Curso de condutor nos Aparados da Serra

Nos dias 3,4,5,6 e 7 de Abril/2019 acompanhamos o curso Competências mínimas de Condutor para turismo de aventura no Parque Nacional de Aparados da Serra, ministrado pelo diretor Josemar Contesini.

Josemar Contesini, 45 anos, paulista dos Aparados da Serra e de Cambará do Sul – RS. Atuante como operador de ecoturismo e atividades de aventura. Consultor e Assessor das NBRs ISOs da ABNT de Ecoturismo e Turismo de Aventura. Instrutor, avaliador e condutor de Rafting da International Rafting Federation. Coordenador operacional na Empresa Aparados da Serra Adventure.

Josemar Contesini - Aparados da Serra

O curso tem como principal objetivo capacitar os participantes para a prestação de serviço nas atividades de Condutor de Turismo de Aventura, nivelar o conhecimento técnico, melhorar a qualidade e segurança dos serviços prestados, disseminar as boas práticas e estimular o interesse na aplicação dos requisitos da norma, preparando os participantes para futura certificação da conformidade ABNT NBR 15285 – Líderes de Ecoturismo e Turismo de Aventura – competências Mínimas de Condutor e Turismo de Aventura – Competência pessoal.

Com carga horária de 80 horas, o curso é realizado em sistema de imersão e metodologia da Educação Experiencial ao ar livre (aprendendo na prática)

Caso você tenha interesse em buscar essa capacitação no ramo do Turismo de Aventura, deixei aqui o contato direto com o Diretor do curso Josemar Contesini – (54) 9 9984-5766 para mais informações.

Curso Aparados da Serra

O curso começou na manhã do dia 3 de abril, o dia estava um pouco nublado, mas já mostrava sinais que iria abrir sol, o local escolhido para a primeira parte do curso foi dentro de uma área protegida pelo Parque Nacional dos Aparados da Serra, o local continha algumas cabanas e estrutura como água, luz e acomodações. Os participantes podiam escolher dormir dentro das cabanas ou em suas barracas.

Curso Aparados da Serra
Alunos no Aparados da Serra

Além do Diretor do Curso Josemar Contesini, havia mais 2 instrutores, sendo eles: Evandro Clunc e Théo Vieira Larratéa. O time de instrutores davam vida ao curso, fazendo com que os participantes se integrassem mais com o curso em si e com atividades propostas. Havia também no apoio para esse curso nós do site Trekking RS e a produtora Cine Travel.

A primeira parte do curso 1º e 2º dia continha aulas teóricas/práticas sobre inúmeros assuntos, desde o planejamento das atividades, logística, normas técnicas e boas práticas, o grupo participante era de aproximadamente 30 pessoas, para que o curso funcionasse da melhor maneira o Josemar dividiu a turma em quatro equipes de 5 pessoas, cada equipe teria uma função específica no andamento do curso.

Equipes formadas:

  • Equipe 1 – Responsável pela alimentação geral do curso;
  • Equipe 2 – Responsável pelos equipamentos gerais;
  • Equipe 3 – Responsável pelo bem estar de todos os participantes do curso;
  • Equipe 4 – Responsável pela limpeza e organização das áreas do curso.
Equipe de cozinha

Dentro do curso de Competências mínimas de Condutor de Turismo de Aventura, havia a possibilidade de conquistar também a certificação do Leave No Trace.

Leave no Trace na tradução livre significa “não deixar rastro”, isto é um manual de boas práticas que visa minimizar os efeitos da ação humana em parques, reservas, trilhas e outros locais da rotina outdoor.

Abaixo citamos os itens inclusos no livro Leave no Trace

  1. Planeje com antecedência e prepara-se;
  2. Caminhe e acampe em superfícies duradouras;
  3. Correto descarte de resíduos;
  4. Deixe o que encontrou;
  5. Minimize o impacto por fogueiras;
  6. Respeite a vida selvagem;
  7. Respeite os outros visitantes.
Leave no Trace - Aparados da Serra

Um dos assuntos abordados na aula do Leave no Trace, foi o “Shit Tube”, que nada mais é que um banheiro particular, onde cada pessoa deve levar junto consigo durante as trilhas. Em alguns parques no Brasil já é obrigatório o uso desse equipamento.

Todos as aulas teóricas e práticas tinham como objetivo facilitar a construção de uma das tarefas mais importante do curso, aquela que iria garantir a certificação dos participantes.

A tarefa dada era, montar uma travessia de trekking, com duração de dois dias, para um grupo de 35 pessoas, o local escolhido pelos instrutores era a borda norte do Cânion Fortaleza.

Para quem não conhece muito sobre a região dos Aparados da Serra, a borda norte do Cânion fortaleza é totalmente selvagem, por vias convencionais não é possível transitar nestas áreas ou fazer qualquer outro tipo de atividade, para que fosse possível o diretor do curso Josemar, conseguiu uma autorização especial com o ICMBIO, para que pudesse realizar a travessia durante os dias do curso.

As equipes formadas precisavam trabalhar em conjunto, para que todas as tarefas fossem cumpridas de acordo com o grau de exigência dos instrutores.

Grupo Aparados da Serra

Além da grande tarefa de realizar uma travessia de trekking em um local totalmente desconhecido pelos participantes, ainda havia muitas tarefas para serem realizadas individualmente por cada participante.

“Enquanto os participantes do curso se empenhavam ao máximo para cumprir as tarefas eu do site Trekking RS e o Lucas da empresa Cine Travel fazíamos nosso trabalho. Nós estávamos ali no apoio para relatar a experiência do curso, eu através de textos e imagens e o Lucas através de gravações para um filme que vai se chamar Trekking na Terra dos Cânions, ganhador do Concurso Interativo do Festival de Cinema de Gramado como Categoria Documentário de Turismo, que será lançado em breve no Youtube, fique de olho!”

Veja o teaser Trekking Terra dos Cânions

No final do segundo dia do curso, o grupo geral teve aulas teóricas e práticas de orientação e navegação através de bússola e cartas topográficas, o processo de aprender a se localizar já é complicado, imagine ter que guiar um grupo grande. Não é uma tarefa fácil!

Sunset Aparados da Serra
Barracas Naturehike
Céu estrelado nos Aparados da Serra

No terceiro dia, levantamos cedo a equipe responsável pela cozinha já preparava o café da manhã, as outras equipes já organizavam os materiais e equipamentos que seriam usados na expedição.

Por volta das 9:00 horas da manhã o transporte chegou, embarcamos nos veículos, que nos levou até o ponto de partida da expedição de trekking. Ao chegar, descarregamos todas as mochilas, a equipe responsável pelo planejamento explicou como seria o percurso, também foi acordado que a cada tanto tempo a equipe guiaria seria alterada, dessa forma todos os cursantes conseguiriam orientar um grande do grupo e aprender na prática esses ensinamentos.

Expedição pela borda Norte do Cânion Fortaleza

Alunos Aparados da Serra

Começamos a caminhar por uma estrada de terra que aos poucos some no meio dos campos de altitude, seguimos por meio destes até a borda do Cânion Fortaleza.

A primeira parada foi incrível, pois tínhamos a maravilhosa vista da Cascata do Tigre Preto em sua totalidade, atrativo esse que mede mais de 200 metros de altura, as águas cristalinas despencam pelos paredões do cânion até chegar no rio abaixo. A cascata é formada por inúmeras quedas ao longo de seus centenas de metros, uma vista majestosa, um privilégio estar ali contemplando aquela imensidão natural dentro do Aparados da Serra.

Trilha Aparados da Serra
Cachoeira do Tigre Preto - Aparados da Serra

O clima desse primeiro dia não era dos melhores, estava um pouco frio e caia levemente uma garoa, acompanhada de uma densa neblina que encobria boa parte do Cânion Fortaleza.

A medida que caminhávamos pelas bordas, notamos que a equipe que estava guiando o grupo, às vezes se perdia em meio a neblina densa, por causa do clima parávamos constantemente.

Trilheiros Aparados da Serra

A Borda Norte do Cânion Fortaleza nos Aparados da Serra é selvagem, parece que estamos caminhando em terras desconhecidas, em alguns pontos desse caminho víamos vestígios de um grupo de Javalis, isso gerou tensão aos participantes, pois estávamos muito longe de qualquer civilização. Mas seguimos em frente, caminhando por terras alagadas e bordas de cânion.

Lá por volta das 13:30 da tarde paramos para almoçar, a equipe responsável pela cozinha montou os “canopi” uma espécie de toldo, ali nos sentamos todos e fizemos o almoço.

Alunos Turismo de Aventura

Depois de almoçar, notei que não havia tanta neblina como antes, então fui até a borda para tentar captar umas imagens legais, de lá era possível ver boa parte da imensidão do Cânion Fortaleza, com seus paredões verticais, em algumas partes o verde da vegetação contrastava com um pouco de neblina que ainda estava em meio ao cânion.

Cânion Fortaleza - Aparados da Serra
Aparados da Serra

Fotografei por alguns minutos e aí retornei ao local onde estava o grande grupo, dali em diante, colocamos a mochila nas costas e seguimos caminhando, levando chuva na cabeça e atolando os pés até a canela de tanto barro que havia nos campos alagados.

Por volta de 17:30 chegamos ao acampamento, a equipe que estava guiando falou que ali seria o local de acampamento, mas algo me dizia que não seria tão bom acampar ali, pois havia uma certa inclinação no terreno, esse local também continha uma pequena vegetação de um lado e do outro, o local escolhido para montar as barracas seria bem no meio destas duas vegetações. Mesmo sem enxergar direito, notei que ali poderia ser um corredor por onde os ventos passariam durante a noite.

Acredito que o Evandro Clunc também notou isso, e logo se prontificou a ir procurar um local melhor para passarmos a noite. Passado aproximadamente quinze minutos, retornou ao grupo, dizendo que tinha encontrado um ótimo lugar.

O grupo todo estava cansado, molhado e embarrado, queriam apenas ficar ali e não fazer mais nada. Mas o Evandro insistiu tanto, que o grupo aceitou caminhar mais uns 10 minutos no escuro e embaixo de chuva até o próximo local.

Este segundo local era perfeito em relação ao anterior, pois era semi-plano e possuía uma grande vegetação, isso auxiliaria com os ventos fortes da noite, o local também estava localizado as margens de uma vertente e um córrego de água, o que ajuda muito quando estamos em um grande grupo.

Logo escolhi um local plano para montar a barraca, só que tínhamos todos um problema na hora de armar as barracas, estava chovendo e não tinha cara de que iria parar.

A equipe destinada ao planejamento, reuniu todos os participantes e dividiu as tarefas. A equipe de cozinha iria junto com os instrutores escolher um local seguro e contra ventos para montar os “canopi” e assim fazer o campo base de toda a expedição. As outras equipes ficariam auxiliando todos a montar as barracas.

Eu e o Ulisses começamos a montar a barraca e em menos de 5 minutos já estava montada e fixada ao solo. Então arrumamos nossas coisas dentro e começamos ajudar os outros participantes.

Depois de tudo montado, todos os participantes nos reunimos no campo base em baixo dos Canopi, a chuva não dava trégua, o diretor do curso Josemar, decidiu que enquanto a equipe da cozinha fazia o jantar, o restante faria um relatório geral sobre o primeiro dia de travessia.

Canopi - Naturehike

Como as condições do clima só pioravam e não podia fazer fotografias em ocasião da escuridão e do mau tempo, conversei com os instrutores e fui para a barraca descansar um pouco até a hora do jantar.

Quando estava no horário um amigo veio lá me chamar, a comida estava ótima, jantei e fiquei ali por mais algum tempo. O céu estava um pouco nublado, mas não chovia, então retornei a barraca e fui dormir.

Na manhã do quarto dia de curso e segundo da expedição, o dia amanheceu chovendo e parecia que não iria melhorar.

O Instrutor Josemar pediu que todos desmontassem as barracas e deixasse as mochilas prontas para sair, as aulas do curso no entanto iriam acontecer embaixo dos canopi´s improvisados na área da cozinha.

“Desmontar as barracas na chuva, sem molhar ela por dentro é uma arte, tarefa essa que você só aprende na prática” No meu caso estava com a barraca Mongar 2 Ultralight que proporciona desmontar por partes,o que facilita muito em situações desse tipo. Para entender como isso funciona, acesse este link.

Imagine um grupo de trinta pessoas embaixo de dois canopi´s de cerca de 4m cada um, mais todas as mochilas cargueiras, não tínhamos espaço nem para sentar. Neste momento conversei com os instrutores do curso e sugeri montar a minha barraca novamente apenas com o sobre teto e as varetas, e colocar as mochilas todas dentro, assim teríamos mais espaço para as aulas embaixo dos canopi´s.

Feito isso, estávamos um pouco mais confortáveis para ter as aulas, o Josemar explanou alguns pontos importantes que aconteceram no primeiro dia da expedição, pediu para as equipes organizarem o percurso que iriamos fazer até chegar no ponto onde poderíamos chegar nos carros de apoio.

Os outros instrutores e nós ficamos ali conversando e tomando um chimarrão quente, café e comendo algumas coisas que tinham sobrado do café da manhã.

Hora do café

As aulas continuaram por mais algum tempinho, mas chovia tanto que os canopi´s já estavam acumulando água na parte de cima, lembro de usarmos bastões de caminhada erguidos para não deixar empossar e também para retirar a água que em alguns pontos empossava.

Estávamos em uma situação complicada ali daquele jeito, em uma breve reunião com todos os participantes, resolvemos em conjunto sair dali e caminhar até os carros de apoio. Grande parte dos alunos estavam com as mochilas molhadas, sem roupas secas e com frio.

Cada participante pegou sua mochila, pôs nas costas, eu desmontei a barraca novamente, pus na mochila e começamos a caminhada. Se orientar era complicado, imagine ter que guiar aquele grupo até os carros.

Uma das equipes se prontificou a guiar todos os participantes, seguimos por umas 3 horas aproximadamente entre campos encharcados, e estradas semi alagadas até que chegamos em um ponto crítico.

Esse ponto crítico era o caminho errado, quase que 100% dos participantes estavam molhados, com as mochilas molhadas/pesadas e com muito frio. A comida tinha acabado, todos só queriam sair dali o mais rápido possível, mas nenhum aluno/equipe conseguia achar uma solução eficaz para o problema.

O curso de Competências Mínimas de condutor leva os participantes quase ao extremo psicologicamente e fisicamente falando, testa na prática a resistência individual de cada participante e a tomadas de decisões.

Não tinha visto em nenhum outro curso sobre turismo de aventura algo assim, acredito que levar os alunos ao extremo em um ambiente controlado é a melhor maneira de fazer os participantes aprenderem sobre turismo de aventura, como ser um guia responsável e como tomar boas decisões em situações adversas.

Treinamento com Bussola

Enquanto os instrutores conversavam a respeito do que seria feito, os alunos estavam exaustos, alguns chegavam a tremer de frio. Imagine um grupo de 30 pessoas paradas no meio do nada pensando em soluções. Alguns participantes começaram a cantar, fazer exercícios para manter o corpo aquecido.

Alunos Aparados da Serra

A decisão dos instrutores era que, o Evandro Clunc guiasse todos até os veículos, logo o Evandro reuniu todos a sua volta e passou as seguintes considerações. “Iríamos caminhar por cerca de 1:30 sem parar, mantendo o ritmo, isso faria com que chegássemos rápido aos veículos e com o corpo quente.

Seguimos um atrás do outro em fila indiana, a chuva cai forte e não tinha cara de que iria parar, os campos totalmente alagados, as estradas pareciam rios.

Em alguns trechos a água em cima das estradas alcançava as nossas coxas, seguíamos em ritmo constante, até que em algum momento tivemos que parar e esperar boa parte do grupo. Enquanto esperávamos o grande grupo se formar novamente, fazíamos exercícios para manter o corpo aquecido.

Caminhamos por mais alguns minutos até ver ao longe duas vans, lembro-me de ficar feliz de saber que tínhamos chegado ao destino, conforme a galera foi avistando os veículos, começaram a caminhar mais rápido.

Entramos nas vans e seguimos até as cabanas, onde estava montada toda a estrutura do curso. Chegamos nas cabanas já era noite.

Após todos trocar as roupas molhadas por secas, a equipe da cozinha já tratou de começar o jantar, e as outras equipes organizavam os materiais e equipamentos nas cabanas.

A noite desse quarto dia de curso, foi tranquila, não teve aulas propriamente ditas, apenas algumas conversas e planejamentos para o dia seguinte. Depois do jantar todos nós fomos dormir dentro das cabanas.

Último dia de curso

Levantamos logo cedo, o dia estava cinzento e caia uma leve chuva, após o café da manhã, reunimos todos os nossos equipamentos e colocamos dentro dos nossos carros. Dali seguimos em direção ao Cânion Itaimbezinho, onde seria finalizado o curso lá.

Ao chegar no parque o Josemar organizou uma breve aula dentro da sede dos Aparados da Serra e deu a última tarefa do curso de competências minimas de condutor de Turismo de Aventura, a tarefa seria: Todas as equipes teriam que guiar o grupo pelas trilhas do Cânion Itaimbezinho, abordando assuntos como fauna, flora e geologia do local.

Sede dos Aparados da Serra
Cânion Itaimbezinho - Aparados da Serra

Durante a trilha na parte de cima do Cânion Itaimbezinho – Aparados da Serra, as equipes designadas com as tarefas iam explicando detalhes sobre a história, geografia, flora e fauna pertencentes ao caminho que andávamos.

Flora Aparados da Serra

Paramos em um dos mirantes para fazer uma foto final, com todos os participantes, todos estavam felizes e sorridentes.

Alunos do Curso competências mínimas de condutor - Aparados da Serra

Caso você tenha interesse em buscar essa capacitação no ramo do Turismo de Aventura, deixei aqui o contato direto com o Diretor do curso Josemar Contesini – Aparados da Serra (54) 9 9984-5766 para mais informações.

Mountain Series

Projeto Mountain Series não é apenas um evento de trilhas, mas sim uma experiência única, possibilitando aos nossos clientes vivenciar, alcançar e superar desafios.

Entretanto como já diz o nome, vamos trilhar inúmeras montanhas em sequência, caminhos que levam até os cumes mais altos do país, em alguns dias.

Unindo diversas atividades como: trekking, caminhada, escalada, rapel, acampamentos, hospedagem em refúgios de montanha, viagens de carro (road trip), fazem do Mountain Series um projeto grandioso.

Cumes Mountain Series

Cumes Mountain Series

O que mais chama a atenção no Mountain Series é o fato de você poder vir juntamente conosco em todos esses destinos, ou apenas participar de um evento ou outro. A escolha é sua!

Primeiramente faremos uma Road Trip – Viagem de carro, saindo do Rio Grande do Sul até a região sudeste do Brasil, onde se concentram a maioria dos cumes. Alguns deles são isolados, outros fazem parte de travessias de 1 a 4 dias.

Desafio Mountain Series

A nossa primeira travessia começara pela Serra da Mantiqueira, mais precisamente na Serra Fina, depois iremos ao Parque Nacional de Itatiaia, Escalavrado, Pico da Bandeira, Serra dos Órgãos, Pedra do Baú e por fim ao Parque Estadual Turístico Alto da Ribeira – Petar.

Todas esses destinos em um curto período de tempo fazem com que os participantes tenham um ótimo preparo físico e mental, por isso organizamos uma série de treinos específicos de força e resistência, para que você treine seu condicionamento físico. Veja aqui como funciona estes treinos.

Como posso me inscrever no Mountain Series

Há duas maneiras de você se inscrever no Mountain Series, a primeira delas é clicando nos eventos logo abaixo ou entrando em contato direto via Whatsapp 54 99117-9771, falar com Evandro Clunc.

A travessia mais difícil do Brasil
Serra Fina
31/ago à 7/set de 2019

A travessia mais difícil do Brasil

É aventura de verdade! Serão 4 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes. São 3 pernoites na Montanha (selvagem mesmo) e 2 outros pernoites em um Hostel de Montanhistas… As grandes dificuldades, de fato, são a navegação, o terreno extremamente acidentado e a escassez de água ao longo do caminho, o que obriga os trekkers a levar peso extra na mochila depois de cada ponto de abastecimento.

Vem com a gente
O primeiro Parque Nacional do Brasil
Travessia Itatiaia
09 à 13/SET/2019

O primeiro Parque Nacional do Brasil

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional do Itatiaia
Travessia Ruy Braga
14/SET/2019

Parque Nacional do Itatiaia

Vamos fazer a Travessia da Parte Alta do Itatiaia e mais uma descida de Serra chamada de: Travessia Ruy Braga como também é conhecida! O Parque Nacional do Itatiaia (PNI) é o Primeiro Parque Nacional do Brasil, criado em 14 de junho de 1937 (82 anos). O nome Itatiaia é de origem Tupi e significa: penhasco cheio de pontas, pedra pontuda. No interior do Parque encontram-se alguns dos picos mais altos do Brasil, beirando os 2800 metros de altitude.

Vem com a gente
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Escalavrado
15/set/2019

Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos). O Parnaso é o terceiro Parque Nacional mais antigo do País, criado em 30 de novembro de 1939 (79 anos). O Escalavrado é considerado uma caminhada semipesada com duração que pode variar de 2,5 a 3,5 horas. O cuidado neste local deve ser redobrado, pois grande parte da trilha é exposta. Um caminho na Rocha, onde vamos utilizar equipamentos de vertical por segurança e basicamente é só subida! Porém com uma distância de aproximadamente 4000 metros entre Ida e Volta.

Vem com a gente
Terceiro mais alto do Brasil
Pico da Bandeira
17/set à 18/set/2019

Terceiro mais alto do Brasil

Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos ícones do montanhismo no Brasil e abriga o terceiro ponto mais alto do País. O Pico da Bandeira, que tem 2.891 metros de altitude, mas vem seguido de perto do Pico 2 ou Pico do Cruzeiro, com 2.852 metros, o Pico do Calçado com 2.849 metros e o Pico do Calçado Mirim com 2.818 metros. Logo mais abaixo fica o Pico do Cristal, com 2.770 metros que fica exclusivamente em território mineiro. Serão 3 dias de trekking com um nível de dificuldade que não é para iniciantes.

Vem com a gente
Parque Nacional Serra dos Órgãos
Travessia Petro x Tere
20 à 22/set/2019

Parque Nacional Serra dos Órgãos

A Travessia Petrópolis Teresópolis ou Petro x Tere como também é conhecida! É considerada a travessia mais bonita do Brasil. Está localizada no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos) em meio a exuberância da Mata Atlântica entre as cidades serranas de Petrópolis, Guapimirim e Teresópolis. Com muitas subidas e descidas íngremes é considerada uma caminhada difícil e possui cerca de 30 km ligando os municípios de Petrópolis e Teresópolis. Geralmente é realizada em três dias.

Vem com a Gente
Bauzinho, baú e Ana Chata
Travessia Pedra do Baú
23 e 24/set/2019

Bauzinho, baú e Ana Chata

O Roteiro foi chamado carinhosamente por nós de Volta da Pedra do Baú, passa em meio de Trilhas pela mata, subindo e descendo Vias Ferratas fixadas na Rocha Gnaissicas da Serra da Mantiqueira exatamente por: Bauzinho, Pedra do Baú e Ana Chata. Localiza-se no município de São Bento do Sapucaí, estado de São Paulo, Brasil. O ponto culminante é a Pedra do Baú (altitude de 1964 metros), conhecido por abrigar algumas rotas de escalada esportiva.

Vem com a gente
Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira
Petar
25 e 26/set/2019

Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) é considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO. Vamos explorar o Núcleo Santana! Lá vamos conhecer: – A Caverna de Santana, -A Trilha do Betari (Caverna Água Suja, Caverna do Cafezal e cachoeiras das Andorinhas e do Beija-flor) – E a trilha do Morro-Preto Couto (Caverna do Morro-Preto, cachoeira do Couto e Caverna do Couto).

Vem com a Gente

Investimento

 Aqui vai uma dica muito interessante! Como estaremos organizando os eventos em sequência isto é, um após o outro, vale muito a pena você se inscrever em mais de um evento, pois isso diminui gastos de deslocamento, fazendo você poupar um bom dinheiro e conhecer mais destinos.

Por participar do Mountain Series, você ganha descontos especiais na compra de qualquer equipamento outdoor na loja Patos do Sul/RS – Entregas para todo o país.

Curtlo BR

Nossa equipe

Nosso time é formado por 4 (quatro) pessoas, sendo 2 (dois) guias de montanha, 1 (um) fotógrafo e 1 (um) especialista em Marketing Digital/Suporte.

Faremos uma cobertura online do Mountain Series aqui no site, comunicando também nas mídias sociais onde somos atuantes;

Teremos uma equipe profissional de fotografia e filmagem com drone, com edições diárias no evento e publicações ao vivo nas  mídias sociais;

Postagens semanais aqui no site e na Sol de Indiada, com o intuito de relatar a experiência obtida pelos participantes durante cada evento.

Se você gostou do nosso projeto, então comente aqui embaixo, compartilhe com seus amigos e venha encarar esse desafio com a gente!

Inauguração do espaço CURTLO BR na Loja Patos do Sul!

Quem acompanha meus textos aqui pelo site, sabe que na maioria deles cito a Patos do Sul e a CURTLO BR, como referências de lojas de artigos e vestuário para a prática de esportes outdoor.

Curtlo BR

A CURTLO BR atualmente é detentora de um portfólio de, aproximadamente, 230 itens, sem contar as variações de cores e tamanhos. São produtos que variam de bolsa de selim, até mochila cargueira, passando pelo desenvolvimento de peças técnicas de vestuário que privilegiam bikers, montanhistas e amantes das atividades ao ar livre. Se a CURTLO é hoje uma das principais marcas do mercado outdoor no Brasil, foi graças ao espírito empreendedor e a insistência de Fernando, aliado ao apoio e dedicação incondicional de Verônica, sua parceira nos negócios e na vida. Como o próprio fundador da CURTLO disse, nós não viemos para o mercado outdoor, nós sempre estivemos nele!

Acesse o site da marca e conheça seus inúmeros produtos.

Curtlo BR

A PATOS DO SUL, está no mercado à cerca de 9 anos e surgiu através de uma viagem que o casal Helen e Darci (in memoriam) fizeram para a Patagônia (seria um mês de viagem). Para economizar com ligações, o casal teve a ideia de criar um blog, na hora de escolher o nome, veio à tona uma brincadeira que faziam, quando entravam na Land Rover, na sexta à tardinha. O Darci pedia à Helen “Pra onde os patos vão voar?”, numa referência aos Duck Tales – Caçadores de Aventuras. Era uma brincadeira entre o casal, aí o blog virou Patos do Sul! 

Após algum tempo, já com a lojinha de aventura acabando de nascer, Helen e Darci foram num evento de Mountain Bike e levaram um gazebo e alguns produtos para vender. Como etiquetas, usaram uns cartões bem artesanais do blog.”Depois quando chegávamos a outros eventos, o pessoal dizia: ‘Os Patos do Sul estão ali!’ ou ‘Tem lojinha dos Patos do Sul!’ e, por uma inercia ou simpatia – pelo nome, acabou pegando!” relembra a proprietária Helen Hertzog.

Os primeiros produtos comercializados na loja Patos do Sul foram roupas de ciclismo e segundas pele da Curtlo.

No último sábado (dia 08) a Patos do Sul, inaugurou o espaço Curtlo em suas dependências. O ambiente conta com diversas peças de vestuário para ciclistas, corredores e aventureiros no geral; itens de lançamento como a calça-bermuda trail EC50+; além de dezenas de mochilas de hidratação, mochilas cargueiras e a clássica bolsa de selim – primeiro produto criado pela Curtlo à cerca de 25 anos atrás.

Curtlo BR
Créditos: Lucas Ferreira (Da esquerda para a direita: Helen Hertzog – Proprietária da Patos do Sul, Eu, Daycce Gonsalves, e equipe de vendas da Patos do Sul).

Vale lembrar que desde o início, Funcionalidade, Ergonomia e Durabilidade formam o tripé que move a marca. Sempre incentivando as pessoas a experimentarem algo diferente, utilizando um equipamento de qualidade.

O evento reuniu diversos aventureiros de Caxias do Sul e região, além do pessoal do Trekking RS e galera da Sol de Indiada – que presenteou os participantes com um belíssima caminhada (Trilha dos Dinossauros), no interior de Caxias do Sul.

Curtlo BR
Créditos: Elio Abe
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch

Veja todas as fotos desse belíssimo evento acessando o álbum do Flickr.

Finalizando deixo o meu grande agradecimento à:

CURTLO BR por ter me dado a honra de representá-los aqui no Rio Grande do Sul, e por poder fazer parte do #TeamCurtlo ao lado de grandes atletas/amigos.

PATOS DO SUL por todo o apoio desde o tempo em que começei a competir nas corridas de aventura até os dias atuais. Darci e a querida Helen sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

“Nossa inspiração define aquilo que temos de mais nuclear. Ela emerge das crenças e dos propósitos essenciais, que norteiam as tomadas de decisões e proporcionam uma atitude diferente em relação à vida! Nossa inspiração traduz nossa visão de mundo, define nosso jeito de ser e influência a forma como construímos e cultivamos nossos relacionamentos.” – CURTLO BR

Patos do Sul

Quando deparo com conceito de aprendizado, a memória me remete a 12 de maio de 2017. Naquela noite de sexta-feira fria, típica do inverno da serra gaúcha, ministrei meu primeiro workshop sobre a Curtlo BR na loja Patos do Sul. Foi um rito de passagem, um angustiante e prazeroso teste de maturidade.

Jovenzinha, semblante de moleca e extremamente tímida, enfrentei uma sala com cerca de 20 aventureiros. Creio que pelo menos 90% dos participantes eram mais velhos que eu. Todos, de certa forma, desconfiados da palestrante.

Patos do Sul

Na verdade, tinha acabado de entrar no time de Embaixadores/Atletas Curtlo BR. No entanto, já utilizava os produtos da marca a anos, participara de diversas provas e treinos de ciclismo e corrida sempre com algum item da Curtlo.

Aceitei o convite da Helen e do Darci, proprietários da loja Patos do Sul e meus apoiadores há anos, para ministrar o workshop. Tomavam-me naquela estreia precoce certa apreensão e ansiedade. Perguntava-me se seria capaz de transmitir meus conhecimentos aos participantes. Ao final daquela primeira lição, contudo, notei aliviada que os aventureiros haviam assimilado minhas dicas. Descobri em mim talentos latentes, habilidades de comunicação nunca imaginadas.

No caminho para a casa da Helen e do Darci, rememorava meu debute como palestrante, avaliava minha performance e a considerei satisfatória.

Percebi que ensinar era o atalho para aprender, fosse na preparação do Workshop ou no exercício mental para responder aos questionamentos do pessoal.

Enquanto Helen preparava o jantar, eu e Darci conversávamos sobre o meu Workshop. – Gostei muito de uma coisa que tu disseste lá na loja “Participo das provas para superar a mim mesma e não aos outros!”, tenha isso como regra!

Helen ao ouvir a frase acrescentou: – Insira isso não só no esporte, mas na tua vida!

Eu estava – como de costume – tímida e um pouco receosa em estar “invadindo” o lar do casal (mesmo o conhecendo há anos).

Assim que Helen serviu o jantar, resolvi fazer a pergunta que desenrolou uma sequência de histórias, lembranças, emoções, lições…

– Como surgiu a Patos do Sul?

– […] viajamos para o Atacama e gastamos horrores em telefonia celular para dar notícias aos parentes. Então quando resolvemos viajar para a Patagônia (seria um mês de viagem), o Darci teve a ideia de fazermos um blog, onde colocaríamos fotos e iríamos contando como estava indo a viagem. Na hora de escolher o nome do blog, veio à tona uma brincadeira que fazíamos entre nós, quando entravamos na Land Rover, na sexta à tardinha, o Darci me perguntava: “Pra onde os patos vão voar?”, numa referência aos Duck Tales – Caçadores de Aventuras. Era uma brincadeira boba entre nós. Aí o blog virou Patos do Sul!

Após algum tempo, já com a lojinha de aventura acabando de nascer, Helen e Darci foram num evento da Ekonova de Mountain Bike e caminhada na Linha Brasil, interior de Nova Petrópolis e levaram um gazebo e alguns produtos para vender. Como etiquetas, usaram uns cartões bem artesanais do blog.

Patos do Sul

– Depois quando chegávamos a outros eventos, o pessoal dizia: ‘Os Patos do Sul estão ali!’ ou ‘Tem lojinha dos Patos do Sul!’ e, por uma inercia ou simpatia pelo nome, acabou pegando! comentou o casal.

Os primeiros produtos comercializados na loja foram roupas de ciclismo e segundas pele da Curtlo e botas nômade. À cerca de oito anos no mercado, a Patos do Sul só trabalha com marcas conceituadas de esportes outdoors como: Curtlo BR, Solo, Salomon, entre outras; e possui uma equipe especializada no bom atendimento.

– Quando atendemos um cliente, ele é o foco! Esqueço qualquer “distração” ao redor e a concentração vai toda para entender o que ele precisa. Nem sempre o que ele precisa tem que ser a opção mais cara. No ramo da aventura os equipamentos devem ser escolhidos pela função e qualidade e só trabalhamos com marcas confiáveis, como a Curtlo.

– Aprendemos muito com os clientes e não escondemos isso deles! Adoro ouvir as histórias das andanças, superações e, se eu não souber como ajuda-los, vou atrás de respostas.

Após me contarem toda a história do surgimento da Patos do Sul, Helen e Darci conquistaram (ainda mais) a minha admiração e respeito, porque conseguiam manter-se cada dia mais unidos e apaixonados. Gostavam das mesmas coisas: simplicidade, mato, paz e desafios.

Patos do Sul

Conheceram juntos diversos locais do Rio Grande do Sul, mas adoravam a região de Ausentes e os Cânions. A praia deserta entre o Cassino e o Chuí era visitada quase que anualmente pelo casal. Fora do Brasil a Argentina era uma preferência.

Patos do Sul
Uma das fotos mais antigas do casal, Ausentes no ano de 1999.

Patos do Sul
Darci no Cânion Montenegro com os filhos Dolph e Daycce em 2007.

Patos do Sul
Praia Deserta entre o Cassino e o Chuí em 2011.

Patos do Sul
Aconcágua na Argentina em 2009.

Dentre todas as viagens a melhor aventura escolhida pelo casal, foi a Patagônia.

– […] por dois motivos: a paisagem e a superação em ter que consertar a Land quebrada em Puerto Natales, muito, muito longe de tudo! A união que criamos no foco em solucionar o problema, sem boicotar ou se irritar com o outro, essa sim, representou o grande saldo da viagem! – relembra o casal.

Patos do Sul
Torres Del Paine em 2010.

Era fascinante ouvi-los, relatando em detalhes todas as emoções e lições enfrentadas durante as aventuras.

– As viagens nos ensinaram tolerância, renuncia e que a “Felicidade só é real se for compartilhada”. Aproprio-me da frase do Cris McCandless, pois não acho palavras melhores para dizer isso. comentou Helen, emocionada.

Patos do Sul

As viagens eram tão importantes, que eles mediam o casamento em quilômetros rodados juntos ao invés dos anos. Foram quase 20 anos juntos, um tempo de aprendizado, paixão, fidelidade, amor. Um amor que hoje, transformou-se no mais lindo sentimento de carinho e respeito que Helen pode sentir.

Patos do Sul

Em novembro de 2017 o aventureiro Darci foi desbravar outros locais…

“Pra onde esse Pato foi voar? Seja onde for, foi levar muita alegria e, já deve estar comandando por lá! Ele deixa muita saudade e um aperto fundo no peito que, com o passar do tempo, esperamos que se transforme numa melancolia bonita. Foi cedo, muito cedo embora. Mas esse sempre foi o jeitão dele mesmo, sempre mandão e teimoso…

Nos deixou o conforto de salvar algumas vidas com sua doação de órgãos. É um alento saber que continua vivo nesse gesto. De nossa parte, seguiremos ainda mais unidos, inclusive com a amigona Nova, que tanta alegria lhe deu…Deve ser bom ser amado assim, né Darci?”

Patos do Sul
Darci e Nova no Passo do S em 2016

O Darci nos deixou com uma saudade que espreme o peito, mas também lembranças que vão nos consolar e fortalecer. Ele viveu intensamente, não acreditava em meias medidas, meias palavras, não amava mais ou menos…ele foi grande demais!

Liberfly – Mediando Soluções

A Liberfly tem como objetivo facilitar aos clientes de linhas aéreas que porventura tenham problemas em todo o processo de viagem, oferecendo uma forma simples e descomplicada para receber reembolsos e indenizações por serviços mal prestados, visando primeiramente a conciliação e mediação para a resolução do problema.

Através de um serviço novo, rápido e fácil, a empresa almeja ser a referência nacional em resolução de conflitos entre clientes e companhias aéreas.
No próprio site da empresa: www.liberfly.com.br o cliente poderá realizar a sua reclamação, tudo isso em menos de três minutos. Confira!

LiberFly – Mediando Soluções

Você conhece alguém que já teve problemas com companhias aéreas?Marque seu amigo nos comentários ou nos envie uma mensagem!Teremos o maior prazer em atendê-los!www.liberfly.com.br

Posted by LiberFly on Thursday, February 2, 2017

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Jumpers – Um Blog de Viagens

Jumpers

Antes de mais nada, somos sonhadores, viajantes itinerantes deste imenso mundo, temos o mesmo anseio instintivo que se encontra pulsante dentro de você naqueles momentos em que considera “insano”.

Acreditamos que viemos ao mundo para poder desfrutar dele o que há de melhor e não apenas servir as invenções humanas tidas como culturalmente únicas para uma vida feliz. Cada pedacinho de cada continente, de cada viela, cada cicadela, cada lugar inabitável vamos utilizar para despertar em você o mesmo desejo que nos contagia: VIVER!.

Somos desbravadores do universo, somos saltadores de obstáculos, somos JUMPERS.

Jumpers

Hey pessoal, eu sou Cibele Caroline, sou sonhadora no Universo, faço parte dos 10% da população que tem coragem de ser inconsequente.
Amo estudar filosofia, história antiga e psicologia por conta própria, sou apaixonada por animais , principalmente felinos. A natureza me fascina. A água , nosso bem maior, transparente, me hipnotiza. O barulho de chuva me acalma. Gosto de ouvir música alta, dançar no meio da rua ou no cinema, ver filmes antigos e me sentir neles. Tempo nublado me anima, ler e cheiro de livros antigos são meus vícios. Museus, pinturas e surrealismo são minhas preferencias artísticas.
Já trabalhei em 2 lugares que tinham pessoas muito queridas convivendo e por este motivo me mantive por muito tempo e criei elos de amizade que mantenho até hoje.
Depois deste episódio, tive uma experiencia com 4 trampos, daqueles que você recebe bem pra caramba, com metas altíssimas, rodeado de mentiras e táticas para se dar bem sozinho e tirar uma bolada. Porém que muitas vezes se vê prejudicando seus parceiros de trabalho ou as pessoas que você mal conhece roubando seus tempos, sua atenção, seu conhecimento, para induzi-las a fazer parte de determinado serviço ou adquirir um bem que não precisam ou que certamente encontrariam muito mais em conta em outro lugar e que as atenderiam tão bem quanto os que você é obrigado a oferecer por lealdade a seu cargo (e hipocritamente, não a seus valores).
Devido a eu ter tido um curso que me ensinava técnicas persuasivas , tinha o mérito de ganhar muito bem apesar de nunca ter me sentido confortável com o tipo de vida que eu idealizava e desejava prestar pra mim e pra outras pessoas.
Diante deste dilema resolvi me aventurar e ir em busca de inovar, quitei minhas contas e fiz minha primeira viagem pra um lugar totalmente diferente da minha realidade, Peru, Cusco, Machu Picchu, aí fui eu…. Resumindo: a experiencia foi incrível, inexplicável e eu senti na pele o que eu realmente queria: ser uma intrusa dos paraísos que existem no mundo e despertar esta mesma curiosidade nas pessoas, mostrar pra elas o que realmente vale a pena desfrutar, enquanto se há tempo!
Depois desta experiência eu estava decidida, quitei minhas contas… e larguei o meu emprego. Arranjei mais 3 trabalhos em que a filosofia de instrução de funcionários não condiziam com os valores que desde minha viagem coloquei como princípio e desejava preservar… Resultado: me demiti seguidamente dos 3 empregos que tinha entrado consecutivamente, não tive medo de inclusive destacar meus motivos e ser verdadeira com as justificativas e incompatibilidades, desonestidades e abusos…
Eu estava decidida: queria VIVER e provocar este mesmo DESEJO DE VIVER nas pessoas, nem que eu tivesse que ser o instrumento que vivesse os erros e acertos disto para poder recomendar os caminhos.

Nunca vi ninguém sem determinação chegar em lugar nenhum…
E é isso que que nós da Trip Jumper queremos despertar em você!
Nós podemos.

Atualmente, trabalho em casa, eu e o Lu fazemos freelances e estamos iniciando nosso projeto de ser nômades digitais e incentivar comportamentos como estes!
Passamos perrengues como qualquer um que começa a ir atrás do seu sonho, e ouvimos muito as famosas frases: “isto é impossível”, “é só um sonho”, “tentem isto quando estiverem estabilizados”, “como vocês vão conseguir?!”

E só tenho a dizer:
“Impossível pra mim é querer apenas existir, num mundo cheio de encantos para se viver”.

A maioria das pessoas que ainda se teve a possibilidade de ouvir seus arrependimentos no leito de morte, destacam que: “queriam ter tido mais tempo, e queriam ter vivido mais”…

Resta dúvida? …

Desejo profundamente que você seja um Jumper e não arranje desculpas, salte por cada pensamento negativo que te impossibilitar de fazer algo e que ainda conte sua história pra gente. Vai ser maior orgulho saber que nossa existência está fazendo A DIFERENÇA.

Jumpers

Meu nome é Lucas Rafael Feijó, apaixonado pela vida, sonhador do mundo, viajante  insaciável, que busca conhecer o novo, vivenciar o diferente, em busca de novidades diárias. Sou Designer Gráfico por paixão, por profissão, amante da Fotografia e das Artes, busco nelas inspiração para meu dia-a-dia. Inquieto, não gosto de estar em um lugar só, fixo, sem movimentação, sem novos planos. Hoje sou designer freelancer, em busca de qualidade de vida, em busca de tempo para realizar meus sonhos, sempre com uma bela trilha sonora para acompanhar. Amanhã…amanhã posso ser o que eu desejar ser, sem regras, sem medo. Quem sabe posso estar em algum lugar do qual nunca pensei que estaria, amanhã, quem sabe…

Site: tripjumpers.com.br

Facebook: Jumpers

Relatos escritos: 

Fui Acampar

Fui Acampar

Site referencial em Campismo no Brasil. Cadastro de campings, reviews de equipamentos e artigos com conteúdo sobre campismo.

Missão:

Nosso objetivo é estimular o movimento campista fornecendo informações confiáveis e incentivar a descoberta de novos destinos em contato sustentável com a natureza.

E-mail: contato@fuiacampar.com.br

Site: www.fuiacampar.com.br

Proprietária: Luiza Campello

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Trekking POA Aventura

Trekking POA Aventura

Um pouco de nossa história, iniciada em meados de 2013:

Somos um grupo de amigos e colegas do curso de geografia da PUCRS e da UFRGS, que desde sempre teve interesse em atividades junto a natureza, neste cenário um dia resolvemos trazer mais pessoas e mais amigos para viajar e fazer aventuras, com o estilo de nossas saídas de campo do curso, com muita reflexão, contemplação da natureza, brincadeiras, debates, troca de ideias e experiências, o grupo cresceu agregando a cada destino novas amizades e parcerias muito animadas em curtir a vida e conhecer novos destinos no pedal ou na pernada sempre com muita positividade e parceria.

Facebook: Trekking POA

Informações e reservas:
Marcelo Santos
51 – 8484 6244 (Oi)
marcelo.trekkingpoa@outlook.com

Proprietário: Marcelo Santos

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