Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso está localizada na linha Forromeco, pertencente a cidade de Carlos Barbosa, distante aproximadamente 16 km da cidade de Farroupilha e 11 km do município de São Vendelino/RS.

A Cascata do Paraíso está dentro de uma propriedade particular, por isso é muito bem cuidada e preservada pelo proprietário, Sr. Eduardo, um porto alegrense muito gente boa que tivemos o privilégio de conhecer.

Para manter a estrutura intacta e as trilhas organizadas, o proprietário cobra uma taxa de R$ 10,00 por pessoa para passar o dia no local.

O que fazer na Cascata do Paraíso

Dentro da propriedade há cerca de três quedas de água, onde em cada uma delas forma-se um grande poço para banhos, a profundidade entre eles variam de 3 a 8 metros, caso você não saiba nadar não é recomendado entrar na água.

Para quem gosta de nadar ou se refrescar nas águas da cascata, esse lugar é propício para isso.

Para quem gosta de capturar belas imagens assim como eu, o local é propício para isso, os caminhos e trilhas são bem sinalizados e de fácil acesso para a maioria das pessoas.

Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch

Dentro da sua propriedade ele não aceita que entre com bebidas alcoólicas, mas é possível fazer um churrasco com os amigos e/ou família, as churrasqueiras são feitas de maneira natural, usando pedras do próprio rio.

Horários de visitação

Para aproveitar melhor a paisagem, recomendamos ir durante a semana, mas caso você não consiga ir nestes dias, ir aos finais de semana também pode ser legal.

Em dias de muito calor e finais de semana principalmente a Cascata do Paraíso costuma ficar lotada, se você é o tipo de pessoa que gosta de paz e tranquilidade, ir nos sábados e domingos talvez não seja a melhor opção.

A propriedade está aberta para todos que quiserem visita-lá, das 9:00 horas até às 18:00, todos os dias da semana.

Como chegar na Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Link do Google Maps

Outros destinos nas proximidades

A região da Serra Gaúcha possui muitos atrativos naturais, pois possui uma geografia interessante, rodeada de grandes vales, matas e cascatas.

Se você tem vontade de conhecer outros lugares de belezas naturais exuberantes, recomendamos conhecer também a Cascata do Salto Ventoso na cidade de Farroupilha, distante aproximadamente 10 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Salto Ventoso – Crédito: Luís H. Fritsch

Caso você goste de locais altos e com uma vista esplendida da cidade de São Vendelino, recomendamos conhecer o Morro do Diabo, localizado aproximadamente 9 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Morro do Diabo – Crédito: Marcio Basso

O local é propício para esportes de Voo livre como paraglider e parapente ou também um ótimo local para se curtir o pôr do sol, concluindo assim o passeio pelo interior da Serra Gaúcha

O que aguarda os atletas na 2ª Etapa do CGCTM 2019?!

No dia 16 de março (sábado), ocorre a 2ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas na Comunidade de Linha Müller no interior da cidade de Farroupilha.

Desde 2015 Linha Müller, apoia as corridas de trilhas e montanhas. “Tanto que existe no Ginásio da Comunidade uma exposição das camisas de todas as edições do evento que lá aconteceram, bem como das respectivas medalhas, mapas dos percursos e reportagens de jornais da cidade sobre as corridas.” relembra Samuel Polli, morador da Comunidade e um dos responsáveis pelos percursos.

Na última edição (2018) os atletas enfrentaram percursos extenuantes e muito calor, em alguns trechos a única opção era caminhar. O calor não dava trégua e como recompensa em diversos pontos os corredores eram recebidos pelos moradores locais com água gelada. Muitos paravam alguns minutos para “resfriar o radiador”.

Um dos pontos mais destacados pelos atletas foi o carinho que receberam ao longo do percurso, da querida Comunidade de Linha Müller.

Para o Trilhas do Salto Ventoso 2019, o evento contará com percursos de 7, 16 e 24 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas.

2ª Etapa do CGCTM 2019
Créditos: CGCTM

A prova terá nos seus três percursos variação de terrenos. Nos percursos médio e longo haverá passagem por rios – inevitavelmente os atletas vão molhar os pés e dependendo do nível de água da Cascata do Salto Ventoso, também existe a possibilidade do atleta s molhar com a nuvem d’água que evapora com a força da queda. Vale lembrar que os 3 percursos passarão pelo Salto Ventoso!

2ª Etapa do CGCTM 2019
Créditos: Adroir Fotográfo

“O ponto máximo da prova é a passagem pela Cascata do Salto Ventoso! É um momento único para o atleta que pode conciliar o prazer de correr junto a natureza e toda a sua grandiosidade e beleza.” acrescenta Polli.

Inscrições e maiores informações sobre a 2ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas 2019 – Trilhas do Salto Ventoso – Farroupilha/RS, disponível no site da Youmovin.

Linha Müller juntamente com a L&E Eventos Esportivos, está preparando um grandioso evento e cuidando de cada detalhe para que seja uma experiência incrível à todos os atletas e seus familiares. Na sede do evento terá toda estrutura para melhor acolher os atletas: delicioso almoço a partir das 10 h 30 min (reservas com Vanessa 54 99998-9961), lanches durante todo dia, estacionamento junto ao campo de futebol, vestiários com chuveiros quentes (tanto no ginásio, quanto no campo de futebol), parquinho infantil para as crianças.

Como chegar:

Mapa para chegar até o Parque Cascata do Salto Ventoso

2ª Etapa do CGCTM 2019

Trilha das Represas Abandonadas

Na parte alta do Vale do Caí mais precisamente na divisa entre os municípios gaúchos de São Pedro da Serra e Salvador do Sul/RS – Brasil, em meio a mata, um lugar conta a história hoje quase que esquecida,  que já foi referência de modernidade para a região quando construída na década de trinta.

Em um período que a energia elétrica era ainda para poucos no sul do Brasil, na região serrana em um pequeno povoado, luzes brilhavam do alto de uma montanha. Se tratava do seminário jesuíta Santo Inácio de Loyola, que hoje segue imponente no alto do município de Salvador do Sul, no entanto não desempenha mais a função que tinha no passado.

Naquele período após o padre Primus sair por suas aventuras encontrou um vale rochoso com grande inclinação e um volume considerável de água. Após análises, os jesuítas colocaram em prática o projeto da construção de uma hidrelétrica que se constituía na construção de duas represas e uma casa de máquinas. E assim após a construção, começaram a  produzir sua própria energia, o que se estendeu por muitos anos.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Até que, com a chegada da rede elétrica, mais moderna e eficiente como conhecemos hoje, a porta da casa de máquinas foi fechada, e deixada para atrás. E assim com o tempo, lentamente a natureza foi tomando de volta a sua característica selvagem antes da chegada dos imigrantes.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Nós do Trekkingrs fomos lá atrás dessa história contata pelos mais velhos em busca da trilha das represas perdidas para compartilhar esta informação como todos nossos seguidores aventureiros que estão buscando novos destinos para explorar.

A partir da Rua Carlos Edvino Specht que se encontra no centro de São Pedro da Serra, você deverá descer aproximadamente cinco minutos de caminhada até o ponto em que a rua passa pela descida do arroio. Neste ponto uma pequena trilha não muito visível te levará até a parte baixa do arroio.

Já neste ponto você estará na parte de atrás do lago da primeira represa, o lago com o passar dos anos recebeu muitos sedimentos que desceram da parte altado município.

Nesse ponto deve-se ladear o lago pela parte esquerda até então chegar a parte alta da represa. É possível caminhar por cima dela de um lado a outro. Também no ponto central há uma escada de barras de metal para poder acessar a parte inferior da represa que consiste em uma grande base de pedras colocadas em diferentes níveis para formar toda a grande estrutura da represa. Com o vertedouro superior, onde não era o leito do arroio, oferece hoje uma cascata que foi criada com a construção da represa.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Seguimos nosso caminho para poder chegar até a segunda represa e a casa de máquinas. Desde lugar em diante prepare-se para molhar seus pés para um hike em grande parte pelo arroio. Como o vale é estreito, grande parte do caminho deve ser feito dessa forma.

Após uns minutos de caminhada pelo arroio você chegará a uma queda d’água. Não é possível acessar a parte baixa pelo arroio, a não ser que seja por rapel. Deve-se tomar uma trilha a direita para acessar uma parte mais alta ao lado da cascata e logo descer mais a frente.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Já na parte inferior da cascata, o caminho segue pelo curso do arroio. Este é um trecho mais extenso descendo por grandes pedras e zonas com o vale mais aberto. Até então chegar a um lugar que você perceberá o remanso do arroio, isso significa que chegaste a última represa. Tome uma trilha a direita para seguir até a base.

A segunda represa apresenta um assoreamento quase que completo do seu lago original. Em alguns anos será apenas um arroio e já não haverá mais o lago. No entanto, seguirá a queda de água da represa, uma mistura de pedras e tijolos maciços incríveis. Aproveite a para escutar o barulho da água e aproveitar solidão ao seu redor.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Observando a direita no caminho do arroio, vários pedaços de tubos de metal estão deteriorando-se em meio da floresta. Consiste na tubulação que canalizava a água da segunda represa até a planta geradora de energia.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Assim, seguindo o curso do arroio, se chegará a uma parte aberta do arroio de pura rocha. E mais a frente um grande desnível onde água se canaliza e desaparece morro abaixo em uma fenda Este ponto batizado como “saboneteira” é um ponto onde a pedra está pendida à fenda do arroio, no entanto, todo esta parte é muito lisa por isso o nome. Se deve tomar muito cuidado, e tomar uma trilha a direita, passando por cima dos tubos de metal.

Já subindo aproximadamente cinquenta metros acima do arroio estará a antiga estrada que levava a casa de máquinas. Seguindo este pequeno caminho, hoje fechado pela mata, é importante seguir até o vale próximo a queda de água. Neste ponto uma antiga escada de tijolos te guiará pela borda da fenda. E neste momento se encontrará a antiga usina hidrelétrica aí, perdida em meio ao vale.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Grande parte do maquinário segue no local. O telhado dá a impressão que caiu a poucos anos, também é possível descer uma escada pequena, dentro da estrutura, no entanto a sensação é de que as paredes ou o chão que já apresentam grande rachaduras podem colapsar a qualquer momento.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Mantenha a estrutura como está. É importante zelar pelo pela estrutura enquanto segue seu deterioro lento, permita que mais pessoas possam conhecer. Tome seu tempo, aproveite o lugar, relaxe e tire suas fotos, pois após um descanso você terá que voltar. É uma boa opção voltar pela antiga estrada da casa de máquinas, será meia hora de caminhada até a Rua Padre Piva em frente ao um posto de gasolina já na área urbana de São Pedro da Serra.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Compartilhamos também o mapa dessa rota no wikiloc e um vídeo para você planejar a sua trilha e não ter a chance de se perder.

https://pt.wikiloc.com/trilhas-trekking/trilha-da-represa-abandonada-sao-pedro-da-serra-rs-rota-circular-29708823

Sobre a trilha, o que certamente te marcará é o fato de ser um lugar é único, histórico, de aventura e muito contato com a natureza, ela que não é vilã nesta história, apenas está recuperando o que já era dela em toda sua plenitude.

Cascata da Usina Velha em Veranópolis

A Cascata da Usina Velha está localizada a cerca de seis quilômetros do centro da cidade Veranópolis/RS, conhecida como a Terra da Longevidade, Veranópolis é uma cidade pacata de aproximadamente trinta mil habitantes, possui uma forte influencia alemã e italiana na sua característica cultural.

O local é composto por duas pequenas cascatas, uma ao lado da outra, com aproximadamente seis metros de altura, no local também é possível contemplar a primeira usina de geração de energia elétrica no interior do estado do Rio Grande do Sul – Brasil, está por sua vez se encontra em ruínas. No dia 25 de Julho de 1912 é inaugurado serviço de luz elétrica da vila Alfredo Chaves. Foram 108 lâmpadas, com um total de 8.400 velas, que iluminaram as principais ruas e praças da vila de Alfredo Chaves.

Cascata da Usina

Cascata da Usina

Por ser um atrativo de fácil acesso, a inúmeras pessoas que visitam o local, é possível também usar o local para fazer books fotográficos e para aquelas pessoas assim como eu, praticar fotografias de longa exposição, pois o contraste com as cascatas dão um ar cinematográfico para as imagens capturadas.

Para chegar até as quedas de água, o percurso é dado por uma estrada de pedra, bem sinalizada em meio a uma linda paisagem natural, completamente exuberante. Do local de estacionamento até as cascatas é necessário andar apenas 150 metros.

A única coisa que não gostei neste lugar é a estrada de acesso, está é de terra, bem conservada por sinal, mas existe um declive acentuado gigante, não recomendo visitar em dias de chuva ou com ônibus e micro-ônibus, pois não existe espaço físico para manobrar.

A Cascata da Usina Velha é um grande atrativo turístico da cidade de Veranópolis/RS – Brasil, este é publico, quem mantem a organização do local é a prefeitura da cidade.

Cascata da Usina

Ficou curioso, então bora conhecer as muitas belezas naturais da nossa Serra Gaúcha!

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Inaugurado em 1996, na primeira administração do ex-prefeito Renato Cavagnoli, o Mirante Gelain está numa propriedade doada pela família de Armindo Gelain. Anos depois foi construído um quiosque com estrutura para lanches.

Atualmente o local é administrado pelo Sr. Marcos, gaúcho porto-alegrense que trabalhou durante muito tempo na área de hotelaria, fazendo todos os tipos de trabalhos dentro dessa área, morou em muitas cidades ao longo de sua vida, passou cerca de 13 anos percorrendo os quatro cantos do planeta com sua bicicleta, hospedando-se em casas de família, campings e alguns outros lugares que nem imaginamos, conheceu culturas diferentes, costumes, artes, especiarias culinárias, línguas e fez grandes amizades em todos os lugares que passou.

Atualmente por motivos de saúde, ele não viaja mais neste estilo nômade, mas encontrou seu lugar em um dos principais pontos turísticos da cidade de Flores da Cunha/RS – Brasil.

Infraestrutura:

  • Bar/Restaurante
  • Banheiro
  • Estacionamento

O Mirante Gelain é o ponto de encontro para muitos aventureiros da região e fora dela, dali é possível fazer inúmeras trilhas que passam por cenários deslumbrante, cachoeiras e cascatas com águas cristalinas compõem a maioria do trajeto. Informe-se sobre as trilhas e faça novas aventuras!

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Do alto no Mirante Gelain, podemos ver um vale totalmente coberto de mata nativa exuberante, o Rio das Antas passando no pé dos morros proporcionam uma vista de tirar o fôlego. Além disso o lugar é considerado o Parque de Montanhismo na serra gaúcha, possuindo mais de trinta vias de escalada com variados níveis de dificuldade e boa geografia para a prática de rapel.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

O Mirante Gelain é o lugar perfeito para saborear variados pratos típicos da região e do mundo, o proprietário Marcos, morou em centenas de países ao redor do mundo, possui larga experiencia no preparo de todos os tipos de alimentos, aqui com certeza você poderá desfrutar de alimentação diferente, exóticos e preparadas por um excelente chefe de cozinha. Para saborear todas estas delicias é necessário contatar o Mirante Gelain, pois só serve as refeições de almoço e jantar com agendamento prévio.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

 

Como chegar:

O Mirante Gelain e a Cascata Bordin ficam no Travessão Alfredo Chaves – Flores da Cunha/RS – Brasil, com acesso pela VRS-814, sentido Nova Pádua.

Localizado a 161 km de Porto Alegre – RS – Brasil.

Mirante Gelain na Serra Gaúcha

Mais informações e agendamento de visitas pelo telefone (54) 98147 – 9534 ou pela página do Facebook.

Se você é mochileiro, viajante ou apenas gosta de conhecer lugares incríveis, então o Mirante Gelain é o lugar perfeito para você viver aventuras únicas. 

Cascatas e cachoeiras na Ferrovia do Trigo

Cachoeiras na Ferrovia do Trigo

Você já deve ter ouvido falar da Ferrovia do Trigo, localizada entre as cidades de Guaporé e Muçum/RS – Brasil. Um lugar com dezenas de viadutos gigantescos e túneis imensos, cercado por uma mata nativa completamente exuberante e cheia de vida.

O que venho relatar aqui nesta postagem é algo que talvez você não saiba ou nunca tenha ouvido falar.

Entre os vales e morros dessa ferrovia existem algumas cachoeiras, cascatas e rios que escorrem entre as matas. Mais precisamente junto ao maior viaduto ferroviário das Américas, o famoso Viaduto 13 (Viaduto do Exército).

Se você estiver na parte de baixo deste viaduto, as alternativas de banho de rio, cascatas e cachoeiras são inúmeras, junto ao Camping Paraíso Tropical existem três alternativas de passeio.

Primeira alternativa é banhar-se no rio ao lado do camping, em dias de calor recomendo muito, se caso você estiver com a sua família e amigos é um bom lugar para relaxar sem se desprender da vista maravilhosa do gigante das Américas.

Cachoeiras na Ferrovia

 

A segunda opção também está dentro da área do Camping Paraíso Tropical, mas está um pouco mais ao fundo, ali a uma pequena cascata com aproximadamente 4 metros de altura, um ótimo local para nadar, além disso é possível se jogar do alto da cascata e curtir do melhor jeito que quiser.

Cachoeiras na Ferrovia

 

Já a terceira alternativa é o Salto do Lambari, uma cachoeira com aproximadamente 60 metros de altura, com três quedas, onde que em cada queda forma-se um poço para tomar banho, um lugar simplesmente encantador, relaxante e tranquilo.

Chegamos ali com o a ajuda do instrutor e aventureiro Diego Bagnara, uns dos proprietários da V13 Adventure, empresa operadora de rapel no maior viaduto das Américas.

A trilha que leva até a base dessa cachoeira começa dentro da propriedade do Camping Paraíso Tropical, é uma trilha sem grandes obstáculos, antigamente essa passagem era usada como estrada para levar as pedras que não eram usadas na construção da ferrovia. Seguindo por essa antiga estrada, que hoje já pode ser chamada de trilha, pois a mata ali cresceu novamente e tomou conta do local.

Não recomendo fazer essa trilha sozinho, pois em algumas partes dessa trilha há bifurcações e se não tiver com um bom guia é bem possível se perder. Para melhor aproveitar essa aventura, agende sua visita com a empresa V13 Adventure, ela terá o prazer de levar você conhecer esse lugar ainda intocado, totalmente desconhecido pela maioria das pessoas com segurança e profissionalismo.

Cachoeiras na Ferrovia

 

Cascata do Maringá em Vila Maria

Apresento a vocês a Cascata do Maringá, destino maravilhoso para relaxar, acampar e aproveitar um fim de semana em família junto a natureza exuberante do interior do Rio Grande do Sul – Brasil.

A cidade de Vila Maria está localizada na Encosta Superior do Nordeste, na região da Produção, à 260 quilômetros de Porto Alegre. Possui altitude média de 580 metros acima do nível do mar. Faz divisa com os municípios de: Marau, Camargo, Nova Alvorada, Montauri, Casca e Santo Antônio do Palma.

Vila Maria resguarda em seu interior belezas naturais deslumbrantes, como a Cascata do Maringá, Monte Di Vedana, Cascata do Porongo, Refúgio Ecológico Colônia Paraíso e muitos outros atrativos que vão fazer você querer voltar lá para visitá-los. Acesse o site da prefeitura de Vila Maria para saber mais.

Neste post vou falar sobre a Cascata do Maringá, com 54 metros de altura é um local propício para a pratica do rapel, antigamente no local existia estruturas para acolher os turistas, que procuravam este tipo de esporte, hoje em dia não é mais possível. A empresa que operava o rapel e cuidava do local, cancelou os trabalhos na Cascata do Maringá.
Cascata do Maringá
Hoje em dia o local está aberto a visitação e contemplação, quem mantém o ponto turístico é a Prefeitura de Vila Maria/RS.

A Cascata do Maringá encontra-se dentro de uma área de Preservação Municipal, onde ali podemos encontrar uma usina geradora de energia construída em 1947, ainda em funcionamento.

Se você procura um local sossegado para tomar um banho de cascata, fazer um churrasco em família ou com seus amigos e ainda fazer umas trilhas divertidas, então você precisa conhecer este lugar.

As trilhas levam até a parte de cima da queda, o trajeto é um pouco extenso, a única dificuldade é a subida íngreme, tomar cuidado com o grande número de pedras soltas existente durante o caminho. Na parte de cima da queda de água, tem outras cachoeiras menores e uma piscina natural, vale muito a pena o passeio.

Cascata do Maringá

Estrutura:

Junto a Cascata do Maringá existe a opção de realizar um acampamento selvagem, este é gratuito, mas é necessário pedir autorização para a Prefeitura de Vila Maria/RS, no local existem algumas estruturas, mas estas estão em estado precário, os banheiros não possuem luz e muito menos chuveiros, a unica opção de banho é um cano pendurado na parede que saí água fria. No local também não existe pontos de água potável, você terá que levar toda a água necessária para passar o dia ou o fim de semana.

Cascata do Maringá
Em relação ao solo, este é bem pedregoso e ruim de colocar os espeques da barraca. Neste caso recomendo levar uma barraca que seja auto-portante (fica armada sem a necessidade de espeques).

Quando estava montando a barraca me arrependi de ter levado a barraca Azteq Nepal, pois não é auto-portante, consegui depois de muito esforço colocar os espeques cerca de 10 cm no solo.
Conclusões finais:

O local é lindo e exuberante, perfeito para pessoas que gostam de boas aventuras, caso você queira visitar o local, esteja munido de roupas para trilhas e para banhos de rio, água potável, repelente, protetor solar e calçados adequados. Caso você for fazer as trilhas, recomendo usar calçado fechado e calça comprida, isso irá lhe ajudar a se proteger dos mosquitos ou de qualquer outro animal que esteja no trajeto, lembrando que no verão é muito fácil cruzar com aranhas caranguejeiras e cobras, fique atento.

Se você gosta de encarar desafios e grandes aventuras, praticar o rapel será uma ótima ideia, no local não há operadores de turismo de aventura, mas você pode contatar com a empresa Outdoor Rapel, montar um grupo e se divertir nos 54 metros da Cascata do Maringá, existe duas possibilidades de descida, uma delas é pelo meio da cascata junto a queda de água e a outra pela parede do lado esquerdo.

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Cascata do Maringá

Riozinho um pequeno paraíso natural

Riozinho é uma cidade localizada a 133 quilômetros da capital Porto Alegre, Rio Grande do Sul – Brasil. Colonizada no ano de 1875 por cerca de 200 famílias de imigrantes húngaros, poloneses, prussianos e suecos, as quais acolheram, mais tarde, a vinda de famílias de origem alemã e italiana. O nome do lugar se deu por existir um pequeno rio que divide a cidade em duas partes.

A cidade de Riozinho também é conhecida pelas suas lindas paisagens naturais, na qual a Cascata do Chuvisqueiro tem o maior destaque turístico da cidade, neste local as principais empresas de turismo e agencias de viagem, trazem aventureiros de todas as partes do Brasil, para desfrutar dessas belezas e também para praticar o esporte de aventura conhecido como Rapel. A queda da cascata tem aproximadamente 80 metros de altura, isso garante muitas emoções para os aventureiros que se desafiam a descer pela parede de pedra ou mesmo junto a queda de água. Com certeza é uma aventura inesquecível.

Além dessa incrível cascata a outra queda de água para conhecer e se divertir nos dias de verão, é conhecida como Cascata das Três Quedas, aqui é possível refrescar-se junto as três piscinas naturais providas de cada queda de água. Estas cascatas você não vai encontrar nos mapas turísticos da cidade de Riozinho/RS, mas vale a pena ir conhecer e desbravar as trilhas que a compõe, para chegar a este local é fácil e rápido, a trilha que leva até a base da terceira queda é tranquila sem grandes esforços, qualquer pessoa pode faze-la. O começo dessa trilha se dá no Camping Cascata do Chuvisqueiro, para acessa-lá converse com a direção do camping.

Riozinho um pequeno paraíso natural

Caso você queira explorar as quedas da parte de cima, suba pela estrada de terra e encontrará uma trilha que leva as quedas superiores. A trilha não é longa, mas é de certa forma um pouco complicada e íngreme, possui inúmeras pedras soltas e algumas árvores caídas pelo caminho.

Coordenadas Geográficas da Cascata das Três Quedas: 29°35’23.4″S+50°25’32.6″W

Na parte de cima a queda de água tem aproximadamente 5 metros de altura, para quem gosta de apreciar um salto dentro do rio, ali é uma ótima local para isso. Estando ali ainda tem a possibilidade de subir mais uma trilha que leva a algumas piscinas naturais um pouco mais rasas, caso decida ir com sua família, ali com certeza é um belo lugar para passar a tarde.

Riozinho um pequeno paraíso natural

Riozinho um pequeno paraíso natural

Sempre que for a um local novo, explore ele por completo, as vezes os lugares menos turísticos são aqueles mais incríveis, pois são menos impactados pelo homem e garantem uma beleza surpreendente!

Caso queira percorrer essas trilhas esteja munido de água e calçado fechado.

Para saber outras informações sobre a cidade, acesse o site da Prefeitura de Riozinho/RS – Brasil, clicando aqui!

Cascata das Andorinhas um lugar mágico!

Visitar a Cascata das Andorinhas era um sonho guardado há muito tempo dentro da minha cabeça, cada imagem que eu via nas redes sociais e fotografias tiradas por fotógrafos profissionais faziam meu coração vibrar de tal forma, que isso aos poucos foi instigando o desejo de estar lá.

Demorei algum tempo para conhecer essa cascata, pois acredito que existe sempre um momento certo para conhecermos certos lugares, às vezes o que nos impede não é apenas o dinheiro ou a falta de coragem. Penso que um dos pontos fortes que influenciam uma viagem é estar de mente tranquila e espiritualizada, fazendo assim você chegar a determinado lugar e vivenciar todos os sentidos e as imensas sensações que um novo destino pode proporcionar.

A Cascata das Andorinhas leva este nome em razão da grande quantidade desta espécie de aves que habitam o local. O ambiente natural é cercado por rochas onde pode ser praticado o esporte Rapel.

Para chegar a Cascata das Andorinhas é muito fácil, está localizada a 20 Km do Centro. Existem inúmeras placas que indicam o caminho a ser percorrido para se chegar até ela. Seguimos o caminho por estrada de terra e conforme íamos avançando pela estrada de carro, notamos que a estrada sofre estreitamento  aumentando a dificuldade no percurso. Assim, resolvemos parar, deixar o carro ao lado da estrada e seguir a pé.

Coordenadas geográficas: 29°34’14.2″S+50°28’53.4″W

Colocamos a mochila nas costas e seguimos pela trilha anteriormente demarcada. A dúvida gerada nesse caminho é que ao andar pequena distância depara-se com uma bifurcação na trilha com dois sentidos, para a direita e para a esquerda. Do lado direito, parece direcionar para cima do morro, e do lado esquerdo acompanha o rio. Decidimos ir pela qual acompanha o rio, pois levamos em consideração que geralmente as cascatas ficam junto aos rios!

Cascata das Andorinhas

A trilha em si não tem grandes desafios, todas as pessoas podem percorre-la desde que, munidos de água e com calçados adequados, tem cerca de 1,5 quilômetros de extensão medido do local de estacionamento até a entrada da “caverna”, onde se descortina a Cascata das Andorinhas. O terreno é úmido e um pouco escorregadio, possui muitas raízes de árvores, onde as vezes precisávamos agarra-las para não sofrer nenhum tombo. Durante a trilha é preciso cruzar duas vezes sobre o pequeno rio até chegar a cascata.

Ao chegar, a vista é de tirar o fôlego! Fiquei estasiado com tanta beleza, as paredes ao lado da Cascata das Andorinhas pareciam ter sido esculpidas por alguém, permaneci ali olhando aquelas marcas, riscos sobre a pedra e imaginando que foram feitas pelo tempo ou pela água. Certamente  tudo isso era inundado antigamente. O desenho estampado nas paredes lembram as antigas cavernas ocupadas pelos primatas.

Cascata das Andorinhas

Cascata das Andorinhas

O local é tão magnífico que parece que estamos em um cenário de filme, uma beleza quase indescritível de retratar. Naquele local,  a sensação de paz, tranquilidade e liberdade é  inexplicável. Quanto mais eu permanecia ali, mais queria ficar apenas admirando cada detalhe de suas paredes, não queria ir embora. Chegamos por volta de 11:00 horas da manhã e permanecemos admirando até as 14:00 horas da tarde. Geralmente, quando estamos em um lugar onde nos sentimos bem as horas passam muito rápido. Ao nos darmos conta, já era hora de voltar para o carro. o horário de almoço já estava atrasado, precisávamos almoçar e ir até o próximo destino que seria a Cascata do Chuvisqueiro na cidade de Riozinho/RS – Brasil. Visita essa que contarei a vocês no próximo post.

Aventura quase perfeita – Ivoti/RS

Um dia ensolarado em uma tarde de sábado no início do inverno, fui para conhecer ou até mesmo reconhecer lugares, até aqui tudo dizia que seria uma aventura perfeita.

Podem estar se perguntando o que eu quero dizer com “reconhecer”? A medida que crescemos, amadurecemos, adquirimos conhecimentos e passamos a ver o mundo a nossa volta de uma forma diferente. Por várias vezes pensamos que não é necessário voltar a um lugar que já visitamos, porque lá veremos as mesmas paisagens que da primeira vez, mas podemos nos enganar.

Cada visita nos dá a oportunidade de ter uma percepção diferente. A maneira que observamos e percebemos as sensações,  estas que estão sempre diretamente relacionados ao momento que estamos vivendo de fato, digo isto pois, costumo voltar inúmeras vezes ao mesmo lugar, para assim comprovar a minha opinição.

Como exemplo, vou ilustrar minha última visita a Ivoti, há alguns dias atrás.

Ivoti é uma cidade agradável, hospitaleira, que localiza-se a 55 quilômetros de Porto Alegre/RS – Brasil, a cultura e as pessoas que moram ali são de origem alemã, possui como pontos turísticos principais o Belvedere, a Colonia Japonesa, o Núcleo de Casas Enxaimel, a Ponte de Imperador e a Cascata São Miguel.

Visitamos o Belvedere, este tem uma vista linda do vale e também o Núcleo de Casas Enxaimel que continua muito bonito. Confesso a vocês, que não costumava observar as cores que existem no entorno da Ponte do Imperador.

Mas preciso lhes dizer que existe uma transformação acontecendo. Creio que seja para trazer mais conforto aos turistas que visitam a cidade.

Aventura quase perfeita - Ivoti/RS
Foto: Marcio Basso

Quando conheci o lugar, há mais de 10 anos, era um dos meus lugares preferidos para ir no sábado e domingo à tarde, reunir a família e tomar uma chimarrão.  Havia um grande gramado a beira do Arroio Feitoria, onde podíamos sentar no chão, no sol quentinho do inverno, que hoje dá lugar a um espaço coberto para eventos.

O mundo evolui, tenho consciência disso, mas fico pensando: é preciso tudo isso? Como trazer novamente aquela beleza que havia aqui, fazer o natural prevalecer em meio as novas e modernas construções? Estas são perguntas que ainda não tenho as devidas respostas, mas as faço para podermos refletir sobre isso. Também não acontece apenas nesta cidade, mas em muitos outros lugares que todos nós conhecemos.

Hoje não é possível sentar à margem do Arroio Feitoria, sem sentir o cheiro do esgoto, que vejo correr pela beira.

Paramos várias vezes durante a caminhada para olhar a paisagem, fazer fotos, tentar apreciar o máximo a natureza ali presente, sentamos na guarda da Ponte do Imperador para apreciar o contato das pessoas com tudo que existe ali na volta, realmente lindo ver as famílias reunidas, apreciando o belo, o natural que ainda permanece ali, fazendo fotos para recordações, mas nada me fazia esquecer a visão do cano na beira do arroio liberando a sujeira.

Aventura quase perfeita - Ivoti/RS
Foto: Marcio Basso

Dali partimos para a Cascata São Miguel, na divisa com a cidade de Dois Irmãos, que conserva uma das primeiras hidrelétricas do Rio Grande do Sul/Brasil. Construída em 1912 e desativada em 1971. A queda d’água possui aproximadamente 35 a 40 metros e possibilita um belíssimo visual.

Aventura quase perfeita - Ivoti/RS
Foto: Marcio Basso

Seguindo a estrada que passa em frente as casas do núcleo, chegamos a um ponto onde já podíamos visualizar o Arroio, próximo a Cascata.  Encostamos o carro e seguimos a pé.  Eu comecei a observar  margem, vi placas, vi lixeiras, vi lixo. Penso que é possível deduzir o que senti: tristeza.

Seguindo pela mesma estrada e chegamos a uma ponte que dá acesso a outra margem do arroio, onde se tem um acesso mais próximo a Cascata para fazer fotos. Sentimos um cheiro forte de esgoto, olhamos em volta e localizamos um encanamento improvisado que joga os dejetos do esgoto no Arroio, e não era pouca coisa. Ele desce o Morro e vem de um Bairro de Dois Irmãos que fica na parte superior da Cascata.

O que é  bonito torna-se triste. Ver toda aquela agressão acontecendo e não conseguir fazer nada para ajudar, me achei um ser inútil em meio a tudo aquilo.

Estava a dias para escrever sobre isto, mas tive um certo ressentimento de ser mal interpretada. Não sou contra a evolução material,  não me entendam mal. Sou apenas contra ao desrespeito com o meio natural onde vivemos.

Como a Natureza se sente quando agredida?  Como nós nos sentimos quando somos agredidos? Como nos sentiríamos se fossemos um peixe tentando sobreviver às águas poluídas?

O que era para ser uma aventura perfeita, pela beleza que se esperava observar,  deixou meu coração triste.

A natureza em sua grandeza lutando para sobreviver em meio a evolução humana. Mesmo grandiosa, ela é humilde, cede o seu espaço, cede os recursos e só o que precisaríamos fazer seria ao menos respeita-la.

Termino estes escritos com o coração partido, mas não sem esperança,  porque sei que cada um de nós fazendo a sua parte, dando seu exemplo, tornará possível essa mudança.

“A poluição do planeta é apenas um reflexo externo de uma poluição interior psíquica gerada por milhões de indivíduos inconscientes, sem a menor responsabilidade pelos espaços que trazem dentro de si.” Eckhart Tolle