Morro Gaúcho a prova mais bruta

Arroio do Meio foi a sede da 4ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas do Morro Gaúcho/RS, que ocorreu no último sábado (dia 28). A prova teve percursos de 5.5, 17, 32 (2 pontos ITRA)* e 50 quilômetros (3 pontos ITRA)* de corrida em trilhas e montanhas.

*Trilhas do Morro Gaúcho, foi uma das primeiras provas do Rio Grande do Sul a pontuar pelo ITRA.

O evento contou com a participação de mais de 800 atletas, vindos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e até Uruguai.

Quando comecei a correr, sempre achei fascinantes as longas distâncias. Na época, achava que o máximo que eu conseguiria chegar era uma meia maratona. Bobinha eu…

Um ano de corrida fiz minha primeira prova de montanha, e foi amor à primeira vista. Me apaixonei pela dificuldade do percurso e pelo visual, que transformavam a corrida em algo muito mais significativo pra mim do que simplesmente bater um tempo específico.

Estudando sobre, comecei a me familiarizar com as ultramaratonas e vi que era ali que meu desafio estava. Na época, o máximo que eu tinha corrido era a Maratona do Vinho 2018, cinco meses depois da minha primeira maratona, fui para os 50 km do Trilhas do Morro Gaúcho.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

O treinamento foi puxado! Longos que eu nunca tinha feito na vida, percursos, trilhas e montanhas que eu fazia pedalando passei a fazer correndo. Restrições alimentares, musculação, pilates…

A largada da ultramaratona mais “bruta” (difícil) do Rio Grande do Sul, foi às 7 horas da manhã, a prova tinha mais de 2.600 metros de altimetria acumulada. No Km 45 haveria um ponto de corte para os atletas que passassem por ali após às 16h30min. O tempo limite para completar o percurso eram 10 horas.

Minha estratégia: subir tranquila, descer forte e correr/trotar no plano.

Minha meta: completar a prova do Morro Gaúcho

A prova:

A maioria das subidas eram em caminho para apenas uma pessoa (single track, como dizem), muito difíceis. Sofri! Aliás, todo mundo sofreu! E as descidas íngremes, com muito barro, como se fosse sabão em um piso molhado. Ainda bem que corri com os bastões e pude descer várias delas “esquiando”!

Ahh…e as partes planas eram assim, mais barro, água e trilhas!

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Nos quilômetros iniciais estava correndo junto com a Saionara e a Edinéia (campeã e terceira colocada geral, respectivamente). Mas aí lembrei que era minha primeira ultramaratona e não queria “quebrar”.

Baixei o ritmo e fui seguindo…

Fui tranquila até o Km 22, onde encontrei a Magda Chagas e o Duda Piras no (segundo) ponto de hidratação. Parei alguns minutinhos para comer algo e dar umas risadas com a dupla.

Quando estava saindo a Magda disse:

– Daqui até o próximo ponto de hidratação (Km 35) vai ser puxado também!

Analisei rapidamente o gráfico de altimetria e certamente não seria nada fácil os próximos quilômetros. Por sorte fiz um amigo uruguaio, que foi comigo até o Km 29 (aproximadamente), me apoiando e incentivando, sem ele seria muito mais difícil.

No Km 35 reencontrei a Magda e o Duda no então, terceiro ponto de abastecimento. Ali eu já não estava mais tão “feliz” o sono e uma leve dor nas panturrilhas estavam começando a me castigar. Mas aquela altura não poderia desistir da prova.

Lembrei dos últimos meses, do quanto foi árduo conciliar o trabalho, faculdade…casa e muitos treinos. Levantei e comecei novamente, animada, mas cansada, as pernas já não eram mais as mesmas, a cabeça parecia uma locadora de vídeos, a cada trilha um filme diferente, isso quando não rodava uns dois ou três filmes ao mesmo tempo. Segui firme, subindo forte as montanhas, e algumas poucas vezes, um trote nas descidas.

Lá pelo Km 36 encontrei a curitibana Christiane, ela estava um pouco enjoada e fraca, ofereci a minha Coca-Cola à ela, conversamos um pouco e seguimos as escaladas. Mas tinha uma coisa que não saia da minha cabeça: a Trilha do Beiço! Ouvi horrores sobre ela, em que quilômetro ela estaria?!

Hora eu puxava a Christiane, hora ela me puxava…não lembro ao certo em que Km eu acabei me afastando dela e cheguei na temida Trilha do Beiço. Tive o privilégio de fazer o seu percurso na parceria do Nédson do Canal 100 Fôlego e lá no finalzinho saber o porquê de “Trilha do Beiço”!

Após caminhadas, escaladas e pequenas pausas para ao menos respirar, vencemos a Trilha do Beiço…Que alívio! Segui com o Nédson por mais alguns trechos até a trilha da descida da cachoeira (não lembro o nome dela, rs) ali a Christiane conseguiu nos alcançar. Fiquei aliviada quando a vi, pois sabia que não estava bem.

Novamente seguimos juntas, era incrível nossa sintonia. Parecia que éramos amigas de longa data!

Achei que a Trilha da Lona Preta era difícil, depois vi que a do Beiço era muito pior…Mas o que era aquela escalada com cordas na cachoeira?! Rs Aquilo me lembrou o tempo em que fazia corrida de aventura.

Não sei como, de que forma…saímos correndo – ou melhor tentando correr – após a escalada, com receio de levar o corte no Km 45. Dessa vez a Christiane puxava. Em certos pontos ouvíamos música lá longe…no local da largada/chegada e aquilo era muito motivador.

Para minha surpresa, chegando no Km 44 encontrei a Analucia, naquele momento o cansaço foi embora e uma alegria imensa tomou conta de mim. Conheci Ana a alguns meses atrás na primeira etapa do CGCTM em Farroupilha e desde então sempre nos ajudamos nas provas. E ali, não podia ser diferente…

Paramos no km 45 que era o último ponto de abastecimento e também ponto de corte, o staff Leonardo nos informou que os últimos 5 km da prova haviam sido cancelados para a segurança dos atletas. Então nos restavam somente mais uns 700 metros até a tão sonhada linha de chegada.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Seguimos juntas eu e Ana, esses últimos metros que na verdade pareciam quilômetros. E cruzamos quase juntas a linha de chegada, que na verdade é um marco que vai muito além da medida de tempo registrada entre a sirene da largada e a última passada. Suor, esforço, sacrifício, dor, renúncias, dedicação, comprometimento, amor e paixão são alguns de seus sinônimos.

Christiane a curitibana que correu comigo alguns quilômetros e conclui a prova alguns minutinhos na minha frente, me aguardava após a linha de chegada. Sorridente e “ultrafeliz” com nossas conquistas. Lá também estavam tantos outros amigos que fiz durante o percurso.

Na minha estreia em ultramaratona, o pórtico de chegada foi a visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 50 Km com mais de 2.600m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Mas não estive sozinha nesta recente trajetória de corredora. Desde muito antes do Trilhas do Morro Gaúcho, tive ao meu lado grandes apoiadores: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra, Academia Performance Fitness e Vera Bike. Que sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

Trilhas do Morro Gaúcho, foi mais uma grande etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas, graças ao profissionalismo das equipes da L&E Eventos, Brutus do Gaúcho, ClicRun, 3cTiming e Youmovin que fizeram um evento impecável em todos os sentidos.

Salomon S-LAB SENSE 6 SG

Dentro da vasta linha de calçados da marca utilizo o SpeedCross 3, SpeedCross 4 e atualmente o Salomon S-Lab Sense 6 SG nos meus treinos e provas de trail running pelo Rio Grande do Sul.

Adquiri todos eles com a Helen Hertzog proprietária da loja Patos do Sul em Caxias do Sul.

A Salomon tem sido uma marca dominante no mundo do trail running há anos. Da próxima vez que você estiver em uma trilha ou corrida de montanha, olhe para baixo – é muito provável que você veja a maioria das pessoas usando Salomons como seu calçado favorito.

Segundo a Salomon o calçado é “Desenhado por atletas e para atletas. Calçado profissional de alta performance. Confie nos seus sentidos e corra livremente com o S-LAB SENSE 6! Versão softground para terrenos mais macios.”

Meu S-LAB SENSE 6 SG, já percorreu diversos quilômetros de trilhas, desde os terrenos úmidos e lamacentos da região de Veranópolis, até os declives e aclives acentuados das provas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

Ele foi criado para estar assim…

Salomon S-LAB SENSE 6 SG

Trajado de marcas de batalha! Lama, folhas, riscos…cobrindo o preto e vermelho distintivo.

O S-LAB SENSE 6 SG é:

  • leve, pesa apenas 225 gramas;
  • altamente respirável; e
  • drena a água de forma eficaz – em terenos molhados.

Possui malha superior anti-detritos que se estende dos lados da língua e se fixa à sola do calçado. A malha funciona muito bem, impedindo a entrada de detritos e lama; e evita que a sujeira fique presa entre o pé e a palmilha.

Salomon S-LAB SENSE 6 SG

Enquanto a combinação das tecnologias EndoFit ™ (construção parecida com uma meia, encontrada na parte superior do calçado) e SensiFit ™ (camadas finas de tecido encontradas nas laterais do calçado); envolvem seus pés com segurança e conforto para uma melhor estabilidade e ajuste geral.

A parte superior também possui a tecnologia Quicklace System, que fornece um laço rápido e preciso.

Salomon S-LAB SENSE 6 SG

Já a sola do calçado é fabricada com a tecnologia tração úmida premium Contagrip para uma excelente aderência. A designação soft-ground (SG) no nome do calçado significa que ele é mais adequado para trilhas enlameadas.

Salomon S-LAB SENSE 6 SG

Sua entressola é composta de:

  • Enchimento EnergyCell+, esse tipo de amortecimento proporciona excelente retorno energético e é super durável;
  • Espuma EVA Compacta de dupla densidade. EVA é frequentemente usada em tênis de corrida em função das suas propriedades úteis: flexibilidade, durabilidade e amortecimento; e
  • Filme Profeel que aumenta a estabilidade. E permite que os corredores sintam o movimento do calçado ao mesmo tempo em que proporciona proteção, contra os obstáculos das técnicas trilhas.

Daniel Gohl é empresário, founder da Raiz Trail e corredor. Ele também utiliza o S-LAB em diversos treinos e provas de trail running, e comenta:

“Além de leve e transpirável o S-LAB tem ótima vasão de água em treinos molhados. O sistema Endofit utilizado no modelo é perfeito para manter o tênis leve mesmo em dias com muita chuva ou treinos com muita travessia de córregos e rios.”

Salomon S-LAB SENSE 6 SG
Créditos: Arquivo Pessoal

“A malha anti-detritos é muito funcional! Mantém o pé sempre sem a presença de pedrinhas e não atrapalha em nada o conforto para calçá-lo.

Além disso, possui uma biqueira resistente, o contagrip (solado) é seguro em qualquer tipo de terreno e o calcanhar reforçado na medida certa.

Para quem tem velocidade, consciência corporal e gosta de tênis que respeita a sua pisada, o S-LAB é o modelo ideal para encarar as trilhas e montanhas em todos os locais.” completa Gohl.

Resumindo…o S-LAB SENSE 6 SG é ultra leve, ágil e surpreendentemente confortável. É um tênis que garante velocidade, um calçado que reage melhor quando sua cabeça está baixa e sua frequência cardíaca é alta!

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

A pequena e simpática cidade de Sério, intitulada como a Serra do Vale por situar-se na parte alta do Vale do Taquari no Rio Grande do Sul, foi sede da 3ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

Trilhas Serra do Vale ocorreu no último sábado (26) e teve percursos de 6, 14 e 28 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. O evento contou com a participação de mais de 500 atletas.

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Faltando menos de um mês para a prova a coordenação geral do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas 2018, recebeu a informação através da Administração Municipal de Teutônia, de que a 3ª Etapa do CGCTM 2018 não poderia mais ocorrer naquela cidade.

“Foi complexo! Já estava tudo preparado, os três percursos, estrutura e logística do evento e o principal, apoio da prefeitura em alguns itens. Mas graças ao belíssimo trabalho que o Circuito Trilhas & Montanhas vem fazendo desde 2012, as portas por onde ele passa, ficam abertas e desta forma a Prefeitura Municipal de Sério, que já tinha sido parceria nas edições 2014, 2015, 2016 e 2017, foi solidária e abriu as portas novamente para a realização da edição 2018.” comenta Luís Leandro Grassel, Coordenador Geral do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

Já na semana do evento, veio a grave nacional dos caminhoneiros, que certamente foi uma surpresa muito maior que a troca de local da etapa. “Não tínhamos mais tempo hábil para revermos outra data para transferência, desta forma fomos obrigados a mantermos a data e realizar a etapa. Queríamos a participação de todos os inscritos, mas devido à falta de combustível nos postos, tivemos uma quebra de 25% dos participantes na etapa.” relembra Luís.

A Secretária de Turismo da cidade de Sério, Carla Ferri explica, “Muito foi questionado e estudado a possibilidade de transferir o evento em virtude da greve, falta de combustível e tudo mais. Mas na organização de eventos deste nível, não é tão simples transferir, pois os insumos para o almoço já estavam sendo preparados, Brigada Militar e equipe acionadas, o pessoal da feira de produtos estavam com tudo fresquinho…e também o ginásio de esportes onde ocorreu o evento não estaria disponível nos próximos finais de semana.”

Graças à seriedade e profissionalismo da cidade de Sério, da L&E Eventos e demais envolvidos na organização da etapa; as adversidades foram superadas e a 3ª Etapa do CGCTM – Trilhas Serra do Vale foi um sucesso, o número de participantes representou 75% do previsto, um dia lindo, percursos maravilhosos e brutos.

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Segundo Luís Leandro Grassel a “fórmula mágica” desse sucesso foi a união, a atitude e a vontade de todos os inscritos que de uma forma ou outra (carona, ônibus, moto…) compareceram à 3ª Etapa e fizeram ela acontecer. “Novamente queremos deixar claro e entendido, que ficamos muito tristes com aqueles que não puderam participar, mas a transferência para outra data, seria algo mais difícil para todos ‘organização e atletas’, devido à datas disponíveis para ambos lados.”

3ª etapa Trilhas e Montanhas 2018

Nota:

“Em nome da Administração Municipal e de toda comunidade de Sério, agradecemos a todos os atletas que puderam se fazer presentes, sabemos e entendemos a dificuldade que todos tiveram e a estes que não puderam comparecer, esperamos que na próxima edição possam vir e desfrutar do que Sério oferece aos seus visitantes, boa gastronomia, receptividade e muita natureza exuberante!”

Carla Ferri – Secretária de Turismo

Desafio dos Rochas 2018

Pomerode conhecida como a cidade mais alemã do Brasil foi palco (mais uma vez) do Desafio dos Rochas que ocorreu nos dias 21 e 22 de abril e reuniu 1.150 ciclistas de 10 estados brasileiros e de 3 países Uruguai, Portugal e Canadá.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Monique Renne

A prova foi dividida em 3 circuitos:

  • Pró – 98,6 Km com 3.000 m de altimetria (aproximadamente) e 6 trilhas;
  • Sport – 64 Km com 1.400 m de altimetria (aproximadamente) e 5 trilhas; e
  • Amador – 31,8 Km com 560 m de altimetria (aproximadamente) e 1 trilha.

No Desafio dos Rochas, são testados todos os teus limites físicos e psicológicos. Os atletas enfrentaram trilhas técnicas, descidas e subidas íngremes, sol escaldante, empurra bike – variando conforme o preparo físico do ciclista…entre outros obstáculos. O evento é considerado uma das provas de Mountain Bike mais difíceis do Brasil.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

A prova é planejada com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos, membro da família Rocha.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Ao final de cada edição do Desafio dos Rochas a organização se atem a ouvir as sugestões/dicas dos ciclistas para as próximas edições. Ano passado, infelizmente o clima (chuva) deixou algumas trilhas muito técnicas e diversos trechos viraram empurra bike. Independentemente do clima algumas trilhas estavam difíceis até para os atletas da elite.

Nesse ano os circuitos foram remodelados e novas trilhas surgiram. Diferente da edição anterior as trilhas estavam muito mais limpas e fluídas, deixando a prova mais rápida segundo o feedback  de diversos atletas.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Outra grande modificação foi trazer à prova de volta para o Teatro Municipal de Pomerode no centro da cidade. Isso agradou muito os atletas e seus familiares que puderam curtir muito mais a cidade mais alemã do Brasil.

Além de todos os atrativos da cidade e do evento, ao longo do final de semana o público pode participar de diversos bate-papos e whorkshops com grandes atletas como Lucio Otávio (Audax Team), Francisco Rotta Muller, Luana Machado, entre outros.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

“É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José Carlos Rocha ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

No link abaixo um pouco do que rolou no 6º Desafio dos Rochas, produção de Root Rider TV.

Salomon Speedcross 4

Para correr em trilhas e montanhas é necessário treino, dedicação e coragem, mas estar preparado com roupas e principalmente calçados certos faz toda a diferença, pensando nisso, a marca Salomon desenvolveu o tênis Speedcross. Ele é o parceiro ideal para você encarar os seus desafios com maior conforto e segurança.

Sobre a marca:

A Salomon nasceu em 1947 na pequena cidade de Annecy, fruto do trabalho de Francois Salomon e seu filho George. Durante seus mais de 60 anos de existência, o empenho da Salomon em criar design’s inovadores e sua paixão pelos esportes de montanha criaram uma vasta gama de novos e revolucionários conceitos em calçados, vestuário, equipamentos para snowboard, corridas de aventura, alpinismo…Atualmente os produtos da Salomon são vendidos em mais de 160 países e a marca se tornou ícone mundial em esportes de montanha.

Avaliação:

Já faz alguns anos que utilizo os modelos Speedcross 3 e 4 em diversos treinos e provas, além de conforto e segurança os modelos tem uma qualidade que todo corredor procura: durabilidade!

Speedcross

Diversos amigos me perguntam: “Mine, qual a melhor versão do Speedcross?”

Difícil responder essa pergunta – risos. Os dois possuem diversas qualidades e – ao meu ver – algumas pequenas falhas. Visualmente são muito parecidos, mas após diversos quilômetros rodados com os mesmos, escolho a versão 4 como a melhor!

Speedcross 3/4
Comparativo tênis Salomon Speedcross 3 x Speedcross 4

O Speedcross 4 é leve, altamente amortecido e com uma aderência totalmente agressiva. Composto de diversas tecnologias e algumas mudanças em relação ao seu antecessor, são elas:

Contagrip (solado): na última versão do modelo as travas são mais grossas. Uma combinação de borrachas que resultam na adaptação do solado às irregularidades que as diferentes superfícies de uma única trilha podem apresentar. Eu diria que o solado do Speedcross 4 beira a perfeição, pois oferece, segurança, tração e fantástica aderência nas trilhas;

Speedcross

– Endofit: membrana em neoprene que abraça o pé separando-o do cabedal interno. Essa tecnologia aumenta a sensibilidade ao terreno e melhora o ajuste do calçado juntamente com o sistema Sensifit que envolve o pé e proporciona um ajuste preciso e seguro.

Speedcross

– Quicklace: cadarço em kvelar altamente resistente. Ao puxar o sistema de fixação do cadarço, o ajuste acontece de forma uniforme e segura.

Ortholite: a palminha combina uma espuma Ortholite específica com um contraforte de EVA criando um entorno mais fresco, seco e acolchoado debaixo dos pés;

– Reforços: os desafios de uma trilha resultam em um desgaste acelerado do calçado. Mas pensando nisso, a fabricante incluiu reforços quase imperceptíveis que, além de compor o design do modelo, protege as extremidades do tênis: na biqueira e no contraforte do calcanhar podemos notar uma porção extra de borracha que protege e reforça estas peças.

Speedcross

Speedcross

Speedcross

Após muitas tecnologias e qualidades – ao meu ver – o uso de uma trama de malhas muito fechadas no modelo 4, traz pouca ventilação ao calçado e dificulta a eliminação do suor nos pés durante a trilha. Correr com os pés encharcados morro acima ou morro abaixo, pode dificultar o desempenho, gerar insegurança e no meu caso as temidas bolhas.

Caso você queira encomendar o seu Salomon, só entrar em contato com a loja Patos do Sul ou fale diretamente com a Helen Hertog, proprietária da loja pelo telefone (54)3228.1100 e/ou whatsapp (54)99976.2073

Trilhas & Montanhas 2018

No dia 17 de março (sábado), ocorre a abertura do Campeonato Gaúcho de Corrida em Trilhas & Montanhas na Comunidade de Linha Müller no interior de Farroupilha.

Desde 2015 Linha Müller, apoia as corridas de trilhas e montanhas. “Tanto que existe no Ginásio da Comunidade uma exposição das camisas de todas as edições do evento que lá aconteceram, bem como das respectivas medalhas, mapas dos percursos e reportagens de jornais da cidade sobre as corridas.” relembra Samuel Polli, morador da Comunidade e um dos responsáveis pelos percursos.

Para o Trilhas do Salto Ventoso 2018, Samuel destaca que serão novos caminhos, com poucas repetições de trechos das edições anteriores.

O evento contará com percursos de:

  • 6 km com 200m de altimetria
  • 12 Km com 410m de altimetria e
  • 26 Km com 1070m de altimetria.

Premiação por faixa etária de 5 em 5 anos e geral até o quinto colocado. Mais informações em Youmovin

Trilhas & Montanhas

A prova terá nos seus três percursos variação de terrenos. Nos percursos médio e longo haverá passagem por rios – inevitavelmente os atletas vão molhar os pés e dependendo do nível de água da Cascata do Salto Ventoso, também existe a possibilidade do atleta se molhar com a nuvem d’água que evapora com a força da queda.

“O ponto máximo da prova é a passagem pela Cascata do Salto Ventoso! É um momento único para o atleta que pode conciliar o prazer de correr junto a natureza e toda a sua grandiosidade e beleza.” acrescenta Vanessa Borsoi, também moradora da Comunidade de Linha Müller e responsável pelos percursos.

Segundo Samuel e Vanessa, o percurso curto é tranquilo. A maior dificuldade será a largada, subindo morro, sendo o primeiro quilômetro o mais difícil. Já nos percursos médio e longo os atletas farão o mesmo trecho até o sexto quilômetro, aonde ocorre à divisão de categorias.

“O pessoal da prova longa vai passar por trechos bem desafiadores, bastante inclinados.” ressalta o casal.

Trilhas & Montanhas

Linha Müller juntamente com a L&E Eventos Esportivos, está preparando um grandioso evento e cuidando de cada detalhe para que seja uma experiência incrível à todos os atletas e seus familiares. Na sede do evento terá toda estrutura para melhor acolher os atletas: delicioso almoço a partir das 10 h 30 min, lanches durante todo dia, estacionamento junto ao campo de futebol, vestiários com chuveiros quentes (tanto no ginásio, quanto no campo de futebol), parquinho infantil para as crianças.

Maratona do Vinho

Muito além de uma competição esportiva, a Maratona do Vinho é um evento que coroa a temporada da colheita da uva, principal produto para a elaboração dos vinhos.

O Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves, a Estrada do Sabor em Garibaldi e Monte Belo do Sul, emolduraram mais uma vez a Maratona do Vinho, que reuniu cerca 1.500 corredores de todo o país no último domingo (dia 11 de Fevereiro).

O percurso misturou diversos tipos de terreno – com pisos de terra, cascalho, asfalto e paralelepípedos, além de subidas e descidas acentuadas – passando em meio aos parreirais e vinícolas, por pequenas igrejas e casas antigas que marcam a forte presença da colonização italiana.

Para alguns, o objetivo era superar seus limites, já outros aproveitavam o visual de tirar o fôlego e chegavam a parar nas subidas ou descidas para admirar os vales e/ou devorar as uvas, sem se preocupar com o seu tempo na prova.

A corrida foi dividida em quatro categorias:

  • Maratona individual: 42.940 metros;
  • Maratona em equipes: 45.670 metros;
  • Meia maratona: 20.970 metros;
  • Pequena corrida: 5.130 metros.

A largada e chegada ocorreram no Morro da Antena/Cruz, na comunidade do Ceará no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Resolvi abrir o meu calendário de corridas de 2018, estreando em uma das maratonas mais difíceis do estado com seus 42.940 metros de distância e aproximadamente 1.200 metros de altimetria acumulada.

Domingo às 7 h 30 min lá no alto do Morro da Antena, eu e mais centenas de maratonistas de todo o país estávamos na contagem regressiva para a largada da tão famosa Maratona do Vinho.

Nesse momento só conseguia lembrar da mensagem do Dani (amigo com experiência nas edições anteriores da prova) “Larga bem de boa. Mas, bem de boa mesmo! Os primeiros 21 são tranquilos, mas os finais são terríveis […]”. Obedeci às ordens e larguei tranquila.

Felizmente a temperatura estava agradável. Após os primeiros quilômetros em meio aos parreirais ouvia diversos atletas dizendo que a chegada seria por ali e sinceramente pensei: ‘vai ser uma longa corrida até chegar por aqui de novo.’

Tudo estava indo bem, até mais do que eu planejara. Fiz a metade da prova num tempo muito bom. O negócio é que depois da metade as coisas mudam – e mudam bastante.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

A temperatura agradável no início da prova deu lugar ao calor insuportável, os morros quase inexistentes na primeira parte se triplicaram (quem já correu a Maratona do Vinho, sabe do que estou falando) o corpo começa a cansar…

Pela primeira vez na prova resolvi dar uma olhadinha para trás e vi a Juli (atleta da BTR, com a qual já corri algumas vezes), se aproximando, o apoio dela durante os quilômetros seguintes fizeram toda a diferença!

Em uma das tantas subidas ela tentou me puxar, mas meu ritmo já havia caído muito. Pedi para ele seguir a prova e lhe desejei boa sorte! E lá se foi ela…sumindo devagarinho do meu ponto de vista.

A partir do Km 30 comecei a sentir o peso de cada trecho aliados ao calor, e os tempos já não estavam como no começo. Era o sinal do desgaste depois de horas correndo.

Lembrei logo da frase do ciclista norte-americano Lance Armstrong: “A dor é passageira. Desistir dura para sempre!” Esqueci toda a dor e segui correndo, caminhando, correndo…

Aproximadamente no Km 38 Janice, essa simpática mulher da foto passou a ser minha companheira. Lutando contra fortes dores nos pés ela disse-me: “Que estreia em menina?! Maratona do Vinho é só para loucos […] Vamos que falta pouco!” e assim seguimos pelos últimos quilômetros. Conversando, trocando experiências, rindo e esquecendo das dores!

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Na minha estreia em maratona, esse pórtico foi à visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 42 km com 1.200m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Voltei para casa com a medalha no peito o troféu e aquele sorriso de satisfação de saber que daquele dia em diante, eu não era apenas uma corredora e, sim, uma maratonista.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Tudo isso, graças ao apoio fundamental da: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra e Academia Performance Fitness.

Desafio dos Rochas

O Desafio dos Rochas é um evento de mountain bike que alia o prazer de competir, de vivenciar a cultura e as tradições alemãs, unir a família ao esporte e apreciar a gastronomia típica local.

O Desafio surgiu em 2013, quando a família Rocha teve a ideia de realizar um passeio ciclístico um pouco mais “aventureiro” na data de aniversário da loja Twins Bike Shop. “Ao colocarmos no facebook umas fotos e uma enquete do que o pessoal achava em realizar esse pedal, começamos a nos surpreender com as diversas perguntas de onde seria esta prova, quando seria e assim por diante.” relembra José Carlos, gerente da Twins Bike Shop.

A partir daquele momento tiveram a certeza que poderiam criar algo maior, se reuniram para ter a opinião dos 6 membros da família Rocha e dali decidiram realizar uma tentativa que acabou dando certo. Em 2018 partem para sexta edição do Desafio dos Rochas.

Desafio dos Rochas

O evento é planejado com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos.

Ao longo desses 5 anos de desafio a família Rocha, encarou alguns problemas. Entre eles a busca de parceiros para idealizar o evento, autorizações de passagem em propriedades particulares, entre outros.

O processo de organizar e planejar um evento esportivo requer cuidado e atenção em vários aspectos, desde a ideia inicial, o projeto real, evento e pós- evento. E é natural ao longo desse processo surgirem alguns problemas.

Mas, em contrapartida ao longo desses anos de desafio muitas foram as alegrias para a família Rocha. “É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

Desafio dos Rochas

Para 2018 a família Rocha está preparando um evento ainda mais festivo, novos circuitos, novas trilhas, novos visuais da cidade, um final de semana repleto de atrações para ciclistas, familiares e amigos e uma estrutura mais aprimorada para atender a todos com o máximo de conforto e segurança.

Desafio dos Rochas

Night Run – Salto Ventoso

Linha Muller, comunidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul/Brasil, recebeu no último sábado a Night Run – Salto Ventoso, que contou com a participação de 235 corredores e duas opções de distância: 5 e 10 quilômetros.

Os percursos passaram por estradões, trilhas, declives e aclives acentuados e pela passarela do Salto Ventoso, iluminada pela organização do evento com tochas.

Minutos antes da largada ocorreu um briefing reforçando aos atletas: o uso obrigatório da lanterna de cabeça ou de mão, a não desviarem a sua atenção das marcações e relembrando a localização do posto de água, entre outros pontos. Diversos staffs garantiram a segurança dos corredores.

Pontualmente às 20 h e 30 min foi dada a largada da categoria dos 10 quilômetros. Largamos em um estradão com uma lua fantástica iluminando o caminho e os familiares e moradores locais nos incentivando.

Após alguns quilômetros estávamos adentrando na passarela do Salto Ventoso, toda iluminada com tochas pela organização do evento. Com a presença dos fotógrafos da ClicRun e diversos staffs nos motivando e… cuidando.

Depois da passarela veio a minha parte preferida a TRILHA. E que trilha, cerca de 2 quilômetros de subida sensacional! Terminada a trilha teve mais estradão, mais descida, mais trilha, mais subida e um descida gigante para cruzar a linha de chegada e testar o grip do tênis (risos)!

Para mim, o silêncio absoluto e a escuridão ajudaram muito na concentração. Corri mais de 40% do percurso sozinha. Com visão reduzida a poucos centímetros à frente dos pés era preciso focar totalmente no percurso. E nesse processo você acaba não pensando em mais nada, apenas observa o chão, o movimento do seu corpo e os batimentos do seu coração. Essa sensação é simplesmente fantástica.

Night Run Salto Ventoso

Recomendo a todo corredor se aventurar ao menos uma vez a correr à noite na montanha. É sinistro e absolutamente sensacional!

A promoção da Night Run Salto Ventoso foi da L&E Eventos Ltda e teve apoio da Prefeitura de Farroupilha, Comunidade de Linha Muller, Polli Materiais de Construção e YouMovin.

Vale ressaltar que a L&E Eventos Marketing Esportivo e toda sua equipe estão de parabéns por esse belo ano, onde os corredores foram presenteados por lugares extraordinários, de muitos desafios e aventuras constantes!

Para o próximo ano a L&E Eventos já tem calendário cheio de grandes desafios e muita novidade.

Night Run Salto Ventoso

Quer conhecer mais sobre o mundo das corridas em trilha/montanha, então logo abaixo estão alguns dos nossos textos mais lidos, confira!

I Trilhas Nova Roma na Serra Gaúcha

A pequena cidade de Nova Roma do Sul, foi sede do I TRILHAS NOVA ROMA no último sábado, 28, com percursos de 5,5, 11 e 21 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. O evento contou com a participação de 352 atletas.

Além de estimular e incentivar a prática de atividades físicas, a corrida também apoiou a causa do Outubro Rosa, concedendo desconto de 50% no valor da inscrição para o público feminino, e lembrando os participantes de que a prática regular de exercícios físicos é o melhor preventivo para o Câncer de Mama.

Segundo Luís Leandro Grassel da L & E Eventos Marketing Esportivo, “Quase 75% dos inscritos eram mulheres. Certamente no segmento de corridas em trilhas e montanhas, foi o evento no País, com maior número de inscritas mulheres x número total de inscritos.”

Trilhas Nova Roma

Corredora a cerca de um ano e meio Edinéia Fenner, se consagrou campeã geral feminina no percurso de 21Km com o tempo de 02h07min. “I Trilhas Nova Roma, foi uma experiência marcante em provas de trilhas, num percurso deslumbrante e desafiador. Ser campeã me motiva ainda mais, tanto pela dificuldade do percurso quanto pelo alto nível das outras corredoras, mas tudo dentro de uma competição saudável.” destaca a atleta.

Já no geral masculino, o grande campeão foi Odair Paravisi corredor desde os 18 anos, chegou à prova sabendo que podia brigar por uma boa posição, mas receoso por não ter nenhuma experiência em trilhas e montanhas. “Resolvi usar como estratégia tentar manter a velocidade da corrida de rua, principalmente na largada. E deu certo, consegui abrir uma pequena vantagem até a gruta e então resolvi que a descida seria o tudo ou nada.”

Com mais 8 quilômetros de estradão e subida, “só conseguia pensar numa coisa ‘não liderei até aqui pra entregar no fim, vai que dá’, repeti isso incansavelmente e ficava me imaginando cruzando a linha de chegada, isso me dava um grande ânimo”. Relembra Odair que com o tempo de 01h41min, cruzou a linha de chegada.

Quando questionado sobre a primeira experiência de correr em trilhas e montanhas o atleta conta entusiasmado, “Foi fantástico, durante o percurso eu pensava ‘Tá nascendo aqui uma nova paixão’, eu trabalho como condutor de turismo de aventura, a natureza é o ambiente que mais me sinto a vontade, com certeza vou participar de mais provas assim.”

Trilhas Nova Roma

Unanimidade entre os participantes as belezas naturais de Nova Roma do Sul, como o Cachoeirão, cascatas, grutas e a rica flora e fauna, foram destaques do I Trilhas Nova Roma, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo, Circuito Trilhas & Montanhas e Prefeitura Municipal de Nova Roma do Sul.

Para fechar o calendário de 2017 com chave de ouro nas trilhas e montanhas temos o Night Run – Salto Ventoso. Evento que será à noite e percorrerá de fato trilhas, locais na área rural sem iluminação. Desta forma possibilitando de fato uma corrida mais desafiadora e de superação em relação a um ambiente de natureza e sem iluminação.