Cachoeira Maratá

Descubra Maratá

Maratá é uma cidade de origem alemã, distante cerca de 83,3 km da capital Porto Alegre/RS.

Um destino certo para quem gosta de conhecer cascatas, cachoeiras e ainda se divertir junto à natureza. Conhecida como a Capital das Belezas Naturais, a cidade oferece visitação ao Parque Municipal da Cascata Vitória, Parque da Cachoeira Maratá e Morro Ibiticã, entre outros locais que fazem referência a origem alemã.

Nós do Trekking RS, fizemos uma breve visita à cidade no último fim de semana e gostamos bastante dessa cidadezinha. Com certeza é um destino para voltar no verão para aproveitar mais.

A nossa primeira parada foi no Parque da Cachoeira Maratá, distante aproximadamente 1,5 km do centro da cidade, possui estrada pavimentada até o local.

O parque fica aberto todos os dias da semana nos horários das 8 às 22 horas na alta temporada e fora da temporada das 10 às 19 horas.

O que fazer em Maratá

No local é possível desfrutar de uma linda vista da cachoeira que leva o nome da cidade com aproximadamente 15 metros de altura, o parque conta ainda com churrasqueiras, mesas, banheiros com chuveiros quente, bar e uma enorme área de lazer.

Área de lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Área de Lazer
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Parque da Cachoeira
Foto: Luís H. Fritsch

Além disso o parque dispõe de uma trilha que leva até a parte alta da cachoeira, uma pequena gruta e uma outra cachoeira um pouco menor, de beleza intocada.

Cachoeira em Maratá
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira Maratá
Foto: Luís H. Fritsch

Para os aventureiros que gostam de acampar, o Parque da Cachoeira Maratá pode ser a oportunidade perfeita para aproveitar um fim de semana com tranquilidade e diversão junto com a família e amigos.

Tarifas

Na alta temporada os valores são de R$ 10,00 para o estacionamento, R$ 7,00 para passar o dia ou R$ 15,00 à diária no camping (já incluso estacionamento e taxa de visitação).

Mais informações

  • Parque da Cachoeira Maratá – (51) 99540-2616, falar com Dirce;
  • Prefeitura de Maratá – Site e Facebook.

Nosso passeio não parou por aí, mas isso já é assunto para outro texto.

No próximo post vou falar sobre o Parque Municipal Cascata Vitória, um lugar igualmente belo onde é possível fazer inúmeras atividades.

Cascata Vitória
Parque Municipal Cascata Vitória – Maratá/RS – Foto: Luís H. Fritsch

Explore novos destinos como cachoeiras, cascatas e lugares ainda intocados. Dentro do nosso site, temos inúmeras opções de destinos de tirar o fôlego. Descubra!

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Mountain Series

Projeto Mountain Series não é apenas um evento de trilhas, mas sim uma experiência única, possibilitando aos nossos clientes vivenciar, alcançar e superar desafios.

Entretanto como já diz o nome, vamos trilhar inúmeras montanhas em sequência, caminhos que levam até os cumes mais altos do país, em alguns dias.

Unindo diversas atividades como: trekking, caminhada, escalada, rapel, acampamentos, hospedagem em refúgios de montanha, viagens de carro (road trip), fazem do Mountain Series um projeto grandioso.

Cumes Mountain Series

Cumes Mountain Series

O que mais chama a atenção no Mountain Series é o fato de você poder vir juntamente conosco em todos esses destinos, ou apenas participar de um evento ou outro. A escolha é sua!

Primeiramente faremos uma Road Trip – Viagem de carro, saindo do Rio Grande do Sul até a região sudeste do Brasil, onde se concentram a maioria dos cumes. Alguns deles são isolados, outros fazem parte de travessias de 1 a 4 dias.

Desafio Mountain Series

A nossa primeira travessia começara pela Serra da Mantiqueira, mais precisamente na Serra Fina, depois iremos ao Parque Nacional de Itatiaia, Escalavrado, Pico da Bandeira, Serra dos Órgãos, Pedra do Baú e por fim ao Parque Estadual Turístico Alto da Ribeira – Petar.

Todas esses destinos em um curto período de tempo fazem com que os participantes tenham um ótimo preparo físico e mental, por isso organizamos uma série de treinos específicos de força e resistência, para que você treine seu condicionamento físico. Veja aqui como funciona estes treinos.

Como posso me inscrever no Mountain Series

Há duas maneiras de você se inscrever no Mountain Series, a primeira delas é clicando nos eventos logo abaixo ou entrando em contato direto via Whatsapp 54 99117-9771, falar com Evandro Clunc.

A travessia mais difícil do Brasil
Serra Fina
31/ago à 7/set de 2019

A travessia mais difícil do Brasil

É aventura de verdade! Serão 4 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes. São 3 pernoites na Montanha (selvagem mesmo) e 2 outros pernoites em um Hostel de Montanhistas… As grandes dificuldades, de fato, são a navegação, o terreno extremamente acidentado e a escassez de água ao longo do caminho, o que obriga os trekkers a levar peso extra na mochila depois de cada ponto de abastecimento.

Vem com a gente
O primeiro Parque Nacional do Brasil
Travessia Itatiaia
09 à 13/SET/2019

O primeiro Parque Nacional do Brasil

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional do Itatiaia
Travessia Ruy Braga
14/SET/2019

Parque Nacional do Itatiaia

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Escalavrado
15/set/2019

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos). O Parnaso é o terceiro Parque Nacional mais antigo do País, criado em 30 de novembro de 1939 (79 anos). O Escalavrado é considerado uma caminhada semipesada com duração que pode variar de 2,5 a 3,5 horas. O cuidado neste local deve ser redobrado, pois grande parte da trilha é exposta. Um caminho na Rocha, onde vamos utilizar equipamentos de vertical por segurança e basicamente é só subida! Porém com uma distância de aproximadamente 4000 metros entre Ida e Volta.

Vem com a gente
Terceiro mais alto do Brasil
Pico da Bandeira
17/set à 18/set/2019

Terceiro mais alto do Brasil

Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos ícones do montanhismo no Brasil e abriga o terceiro ponto mais alto do País. O Pico da Bandeira, que tem 2.891 metros de altitude, mas vem seguido de perto do Pico 2 ou Pico do Cruzeiro, com 2.852 metros, o Pico do Calçado com 2.849 metros e o Pico do Calçado Mirim com 2.818 metros. Logo mais abaixo fica o Pico do Cristal, com 2.770 metros que fica exclusivamente em território mineiro. Serão 3 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes.

Vem com a gente
Parque Nacional Serra dos Órgãos
Travessia Petro x Tere
20 à 22/set/2019

Parque Nacional Serra dos Órgãos

A Travessia Petrópolis Teresópolis ou Petro x Tere como também é conhecida! É considerada a travessia mais bonita do Brasil. Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos) em meio a exuberância da Mata Atlântica entre as cidades serranas de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis. Com muitas subidas e descidas íngremes é considerada uma caminhada difícil e possui cerca de 30 km ligando os municípios de Petrópolis e Teresópolis. Geralmente é realizada em três dias.

Vem com a Gente
Bauzinho, baú e Ana Chata
Travessia Pedra do Baú
23 e 24/set/2019

Bauzinho, baú e Ana Chata

O Roteiro foi chamado carinhosamente por nós de Volta da Pedra do Baú, passa em meio de Trilhas pela mata, subindo e descendo Vias Ferratas fixadas na Rocha Gnaissicas da Serra da Mantiqueira exatamente por: Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata. Localiza-se no município de São Bento do Sapucaí, estado de São Paulo, Brasil. O ponto culminante é a Pedra do Baú (altitude de 1964 metros), conhecido por abrigar algumas rotas de escalada esportiva.

Vem com a gente
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira
Petar
25 e 26/set/2019

Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) é considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO. Vamos explorar o Núcleo Santana! Lá vamos conhecer: – A Caverna de Santana, -A Trilha do Betari (Caverna Água Suja, Caverna do Cafezal e cachoeiras das Andorinhas e do Beija-flor) – E a trilha do Morro-Preto Couto (Caverna do Morro-Preto, cachoeira do Couto e Caverna do Couto).

Vem com a Gente

Investimento

 Aqui vai uma dica muito interessante! Como estaremos organizando os eventos em sequência isto é, um após o outro, vale muito a pena você se inscrever em mais de um evento, pois isso diminui gastos de deslocamento, fazendo você poupar um bom dinheiro e conhecer mais destinos.

Por participar do Mountain Series, você ganha descontos especiais na compra de qualquer equipamento outdoor na loja Patos do Sul/RS – Entregas para todo o país.

Curtlo BR

Nossa equipe

Nosso time é formado por 4 (quatro) pessoas, sendo 2 (dois) guias de montanha, 1 (um) fotógrafo e 1 (um) especialista em Marketing Digital/Suporte.

Faremos uma cobertura online do Mountain Series aqui no site, comunicando também nas mídias sociais onde somos atuantes;

Teremos uma equipe profissional de fotografia e filmagem com drone, com edições diárias no evento e publicações ao vivo nas  mídias sociais;

Postagens semanais aqui no site e na Sol de Indiada, com o intuito de relatar a experiência obtida pelos participantes durante cada evento.

Se você gostou do nosso projeto, então comente aqui embaixo, compartilhe com seus amigos e venha encarar esse desafio com a gente!

Trekking Pico do Tabuleiro

A trilha do Pico do Tabuleiro está dentro do território do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro que é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza, com território distribuído pelos municípios catarinenses de Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí e Paulo Lopes.

Com uma área de 84 130 ha, Serra do Tabuleiro é a maior unidade de conservação de proteção integral do estado de Santa Catarina.

Origem: Wikipédia

As montanhas estão chamando e eu tenho que ir.

Essa foi mais uma daquelas pequenas aventuras que, de tempos em tempos, acontece de modo espontâneo. Sem grandes alardes ou planejamentos, bastando apenas um convite curto e grosso.

Durante uma tarde de trabalho no mês passado, entre uma tarefa e outra dos meus plantões, “pipocou” na minha telinha, uma notificação de mensagem.  Pensando eu que se tratava de mais alguma tarefa de trabalho, ao abrir a mensagem, fui surpreendido com um “Vamos subir o Tabuleiro?”. Era o convite do Fábio Almeida, que para quem não sabe, é o cara que faz acontecer o Pedal Nativo (site de cicloturismo e afins).

Sabendo do destino, a data e também quem estaria na empreitada, topei de imediato.

Estava formada então a trupe inédita: Fábio AlmeidaMário Nery e eu.

Sábado, dia 15 julho.

Coloquei o relógio para despertar bem mais cedo do que estou acostumando acordar. O plano era pegar o ônibus bem cedo e encontrar meus camaradinhas em Floripa e de lá, numa curta viagem de carro de pouco mais de uma hora, chegar ao ponto zero que fica junto do maneiríssimo Café do Tabuleiro.

Trilheiros no Tabuleiro

Ao chegarmos ao Café do Tabuleiro, por volta de 11 horas, sem demora, pegamos nossas mochilas cargueiras e entramos na trilha que começa ali mesmo.

A trilha e eu já éramos conhecidos. Em 2015, junto com mais dois amigos, fizemos em quatro dias a duríssima e até então quase desconhecida Travessia da Serra do Tabuleiro. (Quer saber como foi essa empreitada? clique aqui).

Uma longa subida em meio ao bambuzal

A trilha de um modo geral, não apresenta dificuldades técnicas, porém pode surpreender tornando-se um desafio bastante desgastante se a vegetação estiver alta e fechando o caminho. Daí é aquela coisa que só sabe quem já fez um clássico vara mato com uma mochila cargueira nas costas sendo agarrada quase que o tempo todo pelos bambuzinhos infernais.

O lado bom da trilha fechada é que podemos dizer que aproximadamente 80% do caminho está abrigado do sol. Isto é um grande alívio.

O tempo de caminhada varia bastante. Depende além das condições da trilha, do condicionamento físico e da carga que se está levando para o alto. Em média, a subida com cargueiras, leva algo entre quatro e seis horas. Sem carga, acredito que três horas são suficiente para alcançar o topo sem correria.

Iniciamos nossa subida tarde. Passava das onze horas, mas sabendo que tínhamos tempo de luz suficiente para chegar ao nosso objetivo, engatamos uma marcha lenta, pois apensar do inverno estar batendo na porta, o dia estava bastante quente, sendo assim, deveríamos administrar bem o consumo de água uma vez que só existem pontos de captação do precioso líquido no início da trilha.

Backpacker Tabuleiro

A alta temperatura, o peso das cargueiras e as datas de expedição das certidões de nascimento dos membros da trupe, foram as garantias da “sofrência”. Tal situação obrigava que em vários momentos déssemos pequenas paradas para tomar um ar, baixar a frequência cardíaca e beber alguns goles de água, antes que alguém tivesse um troço, ou um treco ou até mesmo um piripaque e com isto, fossemos obrigados a acionar o S.O.S no rastreador Spot. kkkk

Depois de percorrer pouco mais de seis quilômetros, em mais de cinco horas de trilha, o caminho estava abrindo e finalmente estavam superados os mais de mil e cem metros de subida.

Pico do Tabuleiro

Restava ainda por volta de uma hora de luz natural. Aproveitamos para descansar um pouco, comer algo e montarmos o nosso acampamento e logo em seguida, aproveitar um dos momentos altos de nossa pequena aventura de final de semana: um fantástico pôr do sol por detrás da Serra do Tabuleiro.

Camping Tabuleiro

Sob o céu que nos protege

Após apreciarmos uma espetacular viração do dia, a noite prometia ser boa. A ausência de vento e a temperatura agradável, foram a nossa garantia de um jantar saboroso e com um bate papo divertido sentados no chão, sob as estrelas e iluminados pela lua quase cheia.

Depois do momento relax total, e estando todos muito bem alimentodos com um saboroso prato de montanha preparado pelo chef Nery, era chegada a hora de recolher. O cansaço do dia de trilha e o friozinho ameno fizeram a turma dispersar, indo cada um para a sua barraca.

Cozinha de camping

Ainda ficamos de conversa fiada e rindo das câimbras que se manifestavam em alguns integrantes deste fabuloso time de aventureiros.

A noite foi longa, silenciosa e tranquila. Lembro-me de ter acordado algumas vezes com a claridade da lua iluminando a barraca. Nada que me impedisse de ter um bom descanso numa noite impecável no hotel um milhão de estrelas.

Camping Tabuleiro

Domingo, 16 de julho.

Pro dia nascer feliz

Por volta das seis horas, ainda bem escuro, escutei o barulho de um zíper de barraca abrindo e uma movimentação ao redor do nosso acampamento. Era o Mário que foi o primeiro corajoso a sair do conforto do saco de dormir para assistir ao sol nascer.

Após enrolar alguns minutos, e vendo um pequeno romper de claridade, também tomei coragem para sair da barraca. Não estava muito frio.

Serra do Tabuleiro

Calcei minhas botas, peguei minha câmera e fui ao encontro do Mário. Não demorou muito e o Fábio logo se juntou com ao grupo no ponto mais alto para assistirmos o espetacular show de cores que foi o nascer do sol naquela manhã de domingo.

Assim que o sol se ergueu no horizonte, dando-nos bom dia, voltamos ao acampamento para preparar o café e espantar de vez o sono e a preguiça.

Com a cafeína correndo no sangue, tratamos de desmontar o circo e pegar o rumo do nosso caminho de volta.

Pra baixo todo santo ajuda. Or not

A longa caminhada até o Café Tabuleiro, durou mais de quatro horas. O calor, a falta de água e a combinação do peso da mochila cargueira com a descida que parecia interminável, fez com que déssemos algumas paradas para descansar.

Ao chegar ao ponto de água, fizemos uma parada longa para hidratar, mastigar alguns biscoitos e dar uma refrescada. Faltava pouco agora.

Depois de matar a sede e descansar um pouco, demos jeito de fazer aquele esforço final.

Com pouco mais de meia hora, já estávamos novamente no Café Tabuleiro. Colocamos nossas mochilas no carro e fomos rapidamente saborear aquela tão sonhada Coca-Cola gelada e bater papo divertido com o pessoal do café.

Após nos despedirmos do pessoal do Café, seguimos direto para a casa do Fábio, onde ainda rolou um churrasquinho de confraternização. Mas isso já é outra história. kkk

Fim.

Dicas:

– A melhor época do ano é outono e inverno;

– O Café Tabuleiro possui estacionamento seguro ao custo de R$ 10,00;

– Use roupas compridas;

– Leve toda a água que irá precisar;

– A trilha, embora bem nítida, não possui nenhuma marcação. Tenha atenção;

– A trilha exige muito esforço. Esteja bem preparado fisicamente.

Mínimo Impacto

1 Planeje com antecedência sua aventura;

2 Caminhe na trilha;

3 Leve seu lixo embora;

4 Deixe tudo como encontrou;

5 Não faça fogueiras;

6 Respeite a vida selvagem;

7 Seja cordial com outros visitantes.

Veja também outros destinos em Santa Catarina/Brasil

Mochila All Trail

Mochila All Trail 35L – Thule

Hoje venho apresentar a mochila All Trail 35L, estamos a cerca de 5 meses avaliando este modelo lançado pela marca Thule no Brasil, no segundo semestre de 2018.

O modelo de mochila All Trail foi desenvolvido para ser usado em todas as trilhas, sejam elas: trilhas leves, trekkings de vários dias e até mesmo uma mochila para ir para a faculdade ou trabalho.


Características e inovações

A mochila apresenta duas capacidades expressa em litros, sendo de 35 L e 45 L.

A versão feminina à duas cores disponíveis: Cinza/azul e roxo/cinza. Na versão masculina apresenta três cores: Azul, cinza/vermelho e Verde. veja as imagens abaixo:

Mochila All Trail

Fabricada em Dobby Poly 420 D e 330D Ripstop Poliester, esses tecidos garantem a All Trail 35 L robustez e leveza.

O costado é muito confortável, possui um pequeno duto de ventilação que aumenta a circulação de ar nas costas, as alças são anatômicas e totalmente reguláveis, garantindo maior mobilidade ao usuário.

Notamos que o costado, alças e barrigueira é uma evolução dos que são usados nos modelos Versant, tanto as alças como a barrigueira nesse modelo são bem mais acolchoadas, isso é sentido muito bem quando a mochila está totalmente carregada.

Mochila All Trail

Na parte da barrigueira as fivelas funcionam como roldanas, tornando-a fácil de regular. A barrigueira conta com um bolso com zíper em um lado e no outro conta com o sistema Versa-click, esta é uma tecnologia usada pela Thule que a deixa muito mais versátil e adaptável ao usuário. Essa tecnologias está presente nos modelos de mochila: Guidepost, Versant, Capstone e All Trail.

O VersaClick nada mais é que um sistema de engate de acessórios, onde o usuário pode escolher entre quatro modelos: Suporte para garrafa de água, estojo para câmeras fotográficas DSLR, estojo para câmeras fotográficas Mirorless e estojo para magnésio (muito usado por escaladores).

A mochila conta 4 fitas de compressão, sendo 2 em cada lado da mochila, possui também elos de fixação para prender piquetas de gelo/bastão de caminhada nas próprias fitas de compressão.

Mochila All Trail
Mochila All Trail

Conta com 1 bolso telado em cada lado, onde é possível acomodar garrafas de até 1 litro de água ou outros equipamentos.

Um diferencial importante que vale mencionar é a grande abertura frontal em “U”, a mochila não possui capuz como em outros modelos, assim essa abertura facilita muito a organização dos equipamentos no seu interior.

Além da grande abertura a mochila All Trail 35 L conta com mais dois bolsos externos, sendo um na parte frontal e outro na parte superior.

Na parte interna a mochila é dividida em 3 compartimentos, sendo um para o reservatório de água, outro para guardar os equipamentos no geral e o terceiro para acomodar itens que você precise que esteja sempre a mão, como por exemplo: anoraques, lanches e estojo de primeiros socorros. (este compartimento pode ser aberto pela parte frontal da mochila).

Mochila All Trail

Compartimentos

  1. Bolso superior (tamanho pequeno)
  2. Abertura frontal em “U” com zíper
  3. Fitas de Compressão
  4. Elos (looping) para mosquetões/telas
  5. Porta bastão de caminhada de fácil acesso na barrigueira “Versaclick”
  6. Elo (looping) para fixação do bastão de caminhada (trekking pole)
  7. Elo (looping) para fixação de piqueta de gelo (piolet)
  8. Compartimento da Capa de chuva (rain cover)
  9. Bolso para acesso rápido
  10. Porta garrafa de água (squeeze)
  11. Fita peitoral
  12. Regulagem de altura das alças
  13. Bolso com zíper na barrigueira
  14. Passador para a mangueira de hidratação

Especificações técnicas

CorMykonos
SexoMasculino
UsoCaminhada de um dia
Materiais420D Dobby Poly, 330D Ripstop Polyester
Volume35 L
Dimensões32 x 30 x 61 cm
Peso1.26 kg
Número do modelo3203537

Valor aproximado: R$ 1.059,00

Vídeo Thule All Trail 35L

Onde comprar

Este produto é encontrado nas principais lojas do país, caso você seja do Rio Grande do Sul você pode optar pela lojas especializadas em trekking como: Bota na TrilhaGuenoa.

Início dos testes

O teste da mochila começou em Setembro/2018, quando fomos convidados a participar do Thule Experience, um evento realizado pela marca anualmente. O evento aconteceu em um dos locais mais icônicos do montanhismo nacional, à Serra Fina, considerado por muitos uma das trilhas mais difíceis do país.

Mochila All Trail

A trilha que realizamos para testar as mochilas começava no Refúgio Serra Fina e chegava no alto do Capim Amarelo, um cume de 2.570 metros acima do nível do mar, sendo aproximadamente 18 quilômetros de trilhas entre ida e volta.

Mochila All Trail
Crédito: Cristian Stassun

De fato é um bom trajeto para realizar as primeiras impressões da mochila, demoramos um certo tempo para escrever a avaliação da mochila All Trail 35 L, pois queríamos realizar outros testes.

Depois de estrear a mochila na Serra Fina, era hora de avaliar o modelo nas trilhas do sul do Brasil, fiz inúmeras trilhas em leitos de rio, em mata fechada e explorei muitas cachoeiras ao longo desses 5 meses de testes.

Mochila All Trail
Mochila All Trail
Mochila All Trail
Mochila All Trail

Uma das sugestões que tenho de melhoria da mochila All Trail é sobre o porta bastão de caminhada na barrigueira, pois o tipo da presilha que acomoda os bastões não é muito rígida, dificultando o manuseio, tanto para acomodar, quanto para tirar os bastões é as vezes complicado.

Os bastões quando estão ali acomodados eles podem atrapalhar um pouco ao longo da trilha, em algumas travessias de trekking, quando estamos em pequenos grupos em uma fila indiana (um frente ao outro), os bastões ficam escorregando pela presilha, tanto para frente quanto para trás, isso atrapalha o usuário durante a caminhada.

Usei por muitas vezes o modelo em expedições fotográficas, sei que a mochila não foi concebida para esse tipo de aplicação, mas fazer o que, “quem não tem cão, caça com gato”.  Uso essa mochila para ir ao trabalho também, onde levo comigo sempre o notebook, fones de ouvido e algumas materiais de trabalho.

Mochila All Trail

Posso dizer que essa mochila pode ser adaptada para qualquer situação, ela é leve, robusta e estilosa para usar até mesmo no dia a dia.

Se você gostou da nossa avaliação completa, deixe um comentário logo abaixo, veja também mais avaliações de produtos aqui em nosso site. Acesse!

Cerro de la Viga – México

Em Arteaga, município do Estado de Coahuila, norte do México há uma região considerada como um parque de diversão para os montanhistas, principalmente para aqueles que buscam a preparação para subida aos vulcões mexicanos. Entre inúmeros vales da Sierra Madre Ocidental, vários picos se erguem a altitudes acima dos três mil metros, um deles é o popularmente chamado Cerro de la Viga, ou Cerro San Rafael, como também é conhecido.

Com uma altura de 3700 metros em relação ao nível do mar, está na lista deste estado com um dos picos mais altos que não são vulcões do México.

O acesso a base da montanha não é difícil, e de carro está a poucos quilômetros da capital Saltillo e a 115 km da região metropolitana de Monterrey. Por boas rodovias chegando a um pequeno povoado chamado Los Lírios pode-se deixar o carro próximo a base em uma igreja, o lugar é considerado seguro. Neste ponto a altura já é de aproximadamente 2500 metros.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga


Cerro de la Viga

Desta forma, não é obrigatório, mas é aconselhado acampar um dia antes da subida para que o corpo possa se acostumar com a altitude antes de iniciar o ascenso da montanha. Acampamos na base da montanha,  o local não tem custo e no entanto nenhuma infraestrutura, o que na minha opinião é o que se espera quando se busca um maior contato com a natureza

É importante tomar em conta que nessa região no norte do México é o habitat natural do Urso Negro, deve-se tomar cuidado com alimentos que possam ser um atrativo para eles, ainda mais em épocas secas em que eles buscam o alimento junto aos humanos.

Cerro de la Viga

Despertamos cedo com o nascer do sol para tomar uma café e prepararmos tudo para a subida de 4km. Saímos as 8 da manhã do acampamento ao pé da montanha iniciando por uma estrada até começar a trilha. Logo no início o caminho apresenta uma grande inclinação. 

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

Apesar do início da trilha apresentar uma inclinação mais acentuada, todo o terreno em si tem um ganho altimétrico de 1.200 metros. O caminho começa com uma vegetação de arbustos, típicos de região semi desértica e a medida que se vai subindo os pinos vão tomando conta.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

O interessante é que o México possui uma grande variedade de habitats naturais, de florestas úmidas, desertos e semi-desertos a bosques de coníferas. Sabe aquelas florestas de filmes americanos? Pois bem! O México também tem.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

A medida que se vai subindo, é impossível não ficar impressionado com as cadeias de montanhas e a vegetação ao redor. É provável que se escute o som das águias e do vento nos ramos dos pinos com o seu som peculiar. Se você tiver sorte, ou não, quem sabe topa com um urso negro.

Cerro de la Viga

Já passando os três mil metros, pode ser que sinta a respiração um pouco mais ofegante, o que gera um maior cansaço, e uma possível dor de cabeça. Isso pode variar muito dependendo do organismo de cada pessoa e sua condição física.

Cerro de la Viga

Chegando já na parte alta da montanha poderá ver ambos lados, este ponto chama a atenção pelas árvores secas em uma grande extensão do outro lado do Cerro de La Viga. Isso se deve a um incêndio que ocorreu a uns anos, e como o lugar é muito seco e rochoso ainda demorará muitos anos para que se recupere esta área.

Cerro de la Viga
Cerro de la Viga

Seguindo a esquerda ainda em direção ao cume, diferente de outras montanhas, esta possui um abrigo e aparatos de monitoramento, como também uma torre de metal. Quando íamos subindo, muitos montanhistas iam descendo com suas mochilas cargueiras após passarem a noite ali.

Cerro de la Viga

Vista sobre a torre de observação a 3717 metros

Cerro de la Viga

Cerro de la Viga pode ser visitada todo o ano, o que se deve tomar em conta é que entre os meses de Dezembro a Fevereiro, quando no hemisfério norte é inverno as temperaturas costumam ser negativas durante as noites. Também é muito provável que encontrará neve na parte mais alta da montanha, principalmente entre a floresta de pinos.

Vídeo do caminho realizado até o cume do Cerro de la Viga – México!

Mapa da trilha Cerro de la Viga

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Descubra outros caminhos pelo México

Conheça também o Cerro de la Silla, situado no norte do México, mais precisamente dentro da região metropolitana de Monterrey, terceira maior área urbana deste país da América do Norte. O Cerro de la Silla ou “Montanha da Cela” como poderia ser chamado em português ganhou este nome em questão ao seu formato, por parecer muito com uma cela utilizada nos cavalos.

O Cerro de la Silla possui três principais picos, sendo cada um de diferente nível de dificuldade para chegar. Seus nomes são; Pico da Antena com 1.751 metros, Pico Norte com a mair altitude entre os três com 1.820 metros e o Pico Sul com 1.650m. Todos podem ser feitos em um dia de Hiking (Caminhada) Você levará em média de 7 a 9 horas para fazer todo o percurso de ida e volta. Por isso separe um dia para realizar a subida… Leia mais!

Três Cachoeiras

Sempre buscamos novas opções de trilhas, destinos e opções de lazer para os nossos leitores, e essa matéria não é diferente, estivemos presentes no 1º passeio da nova Rota Turística Caminho dos Vales e das Águas na cidade de Três cachoeiras no dia 12 de Dezembro/2018.

Passeio este que contou com aproximadamente 20 pessoas, dentre elas estavam presentes, gestores de agências de viagens, empresários locais, alguns moradores e claro nós do Trekking RS.

O Município de Três Cachoeiras localiza-se distante cerca de 165 km da capital Porto Alegre, cerca de 36 km da cidade de Torres/RS e afastada aproximadamente 20 km da cidade de Três Forquilhas, onde lá também é possível percorrer o Caminho dos Vales e das Águas, veja!

Três Cachoeiras é uma cidade pequena, mas muito cativante e bela, a história conta que em 1605, missionários jesuítas viajaram do Rio de Janeiro para cá com o objetivo de catequizá-los e protegê-los da ação dos bandeirantes paulistas que vinham ao Sul capturá-los para o trabalho escravo nas fazendas de São Paulo. A origem do nome de Três Cachoeiras deu-se, possivelmente, nesta época, de 1605 a 1615, por viajantes paulistas que encontraram três cachoeiras, distantes entre si cerca de 80 metros e localizadas ao Norte da sede do município, na encosta do morro mais tarde denominado “dos Pereira”. Leia a história completa.

O primeiro passeio por Três Cachoeiras começou pelo centro da cidade, mais precisamente pela Casa do Artesão Raízes da Arte, o local conta com inúmeros artigos artesanais feitos pelos moradores local, alguns deles são decorativos, outros contam histórias da cidade.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

O segundo local escolhido foi uma propriedade rural, onde é possível desfrutar de um piquenique em meio a um bosque, perto dali encontra-se um córrego com águas cristalinas que encantam e animam tomar aquele banho de rio.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de cerca de 40 minutos no local, nos deslocamos para dois atrativos de tirar o fôlego, estes são: o Poço das Andorinhas e o Poço dos Morcegos, locais de beleza intacta que enchem os olhos, as águas são totalmente cristalinas e próprias para banho.

No local existem duas trilhas uma para a direita que dá ao Poço dos Morcegos e outra à esquerda leva até o Poço das Andorinhas. As duas trilhas podem ser percorridas por todas as idades, os caminhos são bem marcados e de beleza singular, caminha-se aproximadamente cinco minutos em meio a mata atlântica para acessar as quedas de água.

Para fotógrafos o local é propício para realização de ensaios fotográficos e nós conseguimos capturar belas imagens desses locais, veja a seguir!

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de aproveitar bem os locais era hora de seguir em frente, a próxima parada seria no Moinho de Pedra, este é um dos únicos que ainda funcionam na cidade de Três Cachoeiras, construído artesanalmente, usa materiais como madeira e pedra em sua construção, antigamente este moinho funcionava com água, hoje em dia ele foi adaptado para trabalhar usando energia elétrica.

A construção do moinho é tão minimalista que além de transformar grãos de milho em farinha, ele separa a casca do milho da farinha, é incrível ver funcionando, ver estas coisas nos dias de hoje é algo inacreditável. Se você for visitar a cidade de Três Cachoeiras, não pode deixar de visitar esse Moinho de Pedra.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Já era hora de visitar outro local, a Casa da Tia Laura, este seria o lugar do nosso almoço, o atrativo conta com um restaurante temático, todo decorado com objetos antigos e rústicos, o local faz com que retornemos aos tempos antigos sem perder a sofisticação dos tempos modernos.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Além do acolhedor restaurante a Casa da Tia Laura possui acomodações belíssimas, bem incrementadas para que seus hospedes tenham a melhor experiência.

Aos arredores da propriedade há uma grande área de campos abertos com algumas árvores da espécie Figueira, uma dessas árvores possui mais de 200 anos, é uma grandiosa árvore que faz com que eu me sinta pequeno diante da tamanha grandeza de seus galhos.

Outro detalhe que não pode ser passado despercebido desta Figueira centenária, é o fato de possuir sobre seus galhos centenas de bromélias e flores que cresceram ali por conta própria. A natureza de fato é grandiosa e nos faz sentirmos insignificantes perto de toda essa beleza.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Não há preço que pague à experiência de deitarmos embaixo de uma árvore dessa magnitude, depois de um belo almoço caseiro.

Ali perto da Casa da Tia Laura encontra-se a Casa da Colonização, local com inúmeras histórias dos primeiros imigrantes italianos que chegaram a cidade de Três Cachoeiras, histórias dos Tropeiros que construíram cetenas de quilômetros de estradas onde eram levados suas produções agrícolas para trocar por mantimentos em outras cidades.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Você sabia que os Tropeiros construíram uma estrada que ligava a cidade de Três Cachoeiras à cidade de Caxias do Sul e o tempo de percurso demorava aproximadamente 30 dias para percorrer tal distância.

Ao lado da Casa da Colonização, encontra-se a primeira igreja construída totalmente de madeira pelo imigrantes. Hoje em dia a igreja foi reformada, as únicas peças originais que restaram são as janelas e a porta fabricadas a mão.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de conhecer tantas histórias legais sobre os primeiros imigrantes era hora de irmos a outro atrativo, o Alambique conhecido como 3º Gole, este é um dos poucos alambiques que restaram na cidade de Três Cachoeiras, o proprietário e produtor da Cachaça 3º Gole, nos contou sobre como é produzido a cachaça, e posso dizer a vocês, não é bem assim fabricar cachaça..kkk

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Provamos a cachaça e é muito boa, forte e saborosa, gostei tanto que até adquiri uma garrafa para degustar nos invernos aqui na Serra Gaúcha.

Este passeio com certeza foi incrível, teve muita diversidade no roteiro, provamos muitas delícias e nos encantamos com as histórias locais. Acreditamos que o Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras é um roteiro turístico maravilhoso para todas as idades e deve ser conhecido e desfrutado ao máximo por todas as pessoas que ali vier.

Veja todas as fotos dessa incrível experiencia que foi o 1º passeio pelo Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras. Acesse o nosso álbum no Flickr.

Caso você queira desfrutar desse incrível roteiro turístico pode contatar a Prefeitura Municipal de Três Cachoeiras ou as agências locais: Esmeralda Turismo, contato: (51) 9 9142-5790 e Paulão Transportes, contato: (51) 9 9987-1825.

Caso você seja da região da Serra Gaúcha e queira conhecer os encantos desse roteiro a empresa Sol de Indiada está credenciada para levar você até estes atrativos.

Tedesco Eco Park

Tedesco Eco Park

Tedesco Eco Park é a nova opção de hospedagem e lazer da cidade de São Francisco de Paula/RS – Brasil, para você, seus amigos e família desfrutar de uma experiencia incrível, longe dos centros urbanos.

O local foi pensado e construído de maneira inovadora para que seus visitantes contemplem a natureza intacta de um local selvagem, com segurança, infraestrutura  e comodidade.

O Tedesco Eco Park conta com uma ótima infraestrutura propicia para Glamping, um serviço que se assemelha aos acampamentos, porém com mais conforto e infraestrutura. O Glamping nada mais é que uma mistura das palavras “glamorous camping” ou seja Camping de Luxo.

No parque tem inúmeras tendas temáticas que podem ser escolhidas pelos hospedes, as tendas oferecem todos os mimos que um hotel oferece, como uma cama king Size, lareira, deck, chuveiro e comida pronta na mesa. Tudo isso para você ter a melhor vivência do Glamping. 

Além do Glamping o Tedesco Eco Park, oferece a seus hospedes um conceito inovador de hospedagem. Você terá a oportunidade de vivenciar uma Experiência nova aliando conforto com rusticidade ao estilo de um Refúgio de Montanha de Luxo em meio a um bosque. Ao mesmo tempo você dividirá seu quarto com seus amigos ao estilo república e terá sua individualidade preservada em nichos individualizados com Conforto e Privacidade.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Além de toda essa estrutura o parque ainda conta com restaurante, onde são servidos pratos diversos no almoço, jantar e café da manhã, bar temático e um auditório para eventos empresariais.

Em conjunto a toda a estrutura do restaurante a uma grande área de deck´s construída para você relaxar ao máximo seu corpo e mente, com vista para um grande lago azul.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS
Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Caso você esteja buscando um lugar para curtir a natureza, o Tedesco Eco Park proporciona inúmeras atividades de lazer, como cavalgadas, caminhas e trilhas, stand-up, passeios de bicicleta, de caiaque e quadriciclo, próximo do parque é possível desfrutar de banhos de rio e cachoeira.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Localização:

Distante aproximadamente 150 km da capital Porto Alegre, Gramado fica a 41 km do Tedesco Eco Park. O Aeroporto Regional Hugo Cantergiani fica a 106 km da propriedade.  Como chegar, clique aqui.

Mais de 100 hectares de experiências te esperam nos campos de cima da Serra. Você pode escolher entre fazer atividades ou simplesmente contemplar as belezas naturais. E claro, as duas coisas juntas! Venha se conectar com a natureza de uma maneira como você nunca fez antes.

Tedesco Eco Park
Crédito: Luís H. Fritsch/TrekkingRS

Consulte pacotes e tarifas no próprio site do parque, esse sem dúvidas é um dos melhores locais para relaxar e estar em contato direto com a natureza, com comodidade e segurança.

Siga as redes sociais do Tedesco Eco Park no Facebook e Instagram, para mais informações envie um e-mail para:  atendimento@tedescoecopark.com.br

Panela Naturehike

Apresento a vocês a Panela Naturehike Heat Retention, um produto destinado para praticantes de montanhismo, trekking, cicloturismo e camping.

Esse modelo de panela é um pouco diferente dos conhecidos e geralmente encontrados no Brasil, a panela Naturehike, possui todas as características de uma panela normal de acampamento, o seu maior diferencial é dada por conter um pequenas aletas (conhecida como radiador) na parte de baixo onde é apoiada no fogareiro.

Esse “radiador” nada mais é que um intensificador de calor, sua principal função é distribuir melhor o calor no fundo da panela e reduzir em 30% a quantidade de combustível durante seu uso (dados segundo o fabricante), ainda estamos realizando testes que comprovem esse eficiência.

Panela Naturehike
Panela Naturehike

As panelas com o sistema de “radiador” são mais indicadas para pessoas que usam fogareiros de boca pequena, isto é, fogareiros que são muito parecidos com maçaricos. Caso você use um fogareiro assim já teve ter notado que ao preparar seu almoço ou jantar, o calor gerado pelo queimador do fogareiro é sempre maior no centro da panela, isso pode fazer com que as vezes você queime alguns alimentos durante o preparo (usando panelas normais).

Características Panela Naturehike – Heat Retention

A panela Naturehike tem capacidade de 1.5 L, é ideal para cozinhar para até duas pessoas, no kit completo é composto por uma panela, duas tigelas/xícaras, uma espátula e uma esponja especial para limpa-lá após o uso.

Panela Naturehike
Panela Naturehike
Panela Naturehike
Panela Naturehike
  • Material: Liga de Alumínio
  • Peso: 314 gramas (panela)
  • Peso: 54 gramas (tigela e espátula)
  • Tamanho: 15 cm x 13 cm
  • Capacidade: 1,5 litros
  • Origem: China

Site do fabricante

Ainda não terminamos os testes com esse modelo de panela Naturehike, mas já podemos analisar alguns pontos prós e contras, veja abaixo:

Prós

  • A panela é leve e prática de usar;
  • O cabo de sustentação da panela é dobrável;
  • Fácil acomodação do recipiente de gás dentro da panela, junto com seus acessórios;
  • Boa capacidade expressa em litros para duas pessoas;
  • Radiador integrado, aumenta a geração de calor e a economia de combustível.

Contras

  • A tampa da panela não tem abertura para escoar a água;
  • Não possui nível de medida de água na panela;
  • Difícil limpeza da parte externa da panela;
  • Não possuí teflon dentro da panela
  • Preço elevado.

Caso você queira adquirir esse produto, ele está disponível para compra na maioria da lojas outddor espalhadas pelo brasil, temos uma parcerias com a loja Patos do Sul localizada na cidade de Caxias do Sul/RS, converse com a proprietária Helen, ela terá todo prazer de lhe atender.

Valor: R$ 199,00 – Este valor pode variar de acordo com a variação do Dólar.

Por você ser nosso leitor você tem descontos especiais na loja Patos do Sul, entre em contato e negocie, lembre-se que para adquirir o desconto você terá que dizer que é nosso leitor.

Veja também outras avaliações da marca Naturehike clicando aqui!

Cerro de la Silla

Situado no norte do México, mais precisamente dentro da região metropolitana de Monterrey, terceira maior área urbana deste país da América do Norte. O Cerro de la Silla ou “Montanha da Cela” como poderia ser chamado em português ganhou este nome em questão ao seu formato, por parecer muito com uma cela utilizada nos cavalos.

O Cerro de la Silla é uma área que desde 26 de Abril de 1991 foi decretada área de proteção ambiental através do reconhecimento de monumento natural mediante um decreto presidencial. Contando assim com um  total de 6.309 hectares protegidas.

O Cerro de la Silla possui três principais picos, sendo cada um de diferente nível de dificuldade para chegar. Seus nomes são; Pico da Antena com 1.751 metros, Pico Norte com a mair altitude entre os três com 1.820 metros e o Pico Sul com 1.650m. Todos podem ser feitos em um dia de Hiking (Caminhada) Você levará em média de 7 a 9 horas para fazer todo o percurso de ida e volta. Por isso separe um dia para realizar a subida.

Pico da Antena

A partir da Rua Bosques da Pastora no município de Guadalupe na parte final da rua você chegará ao início do caminho que te levará ao pico da Antena e que também é parte do caminho que te levará ao pico Norte.

O caminho está muito bem marcado por que passa onde existe uma estrada que foi construída para a manutenção das antenas que estão no topo. Por esta questão é um caminho que você encontrará mais caminhantes e corredores de montanha pela facilidade de como o caminho está marcado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Subindo o caminho, até um ponto já alto da montanha você encontrará com uma grande estrutura de concreto que hoje são as ruínas de um antigo teleférico, que no dia da sua inauguração teve um acidente com o rompimento de um cabo e desde então nunca mais foi reaberto. Chegando a este ponto, muitos já descem novamente. O teleférico é uma excelente opção para quando não se tem muito tempo ou o preparo físico que demanda os demais picos, assim que este trajeto pode ser feito em duas horas de caminhada.

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o antigo teleférico abandonado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Após horas de subida você passará por vários pontos de observação para a região metropolitana de Monterrey, cada uma um espetáculo a parte. E já ao finalizar a subida você se deparará com uma cerca onde se encontram as antenas, neste lugar não é permitida a entrada, assim que deve-se seguir pela cerca até chegar a um ponto na lateral com muitas pedras onde será seu ponto final e te proporcionará uma visão incrível de todo o outro lado com a cadeia de montanhas que fazem parte da reserva do Cerro de la Silla.

Foto de um dia com nuvens na cidade de Monterrey, vista pelo caminho ao pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Chegada ao cume do pico das antena, de aqui se pode deslumbrar todo o vale da Reserva Natural Escondito entre as montanhas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico Norte visto desde o pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

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Pico Norte

Pico de maior dificuldade, tomando o mesmo caminho para o pico da antena uma trilha a direita após passar o antigo teleférico, a trilha se torna um pequeno caminho que contorna grandes pedras, onde se pode mencionar o “Paso de los Elefates” local de gigantes pedras calcarias de onde pode ter uma excelente visão da região metropolitana de Monterrey.

Ao entrar na trilha para o pico norte se notará que se trata de um caminho muito mais fechado de vegetação e de subidas e baixadas em questão ao caminho muito pedregoso. Se encontrará marcações em pedras e algumas fitas coloridas em árvores, no entanto deve-se estar sempre atento pois existe uma possibilidade de perder-se, ainda mais caso seja a sua primeira vez. É muito recomendado ir com alguém que conheça o caminho previamente ou usar um GPS para ajudar a guiar-te.

Seguindo o caminho haverá um ponto em que será necessário perder elevação, este é o ponto em que se desce o vale entre o pico das antenas e o pico norte. Este vale apresenta uma vegetação muito diferente por ser um lugar de pouco sol e que preserva uma boa umidade em um clima que normalmente é semidesértico no norte do México

Caminho de subida após o vale entre o Pico da Antena e Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Desde esse ponto será apenas subida já pela montanha do pico norte. Esse trecho consiste em um caminho que normalmente é feito em 1 hora e meia em média desde o bosque úmido do vale e a medida que se ganha altitude a vegetação se torna menor, até o ponto próximo ao pico que conta apenas com vegetação rasteira.

Próximo a alcançar o cume do Pico Norte, ao fundo tico da Antena.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico da Antena visto do Pico Norte.

O pico norte proporciona uma visão incrível em 360 graus de toda a região metropolitana, tudo isso ao lado de um grande abismo de rochas calcárias de tirar o fôlego. Tudo isso ainda com a possibilidade de ver toda outra cadeia de montanhas que no México é chamada de Sierra Madre, ela compeende grande parte do território mexicano, no entanto esta cadeia montanhosa  se estende desde a América Central até o Canadá cruzando por todo o país.

Chegada ao cume do Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o cume

Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz

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Maior pêndulo do Brasil

O maior pêndulo do Brasil em altitude está localizado junto a um dos mais belos cartões postais do estado de Santa Catarina, mais precisamente no Cânion Espraiado, localizado a cerca de 30 quilômetros do centro do município de Urubici em meio a Serra Catarinense.

Sou apaixonada pelo Cânion Espraiado, foi amor a primeira subida… Hehe… e já se vão 11 anos desde então. Lugar de extrema paz e extrema adrenalina ao mesmo tempo! Não me canso de contemplar esse desenho vivo de Deus, no qual ele parece ter esculpido cada borda, cada contorno de montanha e cada leito de rio.

Imagem do Cânion Espraiado durante o Encontrão TRIP MONTANHA 2018

Maior pêndulo do Brasil

Maior pêndulo do Brasil

Entenda como é montado o maior pêndulo do Brasil

Montado de maneira inovadora, o  maior pêndulo do Brasil em altitude é montado com fitas dinâmicas de slackline. O sistema principal e de backup ficam presos em sólidas ancoragens instaladas nas rochas.

O participante salta com duas cordas dinâmicas presas a ele. Estas, por sua vez, ficam presas em uma placa entre os slacklines. As duas cordas ancoradas na cadeirinha do participante são dinâmicas também, isto é, são as mesmas usadas em escaladas. Isso garante maior elasticidade, sendo imperceptível o tranco gerado ao esticar a corda, fazendo com que os corajosos que se desafiam a saltar tenham uma experiência extremamente radical e “suave” ao mesmo tempo! Adrenalina da queda livre sem o tranco das fitas.

Usando equipamentos específicos e com total segurança, a @naturalextremobrasil conseguiu montar esse pêndulo inédito no Brasil, com 80 metros de queda a uma altura de 350 metros do fundo do cânion.

Durante a preparação, vestindo os equipamentos de segurança, até a hora de saltar não senti medo em nenhum momento! Os meninos da @naturalextremobrasil são muito feras! Foi extraordinário ver o Cânion Espraiado de outros ângulos, estar dentro dele, vendo os paredões imponentes de frente.

Veja o vídeo do meu salto

 

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De outros ângulos… 🙃❤🏞⛰🤘😜 . E esse foi o maior pêndulo já realizado no Brasil … dentro do Canion Espraiado, esse desenho de Deus que eu amo de paixão!!! . A @naturalextremobrasil montou toda estrutura com highline com toda segurança. Não senti medo em nenhum momento! Vocês são muito feras!!! SENSACIONAL!!! 🙌 . Valeu @rafa.bridi @angelomaragno . @jake_gules @canionespraiado @tripmontanha @naturalextremobrasil @ecoxperiences . #energiavital #amorsempre #tudonoplaneta #canion #vivaintensamente #adrenalinadas #semlimitesaventura #penduradanoplaneta #highline #pendulo #canionespraiado #urubici #santacatarina #brasil #trekkingrs #trilhando #gratidao #naturalextremobrasil

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GRATIDÃO por poder participar!

GRATIDÃO à equipe do NATURAL EXTREMO: Rafael Bridi, Angelo Maragno, Fylipe Weickert, Chico Amorin e André Nabuco.

Caso você tenha interesse em viver essa experiência única, então acesse o site Natural Extremo. Lá você encontra todas as informações sobre a prática dessa atividade radical extrema e extraordinária!

VIVA com a intensidade que a vida merece… PLENA!