Expedição Aparados da Serra

Expedição Aparados da Serra

Galera, passo aqui para registrar nossa Expedição Aparados da Serra de 5 dias pela beira dos Peraus. Também aproveito para contar um pouco mais para vocês sobre estas encostas que foram chamadas pelos tropeiros de Aparados da Serra, que aqui passavam desbravando esta região e o Sul do país. Para os antigos moradores da região, os paredões gigantescos foram chamados e conhecidos como Peraus, estas encostas tão verticais da Serra Geral do Sul do Brasil, que parecem ter sido cortadas a faca, “aparados” a facão, e foi assim que os Tropeiros observavam as grandes Gargantas, os grandes Cânions.

Venha você também conhecer e contemplar este incrível lugar.

Trekking na Terra dos Cânions – Expedição Aparados da Serra

De 10 a 14 de dezembro de 2018, com cinco Expedicionários, fizemos o mapeamento e o reconhecimento desta trilha, com passagem por mais de 12 cânions, picos, serras e morros, totalizando 70 km de percurso, com a intenção de voltar a operar esta travessia na região da Serra Geral. Esta importante formação rochosa do Sul do País, localiza-se ao leste na Serra Gaúcha e Catarinense e traz consigo um intrigante registro geológico dos Aparados da Serra. De um imenso platô, subitamente interrompido por abismos verticais, nesta elevada cadeia com mais de 60 cânions e montanhas, boa parte deles de frente para a região litorânea e leste, formou-se assim: há cerca de 200 milhões de anos, onde tivemos sucessivos derrames basálticos, e que deram origem ao Planalto Meridional do Brasil; estes derrames basálticos tiveram uma extensão de mais de um milhão de quilômetros quadrados, sendo o maior derrame de lava da Terra!

A expedição Aparados da Serra também teve o intuito de mapear a trilha para inseri-la no Sistema Nacional de Caminhadas de Longo Curso:Pegadas Amarelas e Pretas, do Oiapoque ao Chuí. Movimento que vem crescendo muito em todos os cantos do mundo, liderado aqui no Brasil, pelo Pedro Menezes, coordenador Geral de Uso Público do ICMBio – Instituto Chico Mendes da Biodiversidade. Nós aqui da serra fazemos parte do “Caminho das Araucárias”, com uma equipe multidisciplinar, que trabalha voluntariamente com afinco neste projeto, que já está bem adiantado e que vem crescendo a cada dia. A trilha já saiu da Floresta Nacional de Canela para Floresta Nacional de São Francisco de Paula e já chegou até aqui nos Parques Nacionais de Cambará do Sul.

Voltando a contar sobre nossa Expedição Aparados da Serra: saímos de Cambará do Sul, eu Josemar Contesini, operador de Ecoturismo e Turismo de Aventura na região da Operadora Aparados da Serra Adventure, e Andrews Mohr, condutor local de Ecoturismo e Turismo de Natureza da Agência Aparados Ecoturismo e administrador das Pousadas: Estagem da Colina e da Pousada Campanário, para o ponto de encontro de toda a equipe, na Pousada Vale das Trutas em São Jose dos Ausentes.

Também estavam o casal: Lucas Jasper e Camila Jasper da Cine Travel que captaram imagens para a produção de um filme “Trekking na Terra dos Cânions” – Expedição São José dos Ausentes.

Para completar o grupo, o condutor local Cleber Pazini da agência receptiva Terra Sul, de S. J. dos Ausentes, e que também conduziu as duas Mulinhas, grandes figuras, Djão e Parenti: bichos incríveis.

Aparados da Serra

Contamos também com o apoio de terra do Douglas Machado, de Cambará e do Leonardo Salib de Ausentes, e diversos amigos que encontramos neste percurso.

Saímos da pousada para o ponto de partida, que foi no começo da descida da Serra da Rocinha. Descarregamos os equipamentos, e nos preparamos para dar início a nossa aventura.

Neste primeiro dia de trekking, a caminhada foi em direção a borda superior do Cânion da Serra Velha. Incrível! Que cânion gigante! Durante o percurso, no horizonte há leste, uma vista dos Morros dos Três Irmãos.

Aparados da Serra
Aparados da Serra

Seguimos no caminho das ruinas de Taipas, antigas sinalizações que dá início a descida de Tropeiros da Serra Velha: estrada que ligava a serra do Rio Grande do Sul à cidade de Timbé do Sul – SC, onde se tinha um movimento grande de tropeiros. Foi assim que estes viajantes foram colonizando toda a serra e região, o que chamamos hoje de identidade cultural do Povo Serrano do Sul do Brasil.

Aparados da Serra

Como o Sol estava muito forte perto do meio dia, achamos um local excelente, com água e sombra para o almoço. Grande almoço, confiram nas fotos.

Seguimos passando pelos campos de altitude dos Aparados da Serra, até chegarmos no Cânion da Rocinha, onde contornamos toda sua borda. Estávamos sempre acompanhados pela Matinha Nebular: cientificamente chamada de mata ombrófila densa, esta formidável vegetação arbustiva, muito particular deste lugar, e que leva este nome pelas altas incidências de neblina na região.

Aparados da Serra
Aparados da Serra

Continuamos até chegarmos no Arroio Rocinha, parada certa para banho, com água corrente e pequenas cachoeiras.

Seguindo em nossa caminhada pelos campos, chegamos em uma antiga fazenda da região, onde montamos nosso acampamento, com uma estrutura de primeira, onde cozinhamos o jantar: uma super refeição Tropeira para repor as energias! E descansar, depois de 20 Km percorrido.

Agora paro e penso neste final de 1ª dia de expedição, como está sendo bom, muita aventura, muitas risadas, trocas de experiência, vistas de tirar o fôlego, quase não consigo dormir, mas segue o baile…

Aparados da Serra

No segundo dia, logo cedo, tomamos um café da manhã com direito a paçoca de pinhão vegana, e um bom mate cevado.

Nosso próximo destino, Cânion do Amola Faca/Encerra. No caminho o relevo é acentuado com montanhas e vales, intercalando coxilhas (morros) suaves e profundas, que recortam a borda desse imenso planalto. Avistamos ao longe, e fomos deixando para traz, o local chamado Pontão do Tabuleiro, e seguimos costeando os dois vértices do Cânion Amola Faca, onde avistamos o Morro da Encerra, invernada importante nos tempos antigos das Tropeadas.

Almoçamos no caminho, em uma sombra com água fresca, sempre pontos fortes desta expedição, até chegarmos na ponta Norte do Cânion do Amola faca/Encerra, onde as ondulações suaves dão lugar a paredões verticais de rochas basálticas, com uma altitude média de 1.300 mts. Com uma ótima visibilidade, observa-se diversas cidades próximas da costa dos cânions, o Oceano Atlântico e toda a faixa do litoral com suas cidades costeiras, com suas lagoas incríveis, como a de Sombrio e de Itapeva, entre outras. Seguimos caminhando, até avistarmos ao leste, o Cânion do Realengo, e acessarmos as costas Sul do Cânion da Boa Vista.

No final deste dia uma surpresa especial: após ter percorridos mais 10 Km de nossa Expedição Aparados da Serra, chegamos para pernoitar na Pousada Ecológica dos Cânions, onde fomos muito bem acolhidos. Um banho revigorante e um jantar feito pela proprietária e Cheff de cozinha Mônica Sávio e pela Dona Maria e dormir aconchegante em camas e lenções limpos.

Em nosso terceiro dia, após um café da manhã típico da fazenda, seguimos a caminhada contornando a borda do Cânion da Boa Vista, que foi de impressionar! Caminhando pelo alto dos morros podemos ver as turfeiras gigantes, outra espécie de flora característica da região e muito encontrada nos locais de preservação; a turfeira, encharco ou banhado, como chamamos, é o local onde se dão os processos de carbonização lenta, pelos depósitos naturais de restos de musgos e plantas e até de animais. Aqui nos Aparados a turfa é formada essencialmente por musgos que chamamos de Sphagnos, típicos de clima frio e de elevada precipitação pluviométrica. Entre tantas plantas que são encontradas nas turfeiras da região, está o Gravatá, o Junco e a Samambaia do Banhado. Em nossa expedição passamos por uma turfeira com muitas flores que até ficou difícil descrever… tinha diversas flores rosas, que até parecia um mar de flores, muito bem registrado nas fotos desta jornada.

Novamente achamos um local abrigado do Sol e com água para o nosso almoço. Almoçados e descansados, demos início a caminhada, com uma vista privilegiada para o Morro da Catedral, mais uma intrigante formação rochosa. Passamos pelos Cânions da Coxilha, até avistarmos as costas sul do Pico do Monte Negro, onde fomos recebidos com surpresa pelo Sr. Mario Velho que veio a cavalo nos indicar o caminho que faltava para chegarmos em sua morada, a “Pousada Aparados da Serra”. Em um super ambiente, fomos acolhidos pela sua família, que são moradores da região do Cânion do Monte Negro a gerações, seguimos para mais uma noite com muito conforto, após 14 km percorrido durante este dia tão especial.

Fomos para um Jantar Serrano, com Churrasco, típico dos gaúchos, com um buffet de guarnições que deixou os vegetarianos e veganos muito satisfeitos e agradecidos, pois a fazenda conta com uma horta orgânica de “tirar o chapéu”.

De manhã com direito a vivenciar a lida campeira da fazenda e o famoso café Camargo, onde o peão de estância tira o leite da vaca direto em nossa caneca com café forte, servido na hora, também nos esperava um lindo banquete de café da manhã na pousada servido pela Bete, esposa do Sr. Mário. Após tudo pronto e de barriguinha cheia para mais um dia de trekking, partimos novamente com o acompanhamento do Sr. Mário, “cortando” matas de araucárias ou Floresta de Araucária, Floresta Ombrófila Mista, como os pesquisadores falam. Normalmente este “Bioma” se encontra em altitudes elevadas ou acima de 800 metros e contém incríveis espécies de fauna e flora, como as ervas típicas destes campos: as Coníferas e diversos angiospermas, sendo um ecossistema com chuvas esparsas durante o ano todo.

A Araucária é encontrada em maior quantidade aqui no Brasil, nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e de forma esparsa nos estados de São Paulo e Minas Gerais, e Rio de janeiro, que faz parte do bioma mata Atlântica.

A mata Ombrófila Mista imprime um aspecto próprio e único das Florestas de Araucária e é caracterizada pela forte presença do Pinheiro do Paraná, ou a antiga Araucária Angustifólia, que agora chamamos de “Araucária Brasilienses”, único pinheiro genuinamente brasileiro; e, para vocês entenderem melhor sobre esta árvore sagrada, muito cultuada pelos índios que aqui habitavam, registra-se que antes do descobrimento do Brasil, esta vegetação de mata se estendia numa faixa contínua no Planalto Meridional, desde o sul do Estado de São Paulo até o norte do Rio Grande do Sul, chegando até a Província das Missiones na Argentina a oeste. E que hoje, infelizmente só resta 3% de sua mata original.

Seguimos a caminhada pelo Planalto, agora sempre coberto por campos limpos, e por toda a parte numerosas nascentes de rios cristalinos, até chegarmos no Cânion e Pico do Monte Negro, a 1.403 metros do nível do mar, é o ponto mais alto do Rio Grande do Sul, e considerado um dos lugares mais frios do país. É tanta beleza e tanta vida, que ficamos impressionados com este lugar espetacular. Paramos observando os cânions e os seus paredões gigantes, onde observa-se riscos horizontais nas rochas, que sinaliza geologicamente que a lava foi subindo e resfriando, por diversas vezes, e que vieram originar o Planalto Sul brasileiro, formado a partir de sucessivos derrames basálticos na região, com intensas atividades vulcânicas ocorridas há milhões de anos.

A vegetação rupestre que vemos no interior dos Cânions também se destaca e se adensa da borda superior, nas suas encostas, até o fundo do cânion, onde sutilmente se dá lugar a Mata Atlântica.

Seguindo nosso roteiro, fomos de repente surpreendidos por uma forte neblina, ela veio rápida e muito densa dificultando nossa navegação, sorte nossa estar com o Sr. Mario, conhecedor e tropeiro desta região. Ai foi fácil seguir nosso caminho nesta viração. Contornamos o Cânion do Monte Negro até chegarmos no Cânion da Cruzinha, onde fizemos uma parada para almoço em meio ao “nevoeiro”.

Continuamos percorrendo por campos e vales até chegarmos na fazenda do Sr.  Juscelino, que nos recebeu de uma forma incrível e hospitaleira, oferendo sua casa com toda estrutura para pernoitarmos, mas já tínhamos planejado a nossa última noite em acampamento em meio a mata nativa.

 Aparados da Serra

Nos despedimos do seu Mário, após caminharmos mais 14 km durante o dia. Montamos acampamento e fizemos o jantar, um prato de Yakisoba Serrano, ou Sōsu Yakissoba, que é um prato de origem japonesa, muito conhecido internacionalmente, composto por legumes e verduras, mas este nosso, com um toque especial: a lá campos de altitude! com sobremesa mas que diferente, um Crepe-Susete flambado a conhaque e recheado com uma geleia de laranja deliciosa, direto dos Sabores da Querência, da fazenda Macânuda daqui de Cambará do Sul, ufa, quanta aventura, e agora, boa noite!

Logo pela manhã desmontamos acampamento e seguimos para a divisa de estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, local marcado por uma Taipa ou muro de Pedra, ao qual ficamos imaginando o quanto antiga devia ser este “passo”. Ponto de encontro de tropeiros e índios, índios estes que foram os primeiros habitantes e verdadeiros nativos da serra, com uma diversidade muito grande de raças e etnias, como: as tribos Caáguas, Kaigangues, Xokleng, entre outras da etnia “G”, que viviam livres e em harmonia com a natureza, sendo muitos deles, coletores de frutos e sementes, mas que com certeza ajudaram a construir nossa atual estrutura, antes e depois do descobrimento do Brasil.

Tanto que alguns dos costumes mais tradicionais dos gaúchos como o churrasco e de tomar o chimarrão, são heranças destes indígenas que aqui moravam.

Após ser registrado este ponto importante, seguimos para conhecer e comtemplar os Cânions da minha esposa e da minha filha, Carol e Marcela ou os Cânions das Tigras, que eu há mais de 15 anos tinha curiosidade de conhecer e sentir a energia deste local inóspito e intocado dos Aparados da Serra.

Legal, concluímos nosso objetivo! E de repente, entre nós muito Silencio.

E o que percebo agora, entre os Expedicionários e eu, e que após 5 dias percorridos de sucesso é de missão cumprida. Com um sentimento de respeito a toda esta grandeza, e por esta terra tão antiga.

Neste momento onde ficamos sentados em nossas mochilas, só observando toda esta maravilha, me conecto com a mãe terra, com a mãe natureza. Gratidão ao sagrado e a todos por esta oportunidade.

Dentre tantos sentimentos que neste momento nos cercava, um lembrança veio em minha mente: sobre as numerosas espécies da flora e da fauna que são únicas de nossa região e que tenho a oportunidade de falar para vocês, de vive-las e senti-las estando neste lugar.

Assim fico imaginando todos animais que habitavam e habitam a região, as aves, os mamíferos, répteis, anfíbios, as borboletas, (…) que nem consigo descrever tamanha grandeza.

Fauna nos Aparados da Serra

Neste percurso nós conseguimos ver diversos animais e identificar muitas pegadas ao longo da expedição, mas na verdade são quase nada, comparado as inúmeras espécies que aqui vivem. Sabíamos que os animais estavam lá, apesar de não vê-los, muitos deles com hábitos noturnos, e muitos que também só nos observavam ao longe. Os Campos de Altitude, ou os Campos de Cima da Serra é um dos ecossistemas mais ricos em relação à biodiversidade de espécies animais, contando com muitos indivíduos endêmicos ou raros, e vários ameaçados de extinção e diversas espécies migratórias, portanto, acreditamos e confiamos nessa força de integração entre o homem e nessa abundante vida que pulsava e nos cercava.

Já falando da bicharada, falo que aqui é morada certa de diversas aves, como a nossa tradicional Curicaca, algumas rasteiras ou de chão, o Inhanbuguaçu, o Perdiz ou Perdigão, a Seriema, o Jacuaçu, Jacu, a Jacutinga o Macuco e o Quero-quero.

Das aves imponentes no céu, temos o Urubu Rei, o Urubu de Cabeça Vermelha, e o Urubu da Cabeça Preta, o Tradicional  Carcara, o Gavião Pato, o Gavião Pega Macaco, o Gavião Tesoura, a Águia Cinzenta, a Águia Chilena, o Falcão Peregrino e o Gavião Carrapareiro, muitas destas espécies ameaçadas de extinção. Também temos aqui o Tiê Sangue, a Araponga, o Sanhaço, numerosos Beija Flores, os Tucanos do Bico Preto e do Bico Verde, Saíras, Gaturanos, além dos muitos Papagaios: Papagaio da Serra e Papagaio de Peito Roxo, Papagaio Charão, e vivem aqui a Tiriba de Testa Vermelha cuja sobrevivência dessas espécies está diretamente atrelada à sobrevivência da Floresta de Araucária; e a mais imponente e conhecida ave, sendo a símbolo da região, a Gralha Azul.

Entre os mamíferos podemos falar de várias espécies: o Tamanduá Mirim, o Mão Pelada, os diversos tipos de Tatus, como o de Rabo Mole, inclusive espécies que estão ameaçadas de extinção, como os primatas: o Bugio, o Mono Carvoeiro ou Muriqui do Sul, o Macaco Prego, o Guariba, o Mico Leão Dourado, vários Saguis entre outros bichos incríveis de árvores como a Preguiça de Coleira, o Esquilo Caxinguelê.

Temos aqui na região os felinos, tendo eles como o maior predador do planalto das Araucárias: o Puma Concolor, ou Onça Parda ou como chamamos também de Leão Baio. Diversos outros felinos como o Gato do Mato, a Jaguatirica, o Jaguarundi, o Maracaja, Gato Mourisco e até a presença da Onça Pintada.

Dos canídeos, temos o mais famoso: o Lobo-guará, que ainda avistamos mas que não temos noção de quantos indivíduos ainda restam nos campos de Cima da Serra; também o tradicional Guaxinim, muito conhecido por todos que por aqui passam; o Cachorro do Mato de Orelha Curta, a Raposa do Campo, o Cachorro Vinagre e o Cachorro do Mato.

Também temos os cervos, o Veado-campeiro, o Veado Bororo do Sul e o Veado catingueiro, também facilmente avistados na região.

Entre os principais répteis desse ecossistema estão Sapinho da Barriga Vermelha endêmico daqui de nossa região, o Sapo Cururu e o Teiú, nosso Lagarto com mais de 1,5m de comprimento, as inúmeras Jararacas, as Corais verdadeiras e falsas, e a cascavel de altitude, entre tantos outros.

Bom, para finalizar, me resta falar que para a realização da expedição Aparados da Serra, contamos com o incrível apoio da Prefeitura de São Jose dos Ausentes, na pessoa do Prefeito Paulo Guimarães, e da Secretária de Turismo, que não mediu esforços para realizarmos este projeto de Ecoturismo e Turismo de Aventura,  Aline Maria Trindade Ramos, Prefeitura de Cambará do Sul, com nosso prefeito Schamberlaen José Silvestre e nossa Secretária de Turismo Beatriz Trindade, e todas as pessoas incríveis que acreditaram neste trabalho, que nos motivaram e nos apoiaram.

Mas o desejo de voltarmos aqui e de explorarmos novos lugares, é o que fica em nosso interior.

Daqui de onde estamos, na borda dos cânions, já avistávamos nosso próximo desafio, a descida da Serra da Veneza, importante descida de serra na época para o Império e para os tropeiros de todos o sul do País. Quem se aventura em deixar suas pegadas ecológicas nesta jornada do bem e da natureza viva? Contem conosco!

Abraços a todos, e até mais.

Josemar Contesini

Aparados da Serra Adventure

Cambará do Sul – RS

Abertura das Trilhas nas Bordas do Cânion Malacara

Nos dias 14,15 e 16 de Agosto estivemos presentes no evento Oficina de Regulamentação e Credenciamento da Trilha do Malacara organizado pelo ICMbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), juntamente com mais de 100 guias e condutores locais, no encontro definimos as normatizações para a abertura das trilhas nas Bordas do Cânion Malacara.

Durante os três dias cada participante teve a oportunidade de dar a sua contribuição para que a trilha pudesse realmente sair do papel e virar o mais novo atrativo turístico da região dos Aparados da Serra/Brasil

O evento aconteceu na sede do Parque Nacional Aparados da Serra com a presença dos gestores e voluntários do ICMbio. Nos debates foram levantadas inúmeras informações, desde o manejo das trilhas até quais atividades poderão ser vinculada ao atrativo.

As trilhas nas Bordas do Cânion Malacara estavam fechadas há mais de 10 anos, com muito empenho e dedicação da nova gestão do ICMbio comandada pela Clarice, as trilhas pelas Bordas do Cânion Malacara estarão abertas em breve.

Confira as fotos das Bordas do Cânion Malacara:

Bordas do Cânion Malacara
Fonte: Google

 

Bordas do Cânion Malacara
Fonte: Google

Entre as atividades que poderão ser realizadas no Cânion Malacara estão: caminhada, canionismo, acampamento, travessias de longo curso, cicloturismo, base jump, cavalgada, voo livre, escalada, quadriciclo, transfer e 4×4, para cada modalidade destas citadas o órgão ICMbio fara um estudo para avaliar as condições para que possam ser implementadas ao longo do tempo.

A data de liberação será divulgada pelo próprio site do Parque Nacional, mas já podemos ir arrumando as mochilas, convidando os amigos, pois a Trilha nas Bordas do Cânion Malacara será o nosso próximo destino.

Mapa com as principais trilhas do Parque Nacional Aparados da Serra/BR

Clique aqui para baixar

Acesse também: Cânion Josafaz um lugar inóspito!

Travessia do Cânion Laranjeiras ao Cânion do Funil

Josemar Contesini

Josemar Contesini – Aparados da Serra Adventure – Ecoturismo e Aventura

Josemar Contesini, 44 anos, paulista, residente na Serra gaúcha, nos Aparados da Serra, em Cambará do Sul – RS, desde 2005. Atuante no mercado brasileiro como operador de ecoturismo e atividades de aventura desde 1998, desenvolvendo atividades orientadas em ambientes naturais, com o objetivo de proporcionar aos visitantes, o desenvolvimento pessoal e interpessoal com a vida ao ar livre, vivenciando os aspectos ambientais e culturais das regiões visitadas.

Coordenador do Curso de Lideres em Ecoturismo e Turismo de Aventura – Condutor Local – ABNT NBR 15285.

Auditor do INMETRO da ABNT NBR 15331 – SGS – Sistema de Gestão da Segurança em Turismo de Aventura.

Atua como condutor de Rafting, e instrutor e avaliador da IRF – International Rafting Federation; socorrista e resgatista; WAFA – Wilderness Medicine Institute.

Ultimamente exerce a função de coordenador comercial e operacional na Empresa Aparados da Serra Adventure, estando a frente das formatações de novos produtos e atividades de turismo de aventura, qualificação profissional através de cursos de capacitação, além de atuar nas horas vagas como condutor local de Ecoturismo e turismo de aventura.

Contato:

Josemar Contesini

EMPRESA DE ACORDO COM A ABNT NBR ISO 21.101 – SGS / ABNT NBR 15.285 – CMC

Rua da Tradição – nº 53 – Estrada do Itaimbezinho – Centro

OI (54) 9984-57-66 / Vivo (54) 9636-75-90

Cambará do Sul – Aparados da Serra – Serra Gaúcha – Rio  Grande do Sul – Brasil

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Expedição Sentido Litoral 2016

A Expedição de bicicleta Sentido Litoral 2016, aconteceu nos dias 27, 28 e 29 de dezembro, iniciando na localidade de Lajeado Grande/RS com destino final em Torres/RS. Os ciclistas percorreram trechos de estradas de chão, asfalto e algumas áreas de campo no interior de fazendas particulares. Durante toda a expedição previa percorrer cerca de 180 quilômetros de bicicleta.

No evento participaram 36 ciclistas, acompanhados de uma equipe de dez membros, divididos em dois pequenos grupos, organização e apoio. Dentre os ciclistas, dois possuíam Deficiência Visual Degenerativa, Samuel e Carol.

A Empresa Guenoa, juntamente com a Equipe Akatu, uniram forças para realizar a Expedição Sentido Litoral 2016, incluindo também a fabricação de uma bicicleta dupla, adaptada para os participantes Samuel e Carol. A bicicleta conta com suspensão dianteira e traseira, ideal para os trechos e estradas da expedição.

Eu participei da expedição ao lado da equipe organizadora e integrei a equipe de apoio, com o intuito de auxiliar no que era necessário, capturando as imagens e  vídeos para possibilitar aos ciclistas pedalar com cautela e segurança, ao mesmo tempo que podiam curtir e desfrutar das lindas paisagens, sem se preocupar com a cobertura de imagens.

Primeiro dia, Expedição Sentido Litoral:

Partimos de carro em comboio da cidade de Caxias do Sul até a cidade de Lajeado Grande, onde todos os participantes começaram ajeitar suas bicicletas e apetrechos para a aventura. Os equipamentos destinados para pernoitar foram colocados dentro de um caminhão, disponibilizado pela equipe organizadora. O caminhão seguia até os locais de hospedagem e permanecia aguardando a chegada dos participantes. Estes locais foram previamente definidos conforme escolha feita na inscrição pelo participante, com a opção de hotel, pousada ou camping.

Neste primeiro dia, a programação previa o percurso de aproximadamente 60 km de estrada de chão, passando pelo interior de propriedades particulares localizadas entre as cidades de Lajeado Grande e Jaquirana/RS – Brasil.

A dupla de ciclistas Samuel e Carol  possuíam uma desvantagem significativa em relação aos demais participantes em função da deficiência visual degenerativa, entretanto  encararam o desafio com garra e persistência demonstrando muito espirito de equipe, companheirismo, autoconfiança. Desta forma a dupla  se destacou do restante do grupo, e acima de tudo, provou que não se pode pensar que  sonhos são inatingíveis ou impossíveis. Que é preciso  enfrentar as dificuldades e seguir em frente, com pensamento positivo e fé na sua realização, pois o universo se encarregará do exito.

Em alguns trechos do primeiro dia dessa expedição, Samuel e Carol brigaram interruptamente com a bicicleta, em alguns momentos caia a correia da bicicleta, em outros os aros entortavam, faltando aproximadamente 20 quilômetros para terminar o percurso, a bicicleta por eles utilizada teve a suspensão rachada, o que forçou os dois jovens ciclistas a abandonar o primeiro dia da expedição. A equipe de apoio ajudou, levando a bike e os participantes até o hotel.

Na parte da noite, inúmeros participantes uniram suas forças, pensamentos e ferramentas para ajudar no conserto da bicicleta dupla. A ideia foi usar uma nova suspensão e  o aro de uma bicicleta da marca Kona, que foi levada até o local por familiares de Samuel. Após algumas horas, a bicicleta dupla novamente estava montada e ajustada, ou seja pronta para o segundo dia de expedição.

Segundo dia, Expedição Sentido Litoral:

A atividade do segundo dia iniciou cedo pela manhã, por volta das 8 horas os participantes estavam  à postos, com seus equipamentos organizados, bicicletas prontas, café da manhã tomado. Momento propício para capturar a foto oficial do segundo dia e em seguida partir para o percurso mais longo da expedição,  72 quilômetros de muitas subidas e descidas pelos campos e estradas da cidade de Jaquirana/RS até o destino de Praia Grande/SC.

Em todas as expedições, sejam competitivas ou não, sempre se formam pequenos grupos de participantes durante os trajetos, nessa não foi diferente. Havia claramente três  grupos de ciclistas com desempenho distintos. O primeiro grupo, sempre à frente, era formado, ao meu ver, por participantes profissionais de alta performasse. Estes, em alguns trechos mantinham cerca de 6 a 7 quilômetros de vantagem em relação ao último grupo de ciclistas. O segundo grupo, matinha uma velocidade mediana e rítmica, mantendo-se todo percurso entre o primeiro e último grupo. Já o último grupo conhecido como “Pedal Sincero” formado por cerca 10 participantes.

Equipe Pedal Sincero:

Essa equipe é voltada para dar o apoio e a assistência necessária para que  os ciclistas com alguma deficiência possam participar do evento, incentivando desta forma  a prática dessa atividade e visando a integração entre os demais participantes, bem como  ajudando-os a superar suas limitações e dificuldades.

No caso específico da dupla Samuel e Carol, levando em consideração que embora os mesmos possuam deficiência visual degenerativa, a falta de visão não é total,  pois enxergam algumas coisas apenas de forma superficial,  alguns vultos e cores específicas,  a equipe organizou-se da seguinte forma: um ciclista ia à frente tocando um pequeno sino de metal e vestindo uma mochila com capa na cor amarela fosforescente, outros dois ciclistas dispostos um ao lado direito e o outro no lado esquerdo da dupla, e  um ciclista mais atrás mantendo a formação.  Os demais  membros da equipe percorriam o trajeto mais atrás e  se revesavam com o quarteto que acompanhava Samuel e Carol conforme iam avançando na expedição.

Durante boa parte do segundo dia visualizamos as lindas paisagens dos campos de cima da serra, uma visão linda e majestosa, muito verde com o contraste azul do céu mesclado com nuvens brancas que proporcionavam profundidade nas imagens capturadas.

Na tarde do segundo dia a expedição prosseguia coroada de exito, a cada quilômetro percorrido a paisagem ia se transformando, deixando para trás as lindas áreas de campos verdejantes e se aproximando das áreas dos cânions, demonstrando que nos aproximávamos do estado de Santa Catarina/Brasil, Conforme íamos nos aproximando da Serra do Faxinal/RS, a temperatura começou a baixar e o fenômeno viração tomou conta da paisagem, impedindo a contemplação do Cânion Índios Coroados.

O trajeto da Serra do Faxinal é muito sinuoso, com inúmeras curvas acentuadas e muitas pedras soltas.  Em razão da neblina fechada, era quase impossível enxergar  10 metros à frente, por isso todo cuidado era necessário. Após alguns minutos de percurso em declive começou a chover, tornando o percurso ainda mais perigoso, pois além da estrada tornar-se escorregadia o trafego de veículos era intenso.

Após enfrentar todas as dificuldades do percurso, vencer o cansaço suportando todas as viradas repentinas no clima, como heróis os participantes chegaram ao destino final foram recebidos no Hostel Nativo dos Cânions, local de beleza rara, no pé dos Cânions Molha-coco e Índios Coroados.

Terceiro dia, Expedição Sentido Litoral:

O terceiro dia começou nublado e cinzento, caia uma chuva fina, mas isso não impediu os participantes de continuar a pedalada até o litoral. Neste dia seriam realizados aproximadamente 49 quilômetros, aparentemente era o dia mais fácil, pois os trechos seriam por estradas de chão batido e alguns trechos de asfalto, quase todo o percurso não existiam subidas e nem descidas.

Entretanto, como nem tudo são flores em uma expedição, a parte mais difícil desse dia foi passar em meio a grandes plantações de arroz,  havia muito barro, lama e poças de água. Assim,todo cuidado era necessário para não deslizar, sofrer quedas até  alcançar o objetivo de chegar a cidade de Torres/RS, marco final da expedição.

Após completar todos os desafios nos aproximávamos da cidade de Torres, bastava apenas passar pela Lagoa do Jacaré, cruzar a BR 101 e chegar ao destino. Os participantes demonstravam cansaço, porém com a sensação de alívio, a cada pedalada a ansiedade para avistar o mar tomava conta de todos.

A chegada triunfal à Praia da Cal em Torres/RS, emocionou  a todos, pois foram 3 dias de muitas pedaladas, de desafios superados e de luta constante com o clima temperado do Rio Grande do Sul. Ali ficamos por alguns minutos em êxtase, comemorando e tirando fotos, alguns até arriscaram um banho de mar, outros preferiram os chuveiros públicos da praça.

Todas as ocorrências, dificuldades e a própria convivência com o grupo deram um sentido de dever cumprido ao final desta grande aventura a todos os ciclistas, organizadores e apoiadores da Expedição Sentido Litoral 2016.

Certamente essa aventura permanecerá guardada na memória de cada participante e, com certeza deixa um gostinho de “quero mais”.

2017 já está ai,  e mais uma edição desta grande aventura, já está sendo projetada. Sabemos que a Loja Guenoa e a Equipe Akatu estão preparando novas aventuras para este ano. Entre em contato e programe-se para desbravar esse mundo enorme que nos cerca.

Acesse nosso álbum no Flickr para ver todas as fotos dessa aventura, clicando aqui.

O prazer de abrir a porta da barraca!

O prazer de abrir a porta da barraca!

Abrir a porta da barraca e poder ver a imensidão do mundo que nos cerca é algo que me fascina demais, trazendo uma boa dose de energias positivas e conexões ainda maiores com a natureza.

Caso você esteja procurando uma válvula de alívio ou um meio de organizar seus pensamentos, a dica é ir acampar. Junte alguns amigos, ou então vá sozinho mesmo, o silencio existente no momento que você coloca o pé em um ambiente natural, faz você se desconectar com todo o estresse gerado pelo seu meio de trabalho, e tudo isso melhora sua tomada de decisões. Estar com o corpo em dia e a mente tranquila é o grande segredo para conquistar aquilo que queremos.

Em minhas viagens os acampamentos são frequentes, muitas vezes, cheguei em determinados lugares para acampar e não enxergava muito ao meu redor, sabia apenas que o terreno era plano e caso chovesse durante a noite, não ficaria exposto a riscos de alagamento.

Acordar relativamente cedo tem um grande valor, pois o seu dia é mais bem aproveitado, acordar e poder ver o nascer do sol são um dos grandes prazeres de acampar, a dose de motivação é imensa.

Mas porque acordar pela manhã, geralmente antes do sol nascer, quando estamos ali para relaxar? Não deveríamos ficar dormindo até meio dia? A resposta para essa pergunta é simples e fácil. Ocorre que quando estamos dormindo em barracas, o calor gerado pelo nosso corpo durante toda noite, acrescido do o sol nascendo no horizonte, fazem os tecidos da barraca esquentarem muito e assim impossibilita dormir até mais tarde.

porta da barraca

porta da barraca

Toda a natureza em si faz a gente pensar, refletir sobre tudo que acontece em nossas vidas, no nosso cotidiano e ajuda a tomar grandes decisões sobre nossa conduta perante a sociedade onde vivemos.

Na natureza podemos fazer inúmeras tarefas relativamente fáceis e que as vezes nem notamos, como por exemplo, fazer pequenas caminhadas. Essa atividade trabalha muitas partes do corpo, da parte muscular até cardiovascular e isso vai fazer você se sentir muito bem consigo mesmo.

Outra tarefa bem tranquila é captar água, atividade simples e muito revigorante. Podemos citar inúmeras atividades para praticar em um acampamento, mas este não é o foco desde post.

porta da barraca

porta da barraca

 

Caso você procure lugares para fugir do stress gerado pelas grandes cidades onde vivemos, aqui vão algumas dicas de lugares onde você pode acampar e com certeza irá sair fascinado com essa experiencia. Clique aqui!

A natureza é linda e completa, saia da sua zona de conforto e desbrave novos lugares.

Camping selvagem

Camping selvagem 

Já imaginou, alguma vez na vida, acampar em lugares paradisíacos e sem nenhuma estrutura? Estes locais são conhecidos como camping’s selvagens.

O que chama mais a atenção nestes lugares é a tranquilidade aliada com a pura sensação de liberdade. Liberdade de poder dormir e acordar, abrir a porta da barraca e sentir a brisa fria da manhã, olhar no horizonte e perceber a beleza do mundo que nos cerca sem a intromissão de carros, sons de buzina e ou barulho de pessoas conversando.

Camping’s selvagens existem e não são tão difíceis assim de encontrar, estão por toda parte. Para usufruir de locais assim é preciso analisar alguns aspectos e não infringir as leis. Há lugares que podem ser propriedade privada ou área de preservação. Contudo, nada impede que você aventureiro, converse com os proprietários e ou diretores/responsáveis pelo local, para poder ter permissão para acesso a tais locais.

Certifique-se da sua capacidade de encarar tamanho desafio, pois camping’s selvagens devem ser usados por pessoas com um certo grau de experiência. Caso você deseje acampar em lugares assim e não possui conhecimento sobre esse tipo de acampamento, leve com você uma pessoa que tenha bastante vivências em situações dessa natureza,  e o mais importante,  jamais acampe ou faça atividades ao ar-livre sozinho.

Em acampamentos deste tipo, o aventureiro deve estar munido de todos os equipamentos necessários, pois como disse anteriormente, não existe infra-estrutura nestes locais. Abaixo, listei, em ordem de prioridade, alguns itens essenciais para ter na mochila para situações assim.

O que levar:

  • Água
  • Filtro purificador/Pastilhas de cloro
  • Alimentos
  • Anzóis e linha para pesca
  • Kit básico de Primeiros Socorros
  • Bussola
  • Faca/Canivete
  • Pederneira/Isqueiro/Fósforos
  • Fogareiro
  • Panelas/Pratos/Talheres
  • Capa de chuva/Cobertor de emergência
  • Lanterna com pilhas reservas
  • Corda com aproximadamente 20 metros
  • Barraca/Rede/Isolante térmico/Saco de dormir
  • Roupas leves/Roupas para frio

Estes itens são os que entendemos ser importantes para algumas situações de emergência, uma vez que em lugares assim é extremamente fácil se desorientar, pois geralmente são locais afastados da civilização e não existem hospitais por perto.

Acreditamos sempre, que levar itens variados e saber utiliza-los, é o que fará a diferença em situações adversas.

Veja alguns locais que podem ser usados para praticar “camping selvagem”

  • Praia do Rosa Sul/SC – Brasil

A Praia do Rosa está entre os destinos mais belos do planeta, um verdadeiro paraíso natural. Descoberta nos anos 70, ela oferece a mesma tranquilidade de outras épocas, mas agora com uma sólida estrutura turística, com pousadas, bares e restaurantes; além das diversas opções de aventura, como trilhas, cavalgadas, salto de paraquedas e esportes aquáticos.

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  • Morro do Tigre/RS – Brasil

O Morro do Tigre, ou Pata da Onça, é um lugar pouco conhecido na serra gaúcha. Está localizado à 5 quilômetros do centro da pequena cidade de Alto Feliz – RS.
O local é um morro com aproximadamente 700 metros a cima do nível do mar, de onde é possível avistar ao longe cidades como Porto Alegre (Capital do RS), Bom Principio, São Sebastião do Caí e  também é possível avistar o Morro da Canastra(localizado na cidade de São Vendelino).
O topo da montanha é coberto por pedras e algumas árvores. É uma boa escolha para quem quer  admirar o pôr do sol ou acampar.

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  • Morro da Canastra/RS – Brasil

Localizado na RS – 122, entre as cidades de São Vendelino e Farroupilha, local pouco explorado, do alto é possível avistar a plataforma de vôo livre, conhecida também como Morro do Diabo e outras cidades ao longe, tais como: São Vendelino, Bom Princípio e a capital Porto alegre.

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  • Cambará do Sul/RS – Brasil

A 980 metros de altitude, Cambará do Sul destaca-se por seu valioso tesouro nacional formado pelos cânions. A cidade foi cenário de produções artísticas como as novelas da Rede Globo Esplendor e Chocolate com Pimenta, a minissérie A Casa das Sete Mulheres e o filme Anahy de las Misiones.

Cambará do Sul localiza-se na região nordeste do Rio Grande do Sul. Faz divisa com as cidades gaúchas São José dos Ausentes, Jaquirana,São Francisco de Paula e a cidade catarinense de Praia Grande. A origem do nome da cidade é tupi-guarani, e significa “folha de casca rugosa”, consiste no nome de uma árvore típica da região. É possível encontrar uma árvore destas na praça central da cidade, é popularmente conhecida pelos seus poderes medicinais.

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  • Lagoinha do Leste/SC – Brasil

Os turistas a consideram a mais bonita da Ilha de Florianópolis. Os moradores do Sul da Ilha garantem que ela é a mais misteriosa de Florianópolis. Os ecologistas a defendem como se fosse a última praia do mundo. Seja qual for a opinião sobre a Lagoinha do Leste, ela é única. A praia ainda preserva as características de quando os primeiros imigrantes aportaram nestas terras. A Lagoinha, como é carinhosamente chamada pelos ilhéus, impressiona seus visitantes com sua beleza, seu ar selvagem e seus mistérios.

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Pelas descrições feitas acima e pelas lindas fotos convoque seus amigos e vá trilhar novos caminhos, explorar novos destinos, sentir a energia,  a tranquilidade e a paz que só um acampamento selvagem pode oferecer!

Texto: Luís H. Fritsch

Cambará do Sul em 2 dias… Gastando pouco!

Há muito tempo pretendia conhecer esse lugar, tão perto de casa e tão singular…Enfim esse dia chegou fomos entre os dias 27/02 e 28/02/15!27/02 – Saímos de Taquari-RS em direção a Cambará do Sul às 6h e 20min e chegamos as 10h e 30min, uma viagem tranquila pela serra de aproximadamente 280 km…Chegamos e fomos direto para a pousada agendada www.itaimbeleza.tur.br, bem simples tipo uma casa de família; A Lorena a dona é muito atenciosa, dormimos em um beliche por 50 reais a diária com café da manhã (simples mas muito bom, o bolo caseiro de laranja é espetacular).
De lá passamos no mercado para comer alguma coisa, pois no parque não há nada! Percorremos 18 quilômetros por uma estrada de chão em direção ao Parque Nacional Aparatos da Serra para conhecer o Cânion Itaimbezinho e fazer as 2 trilhas: Trilha do vértice (visão de frente do Cânion) e do Cotovelo (visão das bordas do Cânion). A entrada do parque custava 9 reais por pessoa e logo que você passa o pórtico enxerga o estacionamento, fomos em direção ao centro de informações do parque e lá uma moça te explica como funciona as trilha e as durações de cada uma. Escolhemos fazer primeiro a do vértice mais curta com duração de 45 min, a cada mirante uma nova surpresa, o lugar realmente é lindo, uma verdadeira obra de Deus! De todas elas a terceira parada foi a melhor, com vista das 2 cachoeiras.

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Terceiro Mirante

Depois de terminarmos a trilha do vértice em aproximadamente 30 minutos, fomos conhecer a trilha do cotovelo que leva aproximadamente 1 hora e 30 minutos, a grande diferença da primeira é que você anda praticamente metade da trilha em mata fechada, tendo a incrível visão dos cânions nos 600 metros finais. Vale muito a pena!!!

A volta é sempre feita pelo mesmo lugar que se foi, é de fácil acesso e para todas as idades. Acredito que o parque poderia melhorar sua infraestrutura quanto aos mirantes e placas de sinalização, há muito a ser explorado!

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Primeiro Mirante Trilha do Cotovelo

Era quase 13 horas da tarde e fomos em direção ao Parque Nacional da Serra Geral, para conhecer o Cânion Fortaleza (o Maior da América Latina) do centro da cidade fica aproximadamente 25 quilômetros e essa sim é uma estrada complicada (10 quilômetros de asfalto e o resto estrada de chão muito ruim), eram poucos os carros de passeio que se arriscavam a passar, e por sorte não tivemos problemas!

A entrada é grátis e o parque funciona das 08:00 às 18:30; Apesar de ser menos estruturado que o primeiro é o mais belo e com paisagens de tirar o folego, as trilhas são: do Mirante (a melhor de todas, uma das paisagens mais linda que já vi), Borda do cânion, cachoeira do Tigre Preto e Pedra do segredo.

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Borda do cânion Fortaleza

A trilha da pedra do segredo é uma continuação da trilha da cachoeira do Tigre preto, e para chegar na pedra não há outra maneira se não atravessar o lajeado beirando a cachoeira do Tigre preto. Se deve tomar muito cuidado pois quando está muito cheio, as pedras ficam submersas e escorregadiças, precisa de muita atenção. Como fomos sem nenhum guia e a única placa que indicava o caminho para a pedra era pequena e escondida não a encontramos e fomos para a pousada descansar um pouco…
A noite fomos jantar no galpão costaneira, local tradicionalista de farta e boa comida com preço bem acessível, 20 reais buffet livre(sem carne) e 37 reais com carne com queijo servido em uma chapa que ficava na nossa mesa, além do ótimo atendimento.

28/02 – Nesse dia estava marcado fazermos a trilha do Rio do Boi, a principal trilha do interior do cânion que começa em Praia Grande-SC, estava tudo acertando com a empresa www.expedicaokaingang.com.br, na noite anterior recebemos um e-mail informando que não poderíamos fazer a trilha porque o nível da água estava muito alta. A decepção foi grande a expectativa de encontrarmos outras atividades para preencher a lacuna foi maior e visitamos as 3 empresas de turismo da cidade, com a esperança de nos encaixar em alguma atividade programada…mas nada!!!
OBS: Todas as atividades são muito caras se forem feitas em poucas pessoas e como estávamos em 2 nossa única opção era entrar em um grupo já existente para o valor ficar mais acessível.
Resolvemos então voltar ao cânion Fortaleza para encontrar enfim a pedra do segredo, o nível da água estava mais alto que no dia anterior e a neblina era muito grande as 9 horas da manhã, mas nada disso diminuiu nossa vontade de chegar lá…..e conseguimos!!!

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Trilha da pedra do segredo

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A famosa “pedra do segredo”

Antes das 11 horas da manhã estávamos fazendo o check out na pousada quando a proprietária nos falou da cachoeira dos Venâncio, no início confesso que não me animei, mas depois que ela mostrou as fotos do lugar e disse que era a cachoeira mais bonita da região, sem pensar fomos pra lá. É uma área particular a 14 quilômetros do centro de Cambará do Sul/RS, uma estrada de chão bem cuidada, o percurso tem um custo de 7 reais por pessoa com direito a 2 horas de permanência no local. Foi uma maravilhosa Surpresa, a cachoeira é linda além de toda estrutura com mesas e churrasqueira no local; Muitas famílias estavam acampando no lugar, pessoas de todas as idades tomando banho naquelas águas transparentes e renovadoras, as 4 quedas superaram nossas expectativas. Valeu muito a visita!Zoom in (real dimensions: 1600 x 1200)

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Cascata dos Venâncios

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Cascata dos Venâncios

Foi uma viagem espetacular, nunca vou esquecer daqueles paredões e daquele vento forte no rosto quando estava na beira do Maior cânion da América Latina!

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Cânion Fortaleza – Trilha do Mirante

Relato escrito por nosso leitor Isaac Ferro.
Data do relato: Março/2015
Fotos e texto: Isaac Ferro.

 

Conheça o Cânion Itaimbezinho

Itaimbezinho é um nome de origem Tupi-Guarani, ita significa pedra e Ai be afiada. Está localizado entre Cambará do Sul e Praia Grande, no Parque Nacional dos Aparados da Serra, a 18 Km da sede do município. O acesso ao parque é possível através da RS 429 ou pela SC 360, em uma estrada de chão batido.

Sua formação rochosa existe a pelo menos 130 milhões de anos e é um dos maiores do Brasil, sua extensão atinge 5.800 metros e uma largura que varia entre 200 e 600 metros. Sua profundidade máxima é de 720 metros. As paredes de cor amarelada e avermelhada são cobertas, de ponto em ponto, por vegetação baixa. Ao redor do cânion os pinheiros nativos completam a paisagem.

O Rio Perdizes desce as paredes rochosas para formar a cascata Véu de Noiva de uma beleza sem igual, esta cai de uma altura de 700 metros, produzindo uma bruma antes de atingir o fundo do cânion. No azulado do cânion, como gigantesca serpente, o Rio Boi se move preguiçosamente entre as pedras, formando uma série de caprichosas cachoeiras, que deslizam para o vizinho Estado de Santa Catarina.

O Parque Nacional dos Aparados da Serra é administrado pelo IBAMA, cuja sede está localizada no Parque. Lá é possível encontrar lanchonete, banheiros, estacionamento, espaço cultural, além de guias que auxiliam os turistas a realizarem as trilhas do local. São elas:

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Fonte: Renato Grimm

Trilhas:

Trilha do Vértice: a trilha inicia no centro de visitantes do Parque Nacional dos Amparados da Serra, em menos de uma hora de caminhada é possível alcançar a borda do cânion Itaimbezinho, chegando até a queda da cascata Andorinhas.

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Trilha do Vértice – Foto: Lucas Sironi

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Trilha do Vértice, ao fundo (Cachoeira Véu de noiva) – Foto: Luís H. Fritsch

Trilha do cotovelo: uma trilha leve de, aproximadamente, 6,3 quilômetros. A mesma leva até um mirante que proporciona uma visão geral do cânion. O último horário de saída para trilha é as 15:00 horas.

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Trilha do Cotovelo, vista do mirante – Foto: Lucas Sironi

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Trilha do Cotovelo, próximo ao mirante – Foto: Lucas Sironi

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Trilha do Cotovelo – Foto: Luís H. Fritsch

Trilha do Rio do Boi: consiste e em uma trilha longa e cansativa , são 8 quilômetros de ida e volta, podendo durar até 7 horas. É a única trilha que permite acesso no interior do cânion. Ela parte da cidade de Praia Grande. Há diversas travessias pelo rio do Boi, dependendo muito do nível do rio. Ao longo da trilha é possível tomar banhos em piscinas naturais de águas geladas.

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Trilha do Rio do Boi – Foto: Karen Couto

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Trilha do Rio do Boi – Foto: Tamara Viegas

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Início da Trilha do Rio do Boi

Aberto de terça a domingo, das 08h às 17h. Atenção: é proibido acampar, acender fogueira, fazer travessias e levar animais de estimação nos parques.

Ingresso: R$ 6,00 por pessoa. Criança até 7 anos não paga.

Estacionamento: R$ 5,00 (carros leves) / Ônibus: R$ 10,00.

Valores sujeitos a alterações. Confirme com a recepção do parque pelo telefone (54) 3251.1277 / 3504.5289 / 3251.1262.

O Parque Nacional dos Aparados da Serra

Localiza-se no município de Cambará do Sul, na Serra Gaúcha, em meio à região das Hortênsias. Depois de visitar o Itaimbezinho, outras opções estão disponíveis para o deleite dos olhos.
Os Cânions Fortaleza, Malacara e do Faxinalzinho não perdem em beleza. Em São José dos Ausentes o Monte Negro, o Morro Agudo e o Cachoeirão dos Rodrigues aliam a prática do Ecoturismo com a tradição Gaúcha nas Casas de fazenda. Em Bom Jesus e Jaquirana a paisagem dos Campos de Cima da Serra proporcionam momentos mágicos.
O frio é um atrativo extra, chegando no inverno a temperaturas abaixo de zero com ocorrência frequente de geada, podendo nevar. No verão a temperatura situa-se por volta dos 22º C. Em toda região há concentração de araucárias, com sub-bosques de pinheiro-bravo, aroeira e carvalho.
As formações campestres ocorrem em partes onduladas do planalto.
O Lobo-Guará, o Puma americano, a jaguatirica, o Guaraxaim-do-campo, o Urubu-Rei, a Gralha Azul e a Curicaca são representantes da fauna local.

Placa do Parque Nacional da Serra. Dt. mai.2006 Dt. Válida 00/04/2006
Placa do Parque Nacional de Aparatos da Serra

Edição: Luís H. Fritsch

Conheça o Cânion Fortaleza!

Conheça o Cânion Fortaleza!

O Cânion Fortaleza é o principal atrativo do Parque Nacional da Serra Geral. Criado em 1992, o Parque possui 17,5 km 2. O acesso é feito pela C S-012, estrada que é uma continuidade da avenida principal de Cambará do Sul, a Getúlio Vargas. O Parque é administrado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. O Fortaleza possui 7,5 km de extensão e, em alguns pontos, possui até 900 metros de altura. O nome se deve ao formato de sua estrutura geológica que lembra uma fortaleza.

No Cânion Fortaleza é possível realizar três trilhas. São elas: Mirante do Fortaleza (3,2 km), Cachoeira do Tigre Preto (2 km) e Pedra do Segredo (2,7 km). O acompanhamento de guia/condutor na parte de cima não é obrigatório. Porém, para um passeio mais atrativo e seguro sugerimos a contratação de um profissional. Confira os detalhes de cada trilha:

Cânion Fortaleza

Cânion Fortaleza

Trilha do Mirante
Apresenta um percurso de 3 km (ida e volta). Nesta caminhada é possível observar 95% do Cânion Fortaleza. Em dias claros é possível enxergar parte da planície catarinense e parte do litoral gaúcho. A subida, até o topo, é feita em 1 h 30 min. Aproveite para sentar nas pedras e curtir a vista panorâmica dos paredões e se encantar com o caminho traçado pelo Rio da Pedra, que corre na parte de baixo.

Cânion Fortaleza

Cânion Fortaleza
Vista do alto do Mirante

 Trilha da Cachoeira do Tigre Preto

Esta caminhada apresenta um percurso de 3 km (ida e volta). Nela é possível observar 10% do Cânion Fortaleza e as três quedas d´agua da Cachoeira do Tigre Preto. Antes de visualizar a cachoeira de frente é preciso passar por cima dela. Um lajeado possibilita a caminhada. Seguindo a trilha contemple toda a beleza da cachoeira de frente. A queda d’água têm 400 metros de altura. Quem tiver disposição pode seguir em frente e conhecer a misteriosa Pedra do Segredo.

Cânion Fortaleza
Trilha que leva a Cachoeira do Tigre Preto

Cânion Fortaleza
Cachoeira do Tigre Preto

 Trilha da Pedra do Segredo

Seguindo a trilha da Cachoeira do Tigre Preto é possível chegar até a Pedra do Segredo. A pedra chama a atenção por suas características geológicas. É formada por um bloco monolítico de cinco metros de altura e de aproximadamente 30 toneladas. Mas, o que encanta mesmo os visitantes é o fato dessa grandiosa pedra estar equilibrada em uma base de apenas cinquenta centímetros.

Cânion Fortaleza

Cânion Fortaleza
Vista do Cânion Fortaleza e Pedra do Segredo

Cânion Fortaleza
Pedra do Segredo

 ÓRGÃO RESPONSÁVEL

* ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente.

DIAS E HORÁRIOS DE VISITAÇÃO
* Aberto diariamente, das 8h às 17h. Saiba que o Parque Nacional da Serra Geral fecha às 18h e todos os visitantes precisam sair neste horário. Durante a vigência do horário de verão, o Cânion fica aberto até às 18h e a permanência é permitida até às 20h.

DISTÂNCIA
* Do centro de Cambará do Sul (RS): 23,8 km

COMO CHEGAR
* O acesso é via Cambará do Sul (RS). O percurso possui 23,8 km sendo 9,2 km de estrada de terra.

TRANSPORTE PÚBLICO
* Não há ônibus para o atrativo.

INGRESSO / ESTACIONAMENTO
* Entrada e estacionamento gratuitos.

INFRAESTRUTURA
Há um banheiro público no posto de fiscalização do ICMBio, que fica na entrada do Parque.

GUIAS / CONDUTORES
* Na parte alta,  o acompanhamento de guia / condutor não é obrigatório, porém, para que o visitante realize um passeio mais seguro e atrativo sugerimos a contratação de um profissional.

IMPORTANTE
É proibido acampar, acender fogueira, levar bichos de estimação e alimentar animais silvestres, como o graxaim e a gralha-azul.

DICAS
* Use roupas leves e confortáveis, assim como, tênis ou calçados apropriados para caminhadas.
* Leve protetor solar e repelente.
* Obtenha previamente informações sobre as condições da estrada de acesso ao Parque.

CONTATOS ÚTEIS

Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral
Telefones: (54) 3251.1277 / (54) 3251.1262
Email: parnaaparadosdaserra@icmbio.gov.br
Twitter: http://twitter.com/PNAS_PNSG
Skype: pn.aparadosdaserra.serrageral

Casa do Turista
Telefone: (54) 3251.1320

Secretaria Municipal de Turismo
Telefone: (54) 3251.1557
Email: turismocambara@tca.com.br

Fonte: http://www.cambaraonline.com.br/

Coordenadas Geográficas: 29°03’44.5″S 49°59’15.9″W