Saiba tudo sobre os bastões de caminhada

Muita gente pergunta qual a vantagem de utilizar o bastão de caminhadas. Vamos tentar explicar os benefícios e contras do uso dos bastões em caminhadas, de forma a ajudar a esclarecer algumas dúvidas.

Na realidade, o bastão de caminhadas tem-se tornado um equipamento obrigatório para muitos desportistas que praticam longas caminhadas, sendo muito útil também para quem leva a mochila nas costas. Existem vários estudos que demonstram que o esforço da caminhada usando bastões é mais repartido entre os diversos membros bem como pelo resto do corpo, sendo um fator importante na redução de cargas de força exercida sobre a coluna vertebral, nas costas e sobretudo nos joelhos. É sobretudo nas zonas de maior declive que a sua influência se faz sentir como fator de potencial equilíbrio do corpo e nos movimentos e da distribuição corporal do esforço. Em pisos mais irregulares ou com neve e gelo facilitam o equilíbrio e a progressão. Também contribuem para a manutenção de uma postura mais correta, contribuindo num ciclo respiratório mais intenso e ativação da circulação sanguínea.
Investir num par de bastões de caminhada poderá proporcionar mais prazer, mas acima de tudo, proporcionar mais segurança e menos esforço ao caminhar. É um equipamento essencial para quem costuma fazer caminhadas. Resumindo, os bastões são uns ótimos amigos.

Tipos de Bastão de caminhada

Bastões anti-choque:
Estes bastões possuem molas anti-choque no seu interior, proporcionando um amortecimento maior aos impactos. As molas podem também ser desativadas em alguns modelos. Este modelo de bastões é mais recomendado para quem tem problemas de joelhos ou tornozelos.

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Bastões standard:
Estes modelos não possuem as molas e por isso são mais leves e mais baratos. Podem ser encontrados bons modelos no mercado para satisfazer as necessidades de qualquer caminhante.

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Bastões retráteis:
São bastões feitos em alumínio e que podem ser compactados em tamanho bem pequeno, para serem guardados. Funcionam com uma corda no seu interior que é puxada e tensionada para manter o bastão firme (mesmo sistema das muletas retrateis). São muito leves e práticos, mas não podem ter o seu comprimento variado.

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Tipos de material

Existem basicamente dois tipos de materiais mais utilizados para os bastões de caminhada, Duraluminio e Fibra de Carbono:

Duralumínio ou alumínio high-grade: é um material muito resistente e econômico. Os bastões feitos de duralumínio costumam ser muito leves. Normalmente pesam aproximadamente 350 gramas. Uma das vantagens deste material é que o duralumínio pode dobrar, perante um esforço muito elevado, mas não quebra completamente.

Fibra de Carbono: é um material muito leve e resistente e costuma pesar aproximadamente 310 gramas. São também modelos um pouco mais caros e muito indicados para situações mais extremas de caminhadas. Ao contrário dos modelos de duralumínio, os de fibra de carbono podem quebrar perante situações de extrema tensão.

Grips ou Punhos

A Grip ou punho é a extremidade onde o caminhante segura o bastão. Sempre possui uma alça de fixação para ser colocada em volta dos pulsos. A sua função é a de proporcionar uma melhor pega e aliviar a pressão nos pulsos, além de evitar que caiam acidentalmente da mão.

As grips ou punhos podem ser de 3 tipos:
Cortiça:
São muito confortáveis e aliviam muito o suor das mãos e reduzem bastante as vibrações.
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Borracha:
Absorvem bem o choque e vibrações e proporcionam uma ótimo pegar, especialmente quando se sobe algum terreno. No entanto, não fazem boa absorção do suor das mãos, embora que os modelos mais recentes possuem ranhuras que minimizam este problema.
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Espuma:
É uma opção muito utilizada por ser um ótimo absorvedor do suor das mãos e ser muito macio ao tato.
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Baskets e Ponteiras:
As baskets são os acessórios acoplados nas ponteiras para limitar a penetração destas em diversos tipos de solo. Existem modelos para terreno mole, lama ou neve. É um acessório importante que normalmente acompanha o bastão na sua versão original.
As ponteiras costumam ser de aço, tungstênio ou carbono e são importantes para uma boa penetração no terreno. As ponteiras podem ter a forma achatada, redonda ou concava, sendo as preferidas as de pontas achatadas ou redondas, uma vez que têm melhor aderência às irregularidades das rochas. Normalmente os bastões são fornecidos com protetores de borracha para as ponteiras, que protegem as mesmas durante o transporte. As proteções também evitam furar roupas ou outros objetos na bagagem quando o bastão não é usado. Convém lembrar que a proteção de borracha tem somente esta função e não deve ser mantida no bastão quando estiver a caminhar com os bastões.
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Alças do punho:
São as cintas que se encontram nos punhos dos bastões e se colocam ao redor do pulso para apoiar diretamente o peso no pulso e não na mão, evitando desta forma que a mão esteja constantemente a pressionar o punho do bastão, o que causaria dor e eventualmente bolhas ou feridas se a caminhada for grande. Como curiosidade convém advertir que quando atravessarmos uma zona com vários obstáculos e grandes dificuldades, o melhor será não usar as alças do punho e agarrar o punho do bastão diretamente, porque se cairmos com os bastões agarrados aos pulsos corremos o risco de não conseguirmos deter a queda com as mãos e na pior das hipóteses fracturarmos os pulsos.
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Rosetas:
Estas peças de forma circular, com pequenos dentes, cumprem a função de evitar que o bastão se afunde se nos apoiar-mos em terreno mole ou nevado. O problema com as rosetas é que se estas forem muito grandes diminuirão o ângulo de ataque do bastão. Se o ângulo entre o bastão e a superfície for muito grande, acontece que a roseta seja a que se apoia no solo em vez da ponteira do bastão, o que pode provocar acidentes, porque provavelmente o bastão deslizará ao estar apoiado apenas pela roseta.
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Vantagens dos bastões em caminhadas:
A vantagem mais importante dos bastões, é que melhora notavelmente a distribuição do peso que levamos e portanto melhora o rendimento físico, a quantidade de quilômetros que podemos caminhar e o conforto. Ao caminhar com bastões, parte da força que fazem os quadricípedes e gêmeos para suportar toda a carga, distribui-se pelos músculos peitorais e dos braços, assim utilizamos um maior número de músculos para distribuir a carga e cada um deles trabalha em menor esforço.
– Proporcionam melhor equilíbrio e rendimento durante a caminhada. É pura lógica, que ao possuir quatro pontos de apoio em vez de dois é muito mais fácil manter o equilíbrio, desde que se alternem os bastões e pés de maneira correta.
– Permitem que trabalhe também a parte superior do corpo.
– Como os braços estão em permanente movimento, evitam o tradicional inchaço das mãos em dias mais quentes.
– Diminuem o esforço nas subidas, reduzindo consideravelmente o esforço e pressão nos joelhos e articulações.
– Nas subidas, os bastões transferem parte do esforço para os ombros, costas e braços, reduzindo o esforço e a fadiga das pernas.
– Ajudam o caminhante a estabelecer um bom ritmo de caminhada.
– Aumentam a segurança nos terrenos acidentados, cheios de pedras ou demasiado lisos.
– Em casos de torção do pé, o bastão pode ser utilizado como apoio e pode livrar o caminhante de se ferir na caminhada.
– Podem ser usados para verificar a estabilidade do terreno antes de prosseguir e também para verificar a presença de cobras ou outros animais, dependendo do local onde estiver a caminhar.
– O uso do bastão de caminhadas, ao contrário do que parece, não diminui o gasto de energia pelo caminhante. Muitos especialistas garantem que de facto aumenta até 20% este gasto energético, pois o caminhante é obrigado a movimentar todo o corpo, como braços e ombros, no entanto tem a vantagem de proteger o desgaste físico das pernas, distribuindo o esforço por quase todo o corpo.
– Os bastões são também muito recomendados para quem tem problemas nos joelhos ou tornozelos, principalmente nas subidas e descidas de terrenos mais acidentados. De acordo com estudos elaborados sobre o assunto, esta compressão pode ser reduzida até 25%.
Desvantagens dos bastões em caminhadas
Técnica incorreta do uso de bastões. Se a distância entre o corpo e o bastão for muito grande, não apenas reduz o alivio de esforço como poderá resultar num forte torque que poderá levar o caminhante ao desequilíbrio e queda.
Segundo adverte a UIAA, o uso continuado dos bastões diminui o sentido do equilíbrio e a coordenação, pelo que aconselha o seu uso apenas de vez em quando. Em caminhadas longas recomenda-se alternar períodos de caminhada com bastões e outros períodos sem bastões, dependendo do terreno e das características deste.
– Mecanismos de redução de proteção fisiológica. Forte pressão e estimulo por esforço são muito importantes para a nutrição das cartilagens das articulações e também para treino e manutenção da elasticidade da musculatura de esforço. O uso contínuo de bastões diminui estes importantes estímulos por esforço.
– Aumento da frequência cardíaca devido ao aumento da atividade muscular nas extremidades superiores.
– Falsa segurança em zonas com neve dura, não devemos fazer a progressão apenas com bastões nestes casos, mas sim com o piolet, podendo ajudar com um bastão e guardando o outro na mochila, pois desta forma em caso de queda poderemos sempre fazer uso do piolet para a auto-detenção.
Um ou dois bastões?
Esta pergunta é pertinente e logicamente caberá a cada um decidir a opção a tomar, no entanto convém ter atenção ao efeito dos bastões, ou seja, quando caminhamos uma perna é que recebe todo o peso do nosso corpo, mais a carga da mochila, mantendo o equilíbrio até ao passo seguinte, quando todo este peso se transfere para a outra perna. Então dois bastões bem utilizados proporcionará sempre dois pontos de apoio em vez de uma só perna transferindo o esforço pelos dois pontos de apoio (perna e bastão). Utilizar um par de bastões, é como andar com 4 pernas, pois repartem os esforços a todas as extremidades e portanto oferecem maior segurança do que apenas um bastão. Para tirar benefício desta situação deve utilizar os bastões como se fossem suas outras duas pernas, ou seja quando se avança com a perna esquerda, avançamos com o bastão direito e assim por diante.
Alguns conselhos para a compra de bastões
Ao escolher o tipo de bastão de caminhada, convém levar em conta as características de resistência dos materiais de fabrica e procure investir num produto de boa qualidade, pois desta forma poderá obter o máximo retorno do seu investimento. Escolha sempre um par (2 peças), pois o rendimento em marcha será muito melhor ao utilizar dois bastões, um em cada mão.
Existem bastões de 2 ou 3 secções extensíveis, aconselha-se a compra do de 3 secções, pois ocupam menos espaço ao acondicionar na mochila.
Não confundir resistência com ligeireza, os bastões ultra-ligeiros são muito atrativos na loja, mas duram menos que os outros.
O mecanismo de fixação dos lanços telescópicos devem ser sólidos. É a primeira coisa que falha num bastão. Os de sistema giratório estragam-se com maior facilidade, sendo preferível o sistema de patilha similar aos fechos rápidos das bicicletas.
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Ter particular atenção aos punhos, devem ser cômodos e anatômicos, sendo preferíveis os de cortiça ou espuma.
A alça do punho deve ser similar à dos bastões de esqui de fundo, cômoda e anatômica.
A ponteira do bastão deve ser dura e o ideal será adquirir um bastão que permita a troca de ponteiras, porque este fator é importante para a vida do bastão.
Os bastões com sistema de amortecimento geralmente apenas servem para tornar os bastões mais pesados e por vezes ganham ruídos com o flectir da mola. Este sistema apenas faz sentido em terrenos com muitas pedras, caso contrário costumam produzir bolhas, queimaduras e feridas nas mãos e pulsos. Se caminharmos em neve, lama, ou terreno mais suave, este sistema não faz sentido.
Como utilizar o bastão de caminhada
Os bastões de caminhada podem ser ajustados na sua altura, aproximadamente entre 66 cm e 135 cm. Normalmente trazem marcações para facilitar o ajuste.
Abrir sempre os 3 segmentos do bastão por igual, não alargar apenas um.
Colocar corretamente a alça do punho, muitos caminhantes utilizam-a incorretamente.
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Subindo no terreno: Diminuir o comprimento das hastes em alguns centímetros para aumentar a capacidade de alavancagem do bastão.
Descendo no terreno: aumentar o comprimento das hastes em alguns centímetros para proporcionar maior controle e equilíbrio. É importante usar os bastões o mais perto possível da linha de queda do corpo. Se os bastões forem usados corretamente nas descidas de encostas, poderão absorver várias toneladas de peso da parte inferior do corpo por hora de caminho.
Em terreno plano: Para o ajuste normal do comprimento do bastão, o braço deve ficar horizontal formando um ângulo recto de 90º quando o bastão estiver na mão e apoiado no chão. Já foi demonstrado que não há diferença significativa no uso de um ou dois bastões em caminhada sem carga, mas ao caminhar com carga o equilíbrio é significativamente reforçado pelo uso de dois bastões.
Em terreno inclinado: O bastão mais abaixo deve ser mais longo e o bastão que fica acima deve ser mais curto. Em alternativa deve pegar no bastão mais abaixo do grip ou punho.
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Em grandes altitudes ou em ambientes mais frios: os bastões não devem ser ajustados em tamanhos muito longos (as mãos devem ficar mais baixas que o cotovelo no uso do bastão), de contrário a circulação sanguínea será afetada e o usuário terá dedos frios em curto espaço de tempo.
Utilizar em cada caso a roseta mais adequada, grande para neve e pequena ou nenhuma para caminhos de terra.
As vantagens e desvantagens do uso de bastões, devem ser avaliadas caso a caso. Como os bastões podem tornar-se de difícil manipulação e caso precise de ter as mãos livres em terrenos de maior dificuldade, é importante ter uma forma de os fixar na mochila e o melhor será prendê-los com as pontas para baixo, para evitar cegar os olhos do caminhante seguinte.
Definitivamente, os bastões são uma parte do equipamento de trekking que não deve faltar. Não ocupam muito espaço nem são muito pesados e são uma ajuda bastante significativa durante a caminhada, sobretudo verifica-se quando fizermos mais de 5 horas de caminhada, onde se notará a distribuição do esforço entre mãos e pernas.
Edição: Luís H. Fritsch

Mundo outdoor e suas novas tecnologias

Mundo outdoor e suas novas tecnologias

O mundo outdoor melhorou muito em termos tecnológicos, antigamente eramos forçados a ficar em casa ao lado do fogão a lenha, pois a condição climática não estava favorável para nossas aventuras, já hoje em dia não existe mais a possibilidade de darmos alguma desculpa e não ir fazer aquela trilha no fim de semana, pode estar chovendo, estar frio ou mesmo calor.

Tecnologia GORE-TEX®

Mundo outdoor

A membrana de tecnologia GORE-TEX® é durável, impermeável e à prova de vento, combinada com produtos duradouros, de respirabilidade otimizada e que maximizam a proteção e conforto de seus usuários.

Ideal para uma grande variedade de atividades ao ar livre, a membrana GORE-TEX® está ligada apenas ao tecido exterior. O benefício: o forro separado dentro melhora o conforto e versatilidade. Esta construção pode ser combinada com um isolamento, mantendo seco e quente.

Saiba mais sobre essa membrana:

Membrana GORE-TEX® tem mais de 1,4 bilhões de poros por centímetro quadrado.

Esses poros são 20.000 vezes menor do que uma gota de água, mas 700 vezes maior que uma molécula de vapor de água. Devido a isto, a água não pode penetrar a partir de (vapor de água) no exterior e suor pode facilmente escapar para o exterior através da membrana. Isso garante que GORE-TEX® permanece água e à prova de vento, mas respirável.

Para garantir a resistência do tempo absoluto, produtos GORE-TEX® são empregadas com tecnologia GORE-SEAM® TAPE para selar mesmo os minúsculos furos na peça GORE-TEX® causado pelo processo de costura.

Para atender às exigências especiais da ampla gama de aplicações – dos quais o mais exigente é o motociclismo – GORE-TEX® tem desenvolvido diversas tecnologias de membranas, que são utilizados em determinados produtos.

Ensaio do produto:
Garantido para mantê-lo seco ™
Cada novo protótipo do produto GORE-TEX® é colocada através de testes extremamente rigorosos nos laboratórios Gore. E não é apenas a membrana GORE-TEX® que é testado, todo o vestuário e seus componentes de material exterior, isolamento, membrana e forro tem que provar sua excelência nas condições mais difíceis.

Mundo outdoor - gore-tex

Cada nova peça GORE-TEX® é submetido a acelerada “mundo real” do tipo teste de laboratório equivalente a muitos milhares de horas de uso, passando pela Sala de chuva, bem como o conforto e teste de frio, antes de ser liberado para produção .

É este procedimento rigoroso controle de qualidade que diferencia GORE-TEX® de outras membranas de clima no mercado e torna o único garantido para mantê-lo seco.

Tecnologia Polartec®

Mundo outdoor - Polartec

Por falta de informação, muita gente trata com desconfiança os diferentes materiais que são comumente chamados de Fleece, o que é bem compreensível dada à inundação de produtos de baixo preço e mínima qualidade.

Hoje vamos separa o joio do trigo e falar mais a fundo sobre a tecnologia Polartec, o supra-sumo dos fleeces.

Projetados para estresse agudo, os tecidos Polartec são resistentes ao rompimento das fibras e possuem tecnologia anti-pilling (evitam formação de bolinhas). A utilização e lavagem intensas podem provocar o desbotamento da cor, mas não a perda de suas propriedades. O aspecto de produto envelhecido é o principal motivo de substituição e não propriamente o desgaste do produto.

Também chamado de CCF, “Climate Control Fabrics”, o principal atributo do Polartec é manter o corpo seco e aquecido, propiciando conforto em qualquer situação. A alta capacidade de exportar o suor, aliada à resistência à penetração de água, evita que o corpo fique úmido e sofra com o frio e uma eventual hipotermia. Por isso é considerado mais que uma vestimenta, um equipamento de termo-regulação.

Ainda há várias tecnologias disponíveis na vasta variação de materiais Polaterc, como proteção UV, proteção à formação de odores, repelência de água e até resistência ao fogo.

Clique aqui e saiba mais: www.polartec.com/technologies

Mundo outdoor - Polartec

A utilização combinada do Polartec com produtos compostos de algodão, Lycra, Nylon e afins, pode potencializar suas capacidades. Portanto, não é recomendado o uso do Polartec como segunda-pele.

De acordo com a temperatura e umidade, convém utilizar como cobertura principal sobre roupas mais finas, ou ainda de forma intermediária com agasalhos mais densos por cima, para o caso de frio extremo. Sozinho o Polartec apresenta proteção segura como corta-vento e excelente desempenho contra umidade, adequado para temperaturas acima de 5ºC com relativo conforto, até temperaturas amenas de meia estação.

Tecnologia Cordura®

Mundo outdoor - Cordura

Cordura é a marca registrada da InvistaTM para tecidos de altíssima durabilidade. Os Tecidos Cordura são produzidos com fios de poliamida 6.6 de alta tenacidade, com resistência à ruptura muito acima da média dos tecidos existentes no mercado.

Cordura apresenta altíssima resistência nos itens abrasão, rasgamento e perfuração, além de não formar pilling (bolinhas). O tecido Cordura, que pode ser tinto ou estampado, é leve, fácil de lavar, seca rapidamente, não mofa e mantém aparência de novo por muito mais tempo. Quando submetido a acabamento de resinas ou Teflon , pode adquirir características de repelência a água, óleo, retardante de chamas, etc.

Tipos de Cordura:
Os tecidos Cordura podem ser produzidos com fios lisos, tipo 210 den*, 280 den, 420 den, 630 den e 840 den, texturizados a ar tipo 500 den, 750 den e 1000 den ou com ambos. Os fios lisos apresentam maior resistência à ruptura por tração e são mais brilhantes, enquanto o diferencial dos texturizados é a resistência à abrasão, são menos brilhantes e têm, portanto, uma aparência menos sintética e mais próxima à lona.
Diferentemente do significado de Cordura da época em que a marca pertencia à Dupont, atualmente todos os tecidos feitos com fios de poliamida de alta tenacidade da InvistaTM são chamados de Cordura. Porém, o tecido original que consagrou a marca e até hoje é mundialmente reconhecido por ser o mais resistente à abrasão, é o produzido com o fio texturizado.

* den = unidade que representa o peso em gramas de 9000 m de fio, que a grosso modo determina a espessura do fio. Por exemplo, 9000 m de um fio de 500 den pesam 500g.

Resistência à Abrasão:
Cordura 1000 é:
20x mais resistente que o Algodão
10x mais resistente que a Lã
4x mais resistente que o Nylon 400
3x mais resistente que o Poliéster 600

Mundo outdoor - Cordura

Mundo outdoor - Cordura

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Clique aqui e saiba mais: www.cordura.com

Tecnologia Vibram®

Mundo outdoor - Vibram

Solados de tecnologia italiana com massa de borracha e compostos especiais, atualmente é a mais renomada fabricante de solados do mundo, com mais de 60 anos de experiência e tradição.

Nos últimos anos, a Vibram® concentrou suas pesquisas em Design Biomecânico, com a colaboração da ETH University, de Zurique e dos milhares de clientes homologados no mundo.

Os solados aperfeiçoaram no controle de tração e na resistência do material para maior segurança. São solados flexíveis, aderentes, duráveis e com design biomecânico para melhorar a sensibilidade dos pés com o ambiente de uso.

Presente no dia a dia de corredores de montanha, trekkeiros, escaladores e em praticantes de esportes de montanha, o solado vibram é conhecido, e reconhecido, por fazer parte dos calçados e até mesmo se confunde com a história dos esportes.

A marca também é conhecida por ser a pioneira nos tênis modelos “FiveFingers” que incentivou o movimento “Barefoot running”.

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Calçados Vibram® FiveFinghers

Clique aqui e saiba mais: www.vibram.com

Você conhece o filtro portátil LifeStraw?

Você conhece o filtro portátil LifeStraw?

Às vezes, as tecnologias mais simples têm o maior impacto na vida das pessoas. Veja como exemplo o sistema de filtragem móvel da empresa suíça Vestergaard Frandsen, batizado de LifeStraw (“canudo da vida”). É um tubo de plástico azul – mas muito mais grosso que um canudinho comum – contendo filtros que tornam potável a água contaminada com micro-organismos que provocam cólera, febre tifoide e diarreia.

Os filtros, fabricados em resina halogena, matam quase 100% das bactérias e cerca de 99% dos vírus que passam pelo LifeStraw. A University of North Carolina em Chapel Hill testou o canudo com uma amostra de água contendo as bactérias Escherichia coli B e Enterococcus faecalis, além do vírus MS2 colífago, e mais iodo e prata. Os resultados indicam que o LifeStraw filtrou todos os contaminantes a níveis em que não representam mais um risco à saúde de quem ingere a água.

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Foto: LifeStraw

Com  25 cm de comprimento, o canudo pode filtrar até 700 litros de água – estimativa do consumo anual de uma pessoa. O LifeStraw deve ser jogado fora quando seus filtros ficam entupidos demais para permitir a passagem de água, o que acontece geralmente após um ano de uso.

No entanto, o canudo não filtra metais pesados como ferro ou flúor, nem remove parasitas como a giárdia ou o criptosporídio, apesar de o CEO da empresa, Mikkel Vestergaard Frandsen, afirmar que há uma versão do LifeStraw disponível para grupos de ajuda humanitária em Bangladesh e na Índia capaz de filtrar arsênico.

Foto: Marcio Basso
Foto: Marcio Basso

– Oferece fácil acesso à água potável segura longe de casa.  – Filtra no mínimo de 700 litros de água.

– Mata e remove 99,9999% das bactérias da água

– Mata e remove 99% dos vírus da água

– Remove partículas até 15 mícrons

– Não necessita de energia elétrica ou de peças sobressalentes para a vida útil do filtro.

– Dimensões: – Comprimento: 25 cm – Diâmetro: 2,9 cm – Peso seco: 105 gramas.

– Peso úmido: 125 gramas.

– Filtra 700 litros de água, que, por exemplo, serve para o consumo de 01 litro de água por dia durante 02 anos. Para quem vai consumir somente em aventuras e viagens e não alcançará o limite em litros de água, recomenda-se a troca do produto após 03 anos do primeiro uso

– É indicado para:

– Viajantes (mochileiros, ciclo turistas, moto turistas, entre outros), que irão passar por países e regiões onde a qualidade da água é duvidosa

– Esportistas (trekkers, montanhistas, canoístas, moutainbikers, campistas, entre outros), que terão difícil acesso a água potável.

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Fonte: http://www2.uol.com.br/

Já ouviu falar em carregador solar de bateria?

O Carregador Solar Portátil JUMP, da Azteq, é ideal para viagens e aventura, pois pode ser pendurado em uma mochila, carregando seu celular ou máquina durante a caminhada. Pode ser recarregado pela luz solar ou por uma entrada USB.
O Carregador Solar Portátil JUMP é indicado para produtos com voltagem entre DC 5v+/-0.5v e corrente menor que 500 mAh.
Acompanha ainda um mosquetão plástico incorporado para facilitar fixação na mochila.
CARACTERISTICAS
Peso: 150 g
Dimensões: 5,5 cm x 8,7 cm x 2,3 cm
Bateria: de Lithium com capacidade de 1.100 mAh /3.7v
Painel Solar: de última geração com capacidade de 20 mAh/6v

Carregador solar - Marca Azteq
Carregador solar – Marca Azteq

Fonte:http://www.azteq.com.br/