Perito Moreno

Nossa viagem a Pantagônia não poderia deixar de incluir uma visita à cidade de El Calafate, onde se situa o famoso glaciar argentino, o Perito Moreno.

Antes de pousar em El Calafate, da janela do avião, víamos uma região desértica, com extensos tapetes vegetais de arbustos baixos, e não tínhamos ideia da beleza que se encontrava escondida nessa pequena cidade.

Perito Moreno

O Perito Moreno possui 5 quilômetros de largura e cerca de 60 metros de altura e é considerado uma das mais importantes reservas de água doce do mundo, sendo, inclusive, já chamado de “oitava maravilha do mundo”.

O glaciar está dentro do Parque Nacional do Glaciares, o qual possui 726.927 hectares e fica distante cerca de 80 km da cidade de El Calafate. A região toda encanta pela beleza dos bosques e montanhas presentes nos arredores.

Há, basicamente, três formas de conhecer o Perito Moreno:

  • da forma tradicional, ingressando no Parque e percorrendo pelas passarelas e mirantes, para visualizar a geleira bem de perto;
  • Safari Náutico, que consiste em navegação pelo Lago Rico a bordo de um barco, que chega bem próximo ao glaciar, onde se pode desfrutar de uma vista de baixo para cima e ter uma ideia da dimensão dessa geleira;
  • mini trekking, que consiste em caminhar diretamente na geleira.

Na cidade há várias agências de turismo que vendem os passeios, disponibilizando veículos que buscam no hotel, com acompanhamento de guia, que presta ao turista informações sobre os pontos turísticos. É possível fazer os passeios durante todo o ano, dependendo do clima que preferir.

Nosso passeio ao Perito Moreno já estava incluso no pacote de viagem que contratamos no Brasil, tanto o passeio de barco como a entrada no parque para percorrer pelas passarelas.

Caso não queira contratar uma agência de viagens, pode o turista ir por conta própria e comprar o ingresso de entrada no parque, cujos valores podem ser verificados no site. Os horários de funcionamento do parque também podem ser verificado no referido site.

A lotação contratada nos buscou no hotel bem cedinho para nos levar ao Glaciar Perito Moreno. Fizemos uma parada num mirante, de onde se pode ver a grandeza do glaciar, embora a vista fosse bem de longe. Nessa hora aumentava a ansiedade por embarcar no barco, que seria nossa primeira jornada.

Perito Moreno

Zarpamos em um barco confortável, com acomodações para todos permanecerem sentados na parte interna, fechado com vidro para proteger do vento. Esse passeio não exige esforço físico, dura cerca de uma hora e a recompensa é gratificante.

Mas ficar dentro do barco, observando sentado, não é para os aventureiros como nós, por isso ficamos na parte de cima e nas laterais da embarcação, de onde se conseguia ter uma visão melhor e sentir a emoção de estar tão perto da grandiosidade desse glaciar. Se tinha vento frio? Tinha, mas, quando se está num lugar encantador, nem o frio atrapalha!

Perito Moreno

À medida que o barco se aproxima da geleira, tem-se uma visão massiva do conjunto gigantesco dessa obra da natureza. Em vários pontos do lago flutuam blocos de gelo que se desprenderam.

Perito Moreno

Nos momentos de maior proximidade, fica bem visível que partes da geleira são de cor azul intenso, sendo que atingem essa tonalidade por serem compostas por um gelo mais compacto, sem bolhas de ar. A incidência dos raios solares deixa esse azul radiante.

Perito Moreno

Foram bons momentos navegando em frente ao glacial, sentindo uma sensação de paz e uma energia inexplicável. Foi uma experiência estonteante.

Após, seguimos para a próxima parada, onde a van nos deixou no estacionamento do parque para que seguíssemos em direção às passarelas. Logo na entrada do parque, há um painel que mostra os circuitos de passarelas, sendo cada um deles demarcado por cor diferente, conforme os níveis de dificuldade. Parte das passarelas passa pela vegetação presente no local. Fizemos todos os circuitos em menos de uma hora e a cada novo degrau que subíamos ou descíamos usufruíamos de uma visão do glaciar de ângulos diferentes.

Perito Moreno

Perito Moreno

Perito Moreno

A parada para o lanche, que tínhamos comprado na entrada do parque, foi num dos mirantes que fica bem em frente à geleira, onde há bancos para os turistas descansarem e apreciarem o Perito Moreno. Fazer uma parada ali também é uma boa oportunidade para se ver os rompimentos de partes do glacial, motivo pelo qual o local é chamado de zona de ruptura.

A geleira represa o lago argentino em alguns pontos, o que faz com que a pressão sobre o gelo provoque túneis e desabamentos nas bordas da geleira. São blocos de gelo que se desprendem e despencam de uma altura de até 60 metros e caem nas águas do lago, proporcionando aos turistas um espetáculo magnífico.

De vez em quando, é possível ouvir um trincar seguido por um estrondo seco até se ouvir o barulho mais intenso como se fosse um trovão. Muitas pessoas ficam na passarela observando, atentas a qualquer barulho vindo do glaciar, na espera de poderem presenciar esse fenômeno incrível.

Tivemos a oportunidade de ver alguns desprendimentos da geleira, o que provoca um som surpreendente, tanto na queda como ao imergir na água e vir à tona. Para conseguir registrar esse momento é imprescindível que se esteja atento e preparado. Foi possível registrar um pequeno vídeo de um desses momentos espetaculares.

Assista o vídeo:

Seguindo pelas passarelas de volta à entrada do parque, há uma trilha que permite que se chegue até o Lago Argentino, com a cor azul esverdeado, que contracena com as montanhas cobertas de gelo que se pode ver ao fundo.

Perito Moreno

Perito MorenoPerito Moreno

Perito Moreno

Como citado anteriormente, existe também a possibilidade de se caminhar sobre a geleira, desde que seja com acompanhamento de guias autorizados e mediante uso de sapatos e roupas adequadas, mas infelizmente não pudemos realizar essa atividade porque precisaríamos de mais um dia na cidade.

Viajamos em outubro, mês de temperaturas amenas e pouca chuva, no entanto, sempre será bom estar preparado para temperaturas baixas. Não esqueça de colocar na mochila roupa térmica, fleece, corta-vento, gorro e luvas.

Vale lembrar que ao viajar para qualquer parte da patagônia, será preferível estar munido da moeda local ou dólares, pois são raros os lugares que aceitam a moeda brasileira.

Com certeza a Patagônia é um dos lugares mais fascinantes do mundo, e o Perito Moreno faz parte dessa maravilha.

Trekking Torres del Paine nos circuitos W+O

Trekking no Parque Nacional Torres del Paine – Circuito Completo (W+O)

Primeiro dia:

Portaria Laguna Amarga até Camping Seron.

O dia começou cedo com uma trip de ônibus de pouco mais de 4 horas, partindo de Puerto Natales até a portaria do parque na Laguna Amarga. Fizemos nosso registro, pagamos as taxas, assistimos uma rápida palestra, que nos informou de tudo o que poderíamos e não poderíamos fazer no parque. Cabe um alerta aqui: a fiscalização é extremamente rigorosa com quem vacilar. São restrições quanto a locais de acampamento e mais importante que isto, quanto ao uso do fogo.

Cumprindo o rito necessário, estávamos liberados, eu e o Filipe, para começar nossa jornada de 8 dias pelo circuito completo.

Andamos uns 500 metros, se não estou errado e chegamos em uma ponte que eu apelidei de “a ponte mágica” pois é nela que aparentemente a coisa começa verdadeiramente.

Primeiro dia começamos com todo o gás e com as mochilas igualmente com todo o gás, ou melhor, com todo o peso..kkk… O tempo ajudou bastante, tinha um sol e a temperatura estava agradável.

Neste dia a trilha é bem tranquila com poucas subidas e um visual alucinante do Rio Paine sempre nos acompanhando ao lado.

Com pouco mais de 6 horas de trekking, algumas paradas para lanche e para curtir o visual, chegamos ao Camping Seron que estava bem vazio. Montamos acampamento e tratamos de jantar e  por volta das 22 h e 30 min com luz ainda, caímos para dentro da barraca.

Os dias na Patagônia durante o verão são muito longos e isto é um fator favorável para o trekkking. Pode-se estender o dia e ficar despreocupado com problemas relativos tais como o trekking noturno. Neste dia andamos  17 quilômetros.

Segundo dia:

Camping Seron até Refúgio Dickson

Começamos a caminhada por volta das 9 h e 30 min, após uma noite de ventos fortes que atrapalharam um pouco o sono. Por volta das 12 h e 30 min chegamos em um refúgio de Guarda Parques, onde fomos autorizados a cozinhar (é proibido fazer qualquer tipo de fogo na trilha e isto inclui fogareiros). Depois de ter cozinhado os alimentos, ficamos ali descansando e trocando algumas ideias com o guarda parque, gente finíssima e por volta das 14 horas, colocamos os pés na trilha novamente e mantivemos até às 17 h e 30 min, quando chegamos no Dickson.

Neste dia andamos 19 quilômetros.

Terceiro dia:

Refúgio Dickson até Camping Los Perros

Depois de uma noite mais tranquila por conta de estarmos melhores abrigados do vento,  sem pressa, começamos o trekking por volta das 10 h e 30 min, pois sabíamos que a distância era menor, tendo apenas uma subida constante que no final do dia, um aclive de 150 até 550 metros acima do nível do mar. Bem tranquilo, chegamos a Los Peros um pouco depois das 16 horas. Neste dia não paramos para almoço, apenas fomos beliscando algumas guloseimas e dando pequenas pausas de descanso.

Neste dia andamos 13 quilômetros.

Quarto dia:

O quarto dia! Esse sim, considerado o mais difícil e de fato foi assim.

Estávamos cientes que este seria o dia mais cascudo e por conta disto começamos mais cedo,  pouco depois das 8:30 já estávamos a caminho do topo do Paso John Gardner que fica a uma altitude de 1200 metros. Foram quase 5 quilômetros só de subida, primeiro num bosque e logo em seguida a paisagem foi mudando. Começou a aparecer neve entre as árvores e depois somem as árvores e o que se tem é apenas uma montanha com muita pedra solta, neve e vento forte. Demoramos cerca de quatro horas para alcanças o topo e avistar pela primeira vez o fantástico Glaciar Grey.

Quando você pensa que o pior já passou, vem a interminável descida, sempre acompanhada de ventos impetuosos que nem sempre sopram na mesma direção, fato este, que exige sempre muita atenção para não ser arremessado para algum lugar perigoso.

Por volta das 14 horas, chegamos finalmente no Camping Paso, que não era nosso destino final. Paramos ali apenas para almoçar e um descanso de pouco mais de uma hora. Neste ponto, por conta da falta de bastões de caminhada, meu joelho direito já estava detonado e só foi piorando até o final da trilha que neste dia só terminou às 19 h e 30 min. É como se diz aqui no Rio Grande do Sul: cheguei na “capa da gaita”, mas cheguei. Kkkk Ver o Refúgio Grey foi uma felicidade só, depois de tudo que passamos.

Tirando o perrengue, este é um dos dias de visuais mais alucinantes por conta do Paso John Gardner e do Glaciar Grey, sempre nos acompanhando do lado direito. No Refúgio Grey, começamos  o caminho W do circuito, já conseguimos ver bem mais pessoas nas trilhas e nos pontos de parada.

Distância percorrida:  16 quilômetros, com um acumulo de subida de 1.450 metros e um acumulo de descida de 1.920 metros.

Quinto dia:

Refúgio Grey até Acampamento Italiano

Já refeitos, graças ao bom Deus, desmontamos o acampamento, tomamos um café reforçado e colocamos os pés na trilha novamente. Passava das 8 h e 30 min quando começamos a caminhada e andamos tranquilamente até o Refúgio Paine Grande, onde paramos para almoçar e descansar um pouco.

Seguindo em frente, devagar e bem tranquilos, pois a trilha tem poucas variações de aclive e declive, embora ela seja longa. Chegamos ao nosso destino quase 20 h e 30 min ainda com o céu claro.

Distância percorrida:  19 quilômetros.

Sexto dia:

Acampamento Italiano até Refúgio Los Cuernos

O sexto dia começa com um ataque até o mirante Britânico, passando pelo Vale Del francês.  Cerca de 3 horas de caminhada para subir, é um bate e volta. Por isso, deixamos todo nossos equipamentos no Camping Italiano e subimos apenas com uma pequena mochila com lanche e água. Nesta brincadeira subimos e descemos  800 metros em pouco mais de 11 quilômetros no total. Tanto a trilha do vale como do mirante são muito lindas e valem as 6 horas deste bate e volta.

Chegando de volta ao Camping Italiano, tratamos de almoçar e colocar os pés na trilha para completar o dia, chegarmos ao nosso destino final: o Refúgio Los Cuernos, distante 5.5 quilômetros do Italiano.

Este dia, ou melhor, esta noite,  quando chegamos no Los Cuernos, devido a lotação com acampamento, nós tivemos muita dificuldade de encontrar um local legal para acampar. Depois de muita procura, encontramos um lugar aparentemente ruim, numa baixada dentro de um pequeno bosque e bem ao lado de uma montanha de galhos de árvores que foram podados. Coisa do destino ou a mão de Deus, como gosto de dizer, foi a nossa sorte, pois nessa noite rolou um vento monstruoso e quase que o tempo todo. Quando foi pela manhã, ao irmos fazer o nosso café no refúgio,  ficamos sabendo que a galera que estava acampada no lugar “bom” tinha passado pelo maior perrengue. Era barraca voando, vareta quebrando e muitos tiveram que correr para o refúgio no meio da noite e ficar por ali amontoados no chão. Ainda bem que não choveu e nem rolou neve.

Distância percorrida:  16.5 quilômetros.

Sétimo dia:

Refúgio Los Cuernos até Acampamento Torres

Neste dia, lembro de ter acordado com uma dor no coração por saber que a nossa aventura estava se encaminhando para o seu final. Enrolamos um monte para sair e começamos nossa jornada às 11 horas da manhã.

A trilha é longa e como de costume, tudo é muito lindo e selvagem, uma subida constante que começa suave e vai ficando mais complicada, a medida que vamos nos aproximando do Acampamento Chileno, onde paramos para almoçar e depois seguimos em frente até o objetivo final: Acampamento Torres, onde chegamos por volta das 20 h e 30 min.

Esse camping é, para mim, o mais “roots” numa atmosfera meio hippie. Pouca estrutura e os guarda parques tinham outra “vibe”, se é que dá para entender, não que fosse um acampamento de doidão, nada disto. Era o astral da galera mesmo. Foi o lugar que mais curti neste sentido.

A distância percorrida neste dia foi 17.3 quilômetros e um acumulo de subida de 1.350 metros aproximadamente.

Oitavo dia:

Acampamento Torres até Hotel Las Torres

O último dia começou com tempo fechado e uma chuvinha fina, fato que me desmotivou de subir até o mirante das Torres.  Fiquei pelo acampamento, algo me dizia que não valeria a pena ir até lá. O meu brother de indiada Filipe, resolveu arriscar e deu com os burros na água. De fato, estava fechado e não deu para ver nada das torres.

Desmontamos o acampamento, tomamos um café reforçado e demos início a nossa derradeira ladeira abaixo, e em pouco mais de 3 horas completamos o trilha até nosso destino final que era a luxuosa Hosteria las Torres, local de onde pegaríamos um ônibus de volta para Puerto Natales.

Distância percorrida: 8 quilômetros.

Considerações finais:

O circuito completo (W+O) é realmente algo fantástico em todos os sentidos. Foram cerca de 110 quilômetros com vistas únicas. Sem sombra de dúvidas o circuito Torres del Paine é a Meca do trekking na América do Sul, tinha gente de todos os lugares do mundo, e isto também é uma experiência interessante.

O clima é uma incógnita sempre. Num mesmo dia pode rolar de tudo mesmo. A única constante mesmo é o vento, sempre forte a muito forte…kkkk

Vou ter que voltar lá um dia qualquer, pois não consegui ver as Torres em virtude do tempo ruim. Alguém topa? Hahaha

Dicas:

Indispensável levar bastões de caminhada. Passei perrengue por falta deles.

Dentro do parque tudo que você for comprar é muito caro, portanto, é recomendado um bom planejamento do que diz respeito às refeições.  Levamos alimentos liofilizados, frutas desidratadas, castanhas do Pará, aveia em flocos, leite em pó, café e suco Tang. Essa foi a base de nossa alimentação. Tudo pensado para diminuir o máximo o peso da mochila cargueira.

Fizemos em oito dias, mas vou dizer que é bom ter mais um ou dois dias para poder aproveitar melhor a viagem, fazendo mais paradas, ou ainda, no caso da trilha estar fechada por mau tempo, não correr o risco de perder voo e assim por diante.

Veja todas as fotos desse trekking em Torres del Paine nos circuitos W+O:

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Review – Jaqueta Parkha Andes II

Review – Jaqueta Parkha Andes II 

Quem nunca olhou o guarda roupa e falou: Preciso de uma jaqueta impermeável e que aqueça?

Eu passei por esse problema durante muitos anos, desde o meu ingresso ao movimento escoteiro, ocorrido em 2006. Nos acampamentos, e  principalmente no inverno, sempre tinha que levar mais roupas em razão das baixas temperaturas. O pior, era quando estava frio e chovia, colocar somente a capa de chuva não se apresentava a melhor solução, até protegeria da umidade e assim não me molhar, entretanto passaria frio. Convivi com essas dificuldades  até o ano de  2012.

Após me afastar do escotismo, já no ano de 2013,  comecei a praticar trekking e a dificuldade com o clima de inverno voltou, porém foi mais rápido para solucionar, pois já sabia que realmente necessitava de uma jaqueta/abrigo que aquecesse, fosse impermeável e respirável. A após muita pesquisa, identifiquei como adequada para o esperado a jaqueta Parkha Andes II. Adquiri e passei a usar em julho de 2013 e logo percebi que havia feito uma escolha sucedida.

Vamos falar sobre Abrigo Parkha Andes II, tamanho G.

Jaqueta

O que me levou a comprar a Parkha Andes 2?

A jaqueta é ideal pra regiões de frio ou até mesmo pra alta montanha onde é exigido muito esforço físico, pois disponibiliza um sistema de respirabilidade de 3.000 mm. Além disso,  ela é 3 em 1, jaqueta, forro interno (fleece) de manga longa e capuz, sem contar que a impermeabilidade é de 3.000 mm de coluna de água. Já testei em uma caminhada sob a  chuva e foi bem tranquilo, não me molhei e nem cheguei a suar.

Jaqueta

O abrigo Parkha Andes II, também possui colar de aquecimento.

Jaqueta

Possui dois bolsos na parte externa localizados na região peitoral, cada qual com espaço de armazenamento relativamente grande, para se ter uma noção do espaço de apenas um bolso, pode ser coloca uma lata de refrigerante de 350 ml e ainda sobrando espaço.

Jaqueta

Na manga esquerda, possui outro bolso, espaçoso, com zíper, onde pode se colocar facilmente um celular, ou até outros objetos uteis. Na imagem apresentada abaixo, o bolso está apenas com a metade do zíper aberto.

Jaqueta

Normalmente, se faz necessário outros bolsos, e inclusive maiores. Por isso, em seu designer, a jaqueta possui ainda dois bolsos de rede na parte interna.

Jaqueta

Possui ainda, um bolso na parte interna na altura do peito, com tamanho pouco maior que uma lata de refrigerante de 350 ml, neste você pode guardar documentos e outros objetos pessoais.

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Por último, possui dois bolsos na parte da frente, para colocação das mãos, estes possuem um tecido flecce internamente, para assim aumentar o aquecimento de suas mãos. No bolso esquerdo possui uma fita com presilha plástica para guardar a chave, ou algum outro objeto, que esteja seguro e você não queira perder.

Jaqueta

Jaqueta

O casaco interno (fleece 200g/M2) é destacável, possui três fitas com botão de pressão na parte interna da jaqueta, localizados um próximo à gola, e um em cada manga, próximos ao punho, que servem para prender o forro interno e para facilitar o uso da Parkha completa, evitando que fique desconfortável. O forro possui dois bolsos na parte externa e alças de fitas nos punhos e gola, para facilitar  sua acoplagem à jaqueta.

Jaqueta

Jaqueta

O forro interno também pode ser usado com a jaqueta preso somente às fitas, ou seja, mesmo sem estar acoplado aos zíperes.

Jaqueta

Jaqueta

A Parkha Andes disponibiliza um cinto elástico na cintura, fechando o cinto se obtêm maior isolação em casos de frio intenso.

Jaqueta

Jaqueta

O capuz da jaqueta é afixado por um zíper e quatro botões  de pressão, sendo eles dois em cada lado, por isso pode ser destacável.

Jaqueta

As mangas, além de possuir elástico, também possui um velcro, que pode ser ajustado para obtenção de isolamento maior em dias de chuva, ou frio intenso. Possui ainda, cordões de elástico com travas no capuz, na gola e abaixo do cinto elástico.

Jaqueta

Jaqueta

Além da jaqueta possibilitar respirabilidade de 3000 mm por 24 horas, ela disponibiliza dois zíperes sob as axilas auxiliando na respirabilidade e em caso de chuva evita a condensação do suor.

Jaqueta

A Parkha Andes 2 disponibiliza cordões reflexivos, durante a noite, localizados na frente, nas costas e no capuz.

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Especificações:

  • Fabricante: Trilhas e Rumos
  • Tamanho: G
  • Comprimento: 79 cm
  • Circunferência: 130 cm
  • Manga: 62 cm
  • Peso: 1,7 Kg

Conclusão:

Após dois anos de uso, posso dizer aos aventureiros, foi uma excelente compra. Pois correspondeu as expectativas atendendo os requisitos quanto à respirabilidade, impermeabilidade e aquecimento.

Na questão da impermeabilidade, já fiz alguns trekkings em dias de chuva por longas horas. Também testei com uma mangueira de água e o resultado foi satisfatório. Até o momento, não obtive problemas. A mesma possui corta vento para  manter o calor do corpo, sendo que a respirabilidade ajuda evitar o suor.

No meu ponto de vista, o único defeito da jaqueta é o volume que ela tem, dificultando armazená-la na mochila, pois em minha cargueira ocupa quase meia mochila. Mas para isso a solução é a utilização de saco de compressão, pois seu tamanho e volume pode ser reduzido pela metade, ou até mais.

A verdadeira utilização da Parkha Andes é para alta montanha, mas também pode-se utilizar em regiões onde as temperaturas são baixas, exemplo é na região sul do Brasil, onde eu resido, pois as temperaturas minimas aqui variam de -6ºC a 3ºC. Considerando  que eu sou bastante friolento, normalmente preciso estar muito bem agasalhado para não sofrer frio, após a aquisição da jaqueta, tenho usado apenas um camiseta sob a jaqueta completa.

O valor da Parkha Andes II, varia de R$ 400,00 a R$ 800,00 reais, dependendo da loja.

Recomendações:

Ideal não lavar, apenas limpar com pano úmido, usando no máximo detergente ou sabão, ambos neutros. Cuidados necessários para manter a impermeabilidade e a durabilidade da jaqueta por mais tempo.

Fotos criativas com bolinhas de gude!

Fotos criativas com bolinhas de gude!

Os trabalhos fotográficos do jovem Caleb Tenenbaum, um talentoso garoto de 16 anos de New Jersey, trazem fotos criativas com temas dentro de bolinhas de gude. Sua série, intitulada “Vida através de uma bolinha de gude”, ainda que num tom inocente, traz maturidade na execução e essência dos trabalhos.

Segundo Caleb, as fotos foram tiradas com uma Canon XS DSLR com uma lente 50 mm f/1.8 e um tubo de 13 mm Opteka, que permite aproximar as lentes sem perder o foco, resultando na nítida reprodução da paisagem dentro da bolinha de gude. O único tratamento digital é para afinação da imagem e em alguns casos a inversão da posição em 180 graus, pelo fato da imagem reproduzida dentro da bolinha estar na realidade de cabeça para baixo.

Seus trabalhos são realmente muito bonitos, e o jovem revela que o “segredo mágico é simplesmente tentar coisas novas”.

Vida através de uma bolinha de gude

Fotos criativas

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Fotos criativas

Fotos criativas

Fotos criativas

Fotos criativas

Fotos criativas

Veja mais acessando Caleb Tenenbaum

Onde encontrar as famosas auroras boreais!

Onde encontrar as famosas auroras boreais!

Fenômeno visual que ocorre nas regiões polares, as auroras boreais encontram-se entre os maiores espetáculos da natureza, com luzes de diferentes cores que dominam o céu durante os meses do inverno. As auroras boreais são difíceis de prever, mas existem alguns lugares ideais para aumentar sua probabilidade de se encontrar com esta fascinante atração. O site Fodors listou dez destinos para avistar auroras boreais.

Noruega
Situada acima do círculo polar ártico,  no norte da Noruega, a cidade de Tromso vê com freqüência  as auroras boreais que chegam com o  fim dos longos dias de verão. O belo espetáculo de luzes coloridas é a principal atração da cidade, que também conta com a universidade mais nórdica do planeta.
auroras boreais Suécia
O vilarejo de Abisko, na região da Lapônia, tem menos de 150 habitantes, mas é muito visitado por turistas, pelo fato de ter um micro-clima único que o torna um ponto ideal para apreciar a beleza de auroras boreais.  Durante o escuro inverno, o Parque Nacional de Abisko tem atrações como o lago Tometrask, num cenário maravilhoso para curtir este impressionantes fenômeno natural.

auroras boreais Finlândia
No norte da Finlândia,  na cidade e de Luosto, o hotel Aurora Chalet entrega a seus hóspedes um “Alarme de Auroras”, que toca quando as luzes coloridas fazem sua aparição no céu, graças ao serviço do Centro de Investigação de Auroras Boreais da cidade de Sodankyla. Com o céu claro, é possível avistar o fenômeno na cidade de Nellim, com o lago Inari, um dos maiores da Finlândia, como pano de fundo.

auroras boreais

Islândia
Além de ter numerosas maravilhas naturais, como vulcões, geleiras, gêisers e fiordes, a Islândia também conta com o fenômeno de auroras boreais durante o inverno. Próximo de Reykjavik, capital do  país, o Parque Nacional de Pingvellir  tem amplas planícies, ideais para observar o espetáculo natural de luzes coloridas.

auroras boreais

Alasca
Região selvagem dos Estados Unidos, o Alasca tem entre suas numerosas atrações a aparição de auroras boreais durante o inverno. Para visualizar o fenômeno nas melhores condições, o ideal é escapar para áreas remotas como o Parque Nacional de Denali, sem esquecer de conferir a previsão de auroras boreais da Universidade do Alasca.

auroras boreais

Canadá
A imensidão das áreas naturais do Canadá oferece numerosas opções para observar a beleza das auroras boreais. As áreas em volta do lago Superior, no Ontário, a tundra do norte do país, e o território de Yukon , próximo ao Alasca, são alguns pontos ideais para a visualização do fenômeno.
auroras boreais Groenlândia
Destino visitado especialmente por pessoas em busca de aventuras, a Groenlândia tem frequentes aparições de auroras boreais. Apesar do fenômeno estar presente em praticamente todo o grande território, os lugares mais acessíveis encontram-se no sul e no leste da Groenlândia, em localidades como Kulusuk e Ammassalik.
auroras boreais Escócia
As ilhas britânicas são conhecidas por seu clima cinzento, longe das condições ideais para avistar auroras boreais. No entanto, nas raras noites de céu claro do inverno escocês, os turistas têm boas chances de poder apreciar as luzes, principalmente em localidades como Aberdeen, a Ilha de Skye e as terras altas do norte.
auroras boreais Rússia
Encarar as noites gélidas do inverno russo pode ser recompensado com um belo espetáculo com luzes coloridas de auroras boreais. A península de Kola, no noroeste do país, encontra-se situada quase inteiramente acima do Círculo Polar Ártico e é um dos pontos mais populares da Rússia para avistar o fenômeno natural.
auroras boreais Ilhas Faroe
Ao norte da Escócia, entre o Mar da Noruega e o Atlântico Norte, as Ilhas Faroe são um arquipélago dependente da Dinamarca e conhecido por suas heranças da cultura viking. Quando o clima ajuda, as ilhas são excelentes para avistar auroras boreais.

auroras boreais

Texto: Andrés Bruzzone
Fonte: Vida e Estilo