Trilhas de Nova Roma – CGCTM 2018

A pequena cidade de Nova Roma do Sul foi sede da 5ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas de Nova Roma, que ocorreu no último sábado (dia 15). A prova teve percursos de 7, 12 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas.

O evento contou com a participação de mais de 600 atletas das mais variadas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Escolhi (novamente) a distância longa nesta etapa e seus respectivos 29 quilômetros com 1.550 metros de altimetria acumulada.

Na época em que participava das Corridas de Aventura e Mountain Bike, treinei diversas vezes no interior da cidade de Nova Roma do Sul. Já havia passado de bicicleta por alguns pontos do percurso e sabia que o mesmo não seria nada fácil!

Na sexta-feira à noite resolvi postar esta foto nas redes sociais,

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018

 

revelando alguns dos equipamentos que eu iria utilizar na prova. Dentre diversos comentários de boa prova, fiquei “assustada” quando li o comentário do amigo Odair Paravisi dizendo, “Esses bastões…acho que serão muito utilizados rsrs”. Vale lembrar que ele era um dos responsáveis pelo percurso desta quinta etapa.

Pensei que nada poderia ser pior do que a trilha da Lona Preta, a trilha do Beiço…nos 50 quilômetros do Trilhas do Morro Gaúcho (4ª Etapa do CGCTM). Ingênua eu…

Pontualmente às 13h30min foi dada a largada da distância longa. A previsão do tempo indicava muita chuva, mas o sol e calor era quem estava marcando presença do início ao fim da prova!

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Os primeiros quilômetros foram de declive, a famosa estrada que liga Nova Roma do Sul à Nova Pádua (via balsa), ali corri alguns metros com as amigas Angela Nunes, Leonice, Rosana…foi por aí também que uma corredora ficou chateada comigo. Pisei em uma poça de lama e respingou barro nela! (risos)

Em seguida, saimos do estradão e adentramos na minha parte favorita, as trilhas e subidas! Dali em diante foi um eterno sobe e desce pelas montanhas e trilhas do interior de Nova Roma do Sul, percurso desafiador até para os atletas mais experientes.

Na infinita subida do Cachoeirão, confesso que senti saudade do Morro Gaúcho – risos! E entendi o porque do Odair, ter comentado que os “bastões seriam muito utlizados”!

Diferente do I Trilhas Nova Roma que ocorreu em outubro do ano passado, e teve muito estradão – em minha opinião. Sabádo o que não faltou foi trilhas, passamos em meio à plantação de cana, pequenos riachos, trechos de single-tracks, além é claro de pontos turísticos da cidade como a Gruta Fiorense.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

Unanimidade entre os participantes as belezas naturais de Nova Roma do Sul, como o Mirante Zanella (foto), cascatas, grutas e a rica flora e fauna, foram destaques da 5ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas de Nova Roma, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo, Circuito Trilhas & Montanhas e Prefeitura de Nova Roma do Sul.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Classificação da prova disponível em: 3ctiming

Cobertura fotográfica disponível em: Clicrun

Ainda esse ano mais duas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas estão com as inscrições abertas:

6ª Etapa – 20 de outubro – Trilhas Serra Grande – Igrejinha/RS

7ª Etapa – 24 de novembro – Cascatas e Montanhas – Rolante/RS

Maiores informações em: Youmovin

Morro Gaúcho a prova mais bruta

Arroio do Meio foi a sede da 4ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas do Morro Gaúcho/RS, que ocorreu no último sábado (dia 28). A prova teve percursos de 5.5, 17, 32 (2 pontos ITRA)* e 50 quilômetros (3 pontos ITRA)* de corrida em trilhas e montanhas.

*Trilhas do Morro Gaúcho, foi uma das primeiras provas do Rio Grande do Sul a pontuar pelo ITRA.

O evento contou com a participação de mais de 800 atletas, vindos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e até Uruguai.

Quando comecei a correr, sempre achei fascinantes as longas distâncias. Na época, achava que o máximo que eu conseguiria chegar era uma meia maratona. Bobinha eu…

Um ano de corrida fiz minha primeira prova de montanha, e foi amor à primeira vista. Me apaixonei pela dificuldade do percurso e pelo visual, que transformavam a corrida em algo muito mais significativo pra mim do que simplesmente bater um tempo específico.

Estudando sobre, comecei a me familiarizar com as ultramaratonas e vi que era ali que meu desafio estava. Na época, o máximo que eu tinha corrido era a Maratona do Vinho 2018, cinco meses depois da minha primeira maratona, fui para os 50 km do Trilhas do Morro Gaúcho.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

O treinamento foi puxado! Longos que eu nunca tinha feito na vida, percursos, trilhas e montanhas que eu fazia pedalando passei a fazer correndo. Restrições alimentares, musculação, pilates…

A largada da ultramaratona mais “bruta” (difícil) do Rio Grande do Sul, foi às 7 horas da manhã, a prova tinha mais de 2.600 metros de altimetria acumulada. No Km 45 haveria um ponto de corte para os atletas que passassem por ali após às 16h30min. O tempo limite para completar o percurso eram 10 horas.

Minha estratégia: subir tranquila, descer forte e correr/trotar no plano.

Minha meta: completar a prova do Morro Gaúcho

A prova:

A maioria das subidas eram em caminho para apenas uma pessoa (single track, como dizem), muito difíceis. Sofri! Aliás, todo mundo sofreu! E as descidas íngremes, com muito barro, como se fosse sabão em um piso molhado. Ainda bem que corri com os bastões e pude descer várias delas “esquiando”!

Ahh…e as partes planas eram assim, mais barro, água e trilhas!

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Nos quilômetros iniciais estava correndo junto com a Saionara e a Edinéia (campeã e terceira colocada geral, respectivamente). Mas aí lembrei que era minha primeira ultramaratona e não queria “quebrar”.

Baixei o ritmo e fui seguindo…

Fui tranquila até o Km 22, onde encontrei a Magda Chagas e o Duda Piras no (segundo) ponto de hidratação. Parei alguns minutinhos para comer algo e dar umas risadas com a dupla.

Quando estava saindo a Magda disse:

– Daqui até o próximo ponto de hidratação (Km 35) vai ser puxado também!

Analisei rapidamente o gráfico de altimetria e certamente não seria nada fácil os próximos quilômetros. Por sorte fiz um amigo uruguaio, que foi comigo até o Km 29 (aproximadamente), me apoiando e incentivando, sem ele seria muito mais difícil.

No Km 35 reencontrei a Magda e o Duda no então, terceiro ponto de abastecimento. Ali eu já não estava mais tão “feliz” o sono e uma leve dor nas panturrilhas estavam começando a me castigar. Mas aquela altura não poderia desistir da prova.

Lembrei dos últimos meses, do quanto foi árduo conciliar o trabalho, faculdade…casa e muitos treinos. Levantei e comecei novamente, animada, mas cansada, as pernas já não eram mais as mesmas, a cabeça parecia uma locadora de vídeos, a cada trilha um filme diferente, isso quando não rodava uns dois ou três filmes ao mesmo tempo. Segui firme, subindo forte as montanhas, e algumas poucas vezes, um trote nas descidas.

Lá pelo Km 36 encontrei a curitibana Christiane, ela estava um pouco enjoada e fraca, ofereci a minha Coca-Cola à ela, conversamos um pouco e seguimos as escaladas. Mas tinha uma coisa que não saia da minha cabeça: a Trilha do Beiço! Ouvi horrores sobre ela, em que quilômetro ela estaria?!

Hora eu puxava a Christiane, hora ela me puxava…não lembro ao certo em que Km eu acabei me afastando dela e cheguei na temida Trilha do Beiço. Tive o privilégio de fazer o seu percurso na parceria do Nédson do Canal 100 Fôlego e lá no finalzinho saber o porquê de “Trilha do Beiço”!

Após caminhadas, escaladas e pequenas pausas para ao menos respirar, vencemos a Trilha do Beiço…Que alívio! Segui com o Nédson por mais alguns trechos até a trilha da descida da cachoeira (não lembro o nome dela, rs) ali a Christiane conseguiu nos alcançar. Fiquei aliviada quando a vi, pois sabia que não estava bem.

Novamente seguimos juntas, era incrível nossa sintonia. Parecia que éramos amigas de longa data!

Achei que a Trilha da Lona Preta era difícil, depois vi que a do Beiço era muito pior…Mas o que era aquela escalada com cordas na cachoeira?! Rs Aquilo me lembrou o tempo em que fazia corrida de aventura.

Não sei como, de que forma…saímos correndo – ou melhor tentando correr – após a escalada, com receio de levar o corte no Km 45. Dessa vez a Christiane puxava. Em certos pontos ouvíamos música lá longe…no local da largada/chegada e aquilo era muito motivador.

Para minha surpresa, chegando no Km 44 encontrei a Analucia, naquele momento o cansaço foi embora e uma alegria imensa tomou conta de mim. Conheci Ana a alguns meses atrás na primeira etapa do CGCTM em Farroupilha e desde então sempre nos ajudamos nas provas. E ali, não podia ser diferente…

Paramos no km 45 que era o último ponto de abastecimento e também ponto de corte, o staff Leonardo nos informou que os últimos 5 km da prova haviam sido cancelados para a segurança dos atletas. Então nos restavam somente mais uns 700 metros até a tão sonhada linha de chegada.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Seguimos juntas eu e Ana, esses últimos metros que na verdade pareciam quilômetros. E cruzamos quase juntas a linha de chegada, que na verdade é um marco que vai muito além da medida de tempo registrada entre a sirene da largada e a última passada. Suor, esforço, sacrifício, dor, renúncias, dedicação, comprometimento, amor e paixão são alguns de seus sinônimos.

Christiane a curitibana que correu comigo alguns quilômetros e conclui a prova alguns minutinhos na minha frente, me aguardava após a linha de chegada. Sorridente e “ultrafeliz” com nossas conquistas. Lá também estavam tantos outros amigos que fiz durante o percurso.

Na minha estreia em ultramaratona, o pórtico de chegada foi a visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 50 Km com mais de 2.600m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Mas não estive sozinha nesta recente trajetória de corredora. Desde muito antes do Trilhas do Morro Gaúcho, tive ao meu lado grandes apoiadores: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra, Academia Performance Fitness e Vera Bike. Que sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

Trilhas do Morro Gaúcho, foi mais uma grande etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas, graças ao profissionalismo das equipes da L&E Eventos, Brutus do Gaúcho, ClicRun, 3cTiming e Youmovin que fizeram um evento impecável em todos os sentidos.

Maratona do Vinho

Muito além de uma competição esportiva, a Maratona do Vinho é um evento que coroa a temporada da colheita da uva, principal produto para a elaboração dos vinhos.

O Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves, a Estrada do Sabor em Garibaldi e Monte Belo do Sul, emolduraram mais uma vez a Maratona do Vinho, que reuniu cerca 1.500 corredores de todo o país no último domingo (dia 11 de Fevereiro).

O percurso misturou diversos tipos de terreno – com pisos de terra, cascalho, asfalto e paralelepípedos, além de subidas e descidas acentuadas – passando em meio aos parreirais e vinícolas, por pequenas igrejas e casas antigas que marcam a forte presença da colonização italiana.

Para alguns, o objetivo era superar seus limites, já outros aproveitavam o visual de tirar o fôlego e chegavam a parar nas subidas ou descidas para admirar os vales e/ou devorar as uvas, sem se preocupar com o seu tempo na prova.

A corrida foi dividida em quatro categorias:

  • Maratona individual: 42.940 metros;
  • Maratona em equipes: 45.670 metros;
  • Meia maratona: 20.970 metros;
  • Pequena corrida: 5.130 metros.

A largada e chegada ocorreram no Morro da Antena/Cruz, na comunidade do Ceará no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Resolvi abrir o meu calendário de corridas de 2018, estreando em uma das maratonas mais difíceis do estado com seus 42.940 metros de distância e aproximadamente 1.200 metros de altimetria acumulada.

Domingo às 7 h 30 min lá no alto do Morro da Antena, eu e mais centenas de maratonistas de todo o país estávamos na contagem regressiva para a largada da tão famosa Maratona do Vinho.

Nesse momento só conseguia lembrar da mensagem do Dani (amigo com experiência nas edições anteriores da prova) “Larga bem de boa. Mas, bem de boa mesmo! Os primeiros 21 são tranquilos, mas os finais são terríveis […]”. Obedeci às ordens e larguei tranquila.

Felizmente a temperatura estava agradável. Após os primeiros quilômetros em meio aos parreirais ouvia diversos atletas dizendo que a chegada seria por ali e sinceramente pensei: ‘vai ser uma longa corrida até chegar por aqui de novo.’

Tudo estava indo bem, até mais do que eu planejara. Fiz a metade da prova num tempo muito bom. O negócio é que depois da metade as coisas mudam – e mudam bastante.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

A temperatura agradável no início da prova deu lugar ao calor insuportável, os morros quase inexistentes na primeira parte se triplicaram (quem já correu a Maratona do Vinho, sabe do que estou falando) o corpo começa a cansar…

Pela primeira vez na prova resolvi dar uma olhadinha para trás e vi a Juli (atleta da BTR, com a qual já corri algumas vezes), se aproximando, o apoio dela durante os quilômetros seguintes fizeram toda a diferença!

Em uma das tantas subidas ela tentou me puxar, mas meu ritmo já havia caído muito. Pedi para ele seguir a prova e lhe desejei boa sorte! E lá se foi ela…sumindo devagarinho do meu ponto de vista.

A partir do Km 30 comecei a sentir o peso de cada trecho aliados ao calor, e os tempos já não estavam como no começo. Era o sinal do desgaste depois de horas correndo.

Lembrei logo da frase do ciclista norte-americano Lance Armstrong: “A dor é passageira. Desistir dura para sempre!” Esqueci toda a dor e segui correndo, caminhando, correndo…

Aproximadamente no Km 38 Janice, essa simpática mulher da foto passou a ser minha companheira. Lutando contra fortes dores nos pés ela disse-me: “Que estreia em menina?! Maratona do Vinho é só para loucos […] Vamos que falta pouco!” e assim seguimos pelos últimos quilômetros. Conversando, trocando experiências, rindo e esquecendo das dores!

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Na minha estreia em maratona, esse pórtico foi à visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 42 km com 1.200m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Voltei para casa com a medalha no peito o troféu e aquele sorriso de satisfação de saber que daquele dia em diante, eu não era apenas uma corredora e, sim, uma maratonista.

Maratona do Vinho
Foto: Foco Radical

Tudo isso, graças ao apoio fundamental da: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra e Academia Performance Fitness.

Night Run – Salto Ventoso

Linha Muller, comunidade de Farroupilha, no Rio Grande do Sul/Brasil, recebeu no último sábado a Night Run – Salto Ventoso, que contou com a participação de 235 corredores e duas opções de distância: 5 e 10 quilômetros.

Os percursos passaram por estradões, trilhas, declives e aclives acentuados e pela passarela do Salto Ventoso, iluminada pela organização do evento com tochas.

Minutos antes da largada ocorreu um briefing reforçando aos atletas: o uso obrigatório da lanterna de cabeça ou de mão, a não desviarem a sua atenção das marcações e relembrando a localização do posto de água, entre outros pontos. Diversos staffs garantiram a segurança dos corredores.

Pontualmente às 20 h e 30 min foi dada a largada da categoria dos 10 quilômetros. Largamos em um estradão com uma lua fantástica iluminando o caminho e os familiares e moradores locais nos incentivando.

Após alguns quilômetros estávamos adentrando na passarela do Salto Ventoso, toda iluminada com tochas pela organização do evento. Com a presença dos fotógrafos da ClicRun e diversos staffs nos motivando e… cuidando.

Depois da passarela veio a minha parte preferida a TRILHA. E que trilha, cerca de 2 quilômetros de subida sensacional! Terminada a trilha teve mais estradão, mais descida, mais trilha, mais subida e um descida gigante para cruzar a linha de chegada e testar o grip do tênis (risos)!

Para mim, o silêncio absoluto e a escuridão ajudaram muito na concentração. Corri mais de 40% do percurso sozinha. Com visão reduzida a poucos centímetros à frente dos pés era preciso focar totalmente no percurso. E nesse processo você acaba não pensando em mais nada, apenas observa o chão, o movimento do seu corpo e os batimentos do seu coração. Essa sensação é simplesmente fantástica.

Night Run Salto Ventoso

Recomendo a todo corredor se aventurar ao menos uma vez a correr à noite na montanha. É sinistro e absolutamente sensacional!

A promoção da Night Run Salto Ventoso foi da L&E Eventos Ltda e teve apoio da Prefeitura de Farroupilha, Comunidade de Linha Muller, Polli Materiais de Construção e YouMovin.

Vale ressaltar que a L&E Eventos Marketing Esportivo e toda sua equipe estão de parabéns por esse belo ano, onde os corredores foram presenteados por lugares extraordinários, de muitos desafios e aventuras constantes!

Para o próximo ano a L&E Eventos já tem calendário cheio de grandes desafios e muita novidade.

Night Run Salto Ventoso

Quer conhecer mais sobre o mundo das corridas em trilha/montanha, então logo abaixo estão alguns dos nossos textos mais lidos, confira!

Girardi Trail Run 3ª Etapa

Cada vez mais pessoas optam por correr fora da estrada, e trocam o asfalto pelas trilhas e montanhas. O famoso Trail Running, modalidade que atrai atletas de todas as categorias, incluindo de elite, teve aumento gigantesco de adesão, que pode ser explicado pelo componente “natureza” e até mesmo algo espiritual, ligado à experiência de correr em trilhas.

Prova disso foi a 3ª Etapa do Girardi Trail Run, que ocorreu no último sábado (dia 12/08/2017), na pequena cidade de Monte Belo do Sul/RS, propriamente dito Capela de Santa Bárbara. O evento contou com cerca de 120 corredores entre as cidades de Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Farroupilha, Porto Alegre, Veranópolis…entre outras. Foram percorridos três trajetos: 6 km, 13 km e 21 km, com aproximadamente 220 m+, 500 m+ e 880 m+, respectivamente, sem tempo limite de duração.

Trail
Girardi Running Store

Trail não implica obrigatoriamente apenas em correr. Trail implica em técnicas de corridas e caminhadas em pisos que podem variar entre a lama, água, pedras soltas, raízes… Implica sempre ser destemido perante os desafiantes desfiladeiros ou as lamacentas e escorregadias margens de cursos de água, onde normalmente se revela difícil manter o corpo na posição ereta.  Aqui, o segredo é deixar o corpo ir, tentando equilibra-lo sem cair, enquanto os pés se precipitam trilha abaixo, firmando o solo apenas por alguns segundos. E quando pensar que finalmente há uns quilômetros de corrida rápida, provavelmente é apenas um pequeno terreno de transição para outra trilha. Para que você entenda melhor o que é o Trail, quando olhar para uma montanha, imagina como seria fazer uma estradinha até o topo com a maior inclinação possível, porque será esse normalmente o trajeto que um “desenhador” de trilhas escolheria.

Sábado em Monte Belo teve de tudo um pouco, trilhas técnicas, trilhas de velocidade, estradões, barro, cachorros, raios, chuva – ou melhor umas gotinhas (risos), subidas fortes e paisagens de tirar o fôlego. No trail as lutas são constantes com tudo. O terreno, a trilha que teima em não nos facilitar a corrida, as cãibras, as dores musculares, os arranhões…e acredite em mim, não há prova ou treino que não termine sem trazer um pouco do percurso marcado no corpo.

O trail é acima de tudo, uma atividade de sofrimento. Quem não estiver preparado para sofrer não se dá bem com o Trail Running! Mas, em meio a esse “sofrimento bom” – se é que me entende. Existe muita camaradagem, pois todos se ajudam, todos se incentivam e todos apoiam todos. Porque todos sentem as mesmas dificuldades!

Trail
Foto: Tomaz Paniz

E depois o que fica são os bons momentos, os que nos fazem sentir grandes, enormes perante os desafios. Aqueles que nos fazem sentir altruístas porque ajudamos um atleta em dificuldades, ou os que nos fazem mais humildes porque nos deram a mão quando mais precisávamos. Os melhores momentos são mesmo os mais humanos, os de deslumbramento perante a força da natureza. E essa força, no trail, somos nós!

Não posso finalizar o texto sem deixar os parabéns à:

  • Girardi Running Store (Daniel Girardi), por acreditarem/incentivarem a galera do Trail;
  • BTR – Bento Trail Runners (Sirlesio Carboni Jr. e equipe), pela camaradagem, escolha dos percursos e acolhida aos corredores;
  • Comunidade de Santa Bárbara, pela acolhida, pelo café da manhã e almoço sensacional; e demais envolvidos na 3ª Etapa do Girardi Trail Run.

Vida longa ao Trail Running!

Bermuda 3D Compress Curtlo BR é avaliada por atleta

Bermuda 3D Compress Curtlo BR, pode ser a solução para diminuir o atrito durante as práticas do ciclismo!

O ciclista tem uma rotina rigorosa de treinos, alimentação balanceada, hidratação, processos para ajudar a recuperação após os treinos, além de outras exigências para evoluir no esporte.

Uma dessas exigências é o investimento em uma boa bermuda para o ciclismo.

Dores, assaduras, machucados, incômodos: ninguém mais quer! Além de ajudar na performance durante os treinos e competições, a bermuda para ciclismo – quando escolhida de forma correta – ajuda o ciclista a melhorar a circulação sanguínea, evitando a fadiga muscular e a sensação de dormência nos músculos.

Ao pedalarmos, nosso corpo entra em contato com a bicicleta por meio de três partes específicas: mãos, pés e glúteos. Dessa forma, damos atenção a cada região, usamos luvas para amortecer o atrito das mãos, tênis ou especialmente sapatilhas para proporcionar um melhor encaixe dos pés e maior eficiência nos pedais, porém, apesar de podermos aliviar um pouco do atrito das mãos e dos pés em boa parte de um treino ou passeio, são justamente os glúteos que mais tendem a “sofrer” não somente pelo impacto, mas também pela fricção causada pelo contato entre a roupa e o selim e, neste caso, não é qualquer bermuda que pode ser indicada.

Lembrando que a bermuda não é o único fator que deve ser avaliado para evitar as dores, que também podem estar relacionadas com altura, formato e posição do selim. Mas mesmo com o selim mais apropriado para seu corpo, uma bermuda ruim pode colocar tudo a perder.

Durante a minha vida de ciclista já usei diversos modelos e marcas de bermuda para ciclismo e pouquíssimas chegaram perto da qualidade da BERMUDA 3D COMPRESS da Curtlo, que utilizo atualmente.

Bermuda 3D Compress Curtlo BR

Ela é construída com diferentes tecidos para aumentar a sua ergonomia, respirabilidade e suporte muscular. Além de ter forro de tri-densidade desenvolvido para muitas horas sobre o selim.

Bermuda 3D Compress:

  • Produzida com tecido Compress®, que permite elasticidade de 360º para acompanhar os movimentos dos músculos;
  • A construção helicoidal (formato de uma mola) do tecido envolve a perna do atleta e garante compressão confortável;
  • A textura interna do tecido favorece o microclima interno estável e a redução do efeito úmido colante em contato com a pele;
  • Sua compressão é forte, flexível e preventiva, pois o sangue flui mais rápido aumentando sua circulação;
  • Costuras planas evitam o incômodo em contato com a pele e oferecem maior resistência e durabilidade;
  • Conceito easy care: fácil de lavar, seca rapidamente e não precisa ser passado a ferro.

Forro:

  • Confeccionado em poliamida Supplex®, que proporciona maior resistência e durabilidade, e Lycra® que oferece conforto, flexibilidade e liberdade de movimento;
  • Ótima respirabilidade e gerenciamento da umidade;
  • Sua construção ergonômica em tri-densidade permite amortecimento nas áreas de maior pressão e conforto anatômico nas demais partes;

Lembrando que essa tecnologia 3D COMPRESS da Curtlo é encontrada nas bermudas masculinas e femininas e nos bretelles!

Dica de ouro…Bermudas de ciclismo são feitas para serem usadas sem nada por baixo.

Bermuda 3D Compress Curtlo BR

Mochila de Hidratação, fatores importantes na hora da escolha!

Mochila de Hidratação, dicas essenciais para escolher a mochila certa!

Frequentemente, vejo corredores e ciclistas receosos e até mesmo resistentes em correr e pedalar com mochila de hidratação. As dificuldades citadas são muitas: o peso da mochila, o chacoalhar, o fato da mochila “esquentar” as costas, o desconforto, entre outras.

A primeira coisa que você precisa saber é para qual atividade você usará a mochila. Será apenas para os treinos longos de corrida? Você faz treinos apenas no asfalto ou faz também na montanha? Usará na bike? Dependendo da sua resposta, você terá modelos que serão perfeitos para cada atividade.

No momento da escolha da mochila de hidratação, também fique atento a:

Compartimento de água

Observar o tamanho do compartimento de água. Se você treina no asfalto ou fará trilhas curtas, um a dois litros serão suficientes. Se você fará Trail Run médio ou longo é melhor pegar uma mochila com compartimento maior e dependendo do tipo de prova/treino que você fará, é legal pensar em levar dois tipos de líquidos (água e isotônico, por exemplo) e ai serão necessários além do compartimento para água, que você também tenha a opção de carregar squeezes (garrafas de água) na mochila. Há alguns modelos que você pode adicionar dois squeezes nas alças para balancear o peso (item muito importante para você não sofrer com o peso da mochila enquanto corre). Quem vai pedalar, não precisa de uma mochila com suporte para o squeeze, se quiser transportar mais de um líquido é só colocar na própria bike.

Bolsos

Bolsos frontais, laterais e nas costas. Verifique se a mochila tem boa quantidade de pequenos bolsos frontais e não apenas bolsos grandes. Isso porque na mochila pode caber todo o alimento que você precisa em um único bolso, mas durante sua prova ou treino você não poderá parar para ficar procurando o sal, o BCAA ou o gel. Use bolsos frontais pequenos para separar as comidas na parte da frente da mochila. Nas laterais, coloque estoques de gel, por exemplo. E nos bolsos de traz leve os itens obrigatórios da prova: corta vento, celular, kit primeiros socorros, etc.

Ajustes

Quanto mais ajustes melhor, é claro! Você pode arrumar o tamanho da alça, pode prender a mochila bem ao corpo, ajuda no conforto durante a corrida/pedalada. Quanto mais próxima do corpo e mais balanceado o peso, melhor o conforto.

Nos meus treinos e provas de Mountain Bike utilizo a mochila de hidratação CYCLONE 14L da CURTLO. Que possui: propriedade térmica, mantendo a temperatura inicial do líquido por mais tempo; costado com canal de ventilação estruturado até os ombros com E.V.A; alças anatômicas moldadas; dreno no fundo da mochila para escoamento de água; fita abdominal e peitoral com fecho de 20 mm e barrigueiras com bolsos; puxadores do cursor com cordão de cor cítrica que auxilia a visualização em locais escuros.

Mochila de Hidratação

Já no Trail Run uso o COLETE X-SKIN 10L da CURTLO. É uma mochila no formato de colete, desenvolvido para praticantes de corrida de montanha/trail run e de esportes que exigem desempenho, pois oferece peso mínimo com desempenho máximo. Ajustável para diferentes usuários e com diversos bolsos de fácil acesso.

Também possui fecho apito de segurança, encaixe para luz de sinalização, bolso porta-garrafa e compartimento para hidratação com duas opções de saída superior e duas inferior da mangueira.

Mochila de Hidratação

DICA: treine com sua mochila de hidratação. Não importa se seu treino é curto ou longo. Treinos com mochila é importante porque além de testá-la, você irá adaptar seu corpo ao peso, volume e aprender a ajustá-la de acordo com o seu corpo, evitando que chacoalhe muito durante as provas.

Com os devidos cuidados sua mochila vai proporcionar muita praticidade e, é claro, hidratação!

Onde comprar: você pode comprar esses produtos na Patos do Sul, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS.

Jasmine faz ótima colocação no Wine Run 2017

Mochila de Hidratação
Foto: Foco Radical

Wine Run 2017 aconteceu em Bento Gonçalves/RS

A paisagem do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, emoldurou mais uma vez a sexta meia maratona do vinho – denominada Caixa Wine Run – Vale dos Vinhedos – no sábado 20/04/2017.

Contou com 1,2 mil corredores de todo o país, que percorreram os 21 quilômetros da prova, divididos nas categorias Individual e Dupla. O percurso misturou diversos tipos de terrenos – com pisos de terra, cascalho, asfalto e paralelepípedos, além de subidas e descidas acentuadas – passando ao lado de parreirais e vinícolas, por pequenas igrejas e casas antigas que marcam a forte presença da colonização italiana.

Para alguns, o objetivo era superar seus limites, já outros aproveitavam o visual de tirar o fôlego e chegavam a parar nas subidas ou descidas para admirar os vales ainda verdes, mesmo com a chegada do outono, sem se preocupar com seu tempo na prova.

Ano passado corri a Wine Run na categoria dupla mista. Fiquei responsável pelo primeiro trecho com 11,5 quilômetros e considerado pela maioria dos atletas o mais “sofrido”. Gostei tanto do sofrimento que esse ano resolvi encarar os 21 km – sendo a minha estreia oficial em meia maratona.

Confesso que pensar em correr 21 km no início me assustava um pouco. Você acaba duvidando do que é capaz em alguns momentos, mas aprendi com a corrida que somos muito mais fortes do que imaginamos e podemos ir muito além do nosso objetivo.

O sábado da corrida finalmente chegou, agora não tinha mais treinos e nem treinador, agora era comigo. A largada da prova foi às 9 horas na Vinícola Grand Legado, tempo nublado e temperatura agradável. Ao meu redor centenas de corredores animados, alguns como eu fazendo a primeira meia maratona. Energia gostosa, sabe?

Dada a largada e à medida que passava pelo percurso via os fotógrafos e as pessoas que moravam ali sentadas nos jardins acompanhando e vibrando por nós. Era emocionante. Por mais que você ali naquele momento seja apenas mais um corredor, essa torcida te faz sentir especial.

Por ser uma prova com grande variação de altimetria resolvi que não forçaria o ritmo no início, já que essa era minha primeira meia maratona.

O único trecho relativamente plano são os primeiros 2 km de prova. Em seguida temos um declive acentuado de quase 5 Km. Mas…tudo que desce, sobe… 😀 e foi assim até a marca dos 11,5 Km subidas…subidas e subidas.

No quilômetro 11,5 no final de uma subida de quase 4 km era o local de revezamento das duplas. Ano passado ali foi o meu final, e sábado ao passar por ali me emocionei e naquele instante a ficha caiu e percebi que eu realmente completaria uma meia maratona! Dali em diante o percurso foi um interminável sobe e desce.

Durante praticamente toda a prova não deixei o rendimento de outros atletas interferirem no meu desempenho. Corri dando atenção a três fatores muito importantes na corrida: postura correta, respiração controlada e hidratação sem erro.

Eu definiria a corrida como espetacular, foi uma estreia maravilhosa e jamais vou me esquecer da minha primeira Meia Maratona. As paisagens lindas, o clima entre os corredores, a parceria, a sensação de superar seus limites e conseguir completar um percurso maravilhoso! Só quem corre sabe!

Wine Run 2017 aconteceu em Bento Gonçalves/RS
Créditos: Foco Radical

Finalizei a prova com o tempo de 2 h 32 min, conquistando o 2º Lugar na Categoria 18 a 24 anos e a 44ª Colocação Geral Feminina em um total de 145 corredoras. Esse é o momento em que você vê o resultado de toda sua dedicação e trabalho! É o momento de ver que seu objetivo foi atingido. É uma experiência que recomendo a todos!

Informações e classificação da Wine Run: Resultados

Jasmine Benato

O espírito aventureiro sempre fez parte da rotina de Jasmine, carinhosamente chamada de Mine. Passou sua infância acompanhando os avós na roça, e por isso, desde criança admirava a natureza e os costumes simples da vida no campo.

Jasmine Benato é gaúcha de Veranópolis, com modos delicados e aquele jeitinho tímido. À primeira vista, mal se imagina o que a jovem de 24 anos gosta de fazer para viver.

Secretária executiva à quase 10 anos;

Futura Contadora pela Universidade de Caxias do Sul (UCS);

Embaixadora/Atleta da Curtlo BR;

Ela concilia o trabalho, a faculdade, a família e muitos treinos de: Mountain Bike, Corrida de Montanha, Trail Run e academia.

No esporte, a paixão pela “magrela” vem desde criança. E foi em meio ao relevo montanhoso e as trilhas de Veranópolis, que a Mine se apaixonou também pelo Trail Run/Corrida de Montanha.

Tanta paixão ao esporte aliados a tantos treinos já lhe renderam participações em diversas provas de Mountain Bike, Corrida de Aventura, corrida…nas quais obteve excelentes resultados. “Meu técnico diz que sou coringa. Estamos aí para qualquer aventura.”, brinca Jasmine.

Colunista Trekking RS

As adversidades enfrentadas ao pedalar/correr por muitos quilômetros por lamas e trilhas, ao atravessar rios e entrar na mata podem não ser muito bem vistas por algumas pessoas. Mine tenta transpor essa visão: “Toda pessoa que monta em uma bike pela primeira vez ou começa a correr não larga nunca mais. É realmente prazeroso, porque o obstáculo passa a não ser apenas o ambiente, mas você mesma.”, afirma.

Jasmine Benato fala sobre o Desafio Hardcross

Jasmine Benato fala sobre o Desafio Hardcross 2017

O Desafio Hardcross 2017 foi de fato um sucesso, tanto para os quase 300 competidores que estavam presentes no evento, realizado no dia 26 de Maio de 2017 em Nova Pádua/RS.

A largada foi dada as 09:00 horas da manhã na praça central de Nova Pádua, os participantes estavam divididos em quatro categorias, sendo: Categoria Extreme com 18 km e 23 obstáculos; Categoria Adventure com 14 km e 17 obstáculos; Categoria Tean com 14 km e 17 obstáculos; Categoria Light com 6,5 km e 12 obstáculos.

Conversamos com a Jasmine Benato, uma das finalistas da Categoria Extreme Feminina, ela representou muito bem a sua cidade, Veranópolis/RS.

Jasmine Benato fala sobre o Desafio Hardcross

Jasmine Benato nos enviou um breve relato sobre seu ponto de vista do Desafio HardCross – 2017, confira:

A prova foi estilo “exercícios militares” onde tivemos a oportunidade de testar nossas habilidades, condicionamento físico e principalmente nos divertir. Isso porque ela contou com paradas onde precisávamos rastejar sob arame farpado, escalar, cruzar açudes nadando, corrida com sacos, cruzar barreiras d’água com a ajuda de cordas…entre outros obstáculos.

O objetivo foi: promover a superação individual diante dos desafios propostos seja na água, na grama, na trilha ou no barro. Desafio e superação foram as palavras de ordem!

O fôlego e a energia tinham que estar a mil, pois caso não conseguíssemos ultrapassar alguma das barreiras encontradas no meio do percurso, sofreríamos com penalidades, que podiam ser de acréscimo de tempo e abdominais ou obrigação de tentar passar pelo obstáculo novamente.

Mesmo passando por uma semana complicada (saúde) conclui a prova conquistando o 3º Lugar na Categoria Extreme Feminina. Agradeço aos meus apoiadores: CURTLO BR, Patos do Sul, Academia Performance Fitness e Casa Natural Serra por toda a confiança e apoio em mais essa prova.

Desafio HardCross foi sensacional, parabéns à todos os envolvidos! Trilhas, obstáculos, pontos de apoio…baita prova! No aguardo das próximas!

Jasmine Benato fala sobre o Desafio Hardcross

Jasmine Benato fala sobre o Desafio Hardcross

Resultado da prova por categoria:

Categoria ligtht

Categoria Adventure – Tean

Categoria Extreme

Para ver todas as fotos desse evento, acesse o link: Flickr