Cachoeira Princesa dos Campos

A Cachoeira Princesa dos Campos é um atrativo localizado a cerca de 20 km do centro da cidade de Jaquirana/RS.

Antes de chegar a portaria da Princesa dos campos, podemos ver ao lado da estrada um mirante, onde temos a vista de todo o vale e também da majestosa cachoeira que dá o nome ao local.

Mirante Princesa dos Campos

O local funciona como um paradouro, administrado pelos proprietários do Parque das Cascatas/RS, para os viajantes que estão percorrendo o interior do Rio Grande do Sul, é possível parar e aproveitar as paisagens.

Acomodações Princesa dos Campos

Para quem gosta de conforto e requinte, a Princesa dos Campos, possui boas instalações, uma grande cabana com vista para o vale, um bar e ofurô para seus hospedes.

Para os mais aventureiros o local dispõe de área de camping, localizado próximo da Cascata da Princesinha (uma linda e extensa cascata), as áreas de camping possui boa estrutura para receber seus visitantes, com banheiros divididos por sexo, chuveiros quente, mesas, bancos e churrasqueiras em estilo rústico.

Trilhas a percorrer

Dentro da área da Princesa dos Campos é possível conhecer 5 (cinco) quedas de água que compõem a paisagem e instigam a gente a percorrer as trilhas bem demarcadas do local.

A trilha mais desafiadora é a que leva até a base da Cachoeira Princesa dos Campos, o caminho é um tanto íngreme, mas possui uma gigante escadaria de pedra e concreto com 150 degraus que facilita o acesso com qualquer condição climática. (Não recomendamos essa caminhada para pessoas com problemas de articulações ou problemas respiratórios).

Cachoeira Princesa dos Campos
Long Exposure Princesa dos Campos

Ainda na parte de baixo da propriedade, percorremos uma pequena trilha que leva a outra cachoeira, o caminho é bem marcado, passamos por uma pequena usina de energia antiga que está abandonada no meio da mata. Dali em diante começamos a entrar em um cenário de filme, em meio a trilha há enormes xaxins centenários com mais de 5 metros de altura.

Ao chegar na cachoeira a visão é bela, a água é cristalina e não contém vestígios de poluição. Ao lado direito da queda de água tem uma trilha que parecia levar na parte de cima da cachoeira, mas como a trilha estava muito lisa e embarrada, não quisemos trilhar esse caminho. Depois de tirar algumas fotos retornamos para a parte de cima da propriedade.

Cachoeira em Jaquirana/RS

Na parte de cima da Princesa dos Campos há mais 3 (três) quedas de água, a principal delas é a Cascata da Princesinha, uma linda e grandiosa cascata.

O dia estava cinzento, mas mesmo assim conseguimos capturar belas imagens, as águas do Arroio dos Novilhos estavam baixas, dava para ir tranquilamente até a base da cascata sem ao menos molhar o joelho. Como estava frio nesse dia, não chegamos muito perto, a água estava congelante.

Cachoeira da Princesinha
Princesa dos Campos

Descendo pelo leito do arroio temos mais duas quedas de água, estas não tão grandes assim, mas fazem da Princesa dos Campos um lugar muito atraente para quem gosta de curtir a natureza e fazer boas fotografias.

Trilhas e Cachoeiras

A Princesa dos Campos é um destino que com certeza iremos aproveitar mais no verão, por ser um pouco distante da cidade de Jaquirana/RS, o movimento no local é baixo.

Para você que procura novos destinos para conhecer, viajar com os amigos, este local é perfeito para um fim de semana aconchegante, seja se hospedando ou acampando no local.

Para mais informações sobre valores e taxas de visitação ligue para o contato (54) 99625-0706 ou acesse o página no Facebook.

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Cachoeira Maratá

Descubra Maratá

Maratá é uma cidade de origem alemã, distante cerca de 83,3 km da capital Porto Alegre/RS.

Um destino certo para quem gosta de conhecer cascatas, cachoeiras e ainda se divertir junto à natureza. Conhecida como a Capital das Belezas Naturais, a cidade oferece visitação ao Parque Municipal da Cascata Vitória, Parque da Cachoeira Maratá e Morro Ibiticã, entre outros locais que fazem referência a origem alemã.

Nós do Trekking RS, fizemos uma breve visita à cidade no último fim de semana e gostamos bastante dessa cidadezinha. Com certeza é um destino para voltar no verão para aproveitar mais.

A nossa primeira parada foi no Parque da Cachoeira Maratá, distante aproximadamente 1,5 km do centro da cidade, possui estrada pavimentada até o local.

O parque fica aberto todos os dias da semana nos horários das 8 às 22 horas na alta temporada e fora da temporada das 10 às 19 horas.

O que fazer em Maratá

No local é possível desfrutar de uma linda vista da cachoeira que leva o nome da cidade com aproximadamente 15 metros de altura, o parque conta ainda com churrasqueiras, mesas, banheiros com chuveiros quente, bar e uma enorme área de lazer.

Área de lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Área de Lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira
Foto: Luís H. Fritsch

Além disso o parque dispõe de uma trilha que leva até a parte alta da cachoeira, uma pequena gruta e uma outra cachoeira um pouco menor, de beleza intocada.

Cachoeira em Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch

Para os aventureiros que gostam de acampar, o Parque da Cachoeira Maratá pode ser a oportunidade perfeita para aproveitar um fim de semana com tranquilidade e diversão junto com a família e amigos.

Tarifas

Na alta temporada os valores são de R$ 10,00 para o estacionamento, R$ 7,00 para passar o dia ou R$ 15,00 à diária no camping (já incluso estacionamento e taxa de visitação).

Mais informações

  • Parque da Cachoeira Maratá – (51) 99540-2616, falar com Dirce;
  • Prefeitura de Maratá – Site e Facebook.

Nosso passeio não parou por aí, mas isso já é assunto para outro texto.

No próximo post vou falar sobre o Parque Municipal Cascata Vitória, um lugar igualmente belo onde é possível fazer inúmeras atividades.

Cascata Vitória
Parque Municipal Cascata Vitória – Maratá/RS – Foto: Luís H. Fritsch

Explore novos destinos como cachoeiras, cascatas e lugares ainda intocados. Dentro do nosso site, temos inúmeras opções de destinos de tirar o fôlego. Descubra!

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Loft Moinho Rio Segredo

Hoje venho apresentar uma nova opção de hospedagem, o Loft Moinho Rio Segredo sendo um local ideal para quem gosta de paz, tranquilidade e conexão com a natureza.

O Loft Moinho Rio Segredo, localiza-se no interior do Município de Ipê – Rio Grande do Sul/ Brasil, aproximadamente 15 km do centro da cidade. Ipê é conhecida como a capital da agricultura orgânica.

O Moinho Rio Segredo nada mais é que uma grande casa antiga, transformada em residência, onde pessoas podem alugar por dia.

Acomodações Rio Segredo

Grande Casa Loft (2 andares)

Acomoda tranquilamente 12 pessoas com as seguintes comodidades: TV a cabo, aquecimento central, wi-fi, água quente, roupas de cama e banho.

Rústico, aconchegante com a tranquilidade e privacidade que todo hóspede procura. Local extremadamente tranquilo e seguro. A edificação dispõe (no andar térreo) de um ambiente de sala com fogão a lenha, dois banheiro; varanda com vista panorâmica da cachoeira do Rio Segredo. Cozinha industrial completa equipada com, geladeira, freezer, churrasqueira e fogão industrial. No segundo andar, com uma proposta inovadora, charmoso e exclusivo Moinho, comporta doze (12) pessoas, distribuídas em um (1) ambiente com 3 camas de casal e 4 de solteiro e 1 sofá cama.

Studio Moinho Rio Segredo

Acomoda tranquilamente 2 pessoas com as seguintes comodidades: aquecimento central, wi-fi, água quente, roupas de cama e banho.

O pequeno Studio rústico, tem entrada independente, é equipado com mini cozinha, cama queen, banheiro, e tem a metragem de 11,25m2
Ideal para casal, que procura descanso em zona rural, junto a natureza, e que goste de aventura.

Tarifas de hospedagem

  • Grande Casa Loft (2 andares): Aproximadamente R$ 180,00 por noite;
  • Moinho Rio Segredo: Aproximadamente R$ 115,00 por noite.

Consulte valores exatos acessando o site da residência.

Recomendo desfrutar alguns dias nesse lugar incrível, para quem gosta de sair da rotina, descansar e respirar novos ares, tanto no Loft, quanto no Studio Rio Segredo valem muito a pena.

Local ideal para fazer ensaios fotográficos, festas de amigos, casamentos, encontros de família, dia dos namorados e outros.

Abaixo uma seleção especial de muitas imagens que fiz durante dois dias que fiquei hospedado no Studio, veja abaixo:

Studio Rio Segredo
Residência Rio Segredo
Fotografia
Hospedagem Rio Segredo
Cascata Rio Segredo
Fotografia Rio Segredo

Se você assim como eu adora conhecer lugares diferentes, então tenho certeza que este local fara você realmente relaxar, sair da rotina de maneira saudável.

Está procurando destinos exuberantes aqui no Rio Grande do Sul, trilhas inexploradas ou parques de aventura então clique aqui!

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Trekking no Vale da Utopia

Nossas aventuras pelo Vale da Utopia no estado de Santa Catarina – Brasil, foi uma aventura planejada de um ano para o outro, não por ser uma trilha difícil, nada disso, mas por precisar ter um tempo vago para fazer a travessia e poder aproveita-la ao máximo.

Trilhas Vale da Utopia

Existem duas trilhas para se chegar na Praia do Maço (Vale da Utopia), a mais rápida é pela praia da Pinheira e a outra um pouco mais extensa, começa pela Guarda do Embaú.

Como somos aventureiros e gostamos de desafios, resolvemos fazer a trilha mais extensa, uma aventura cercada por belas paisagens e um pouco menos visitada pela maioria das pessoas.

A travessia

Nossa caminhada começou por volta das 9:00 da manhã, quando deixamos nosso carro estacionado na Praia da Guarda do Embaú, saímos dali com nossas mochilas cargueiras nas costas e com vestimentas adequadas para o trekking, isto é, estávamos de bota, calça comprida, manga longa e bandana/chapéu.

Era feriadão de páscoa e todas as pessoas naquela praia estavam aproveitando o dia lindo de sol, lembro-me de as pessoas olharem para nós como se fossemos de outro mundo.

Guarda do Embaú
Trilha Vale da Utopia

De certa forma nós somos de outro mundo mesmo, onde não nos contentamos com a segurança, trabalhar o ano todo só para ter 30 dias de férias, somos de outro mundo, pois queremos ter o máximo de experiências em nossas vidas e chegar na velhice com mais sonhos realizados do que dinheiro no bolso.

Depois de tirar algumas fotos alí na Guarda do Embaú, seguimos a trilha a esquerda da praia até chegar em uma bifurcação, está leva para a Pedra do Urubu, trilha fácil, sem maiores dificuldades para nós, no entanto para pessoas sem preparo físico a trilha pode ser um tanto difícil e exaustiva, lembro de encontrar pessoas pelo caminho reclamando da trilha, que era difícil e íngreme.

Seguimos até o cume da Pedra do Urubu, ao chegarmos na base da pedra, tinha umas 15 pessoas em fila, esperando para capturar uma foto. Fiquei um pouco chateado por este fato, esperamos a nossa vez, tiramos umas 3 fotos e retornamos para a bifurcação no início da trilha.

Pedra do Urubu SC
Guarda do Embaú

Dali em diante tínhamos dois caminhos à seguir, um deles seria pela beira do mar e outro seria em meio mata, um caminho muito bem marcado e bonito e o mais legal, não havia ninguém indo naquela direção. Optamos por esse!

Tínhamos uma dúvida em relação a esse caminho, pois como não havia pessoas transitando por ali, pensamos por um momento que a trilha não iria nos levar a lugar nenhum, podia ser muito bem uma trilha que acabasse logo à frente. Mesmo com a dúvida seguimos por ele. depois de uns 10 minutos de caminhada, encontramos uma bifurcação, seguimos para à esquerda e essa trilha nos levou para a Prainha – Guarda do Embaú.

Seguindo pela esquerda na Prainha chegasse ao Vale da Utopia, e se seguir para a direita, chegasse nas piscinas naturais da Guarda do Embaú.

Estávamos perto das 11:00 quando chegamos nas piscinas naturais, o local ali é lindo, sentamos ao lado de uma pedra grande, que proporcionava um pouco de sombra, retirei as botas, a parte de baixo da calça bermuda e me sentei na piscina.

Vale da Utopia
piscinas Vale da Utopia

Essa piscina nada mais é que algumas pedras na beira do mar, onde as ondas quebram em uma parede rochosa, a água respinga pelas pedras e as vezes essa água toda invade a costa, transformando em um grande piscina natural. É preciso ficar atento no local, pois algumas vezes as ondas batem tão forte na parede rochosa que escutamos um grande estrondo, a onda então avança sobre os paredões rochosos e inunda as piscinas, levando tudo que encontra pela frente.

Depois de curtir por cerca de umas 2 horas o local, tirarmos inúmeras fotos, vestimos nossos trajes de “trilheiros”colocamos a mochila nas costas e seguimos pela Prainha em direção ao Vale da Utopia.

Esse trecho entre a Prainha e a Praia Solita se chama trilha Costa de Pedras, como seu próprio nome diz, são muitas pedras gigantes na beira do mar, é necessário cruzar por cima destas pedras por aproximadamente 300 metros.

Ao se chegar em terra firme já estamos praticamente no começo da Trilha do Vale da Utopia. A visão desse ponto, podemos ver ao longe o costão de pedras que cruzamos e também o local das piscinas naturais.

Trilha Vale da Utopia

Trilha do Vale da Utopia

A trilha do Vale da Utopia começa exatamente neste ponto, começamos a subir um morro gramado em uma estrada bem demarcada que atravessa alguns potreiros, onde podemos ver muitas vacas e bois.

Ao começar a descer já temos a visão da Praia do Maço, conforme vamos nos aproximando já encontramos muitas pessoas com barracas armadas e curtindo o dia ali.

Era hora de escolher um local legal para acampar, olhamos alguns locais e encontramos um onde não havia ninguém ao nosso redor. Isso possibilitaria maior tranquilidade para nós, pois sabíamos que, o Vale da Utopia em si tinha deixado de ser um local de contemplação e tinha se tornado uma grande área de festas para as pessoas.

backpacker Vale da Utopia
Vale da Utopia

Depois de montar a barraca, organizar os equipamentos dentro, resolvemos descer até a beira da Praia do Maço. Ao chegar encontramos um barzinho que oferecia lanches, pasteis, café, refrigerante, cervejas e caipirinhas.

Pedimos uma caipira e ficamos ali curtindo o pôr do sol sem nenhuma pressa, o fim de tarde estava maravilhosamente perfeito, o clima estava agradável, capturei algumas imagens e voltamos para o nosso local de acampamento.

Bar Vale da Utopia
Vale da Utopia
Sunset Vale da Utopia

Estava quase escurecendo quando começamos a fazer o jantar, eu era o cozinheiro da rodada..kkk. O cardápio era massa com molho vermelho e calabresa, depois de algum tempo o jantar estava pronto, jantamos sob um céu limpo e cheio de estrelas brilhantes. Características estas de um hotel 1 bilhão de estrelas que só quem acampa entenderá.

Logo descemos até o barzinho novamente, dessa vez apenas para lavar a louça em uma pia improvisada ao lado do bar.

A noite estava realmente especial, pois além das estrelas brilhantes, podíamos ver a lua cheia, que clareava todo o Vale da Utopia, nem precisávamos usar as lanternas para encontrar nossa barraca na volta.

barraca Vale da Utopia

Ficamos um bom tempo ali olhando as estrelas e conversando, fiz algumas imagens noturnas e fomos dormir, afinal queríamos acordar cedo para ver o nascer do sol.

Nascer do sol no Vale da Utopia

Pulei do Saco de dormir as 5:30 da manhã, abri a barraca e olhei para fora, o dia estava limpo, ainda estava um pouco escuro, estava um pouco frio, mas nada com o que se preocupar.

Conforme foi passando o tempo o céu começou a ficar muito colorido, com cores amareladas, alaranjadas e avermelhadas muito vibrantes. É difícil descrever momentos assim, mas posso dizer que foi um dos mais lindos nascer do sol que já presenciei na vida.

Sunrise Vale da Utopia
Vale da Utopia

Quando o sol realmente apareceu no horizonte estávamos felizes e agradecidos ao mesmo tempo, consegui captar algumas imagens interessantes desse nascer do sol incrível.

Vale da Utopia

Conforme o sol ia subindo, nós arrumávamos os equipamentos dentro das mochilas, desmontamos a barraca, colocamos a mochila nas costas e seguimos a trilha que leva até a Praia da Pinheira.

Vale da Utopia

No meio do caminho existe um pequeno mirante, onde podemos ver a praia de cima e boa parte da orla da pinheira, lugar muito legal, com uma bela vista.

Vale da Utopia

Dali em diante seguimos o caminho marcado e chegamos até a beira da praia da Pinheira, colocamos as mochilas na areia e ficamos ali só curtindo um pouco.

A praia da Pinheira é um local belo, mas bem movimentado, para quem gosta de nadar ou se refrescar nas águas do mar pode ser uma boa alternativa, pois não há ondas nessa praia.

Praia da Pinheira

Depois de aproximadamente umas 2 horas, colocamos a mochila nas costas e seguimos para a Guarda do Embaú, dessa vez seguindo o caminho pela estrada, basicamente caminha-se 5 km, neste caminho podemos ver inúmeras pousadas, hostels em meio a natureza.

Ao chegar no nosso carro, ficamos felizes por completar mais essa aventura, pois a melhor coisa de todas as aventuras que fazemos é poder ir e voltar em segurança.

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Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso está localizada na linha Forromeco, pertencente a cidade de Carlos Barbosa, distante aproximadamente 16 km da cidade de Farroupilha e 11 km do município de São Vendelino/RS.

A Cascata do Paraíso está dentro de uma propriedade particular, por isso é muito bem cuidada e preservada pelo proprietário, Sr. Eduardo, um porto alegrense muito gente boa que tivemos o privilégio de conhecer.

Para manter a estrutura intacta e as trilhas organizadas, o proprietário cobra uma taxa de R$ 10,00 por pessoa para passar o dia no local.

O que fazer na Cascata do Paraíso

Dentro da propriedade há cerca de três quedas de água, onde em cada uma delas forma-se um grande poço para banhos, a profundidade entre eles variam de 3 a 8 metros, caso você não saiba nadar não é recomendado entrar na água.

Para quem gosta de nadar ou se refrescar nas águas da cascata, esse lugar é propício para isso.

Para quem gosta de capturar belas imagens assim como eu, o local é propício para isso, os caminhos e trilhas são bem sinalizados e de fácil acesso para a maioria das pessoas.

Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch

Dentro da sua propriedade ele não aceita que entre com bebidas alcoólicas, mas é possível fazer um churrasco com os amigos e/ou família, as churrasqueiras são feitas de maneira natural, usando pedras do próprio rio.

Horários de visitação

Para aproveitar melhor a paisagem, recomendamos ir durante a semana, mas caso você não consiga ir nestes dias, ir aos finais de semana também pode ser legal.

Em dias de muito calor e finais de semana principalmente a Cascata do Paraíso costuma ficar lotada, se você é o tipo de pessoa que gosta de paz e tranquilidade, ir nos sábados e domingos talvez não seja a melhor opção.

A propriedade está aberta para todos que quiserem visita-lá, das 9:00 horas até às 18:00, todos os dias da semana.

Como chegar na Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Link do Google Maps

Outros destinos nas proximidades

A região da Serra Gaúcha possui muitos atrativos naturais, pois possui uma geografia interessante, rodeada de grandes vales, matas e cascatas.

Se você tem vontade de conhecer outros lugares de belezas naturais exuberantes, recomendamos conhecer também a Cascata do Salto Ventoso na cidade de Farroupilha, distante aproximadamente 10 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Salto Ventoso – Crédito: Luís H. Fritsch

Caso você goste de locais altos e com uma vista esplendida da cidade de São Vendelino, recomendamos conhecer o Morro do Diabo, localizado aproximadamente 9 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Morro do Diabo – Crédito: Marcio Basso

O local é propício para esportes de Voo livre como paraglider e parapente ou também um ótimo local para se curtir o pôr do sol, concluindo assim o passeio pelo interior da Serra Gaúcha

Torres del Paine

Em nossa viagem a Argentina, conhecemos Ushuaia e El Calafate, aproveitamos para comprar um passeio de El Calafate até o Chile, para conhecer um pouco da patagônia chilena, mais precisamente um lugar que sempre fez parte dos meus sonhos, Torres del Paine.

Da cidade de El Calafate até Torres del Paine são cerca de 260 km, ou seja, mais de 3 horas de viagem, por isso a condução saiu bem cedinho. O veículo utilizado foi um caminhão/ônibus 4×4 da empresa South Road, que é o mais indicado para estrada que utilizamos, de menor distância, pela Ruta 40.

Ao sair da Argentina rumo ao Chile foi necessário passar pela aduana argentina e posteriormente na aduana chilena, onde as mochilas passaram por scanner, ressaltando-se que não se pode ingressar no Chile com alimentos perecíveis, sob pena de multa.

O Parque Nacional Torres del Paine está localizado na Região de Magalhães ao sul da patagônia chilena e possui 227.298 hectares. Foi criado em 1959 e declarado Reserva da Biosfera pela Unesco em 1978, sendo famoso pelas formações rochosas dos picos do conjunto de montanhas, principalmente as torres de granito e os cuernos, ou “chifres”, que podem ser vistos de quase todas as áreas do parque, e em conjunto com os belos lagos, rios, a fauna e flora, criam uma paisagem deslumbrante.

No dia 27-12-2011 o Parque Nacional Torres del Paine sofreu as consequências de um incêndio que durou cerca de 10 dias e atingiu aproximadamente 7% de sua área, destruindo vegetações e matando animais. O vento existente na região contribuiu para o alastramento do fogo. Como a catástrofe foi de grandes proporções o parque ficou fechado por alguns dias.

Os troncos queimados, ainda presentes no local, são testemunhas  silenciosas dessa tragédia que destruiu milhares de hectares verdes. Mas, mesmo assim, a visão é linda e os caules secos passaram a integrar o cenário.

Torres del Paine

Torres del Paine

A preservação do parque é visível em todos os aspectos, havendo constante vigilância por parte dos guardas-florestais. Os visitantes devem respeitar as regras para evitar desastres ambientais. Por exemplo, em alguns locais é proibido o uso de fogareiro por haver alta probabilidade de incêndio. Descarte em locais inadequados, de produtos que possam poluir o ambiente, também são vedados.

Para ingressar no parque o visitante paga o valor de U$35,00 e pode lá permanecer por prazo indeterminado, só pagando novamente a taxa quando sair e quiser retornar. Nas palavras de nosso guia “pode ficar lá por quanto tempo quiser, pode até ficar para sempre”.

Entre setembro e abril é a melhor época para visitação ao parque, pois no inverno as temperaturas são abaixo de zero e com muitas nevascas, o que impede as atividades ao ar livre. Vale dizer, que mesmo indo nas épocas de temperaturas mais amenas, o corta-vento, o fleece, as roupas impermeáveis, o gorro, a luva, são itens indispensáveis.

O parque impressiona a todos pela sua beleza singular e é considerado um dos lugares prediletos dos aventureiros que adoram acampar e fazer trilhas.

Em alguns pontos do percurso víamos guanacos, que são camelídeos nativos das regiões áridas e montanhosas, mamíferos da família das lhamas e encontrados em grande número na região da patagônia chilena.

Torres del Paine

O lugar escolhido para o almoço não poderia ter sido melhor, próximo a uma queda de água que contracenava com as montanhas geladas ao fundo. Na verdade, nosso almoço era um lanche fornecido pela agência de viagem, mas muito saboroso. Fazer uma refeição em meio a natureza, no estilo piquenique, tem seu valor.

Torres del Paine

Durante o trajeto, ao nos aproximarmos do destino, da janela do ônibus, já era possível ver ao longe as famosas torres. Fizemos nossa primeira parada para apreciar as belas paisagens da patagônia chilena. Dentro de um contexto de montanhas geladas, tínhamos a primeira imagem das torres, embora ainda distantes.

Seguindo adiante fizemos uma parada na Laguna Amarga, aqui sim tínhamos uma visão perfeita das torres que são um dos cartões-postais do Chile. A Laguna Amarga completa a paisagem com todo o seu esplendor.

Torres del Paine

Torres del Paine

Torres del Paine

Essa lagoa de cor verde azulado, localizada nas encostas de Cerro Toro, recebeu esse nome devido ao alto pH. Presentes nessa lagoa estromatólitos de carbonato de cálcio, que são formações rochosas de carbonato de cálcio, encontradas em poucos lugares do mundo, como nos solares de lama e em algumas lagoas australianas.

Ver os picos de Torres del Paine bem de frente para a Laguna Amarga, proporcionou uma sensação de paz, alegria, satisfação, e a certeza de que um passeio maravilhoso estava só começando.

Uma breve parada no Mirador del Nordenskjold para admirarmos os Cuernos del Paine e o lago de cor verde azulado. O Lago Nordenskjold possui uma profundidade de 200 metros, o que permite a navegação e a prática de outras práticas esportivas.

A fauna e a flora são diversificadas, destacando-se vegetações coloridas que parecem flores e são características do local devido ao clima, consistindo numa espécie de arbusto bem rígido.

Torres del Paine

Torres del Paine

Torres del Paine

Nosso próximo ponto foi nas margens do belo Lago Pehoé, de águas cristalinas, localizado próximo à Villa Cerro Castillo. O lago de cor verde-esmeralda e a flora exuberante, com uma bela vista para os Cuernos del Paine, formam uma imagem paisagística espetacular.

Torres del Paine

Torres del Paine

Iniciamos uma caminhada próxima ao Mirador Cuernos. Nessa hora estava garoando e tinha um pouco de vento, mas nada que nos desanimasse ou tornasse a vista panorâmica menos bela. O guia explicou inúmeras coisas sobre tudo existente no local, porém, nessa hora ficou um tanto complicado para quem não entende espanhol.

Um caminho simples, mas de beleza paradisíaca, sempre com visibilidade para as montanhas geladas. As fotos mostram a beleza, mas a emoção de estar nesse lugar encantador é algo eletrizante. Os “Cuernos del Paine” são formações rochosas que parecem ter sido esculpidas.

Torres del Paine

A chuva deu uma trégua e seguimos nossa caminhada em direção a uma cachoeira: o Salto Grande, que tem 10 metros de altura. O vento frio continuava, motivo pelo qual o casaco e o gorro foram fundamentais.

A água originária do Lado Nordenskjöld flui com grande força em direção ao Lago Pehoé formando o Salto Grande. Suas águas são de um verde turquesa, que impressionam pela linda coloração. A queda de água em tons verde e branco deixa a imagem da foto fascinante.

Torres del Paine

Torres del Paine

Torres del Paine

O parque Torres del Paine tem belezas inexplicáveis, não só as torres de granito e os cuernos, mas sim toda a geografia com suas florestas virgens, os lagos de águas limpas e cores intensas, os animais silvestres, a gostosa sensação de sentir os ventos, dentre inúmeras outras coisas que tornam o lugar simplesmente deslumbrante.

Como podem verificar no mapa abaixo conhecemos apenas uma pequena parte desse lindo parque, pois nosso passeio foi somente de um dia, mas valeu a pena, ficando a vontade de retornar e explorar o que não foi possível conhecer.

Os aventureiros adoram esse lugar por ser possível fazer caminhadas de longa duração por mais de 250 quilômetros de trilhas, passando por planícies, margens de lagos, montanhas e geleiras. As duas caminhadas mais famosas são os circuitos W e O, que permitem chegar à base das torres.

Uma de nossas próximas aventuras será fazer os circuitos W e O, que consiste em trekking de 7 a 10 dias, exigindo preparo físico e disposição, mas certamente passar esse tempo num lugar tão espetacular será recompensador. Mas isso será matéria de uma próxima postagem.

Perito Moreno

Nossa viagem a Pantagônia não poderia deixar de incluir uma visita à cidade de El Calafate, onde se situa o famoso glaciar argentino, o Perito Moreno.

Antes de pousar em El Calafate, da janela do avião, víamos uma região desértica, com extensos tapetes vegetais de arbustos baixos, e não tínhamos ideia da beleza que se encontrava escondida nessa pequena cidade.

Perito Moreno

O Perito Moreno possui 5 quilômetros de largura e cerca de 60 metros de altura e é considerado uma das mais importantes reservas de água doce do mundo, sendo, inclusive, já chamado de “oitava maravilha do mundo”.

O glaciar está dentro do Parque Nacional do Glaciares, o qual possui 726.927 hectares e fica distante cerca de 80 km da cidade de El Calafate. A região toda encanta pela beleza dos bosques e montanhas presentes nos arredores.

Há, basicamente, três formas de conhecer o Perito Moreno:

  • da forma tradicional, ingressando no Parque e percorrendo pelas passarelas e mirantes, para visualizar a geleira bem de perto;
  • Safari Náutico, que consiste em navegação pelo Lago Rico a bordo de um barco, que chega bem próximo ao glaciar, onde se pode desfrutar de uma vista de baixo para cima e ter uma ideia da dimensão dessa geleira;
  • mini trekking, que consiste em caminhar diretamente na geleira.

Na cidade há várias agências de turismo que vendem os passeios, disponibilizando veículos que buscam no hotel, com acompanhamento de guia, que presta ao turista informações sobre os pontos turísticos. É possível fazer os passeios durante todo o ano, dependendo do clima que preferir.

Nosso passeio ao Perito Moreno já estava incluso no pacote de viagem que contratamos no Brasil, tanto o passeio de barco como a entrada no parque para percorrer pelas passarelas.

Caso não queira contratar uma agência de viagens, pode o turista ir por conta própria e comprar o ingresso de entrada no parque, cujos valores podem ser verificados no site. Os horários de funcionamento do parque também podem ser verificado no referido site.

A lotação contratada nos buscou no hotel bem cedinho para nos levar ao Glaciar Perito Moreno. Fizemos uma parada num mirante, de onde se pode ver a grandeza do glaciar, embora a vista fosse bem de longe. Nessa hora aumentava a ansiedade por embarcar no barco, que seria nossa primeira jornada.

Perito Moreno

Zarpamos em um barco confortável, com acomodações para todos permanecerem sentados na parte interna, fechado com vidro para proteger do vento. Esse passeio não exige esforço físico, dura cerca de uma hora e a recompensa é gratificante.

Mas ficar dentro do barco, observando sentado, não é para os aventureiros como nós, por isso ficamos na parte de cima e nas laterais da embarcação, de onde se conseguia ter uma visão melhor e sentir a emoção de estar tão perto da grandiosidade desse glaciar. Se tinha vento frio? Tinha, mas, quando se está num lugar encantador, nem o frio atrapalha!

Perito Moreno

À medida que o barco se aproxima da geleira, tem-se uma visão massiva do conjunto gigantesco dessa obra da natureza. Em vários pontos do lago flutuam blocos de gelo que se desprenderam.

Perito Moreno

Nos momentos de maior proximidade, fica bem visível que partes da geleira são de cor azul intenso, sendo que atingem essa tonalidade por serem compostas por um gelo mais compacto, sem bolhas de ar. A incidência dos raios solares deixa esse azul radiante.

Perito Moreno

Foram bons momentos navegando em frente ao glacial, sentindo uma sensação de paz e uma energia inexplicável. Foi uma experiência estonteante.

Após, seguimos para a próxima parada, onde a van nos deixou no estacionamento do parque para que seguíssemos em direção às passarelas. Logo na entrada do parque, há um painel que mostra os circuitos de passarelas, sendo cada um deles demarcado por cor diferente, conforme os níveis de dificuldade. Parte das passarelas passa pela vegetação presente no local. Fizemos todos os circuitos em menos de uma hora e a cada novo degrau que subíamos ou descíamos usufruíamos de uma visão do glaciar de ângulos diferentes.

Perito Moreno

Perito Moreno

Perito Moreno

A parada para o lanche, que tínhamos comprado na entrada do parque, foi num dos mirantes que fica bem em frente à geleira, onde há bancos para os turistas descansarem e apreciarem o Perito Moreno. Fazer uma parada ali também é uma boa oportunidade para se ver os rompimentos de partes do glacial, motivo pelo qual o local é chamado de zona de ruptura.

A geleira represa o lago argentino em alguns pontos, o que faz com que a pressão sobre o gelo provoque túneis e desabamentos nas bordas da geleira. São blocos de gelo que se desprendem e despencam de uma altura de até 60 metros e caem nas águas do lago, proporcionando aos turistas um espetáculo magnífico.

De vez em quando, é possível ouvir um trincar seguido por um estrondo seco até se ouvir o barulho mais intenso como se fosse um trovão. Muitas pessoas ficam na passarela observando, atentas a qualquer barulho vindo do glaciar, na espera de poderem presenciar esse fenômeno incrível.

Tivemos a oportunidade de ver alguns desprendimentos da geleira, o que provoca um som surpreendente, tanto na queda como ao imergir na água e vir à tona. Para conseguir registrar esse momento é imprescindível que se esteja atento e preparado. Foi possível registrar um pequeno vídeo de um desses momentos espetaculares.

Assista o vídeo:

Seguindo pelas passarelas de volta à entrada do parque, há uma trilha que permite que se chegue até o Lago Argentino, com a cor azul esverdeado, que contracena com as montanhas cobertas de gelo que se pode ver ao fundo.

Perito Moreno

Perito MorenoPerito Moreno

Perito Moreno

Como citado anteriormente, existe também a possibilidade de se caminhar sobre a geleira, desde que seja com acompanhamento de guias autorizados e mediante uso de sapatos e roupas adequadas, mas infelizmente não pudemos realizar essa atividade porque precisaríamos de mais um dia na cidade.

Viajamos em outubro, mês de temperaturas amenas e pouca chuva, no entanto, sempre será bom estar preparado para temperaturas baixas. Não esqueça de colocar na mochila roupa térmica, fleece, corta-vento, gorro e luvas.

Vale lembrar que ao viajar para qualquer parte da patagônia, será preferível estar munido da moeda local ou dólares, pois são raros os lugares que aceitam a moeda brasileira.

Com certeza a Patagônia é um dos lugares mais fascinantes do mundo, e o Perito Moreno faz parte dessa maravilha.

Rio 14

Você já ouviu falar do Rio 14, este não é um rio normal, pois em boa parte dele é possível encontrar lindas cascatas, cachoeiras e cenários de tirar o fôlego.

O rio 14 está localizado no interior do município de Farroupilha/RS, mais precisamente na localidade de Vila Jansen/Mato Perso. O rio faz divisa com a cidade de Nova pádua e Flores da Cunha/RS.

No local o que chama mais atenção são as inúmeras piscinas naturais que se formam com o despencar das águas cristalinas das cachoeiras e cascatas, locais propícios para nadar e saltar do topo das quedas de água.

Para quem não é muito chegado em nadar em rios ou sofre de algum trauma de infância, o local conta ainda com inúmeras trilhas, podendo ser realizadas a pé, de bicicleta, motos ou Jeep´s.

As cascatas e cachoeiras estão muito próximas uma das outras, nos fins de semana é possível encontrar muitas pessoas no local, geralmente essas pessoas vão no inicio da manhã para aproveitar melhor o dia. Fazer um churrasco na beira do Rio 14 pode ser uma experiência diferente, essa atividade pode ser feita tranquilamente em família.

No mapa abaixo você pode ver todas as quedas de água e os caminhos para se chegar em cada uma delas, veja abaixo:

Cachoeiras Rio 14

Para chegar nas cachoeiras e cascatas é pelo GParque Farroupilha, caminha-se aproximadamente uns 500 m até se chegar na Cachoeira 1 (veja no mapa), a trilha é de nível fácil, mas é recomendada para pessoas que já pratiquem certos exercícios físicos.

Informações sobre o GParque Farroupilha/2018

Entrada no parque  R$ 5,00 reais por pessoa e não é liberada a entrada com bebidas!

É possível fazer as trilhas até o Rio 14 sem custos adicionais, além disso o parque disponibiliza outras atividades e um ambiente tranquilo e sossegado para você aproveitar o máximo o seu fim de semana.

Seguem as atividades cobradas à parte:

  • Piscina 10,00
  • Tirolesa 15,00
  • Rapel 50,00
  • Escalada 20,00
  • Churrasqueira 15,00
  • Camping 10,00

As atividades são por ordem de chegada.

Horários de funcionamento:

O GParque Farroupilha funciona somente nos finais de semana. Sábado e Domingo das 9 às 18 horas.
Este ano não está sendo oferecido almoços ou o café.

Cascatas e Cachoeiras do Rio 14 

A primeiramente Cachoeira é a de número 1, esse local é perfeito para fazer um churrasco em família, pois a cachoeira possui águas cristalinas e uma linda piscina natural, onde o seu poço não passa de 2 metros de profundidade em dias de muita chuva.

Cachoeiras Rio 14

Cachoeiras Rio 14

Seguindo a trilha você chegará na Cascata 2, essa é uma ótima opção para quem gosta de nadar, saltar do alto da cascata pode ser uma alternativa para os mais aventureiros, o poço da cascata possui boa profundidade e ampla piscina natural.

Cachoeiras Rio 14

A Cachoeira 3 é uma corredeira propriamente dita, para quem gosta de tirar fotos e contemplar a paisagem esse lugar pode ser bem agradável, mas não tente tomar um banho nessa cachoeira, pois o risco de alguém se machucar é alto, em cachoeiras com corredeiras não se deve brincar, fique atento.

Cachoeiras Rio 14

Da Cachoeira 3 até a de número 1 você só terá que descer o rio, até a cascata 3 existem trilhas demarcadas, após essa, você deve seguir pelo leito do rio propriamente dito.

Recomendamos que esteja munido com um cantil de água potável, tênis/botas confortáveis e pré amaciados e roupas confortáveis, pois o caminho até a Cachoeira 1 é um tanto escorregadia e muito perigosa, caso você tenha problemas físicos, não recomendamos conhecer a Cachoeira 1.

A Cachoeira 1 é a mais perigosa deste rio, não subestime a força da mãe natureza, esse atrativo possui belas corredeiras que levam diretamente para uma queda de mais de 10 metros de altura. Não tende saltar no poço dessa cachoeira, algumas pessoas já perderam a vida aqui, pois o poço não é muito fundo, além de possuir gigantescas pedras no fundo. A Cachoeira 1 está ali apenas para contemplação dos aventureiros.

Cachoeiras Rio 14 Cachoeiras Rio 14

Você deve estar se perguntando sobre a Cascata de número 5? Essa é o maior atrativo com aproximadamente 60 metros de altura, para chegar é muito fácil, possui trilhas que levam até ela e pode ter certeza que todo esse caminho vale a pena trilhar.

Cachoeiras Rio 14

O caminho que leva a Cascata 5 é por dentro da mata nativa, por isso é preciso ir com cautela, pois você poderá encontrar animais peçonhentos pelo caminho, como cobras Jararacas, aranhas e plantas da família da Urtiga, essas plantas podem dar alergias e cosseira, caso venha a encostar nessa planta é recomendado que ponha a mão diretamente na água corrente e evite coçar.

Rio 14

No local a também inúmeras borboletas, conforme a época do ano é possível ver uma infinidade desses animais, fique de olhos bem abertos e encante-se com a fauna e a flora desse lugar.

Rio 14

Rio 14

Rio 14

O vídeo abaixo, captado por uma de nossas lentes, mostra um pequeno cardume de peixes curiosos.

Ficou com vontade de conhecer esse lugar incrível, então arruma a mochila, convide seus amigos e bora aproveitar um fim de semana de muita aventura nesse paraíso a céu aberto.

Cachoeiras Desconhecidas

Há cerca de 200 metros da ponte de ferro histórica sobre o Rio das Antas, divisa dos municípios de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS, resolvemos partir para mais uma aventura em busca de Cachoeiras desconhecidas e inexploradas.

A entrada para a subida pelo leito do rio localiza-se em Nova Roma do Sul/RS – Brasil, na estrada de terra que dá acesso ao famoso Cachoeirão. Vale lembrar que esse tipo de atividade sempre deve ser feita com acompanhamento de guia que tenha experiência e conhecimento profissional para orientar acerca dos procedimentos a serem adotados pelos aventureiros.

Cachoeiras Desconhecidas
Ponte que determina o inicio do percurso das Cachoeiras Desconhecidas

Como em qualquer trilha pelo leito do rio recomenda-se o uso de tênis ou bota com boa aderência e roupas confortáveis e de secagem rápida. Considerando que há subidas que exigem esforço dos membros inferiores e superiores o alongamento antes e depois da trilha tem significativa importância.

Inicialmente o percurso é fácil, sem grandes dificuldades de se passar pelas pedras. Em determinados pontos recomenda-se que a travessia de certos pontos seja feito pela água para que se tenha maior segurança em firmar os passos entre as pedras, evitando dessa forma pisar sobre as pedras lisas e escorregadias.

Cachoeiras Desconhecidas

Cachoeiras Desconhecidas

Em determinados pontos existe a possibilidade de se avançar a trilha por terra, às margens da mata nativa presente no local, dos dois lados do leito do rio. Importante ter bastante cuidado e atenção ao pisar no mato, pois podem existir animais peçonhentos, principalmente cobras. Deve-se evitar colocar as mãos nas plantas, pois é bastante comum serem encontradas plantas da família da Urtiga, que têm componentes tóxicos que causam queimação e coceira. Recomendamos usar luvas para proteger suas mãos de possíveis contatos com animais e plantas indesejáveis.

Caso entre em contato acidentalmente com esse tipo de planta, não se deve coçar no local e colocar o mais rápido possível a região atingida nas águas das Cachoeiras. Lagartas tóxicas de diferentes espécies também podem estar sobre as folhas ou troncos das árvores e não devem ser tocadas.

Após percorrer alguns metros o trajeto começa a apresentar certo grau de dificuldade, havendo necessidade de se escalar pedras maiores. Para quem tem experiência a escalada é tranquila, e quem tem algum medo de altura pode fazer uso de corda de segurança, bem como contar com o apoio dos amigos que sempre oferecem uma mão para ajudar.

Em certo ponto encontramos uma aranha, mas bastou desviar do ninho dela e passar mais adiante, pois ela estava no habitat dela e não oferece nenhum risco caso não se sinta ameaçada. Impressionante o tamanho do grilo encontrado em uma das pedras, visto ser bem maior dos que comumente vemos.

Cachoeiras Desconhecidas
Aranha Caranguejeira encontrada em seu habitat natural.

Cachoeiras Desconhecidas
Grilo encontrado em uma das pedras.

A subida continuou constantemente, sendo um tanto cansativa, e merecendo uma parada para um lanche e hidratação. Além do descanso, vale muito a pena fazer uma pausa para apreciar as belas paisagens, pois a natureza encanta em todos os seus aspectos, sem falar na energia vitalizante que o local inspira, isso compensa todo esforço enfrentado para chegar até ali.

São várias as quedas de água encontradas durante o percurso, algumas menores e outras maiores, cada uma com sua singularidade e beleza.

Cachoeiras Desconhecidas

Essa aventura não se esgota no presente post, em breve terá a continuidade do relato com mais informações e fotos das Cachoeiras encontradas nessa trilha.

Cascata da Barrinha

No trajeto de Urubici a Bom Jardim da Serra, pela SC-390, logo após o portal de entrada da cidade, às margens da rodovia, há a Cascata da Barrinha. No caminho existem placas indicativas deste atrativo natural.

A Cascata da Barrinha fica abaixo do nível da estrada, podendo ser acessada por uma escadaria, próximo ao pórtico de Bom Jardim da Serra/SC, no local também tem estacionamento. É possível estacionar na Churrascaria da Cascata alguns metros adiante.

Na churrascaria é possível fazer aquela parada estratégica, pois este local é praticamente o meio do caminho entre a cidade de Bom Jardim da Serra e a deslumbrante Serra do Rio do Rastro/SC.

Neste local podemos ainda apreciar alimentações regionais, desde carnes e produtos coloniais e ainda aproveitar a bela vista da Cascata da Barrinha.

O rio que forma a Cascata da Barrinha origina-se de um afluente do Rio Pelotas, formando em sua base uma piscina natural com água limpa e cristalina, geralmente gelada.

O acesso pela escadaria até a queda d’ água é livre, sem cobrança de valores, podendo o visitante permanecer no local pelo período que quiser. Levar água e lanche e passar algum tempo apreciando a beleza da cascata é uma boa opção de parada para aqueles que percorrem este caminho. Os amantes de fotografia poderão fazer belos registros fotográficos da grandiosidade dessa cascata.

Cascata da Barrinha

Cascata da Barrinha

A parte superior da cascata pode ser acessada pela parte de trás da churrascaria que fica no mesmo terreno, bastando descer por um gramado nas laterais do estabelecimento.

Na nossa viagem de Urubici a Bom Jardim da Serra/SC resolvemos parar para conhecer a Cascata da Barrinha e, certamente, não nos arrependemos, pois o lugar tem seus encantos. Isso prova que nem sempre precisamos nos deslocar para longe, às vezes basta despendemos algum tempo para vivermos bons momentos em meio à natureza.