Trilhas de Nova Roma – CGCTM 2018

A pequena cidade de Nova Roma do Sul foi sede da 5ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas de Nova Roma, que ocorreu no último sábado (dia 15). A prova teve percursos de 7, 12 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas.

O evento contou com a participação de mais de 600 atletas das mais variadas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Escolhi (novamente) a distância longa nesta etapa e seus respectivos 29 quilômetros com 1.550 metros de altimetria acumulada.

Na época em que participava das Corridas de Aventura e Mountain Bike, treinei diversas vezes no interior da cidade de Nova Roma do Sul. Já havia passado de bicicleta por alguns pontos do percurso e sabia que o mesmo não seria nada fácil!

Na sexta-feira à noite resolvi postar esta foto nas redes sociais,

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018

 

revelando alguns dos equipamentos que eu iria utilizar na prova. Dentre diversos comentários de boa prova, fiquei “assustada” quando li o comentário do amigo Odair Paravisi dizendo, “Esses bastões…acho que serão muito utilizados rsrs”. Vale lembrar que ele era um dos responsáveis pelo percurso desta quinta etapa.

Pensei que nada poderia ser pior do que a trilha da Lona Preta, a trilha do Beiço…nos 50 quilômetros do Trilhas do Morro Gaúcho (4ª Etapa do CGCTM). Ingênua eu…

Pontualmente às 13h30min foi dada a largada da distância longa. A previsão do tempo indicava muita chuva, mas o sol e calor era quem estava marcando presença do início ao fim da prova!

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Os primeiros quilômetros foram de declive, a famosa estrada que liga Nova Roma do Sul à Nova Pádua (via balsa), ali corri alguns metros com as amigas Angela Nunes, Leonice, Rosana…foi por aí também que uma corredora ficou chateada comigo. Pisei em uma poça de lama e respingou barro nela! (risos)

Em seguida, saimos do estradão e adentramos na minha parte favorita, as trilhas e subidas! Dali em diante foi um eterno sobe e desce pelas montanhas e trilhas do interior de Nova Roma do Sul, percurso desafiador até para os atletas mais experientes.

Na infinita subida do Cachoeirão, confesso que senti saudade do Morro Gaúcho – risos! E entendi o porque do Odair, ter comentado que os “bastões seriam muito utlizados”!

Diferente do I Trilhas Nova Roma que ocorreu em outubro do ano passado, e teve muito estradão – em minha opinião. Sabádo o que não faltou foi trilhas, passamos em meio à plantação de cana, pequenos riachos, trechos de single-tracks, além é claro de pontos turísticos da cidade como a Gruta Fiorense.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

Unanimidade entre os participantes as belezas naturais de Nova Roma do Sul, como o Mirante Zanella (foto), cascatas, grutas e a rica flora e fauna, foram destaques da 5ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas de Nova Roma, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo, Circuito Trilhas & Montanhas e Prefeitura de Nova Roma do Sul.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Classificação da prova disponível em: 3ctiming

Cobertura fotográfica disponível em: Clicrun

Ainda esse ano mais duas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas estão com as inscrições abertas:

6ª Etapa – 20 de outubro – Trilhas Serra Grande – Igrejinha/RS

7ª Etapa – 24 de novembro – Cascatas e Montanhas – Rolante/RS

Maiores informações em: Youmovin

Morro Gaúcho a prova mais bruta

Arroio do Meio foi a sede da 4ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas do Morro Gaúcho/RS, que ocorreu no último sábado (dia 28). A prova teve percursos de 5.5, 17, 32 (2 pontos ITRA)* e 50 quilômetros (3 pontos ITRA)* de corrida em trilhas e montanhas.

*Trilhas do Morro Gaúcho, foi uma das primeiras provas do Rio Grande do Sul a pontuar pelo ITRA.

O evento contou com a participação de mais de 800 atletas, vindos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e até Uruguai.

Quando comecei a correr, sempre achei fascinantes as longas distâncias. Na época, achava que o máximo que eu conseguiria chegar era uma meia maratona. Bobinha eu…

Um ano de corrida fiz minha primeira prova de montanha, e foi amor à primeira vista. Me apaixonei pela dificuldade do percurso e pelo visual, que transformavam a corrida em algo muito mais significativo pra mim do que simplesmente bater um tempo específico.

Estudando sobre, comecei a me familiarizar com as ultramaratonas e vi que era ali que meu desafio estava. Na época, o máximo que eu tinha corrido era a Maratona do Vinho 2018, cinco meses depois da minha primeira maratona, fui para os 50 km do Trilhas do Morro Gaúcho.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

O treinamento foi puxado! Longos que eu nunca tinha feito na vida, percursos, trilhas e montanhas que eu fazia pedalando passei a fazer correndo. Restrições alimentares, musculação, pilates…

A largada da ultramaratona mais “bruta” (difícil) do Rio Grande do Sul, foi às 7 horas da manhã, a prova tinha mais de 2.600 metros de altimetria acumulada. No Km 45 haveria um ponto de corte para os atletas que passassem por ali após às 16h30min. O tempo limite para completar o percurso eram 10 horas.

Minha estratégia: subir tranquila, descer forte e correr/trotar no plano.

Minha meta: completar a prova do Morro Gaúcho

A prova:

A maioria das subidas eram em caminho para apenas uma pessoa (single track, como dizem), muito difíceis. Sofri! Aliás, todo mundo sofreu! E as descidas íngremes, com muito barro, como se fosse sabão em um piso molhado. Ainda bem que corri com os bastões e pude descer várias delas “esquiando”!

Ahh…e as partes planas eram assim, mais barro, água e trilhas!

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Nos quilômetros iniciais estava correndo junto com a Saionara e a Edinéia (campeã e terceira colocada geral, respectivamente). Mas aí lembrei que era minha primeira ultramaratona e não queria “quebrar”.

Baixei o ritmo e fui seguindo…

Fui tranquila até o Km 22, onde encontrei a Magda Chagas e o Duda Piras no (segundo) ponto de hidratação. Parei alguns minutinhos para comer algo e dar umas risadas com a dupla.

Quando estava saindo a Magda disse:

– Daqui até o próximo ponto de hidratação (Km 35) vai ser puxado também!

Analisei rapidamente o gráfico de altimetria e certamente não seria nada fácil os próximos quilômetros. Por sorte fiz um amigo uruguaio, que foi comigo até o Km 29 (aproximadamente), me apoiando e incentivando, sem ele seria muito mais difícil.

No Km 35 reencontrei a Magda e o Duda no então, terceiro ponto de abastecimento. Ali eu já não estava mais tão “feliz” o sono e uma leve dor nas panturrilhas estavam começando a me castigar. Mas aquela altura não poderia desistir da prova.

Lembrei dos últimos meses, do quanto foi árduo conciliar o trabalho, faculdade…casa e muitos treinos. Levantei e comecei novamente, animada, mas cansada, as pernas já não eram mais as mesmas, a cabeça parecia uma locadora de vídeos, a cada trilha um filme diferente, isso quando não rodava uns dois ou três filmes ao mesmo tempo. Segui firme, subindo forte as montanhas, e algumas poucas vezes, um trote nas descidas.

Lá pelo Km 36 encontrei a curitibana Christiane, ela estava um pouco enjoada e fraca, ofereci a minha Coca-Cola à ela, conversamos um pouco e seguimos as escaladas. Mas tinha uma coisa que não saia da minha cabeça: a Trilha do Beiço! Ouvi horrores sobre ela, em que quilômetro ela estaria?!

Hora eu puxava a Christiane, hora ela me puxava…não lembro ao certo em que Km eu acabei me afastando dela e cheguei na temida Trilha do Beiço. Tive o privilégio de fazer o seu percurso na parceria do Nédson do Canal 100 Fôlego e lá no finalzinho saber o porquê de “Trilha do Beiço”!

Após caminhadas, escaladas e pequenas pausas para ao menos respirar, vencemos a Trilha do Beiço…Que alívio! Segui com o Nédson por mais alguns trechos até a trilha da descida da cachoeira (não lembro o nome dela, rs) ali a Christiane conseguiu nos alcançar. Fiquei aliviada quando a vi, pois sabia que não estava bem.

Novamente seguimos juntas, era incrível nossa sintonia. Parecia que éramos amigas de longa data!

Achei que a Trilha da Lona Preta era difícil, depois vi que a do Beiço era muito pior…Mas o que era aquela escalada com cordas na cachoeira?! Rs Aquilo me lembrou o tempo em que fazia corrida de aventura.

Não sei como, de que forma…saímos correndo – ou melhor tentando correr – após a escalada, com receio de levar o corte no Km 45. Dessa vez a Christiane puxava. Em certos pontos ouvíamos música lá longe…no local da largada/chegada e aquilo era muito motivador.

Para minha surpresa, chegando no Km 44 encontrei a Analucia, naquele momento o cansaço foi embora e uma alegria imensa tomou conta de mim. Conheci Ana a alguns meses atrás na primeira etapa do CGCTM em Farroupilha e desde então sempre nos ajudamos nas provas. E ali, não podia ser diferente…

Paramos no km 45 que era o último ponto de abastecimento e também ponto de corte, o staff Leonardo nos informou que os últimos 5 km da prova haviam sido cancelados para a segurança dos atletas. Então nos restavam somente mais uns 700 metros até a tão sonhada linha de chegada.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Seguimos juntas eu e Ana, esses últimos metros que na verdade pareciam quilômetros. E cruzamos quase juntas a linha de chegada, que na verdade é um marco que vai muito além da medida de tempo registrada entre a sirene da largada e a última passada. Suor, esforço, sacrifício, dor, renúncias, dedicação, comprometimento, amor e paixão são alguns de seus sinônimos.

Christiane a curitibana que correu comigo alguns quilômetros e conclui a prova alguns minutinhos na minha frente, me aguardava após a linha de chegada. Sorridente e “ultrafeliz” com nossas conquistas. Lá também estavam tantos outros amigos que fiz durante o percurso.

Na minha estreia em ultramaratona, o pórtico de chegada foi a visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 50 Km com mais de 2.600m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Mas não estive sozinha nesta recente trajetória de corredora. Desde muito antes do Trilhas do Morro Gaúcho, tive ao meu lado grandes apoiadores: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra, Academia Performance Fitness e Vera Bike. Que sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

Trilhas do Morro Gaúcho, foi mais uma grande etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas, graças ao profissionalismo das equipes da L&E Eventos, Brutus do Gaúcho, ClicRun, 3cTiming e Youmovin que fizeram um evento impecável em todos os sentidos.

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

A pequena e simpática cidade de Sério, intitulada como a Serra do Vale por situar-se na parte alta do Vale do Taquari no Rio Grande do Sul, foi sede da 3ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

Trilhas Serra do Vale ocorreu no último sábado (26) e teve percursos de 6, 14 e 28 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. O evento contou com a participação de mais de 500 atletas.

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Faltando menos de um mês para a prova a coordenação geral do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas 2018, recebeu a informação através da Administração Municipal de Teutônia, de que a 3ª Etapa do CGCTM 2018 não poderia mais ocorrer naquela cidade.

“Foi complexo! Já estava tudo preparado, os três percursos, estrutura e logística do evento e o principal, apoio da prefeitura em alguns itens. Mas graças ao belíssimo trabalho que o Circuito Trilhas & Montanhas vem fazendo desde 2012, as portas por onde ele passa, ficam abertas e desta forma a Prefeitura Municipal de Sério, que já tinha sido parceria nas edições 2014, 2015, 2016 e 2017, foi solidária e abriu as portas novamente para a realização da edição 2018.” comenta Luís Leandro Grassel, Coordenador Geral do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

Já na semana do evento, veio a grave nacional dos caminhoneiros, que certamente foi uma surpresa muito maior que a troca de local da etapa. “Não tínhamos mais tempo hábil para revermos outra data para transferência, desta forma fomos obrigados a mantermos a data e realizar a etapa. Queríamos a participação de todos os inscritos, mas devido à falta de combustível nos postos, tivemos uma quebra de 25% dos participantes na etapa.” relembra Luís.

A Secretária de Turismo da cidade de Sério, Carla Ferri explica, “Muito foi questionado e estudado a possibilidade de transferir o evento em virtude da greve, falta de combustível e tudo mais. Mas na organização de eventos deste nível, não é tão simples transferir, pois os insumos para o almoço já estavam sendo preparados, Brigada Militar e equipe acionadas, o pessoal da feira de produtos estavam com tudo fresquinho…e também o ginásio de esportes onde ocorreu o evento não estaria disponível nos próximos finais de semana.”

Graças à seriedade e profissionalismo da cidade de Sério, da L&E Eventos e demais envolvidos na organização da etapa; as adversidades foram superadas e a 3ª Etapa do CGCTM – Trilhas Serra do Vale foi um sucesso, o número de participantes representou 75% do previsto, um dia lindo, percursos maravilhosos e brutos.

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Segundo Luís Leandro Grassel a “fórmula mágica” desse sucesso foi a união, a atitude e a vontade de todos os inscritos que de uma forma ou outra (carona, ônibus, moto…) compareceram à 3ª Etapa e fizeram ela acontecer. “Novamente queremos deixar claro e entendido, que ficamos muito tristes com aqueles que não puderam participar, mas a transferência para outra data, seria algo mais difícil para todos ‘organização e atletas’, devido à datas disponíveis para ambos lados.”

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Nota:

“Em nome da Administração Municipal e de toda comunidade de Sério, agradecemos a todos os atletas que puderam se fazer presentes, sabemos e entendemos a dificuldade que todos tiveram e a estes que não puderam comparecer, esperamos que na próxima edição possam vir e desfrutar do que Sério oferece aos seus visitantes, boa gastronomia, receptividade e muita natureza exuberante!”

Carla Ferri – Secretária de Turismo

2ª Etapa Tupandi CGCTM 2018

Tupandi foi sede da segunda etapa do CGCTM 2018 no sábado, dia 21 de abril, com percursos de 5,5, 15 e 28 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. O evento contou com a participação de aproximadamente 800 atletas.

A primeira etapa do Campeonato ocorreu em Farroupilha e foi marcada pelo forte calor, já em Tupandi temperatura agradável e chuva torrencial durante todo o percurso. Clique aqui para ver a matéria completa.

“As duas etapas tiveram um alto grau de dificuldade, trajetos duros, subidas intermináveis, mas sem dúvida a etapa de Farroupilha foi a mais desgastante. O sol estava judiando, o ar pesado e quente, não tinha vento. Briguei com o psicológico todo instante, vi pessoas fortes e experientes desistindo ao longo do caminho e isso me desestimulava. É ai que entra a magia do trail, os moradores locais ao longo do trajeto ofereciam água gelada em copos, em panelas, mangueiras para nos molharmos, gritavam e incentivavam…isso não tem preço!” relembra a farmacêutica-bioquímica Viviane Piletti Arcari (41), corredora a cerca de quatro anos e atleta do grupo BTR (Bento Trail Runners).

2ª etapa Tupandi CGCTM 2018
Foto: Clic Run – Viviane

Vivi relembra que desde a sua estreia nas corridas de trail sempre adorou a sensação de liberdade e de estar junto à natureza. “Corrida vicia! No trail running, temos o silêncio ensurdecedor da mata, a insistente busca pela resistência e autocontrole. Os trajetos são sempre brutos. Passo os dez quilômetros iniciais jurando que nunca mais farei isso e me perguntando o porquê de tanto sofrimento. Nunca é fácil, mas logo após vem um sentimento enorme de superação. E as amizades que encontramos ao longo do caminho fazem disso uma grande festa.

2ª etapa Tupandi CGCTM 2018
Foto: Clic Run – Viviane

“Foram duas provas bem distintas. Em Tupandi, a largada foi subindo até o quilômetro 1,8, com trechos de barro escorregadio, devido à quantidade de chuva, mas com temperatura agradável para correr. Fui administrando os morros, pois 75% do ganho de elevação estava até o quilômetro 12 e depois só diversão, com trilhas muito boas para correr.  Na parte final do quilômetro 22 em diante era praticamente descendo em estradão e depois na finaleira, últimos 1,5 quilômetros de asfalto, onde pude passar o atleta que estava em primeiro da minha categoria e me tornar campeão.” comenta o empresário Rodrigo Marcelo Brandeli (49) de Garibaldi.

2ª etapa Tupandi CGCTM 2018
Foto: Rodrigo
2ª etapa Tupandi CGCTM 2018
Foto: Clic Run – Rodrigo
2ª etapa Tupandi CGCTM 2018
Rodrigo

Unanimidade entre os participantes o clima agradável, chuva, trajetos bem demarcados…foram destaques da segunda etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas ocorrida em Tupandi, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo e demais envolvidos na etapa.

“O clima estava perfeito, como gostamos! Prova sensacional, como todas as etapas do Circuito Trilhas & Montanhas que participo desde 2015. Aos futuros participantes a principal dica é DIVIRTAM-SE, nos dias atribulados que vivemos nada melhor e mais saudável que passar algumas horas junto à natureza e dando boas risadas com os amigos” finaliza Viviane.

Desafio dos Rochas 2018

Pomerode conhecida como a cidade mais alemã do Brasil foi palco (mais uma vez) do Desafio dos Rochas que ocorreu nos dias 21 e 22 de abril e reuniu 1.150 ciclistas de 10 estados brasileiros e de 3 países Uruguai, Portugal e Canadá.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Monique Renne

A prova foi dividida em 3 circuitos:

  • Pró – 98,6 Km com 3.000 m de altimetria (aproximadamente) e 6 trilhas;
  • Sport – 64 Km com 1.400 m de altimetria (aproximadamente) e 5 trilhas; e
  • Amador – 31,8 Km com 560 m de altimetria (aproximadamente) e 1 trilha.

No Desafio dos Rochas, são testados todos os teus limites físicos e psicológicos. Os atletas enfrentaram trilhas técnicas, descidas e subidas íngremes, sol escaldante, empurra bike – variando conforme o preparo físico do ciclista…entre outros obstáculos. O evento é considerado uma das provas de Mountain Bike mais difíceis do Brasil.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

A prova é planejada com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos, membro da família Rocha.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Ao final de cada edição do Desafio dos Rochas a organização se atem a ouvir as sugestões/dicas dos ciclistas para as próximas edições. Ano passado, infelizmente o clima (chuva) deixou algumas trilhas muito técnicas e diversos trechos viraram empurra bike. Independentemente do clima algumas trilhas estavam difíceis até para os atletas da elite.

Nesse ano os circuitos foram remodelados e novas trilhas surgiram. Diferente da edição anterior as trilhas estavam muito mais limpas e fluídas, deixando a prova mais rápida segundo o feedback  de diversos atletas.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Outra grande modificação foi trazer à prova de volta para o Teatro Municipal de Pomerode no centro da cidade. Isso agradou muito os atletas e seus familiares que puderam curtir muito mais a cidade mais alemã do Brasil.

Além de todos os atrativos da cidade e do evento, ao longo do final de semana o público pode participar de diversos bate-papos e whorkshops com grandes atletas como Lucio Otávio (Audax Team), Francisco Rotta Muller, Luana Machado, entre outros.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

“É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José Carlos Rocha ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

No link abaixo um pouco do que rolou no 6º Desafio dos Rochas, produção de Root Rider TV.

Cape Epic 2018

Fundada em 2004, a Cape Epic que atualmente tem o patrocínio Absa, é uma corrida anual de cross-country stage race (XCS), e é considerada o maior evento do mundo nesta modalidade, sob a chancela da União Internacional de Ciclismo (UCI).

A Absa Cape Epic 2018 ocorreu durante os dias 18 a 25 de março na região de Western Cape, na África do Sul. O evento contou com a participação de 1.300 atletas de mais de 50 nacionalidades.

Cape Epic 2018

Em oito dias de prova, os atletas percorreram 653 quilômetros com 13.530 metros de altimetria acumulada, em condições extremas de terreno e temperatura.

Os competidores largaram em duplas e tiveram que pedalar juntos durante todo o percurso da prova – em etapas diárias. Dentre as 17 duplas com integrantes brasileiros que participaram desta edição da competição, 15 completaram a ultramaratona, e um atleta brasileiro terminou sozinho (individual finisher).

Uma das duplas brasileiras foi composta pelo Administrador de Infraestrura de TI Francisco Rotta Muller(38), natural de Novo Hamburgo/RS e pelo Empresário Mateus Merlo Zandoná(39), natural de Casca/RS.

Cape Epic 2018

“A vontade de um dia na vida poder competir uma Cape Epic é algo que vai surgindo na medida em que se vai conhecendo provas com características semelhantes e tendo a oportunidade de competir em algumas.” comenta Francisco.

A ideia inicial de competir a Cape Epic, surgiu há anos atrás, quando a dupla (Francisco Rotta Muller e Henrique Schoenardie) estavam participando do Desafio dos Rochas, que serviu como preparação para o Brasil Ride 2015. A partir dali, Chico começou a investigar as provas de mesmo porte pelo Brasil e mundo e começou a sonhar.

“No final do ano passado, eu e o Mateus competimos a Three Race Bike Ultramarathon, em São Chico/RS, e na sequência correríamos a Brasil Ride, porém devido a uma lesão durante a primeira competição, meu parceiro não pode recuperar-se em tempo e então nossa participação será em outubro deste ano (2018).” relembra o atleta.

A partir dali, foi surgindo à ideia de irem para a África do Sul, para competirem na Cape Epic. “E pra gente, tendo a vontade de ir, corre-se atrás do que é necessário para viabilizar os objetivos.”

Há alguns anos Chico e Mateus, vivem uma rotina muito bem planejada para dar conta dos treinos, família e trabalho. Sempre haverá alguns sacrifícios em algumas áreas e o equilíbrio demora um pouco para ser encontrado, mas para tudo se dá um jeito.

Hoje o trabalho do Chico possibilita certa flexibilidade nos horários, o que lhe permite trabalhar nos turnos da tarde e noite em alguns dias e em outros iniciar a jornada de trabalho mais tarde na manhã. “Assim consigo treinar cedo, antes do trabalho e voltar alguns dias mais cedo pra casa, podendo ficar um tempo com a família.”

Extremamente disciplinados nos treinos e com vasta experiência no mountain bike, Francisco estreou na Cape Epic e Mateus esteve pela segunda vez na prova. A prova é composta por 8 etapas, a primeira é o prologo e na sequência vem os estágios 1 ao 7, somando 653 quilômetros no total com 13.530 metros de altimetria.

“Os terrenos enfrentados foram principalmente formados por pedregulhos, em certas partes lembrava pedra lascada. Muita poeira, devido ao clima super seco, quase desértico. A partir do estágio 5 foi onde as trilhas mais legais e fluídas apareceram, o que tornou o desafio um pouco menos maçante” relembra a dupla, que viveu uma grande experiência na Cape Epic.

A prova foi dividida da seguinte forma:

Prologo – 20 km, transcorreu tudo muito bem. A dupla colou um bom ritmo e rodaram com segurança para não arriscarem demais.

Estágio 1 – 110 Km, precisaram parar três vezes para reparar um pneu, devido a furos e rasgos sofridos em função do terreno pedregoso. Estavam muito bem fisicamente, mas perderam cerca de 30 minutos na função.

Estágio 2 – 106 Km, neste estágio apenas 1 furo, mas em poucos minutos foi resolvido.

Estágio 3 – 122 Km, o dia mais longo e aniversário do Chico também. Conseguiram colocar um ritmo muito forte e constante durante todo o tempo.

Estágio 4 – 111 Km (etapa rainha), segundo a dupla foi o estágio mais duro, terreno pesado, com muita areia e bem pedregoso. Exigiu bastante preparo, foi fundamental prestar atenção ao ritmo para não passar do ponto e quebrar.

Estágio 5 – 39 Km (contra relógio), ocorreu uma queda. Em uma descida veloz, Chico acabou caindo, apesar de velocidade apenas algumas escoriações pelo corpo.

Estágio 6 – 76 Km, um track repleto de trilhas. “Lá pelo quilômetro 34 as mulheres líderes da categoria ‘mulheresUCI’ do time Specialized nos passaram. Impressionante o ritmo delas. Conseguimos acompanha-las por cerca de um minuto” brinca a dupla.

Estágio 7 – 70 Km, o último dia foi extremamente duro. “Pedalamos na ponta das sapatilhas, evitando riscos desnecessários. Foi o dia de concluir o maior desafio da vida no mountain bike. Sensação indescritível!”

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

“Poder competir em um evento deste porte, vivenciar a rotina das equipes e atletas profissionais – melhores do mundo, conhecer pessoas de diversas nacionalidades e ainda a cultura local, é algo que só nos enriquece como seres humanos. É algo que não se perde jamais.

A prova é duríssima e são inúmeros cuidados e planejamento necessário para ser feito, buscando chegar em uma condição física excelente, bem de saúde, com equipamento 100% em condições, para minimizar problemas.

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Recomendamos demais, para quem tem um sonho no esporte, buscar este, com muita dedicação e disciplina. Vale muito a pena!”

Trilhas & Montanhas 2018

No dia 17 de março (sábado), ocorre a abertura do Campeonato Gaúcho de Corrida em Trilhas & Montanhas na Comunidade de Linha Müller no interior de Farroupilha.

Desde 2015 Linha Müller, apoia as corridas de trilhas e montanhas. “Tanto que existe no Ginásio da Comunidade uma exposição das camisas de todas as edições do evento que lá aconteceram, bem como das respectivas medalhas, mapas dos percursos e reportagens de jornais da cidade sobre as corridas.” relembra Samuel Polli, morador da Comunidade e um dos responsáveis pelos percursos.

Para o Trilhas do Salto Ventoso 2018, Samuel destaca que serão novos caminhos, com poucas repetições de trechos das edições anteriores.

O evento contará com percursos de:

  • 6 km com 200m de altimetria
  • 12 Km com 410m de altimetria e
  • 26 Km com 1070m de altimetria.

Premiação por faixa etária de 5 em 5 anos e geral até o quinto colocado. Mais informações em Youmovin

Trilhas & Montanhas

A prova terá nos seus três percursos variação de terrenos. Nos percursos médio e longo haverá passagem por rios – inevitavelmente os atletas vão molhar os pés e dependendo do nível de água da Cascata do Salto Ventoso, também existe a possibilidade do atleta se molhar com a nuvem d’água que evapora com a força da queda.

“O ponto máximo da prova é a passagem pela Cascata do Salto Ventoso! É um momento único para o atleta que pode conciliar o prazer de correr junto a natureza e toda a sua grandiosidade e beleza.” acrescenta Vanessa Borsoi, também moradora da Comunidade de Linha Müller e responsável pelos percursos.

Segundo Samuel e Vanessa, o percurso curto é tranquilo. A maior dificuldade será a largada, subindo morro, sendo o primeiro quilômetro o mais difícil. Já nos percursos médio e longo os atletas farão o mesmo trecho até o sexto quilômetro, aonde ocorre à divisão de categorias.

“O pessoal da prova longa vai passar por trechos bem desafiadores, bastante inclinados.” ressalta o casal.

Trilhas & Montanhas

Linha Müller juntamente com a L&E Eventos Esportivos, está preparando um grandioso evento e cuidando de cada detalhe para que seja uma experiência incrível à todos os atletas e seus familiares. Na sede do evento terá toda estrutura para melhor acolher os atletas: delicioso almoço a partir das 10 h 30 min, lanches durante todo dia, estacionamento junto ao campo de futebol, vestiários com chuveiros quentes (tanto no ginásio, quanto no campo de futebol), parquinho infantil para as crianças.

Desafio dos Rochas

O Desafio dos Rochas é um evento de mountain bike que alia o prazer de competir, de vivenciar a cultura e as tradições alemãs, unir a família ao esporte e apreciar a gastronomia típica local.

O Desafio surgiu em 2013, quando a família Rocha teve a ideia de realizar um passeio ciclístico um pouco mais “aventureiro” na data de aniversário da loja Twins Bike Shop. “Ao colocarmos no facebook umas fotos e uma enquete do que o pessoal achava em realizar esse pedal, começamos a nos surpreender com as diversas perguntas de onde seria esta prova, quando seria e assim por diante.” relembra José Carlos, gerente da Twins Bike Shop.

A partir daquele momento tiveram a certeza que poderiam criar algo maior, se reuniram para ter a opinião dos 6 membros da família Rocha e dali decidiram realizar uma tentativa que acabou dando certo. Em 2018 partem para sexta edição do Desafio dos Rochas.

Desafio dos Rochas

O evento é planejado com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos.

Ao longo desses 5 anos de desafio a família Rocha, encarou alguns problemas. Entre eles a busca de parceiros para idealizar o evento, autorizações de passagem em propriedades particulares, entre outros.

O processo de organizar e planejar um evento esportivo requer cuidado e atenção em vários aspectos, desde a ideia inicial, o projeto real, evento e pós- evento. E é natural ao longo desse processo surgirem alguns problemas.

Mas, em contrapartida ao longo desses anos de desafio muitas foram as alegrias para a família Rocha. “É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

Desafio dos Rochas

Para 2018 a família Rocha está preparando um evento ainda mais festivo, novos circuitos, novas trilhas, novos visuais da cidade, um final de semana repleto de atrações para ciclistas, familiares e amigos e uma estrutura mais aprimorada para atender a todos com o máximo de conforto e segurança.

Desafio dos Rochas

Trilhas & Montanhas

A integração com a natureza, as belas paisagens encontradas durante os trajetos e a solidariedade entre os participantes, seduzem os atletas e os levam a buscar a imprevisibilidade das Trilhas & Montanhas.

Segundo Luis Leandro Grassel, organizador do Circuito Trilhas & Montanhas no RS, “a procura de novos adeptos as corridas em trilhas é a vontade de variar seus locais. Saírem das corridas urbanas, do asfalto…e entraram em contato com a natureza e obstáculos naturais.”

Luis e sua equipe organizavam o Campeonato Gaúcho de Corrida de Aventura – CGCA, com o passar do tempo a quantidade de participantes reduziu bastante. Levando-os a inovar com eventos de corridas em trilhas.

Assim em 2012 surgiu o Circuito Trilhas & Montanhas, com a realização de três etapas no município de Sertão Santana.

1ª Etapa Trilhas 30 K – 31/03/2012

2ª Etapa Trilhas da Emboaba 30 K – 28/07/2012

3ª Etapa Trilhas do Labirinto 30 K – 24/11/2012

Hoje, com mais de cinco anos à frente da L&E Eventos Marketing Esportivo, Luis destaca a importância de terem sido pioneiros na realização de eventos esportivos de corridas em trilhas e montanhas no Estado e verem nos dias atuais que os vários eventos, grupos de corrida e principalmente o grande número de pessoas que correm Trail Run, vieram de seu fomento e difusão da modalidade esportiva.

Quando questionado sobre as metas a serem alcançadas através da organização do Circuito Trilhas & Montanhas, Luis afirma entusiasmado “a de 2017 já foi alcançada através do evento Trilhas do Morro Gaúcho, com a distância/categoria de 50 Km Brutus e com a pontuação ITRA. Já para 2018, a meta é tornar o Circuito Trilhas & Montanhas – CTM, também em Campeonato Gaúcho de Corrida em Trilhas & Montanhas – CGCTM.”

Trilhas & Montanhas 2018

Vale lembrar, que Trail Run não é obrigatoriamente corrida! Trail é técnica de corrida e caminhada em pisos que podem variar entre a lama, água, pedras soltas, raízes…É necessário sempre ser destemido perante os desafiantes desfiladeiros ou as lamacentas e escorregadias margens de cursos de água, onde normalmente se revela difícil manter o corpo na posição ereta.

Foi seduzido pelos atrativos do trail e pretende se aventurar nas montanhas e trilhas em breve? Tenho boas notícias!

Duas provas com a realização da L&E Eventos, ainda esse ano aqui no Rio Grande do Sul.

28/10 – I Trilhas de Nova Roma do Sul/RS

Trilhas & Montanhas 2018
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02/12 – Night Run – Salto Ventoso – Farroupilha/RS

Trilhas & Montanhas 2018
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(Informações e inscrições em www.youmovin.com.br)