Dicas úteis para o primeiro acampamento

Venho através desse texto trazer algumas dicas úteis para você que nunca acampou, ou que talvez não tenha experiencia com os equipamentos de camping.

A primeira coisa que pensamos quando vamos acampar é onde vamos dormir, geralmente procuramos gastar o menos possível em uma barraca, mas isso as vezes é um erro grande que cometemos, pois barracas muito baratas, às vezes, podem sair caras.

Digo isso, pois já vi um grande número de pessoas indo a lugares, às vezes selvagens e passar por maus bocados por escolher a barraca mais barata possível. Pense comigo por um instante, quando saímos de nossas casas para nos aventurar em um local desconhecido, queremos trazer boas recordações, não é mesmo? Para que isso aconteça você tem que tomar algumas precauções, uma delas e a mais importante, é qual a barraca escolher. Para ter uma aventura saudável e inesquecível precisamos dormir bem e acordar feliz.

Para não pecar na hora de escolher a barraca para a sua aventura, analise os dados meteorológicos do local onde você vai acampar, busque o maior número de informações sobre o seu destino, pois assim saberá qual será o equipamento que será necessário adquirir, para não passar por situações indesejadas durante o acampamento.

A barraca que vemos na imagem abaixo é uma das mais baratas encontradas no mercado nacional, desenvolvida para usar em climas quentes em regiões de praia.

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A primeira coisa que deve ser levado em consideração na escolha de uma barraca são seus dados técnicos e não o seu valor, a barraca apresentada a cima conta com a seguinte especificação técnica:

Marca Mor
Capacidade (pessoas) 3 pessoas
Composição/Material Poliéster, piso em polietileno e varetas em fibra de vidro.
Cor Azul e amarela
Porta dupla Não
Tela mosquiteiro Não
Bolso para guardar objetos Não
Tipo de sobreteto Não informado pelo fornecedor
Conteúdo da Embalagem 1 Barraca Iglu
Dimensões aproximadas do produto (cm) – AxLxP 2×1,6×1,1m
Peso líq. aproximado do produto (kg) 2kg

Todas as informações divulgadas, bem como os benefícios e resultados do produto são de responsabilidade exclusiva do Fabricante/Fornecedor.

Caso você adquira uma barraca deste modelo, esteja ciente que ela foi desenvolvida para climas quentes, onde não haja insetos. O modelo não conta com mosquiteiro, isso é terrível, pois na natureza sempre existes mosquitos, aranhas e outros animais. Outro detalhe que deve ser levado em consideração, é a quantidade de chuva que essa barraca suporta, cerca de 300 mm de coluna de água (resistência à chuva), isso é praticamente nada, para ter uma ideia, o padrão internacional de coluna de água menciona que para uma barraca poder ser considerada impermeável, tem que suportar no minimo 1.500 mm de coluna de água, então este modelo de barraca tem seu uso descartado em lugares onde possa chover.

Dicas úteis no camping:

Após ter comprado a sua barraca, a dica é você montar antes de ir viajar, pois a pior coisa que pode acontecer é chegar no acampamento e durante a montagem perceber que falta alguma parte, ou que a barraca veio com algum defeito de fabricação. Então seja prudente e monte a barraca antes de ir viajar, assim você  se assegura de que tudo está em ordem e não possui defeitos.

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Para escolher o melhor local para montar a barraca é muito fácil: escolha lugares que sejam planos, sem muitas pedras e que não emposse água. Uma boa dica, é antes de colocar as varetas, você deitar sobre o quarto da sua barraca para saber se não há buracos no terreno ou raízes que possam lhe incomodar durante a noite, dessa maneira é possível constatar se existe alguma inclinação no terreno.

Para fixa-la ao solo use os espeques em ângulo de 45° graus, com essa angulação a barraca fica mais estável e segura, e caso vente durante a noite a barraca vai continuar firme, impedindo que levante. Prenda também os elásticos ou cordinhas de estabilização, isso deixará  todo o conjunto mais estável, mesmo em climas desfavoráveis.

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Outra dica interessante, é você sempre  ter junto na mochila uma lona para por por cima da barraca, pois geralmente a maioria das barracas não contam com um avanço de área, em dias chuvosos pode ficar ruim para cozinhar, além disso é possível usar para diminuir os efeitos do sol escaldante em algumas regiões brasileiras. Nas barracas que possuem grande impermeabilidade como a barraca Nepal, não é indicado armar a barraca ou deixa-la montada sobre o sol forte, pois o calor pode descolar suas costuras (geralmente as barracas impermeáveis possuem costuras seladas eletronicamente), o que não seria uma boa ideia.

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Se você estiver procurando por locais de camping, hospedagens ou até mesmo acampamentos selvagens, aqui no site é possível encontrar tudo o que procura, acesse os links abaixo:

Onde, quando e como acampar;

Camping selvagem;

7 dicas para acampar na praia.

Após ler estas dicas, e por ventura ainda surgir alguma dúvida, deixe um comentário na aba logo abaixo, ficarei grato e feliz em compartilhar meus conhecimentos com você e trocar experiências sobre acampamentos.

Barraca Nepal II – Azteq

Barraca Nepal II – Azteq

Vamos apresentar nesse review uma barraca já em uso há mais de 8 meses, mostrando todas as suas características, pontos positivos e negativos.

Marca: Azteq

Desde 2000, a Azteq, empresa Brasileira, vem desenvolvendo equipamentos para atividades ao ar livre, como trekking, ciclismo, escalada, camping, além de utilidades para viagem. Fonte: Azteq

Assista o vídeo:

Características:

A Nova Barraca Nepal da Azteq é uma barraca de 3 estações, não autoportante, do tipo arco, muito leve, fácil de montar e resistente a ventos. Acomoda perfeitamente duas pessoas com bagagem.

Seu sobre-teto é fabricado em poliéster tipo Ripstop com tratamento de poliuretano e costuras seladas, que garante impermeabilização com 6.000mm de coluna de água.

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A grande diferença na construção dessa barraca é que ela utiliza apenas uma vareta de material duralumínio aeronáutico. O maior benefício disso é o baixo peso, fazendo com que a barraca Nepal II da Azteq tenha pouco mais que 2 kg, mesmo sendo uma barraca de bom tamanho, com espaço suficiente para abrigar confortavelmente duas pessoas.

A Nepal II possui duas saídas de ar superiores para permitir ventilação cruzada e minimizar a condensação interna.

Possuí duas portas, facilitando o acesso ao seu interior, juntamente com avanços laterais que possuem espaço suficiente para guardar calçados, roupas e outros equipamentos. Além disso, suas laterais são protegidas com saias para neve, isso é uma tecnologia pouco utilizada aqui no Brasil. É uma barraca boa para usar em todas as situações, desde camping confortável à alta montanha, para acampamento até 4.500 metros de altitude.

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Seu dormitório é em nylon, com paredes teladas para garantir melhor respiração e o piso em poliéster / poliuretano.

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Na parte interna, possui bolsos laterais, prateleira para guardar itens e também possui porta lanterna no teto.

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O design da nova barraca Nepal 2 também foi atualizado, e agora a parte lateral conta também com uma mandala, item já verificado em algumas outras barracas da Azteq. A parte interna conta agora com suporte para lanterna.

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Além disso, a Azteq foi muito feliz em utilizar engates rápidos para os ajustes, o que torna a montagem e desmontagem facilitadas. Aliás, na última versão dessa barraca, foi introduzida uma novidade, a bolsa de transporte. Ao contrário das tradicionais que são difíceis de colocar e tirar o equipamento, o novo modelo vem no estilo “enrolável”, onde permite dobrar a barraca em um tamanho não tão diminuto, porém facilmente guardada e “enrolada” no pack de transporte.

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A barraca Nepal 2 da Azteq é ideal para duas pessoas, desde que guardados os equipamentos nos avances laterais, sendo perfeita para utilização em montanhismo, viagens, travessias, cicloturismo e camping. É uma excelente barraca!

Especificações:

  • Capacidade: 2 pessoas
  • Dimensões (aberta, Comprimento x Largura x Altura): 272 x 256 x 110 cm
  • Dimensões (fechada): 16 x 50 cm
  • Peso: 2.300 g.
  • Piso: Nylon Oxford Ripstop respirável 70D/210T. Suporta coluna d’água de 6.000mm.
  • Costuras: Seladas eletronicamente.
  • Teto: Nylon Taffeta 70D/190T. Suporta coluna d’água de 6.000mm.
  • Vareta: Duraluminio anodizado conectado com elásticos especiais.

Outros:

  • Estrutura da canaleta por onde passa a vareta feita com Power Mesh.
  • Presilhas de engate rápido para fixação lateral do corpo da barraca na vareta.
  • Argola superior interna para fixação de lanterna.
  • Pontos de estresse com reforço extra.
  • Abertura para ventilação para climas mais quentes.
  • Saias para neve.

Conclusão:

Passados oito meses desde a compra desta barraca, já acampei nos mais variados climas do Brasil, em temperaturas negativas no sul do Brasil, lugares de muito calor, praias, campo aberto, com chuva torrencial, ventos fortes e grandes geadas, posso dizer com certeza que essa é uma das barracas com o melhor custo-beneficio vendida no Brasil atualmente.

Ela é de fácil montagem/desmontagem, os ajustes do sobre-teto são muito eficientes, pois garantem que você sempre monte ela no mesmo padrão, garantindo assim melhor sustentabilidade em climas desfavoráveis.

Esta barraca se comportou muito bem sobre grandes quantidades de chuva e ventos, até mesmo sendo montada em solos encharcados, todos os tecidos impermeáveis deram conta do recado, a ventilação dentro da barraca também é um ponto forte, ela ventila muito bem, somente em climas muito frios que ela tende a condensar um pouco, isso se dá pelo calor gerado pelo corpo.

Os espeques/estacas da barraca são relativamente frágeis, em solos muito duros, recomento usar sempre uma pequena marreta de borracha ao prender os espeques, pois somente com os pés e as mão eles entortam muito fáceis.

Pontos positivos: Leve, compacta, boa impermeabilidade, facilidade para montar e excelente custo-beneficio.

Pontos negativos: Condensa relativamente fácil em climas frios, espeques/estacas são frágeis, entortam com facilidade.

Esta barraca e outros equipamentos para suas aventuras você encontra na loja de nossos parceiros:

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Contato:

Fone: +55 (54) 3213.5131

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Texto e fotos: Luís H. Fitsch

 

Os picos mais altos do Brasil

Os picos mais altos do Brasil

Desde os primórdios os homens já escalavam as montanhas e buscavam muitas vezes os picos mais altos. E até os dias de hoje isso não é diferente! Muitos turistas viajam em busca de encontrar quais são as picos mais altos ou os mais bonitos do Brasil para visitar.

Se você gosta de escalar montanhas, ou então se você tem medo, mas gosta de apreciar essa verdadeira beleza da natureza, então se prepare e confira agora uma lista de picos mais altos do Brasil.

Veja nossa lista com mais de 30 picos espalhados pelo Brasil:

O Pico da Neblina, localizado no norte do Amazonas, na Serra do Imeri, é o ponto mais alto do Brasil com 2.994 metros de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004). Dá nome ao Parque Nacional do Pico da Neblina, onde está situado. Localiza-se no município de Santa Isabel do Rio Negro, mas a cidade mais próxima é São Gabriel da Cachoeira.

Pico da Nblina – 2.994 metros

O segundo ponto mais alto situa-se a meros 687 metros da fronteira com a Venezuela no Pico 31 de Março (altitude de 2.972,66m), conforme determinado por uma comissão demarcadora de fronteiras em 1962.

Pico 31 de Março – 2.972,66 metros

O Pico da Bandeira é o ponto mais alto dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, como também de toda a Região Sudeste do Brasil. É também o terceiro ponto mais alto do país, com 2.891,98 metros de altitude (medição revista por GPS pelo Projeto Pontos Culminantes do Brasil, do IBGE e do Instituto Militar de Engenharia, em 2004).

O pico possui esse nome porque, por volta de 1859, o imperador Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império naquele que, na época, era tido como o ponto mais alto e imponente do Brasil.

Pico da Bandeira – 2.891,98 metros

O Pico do Calçado faz parte do Pico da Bandeira como um sub cume com 2.849 metros de altitude, de acordo com o Projeto Pontos Culminantes do Brasil. É também, a segunda montanha mais alta dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais.

Pico do Calçado – 2.849 metros

A Pedra da Mina ou Pico Pedra da Mina é a quarta montanha mais alta do Brasil e está situada na Serra da Mantiqueira, na divisa do estado de São Paulo com o estado de Minas Gerais. Com 2.798,39 m de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004), é o ponto culminante da Serra da Mantiqueira e do estado de São Paulo, e a terceira montanha mais alta do estado de Minas Gerais.

Pedra da Mina – 2.798,39 metros

O Pico das Agulhas Negras, com 2 791,55 metros de altitude, é o ponto culminante do estado do Rio de Janeiro, o quarto ponto mais alto do estado de Minas Gerais, e o sexto mais alto do Brasil.

Está localizado na Serra da Mantiqueira, entre os municípios fluminenses de Itatiaia e Resende, e o município mineiro de Bocaina de Minas, na parte alta do Parque Nacional de Itatiaia.

Pico das Agulhas Negras – 2 791,55 metros

O Pico do Cristal é o sexto mais alto pico brasileiro, com 2.769,76 metros de altitude, segundo a medição revista pelo IBGE e pelo Instituto Militar de Engenharia, através do Projeto Pontos Culminantes do Brasil.

Localiza-se na Serra do Caparaó, dentro do Parque Nacional do Caparaó, no município de Alto Caparaó, Estado de Minas Gerais, a 20º 26′ 37″ de latitude sul e 41º 48′ 42″ de longitude oeste.

Pico do Cristal – 2.769,76 metros

O Monte Roraima é uma montanha localizada na América do Sul, na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Constitui um tepui, um tipo de monte em formato de mesa bastante característico do planalto das Guianas. Possui 2.734 metros de altitude.

Monte Roraima – 2.734 metros

Criado em 1937, o Parque Nacional de Itatiaia possui duas portarias que separam a mesma área demarcada em dois ambientes distintos. Na parte baixa, árvores centenárias e vegetação típica de Mata Atlântica, compõem a reserva repleta de cachoeiras e poços ideais para banho, no entanto é na parte alta que se concentra a aventura, a paisagem muda, e as matas dão lugar aos campos rupestres compostos por rochedos de formas variadas e vegetação rasteira que espreitam as grandes montanhas dessa porção extremamente fria do país, que já esteve coberta de neve mais de uma vez.

O Morro do Couto possui 2.680 metros de altitude é a primeira montanha que se alcança a partir da portaria do parque, e pode ser vencido em duas horas de caminhada fácil. A montanha é frequentada por muitos escaladores em busca das diversas vias com variados graus de dificuldade. Outra rota para se atingir o cume, é saindo do Pico das Prateleiras e seguindo pela crista da montanha até o alto. Do topo tem-se uma vista incrível do Pico das Agulhas Negras e da Serra Fina.

Morro do Couto – 2.680 metros

A Pedra do Sino de Itatiaia é uma elevação montanhosa localizada na Serra da Mantiqueira, no Parque Nacional de Itatiaia, próxima ao Pico das Agulhas Negras. Possui 2.670 metros de altitude.

Localiza-se na divisa dos municípios de Itamonte e Bocaina de Minas, no estado de Minas Gerais e é a sexta montanha mais alta do estado (após os Picos da Bandeira e do Calçado, a Pedra da Mina e os picos das Agulhas Negras e do Cristal) e a segunda mais alta localizada inteiramente dentro do estado. É o terceiro pico mais alto do Parque Nacional de Itatiaia e o décimo do Brasil.

Pedra do Sino de Itatiaia – 2.670 metros

O Pico dos Três Estados é uma montanha em cujo topo está o ponto onde se encontram as divisas geográficas dos estados brasileiros de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (respectivamente, municípios de Passa Quatro, Resende e Queluz). Suas coordenadas são: 22º 25′ 24″S e 44º 48′ 48″ W. Possui a altitude de 2.665 m e encontra-se localizado na extremidade oriental da Serra Fina, uma seção da Serra da Mantiqueira, próximo à Pedra da Mina e ao Pico das Agulhas Negras.

Pico dos Três Estados – 2.665 metros

A Pedra do Altar está a 2.665 m de altitude. Localização especial por estar na parte central do parque Itatiaia, podendo avistar os principais cumes do Planalto, seus vales ao redor e percorrer a trilha ao lado do imenso rochoso das Agulhas Negras.

Pedra do Altar – 2.665 m

O Morro da Cruz do Negro com 2.658 metros de altitude, localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um importante ícone do montanhismo no Brasil. Do lado mineiro sua entrada fica no Município Alto do Caparaó e sua entrada pelo lado capixaba deve seguir para o município de Dores do Rio Preto e rumar sentido ao distrito de Pedra Menina.

Morro da Cruz do Negro – 2.658 metros

O Pico do Tesouro com 2.620 metros de altitude faz parte do Parque Nacional do Caparaó, localizado na divisa entre os estados do Espírito Santo e Minas Gerais.

Pico do Tesouro – 2.620 metros

O Pico dos Marins fica situado na divisa dos municípios de Piquete e Cruzeiro, no estado de São Paulo, Brasil. Localizado na Serra da Mantiqueira, seu cume está 2.420 metros acima do nível do mar. Formado por um grande maciço rochoso com paredões íngremes, a montanha é um importante destino para quem pratica trekking.

Pico dos Marins – 2.420 metros

Pico do Garrafão é imponente devido a localização geográfica encontrada na região. O Garrafão é a montanha de maior altitude em toda a Serra do Papagaio com  2.359 metros, localizado no Município de Alagoa – MG.

Pico do Garrafão – 2.359 metros

O Pico Maior de Friburgo é uma formação montanhosa com altitude de 2.366 metros, situada no município de Nova Friburgo (RJ), sendo o ponto culminante de toda a Serra do Mar brasileira. É um dos “Três Picos de Salinas”, todos localizados no município de Nova Friburgo, e com altitude superior a 2.000 metros de altitude, tendo estes dado o nome ao Parque Estadual dos Três Picos. É muito procurado para a prática de montanhismo.

Pico Maior de Friburgo – 2.366 metros

A Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude, é o ponto culminante do Parque Nacional da Serra dos Órgãos e da cidade de Teresópolis, no estado brasileiro do Rio de Janeiro. É um local muito procurado por montanhistas e alpinistas para a prática de diversos esportes e atividades turísticas.

Seus vales e penhascos imensos e várias plataformas de observação oferecem uma visão panorâmica de toda região.

Atualmente, suas trilhas vem sendo usadas por muitos visitantes que buscam um lugar tranquilo para entrar em contato com a natureza, aproveitar um visual ímpar e respirar o ar puro da montanha.

Pedra do Sino – 2.275 metros

O Pico da Caledônia é uma das maiores elevações da Serra do Mar e que fica situado entre as cidades de Nova Friburgo e Cachoeiras de Macacu, na divisa entre os dois municípios, inserido no Parque Estadual dos Três Picos. Com 2.257 metros de altitude, possui uma das mais belas vistas de Nova Friburgo e de outras localidades próximas podendo-se até visualizar a Baía da Guanabara e uma parte da cidade do Rio de Janeiro.

Pico da Caledônia – 2.257 metros

O Pico do Selado é um dos picos da Serra da Mantiqueira, na porção limítrofe entre o distrito de Monte Verde no município de Camanducaia, Minas Gerais, Joanópolis, em São Paulo e o distrito São Francisco Xavier, na cidade de São José dos Campos, também em São Paulo. Tem altitude de 2.082 metros.

Pico do Selado – 2.082 metros

Pico do Sol o mais alto da Cadeia do Espinhaço, 2.072 metros. Para aqueles que ousam desafiar os limites do corpo, a Serra do Caraça possui sete picos.

É bom ressaltar que para vencer os obstáculos naturais destas trilhas, que minam a resistência de quem se arrisca, é preciso ter bom preparo físico, boa coordenação motora e estar acompanhado dos Guias Cadastrados no Caraça.

Segundo alguns, “o coração parece saltar pela boca”. No entanto, todo esse esforço é recompensado pelas paisagens indescritíveis e pelas belezas típicas de cada pico. Somente quem vence a montanha pode descrever, se houver palavras, a sensação própria de cada subida e da vista que se pode contemplar.

Pico do Sol – 2072 metros

O Pico do Inficionado 2.068 metros.

Todas as trilhas que levam ao Pico do Inficionado atravessam o mosaico natural característico das áreas de transição da Mata Atlântica para o Cerrado, entremeadas pelos Campos de Altitude e pelos Campos Rupestres.

São 5 km até a base do Pico. No início, a subida é forte e íngreme, exigindo grande esforço e o uso das mãos para vencer os obstáculos. O que só reforça a exigência de que este caminho seja sempre feito com o acompanhamento de Guias Cadastrados no Caraça. Após esta etapa, a subida é menos fatigante, passando por diversos platôs que permitem observar as belas paisagens e relaxar antes do ataque final.

A última fase também é uma subida acentuada, passando por uma laje de pedra bem inclinada. O esforço é grande, mas a chegada é um espetáculo à parte. Depois de pelo menos 9 km, chega-se ao cume do Inficionado. Uma escultura gigantesca!

O Inficionado é um pico incomum, recortado por fendas profundas, em quase todas as direções, formando uma paisagem única, de beleza indescritível. Além do mais, lá está o maior abismo de mundo em quartzito: a Gruta do Centenário.

Realmente, só uma palavra aproxima-se de sua definição: surreal

Pico do Inficionado – 2.068 metros

O Pico do Itambé com 2.052 metros de altitude, localizado na Serra do Espinhaço, no estado de Minas Gerais, entre os municípios de Serro e Santo Antônio do Itambé. Também chamado de “teto do sertão mineiro”, o Itambé é um dos pontos mais altos da Serra do Espinhaço e do interior mineiro. De cima, a vista domina mais de uma centena de quilômetros ao redor do pico.

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Pico do Itambé – 2.052 metros

Pedra de São Domingos é uma elevação rochosa do estado de Minas Gerais localizada na Serra da Mantiqueira no extremo sul do estado. Possui 2.050 metros de altitude, localiza-se entre os municípios de Córrego do Bom Jesus, Paraisópolis e Camanducaia.

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Pedra de São Domingos – 2.050 metros

O Pico da Carapuça 1.955 metros é o mais próximo e ao contrário do que se possa imaginar, nem por isso deixa de exigir muito esforço físico, suavizado, é claro, pelas belezas naturais da trilha. São em média 6 km de caminhada.

A parte mais fácil do caminho leva até a Gruta de Lourdes, passando pela Capelinha do Sagrado Coração de Jesus. As subidas deste trecho são para testar o fôlego e aquecer a musculatura. O trecho mais pesado e mais íngreme está logo depois da Gruta, na subida pela mata, por caminhos mais escondidos e de acesso difícil, por não estarem marcados e sinalizados. São exatamente essas dificuldades que exigem o acompanhamento de Guias. A vantagem desta complicada e difícil subida é ser feita toda ela sob a sombra das árvores, suavizando o calor e a incidência dos raios de sol, sem contar a beleza que enche os olhos dos visitantes, pela grande variedade de espécies naturais.

Todo cuidado é pouco. Há trechos escorregadios e outros que exigem o apoio das mãos. Saindo da mata, encontra-se um platô, quase no topo, de onde se tem uma vista maravilhosa, verdadeiro prenúncio do que virá pela frente. Daí começa-se a contornar o Pico. Rochas esculpidas pelo tempo dão asas à imaginação. Pouco depois o topo.

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Pico da Carapuça – 1.955 metros

Pico da Canjerana 1.890 metros.

A partir do Campo de Fora, a trilha vai ziguezagueando morro acima e a bela paisagem se encarrega de disfarçar o cansaço. A vista, lá de cima, é um tanto quanto antagônica. De um lado, a visão desoladora de uma mineração limítrofe à área da Reserva do Caraça, de outro o empíreo caracense.

Na volta, a dica para aqueles que ainda têm um pouco de força nas pernas é conhecer também o Belvedere, um pouco mais baixo que a Canjerana, porém um lugar de rara beleza e vista estonteante

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Pico da Canjerana – 1.890 metros

O Pico Paraná é a montanha mais alta da Região Sul do Brasil. É uma formação rochosa de granito e gnaisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire, que na língua tupi significa “Serra Verde”. Ele foi descoberto pelo pesquisador alemão Reinhard Maack através de suas incursões na Serra do Mar no estado do Paraná, vindo daí seu nome de batismo.

Sua altitude foi aferida em 1.877,392 m com uso do Sistema de Posicionamento Global por três equipes da Universidade Federal do Paraná.

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Pico Paraná – 1.877 metros

O Observatório Pico dos Dias ou OPD é um observatório astronômico localizado entre os municípios de Brazópolis e Piranguçu, a 37 km de Itajubá, Minas Gerais. É operado e mantido pelo Laboratório Nacional de Astrofísica. Se localiza a 1.864 metros de altitude.

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Observatório Pico dos Dias – 1.864 metros

O Pico Caratuva é a segunda montanha mais alta da Região Sul do Brasil, com estimativa de altitude de 1.860 metros. É uma formação rochosa de granito e gnaisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire. O nome Caratuva ou Caratuba se deve a uma planta típica de ambiente serrano arbustivo, de cerca de um metro de altura, da família do bambu (Chusquea pinifolia). Esta planta forma o campo rupestre de altitude em alguns dos mais elevados picos do Sul-Sudeste do Brasil e confere uma das características da beleza do pico.

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Pico Caratuva – 1.860 metros

A Pedra da Macela está a 1.840 metros de altitude na divisa dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. No topo da Pedra tem-se uma vista de 360° da região de Cunha e em dias claros avistam-se a Ilha Grande e as baías de Angra dos Reis e Paraty.

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Pedra da Macela – 1.840 metros

Pico culminante do Norte de Minas com 1.825 metros acima do nível do mar. O chamado Pico Formosa é uma das regiões de mais difícil acesso em toda a cadeia do espeinhaço em Minas. É uma região, até então muito preservada e que foi pouco estudada.

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Pico Formosa – 1.825 metros

O Parque Estadual Pedra Azul foi criado em 1991 para proteger o patrimônio natural da região, em especial a famosa Pedra Azul, uma formação rochosa de granito com 1.822 m de altura, atração que pode ser vista de longe, localizado nos municípios de Domingos Martins e Vargem Alta. Abrange as localidades de Pedra Azul, São Sebastião do Aracê e São Paulo do Aracê, distrito de Aracê, em Domingos Martins; e o distrito de Castelinho, em Vargem Alta. Leia mais…

Picos
Pedra Azul – 1.822 metros

O Pico Itapiroca é a quinta montanha mais alta da Região Sul do Brasil, com 1805 metros de altitude. É uma formação rochosa de granito e gneisse, entre o município de Antonina e Campina Grande do Sul, no conjunto de serra chamado Ibitiraquire.

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Pico Itapiroca – 1805 metros

A Serra da Piedade, um dos picos mais elevados da cordilheira do Espinhaço, com altitude de 1.783 metros, localiza-se no município de Caeté, divisa com Sabará. Sua história está estreitamente ligada a ocupação do território mineiro, como um dos mais significativos referenciais utilizados pelos primeiro aventureiros em busca de ouro.

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Pico da Piedade – 1.783 metros

Pico Agudo é uma elevação rochosa com 1.703 metros de altitude, e que faz parte da cadeia de montanhas da Serra da Mantiqueira paulista.

Seu cume é local de prática de voo livre. Neste local, há um miradouro com visão panorâmica da região. Está situado no município de Santo Antônio do Pinhal, São Paulo.

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Pico Agudo – 1.703 metros

O Dedo de Deus é um pico com 1 692 metros de altitude e cujo contorno se assemelha a uma mão apontando o dedo indicador para o céu. É um dos vários monumentos geológicos da Serra dos Órgãos, que fica localizada na Serra do Mar, entre as cidades de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil.

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Pico Dedo de Deus – 1.692 metros

O Pico do Gavião é uma elevação montanhosa localizada em Andradas, sul de Minas Gerais e uma atração turística do estado.

Considerado como um dos melhores locais do mundo para a prática de voo livre. A vista a partir do alto dos seus 1.663 m de altitude contempla várias cidades da região. Já recebeu etapas de campeonatos nacionais e internacionais.

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Pico do Gavião – 1.663 metros

Esta é uma lista das picos do Brasil por altitude acima do nível do mar. Fonte: IBGE

Serra Gaúcha possui cachoeira com 100 metros

Serra Gaúcha é um lugar bastante pitoresco onde os imigrantes e seus descendentes criaram uma identidade própria, mesclando o modo de vida gaúcho aos seus costumes e tradições.

Nova Roma do Sul situada no Rio Grande do Sul,  à 160 quilômetros de Porto Alegre, capital do Estado,  e à 50 quilômetros de Caxias do Sul, entre as montanhas da Serra Gaúcha. É dona de uma natureza encantadora com várias opções para o ecoturismo e aventura, por isso a cidade começa a se estruturar para marcar espaço no segmento de turismo.

Dentre os encantos da cidade, apresentamos a cachoeira conhecida como Salto Escondido, com mais de 100 metros de altura, cercada por mata nativa, afastada da civilização, um lugar de grande beleza e águas cristalinas.

Existem duas formas para se chegar a cachoeira:

Primeira, acesso através de trilha: Para chegar nas trilhas da cachoeira Salto Escondido, é preciso seguir a rodovia em sentido a cidade de Nova Roma do Sul/RS,  na segunda entrada a esquerda, possui uma estrada estreita de chão batido, seguindo por essa estrada existe um outro ponto turístico pouco conhecido, que é o Cemitério Luterano Sueco.

Passando pelo cemitério, seguindo sempre a estrada principal chega-se a um local que possui uma casinha do lado direito, ali é possível deixar os veículos. Como não há estacionamento no local, os carros tem que ficar ao lado da estrada. Dali em diante, seguindo a estrada a pé, chegar-se-á a um enorme buraco no chão constituído pela erosão, dali em diante, começam as trilhas propriamente ditas. Seguindo sempre adiante, você chegará a um pequeno riacho de profundidade rasa. Você deverá atravessar esse riacho  e continuar sempre  reto pela trilha, essa trilha demora aproximadamente uns 20 minutos, ao avistar  uma bifurcação,  continue em frente,  seguindo pela direita que é  o caminho  que  levará até a cachoeira. Tome cuidado para não errar pois seguindo à esquerda o percurso levará  ao Rio das Antas. Continue sempre em frente e verá uma segunda bifurcação, a do lado direito uma trilha de moto, esta leva a crista da cachoeira, e a outra segue reto em direção a base. Escolha o ponto que deseja ir.

A trilha que leva à crista: É bastante íngreme, porém nada muito complicado. Você chegará a um potreio com acesso por uma porteira. Abra  a porteira e acesse, não esqueça de  fechar a porteira. Siga ao lado da porteira sentido  esquerdo, logo a diante terá uma faixa de mata nativa e  atrás dela a crista da cachoeira. Só é possível chegar na crista usando equipamentos de ancoragem, pois o rio que escorre para a cachoeira, possuí uns 6 metros de largura e muitas pedras com musgos, sendo elas muito escorregadias. Não recomendamos chegar à crista sem equipamento de segurança.

Esta cachoeira apresenta possibilidade de fazer “Cascading” (é um esporte de aventura que consiste na exploração progressiva de uma cachoeira).

A maior parte da descida se dá no negativo por conta de uma grande fenda no paredão, o que  dá a oportunidade de contemplar o interior da queda numa visão inesquecível!

A trilha que leva ao pé da cachoeira: Seguindo adiante na  segunda bifurcação, encontrará uma descida leve, seguindo pela trilha se chegará a um pequeno riacho, de fácil passagem. Atravesse-o  e siga beirando o rio pelo lado esquerdo, ou podendo ir até por dentro, ou pulando de pedra em pedra, subindo o rio mais ou menos uns 10 minutos, já é possível avistar a linda e imponente cachoeira do Salto Escondido.

A cachoeira possuí uma altura de aproximadamente 100 metros, suas  águas  são lançadas lá do alto e caem nas rochas antes de tocar o chão. Isso possibilita um delicioso banho de cachoeira. Junto as  rochas da cachoeira existem piscinas que se formaram naturalmente, assim podendo se refrescar, principalmente se  for em dias de muito calor.

No Local, é possível fazer um acampamento selvagem, contudo não é aconselhável  muito próximo ao paredão da cachoeira, pois as vezes podem cair algumas pedras.

Segunda maneira, acesso via automóvel:

Seguindo pela rodovia, RS – 448, sentido à cidade de Nova Roma do Sul/RS, antes de chegar na linha linha Castro Alves, passando pela antiga pedreira, ao lado esquerdo da rodovia terá uma entrada sem sinalização, siga por essa estrada sempre na via principal, você avistará  um grande aviário, dobre a direita, e siga até o fim da estrada,local onde encontra-se uma pequena casa de material a esquerda da estrada.  Neste local é possível deixar os carros.

Veja o Mapa:

Morro do Tigre

O Morro do Tigre, ou Pata da Onça como é chamado pelos locais, é um lugar pouco conhecido na serra gaúcha. Está localizado à 5 quilômetros do centro da pequena cidade de Alto Feliz – RS.

O local é um morro com aproximadamente 700 metros a cima do nível do mar, de onde é possível avistar ao longe cidades como Porto Alegre (Capital do RS), Bom Principio, São Sebastião do Caí e  também é possível avistar o Morro da Canastra(localizado na cidade de são Vendelino).

O topo da montanha é coberto por pedras e algumas árvores. É uma boa escolha para quem quer  admirar o pôr do sol ou acampar.

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Morro do Tigre
Morro do Tigre

O local não possui estrutura para Camping, entretanto existe a possibilidade de fazer um acampamento selvagem. Este tipo de acampamento é indicado para aventureiros experientes.

Definição de acampamento selvagem:

Locais sem estrutura para camping, normalmente de difícil acesso, estes locais apresentam uma diversidade de animais selvagens, assim o aventureiro precisa estar preparado. Não indicado para iniciantes.

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Como chegar:

Alto Feliz situa-se na Encosta Inferior do Nordeste, na Microrregião Colonial da Encosta da Serra Geral, no Estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a 100 km da capital do Estado, tendo como principais acessos a antiga Estrada Júlio de Castilhos VRS 326, a RS 452 que interliga a RS 122 com a BR 116 e, ao norte, a RS 122.Limita-se com os municípios de Farroupilha ao Norte, Feliz ao Sul, Vale Real a Leste, Bom Princípio e São Vendelino a Oeste.

Além do Morro do Tigre, a pequena cidade de Alto Feliz/RS – Brasil, conta com a Cachoeira dos Bugres, local de beleza ímpar, cercada por vegetação exuberante, junto a cachoeira ainda é possível acessar uma pequena caverna no meio da cascata.

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