oito horas da manhã, tomar café. A saída iria ser as 09h30min.

Manhã do sehundo dia:

Acordamos em torno de 8 horas da manhã, o céu estava nublado, mas parecia que não iria chover muito durante o dia, tiramos os apetrechos da barraca e logo começamos a ferver a água para o café, sentamos todos em baixo dos galpões do refúgio conversando e imaginando como seria a trilha, o que íamos levar, quanto de água e quais alimentos levaríamos junto.

Após o café, o nosso guia chamou todos para uma breve reunião antes da saída para a trilha, nos entregou folhetos com dicas básicas sobre como proceder nas trilhas em geral, todos os tópicos servem como um alerta para cada praticante de aventuras, minimizar os estragos nas áreas naturais, sempre tentando ser o mais ecológico possível sem ferir a natureza.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Depois de discutirmos alguns tópicos, colocamos as mochilas nas costas e o Paulo disse, que esse grupo era especial, pois era o primeiro grupo comercial a fazer a trilha da Pedra da Naja inteira até o cume. Sentimos lisonjeados por estar naquele grupo tão especial.

O grupo era formado por nove pessoas, dentre elas estava eu – Luís H. Fritsch, Marcio Basso, Luciane Pohlmann, Thaís Almeida, Fabinho Oliveira, Júlio Cézar, Jenilson Barros, Daniel Gomes e o guia Paulo Menezes. E não podemos esquecer do companheiro do guia o Pernudo (o mascote do reúgio).

Inicio da trilha

Saímos do refúgio caminhando para o lado oeste em uma pequena estrada de terra, a cerca de uns 100 metros já estávamos dentro da trilha propriamente dita, o local continha uma grande quantidade de capim alto, encharcado pela chuva e umidade que estava no lugar.

Pedra da Naja

Conforme íamos progredindo na trilha as paisagens de da fauna e da flora iam mudando, estávamos subindo em direção ao Morro dos Cavalos, uma subida um tanto íngreme, mas encantadora, a cada passo que dávamos éramos submetidos a desafiar a lei da gravidade, tendo que se pendurar em arvores e pedras, o guia nos disse que a trilha em si era fácil, mas havia muitas partes técnicas, onde teríamos que escalar as rochas.

Pedra da Naja

Depois de encarar essa subida íngreme chegamos na primeira gruta, essa possuía uma espécie de sala de reunião, continha uma mesa e cadeiras feitas com pedras, todas as cadeiras distribuídas de maneira circular em torno da mesa. O guia nos contou que antigamente os índios da região faziam cerimonias e alguns sacrifícios, era o lugar onde levavam as mulheres para satisfaze-los e depois as retiravam a vida.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Passamos um tempo ali conversando, rindo e nos alimentando, enquanto isso o guia dizia que teríamos que escalar um bom trecho, pois precisávamos chegar ao cume deste morro.

O primeiro grande obstáculo foi subir uma parede com cerca de 4 metros usando apenas uma corda, para mim e para os outros que possuem relativamente medo de altura, era um desafio tremendo, depois de alguns encorajamentos e empurrões, conseguimos superar o desafio, sentamos para descansar e agradecemos aos amigos e principalmente ao guia por estar ali sempre nos apoiando.

Pedra da Naja
Pedra da Naja

Depois de muita trilha e escalaminhada, chegamos ao cume do Morro dos Cavalos, uma vista fantástica dos arredores, muito compensador. Do alto do morro podíamos ver o próximo destino que seria o cume da Pedra da Naja.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Para se chegar ao Cume Pedra da Naja o roteiro seria por cima da crista do Morro dos Cavalos até chegar no destino desejado, mas mesmo assim o guia nos disse que não seria tão fácil assim, então de mochilas nas costas seguimos em fila indiana, passamos por inúmeras áreas com mata densa, espinhos e muitas pedras lisas, depois de alguns minutos passados chegamos a uma outra gruta, ali o guia nos disse que era interessante deixar as mochilas, pois o local onde tínhamos que passar era bastante apertado.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

O local de fato era apertado, tivemos que praticamente rastejar para conseguir passar, era uma fenda enorme entre um paredão de pedra e outro, cerca de 5 a 7 metros de comprimento, depois subimos uma parede com auxílio de cordas e enfim alcançamos o objetivo. Estávamos no Cume Pedra da Naja, local de beleza singular, ali tínhamos pouco espaço para ficar todos juntos e posar para uma foto, então em vez disso escrevemos em um caderno, nesse, escrevemos cada um uma frase com data , para assim quando o segundo grupo de aventureiros chegar até aqui, encontre os manuscritos.

Pedra da Naja
Assinatura do Pernudo (Mascote) – Cume Pedra da Naja
Pedra da Naja
Cume Pedra da Naja

No momento que alcançamos o Cume Pedra da Naja muitos de nós nos emocionamos, estar ali, com um grupo de amigos, tão maluco por aventuras e ter a honra de poder cumprir esse desafio, não há preço que pague. Com toda a certeza pude vivenciar uma frase que aprecio muito. “A felicidade não está no caminho que leva a algum lugar. A felicidade é o próprio caminho”.

Deixamos o caderno em um pote impermeável e depois de alguns minutos começamos a trilha de volta ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista.

Veja aqui todas as fotos dessa aventura inesquecível:

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Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes. Dalai Lama

Blue Camping inova na maneira de acampar

Blue Camping inova na maneira de acampar!

Neste relato venho falar sobre os produtos que mais me chamaram a atenção na Expo Motor Home 2016, neste post vou falar sobre a empresa Catarinense conhecida como Blue Camping, mostrando suas linhas de barracas automotivas para você que tem o sonho de embarcar em um veículo e viajar pelos quatro cantos do mundo.

Sobre a empresa: 

A Blue Camping é uma empresa importadora de barracas automotivas, toldos para veículos Off Road e de passeio, localizada na cidade de Blumenau/SC. Seus produtos atendem as necessidades de aventureiros que adoram acampar, ter conforto e comodidade em seus passeios. Trazendo equipamentos de camping e barracas automotivas de fácil transporte, montagem rápida e alta durabilidade.

Site: www.bluecamping.com.br

A empresa estava presente na Expo Motor Home 2016, onde estivemos por lá conferindo os produtos que podem tornar muito mais confortável sua estadia durante uma boa viagem de carro.

Produtos e acessórios:

As barracas automotivas Blue Camping podem ser instaladas em qualquer veículo, desde que este, tenha um rack de teto. A empresa oferece barracas de tamanhos diferenciados, podendo ser classificadas em três modelos: Adventure, Expedition e Family. Também é possível anexar alguns acessórios úteis como: toldos, anexo/barracas e barraca/banheiro, tudo isso nas laterais do seu veículo, aumentando ainda mais o espaço, conforto e comodidade dos usuários.

Blue Camping

Um dos modelos mostrados na Expo Motor Home 2016, que chamou nossa atenção foi o modelo Family, este estava completo, com anexo e toldo lateral. Assim podemos perceber o quanto de espaço nos proporciona a instalação do kit completo. Os itens podem ser adquiridos separadamente, mas acredito ser vantajoso obter o kit por completo.

As barracas são acopladas ao rack de teto dos veículos, construídas com materiais do tipo alumínio e totalmente impermeável. O peso pode variar de 53 kg a 75 kg, conforme o modelo desejado.

Especificações técnicas modelo Family:

– Tecido do corpo da barraca: Rip-Stop de alta qualidade poliéster Canvas 320g, dando extrema resistência e durabilidade;

– Teto de poliéster 420D Oxford 2.500mm PU (maior do segmento), proporcionando total impermeabilização;

– Capa para proteção da barraca de PVC 680g com resistência a UV que protege sua barraca do tempo e umidade enquanto guardada e transportada;

– Base de Alumínio Reforçado, garantido uma maior leveza;

– Com telas anti-mosquito na porta e janelas;

Esse modelo é extremamente arejado pois possui aberturas amplas;

– Abertura anti-condensação muito eficaz;

– 4 porta objetos interno.

Travesseiros e cobertores podem ser guardados dentro da barraca, quando esta for fechada. Não havendo necessidade de serem transportados no interior do veículo, facilitando no transporte e abrindo espaço para outros objetos.

Todas as barras, conexões e parafusos da barraca possuem um acabamento impecável e tratamento anti-oxidante, dando maior durabilidade contra à corrosão, resistindo muito melhor ao tempo.

O espaço interno varia de acordo com o modelo. O modelo abaixo Barraca Family, acomoda tranquilamente 3 adultos e mais as mochilas. Possui 4 bolsas porta trecos no seu interior junto ao dormitório e 2 na subida da escada. Possui também iluminação de LED dentro e abaixo da barraca.

Blue Camping
Visão interna – Barraca Blue Camping modelo Family

O anexo pode ser utilizado para montagem da cozinha, por exemplo, pois possibilita ficar de pé sem problemas, ou utilizar como outro dormitório. Este possui inclusive uma abertura que possibilita o acesso a porta do veículo a que estiver acoplada.

Blue Camping
Visão interna do anexo – Barraca Family

Caso não ficou bem claro nas fotos acima o real espaço interno da barraca Blue Camping Family, assista o vídeo a seguir:

Também existe a opção do toldo lateral. Uma espécie de área que pode ser instalada na lateral ou na traseira do veículo. O que proporciona espaço para sombra e proteção extra em dias chuvosos.

Blue Camping

 

As barracas de teto geralmente são muito utilizadas por campistas em viagens longas de inúmeros dias, pois possibilitam maior conforto e comodidade, com esse kit completo modelo Family você pode realizar o seu sonho de viajar os quatro cantos do mundo de maneira prática e sem dores de cabeça.

Conversamos com os proprietários da empresa, estes são muito receptivos, nos deram uma aula sobre a utilização deste tipo de barraca.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

A localidade de Criúva é reconhecida como o lado campeiro da cidade de Caxias do Sul, o distrito de Criúva teve sua origem na época do tropeirismo e foi inspirado no nome da árvore típica da região.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

 

Além da vasta cultura trazida pelos tropeiros a localidade de Criúva é privilegiada pelas belezas naturais de seu interior: são cascatas, rios, matas nativas, flora e o maior recurso hídrico potável do município.

O distrito fazia parte do município de São Francisco de Paula até 1954, quando foi anexado à Caxias do Sul. Seus primeiros moradores, depois dos índios, foram os portugueses. Mais tarde, outros imigrantes sobretudo italianos foram responsáveis pela miscigenação existente hoje no local.

Turismo de aventura:

Há apenas uma empresa de turismo que explora o turismo na localidade de Criúva. Seus principais pontos turísticos são a Cachoeira da Mulada, Ponte dos Korff, Cânion Palaquinho, nestes locais é possível fazer inúmeras atividades de aventuras, desde pequenas trilhas até grandes caminhadas, trekking, canyoning e muito outras.

A Criúva Operadora é uma agência familiar composta por Guadalupe Traslatti Pante e pelos seus pais Átilas Pante e Cláudia Traslatti.

Cachoeira da Mulada:

A cachoeira da Mulada é um dos principais pontos turísticos da localidade, pois sua queda de aguá chega medir aproximadamente 200 metros de extensão, em meio a lindos campos verdejantes, a cachoeira se destaca pela sua beleza exuberante.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

Ponte do Korff

A ponte do Korff foi a primeira ponte construída sobre o Rio das Antas, ligando Caxias do Sul com Vacaria, com o objetivo de transportar mercadorias ao centro do país e vice-versa. Foi declarada patrimônio histórico e cultural do Estado do Rio Grande do Sul no ano de 2006. O início de sua construção aconteceu em 1901 e foi inaugurada em 15 de fevereiro de 1907.

A ponte não possui parafusos e foi montada com rebites. Tem 108 metros de comprimento e 19,6 metros de altura. O assoalho é de madeira e os pilares são de pedra.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

Cânion Palaquinho

Distante cerca de 90 quilômetros do centro de Caxias do Sul, na Serra, a Unidade de Conservação Municipal de Proteção Integral Monumento Natural Palanquinho, criada oficialmente em novembro do ano passado no distrito de Criúva, tem como atração principal o Cânion Palanquinho.

Para ter acesso aos cânions é preciso ir até o centro de Criúva, seguir por São Jorge da Mulada e enfrentar mais 18 quilômetros de estrada de chão. A última placa indicativa do lugar, com a inscrição “Kênio”, foi feita por um morador para suprir a falta de sinalização.

Os roteiros pelos cânions vão desde uma caminhada de 20 minutos pela superfície até trilha de 17 quilômetros pelo seu interior.

Criúva - Cânion Palaquinho

Os pacotes de turismo de aventura contemplam diversos pontos turísticos de Criúva, com preços que vão de R$ 30,00 a R$ 150,00 reais por pessoa, acessíveis a todas as idades e condicionamento físico, incluí a comunidade em seus programas turísticos.

Onde almoçar:

É impressionante como um lugar tão pequeno pode ter tantos atrativos. A Casa verde é um exemplo de simplicidade e bom gosto, com culinária simples apresenta em seu cardápio campeiro os seguintes pratos: Arroz, feijão, polenta, abóbora, carne de panela, batata cozida e saladas.

Criúva uma cidade de muitas belezas naturais

O grande diferencial é que tudo é feito num fogão à lenha feito pela proprietária, dona Cláudia. Tô falando da comida e do fogão. Isso mesmo, ela própria fez o fogão.

Caso você queira provar as delicias feitas neste local único é preciso fazer agendamento prévio, com cerca de 24 horas de antecedência pelo Telefone (54) 3267-8255.

Onde acampar:

O Camping Balneário e Coqueiros fica na localidade de São Jorge da Mulada, distrito de Criúva. Para saber mais acesse o site Onde Acampar.