Virada Mágica

Tá com vontade de curtir o Reveillon de maneira diferente, então essas dicas são para você!

Hoje em dia a grande maioria das pessoas apenas quer que chegue o fim do ano para aproveitar o Reveillon a beira mar, com os amigos e familiares, caso você esteja procurando maneiras alternativas para aproveitar esse momento único, então continue lendo este texto.

Caso você esteja procurando lugares que são badalados e calmos ao mesmo tempo, temos o lugar perfeito para você! Você já deve ter ouvido falar das praias do estado de Santa Catarina – Brasil, elas são belas, com visual de tirar o fôlego, possui inúmeras opções de lazer, acomodações e alimentação.

Renove suas energias na Praia do Rosa, Praia Vermelha e Praia do Ouvidor, essas três em específico, tem tudo que você precisa para viver uma grande aventura de fim de ano.

Se você é o tipo de pessoa que adora curtir uma boa balada e quer conhecer muita gente nova, então você precisa conhecer a Virada Mágica, para entender do que estou falando, nada melhor que assistir tudo que rolou em 2017.

Virada Mágica 2017

Caso não seja bem isso que esteja procurando, temos outras opções muito divertidas para que você viva experiências incríveis e comece 2018 com muita energia.

Trilhe os caminhos da Praia do Rosa e Ouvidor e apaixone-se por este lugar, a trilha é de fácil acesso, qualquer pessoa pode realiza-lá, a trilha contempla paisagens únicas, na Praia Vermelha que se encontra entre a Praia do Rosa e Ouvidor o mar é azul esverdeado, contrasta com o verde da mata e as cores das flores, transformando essa aventura em uma viagem inesquecível. Achou interessante, então veja tudo que você precisa saber para trilhar esse caminho.

Além de fazer essa aventura incrível, separamos outras tantas que é possível fazer:

Antes do Reveillon, arrisque fazer coisas que nunca teve coragem de fazer até então! Que tal aprender a surfar com o capitão David? Segundo David, você aprenderá ou terá seu dinheiro de volta. Além do mais ele possui mais de 15 anos de experiência nessa atividade.

Contato: capitaodavidsurf@hotmail.com

Mar, lagoa e natureza intocada fazem parte das belezas da Praia do Rosa, além dessas duas atividades citadas acima, tem a possibilidade de praticar BodyBoard; Stand UP Paddle; Kitesurf; Paraglaider; Asa Delta; Mountain Bike; Trekking, Motocross; Jetsky; Mergulho; Cavalgadas.

Não podemos esquecer que não é só de balada e aventuras que vivem as pessoas, é preciso se hospedar de maneira confortável e alimentar-se bem. Para isso separamos um lugar muito especial chamado Fazenda do Rosa, para que você possa realmente passar uma virada de ano surpreendente.

Na Fazenda do Rosa você se sente como se estivesse em casa, é possível escolher o tipo de acomodação que irá ficar, podendo escolher entre três tipos de hospedagem, sendo as eco suítes, cabanas top e cabanas de praia. A vista desse lugar é incrivelmente linda, você merece contemplar momentos únicos.

Reveillon
Fonte: Fazenda do Rosa
Reveillon
Fonte: Fazenda do Rosa

Além de tudo isso você pode desfrutar de uma gastronomia saudável e preparada com muito amor e carinho pela equipe da Fazenda do Rosa.

Reveillon
Fonte: Fazenda do Rosa

A Praia do Rosa possui uma gastronomia variada, é possível encontrar tudo que você deseja lá. O que está esperando? Bora fazer as malas? E passar uma virada de ano mágica em uma das praias mais encantadoras do litoral sul do Brasil!

Desejamos a você um excelente fim de ano, que o Reveillon lhe traga muitas experiências incríveis e que o começo de 2018 venha com muita alegria e paz no seu coração.

Cascata da Barrinha

No trajeto de Urubici a Bom Jardim da Serra, pela SC-390, logo após o portal de entrada da cidade, às margens da rodovia, há a Cascata da Barrinha. No caminho existem placas indicativas deste atrativo natural.

A Cascata da Barrinha fica abaixo do nível da estrada, podendo ser acessada por uma escadaria, próximo ao pórtico de Bom Jardim da Serra/SC, no local também tem estacionamento. É possível estacionar na Churrascaria da Cascata alguns metros adiante.

Na churrascaria é possível fazer aquela parada estratégica, pois este local é praticamente o meio do caminho entre a cidade de Bom Jardim da Serra e a deslumbrante Serra do Rio do Rastro/SC.

Neste local podemos ainda apreciar alimentações regionais, desde carnes e produtos coloniais e ainda aproveitar a bela vista da Cascata da Barrinha.

O rio que forma a Cascata da Barrinha origina-se de um afluente do Rio Pelotas, formando em sua base uma piscina natural com água limpa e cristalina, geralmente gelada.

O acesso pela escadaria até a queda d’ água é livre, sem cobrança de valores, podendo o visitante permanecer no local pelo período que quiser. Levar água e lanche e passar algum tempo apreciando a beleza da cascata é uma boa opção de parada para aqueles que percorrem este caminho. Os amantes de fotografia poderão fazer belos registros fotográficos da grandiosidade dessa cascata.

Cascata da Barrinha

Cascata da Barrinha

A parte superior da cascata pode ser acessada pela parte de trás da churrascaria que fica no mesmo terreno, bastando descer por um gramado nas laterais do estabelecimento.

Na nossa viagem de Urubici a Bom Jardim da Serra/SC resolvemos parar para conhecer a Cascata da Barrinha e, certamente, não nos arrependemos, pois o lugar tem seus encantos. Isso prova que nem sempre precisamos nos deslocar para longe, às vezes basta despendemos algum tempo para vivermos bons momentos em meio à natureza.

Explore as estradas da Serra Catarinense

Entre as cidades de Bom Jardim da Serra e Lauro Müller, a rodovia SC-390 passa pela Serra do Rio do Rastro, que é um dos cartões-postais de Santa Catarina.

Essa bela estrada está dentro de uma área de preservação ambiental, tem 256 curvas e mais de 8km de extensão, a uma altitude de 1421 metros acima do nível do mar. No ponto de cima da serra há um mirante que proporciona ao visitante uma visão panorâmica, possibilitando vislumbrar a dimensão e as curvas da rodovia. Entre o mirante e o pé da serra são 705 metros de altura.

O mirante do topo da serra é parada obrigatória para quem quer se encantar com a vista dessa serra maravilhosa. No local há placas indicando que não se deve ultrapassar o muro para evitar acidentes como quedas do penhasco. Embora algumas pessoas subam no muro para ter uma vista melhor e efetuar registros fotográficos, isso não é indicado, pois uma vertigem pode ter consequências  desastrosas.

Serra Catarinense

Ao descer pela rodovia há vários outros mirantes que também proporcionam uma visão espetacular da bela paisagem; Tanto as paradas, como o próprio percurso devem ser feitos com cautela, devido ao fluxo dos veículos e curvas bem fechadas.

Serra Catarinense

No trajeto, além da vista deslumbrante, pode-se apreciar a cascata da Serra do Rio do Rastro, bem como uma fauna diversificada, sendo possível ver macacos, quatis, tamanduás, vacas e tatus. Vale destacar que no mirante do topo encontramos dois tamanduás bem sociáveis, porém não se deve alimentá-los pois são animais silvestres.

Serra Catarinense

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Azteq Mykra avaliação completa

A cerca de dois meses estamos avaliando a barraca Azteq Mykra, já acampamos em inúmeros lugares, onde pudemos avaliar com clareza todos os quesitos deste modelo, neste post falaremos das características, construção, materiais, mostraremos seus pontos positivos, negativos e a nossa real opinião sobre o modelo.

A Barraca Azteq Mykra chegou ao mercado nacional com o intuito de trazer mais uma opção para os aventureiros que aqui viajam, fazem aventuras de um fim de semana ou travessias de trekking.

A Azteq, marca esta que é comercializada aqui no Brasil pela empresa Nautika Lazer trouxe a barraca Mykra para suprir a grande demanda que tínhamos, pois no brasil não tínhamos até então uma barraca leve, compacta e auto-portante.

O sucesso das barracas da Azteq Nepal e MiniPack instigou a nossa vontade de avaliar a Mykra, desde a data de lançamento do modelo no Brasil, a empresa Guenoa Apetrechos para Aventuras nos forneceu a barraca para que pudéssemos avaliar com clareza e imparcialidade todos os quesitos deste modelo.

Azteq Mykra avaliação completa

Características da Barraca Mykra:

Construída de maneira minimalista é uma barraca de três estações para usos no brasil, com capacidade para 1/2 pessoas, sem muita bagagem.

A barraca possui tecidos leves, na parte do sobre-teto é fabricada com tecido de Poliamida Siliconado RIPSTOP 20D/380T PU e no piso o tecido é um pouco mais robusto Poliéster 75D/195T, os dois tornam a barraca totalmente impermeável, com cerca de 6.000 mm de coluna de água.

O sobre-teto da barraca é afixado ao quarto por meio de fivelas iguais aquelas que encontramos nas mochilas cargueiras.

O Quarto/mosquiteiro é bem arejado, o tecido ultra fino garante que nenhum intruso indesejado entre durante a noite, possui uma única porta e se mantem bem esticado quando a barraca está armada.

Além disso o modelo conta com Foot Print (lona extra de piso), este tem duas funções sendo: a primeira tem a função de proteger o piso da barraca contra eventuais objetos pontiagudos que possam furar a barraca, já a segunda função é a opção de armar a barraca sem o uso do quarto/mosquiteiro, transformando a barraca em uma espécie de barraca de campanha. Este modo de utilização pode ser muito útil em travessias de trekking ou exploração de novos lugares, usando-a desde modo é possível ter um abrigo totalmente seguro e estável contra chuvas e ventos podendo ser muito útil na hora de cozinhar seus alimentos em climas desfavoráveis.

Um ponto interessante de mencionar aqui é que o foot print para ser armado da maneira descrita acima, é necessário que contenha ilhós em suas extremidades, nesta barraca apenas contém elásticos para prender nas varetas, isso é um ponto desfavorável do modelo. Seria interessante que o importador Nautika Lazer fizesse um ajuste neste quesito, assim facilitaria muito a vida dos usuários. Vale mencionar ainda que o foot print montado desta maneira não fica esticado, quando montado junto com o quarto/mosquiteiro.

A barraca Azteq Mykra possui uma única vareta com dois “Y”, isso garante maior estabilidade, praticidade e leveza a todo conjunto, além disso é fabricada em duralumínio anodizado conectado com elásticos especiais.

Azteq Mykra avaliação completa

O avanço da barraca Mykra é um pouco pequeno, são menos de 50 cm de espaço, isto é, colocamos apenas alguns pequenos equipamentos, como: uma mochila de ataque com aproximadamente 30 litros, um conjunto de panelas e mais um par de botas.

Azteq Mykra avaliação completa

A barraca conta com as seguintes medidas quando está armada: 2,15m de comprimento, 1,00m x 1,25m de largura e 1,00m de altura, já ela fechada conta com as medidas de 15 x 40 cm. Podemos notar que há duas medidas na largura da barraca quando armada, isto é, vale ressaltar que se optar por isolantes infláveis os dois ocupantes terão que dormir em sentidos contrários, já usando os isolantes de EVA do tipo dobrável é possível dormir os dois ocupantes para o mesmo lado.

Conclusão:

Para validar os testes feitos e poder constatar a real eficacia do modelo em destaque, acampamos diversas vezes, a primeira delas acampei sozinho, no primeiro acampamento já pequei uma chuva leve mas contínua, montar a barraca sozinho requer atenção, pois tem que cuidar a posição da vareta em relação ao quarto, lembrando que possui largura diferente em seus lados, sozinho e com a chuva caindo a tarefa de montar foi um pouco complicada.

Neste dia estava um pouco frio e possuía uma grande umidade relativa do ar, aproximadamente 90%, eu sozinho na barraca com as abas de neve totalmente abaixadas a barraca condensou um pouco, quando acordei pela manhã notei que havia pequenas gotículas de água na parte interna do sobre-teto.

Azteq Mykra avaliação completa

Notei que o foot print não ficava totalmente esticado na parte externa, não fazia sentido ter essa tecnologia aplicada a este modelo, se não ficasse 100% firme.

O avanço da barraca é bem pequeno, e é impossível cozinhar nele se estiver chovendo, o risco de queimar a lona é considerável, na dúvida entre queimar a barraca ou não, resolvi correr para a barraca dos amigos. kkkk

No segundo acampamento resolvi que seria bom acampar com dois ocupantes, o local escolhido foi uma enorme caverna que ficava em fronte a uma bela cachoeira, o dia estava escaldante e o lugar escolhido havia poucas sombras em boa parte do dia, o solo era pedregoso, aqui a barraca Azteq Mykra se saiu bem, não usei o sobre-teto, pois não havia necessidade, o local era totalmente a prova de chuvas e ventos fortes.

Azteq Mykra avaliação completa

O terceiro acampamento foi a alguns dias atrás, uma travessia de trekking pelas bordas dos cânions com aproximadamente 80 km em 4 dias, era o momento perfeito para concluir a nossa avaliação. Acampamos com dois ocupantes o tempo todo, toda a manhã acordávamos antes do sol nascer, sempre com o olhar de avaliador sobre a barraca, notei que condensou todos os dias, não fez frio e nem choveu, levantando as abas de neve a barraca condensa um pouco menos, a janela de ventilação da barraca é um tanto pequena, mesmo o quarto sendo muito arejado ela ainda condensa com qualquer clima.

Azteq Mykra avaliação completa

Na última noite da travessia escolhemos acampar em cima de um morro próximo a borda do Cânion Boa Vista/RS – Brasil, ali era a chance de testar como a barraca se comportava em situações adversas, como rajadas de ventos.

Azteq Mykra avaliação completa

A noite foi realmente difícil de dormir, a barraca em si estava totalmente fixada ao solo, bem armada com seus dois esticadores, neste momento percebi que o sobre-teto se mexia encostando no quarto/mosquiteiro, as rajadas de ventos eram intensas, porem as varetas nem mexiam, notei também que em alguns lados da barraca o sobre-teto fica distante 10 cm ou menos do quarto/mosquiteiro, isso é muito desconfortável para os ocupantes, as abas de neve faziam muito barulho quando se chocavam com o sobre-teto, no local não haviam pedras para colocar em cima das abas.

Azteq Mykra avaliação completa

Todos os testes com a Barraca Azteq Mykra durante estes dois meses fizeram com que mudássemos nossa opinião em relação ao modelo e a marca, chegamos a conclusão que a barraca é muito cara pelo o que ela tem a oferecer, o valor atual é de R$ 849,00 reais, mas é possível encontrar por menos que isso, mesmo assim não recomendamos esta barraca para usar com dois ocupantes em travessias de trekking de inúmeros dias, pois não há onde acondicionar as mochilas cargueiras, cozinhar seus alimentos.

Veja outras imagens da barraca Azteq Mykra

Azteq Mykra avaliação completa

Azteq Mykra avaliação completa

Azteq Mykra avaliação completaAzteq Mykra avaliação completa

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Cachoeirão destaca-se por sua imponência

Em meio aos vales da Serra Gaúcha encontramos uma das corredeiras mais alucinantes do Vale do Rio das Antas, conhecido como Cachoeirão, este ponto turístico é um dos mais belos da região serrana, localizado a cerca de 160 quilômetros da Capital Porto Alegre e cerca de 50 quilômetros de Caxias do Sul/RS.

O que fazer:

O local é aberto ao público, lá é possível fazer um churrasco com os amigos, família ou até mesmo pequenas trilhas, conforme for o nível do Rio das Antas é possível chegar bem próximo das corredeiras.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de cima do Cachoeirão
Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Parte de baixo do Cachoeirão

Importante

O Rio das Antas é um dos rios mais belos da região serrana, mas não se engane, ele também é um dos mais perigosos também. Próximo ao Cachoeirão a uma Usina Hidrelétrica de Castro Alves, que conforme a sua necessidade abre suas comportas e libera milhões de litros de água, isso pode fazer o leito do rio subir inúmeros metros em poucos minutos, então antes de se aventurar em torno do Cachoeirão, certifique-se que o nível do rio esteja bem baixo, assim evitando ser surpreendido com o aumento repentino de água. 

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Usina Hidrelétrica Castro Alves

Além da visita de carro no local, ainda é possível descer essas corredeiras usando botes infláveis, esse esporte é conhecido como Rafting, a empresa que opera esse esporte no local é a Cia Aventura, possuem experiencia de mais de 10 anos na prática desse esporte, sendo referência no Brasil.

Para praticar esse esporte é necessário ter no mínimo oito anos de idade, os passeios duram em média 2 h e 30 minutos e percorrem o Rio das Antas por 8,5 km, passando pelo belo e imponente Cachoeirão. O esporte é praticado por no mínimo seis pessoas e no máximo 55 pessoas. Caso você se interessou pela prática acesse o site do Cia Aventura – Eco Parque.

Além disso é possível fazer algumas pequenas trilhas no entorno do Cachoeirão, deixe o carro no pequeno estacionamento perto do atrativo e siga a direita, margeando o rio, este caminho levará você para o meio das corredeiras, esteja sempre munido de calçados confortáveis, roupas compridas, água, repelente e protetor solar.

Como chegar:

Para chegar ao Cachoeirão é muito fácil, existem duas formas, a primeira delas é pela RS – 448, está é uma estrada asfaltada, bastante sinuosa, mas bela, durante o trajeto podemos contemplar algumas belas cachoeiras e a linda geografia da região da Serra Gaúcha. São aproximadamente 30 km do centro de Farroupilha/RS até a Ponte de Ferro que faz divisa com a cidade de Nova Roma do Sul/RS.

Cachoeirão destaca-se por sua imponência
Belas paisagens na RS 448

Ao chegar na ponte de ferro dobre a direita, passando por um barzinho e siga por aproximadamente 7,5 km, a estrada que leva até o Cachoeirão é de terra, possui inúmeras pedras soltas, mas com cuidado e devagar chega-se lá com segurança. Esteja atento, geralmente em dias de chuva a estrada fica muito embarrada e escorregadia, a também dois obstáculos significativos em dias de muita chuva, pois entre os Vales e o Rio das Antas, forma-se alguns córregos, então em alguns trechos e possível nos deparar com um pequeno rio atravessando a estrada. Não recomendo ir em dias chuvosos.

A outra forma de chegar ao Cachoeirão é pelo Município de Nova Pádua/RS, o trajeto é de aproximadamente 10 km e termina no Rio das Antas, ali tem a Balsa que disponibiliza um serviço de passagem para o outro lado do rio. Depois siga por aproximadamente 4 km margeando o rio (neste caso o rio estará a esquerda).

Dica:

Se você gosta de pedalar, recomendo muito este passeio. Saia da cidade de Caxias do Sul/RS em direção a Nova Pádua/RS, siga até a Balsa, atravesse, passe pelo Cachoeirão e suba até a cidade de Farroupilha, ou vice-versa, com certeza é uma bela e encantadora travessia.

Além desse atrativo a cidade de Nova Roma do Sul possui outras belezas naturais como: Gruta Fiorese e Cascata Salto Escondido, essas você confere aqui no site.

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Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Carnaventura, um carnaval nas alturas!

Enquanto todos se preparavam para pular o carnaval nas cidades ou curtir na praia, resolvi apostar em algo diferente, o primeiro Carnaventura em Vespasiano Corrêa-RS, um evento de 4 dias (25/02 a 28/02) muito bem organizado pela empresa V13 Adventure. A proposta era clara, realizar um rapel por dia na linda e enigmática região da Ferrovia do Trigo/RS, com direito a gargalhadas, muita adrenalina e claro fazer novas amigos.

1° dia:

Conhecemos a cachoeira Rasga Diabo “simplesmente um monumento” esculpida pela natureza com  136 metros de altura e grande volume de água, uma das mais belas cachoeiras da serra gaúcha.  Depois do rapel nos dirigimos ao camping Paraíso Tropical, que além de uma ótima estrutura tem pessoas muito atenciosas que servem um café da manhã colonial para “nona” nenhuma colocar defeito. kkk

Carnaventura

2° dia:

Talvez o dia mais esperado para a maioria, a descida no mais alto viaduto das Américas e o 3° mais alto do mundo com seus 143 metros, adrenalina, emoção e admito um pouco de medo se misturavam com a satisfação de realizar um sonho que era conhecer aquele gigante.

Carnaventura

3° dia:

Foi a vez de realizar o rapel em um lugar bem inusitado, em uma caverna subterrânea abaixo da ferrovia do trigo que tem um nome nada convidativo “Garganta do Diabo”. De feio apenas o nome pois a pequena queda possui uma beleza exuberante acompanhada de um vento frio!!!

Carnaventura

4° dia:

A despedida foi marcada pelo rapel no conhecido viaduto “Mula Preta” de 98 metros de altura, a descida nesse lugar foi gratificante, não sei se pela soma daqueles 4 dias incríveis que passei rodeado de pessoas maravilhosas ou pelo lindo verde da mata que me esperava logo a baixo, melhor ficar com as duas opções!!!

Carnaventura

Foi sem dúvidas o carnaval mais louco e desafiador que já passei foram dias maravilhosos que ficarão na memória por muitos e muitos carnavais.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Tudo começou com o convite do amigo Evandro Clunc, guia e proprietário da empresa Sol de Indiada, fazer a travessia nas bordas dos Cânions no estado de Santa Catarina/SC – Brasil, uma travessia de sessenta quilômetros de trekking, passando pelo Campo dos Padres e o Cânion Espraiado, na cidade de Urubici/SC .

A viagem teve inicio no dia 26 de Maio de 2016, saímos da cidade de Caxias do Sul/RS com destino a cidade de Urubici/SC, cerca de 6 horas de viagem, depois de algumas paradas sofremos um contra-tempo e ficamos parados por cerca de 2 horas na cidade de Lages/SC, pois o frentista do posto completou de gasolina um tanque de combustível diesel, assim atrasando o começo da travessia. Depois de muita espera continuamos a viagem sem mais percalços, chegando no Refúgio Canoas as 9:00 horas da manhã do dia 26 de Maio.

O começo do trekking:

Depois de descarregar os carros, deixamos as mochilas com a maior parte dos equipamentos no refúgio, isso seria despachado até o Campo dos Padres via veiculo 4×4. Nós por outro lado, estávamos com nossas mochilas de ataque prontas para encarar os primeiros 13 km de estrada até o cume do Campo dos Padres. A temperatura e o clima nessa manhã meia nebulosa era relativamente agradável, continha pouco vento e pouca umidade no ar, fazendo um dia perfeito para caminhar.

A primeira parte desse trajeto é incrivelmente linda, não há subidas nem descidas, é como passear em um parque, sem grandes desafios, difícil de acreditar que nesse primeiro dia de trekking iriamos caminhar cerca de 13 km sendo que a altimetria mostrava grande aclive. Para se ter uma ideia, o refúgio Canoas se encontra cerca de 900 metros de altitude em relação ao nível do mar, já o ponto final do trekking seria no Magic Contêiner a cerca de  1.700 metros de altitude aproximadamente.

O melhor trekking do sul do Brasil

De fato, a subida é íngreme e estafante, quando começamos a subir, tinha a sensação de que fosse alguns pequenos morros, mas me enganei terrivelmente, a primeira parte da subida é um conjuntura de curvas fechadas, tão íngremes que ainda bem que eu não estava com minha mochila cargueira, pois acho que cairia para trás, conforme ia subindo a subida parecia que aumentava ainda mais.

Depois de passar por um zigue-zague de curvas íngremes, a estrada continuava para cima, mas de certa forma não tão íngreme, eram pequenos planaltos verdes com algumas araucárias espalhadas, estes campos verdes  pastagens rasas, contrastavam diretamente com o céu nublado, ao chegar nesses planaltos já era meio dia, estava na hora de parar e curtir o almoço.

Meu almoço não foi lá grande coisa, algumas barras de cereais, amendoins e algumas bolachas, era apenas um lanche, levei comigo duas garrafas de água com 600 ml cada para este primeiro percurso, nessa altura estava quase na metade da segunda garrafa, e estávamos praticamente na metade do caminho.

Ficamos ali parados por cerca de 30 min, esse tempo serviu para lancharmos e relaxarmos um pouco olhando as belas paisagens no horizonte.

Os morros possuem relevos curvados, podíamos enxergar várias camadas deles, parecia que estavam um em cima do outro, de certa forma isso parecia muito com uma miragem, fiquei intrigado,  parado  e abismado com essa enorme beleza, estar ali naquele momento, era como estar vivendo um sonho. Este sonho que todos temos dentro de nós, poder caminhar em lugares totalmente inóspitos, quase sem interrupções do homem, estar completamente ali na natureza selvagem.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Ao avistar ao longe o Magic Contêiner a felicidade tomou conta de mim, pois isso significava que tinha completado a tarefa do primeiro dia. O passo seguinte era descansar um pouco e depois organizar os equipamentos, montar a barraca e curtir a roda de novos amigos.

Depois de montar a barraca, organizar todos os equipamentos dentro da mochila, subi em um planalto acima  do contêiner para tirar algumas fotografias, ali sentei em uma pedra e estava bastante exausto, agradeci por estar vivo, estar ali naquele lugar fantástico, tirei inúmeras fotos. Notei que lá embaixo junto aos cânions começava a se formar uma grande camada de nuvens e neblina, mais conhecido como fenômeno viração, este fenômeno é uma grande massa de neblina densa, capaz de diminuir a visão em poucos metros. Em regiões muito altas essa viração pode ser bem perigosa, pois perdemos toda a nossa referencia sobre o lugar que estamos, é fácil se perder. Nisso fiquei ali um pouco admirando aquelas nuvens chegando próximo a nossa área de acampamento, em alguns instantes notei que cochilei ali sentado na pedra, acordei meio estranho, levantei e fui para a barraca.

O melhor trekking do sul do Brasil

2° dia de trekking – Cânion Espraiado:

Na manhã desse segundo dia, acordei as 5 h e 30 min da manhã, quando o celular do amigo Edson começou a tocar uma musica incrivelmente irritante, que fazia a gente pular do saco de dormir e sair da barraca. O som dessa musica fazia a gente acordar meio estressado, mas logo isso passava, saímos da barraca louco de vontade de enticar com o Edson sobre o toque, ao sair da barraca nos deparávamos com o próprio Edson, dando bom dia e pedindo um abraço. Aí a vontade de xingar ele ia embora! kkkkk

Olhei para o horizonte e vi boa parte da imensidão de cânions, podia ver até o Morro da Igreja com 1.822 metros, um dos pontos mais alto do sul do Brasil, o dia estava maravilhoso, um pouco frio, mas sem muita umidade, dava a impressão que seria um dia incrível.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Começamos a trilha rumo ao sul, descendo por dentro de uma mata nebular, até chegar quase na beirada dos cânions, nessa trilha passamos por xaxins incrivelmente gigantescos, que mediam mais de 5 metros de altura.

O melhor trekking do sul do Brasil

Já nas bordas dos cânions a vista que tínhamos era algo indescritível, parecia que estávamos no céu, andado sob as nuvens, dava para sentir na pele a euforia de todo o grupo vendo toda aquela paisagem.

O melhor trekking do sul do Brasil

Caminhamos por todas as bordas até o Cânion do Espraiado, a cada parte do Cânion a vista era ainda mais fascinante, ao meio dia paramos para almoçar no ponto mais alto do Cânion do Espraiado, o caminho até chegar a Ponta do Canhão como é chamado o lugar é estreito e vertiginoso, naquele momento agradeci por estar em meio a uma grande camada de neblina densa, pois não conseguia ver muito ao redor do caminho que trilhava, no cume desse Cânion a vista era de tirar o fôlego, naquele momento não sabia se almoçava, se tirava fotos, se ficava apenas contemplando aquela grande obra da natureza.

O melhor trekking do sul do Brasil

Ficamos ali por cerca de 40 minutos ou um pouco mais, almocei alimentos altamente calóricos, pois sabíamos que teríamos que subir novamente até o Magic Contêiner.

Enquanto caminhávamos, subindo e descendo os planaltos, atravessando pequenos riachos, sentimos um cheio de churrasco, foi estranho, pois até então não tinha avistado nenhuma outra pessoas além das que estavam comigo, depois de subir uma leve subida, encontramos campistas, fazendo churrasco bem perto das bordas do Cânion Espraiado, dali tínhamos a vista  de algumas torres de pedras, construídas pela própria natureza, também havia uma linda cachoeira onde caia suavemente  água totalmente cristalina.

Ficamos ali parados, conversando com este grupo de campistas, o guia trocava informações sobre as trilhas que percorremos durante esse dia, aí um dos campista sugeriu que voltássemos até o Magic Contêiner através de uma trilha bem pouco explorada, uma subida relativamente exaustiva, mas no entanto, mais curta do que aquela que iriamos fazer conforme o cronograma.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Depois de entender as dicas dos campistas, tiramos uma foto todos juntos e seguimos trilhando os caminhos junto ao Cânion do Espraiado até encontrar a trilha que ia nos levar até o Magic Contêiner.

Chegar ao Magic Contêiner , depois de um dia intenso de trekking, era bom sentar, parar relaxar, enquanto fazia isso, aproveitando o calor gerado pela subida do morro, fui a barraca tomei um banho com lenços umedecidos, troquei de roupa e ficamos ali todos dentro do contêiner conversando, rindo e comendo algumas guloseimas.

A temperatura ia caindo do lado de fora do contêiner e a neblina ia escondendo toda a paisagem.

No horário do pôr do sol, as nuvens que tapavam o brilho do sol, foram abrindo devagar, consegui por alguns minutos presenciar o primeiro pôr do sol desde que tinha chegado ali a dois dias.

Aquele momento foi mágico ao menos para mim, pois parecia que a natureza estava nos presenteado com sua maravilhosa beleza, encarei aquilo como um presente, depois de um dia de muitos quilômetros e desafios cumpridos.

O melhor trekking do sul do Brasil

Logo que entrei no contêiner o Jeferson, o cozinheiro oficial da aventura preparava o jantar, strogonoff de carne com creme de leite, só de olhar ele fazendo toda aquela comida já dava água na boca. Me sentei em um dos bancos de madeira envolta da mesa de centro e comecei a pensar e refletir.

“As vezes eu não intendo o porque a maioria das pessoas que conheço, preferem ficar em suas casas, aliadas a suas zonas de conforto, suas televisões e computadores, vivendo a vida dos outros. Ao invés de sair e contemplar um lugar como esse. Estava ali eu e um grupo de 14 pessoas em cima de um planalto gelado, sem acesso a internet ou telefone, a coisa mais perto que chegamos de uma rede social, era todos nós sentados ao redor de uma mesa esperando a janta ficar pronta.”

Depois do jantar maravilhoso, ficamos ali conversando um pouco e logo nos recolhemos, nos desejamos boa noite e cada um foi para a sua barraca.

3° dia- O dia dos corajosos:

Levantamos no horário previsto às 6 horas da manhã, novamente com aquele despertador insuportável, saímos das barracas, quando chegava no contêiner, estava o Jeferson preparando o café da manhã e o Edson querendo te abraçar dizendo bom dia, não tem como não começar o dia feliz da vida.

Após o café o guia Evandro reuniu todos e disse que o tempo estava ruim, que pela densa camada de nuvens iriamos fazer a caminhada sem poder ver nada ao nosso redor, aí botou em votação quem gostaria de ir, e quem gostaria de ficar.

A maioria levantou a mão e eu também, afinal o que eu iria fazer se ficasse no contêiner, iria ser sem graça ficar ali, e ainda sem nada para fazer.

Das 14 pessoas que tinham no grupo apenas  9 pessoas junto com o guia, resolveram fazer as trilhas indiferente da situação climática, estávamos ali para explorar, enfrentar os desafios que viesse com alegria e determinação.

Boa parte do percurso foi de tempo fechado, víamos pouco mais de 15 metros a nossa frente apenas, logo que chegamos em uma das bornas a natureza nos presenteou novamente, nos deu uns 5 ou 10 minutos de abertura, comemoramos, tiramos fotografias e rimos muito.

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Na volta resolvemos que iriamos fazer sapeco de pinhão, pois onde passávamos haviam muitas araucárias, então uma parte do grupo colheu os pinhões que estavam no chão e outros pegavam as grimpas (galhos das araucárias).

Depois de algumas horas caminhando naquela densa neblina avistamos novamente o Magic Contêiner, abrimos um grande sorriso no rosto, chegando lá os ostros participantes não acreditaram no que viam, um bando de aventureiros carregando inúmeros pedaços de galhos e grimpas.

Logo achamos umas pedras e alguns tijolos e começamos a preparar a fogueira, quando o fogo estava intenso, largamos os pinhões nas brasas e apenas esperamos, após um tempo já começamos a apagar a fogueira, retirando os pinhões e comendo-os, pensa em algo bom!

O melhor trekking do sul do Brasil

O melhor trekking do sul do Brasil

Estávamos tão animados com o nosso dia que resolvemos comemorar, alguns participantes levaram vinhos e alguns chocolates, nos reunimos em volta da mesa dentro do contêiner e ficamos ali rindo sobre as coisas que enfrentamos durante o dia, contado piadas, apreciando o vinho e os chocolates. Enquanto isso o Jéferson já preparava o jantar.

O melhor trekking do sul do Brasil

Depois de todos nós jantarmos, fizemos uma pequena festinha, colocamos umas musicas tocar no 4×4 e ficamos ali dançando por umas 2 horas, depois de muito rir e dançar todos deram boa noite e fomos dormir.

4° dia – O retorno:

O quarto dia amanheceu nublado novamente, acordei e fui para ao contêiner tomar o café da manhã, depois comecei a organizar meus equipamentos, desmontei a barraca. Em cerca de 40 minutos já estávamos todos prontos para fazer a caminhada de retorno até o Refúgio Canoas.

O percurso seria o mesmo que fizemos no primeiro dia, só que dessa vez era diferente, estávamos nos despedindo desse lugar fantástico e também era descida o que dava uma boa dose de motivação.

Descemos rápido, depois de quatro horas caminhando interruptamente chegamos ao Refúgio Canoas, carregamos os carros e começamos a nossa viagem de retorno até a serra gaúcha.

Durante o retorno eu era o motorista da rodada, enquanto meus parceiros de viagem dormiam profundamente no carro eu ficava pensando sobre os 3 dias que passei me aventurando na região do Campo dos Padres e nas Bordas do Cânion Espraiado.

Acredito sem dúvida que este foi um dos trekkings mais incríveis que fiz na região sul do Brasil, um lugar incrivelmente lindo, majestoso e único. Recomendo a todos os trilheiros apaixonados pela natureza a fazer esse percurso.

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Topografia Google Maps

Para entendermos o que significa a opção terreno no Google Maps, temos que compreender um pouco sobre as antigas cartas topográficas.

Carta topográfica:

É a representação sobre um plano, em escala, dos acidentes naturais e artificiais da superfície terrestre de forma mensurável, mostrando suas posições planimétricas e altimétricas. A posição altimétrica ou relevo é normalmente determinada por curvas de nível, com as cotas referidas ao nível do mar.

Topografia Google Maps

Antigamente, quando planejávamos atividades e aventuras, usávamos cartas deste tipo, assim podíamos ter a noção de elevações do terreno, conseguindo traçar uma boa rota, sem nunca ter passado pelo local.

O maior problema era adquirir esse tipo de carta, pois os valores de cada carta eram inviáveis e as áreas mapeadas eram gigantescas, o que muitas vezes atrapalhava a organização da aventura. Quem normalmente fazia essas cartas era o Exército Brasileiro, usando fotografias aéreas e depois colocando cálculos de altimetria, assim mensurando todo o mapa.

Hoje em dia, a ferramenta “Terreno”, inserida no programa Google Maps gratuitamente, faz praticamente a mesma coisa, você consegue ver o local sua altitude, pontos de maior aclive/declive e assim, programar suas aventuras sem ter que pagar por elas.

As imagens do Google Maps mostram a elevação física, como um relevo sombreado, e linhas de elevação. Também inclui nomes de ruas e outras informações.

Topografia Google Maps
Vista do Cânion Fortaleza – Ferramenta Terreno – Google Maps

Para entender melhor essas linhas (curvas de nível) e números mostrados no mapa, saiba que as linhas mais fortes são as que possuem a numeração inteira de altitude, já as linhas mais fracas, são a continuação do cálculo de altitude, podendo ser de 10 a 50 metros ou mais, cada uma delas. dependendo da  escala de altura do mapa, quanto mais “zoon” você der no mapa, menor é a diferença de altura de cada linha.

Nota-se também, que em algumas partes do mapa, as linhas ficam mais juntas, isso significa que quanto mais perto uma linha estiver da outra, mais íngreme é o terreno, e quanto mais afastadas menor é sua inclinação.

Essa nova ferramenta,  contribui para ajudar todos os aventureiros a programar suas rotas e novos caminhos, e o mais legal,  que é dada gratuitamente. Pode ser  usada em celulares e computadores, facilitando a  programação de uma aventura sem ter nunca ido ao lugar. Com um pouco de conhecimento sobre topografia essa ferramenta vai lhe ajudar muito em suas próximas aventuras.

Os picos mais altos do Brasil

Os picos mais altos do Brasil

Desde os primórdios os homens já escalavam as montanhas e buscavam muitas vezes os picos mais altos. E até os dias de hoje isso não é diferente! Muitos turistas viajam em busca de encontrar quais são as picos mais altos ou os mais bonitos do Brasil para visitar.

Se você gosta de escalar montanhas, ou então se você tem medo, mas gosta de apreciar essa verdadeira beleza da natureza, então se prepare e confira agora uma lista de picos mais altos do Brasil.

Veja nossa lista com mais de 30 picos espalhados pelo Brasil:

O Pico da Neblina, localizado no norte do Amazonas, na Serra do Imeri, é o ponto mais alto do Brasil com 2.994 metros de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004). Dá nome ao Parque Nacional do Pico da Neblina, onde está situado. Localiza-se no município de Santa Isabel do Rio Negro, mas a cidade mais próxima é São Gabriel da Cachoeira.

Pico da Nblina – 2.994 metros

O segundo ponto mais alto situa-se a meros 687 metros da fronteira com a Venezuela no Pico 31 de Março (altitude de 2.972,66m), conforme determinado por uma comissão demarcadora de fronteiras em 1962.

Pico 31 de Março – 2.972,66 metros

O Pico da Bandeira é o ponto mais alto dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, como também de toda a Região Sudeste do Brasil. É também o terceiro ponto mais alto do país, com 2.891,98 metros de altitude (medição revista por GPS pelo Projeto Pontos Culminantes do Brasil, do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia, em 2004).

O pico possui esse nome porque, por volta de 1859, o imperador Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império naquele que, na época, era tido como o ponto mais alto e imponente do Brasil.

Pico da Bandeira – 2.891,98 metros

O Pico do Calçado faz parte do Pico da Bandeira como um sub cume com 2.849 metros de altitude, de acordo com o Projeto Pontos Culminantes do Brasil. É também, a segunda montanha mais alta dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais.

Pico do Calçado – 2.849 metros

A Pedra da Mina ou Pico Pedra da Mina é a quarta montanha mais alta do Brasil e está situada na Serra da Mantiqueira, na divisa do estado de São Paulo com o estado de Minas Gerais. Com 2.798,39 m de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004), é o ponto culminante da Serra da Mantiqueira e do estado de São Paulo, e a terceira montanha mais alta do estado de Minas Gerais.

Pedra da Mina – 2.798,39 metros

O Pico das Agulhas Negras, com 2 791,55 metros de altitude, é o ponto culminante do estado do Rio de Janeiro, o quarto ponto mais alto do estado de Minas Gerais, e o sexto mais alto do Brasil.

Está localizado na Serra da Mantiqueira, entre os municípios fluminenses de Itatiaia e Resende, e o município mineiro de Bocaina de Minas, na parte alta do Parque Nacional de Itatiaia.

Pico das Agulhas Negras – 2 791,55 metros

O Pico do Cristal é o sexto mais alto pico brasileiro, com 2.769,76 metros de altitude, segundo a medição revista pelo IBGE e pelo Instituto Militar de Engenharia, através do Projeto Pontos Culminantes do Brasil.

Localiza-se na Serra do Caparaó, dentro do Parque Nacional do Caparaó, no município de Alto Caparaó, Estado de Minas Gerais, a 20º 26′ 37″ de latitude sul e 41º 48′ 42″ de longitude oeste.

Pico do Cristal – 2.769,76 metros

O Monte Roraima é uma montanha localizada na América do Sul, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Constitui um tepui, um tipo de monte em formato de mesa bastante característico do planalto das Guianas. Possui 2.734 metros de altitude.

Monte Roraima – 2.734 metros

Criado em 1937, o Parque Nacional de Itatiaia possui duas portarias que separam a mesma área demarcada em dois ambientes distintos. Na parte baixa, árvores centenárias e vegetação típica de Mata Atlântica, compõem a reserva repleta de cachoeiras e poços ideais para banho, no entanto é na parte alta que se concentra a aventura, a paisagem muda, e as matas dão lugar aos campos rupestres compostos por rochedos de formas variadas e vegetação rasteira que espreitam as grandes montanhas dessa porção extremamente fria do país, que já esteve coberta de neve mais de uma vez.

O Morro do Couto possui 2.680 metros de altitude é a primeira montanha que se alcança a partir da portaria do parque, e pode ser vencido em duas horas de caminhada fácil. A montanha é frequentada por muitos escaladores em busca das diversas vias com variados graus de dificuldade. Outra rota para se atingir o cume, é saindo do Pico das Prateleiras e seguindo pela crista da montanha até o alto. Do topo tem-se uma vista incrível do Pico das Agulhas Negras e da Serra Fina.

Morro do Couto – 2.680 metros

A Pedra do Sino de Itatiaia é uma elevação montanhosa localizada na Serra da Mantiqueira, no Parque Nacional de Itatiaia, próxima ao Pico das Agulhas Negras. Possui 2.670 metros de altitude.

Localiza-se na divisa dos municípios de Itamonte e Bocaina de Minas, no estado de Minas Gerais e é a sexta montanha mais alta do estado (após os Picos da Bandeira e do Calçado, a Pedra da Mina e os picos das Agulhas Negras e do Cristal) e a segunda mais alta localizada inteiramente dentro do estado. É o terceiro pico mais alto do Parque Nacional de Itatiaia e o décimo do Brasil.

Pedra do Sino de Itatiaia – 2.670 metros

O Pico dos Três Estados é uma montanha em cujo topo está o ponto onde se encontram as divisas geográficas dos estados brasileiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (respectivamente, municípios de Passa Quatro, Resende e Queluz). Suas coordenadas são: 22º 25′ 24″S e 44º 48′ 48″ W. Possui a altitude de 2.665 m e encontra-se localizado na extremidade oriental da Serra Fina, uma seção da Serra da Mantiqueira, próximo à Pedra da Mina e ao Pico das Agulhas Negras.

Pico dos Três Estados – 2.665 metros

A Pedra do Altar está a 2.665 m de altitude. Localização especial por estar na parte central do parque Itatiaia, podendo avistar os principais cumes do Planalto, seus vales ao redor e percorrer a trilha ao lado do imenso rochoso das Agulhas Negras.

Pedra do Altar – 2.665 m

O Morro da Cruz do Negro com 2.658 metros de altitude, localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um importante ícone do montanhismo no Brasil. Do lado mineiro sua entrada fica no Município Alto do Caparaó e sua entrada pelo lado capixaba deve seguir para o município de Dores do Rio Preto e rumar sentido ao distrito de Pedra Menina.

Morro da Cruz do Negro – 2.658 metros

O Pico do Tesouro com 2.620 metros de altitude faz parte do Parque Nacional do Caparaó, localizado na divisa entre os estados do Espírito Santo e Minas Gerais.

Pico do Tesouro – 2.620 metros

O Pico dos Marins fica situado na divisa dos municípios de Piquete e Cruzeiro, no estado de São Paulo, Brasil. Localizado na Serra da Mantiqueira, seu cume está 2.420 metros acima do nível do mar. Formado por um grande maciço rochoso com paredões íngremes, a montanha é um importante destino para quem pratica trekking.

Pico dos Marins – 2.420 metros

Pico do Garrafão é imponente devido a localização geográfica encontrada na região. O Garrafão é a montanha de maior altitude em toda a Serra do Papagaio com  2.359 metros, localizado no Município de Alagoa – MG.

Pico do Garrafão – 2.359 metros

O Pico Maior de Friburgo é uma formação montanhosa com altitude de 2.366 metros, situada no município de Nova Friburgo (RJ), sendo o ponto culminante de toda a Serra do Mar brasileira. É um dos “Três Picos de Salinas”, todos localizados no município de Nova Friburgo, e com altitude superior a 2.000 metros de altitude, tendo estes dado o nome ao Parque Estadual dos Três Picos. É muito procurado para a prática de montanhismo.

Pico Maior de Friburgo – 2.366 metros

A Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude, é o ponto culminante do Parque Nacional da Serra dos Órgãos e da cidade de Teresópolis, no estado brasileiro do Rio de Janeiro. É um local muito procurado por montanhistas e alpinistas para a prática de diversos esportes e atividades turísticas.

Seus vales e penhascos imensos e várias plataformas de observação oferecem uma visão panorâmica de toda região.

Atualmente, suas trilhas vem sendo usadas por muitos visitantes que buscam um lugar tranquilo para entrar em contato com a natureza, aproveitar um visual ímpar e respirar o ar puro da montanha.

Pedra do Sino – 2.275 metros

O Pico da Caledônia é uma das maiores elevações da Serra do Mar e que fica situado entre as cidades de Nova Friburgo e Cachoeiras de Macacu, na divisa entre os dois municípios, inserido no Parque Estadual dos Três Picos. Com 2.257 metros de altitude, possui uma das mais belas vistas de Nova Friburgo e de outras localidades próximas podendo-se até visualizar a Baía da Guanabara e uma parte da cidade do Rio de Janeiro.

Pico da Caledônia – 2.257 metros

O Pico do Selado é um dos picos da Serra da Mantiqueira, na porção limítrofe entre o distrito de Monte Verde no município de Camanducaia, Minas Gerais, Joanópolis, em São Paulo e o distrito São Francisco Xavier, na cidade de São José dos Campos, também em São Paulo. Tem altitude de 2.082 metros.

Pico do Selado – 2.082 metros

Pico do Sol o mais alto da Cadeia do Espinhaço, 2.072 metros. Para aqueles que ousam desafiar os limites do corpo, a Serra do Caraça possui sete picos.

É bom ressaltar que para vencer os obstáculos naturais destas trilhas, que minam a resistência de quem se arrisca, é preciso ter bom preparo físico, boa coordenação motora e estar acompanhado dos Guias Cadastrados no Caraça.

Segundo alguns, “o coração parece saltar pela boca”. No entanto, todo esse esforço é recompensado pelas paisagens indescritíveis e pelas belezas típicas de cada pico. Somente quem vence a montanha pode descrever, se houver palavras, a sensação própria de cada subida e da vista que se pode contemplar.

Pico do Sol – 2072 metros

O Pico do Inficionado 2.068 metros.

Todas as trilhas que levam ao Pico do Inficionado atravessam o mosaico natural característico das áreas de transição da Mata Atlântica para o Cerrado, entremeadas pelos Campos de Altitude e pelos Campos Rupestres.

São 5 km até a base do Pico. No início, a subida é forte e íngreme, exigindo grande esforço e o uso das mãos para vencer os obstáculos. O que só reforça a exigência de que este caminho seja sempre feito com o acompanhamento de Guias Cadastrados no Caraça. Após esta etapa, a subida é menos fatigante, passando por diversos platôs que permitem observar as belas paisagens e relaxar antes do ataque final.

A última fase também é uma subida acentuada, passando por uma laje de pedra bem inclinada. O esforço é grande, mas a chegada é um espetáculo à parte. Depois de pelo menos 9 km, chega-se ao cume do Inficionado. Uma escultura gigantesca!

O Inficionado é um pico incomum, recortado por fendas profundas, em quase todas as direções, formando uma paisagem única, de beleza indescritível. Além do mais, lá está o maior abismo de mundo em quartzito: a Gruta do Centenário.

Realmente, só uma palavra aproxima-se de sua definição: surreal

Pico do Inficionado – 2.068 metros

O Pico do Itambé com 2.052 metros de altitude, localizado na Serra do Espinhaço, no estado de Minas Gerais, entre os municípios de Serro e Santo Antônio do Itambé. Também chamado de “teto do sertão mineiro”, o Itambé é um dos pontos mais altos da Serra do Espinhaço e do interior mineiro. De cima, a vista domina mais de uma centena de quilômetros ao redor do pico.

Picos
Pico do Itambé – 2.052 metros

Pedra de São Domingos é uma elevação rochosa do estado de Minas Gerais localizada na Serra da Mantiqueira no extremo sul do estado. Possui 2.050 metros de altitude, localiza-se entre os municípios de Córrego do Bom Jesus, Paraisópolis e Camanducaia.

Picos
Pedra de São Domingos – 2.050 metros

O Pico da Carapuça 1.955 metros é o mais próximo e ao contrário do que se possa imaginar, nem por isso deixa de exigir muito esforço físico, suavizado, é claro, pelas belezas naturais da trilha. São em média 6 km de caminhada.

A parte mais fácil do caminho leva até a Gruta de Lourdes, passando pela Capelinha do Sagrado Coração de Jesus. As subidas deste trecho são para testar o fôlego e aquecer a musculatura. O trecho mais pesado e mais íngreme está logo depois da Gruta, na subida pela mata, por caminhos mais escondidos e de acesso difícil, por não estarem marcados e sinalizados. São exatamente essas dificuldades que exigem o acompanhamento de Guias. A vantagem desta complicada e difícil subida é ser feita toda ela sob a sombra das árvores, suavizando o calor e a incidência dos raios de sol, sem contar a beleza que enche os olhos dos visitantes, pela grande variedade de espécies naturais.

Todo cuidado é pouco. Há trechos escorregadios e outros que exigem o apoio das mãos. Saindo da mata, encontra-se um platô, quase no topo, de onde se tem uma vista maravilhosa, verdadeiro prenúncio do que virá pela frente. Daí começa-se a contornar o Pico. Rochas esculpidas pelo tempo dão asas à imaginação. Pouco depois o topo.

Picos
Pico da Carapuça – 1.955 metros

Pico da Canjerana 1.890 metros.

A partir do Campo de Fora, a trilha vai ziguezagueando morro acima e a bela paisagem se encarrega de disfarçar o cansaço. A vista, lá de cima, é um tanto quanto antagônica. De um lado, a visão desoladora de uma mineração limítrofe à área da Reserva do Caraça, de outro o empíreo caracense.

Na volta, a dica para aqueles que ainda têm um pouco de força nas pernas é conhecer também o Belvedere, um pouco mais baixo que a Canjerana, porém um lugar de rara beleza e vista estonteante

Picos
Pico da Canjerana – 1.890 metros

O Pico Paraná é a montanha mais alta da Região Sul do Brasil. É uma formação rochosa de granito e gnaisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire, que na língua tupi significa “Serra Verde”. Ele foi descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack através de suas incursões na Serra do Mar no estado do Paraná, vindo daí seu nome de batismo.

Sua altitude foi aferida em 1.877,392 m com uso do Sistema de Posicionamento Global por três equipes da Universidade Federal do Paraná.

Picos
Pico Paraná – 1.877 metros

O Observatório Pico dos Dias ou OPD é um observatório astronômico localizado entre os municípios de Brazópolis e Piranguçu, a 37 km de Itajubá, Minas Gerais. É operado e mantido pelo Laboratório Nacional de Astrofísica. Se localiza a 1.864 metros de altitude.

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Observatório Pico dos Dias – 1.864 metros

O Pico Caratuva é a segunda montanha mais alta da Região Sul do Brasil, com estimativa de altitude de 1.860 metros. É uma formação rochosa de granito e gnaisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire. O nome Caratuva ou Caratuba se deve a uma planta típica de ambiente serrano arbustivo, de cerca de um metro de altura, da família do bambu (Chusquea pinifolia). Esta planta forma o campo rupestre de altitude em alguns dos mais elevados picos do Sul-Sudeste do Brasil e confere uma das características da beleza do pico.

Picos
Pico Caratuva – 1.860 metros

A Pedra da Macela está a 1.840 metros de altitude na divisa dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. No topo da Pedra tem-se uma vista de 360° da região de Cunha e em dias claros avistam-se a Ilha Grande e as baías de Angra dos Reis e Paraty.

Picos
Pedra da Macela – 1.840 metros

Pico culminante do Norte de Minas com 1.825 metros acima do nível do mar. O chamado Pico Formosa é uma das regiões de mais difícil acesso em toda a cadeia do espeinhaço em Minas. É uma região, até então muito preservada e que foi pouco estudada.

Picos
Pico Formosa – 1.825 metros

O Parque Estadual Pedra Azul foi criado em 1991 para proteger o patrimônio natural da região, em especial a famosa Pedra Azul, uma formação rochosa de granito com 1.822 m de altura, atração que pode ser vista de longe, localizado nos municípios de Domingos Martins e Vargem Alta. Abrange as localidades de Pedra Azul, São Sebastião do Aracê e São Paulo do Aracê, distrito de Aracê, em Domingos Martins; e o distrito de Castelinho, em Vargem Alta. Leia mais…

Picos
Pedra Azul – 1.822 metros

O Pico Itapiroca é a quinta montanha mais alta da Região Sul do Brasil, com 1805 metros de altitude. É uma formação rochosa de granito e gneisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire.

Pico Itapiroca
Pico Itapiroca – 1805 metros

A Serra da Piedade, um dos picos mais elevados da cordilheira do Espinhaço, com altitude de 1.783 metros, localiza-se no município de Caeté, divisa com Sabará. Sua história está estreitamente ligada a ocupação do território mineiro, como um dos mais significativos referenciais utilizados pelos primeiro aventureiros em busca de ouro.

Pico da Piedade
Pico da Piedade – 1.783 metros

Pico Agudo é uma elevação rochosa com 1.703 metros de altitude, e que faz parte da cadeia de montanhas da Serra da Mantiqueira paulista.

Seu cume é local de prática de voo livre. Neste local, há um miradouro com visão panorâmica da região. Está situado no município de Santo Antônio do Pinhal, São Paulo.

aventureiro
Pico Agudo – 1.703 metros

O Dedo de Deus é um pico com 1 692 metros de altitude e cujo contorno se assemelha a uma mão apontando o dedo indicador para o céu. É um dos vários monumentos geológicos da Serra dos Órgãos, que fica localizada na Serra do Mar, entre as cidades de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

Picos
Pico Dedo de Deus – 1.692 metros

O Pico do Gavião é uma elevação montanhosa localizada em Andradas, sul de Minas Gerais e uma atração turística do estado.

Considerado como um dos melhores locais do mundo para a prática de voo livre. A vista a partir do alto dos seus 1.663 m de altitude contempla várias cidades da região. Já recebeu etapas de campeonatos nacionais e internacionais.

Picos
Pico do Gavião – 1.663 metros

Esta é uma lista das picos do Brasil por altitude acima do nível do mar. Fonte: IBGE

Lagoinha do Leste

Os turistas a consideram a mais bonita da Ilha, os moradores do Sul da Ilha garantem que ela é a mais misteriosa de Florianópolis, os ecologistas a defendem como se fosse a última praia do mundo, descubra a Lagoinha do Leste.

Seja qual for a opinião sobre a Lagoinha do Leste, ela é única. A praia ainda preserva as características de quando os primeiros imigrantes aportaram nestas terras. A Lagoinha, como é carinhosamente chamada pelos ilhéus, impressiona seus visitantes com sua beleza, seu ar selvagem e seus mistérios.

Lagoinha do Leste

Praia de mar aberto e águas cristalinas localizada no Sul da Ilha, a Lagoinha fica espremida entre dois costões que entram no oceano, formando quase uma pequena enseada de pouco mais que um quilômetro. Atrás, uma vasta Mata Atlântica garante a sensação de se estar voltando no tempo. A praia tem a companhia de uma lagoa, que dá nome ao lugar, próxima ao costão esquerdo. De águas quentes e escuras, a lagoa se esconde atrás da restinga, tendo origem num rio que nasce no morro.

Lagoinha do Leste

Mesmo isolada – só se chega a pé ou de barco -, a Lagoinha recebe muitos visitantes no verão. Eles percorrem a trilha secular e usam a praia para nadar, mergulhar e surfar. Como os grandes balneários da Ilha, a Lagoinha do Leste já sente os primeiros efeitos da exploração.

A praia é perfeita para acampar, já que, além da beleza, ainda conta com uma boa infraestrutura. Ou seja, tem bastante sombra e água potável, junto ao costão direito. O único problema, diz a lenda, são as bruxas que volta e meia a utilizam para seus rituais.

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Conheça a trilha que leva para a Lagoinha do Leste

A melhor maneira de se chegar à Lagoinha do Leste é pela Praia do Matadeiro, voltando pelo Pântano do Sul. Assim, enfrenta-se o trecho mais pesado primeiro, deixando para a volta, quando se está inevitavelmente mais cansado, o Morro do Pântano do Sul. Como em toda trilha extensa, é bom começar a caminhada na parte da manhã, pois sobra mais tempo para aproveitar a paisagem e a praia.

Lagoinha do Leste

A partir do costão direito da Praia do Matadeiro acaba a areia e surge a trilha. Os primeiros 30 minutos de caminhada são os mais difíceis e cansativos. É preciso fazer subidas íngremes e, em alguns pontos, o mato é um pouco fechado. No meio do caminho há água, um córrego corta a trilha e oferece água fresca e sombra. Depois deste trecho, o caminho é tranqüilo, sem subidas e de uma beleza incrível, revelando a cada momento uma nova e fascinante paisagem. Durante uma hora e meia a trilha margeia os costões, passando pela Ponta do Quebra-Remo, Ponta do Facão e Ponta da Lagoinha.

Na Ponta do Facão, um rochedo de mais de 15 metros guarda uma pequena caverna banhada pelas águas. Para chegar até lá é preciso um pouco de coragem, já que você terá que descer pela encosta até o mar. Ultrapassando a Ponta da Lagoinha, chega-se à praia.

Lagoinha do Leste

A volta se dá pelo costão direito, subindo a trilha que sai no Pântano do Sul. Ela é mais fácil e mais rápida que a do Matadeiro, porém não é tão atraente. São cerca de 50 minutos de caminhada para subir e descer o morro que separa a praia do Pântano do Sul. A subida é íngreme, mas a trilha é aberta e não oferece nenhum obstáculo. Na maior parte do tempo as árvores oferecem uma boa sombra.

O momento mais bonito é quando se avista a praia do alto do morro.

Lagoinha do Leste

Mapa das trilhas que levam a lagoinha do leste

Lagoinha do Leste

Informações importantes:

  • Nível de dificuldade: moderado;
  • Atrativos: lagoa, vista panorâmica, praia, fonte d’água, Mata Atlântica;
  • Tempo: 2 ele 50 min;
  • Início: Costão direito da Praia do Matadeiro;
  • Fim: Pântano do Sul, na rua Manoel Pedro de Oliveira;
  • Principal dificuldade: Extensa, subida íngreme;
  • Como chegar: Seguir em frente, a partir do costão direito da Praia do Matadeiro.