Cachoeirão destaca-se por sua imponência

Em meio aos vales da Serra Gaúcha encontramos uma das corredeiras mais alucinantes do Vale do Rio das Antas, conhecido como Cachoeirão, este ponto turístico é um dos mais belos da região serrana, localizado a cerca de 160 quilômetros da Capital Porto Alegre e cerca de 50 quilômetros de Caxias do Sul/RS.

O que fazer:

O local é aberto ao público, lá é possível fazer um churrasco com os amigos, família ou até mesmo pequenas trilhas, conforme for o nível do Rio das Antas é possível chegar bem próximo das corredeiras.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de cima do Cachoeirão
Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de baixo do Cachoeirão

Importante

O Rio das Antas é um dos rios mais belos da região serrana, mas não se engane, ele também é um dos mais perigosos também. Próximo ao Cachoeirão a uma Usina Hidrelétrica de Castro Alves, que conforme a sua necessidade abre suas comportas e libera milhões de litros de água, isso pode fazer o leito do rio subir inúmeros metros em poucos minutos, então antes de se aventurar em torno do Cachoeirão, certifique-se que o nível do rio esteja bem baixo, assim evitando ser surpreendido com o aumento repentino de água. 

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Usina Hidrelétrica Castro Alves

Além da visita de carro no local, ainda é possível descer essas corredeiras usando botes infláveis, esse esporte é conhecido como Rafting, a empresa que opera esse esporte no local é a Cia Aventura, possuem experiencia de mais de 10 anos na prática desse esporte, sendo referência no Brasil.

Para praticar esse esporte é necessário ter no mínimo oito anos de idade, os passeios duram em média 2 h e 30 minutos e percorrem o Rio das Antas por 8,5 km, passando pelo belo e imponente Cachoeirão. O esporte é praticado por no mínimo seis pessoas e no máximo 55 pessoas. Caso você se interessou pela prática acesse o site do Cia Aventura – Eco Parque.

Além disso é possível fazer algumas pequenas trilhas no entorno do Cachoeirão, deixe o carro no pequeno estacionamento perto do atrativo e siga a direita, margeando o rio, este caminho levará você para o meio das corredeiras, esteja sempre munido de calçados confortáveis, roupas compridas, água, repelente e protetor solar.

Como chegar:

Para chegar ao Cachoeirão é muito fácil, existem duas formas, a primeira delas é pela RS – 448, está é uma estrada asfaltada, bastante sinuosa, mas bela, durante o trajeto podemos contemplar algumas belas cachoeiras e a linda geografia da região da Serra Gaúcha. São aproximadamente 30 km do centro de Farroupilha/RS até a Ponte de Ferro que faz divisa com a cidade de Nova Roma do Sul/RS.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Belas paisagens na RS 448

Ao chegar na ponte de ferro dobre a direita, passando por um barzinho e siga por aproximadamente 7,5 km, a estrada que leva até o Cachoeirão é de terra, possui inúmeras pedras soltas, mas com cuidado e devagar chega-se lá com segurança. Esteja atento, geralmente em dias de chuva a estrada fica muito embarrada e escorregadia, a também dois obstáculos significativos em dias de muita chuva, pois entre os Vales e o Rio das Antas, forma-se alguns córregos, então em alguns trechos e possível nos deparar com um pequeno rio atravessando a estrada. Não recomendo ir em dias chuvosos.

A outra forma de chegar ao Cachoeirão é pelo Município de Nova Pádua/RS, o trajeto é de aproximadamente 10 km e termina no Rio das Antas, ali tem a Balsa que disponibiliza um serviço de passagem para o outro lado do rio. Depois siga por aproximadamente 4 km margeando o rio (neste caso o rio estará a esquerda).

Dica:

Se você gosta de pedalar, recomendo muito este passeio. Saia da cidade de Caxias do Sul/RS em direção a Nova Pádua/RS, siga até a Balsa, atravesse, passe pelo Cachoeirão e suba até a cidade de Farroupilha, ou vice-versa, com certeza é uma bela e encantadora travessia.

Além desse atrativo a cidade de Nova Roma do Sul possui outras belezas naturais como: Gruta Fiorese e Cascata Salto Escondido, essas você confere aqui no site.

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Tênis Techamphibian 3 Salomon Avaliação

Apresento o Tênis Techamphibian 3 é um dos tênis mais leves fabricado pela marca francesa Salomon. Este calçado é destinado para fazer travessias de cânions, rios ou qualquer outro caminho que seja acidentado.

Este modelo de tênis é um modelo muito versátil, construído para acomodar seu pé de maneira segura e estável, nesta avaliação iremos mostrar todos os detalhes, características técnicas e algumas curiosidades, para que você conheça o produto sem ter que ir na loja.

Características construtivas:

O Tênis Techamphibian 3 apresenta uma construção diferenciada da maioria dos calçados que conhecemos, pode ser usado como uma sandália em dias de calor ou como um tênis técnico em situações onde é exigido o máximo desempenho.

Entre seus detalhes o que mais chama a atenção é o seu ajuste do torso do pé, este mantém o pé completamente firme, tornando-o fácil de calçar e descalçar, este sistema de ajuste oferece maior segurança na pisada.

A Salomon é diferente, além da venda, constrói seus calçados de maneira que tenha o melhor ajuste possível para seus pés.

Tênis Techamphibian 3

Tênis Techamphibian 3

O sistema de ajuste do cadarço é chamado de Quicklace, este tipo de amarração permite que você ajuste o cadarço de maneira rápida e segura evitando assim que o tênis se desamarre. Este tipo de amarração já é muito usado em boa parte dos calçados da marca, é altamente confiável. Além disso a Salomon preocupa-se ainda em oferecer um pequeno bolso em cima da língua para assim acomodar o restante do cadarço que sobrou.

Tênis Techamphibian 3

Na parte externa do calçado, podemos notar alguns detalhes interessantes, construído com telas de Nylon que permitem que a água saia por completa de dentro do tênis, mantendo o seu pé sempre seco, um detalhe que vale a pena mostrar aqui é as telas com design de colmeia, na parte onde o tênis é dobrado repetidas vezes durante uma caminhada em leito de rios a marca Salomon se preocupou em colocar duas telas uma em cima da outra, garantindo que o tênis não rasgue facilmente com o passar do tempo. Veja a imagem abaixo:

Tênis Techamphibian 3

Na parte da frente do tênis Techamphibian 3 podemos notar uma certa rigidez nos materiais, foi construído desta maneira para evitar machucar os dedos durante um escorregão ou algum impacto maior.

Tênis Techamphibian 3

O solado é construído de maneira que não permite a entrada de água por baixo, isso possibilita maior segurança e tração em terrenos escorregadios e acidentados, sendo muito bom até mesmo em baixo da água. O solado Non-marking – ContaGrip como é conhecido  foi pensado para ser muito aderente em inúmeras situações, podemos notar que as garras do Tênis Techamphibian 3 possuem porosidade diferente na parte da frente, meio e atrás, isso faz com que tenhamos maior firmeza, tração e aderência, independentemente da maneira que tocarmos no terreno.

Tênis Techamphibian 3

O Tênis Techamphibian 3 calça muito bem, é confortável, leve e seguro, na parte interna podemos ver que o fabricante caprichou para deixar o tênis o mais confortável possível, na parte de trás a uma camada de espuma relativamente espessa, isso gera uma sensação muito boa ao caminhar. A palmilha é leve e muito respirável, o que garante isso são os pequenos orifícios em toda sua estrutura.

Tênis Techamphibian 3

Com certeza é um calçado fabricado para durar, os materiais são de primeira linha.

Analisamos e testamos o Tênis Techamphibian 3 nas regiões da serra gaúcha e em algumas caminhadas leves na região dos Cânions, mais precisamente em Cambará do Sul/RS e também no litoral.

Utilização:

Este calçado pode ser utilizado em trilhas curtas (hiking), na cidade e nas praias, não recomendamos o seu uso para trekking em mata fechada, pois como o calçado é um tanto aberto em sua estrutura, isso pode ser um problema se por ventura na trilha tiver algum animal peçonhento.

Veja outras imagens capturas enquanto fazíamos os testes abaixo:

Tênis Techamphibian 3

Tênis Techamphibian 3

Tênis Techamphibian 3

Avaliação final – Tênis Techamphibian 3 Salomon:

Os primeiros testes que realizamos foram em trilhas normais aqui na serra gaúcha, com terreno pouco acidentado e solo seco, o tênis Techamphibian 3 se comportou muito bem, possui boa tração e resistência.

Nas caminhadas na região dos Cânions também foram satisfatórias, no dia desses testes estava bastante úmido, não chegando a estar completamente molhado.

O terceiro teste fizemos no litoral, caminhamos bastante na beira mar, mesmo com o calor a respirabilidade do tênis é boa.

O último teste que fizemos foi na travessia de alguns pequenos riachos na cidade de Nova Roma do Sul/RS, afinal queríamos constatar verdadeiramente a aderência do calçado para a atividade para que foi fabricado. Neste quesito deixou um tanto a desejar, ele é sim um pouco mais aderente que a maioria dos tênis da marca, mas não é um calçado que podemos confiar cegamente ao passar por pedras lisas, com limos e musgos.

A biqueira é muito resistente, inume-as vezes chutei pedras sem querer e não machuquei os dedos. Lembrando que quando comprar um tênis da marca Salomon, você deverá sempre usar um número a mais que o seu usual.

Em relação a entrada e saída de água isso funcionou bem, um dos pontos positivos desse calçado de fato é o seu peso e a secagem rápida.

Onde comprar: Guenoa Bikes e Apetrechos para Aventuras

Valor: R$ 499,00

Peso: 350g

Tênis Techamphibian 3

Em nosso site você encontra também a avaliação completa da Bota Salomon Explorer GTX e o Tênis XA PRO 3D ULTRA 2 GTX.

Boreas Gear apresenta sua mochila 3 em 1

Um projeto revolucionário feito pela empresa Boreas Gear, criou uma mochila para aventuras 3 em 1, isto mesmo, uma mochila capaz de ser adaptada para três atividades distintas, podendo ser transformada conforme  a necessidade do usuário.

Sobre a Boreas Gear

Em 2010, Tae Kim começou Boreas Gear com uma equipe heterogênea de pessoas criativas em San Francisco. Morava no Alasca, em um lugar onde há muito mais ursos do que mulheres, Tae passou inúmeros dias pescando, acampando e esquiando com sua família louca. Foi assim que ele acendeu sua paixão pelas atividades ao ar livre. Tae deixou o Alasca para estudar design e começou sua jornada para a indústria de equipamentos para o ar livre. Seu amor ao design e ao ar livre levou-o a se tornar o diretor de design da The North Face. Durante este período de sete anos, Tae adquiriu o conhecimento e a habilidade para conseguir fazer sozinho seus próprios produtos.

Nossos próprios desenhos são limpos, simples e diferente de qualquer outra coisa que você tenha visto. Desenvolvido por uma equipe de designers com anos de experiência na criação de equipamentos para The North Face, Eddie Bauer/First Ascent e Jeremy Jones. Nossos primeiros projetos, The Lost Coast e Buttermilks são uma combinação para melhorar o seu dia a dia.

A série de Mochilas Bootlegger

Esta série de mochilas é dividida em três modelos, podendo ser montada e ajustada rapidamente. A série é composta pelos seguintes modelos: Hopper 28l, Scrimshaw 30l e a Torpedo 13l. Todos estas variáveis podem ser totalmente ajustadas.

Boreas Gear

Toda essa facilidade só é possível graças ao versátil e modular sistema de suspensão Triple-Tramp, permite que uma pessoa possa ter uma mochila para fazer uma caminhada leve, passar para uma aventura mais desafiadora ou ter uma mochila impermeável, quem sabe para praticar canoagem ou simplesmente ficar na praia.

Assista o vídeo:

Com certeza é modelo de mochila bem atraente, sofisticado e barato pelo preço vendido, aproximadamente $ 199,00 Dólares, você deve estar se pergunta agora. Esse valor é por cada mochila? Não este valor é pelo conjunto todo.

Caso queira adquirir este modelo, clique aqui!

  Veja aqui algumas imagens exclusivas da série de mochilas Bootlegger

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Boreas Gear

Mudanças climáticas em tempo real

Mudanças climáticas em tempo real

Você acredita na previsão do tempo, eu pessoalmente não acredito muito, pois fui criado em uma cidade do interior, localizada em meio a serra gaucha, conhecida como Farroupilha, a cidade tem muita influencia cultural Italiana e Alemã, as pessoas aqui trabalham muito, na grande maioria das vezes via meus avós olhando para o céu, a movimentação das nuvens, somado com o ar quente ou frio era possível determinar se iria chover ou não.

Em regiões muito altas também é possível fazer estes testes segundo os moradores antigos faziam, mas nestes locais as mudanças climáticas podem mudar constantemente, isto se dá por muitos motivos, tais como: altitude, velocidade do vento, temperatura e alguns outros fatores.

Geralmente antes de fazermos uma viagem, aventura ou trilha olhamos atentamente os meses propícios para ter maior visibilidade, damos aquela passadinha pelos sites de previsão do tempo só para checar pela última vez sobre a condição do tempo para aquela aventura.

Para ajudar você nessa tarefa de tentar acertar as mudanças climáticas, damos a dica de um site muito confiável, fácil de mexer e com muitas opções de pesquisas, entre elas estão: vento, nuvens, temperatura, chuva/neve, ondas e pressão, tudo isso em tempo real, você só precisa ajustar a opção desejada.

Este site de monitoramento das mudanças climáticas foi criado pelo Sr. Ivo, apaixonado por helicópteros, piloto de jatos, juntou seu conhecimento com sua segunda paixão de programação de software e criou o WindyTV, um site rápido, confiável e fácil de operar.

Veja algumas imagens abaixo:

Mudanças climáticas

Mudanças climáticas

Mudanças climáticas

As imagens acima mostram algumas possíveis variáveis de clima, basta selecionar a opção desejada no lado direito da imagem e visualizar em tempo real as mudanças climáticas acontecendo na sua frente, desta maneira fica muito mais fácil planejar a sua viagem, acampamento.

Para facilitar ainda mais o uso desta ferramente incrível, a empresa disponibilizou aplicativos para usar nos celulares Android e IOS gratuitamente.

Lagoinha do Leste

Os turistas a consideram a mais bonita da Ilha, os moradores do Sul da Ilha garantem que ela é a mais misteriosa de Florianópolis, os ecologistas a defendem como se fosse a última praia do mundo, descubra a Lagoinha do Leste.

Seja qual for a opinião sobre a Lagoinha do Leste, ela é única. A praia ainda preserva as características de quando os primeiros imigrantes aportaram nestas terras. A Lagoinha, como é carinhosamente chamada pelos ilhéus, impressiona seus visitantes com sua beleza, seu ar selvagem e seus mistérios.

Lagoinha do Leste

Praia de mar aberto e águas cristalinas localizada no Sul da Ilha, a Lagoinha fica espremida entre dois costões que entram no oceano, formando quase uma pequena enseada de pouco mais que um quilômetro. Atrás, uma vasta Mata Atlântica garante a sensação de se estar voltando no tempo. A praia tem a companhia de uma lagoa, que dá nome ao lugar, próxima ao costão esquerdo. De águas quentes e escuras, a lagoa se esconde atrás da restinga, tendo origem num rio que nasce no morro.

Lagoinha do Leste

Mesmo isolada – só se chega a pé ou de barco -, a Lagoinha recebe muitos visitantes no verão. Eles percorrem a trilha secular e usam a praia para nadar, mergulhar e surfar. Como os grandes balneários da Ilha, a Lagoinha do Leste já sente os primeiros efeitos da exploração.

A praia é perfeita para acampar, já que, além da beleza, ainda conta com uma boa infraestrutura. Ou seja, tem bastante sombra e água potável, junto ao costão direito. O único problema, diz a lenda, são as bruxas que volta e meia a utilizam para seus rituais.

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Conheça a trilha que leva para a Lagoinha do Leste

A melhor maneira de se chegar à Lagoinha do Leste é pela Praia do Matadeiro, voltando pelo Pântano do Sul. Assim, enfrenta-se o trecho mais pesado primeiro, deixando para a volta, quando se está inevitavelmente mais cansado, o Morro do Pântano do Sul. Como em toda trilha extensa, é bom começar a caminhada na parte da manhã, pois sobra mais tempo para aproveitar a paisagem e a praia.

Lagoinha do Leste

A partir do costão direito da Praia do Matadeiro acaba a areia e surge a trilha. Os primeiros 30 minutos de caminhada são os mais difíceis e cansativos. É preciso fazer subidas íngremes e, em alguns pontos, o mato é um pouco fechado. No meio do caminho há água, um córrego corta a trilha e oferece água fresca e sombra. Depois deste trecho, o caminho é tranqüilo, sem subidas e de uma beleza incrível, revelando a cada momento uma nova e fascinante paisagem. Durante uma hora e meia a trilha margeia os costões, passando pela Ponta do Quebra-Remo, Ponta do Facão e Ponta da Lagoinha.

Na Ponta do Facão, um rochedo de mais de 15 metros guarda uma pequena caverna banhada pelas águas. Para chegar até lá é preciso um pouco de coragem, já que você terá que descer pela encosta até o mar. Ultrapassando a Ponta da Lagoinha, chega-se à praia.

Lagoinha do Leste

A volta se dá pelo costão direito, subindo a trilha que sai no Pântano do Sul. Ela é mais fácil e mais rápida que a do Matadeiro, porém não é tão atraente. São cerca de 50 minutos de caminhada para subir e descer o morro que separa a praia do Pântano do Sul. A subida é íngreme, mas a trilha é aberta e não oferece nenhum obstáculo. Na maior parte do tempo as árvores oferecem uma boa sombra.

O momento mais bonito é quando se avista a praia do alto do morro.

Lagoinha do Leste

Mapa das trilhas que levam a lagoinha do leste

Lagoinha do Leste

Informações importantes:

  • Nível de dificuldade: moderado;
  • Atrativos: lagoa, vista panorâmica, praia, fonte d’água, Mata Atlântica;
  • Tempo: 2 ele 50 min;
  • Início: Costão direito da Praia do Matadeiro;
  • Fim: Pântano do Sul, na rua Manoel Pedro de Oliveira;
  • Principal dificuldade: Extensa, subida íngreme;
  • Como chegar: Seguir em frente, a partir do costão direito da Praia do Matadeiro.

Serra Gaúcha possui cachoeira com 100 metros

Serra Gaúcha é um lugar bastante pitoresco onde os imigrantes e seus descendentes criaram uma identidade própria, mesclando o modo de vida gaúcho aos seus costumes e tradições.

Nova Roma do Sul situada no Rio Grande do Sul,  à 160 quilômetros de Porto Alegre, capital do Estado,  e à 50 quilômetros de Caxias do Sul, entre as montanhas da Serra Gaúcha. É dona de uma natureza encantadora com várias opções para o ecoturismo e aventura, por isso a cidade começa a se estruturar para marcar espaço no segmento de turismo.

Dentre os encantos da cidade, apresentamos a cachoeira conhecida como Salto Escondido, com mais de 100 metros de altura, cercada por mata nativa, afastada da civilização, um lugar de grande beleza e águas cristalinas.

Existem duas formas para se chegar a cachoeira:

Primeira, acesso através de trilha: Para chegar nas trilhas da cachoeira Salto Escondido, é preciso seguir a rodovia em sentido a cidade de Nova Roma do Sul/RS,  na segunda entrada a esquerda, possui uma estrada estreita de chão batido, seguindo por essa estrada existe um outro ponto turístico pouco conhecido, que é o Cemitério Luterano Sueco.

Passando pelo cemitério, seguindo sempre a estrada principal chega-se a um local que possui uma casinha do lado direito, ali é possível deixar os veículos. Como não há estacionamento no local, os carros tem que ficar ao lado da estrada. Dali em diante, seguindo a estrada a pé, chegar-se-á a um enorme buraco no chão constituído pela erosão, dali em diante, começam as trilhas propriamente ditas. Seguindo sempre adiante, você chegará a um pequeno riacho de profundidade rasa. Você deverá atravessar esse riacho  e continuar sempre  reto pela trilha, essa trilha demora aproximadamente uns 20 minutos, ao avistar  uma bifurcação,  continue em frente,  seguindo pela direita que é  o caminho  que  levará até a cachoeira. Tome cuidado para não errar pois seguindo à esquerda o percurso levará  ao Rio das Antas. Continue sempre em frente e verá uma segunda bifurcação, a do lado direito uma trilha de moto, esta leva a crista da cachoeira, e a outra segue reto em direção a base. Escolha o ponto que deseja ir.

A trilha que leva à crista: É bastante íngreme, porém nada muito complicado. Você chegará a um potreio com acesso por uma porteira. Abra  a porteira e acesse, não esqueça de  fechar a porteira. Siga ao lado da porteira sentido  esquerdo, logo a diante terá uma faixa de mata nativa e  atrás dela a crista da cachoeira. Só é possível chegar na crista usando equipamentos de ancoragem, pois o rio que escorre para a cachoeira, possuí uns 6 metros de largura e muitas pedras com musgos, sendo elas muito escorregadias. Não recomendamos chegar à crista sem equipamento de segurança.

Esta cachoeira apresenta possibilidade de fazer “Cascading” (é um esporte de aventura que consiste na exploração progressiva de uma cachoeira).

A maior parte da descida se dá no negativo por conta de uma grande fenda no paredão, o que  dá a oportunidade de contemplar o interior da queda numa visão inesquecível!

A trilha que leva ao pé da cachoeira: Seguindo adiante na  segunda bifurcação, encontrará uma descida leve, seguindo pela trilha se chegará a um pequeno riacho, de fácil passagem. Atravesse-o  e siga beirando o rio pelo lado esquerdo, ou podendo ir até por dentro, ou pulando de pedra em pedra, subindo o rio mais ou menos uns 10 minutos, já é possível avistar a linda e imponente cachoeira do Salto Escondido.

A cachoeira possuí uma altura de aproximadamente 100 metros, suas  águas  são lançadas lá do alto e caem nas rochas antes de tocar o chão. Isso possibilita um delicioso banho de cachoeira. Junto as  rochas da cachoeira existem piscinas que se formaram naturalmente, assim podendo se refrescar, principalmente se  for em dias de muito calor.

No Local, é possível fazer um acampamento selvagem, contudo não é aconselhável  muito próximo ao paredão da cachoeira, pois as vezes podem cair algumas pedras.

Segunda maneira, acesso via automóvel:

Seguindo pela rodovia, RS – 448, sentido à cidade de Nova Roma do Sul/RS, antes de chegar na linha linha Castro Alves, passando pela antiga pedreira, ao lado esquerdo da rodovia terá uma entrada sem sinalização, siga por essa estrada sempre na via principal, você avistará  um grande aviário, dobre a direita, e siga até o fim da estrada,local onde encontra-se uma pequena casa de material a esquerda da estrada.  Neste local é possível deixar os carros.

Veja o Mapa: