Mountain Series

Projeto Mountain Series não é apenas um evento de trilhas, mas sim uma experiência única, possibilitando aos nossos clientes vivenciar, alcançar e superar desafios.

Entretanto como já diz o nome, vamos trilhar inúmeras montanhas em sequência, caminhos que levam até os cumes mais altos do país, em alguns dias.

Unindo diversas atividades como: trekking, caminhada, escalada, rapel, acampamentos, hospedagem em refúgios de montanha, viagens de carro (road trip), fazem do Mountain Series um projeto grandioso.

Cumes Mountain Series

Cumes Mountain Series

O que mais chama a atenção no Mountain Series é o fato de você poder vir juntamente conosco em todos esses destinos, ou apenas participar de um evento ou outro. A escolha é sua!

Primeiramente faremos uma Road Trip – Viagem de carro, saindo do Rio Grande do Sul até a região sudeste do Brasil, onde se concentram a maioria dos cumes. Alguns deles são isolados, outros fazem parte de travessias de 1 a 4 dias.

Desafio Mountain Series

A nossa primeira travessia começara pela Serra da Mantiqueira, mais precisamente na Serra Fina, depois iremos ao Parque Nacional de Itatiaia, Escalavrado, Pico da Bandeira, Serra dos Órgãos, Pedra do Baú e por fim ao Parque Estadual Turístico Alto da Ribeira – Petar.

Todas esses destinos em um curto período de tempo fazem com que os participantes tenham um ótimo preparo físico e mental, por isso organizamos uma série de treinos específicos de força e resistência, para que você treine seu condicionamento físico. Veja aqui como funciona estes treinos.

Como posso me inscrever no Mountain Series

Há duas maneiras de você se inscrever no Mountain Series, a primeira delas é clicando nos eventos logo abaixo ou entrando em contato direto via Whatsapp 54 99117-9771, falar com Evandro Clunc.

A travessia mais difícil do Brasil
Serra Fina
31/ago à 7/set de 2019

A travessia mais difícil do Brasil

É aventura de verdade! Serão 4 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes. São 3 pernoites na Montanha (selvagem mesmo) e 2 outros pernoites em um Hostel de Montanhistas… As grandes dificuldades, de fato, são a navegação, o terreno extremamente acidentado e a escassez de água ao longo do caminho, o que obriga os trekkers a levar peso extra na mochila depois de cada ponto de abastecimento.

Vem com a gente
O primeiro Parque Nacional do Brasil
Travessia Itatiaia
09 à 13/SET/2019

O primeiro Parque Nacional do Brasil

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional do Itatiaia
Travessia Ruy Braga
14/SET/2019

Parque Nacional do Itatiaia

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Escalavrado
15/set/2019

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos). O Parnaso é o terceiro Parque Nacional mais antigo do País, criado em 30 de novembro de 1939 (79 anos). O Escalavrado é considerado uma caminhada semipesada com duração que pode variar de 2,5 a 3,5 horas. O cuidado neste local deve ser redobrado, pois grande parte da trilha é exposta. Um caminho na Rocha, onde vamos utilizar equipamentos de vertical por segurança e basicamente é só subida! Porém com uma distância de aproximadamente 4000 metros entre Ida e Volta.

Vem com a gente
Terceiro mais alto do Brasil
Pico da Bandeira
17/set à 18/set/2019

Terceiro mais alto do Brasil

Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos ícones do montanhismo no Brasil e abriga o terceiro ponto mais alto do País. O Pico da Bandeira, que tem 2.891 metros de altitude, mas vem seguido de perto do Pico 2 ou Pico do Cruzeiro, com 2.852 metros, o Pico do Calçado com 2.849 metros e o Pico do Calçado Mirim com 2.818 metros. Logo mais abaixo fica o Pico do Cristal, com 2.770 metros que fica exclusivamente em território mineiro. Serão 3 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes.

Vem com a gente
Parque Nacional Serra dos Órgãos
Travessia Petro x Tere
20 à 22/set/2019

Parque Nacional Serra dos Órgãos

A Travessia Petrópolis Teresópolis ou Petro x Tere como também é conhecida! É considerada a travessia mais bonita do Brasil. Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos) em meio a exuberância da Mata Atlântica entre as cidades serranas de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis. Com muitas subidas e descidas íngremes é considerada uma caminhada difícil e possui cerca de 30 km ligando os municípios de Petrópolis e Teresópolis. Geralmente é realizada em três dias.

Vem com a Gente
Bauzinho, baú e Ana Chata
Travessia Pedra do Baú
23 e 24/set/2019

Bauzinho, baú e Ana Chata

O Roteiro foi chamado carinhosamente por nós de Volta da Pedra do Baú, passa em meio de Trilhas pela mata, subindo e descendo Vias Ferratas fixadas na Rocha Gnaissicas da Serra da Mantiqueira exatamente por: Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata. Localiza-se no município de São Bento do Sapucaí, estado de São Paulo, Brasil. O ponto culminante é a Pedra do Baú (altitude de 1964 metros), conhecido por abrigar algumas rotas de escalada esportiva.

Vem com a gente
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira
Petar
25 e 26/set/2019

Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) é considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO. Vamos explorar o Núcleo Santana! Lá vamos conhecer: – A Caverna de Santana, -A Trilha do Betari (Caverna Água Suja, Caverna do Cafezal e cachoeiras das Andorinhas e do Beija-flor) – E a trilha do Morro-Preto Couto (Caverna do Morro-Preto, cachoeira do Couto e Caverna do Couto).

Vem com a Gente

Investimento

 Aqui vai uma dica muito interessante! Como estaremos organizando os eventos em sequência isto é, um após o outro, vale muito a pena você se inscrever em mais de um evento, pois isso diminui gastos de deslocamento, fazendo você poupar um bom dinheiro e conhecer mais destinos.

Por participar do Mountain Series, você ganha descontos especiais na compra de qualquer equipamento outdoor na loja Patos do Sul/RS – Entregas para todo o país.

Curtlo BR

Nossa equipe

Nosso time é formado por 4 (quatro) pessoas, sendo 2 (dois) guias de montanha, 1 (um) fotógrafo e 1 (um) especialista em Marketing Digital/Suporte.

Faremos uma cobertura online do Mountain Series aqui no site, comunicando também nas mídias sociais onde somos atuantes;

Teremos uma equipe profissional de fotografia e filmagem com drone, com edições diárias no evento e publicações ao vivo nas  mídias sociais;

Postagens semanais aqui no site e na Sol de Indiada, com o intuito de relatar a experiência obtida pelos participantes durante cada evento.

Se você gostou do nosso projeto, então comente aqui embaixo, compartilhe com seus amigos e venha encarar esse desafio com a gente!

mochila Osprey Talon

Mochila Osprey Talon 44 L

Hoje apresento a vocês a avaliação completa da mochila Osprey Talon 44L, vou mostrar aqui todos os detalhes desse produto que é uma das mochilas mais leves do mundo em sua categoria.

A mochila Osprey Talon 44L é destinada para uma série de atividades como: trekking, hiking, escalada e montanhismo em geral.

Características da mochila

  • Medidas: S/M – 62 x 30 x 33 cm | Peso: 1,02 kg | 42L
  • Medidas: M/G – 67 x  30 x 33 | Peso: 1,105 kg | 44L
  • Material: Naylon mini shadow + 70D x 100D e Nylon 420HD
  • Barrigueira BioStrech
  • Estrutura LightWire ™, leve, confortável e resistente
  • Alças BioStrech, com ajuste de altura
  • Sistema para hidratação externa no painel traseiro
  • Bolso frontal em tecido elástico com fechamento para transporte de equipamentos extras
  • Stow-on-the-Go™ – sistema que permite retirada do bastão de caminhada sem tirar a mochila das costas
  • Bolsos para celular e pequenos objetos na barrigueira
  • Garantia vitalícia da Osprey para as mochilas

Site do fabricante: Osprey Brasil

A mochila Osprey Talon 44L foi pensada para pessoas que gostam de carregar pouco peso, é muito leve em comparação com outras mochilas, pesa um puco mais de 1kg apenas, sendo construída de maneira minimalista, ela é leve, robusta e muito confortável.

mochila Osprey Talon

Possui um ótimo espaço interno, nela conseguimos colocar todos os equipamentos para uma travessia de trekking de 1 dia, incluindo água, comida e maquina fotográfica DSLR.

Compartimentos e aberturas

A mochila conta com duas aberturas, sendo uma superior com grande abertura e uma inferior, que acomoda tranquilamente o saco de dormir.

Nas laterais a mochila Osprey Talon 44L apresenta uma fita de compressão em formato ziguezague, além disso conta com um grande bolso de cada lado, fabricado em tecido Mesh garantindo boa elasticidade para acomodar garrafas de água com capacidade de até 1 litro, vale mencionar também que estes bolsos contam com duas aberturas, uma na vertical e outra em um angulo de 45°, isso facilita muito na hora de pegar ou colocar a garrafa de água durante as trilhas.

Na parte dianteira da mochila conta com um grande bolso de tecido Mesh, ideal para colocar capa de chuva, anoraque ou qualquer outro equipamento que precise estar de fácil acesso.

mochila Osprey Talon

Também podemos ver na parte frontal da mochila presilhas e luppings (argola) para prender tanto os bastões de caminhada como piolet (piquetas de gelo). Além do mais a mochila também oferece fitas para prender algum acessório como isolante térmico ou barraca. Essas fital estão localizadas acima da abertura inferior (compartimento do saco de dormir).

mochila Osprey Talon

O capuz da mochila é telescópio isso possibilita carregar mais carga na mochila, pois podemos levantar ou abaixar o capuz conforme for a necessidade do usuário. o capuz conta com dois bolsos apenas, um grande na parte externa e um bolso telado um pouco menor na parte interna.

Estrutura e capacidade de carga

Seu sistema de suspensão, extremamente leve, possui uma estrutura periférica em alumínio que a torna muito confortável, mesmo com carga pesada.

Construído com espuma com ranhuras cortadas em malha, e área da lombar sem costuras, a mochila Osprey Talon 44L promove um melhor conforto e ventilação na região da barrigueira.

mochila Osprey Talon

E falando em carga, a estrutura da mochila Talon 44 litros da Osprey é otimizada para carregar até 18 quilos.

Barrigueira, alças e ajustes

A barrigueira também possui o sistema BioStrech molda-se de forma precisa a sua cintura, diferenciando homens de mulheres.

Na parte da barrigueira conta com dois amplos bolsos com fechamento em zíperes, onde podemos guardar alguns objetos como GPS, celular ou até barras de cereais.

As alças são construídas em espuma, anatômicas, curvadas e com regulagem de altura, inclui fita peitoral ajustável com apito embutido na presilha de fechamento, todo esse conjunto proporciona um ajuste ainda mais preciso aos usuários.

Ela possuí o sistema Stow-on-the-Go, que consiste em presilhas especiais que garantem a facilidade de acesso e de guarda dos bastões de caminhada, mesmo durante a caminhada, e sem a necessidade de retirar a mochila das costas.

mochila Osprey Talon

Acessórios da mochila

A mochila Osprey Talon 44L conta também com bolso específico para acomodar o reservatório de hidratação de até 3L (vendido separadamente), este fica localizado atrás do costado e pode ser preso através de uma pequena presilha na parte superior.

A mochila não possui capa de chuva (vendido separadamente) e nem compartimento específico para guarda-la.

Avaliação completa Osprey Talon 44 L

Já estamos avaliando esse modelo de mochila a cerca de 1 mês, usamos em atividades de trekking, hiking (caminhada) e escalada em diversos locais aqui no Rio Grande do Sul – Brasil.

O que podemos dizer sobre essa mochila é que nos agradou bastante, não apenas por ser uma das mochilas mais leves do mundo, mas por ser muito confortável, prática e resistente.

A mochila confere bastante espaço interno para acomodar os equipamentos, mesmo carregada com seus 18kg de carga conforme diz o fabricante, ela ainda continua proporcionando conforto, equilíbrio e muita praticidade ao usuário.

Acreditamos que essa mochila possui um excelente custo benefício, pois seu valor de venda gira em média a R$ 900,00 vendida aqui no Brasil, em relação aos seus concorrentes o valor está muito bom.

mochila Osprey Talon

Recomendamos você sempre investir em equipamentos de qualidade, quanto mais leves for seus equipamentos, melhor será seu desempenho na trilha!

Mas como nem tudo são flores nessa vida, encontrei um único ponto que pode ser melhorado pela marca: o que mais chama a atenção é o fato de não ter capa de chuva. Geralmente em boa parte das travessias de trekking pelo Brasil sempre nos deparamos com situações/climas adversos, não ter a capa de chuva pode ser um problema para quem está fazendo uma travessia ou qualquer outra atividade.

Tirando esse ponto, não encontramos mais detalhes na mochila, mas ainda faremos alguns testes com ela na Serra Fina, Serra dos Órgãos, Itatiaia e outras travessias no Brasil que vierem à surgir. Para assim poder passar um feedback melhor sobre a mochila Osprey Talon 44L.

Se você procura mochilas com capacidade maior, recomendamos ler nossa avaliação completa da mochila Atmos 50L AG.

Já avaliamos inúmeros produtos de aventuras, se quiser ler mais sobre eles, clique aqui!

Cerro Torre no Netflix

O filme desenvolvido pela empresa Red Bull Mídia House conta a história do atleta David Lama, um dos maiores escaladores da atualidade, o filme Cerro Torre se passa em meio a região patagônica, um lugar conhecido como El Chalten, aqui o escalador busca ser o primeiro homem a escalar a montanha Cerro Torre com 3.128 metros de altitude no estilo livre.

Cerro Torre no Netflix

Se você é apaixonado por escaladas em ambientes naturais, com certeza esse filme trará muitas inspirações, além de mostrar a escalada em si.

O filme está presente no Netflix, confira!

Acesse nossa página sobre filmes e livros e encante-se!

Pedra da Naja, trilha até o cume!

Pedra da Naja, trilha até o cume!

A atividade originou-se depois de algumas conversas entre amigos, fomos convidados a conhecer o Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista e as trilhas que levam ao Morro dos Cavalos e a Pedra da Naja.

Saímos da cidade de Farroupilha/RS com destino primeiramente a cidade de Feliz/RS na região dos Vales da serra gaúcha, para a primeira parada, pegar a terceira integrante da aventura, depois de acomodar todas as bagagens era hora de pegar a estrada novamente, agora sim com destino ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista – Catupi/RS.

Durante todo o trajeto a chuva não deu trégua, ao olhar para o horizonte e ver aquele céu acinzentado, tínhamos a sensação que o fim de semana seria regado de muita chuva e frio. A cada quilômetro rodado ficávamos ansiosos para chegar e logo armar as barracas.

Conforme íamos se aproximando do Refúgio a beleza do por do sol chamava nossa atenção, ali é uma região bastante conhecida por produzir grandes quantidades de carvão vegetal, conforme olhávamos o sol ir desaparecendo no horizonte, as fumaças no ar subindo e um pequeno espaço de céu azul, nos dizia que seria um fim de semana incrível. Paramos ali um pouco para apreciar aquele momento, sentimento de muita gratidão e felicidade.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

A estrada de acesso ao refúgio é íngreme e possui inúmeras pedras soltas, ali tivemos algumas dificuldades para subir, mas devagar fomos contornando os obstáculos e subimos, fomos muito bem recebidos pelo proprietário Paulo Menezes, onde nos ajudou a levar as mochilas e os materiais de camping para a área de acampamento.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Montamos as barracas ao lado da outra bem pertinho do refúgio, perto da cozinha e da fogueira, assim tornando mais fácil na hora de dormir e acordar.

Depois organizamos todos equipamentos o restante da galera chegou, vindos um de cada lugar diferente do estado, amigos que conheci ao longo de muitas aventuras pelo Rio Grande do Sul e fora dele, amizades unida pela paixão pela natureza, jeito simples de aproveitar a vida.

A galera chegou tão empolgada que logo a Carla, proprietária e cozinheira oficial do refúgio preparou a janta para todos aqueles aventureiros que chegaram loucos de fome, enquanto os alimentos eram cozinhados ascendemos uma fogueira e ficamos ali contando as histórias de nossas aventuras por aí e relembrando outras tantas vezes que estivemos juntos.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Estar ali com amigos que a gente gosta é uma sensação que não tem preço, enquanto o fogo ia queimando os galhos e as lenhas, estávamos todos ali jantando em roda de uma fogueira majestosa, a cima de nós a luz do luar que aparecia em meio ao céu nublado, já dava para ter uma pequena ideia do clima do dia seguinte. Mas isso em si não nos preocupava, podia chover, fazer frio, estávamos todos ali determinados a percorrer as trilhas sem dar desculpas.

Sempre ouvi falar que precisamos experimentar o frio para valorizar o calor, experimentar a chuva na cara para assim valorizar o sol, e tantas outras coisas que acontecem durante um fim de semana na natureza, tudo isso faz com que possamos aprender e valorizar as coisas simples da vida.

Depois do jantar chegou a hora de abrir as garrafas de vinho, ficar ao lado de quem a gente gosta e contar piadas, rir, ouvimos as histórias do Morro do Iê-Iê, assombrações e lendas da região, acho muito interessante saber de tudo isso, assim podemos valorizar mais o lugar e as pessoas, são pequenas histórias contadas ao meio da noite que fazem as vezes um acampamento normal tornar-se incrível. Após algumas garrafas tomadas era hora de cair na cama, quer dizer, entrar na barraca e dormir.

Paulo proprietário do refúgio e nosso guia da trilha avisou que tínhamos que levantar lá pelas oito horas da manhã, tomar café. A saída iria ser as 09h30min.

Manhã do sehundo dia:

Acordamos em torno de 8 horas da manhã, o céu estava nublado, mas parecia que não iria chover muito durante o dia, tiramos os apetrechos da barraca e logo começamos a ferver a água para o café, sentamos todos em baixo dos galpões do refúgio conversando e imaginando como seria a trilha, o que íamos levar, quanto de água e quais alimentos levaríamos junto.

Após o café, o nosso guia chamou todos para uma breve reunião antes da saída para a trilha, nos entregou folhetos com dicas básicas sobre como proceder nas trilhas em geral, todos os tópicos servem como um alerta para cada praticante de aventuras, minimizar os estragos nas áreas naturais, sempre tentando ser o mais ecológico possível sem ferir a natureza.

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Depois de discutirmos alguns tópicos, colocamos as mochilas nas costas e o Paulo disse, que esse grupo era especial, pois era o primeiro grupo comercial a fazer a trilha da Pedra da Naja inteira até o cume. Sentimos lisonjeados por estar naquele grupo tão especial.

O grupo era formado por nove pessoas, dentre elas estava eu – Luís H. Fritsch, Marcio Basso, Luciane Pohlmann, Thaís Almeida, Fabinho Oliveira, Júlio Cézar, Jenilson Barros, Daniel Gomes e o guia Paulo Menezes. E não podemos esquecer do companheiro do guia o Pernudo (o mascote do reúgio).

Inicio da trilha

Saímos do refúgio caminhando para o lado oeste em uma pequena estrada de terra, a cerca de uns 100 metros já estávamos dentro da trilha propriamente dita, o local continha uma grande quantidade de capim alto, encharcado pela chuva e umidade que estava no lugar.

Pedra da Naja

Conforme íamos progredindo na trilha as paisagens de da fauna e da flora iam mudando, estávamos subindo em direção ao Morro dos Cavalos, uma subida um tanto íngreme, mas encantadora, a cada passo que dávamos éramos submetidos a desafiar a lei da gravidade, tendo que se pendurar em arvores e pedras, o guia nos disse que a trilha em si era fácil, mas havia muitas partes técnicas, onde teríamos que escalar as rochas.

Pedra da Naja

Depois de encarar essa subida íngreme chegamos na primeira gruta, essa possuía uma espécie de sala de reunião, continha uma mesa e cadeiras feitas com pedras, todas as cadeiras distribuídas de maneira circular em torno da mesa. O guia nos contou que antigamente os índios da região faziam cerimonias e alguns sacrifícios, era o lugar onde levavam as mulheres para satisfaze-los e depois as retiravam a vida.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Passamos um tempo ali conversando, rindo e nos alimentando, enquanto isso o guia dizia que teríamos que escalar um bom trecho, pois precisávamos chegar ao cume deste morro.

O primeiro grande obstáculo foi subir uma parede com cerca de 4 metros usando apenas uma corda, para mim e para os outros que possuem relativamente medo de altura, era um desafio tremendo, depois de alguns encorajamentos e empurrões, conseguimos superar o desafio, sentamos para descansar e agradecemos aos amigos e principalmente ao guia por estar ali sempre nos apoiando.

Pedra da Naja
Pedra da Naja

Depois de muita trilha e escalaminhada, chegamos ao cume do Morro dos Cavalos, uma vista fantástica dos arredores, muito compensador. Do alto do morro podíamos ver o próximo destino que seria o cume da Pedra da Naja.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Pedra da Naja

Para se chegar ao Cume Pedra da Naja o roteiro seria por cima da crista do Morro dos Cavalos até chegar no destino desejado, mas mesmo assim o guia nos disse que não seria tão fácil assim, então de mochilas nas costas seguimos em fila indiana, passamos por inúmeras áreas com mata densa, espinhos e muitas pedras lisas, depois de alguns minutos passados chegamos a uma outra gruta, ali o guia nos disse que era interessante deixar as mochilas, pois o local onde tínhamos que passar era bastante apertado.

Pedra da Naja

Pedra da Naja

O local de fato era apertado, tivemos que praticamente rastejar para conseguir passar, era uma fenda enorme entre um paredão de pedra e outro, cerca de 5 a 7 metros de comprimento, depois subimos uma parede com auxílio de cordas e enfim alcançamos o objetivo. Estávamos no Cume Pedra da Naja, local de beleza singular, ali tínhamos pouco espaço para ficar todos juntos e posar para uma foto, então em vez disso escrevemos em um caderno, nesse, escrevemos cada um uma frase com data , para assim quando o segundo grupo de aventureiros chegar até aqui, encontre os manuscritos.

Pedra da Naja
Assinatura do Pernudo (Mascote) – Cume Pedra da Naja

Pedra da Naja
Cume Pedra da Naja

No momento que alcançamos o Cume Pedra da Naja muitos de nós nos emocionamos, estar ali, com um grupo de amigos, tão maluco por aventuras e ter a honra de poder cumprir esse desafio, não há preço que pague. Com toda a certeza pude vivenciar uma frase que aprecio muito. “A felicidade não está no caminho que leva a algum lugar. A felicidade é o próprio caminho”.

Deixamos o caderno em um pote impermeável e depois de alguns minutos começamos a trilha de volta ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista.

Veja aqui todas as fotos dessa aventura inesquecível:

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Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes. Dalai Lama

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

O Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista, está localizado ao lado do famoso Morro do Yeye, localidade de Catupi, na cidade de Tabaí/RS. Algumas pessoas, talvez nunca tenham ouvido falar deste morro, mas ele é muito conhecido pelos montanhistas gaúchos e escaladores da região metropolitana.

O significado do nome deste morro é explicado em entrevista exclusiva feita pela empresa Perspectiva Filmes, que você pode assistir abaixo :

O proprietário do Refúgio Ecológico, conhecido como Paulo Menezes, que é um escalador nato, instrutor de escalada na Associação dos Montanhistas de Esteio – AMES. Ele é uma pessoa de jeito simples e coração grande, um apaixonado pela natureza, ecologia e claro, o montanhismo.

Há cerca de 3 anos, depois de muitas idas e vindas ao Morro Yeye, Paulo resolveu que queria morar perto deste lugar tão exuberante, comprou uma área de terra  distante 80 metros  do Morro para assim poder passar os fins de semana junto a natureza, fazendo o que mais ama, que é escalar.

Juntamente com a Associação de Montanhistas de Esteio, Paulo ergueu ao pé do Morro Yeye algumas estruturas simples para acomodar os amigos montanhistas e praticantes de escalada. Tudo no refúgio é construído de maneira artesanal, de certa forma simples, ecológica e um tanto minimalista.

Caso você busque conexões com a natureza exuberante, recomendo visitar este local em todas as épocas do ano, até mesmo para quem não é praticante de esportes como escalada, podendo desfrutar de trilhas encantadoras que levam ao Morro dos Cavalos e ao cume da Naja.

Infraestrutura:

O Local conta com amplas áreas de camping, galpão, bar,cozinha compartilhada, banheiros compartilhados e chuveiros ecológicos.

No bar você encontra bebidas para a venda e também lanches e refeições mediante agendamento.

O chuveiro ecológico para quem nunca ouvido falar, é uma espécie de barraca fechada por lona em todos os lados, dentro possui um balde e um chuveiro na ponta, caso fores usar, poderá esquentar a água no fogão e largar dentro do balde, ou encher de água em temperatura ambiente, tomando banho confortavelmente.

Valores:

Existem duas opções de camping, a primeira delas o valor é de R$ 12,00 reais por pessoa, isso dá direito ao uso apenas do banheiro e o chuveiro ecológico.

A segunda opção o valor é de R$ 18,00 reais e dá direito a usar a iluminação do local, juntamente com o chuveiro ecológico, banheiros, galpão e a cozinha compartilhada.

Atividades disponíveis:

Escalada com dificuldade entre 4° a  8° graus: R$ 60,00 por pessoa, grupo minimo de 1 pessoa e máximo de 4 pessoas.

Rapel : R$ 50,00 por pessoa, grupo minimo de 4 pessoas

Trilhas com orientador a combinar, o valor conforme a trilha é para grupo com no máximo de 12 pessoas!!

Veja algumas fotos:

Refúgio Ecológico

Refúgio Ecológico

Refúgio Ecológico

Refúgio Ecológico

Refúgio Ecológico

Contato:

Telefone: (51) 8654-9166

Facebook: Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista

E-mail: : refugiosonhodomontanhista@outloolok.com

Como chegar: 

o Refúgio pertence a localidade de Catupi, na cidade de Tabaí/RS. Distante 81 quilômetros da capital Porto Alegre/RS.

Ao chegar na localidade de Catupi/RS, acesse a rótula na BR – 287 no sentido Catupi/Montenegro, depois da loja Zomer Móveis vire a esquerda e siga até o fim da estrada asfaltada. Veja no mapa abaixo como chegar ao Refúgio Ecológico Sonho do Montanhista.

Mapa – Coordenadas: 29°38’15.4″S+51°39’22.8″W

mapa refúgio

Link: Google Maps

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Para quem gosta de fazer caminhadas curtas e se conectar diretamente com a natureza intacta, as cachoeiras gêmeas de São Miguel são uma boa pedida.

Todos nós sabemos que a região da serra gaúcha é repleta de atrações turísticas, dentre elas se destacam os atrativos culturais e naturais. A geografia da serra gaúcha é bastante montanhosa, cheia de matas e rios que contornam os morros, o que a torna perfeita para a prática de esportes de aventura, caminhadas e explorações.

Certo dia na cidade de Farroupilha/RS, em uma simples caminhada exploratória descobrimos uma cachoeira e uma cascata que deságua no mesmo rio, ambas com  altura considerável de 20 a 25 metros de queda de água.

Qual é a diferença entre cascata e cachoeira?

  • Cascata: as águas caem em queda livre do ponto inicial até o ponto final, sem tocar em nada;
  • Cachoeira: as águas escorrem por cima das pedras, antes de chegar no ponto final.

É o local ideal para relaxar, tomar um banho de cachoeira, ou quem sabe se desafiar nos esportes de aventura. Também é possível fazer rapel e escalada. Ressaltasse, entretanto que o acesso é bucólico e não possuí vias para tal, um lugar totalmente inexplorado. Pode-se dizer que é um paraíso no meio da serra gaúcha.

Caso você queira conhecer este local, aconselhamos levar um guia para acompanha-lo na trilha até as quedas de água.

Geralmente, na serra gaúcha os locais são de difíceis acesso e de propriedade privada, ou seja para chegar em belos locais é necessário passar por uma grandes quantidades de famílias proprietárias das áreas.Por isso, é aconselhável sempre que for fazer uma caminhada em um lugar novo solicitar a permissão das famílias para passar em suas terras. Não custa nada, assim evitamos contratempos.

Trilhas:

A trilha é composta por inúmeros atrativos naturais em toda sua extensão, do começo ao fim o passeio é gratificante. O trajeto  não apresenta grandes dificuldades, mas também não é  muito fácil. Existem duas rotas para chegar nas Cachoeiras Gêmeas de São Miguel, explico a seguir.

1° rota: vá seguindo por estrada de colônia, depois o caminho se torna uma (picada de trilha), estas são mais difíceis de seguir, pois é uma imersão por dentro da mata nativa regional, é fácil se perder, mas a dica aqui é seguir sempre acompanhando o rio. Neste caso, o rio se encontra à direita da trilha, veja a indicação no mapa ao final do post.

2° rota: a trilha é um pouco mais aberta, leva para a parte  de cima das cristas das cachoeiras. Esta opção é mais apreciada para os aventureiros que buscam fazer rapel, veja a indicação no mapa ao final do post.

Fotos das trilhas:

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Marcio Basso

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Onde se localizam:

As Cachoeiras Gêmeas estão localizadas na Linha São Miguel na cidade de Farroupilha/RS a cerca de 6 quilômetros do centro da cidade, as quedas d’água estão em áreas privadas. Veja abaixo os mapas que mostram as duas rotas que podem ser feitas a pé.

Mapa/coordenadas: 29°14’53.5″ S – 51°18’01.7″ W

Cachoeiras Gêmeas

Dica: Sempre que for explorar novos lugares leve consigo roupas confortáveis, calçados fechados, repelente, protetor solar, água, alimentos e kit de primeiros socorros. Lembre-se também, nunca vá sozinho para a natureza, pois afinal é sempre bom conhecer novos lugares, mas com as devidas medidas de segurança.

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

No Sequoia National Park, cerca de 2,133 metros acima do nível do mar, no sul da Sierra Nevada, possui uma árvore enorme com cerca de 3.200 anos. Seu tronco é vermelho oxidado, engrossado com camadas profundas da casca sulcada.

É a segunda maior árvore da terra, medindo 75 metros de altura, 8,2 metros de diâmetro em sua base e possuí mais de 2 bilhões de folhas do tipo agulha. Uma pesquisa recente realizada pelo cientista Steve Sillett da Universidade Estadual Humboldt e seus colegas confirmou que o Presidente, como é conhecida, ocupa o número dois entre todas as grandes árvores que já foram medidas.

Esta árvore é tão grande que dificilmente podemos olhar toda a sua magnitude. Ela tem um nome, o Presidente, concedida à cerca de 90 anos atrás por admiradores. É uma sequoia gigante, faz parte da espécie Giganteum Sequoiadendron, uma das poucas espécies sobreviventes ao tempo.

Esta espécie de árvores são tão antigas porque sobreviveram a todas as ameaças que poderia tê-las extinguido. Elas são fortes demais para serem derrubadas pelo vento. Seu cerno e cascas são infundidos com ácidos tânicos e outros produtos químicos que protegem contra a podridão fúngica. Sua casca grossa é resistente à chama.

Queimadas, de fato, são boas para as populações das sequoias, queimando concorrentes, permitindo assim que novas mudas de sequoia ganhem espaços entre a mata e recebam luz solar. Relâmpagos também podem atingi-las, mas geralmente não as matam. Então, elas envelhecem e vão ficando maiores através dos milênios.

Devido ao seu tamanho colossal, essa árvore jamais havia sido fotografada inteiramente até o momento. Uma equipe de fotógrafos da National Geographic Society trabalhou em conjunto com cientistas para tentar criar a primeira foto que mostra o Presidente em toda a sua glória.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Para fazer essa fotografia a equipe de Nick e Jim Campbell Spickler, um alpinista perito, arquitetou um plano. Para isso, formaram uma equipe de assistentes e alpinistas em conjunto com a equipe de Steve Sillett, dirigiram-se ao local em meados de fevereiro, quando os bancos de neve ao longo da estrada estavam baixos. Eles colocaram cordas sobre a árvore Presidente e sobre uma árvore próxima de altura semelhante, tudo isso para fazer a ascensão humana e para a colocação das câmeras. Eles esperaram através dos dias de céus azuis, condições lamacentas e nevoeiro até que o tempo mudou e a neve surgiu novamente. Então o momento era perfeito para captura da imagem.

Dentre as milhares de fotografias tiradas, eles selecionaram 126 e as colocaram unidas em sequência de modo que formassem este espetacular retrato da árvore Presidente.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Incrível, não é? Agora, dê uma olhada neste vídeo para ver como eles conseguiram esta façanha. Confira!

 Fonte: National Geographic

Pedra da Cebola em Vitória/ES – Brasil

Pedra da Cebola em Vitória/ES – Brasil

O Parque Pedra da Cebola possui uma área  superior a 100 mil metros quadrados, nele se encontram exemplares de Mata de Restinga, Mata Atlântica e vegetação rupestre nativa do local, que abrigam pequenos répteis e aves. Além de dispor de um espaço cultural, casa de meditação, jardim oriental e mirante sobre um paredão rochoso, utilizado para escalada.

O local leva esse nome por se tratar de uma grande pedra esculpida pela natureza que repousa sobre outra rocha. Devido ao seu comportamento geológico, a pedra se “descama” de maneira similar as camadas de uma cebola.

Inaugurado em 1997, o local abrigava a Pedreira de Goiabeiras, propriedade da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), e foi a primeira recuperação de área degradada por esse tipo de atividade econômica no município.

Pedra da Cebola
Foto: Arquivo pessoal

Pedra da Cebola
Foto: Arquivo pessoal

Como chegar:

O parque localiza-se em frente a Universidade Federal do Espirito Santo (UFES). Acesso pela Av. Fernando Ferrari e Rua João Batista Celestino, na Mata da praia.

Pedra da Cebola

Horário de Funcionamento:

De Terça a Domingo, das 5:00 às 22:00 hs.

Tel.: (27) 3327-4298 (Centro de Educação Ambiental – CEA)

Tel.: (27) 3327-4353 (Administração do Parque)
Morro da Caixa d’água:
Outro lugar que merece ser visitado é o Morro da Caixa D’água, o nome soa estranho, mas é assim que é chamado pelo povo local, possui uma vista peculiar da cidade de Vitória/ES, juntamente com o Rio Santa Maria.
Fica localizado junto a Universidade Federal do Espirito Santo (UFES), recomendo visitar o local nas primeiras horas da tarde, pois da mesma forma que possui uma beleza singular, também é um lugar usado por usuários de drogas, pode ser perigoso ir em finais de tarde ou a noite.

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Foto: Arquivo pessoal

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Foto: Arquivo pessoal

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Foto: Arquivo pessoal

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Foto: Arquivo pessoal

 Texto e fotos: Luís H. Fritsch

Escalando o desfiladeiro Bataara, por David Lama

David Lama escolheu o Líbano como local para sua mais recente aventura, e ficou decidido em criar uma rota no intocado desfiladeiro Bataara. Foi uma manobra corajosa para o jovem escalador, pelo Líbano não ser conhecido pela escalada, mas David quis explorar novo terreno, e com sucesso criou a nova rota Avaatara, que é uma escalada de grau 5.14d.

 No porquê de escolhermos o Líbano, diz David: “Se você for tomar estradas que já foram descobertas, você está basicamente apenas seguindo. Mas se você for a um lugar que ninguém nunca esteve você basicamente está na liderança, e isso é algo que eu gosto muito.
“O Líbano é definitivamente um lugar especial, é de alguma forma um pouco exótico, um lugar que você não planeja ir como um escalador, como não está no mapa da escalada,esse é um dos fatores que me trouxe até aqui.”

O desfiladeiro Bataara nunca tinha sido escalado antes.

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

Já a escalada, ela acontece em um sumidouro enorme, com uma cachoeira descendo pelo seu centro, ele nunca tinha sido escalado antes, então David teve que ser imaginativo aoplanejar sua rota – que no começo até lhe deu dúvidas de ser ou não possível.

É um sumidouro espetacular no Líbano

Light shines through the caves in the Baatara Gorge in Lebanon.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

Ele diz: “não é muito comum você ir a uma localidade tão deslumbrante que ninguém escalou. Achar uma linha escalável por essa caverna, nesse sumidouro, foi bem difícil. Eu realmente tive minhas dúvidas. As paredes são incrivelmente inclinadas, e dificilmente se acha uma agarra nelas, portanto eu estava inseguro de haver uma linha que eu poderia seguir em escalada livre.”

O crux foi extremamente difícil

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

O crux foi tão difícil que prender as costuras rápidas no teto teriam tomado energia demais, portanto ele simplesmente escolheu pulá-las. Mais adiante, foi um alívio quando ele tinha acabado e ele soube que não iria cair.

David completou a nova rota

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

Ele acredita que a rota é verdadeiramente linda, quase como um tipo de obra de arte. Ele explica: “Acredito que quando se trata de escaladas que sejam tão difíceis ou que sejam próximas ao seu limite, escalada é quase mais como uma arte do que um esporte.

“É a transição de uma ideia que você tem na sua cabeça, a algo que todo mundo pode ver. Como agora todo mundo sabe que essa linha é escalável, e isso é lindo em minha opinião.”

Veja mais fotos dessa incrível escalada:

David Lama stares up at a new climb in Baatara Gorgre in Lebanon.
© C.Rich-Red Bull Content Pool

CR_150618_DLama_JadKhoury_Avaatara_Lebanon_0002
© C.Rich-Red Bull Content Pool

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© C.Rich-Red Bull Content Pool

David Lama climbing Avaatara (5.14d), his First Ascent in the Bataara Gorge in Lebanon. Jaad Koury belays him at the base.
© C.Rich-Red Bull Content Pool

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 17th, 2015.
© C.Rich-Red Bull Content Pool

Siga David Lama no Facebook e Instagram para ver mais.
Traduzido livremente por: Lucas Sironi
Via

I Seminário de Gestão da Escalada de Farroupilha/RS – Brasil

O Parque Salto Ventoso é um point de escalada excepcional que atrai escaladores de todo o Brasil e do exterior. Sua beleza cênica não passou despercebida e já foi palco de produções cinematográficas importantes e que ajudaram a dar visibilidade à cultura da colonização italiana e ao Turismo em Farroupilha. O monumento natural do Salto Ventoso também é atrativo turístico, fonte de renda direta e indireta para os moradores, e uma grande sala de aula: Enfim, é um palco para o encontro plural da sociedade com sua natureza singular.

Agora o Parque Salto Ventoso está recebendo a atenção merecida do poder público municipal, que está implementando melhorias que possibilitam a plenitude e a harmonia das diferentes funções do Parque. Para nós montanhistas isso é muito bom, porque sabemos como a experiência com o mundo natural é fundamental para a proteção destas áreas.

Assim a Federação Gaúcha de Montanhismo realizará este evento em conjunto com a Prefeitura de Farroupilha, para que o projeto do Parque seja conhecido pela comunidade de montanha, e que possamos debater o uso público, oferecendo diretrizes, ao gestor, para organização do esporte no Salto Ventoso. Porém o evento não é só sobre o Parque e a escalada, Farroupilha oferece inúmeras outras áreas de imensa beleza cênica e com grande potencial para os esportes de natureza, para o cinema, para o turismo e para a economia local.

É o montanhismo gerando toda uma cultura, a Cultura de Montanha.

Veja como foi o primeiro dia do I Seminário de Gestão da Escalada!

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Informações: Federação Gaúcha de Montanhismo

Sem título

Edição e fotos: Luís H. Fritsch