Jumbo Hostel, a nova opção de hospedagem

Jumbo Hostel, a nova opção de hospedagem

O avião poderia estar voando, entretanto Oscar Dios, dono da companhia aérea que adquiriu o jumbo em 2002, resolveu fazer mais. Ele transformou a aeronave em um Jumbo hostel. No interior, as peças originais foram preservadas para manter o “espírito” do jumbo. A suíte nupcial, com vista para o aeroporto de Arlanda, em Estocolmo na Suécia, ocupa a cabine de comando e é o único quarto com banheiro privado.

Jumbo hostel

Só aqui é possível dormir, onde os comandantes pilotavam o rei do céu! Espetacular Suíte simples ou dupla (no máximo duas pessoas) dispõe de duas camas ajustáveis, TV de tela plana, internet wireless gratuita e um banheiro privativo com chuveiro. Café da manhã, roupa de cama, toalhas e limpeza estão incluídos no preço.

OJumbo Hostel oferece 33 quartos, a maioria deles com quatro camas em cada um, ao total, a pousada dispõe de 76 camas. Para os visitantes possui estacionamento gratuito, podendo estacionar ao lado do avião.

Os quartos possuem cerca de seis metros quadrados de largura e medem três metros de altura. Todos os quartos têm TV de tela plana. Em todo o jato jumbo você tem acesso WiFi. A principal diferença entre estes quartos e as suítes é que, os banheiros são todos compartilhados.

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Jumbo hostel

O avião ainda conta com ampla área para alimentações, servindo o pequeno-almoço, café, biscoitos, sorvetes, sanduíches e refeições quentes.

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Jumbo hostel

Ficou curioso, então assista o vídeo abaixo:

Conheça você mesmo o avião usando a ferramenta Street View do Google, clique aqui!

Informações adicionais e reservas no site.

O Jumbo Hostel não é apenas um albergue, é também um lugar excitante para ir em uma excursão com toda a família e também para os entusiastas da aviação.

Parque Nacional Lá Reunion

Parque Nacional Lá Reunion

O Parque Nacional de Lá Reunion está localizado no Oceano Índico, a Sudoeste da ilha de Madagascar, é um destino tão incrível que foi declarado Patrimônio Natural da UNESCO.

Vá para o leste de Madagascar no Oceano Índico e você vai chegar na Ilha da Reunião. Fiel ao seu nome, esta ilha francesa une pessoas de diferentes origens – europeia, Africana, chinesa e indiana, e que vivem em perfeita harmonia. Mas isso não é a única coisa especial sobre este destino mágico. Dotada de um clima tropical deslumbrante, a encantadora ilha oferece grande variedade condizente com um continente com montanhas, praias e vulcões, todos embalados em um destino. Cheio de ar fresco, água limpa, fauna e flora surpreendentes. Dispõe de uma história colonial notável que está profundamente enraizada na sua cultura, alem de rico Patrimônio arquitetônico.

Lá Reunion

Há uma abundância de lugares para visitar em Reunion mas o Piton de la Fournaise (2632 metros) está no topo da lista. Traçando sua formação há 300.000 anos, é um dos vulcões mais ativos do mundo. Mas  as erupções Fournaise são consideradas seguras porque é um vulcão “efusivo”. A melhor parte é que você pode realmente ficar muito perto da ação sem estar em risco.

Lá Reunion

Lá Reunion

Por esse motivo, um fluxo constante de aventureiros e turistas reúnem-se  para caminhar nas partes remotas da ilha, andar de bicicleta através da extensa rede de trilhas e fazer rapel na garganta, e, claro, visualizar as vistas espetaculares a partir da janela de um helicóptero.
Cerca de 40% da ilha, ou cerca de 100.000 hectares, é declarado parque nacional que inclui as duas montanhas mais altas da ilha.

Situada na costa sudeste da África, esta ilha vulcânica é uma das 27 regiões pertencentes à França. As paisagens de montanha são semelhantes as do Havaí. E suas águas costeiras são o lar de golfinhos, tartarugas marinhas e recifes de corais tropicais.

Lá Reunion

Como faço para chegar em Lá Reunion?
Air Austral opera voos voos diretos de Joanesburgo para St Denis Reunion, duas vezes por semana (quintas e domingos). Voos custam a partir de € 370 retorno (aproximadamente R$ 1.600 reais). Se você está na Europa, Air Austral voa também de Paris. Há também voos regulares para as ilhas Maurícias e Reunion, deste modo a combinação dos dois destinos na ilha é uma opção viável.

Onde se hospedar?
Há poucas opções de hotéis  de 3 a 5 estrelas na ilha, porém,  se você estiver viajando com um orçamento limitado, para realmente economizar em hospedagem, confira as opções de camping. É livre para acampar em qualquer lugar dentro do Parque Nacional gratuitamente, contanto que você monte sua barraca durante o dia! A opção perfeita para os caminhantes.

Como a maioria dos sites de hotéis possuem como língua a francesa, a maneira mais prática é enviando um e-mail para Reunion Island Turismo (reunionisland.za@atout-france.fr) com as suas necessidades.

Preciso falar francês?
Não, você não precisa, mas seria muito mais fácil se falasse. Fora das principais áreas turísticas poucas pessoas entendem muito Inglês.  Uma dica é levar um livro com frases em Francês ou baixar um aplicativo no seu celular.

Como faço para dar a volta?
A melhor maneira de viajar a ilha é alugando um carro, entretanto os veículos são fabricados com o volante para dirigir no lado direito, como na Europa. Você vai precisar de uma carteira de motorista internacional. Um carro pequeno 1,4L vai custar em média 100 a 250 reais por dia. A infra-estrutura rodoviária é excelente.

O serviço de táxis abrange as principais vias da ilha, portanto se você desejar visitar e conhecer os lugares mais remotos, eu sugiro que você contrate um carro. Os táxis são super caros, por isso,  uma dica aqui seria pegar algumas caronas.

Sobrevoando a ilha de Lá Reunion

O maior bungee jump de cima de uma ponte do mundo

O maior bungee jump de cima de uma ponte do mundo

O primeiro instante é de desespero, grito. Mas os segundos seguintes podem ser do completo vazio. Um pulo no abismo que te dá uma verdadeira sensação de Nirvana, em que resta observar a paisagem e torcer para retornar à plataforma. Para quem ainda não se ligou no que estamos falando, trata-se do bungee jump, um esporte considerado por alguns o mais perigoso do mundo. A 500 metros do chão, no litoral da África do Sul, encontra-se uma plataforma com o maior bungee jump de cima de uma ponte. A corda tem 216 metros.

O maior bungee jump de cima de uma ponte do mundo
O maior bungee jump de cima de uma ponte do mundo

A Bloukrans River Bridge, a 40 quilômetros de Plettenberg Bay, pode ser considerada um paraíso para os mochileiros aventureiros. Quem pula vê de um lado a bela floresta do Parque Nacional Tsitsikamma e do outro o mar do Oceano Índico. Se olhar para baixo verá o rio que leva o mesmo nome da ponte. Desde 1997, é possível praticar bungee jump ali por meio da única empresa que opera no local, a Face Adrenalin.

Pessoas de todas as idades já passaram pela experiência, até um jovem senhor de 96 anos, o filósofo Mohr Keet. Em 2010, ele se tornou o bung jumper mais velho do mundo. Para incentivar os corajosos, o slogan da empresa é “Face fear: fear is temporary, regret is forever” (Enfrente o medo: o medo é temporário, o remorso é para sempre). O pulo sai por 790 rands (aproximadamente R$ 170), um valor alto para os padrões de gasto na África do Sul, mas baixo se comparado a outros grandes bungee jumps do mundo na Nova Zelândia e Suíça. Recomenda-se já comprar o pulo pela internet, para não correr o risco de chegar lá e desistir de pular quando ver a altura da ponte.

Para chegar até a base do bungee, é preciso andar por uma plataforma de metal suspensa embaixo da ponte de concreto. O medo já começa ali. Não é indicado olhar para baixo antes de saltar. Após o pulo, as fotos e o vídeo podem ser comprados na loja da Face Adrenalin por cerca de 100 rands. Confira abaixo as fotos e vídeos dos pulos.

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Foto: Reprodução / Face Adrenalin
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Foto: Reprodução / Face Adrenalin
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Foto: Reprodução / Face Adrenalin
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Foto: Reprodução / Face Adrenalin
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Foto: Reprodução / Face Adrenalin
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Foto: Reprodução / Face Adrenalin

 “Enfrente o medo: o medo é temporário, o remorso é para sempre” Mohr Keet

Como chegar: geralmente quem vai para a ponte está fazendo o trajeto entre Cape Town e Port Elizabeth, na conhecida Garden Route. Há parques, santuários de animais, belas praias e muitas outras atrações pelo caminho. Há excursões que saem de Cape Town e têm como parada a Bloukrans River Bridge, mas se tiver em um grupo talvez compense alugar um carro e cair na estrada. Há ainda a opção de ir de ônibus, pela Baz Bus.

Texto: Wanderluster

Veja também: O único Bungee Jump com estrutura fixa no Brasil

Lugares no mundo para viver como hippie

O movimento hippie pode ter sido a cara dos anos 1960 e 1970, mas não ficou parado no tempo e fincou raízes em diversos países do mundo. Da Austrália ao Brasil, várias comunidades mantêm hasteada a bandeira “Paz e Amor”. Muito mais do que lugares de resistência, elas viraram pontos turísticos, atraindo pessoas que querem conferir de perto o estilo de vida “flower power”. Alguns outros lugares, como Essen, na Alemanha, sediam festivais emblemáticos tanto para os hippies mais jovens quanto para os veteranos.

Conheça esses lugares onde a paz, o amor e a vida simples e integrada à natureza são as regras básicas do dia-a-dia.

Alemanha

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Flickr/Wolfgang Sterneck

A cidade de Essen, na Alemanha, sedia o Burg Herzberg Festival, famoso evento musical hippie realizado desde 1968. Apesar de a maioria do público ser formada por jovens, é muito comum encontrar hippies da velha guarda. O clima é de Woodstock: shows ao ar livre, barracas de camping e uma programação extensa.

Desde que começou a ser realizado, o festival hippie acontece durante três dias.

Argentina

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Flickr/ Walter Funk

Um paraíso hippie na Argentina. Assim é San Marcos Sierras, cidade a 153 quilômetros de Córdoba e com pouco mais de três mil habitantes. Produção agrícola orgânica é apenas uma das características dessa sociedade “alternativa”.

A fama de San Marcos nasceu nos anos 1960, quando muitos artesãos, integrantes de comunidades hippies, se instalaram ali. Hoje, a cidadezinha já tem algumas regalias da modernidade, mas o clima de paz e amor permanece. Os artesãos continuam na vila, que, além de Capital do Mel, também ganhou os títulos de Território Não Nuclear e de Proteção à Natureza.

Entre os points hippies de San Marcos Sierras está o Cerro de la Cruz, morro que tem um mirante para avistar os vales da região. A subida não é fácil, mas o esforço é compensado. Os “novos hippies” que passeiam por San Marcos também curtem as margens do rio que dá nome à cidade; elas ficam cheias aos finais de tarde.

Nesse roteiro Paz e Amor, o Museu do Hippie é programa obrigatório. Localizado em uma casa com teto em forma de cogumelo, ele é o único do mundo com esse estilo. No acervo estão objetos que remetem à cultura “flower power”, como capas de discos, pôsteres, instrumentos musicais, roupas e acessórios. O Museu do Hippie tem visitas guiadas todos os dias, menos terça-feira, das 10 às 14h, e das 17 às 20h30. Mais informações por e-mail: museohippie@yahoo.com.ar

Austrália

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Flickr/ Mardi Grass 2010

Conhecida como Capital Alternativa da Austrália, a cidade de Nimbin está situada aos pés de um vulcão extinto. A cidade do Estado de New South Wales conquistou fama internacional em 1973, quando sediou o Festival de Aquário e atraiu hippies do mundo inteiro. Escritores, artistas, músicos e ambientalistas passaram a considerar Nimbin um paraíso sobre a Terra.

Todos os anos, no primeiro final de semana de maio, a cidade sedia o MardiGrass, festival que tem como bandeira o fim da proibição da maconha em toda a Austrália.

Brasil

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Famoso reduto hippie dos anos 1960 e 1970, a praia de Arambepe, a cerca de 45 quilômetros de Salvador,  foi visitada no seu auge por famosos, como Janis Joplin, Mick Jagger, Caetano Veloso e Gilberto Gil. A atividade principal da aldeia hippie ali criada, a primeira de que se tem notícia no Brasil, ainda é o artesanato. A defesa da ecologia é uma de suas bandeiras. Um exemplo é a ONG S.O.S Rio Capivara.

Arambepe ainda está lá, o espírito de paz e amor permanece, mas hoje a aldeia tem como vizinhos resorts, pousadas e uma base do projeto Tamar, o que atrai muitos turistas para a região e atrapalha o clima de refúgio. Os fãs de surfe podem levar a prancha, já que as praias ao norte de Arambepe têm ótimas ondas. A Praia do Piruí também é uma boa dica para os que querem mergulhar em uma grande piscina natural com águas límpidas.

Os que não quiserem ficar em pousadas mais tradicionais podem tentar acampar nos quintais de alguns moradores que disponibilizam essa opção. Mas a experiência é rústica, com direito a banheiro no mato e banhos de rio em vez de chuveiro.

Dinamarca

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Flickr/ Alice

Christiania, também conhecida como Freetown Christiania, fica em Copenhagen, capital da Dinamarca, perto do centro da cidade. É, na verdade, um bairro que se declarou comunidade autônoma. Cerca de 850 pessoas vivem lá, em um espaço de 34 hectares situado dentro de uma área militar.

A independência é tamanha que Christiania tem sala de cinema, estação de rádio, canal de TV, loja de souvenir, mercado de frutas e  vegetais orgânicos, restaurante natural, entre outros estabelecimentos. A meditação e a ioga são bem populares por lá. Por muitos anos, Christiania teve também o seu próprio grupo de teatro, o Solvognen. Até hoje, a comunidade dinamarquesa é atração turística e recebe visitantes do mundo inteiro.

Espanha

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Flickr/ Szarhine

Ibiza já foi o maior paraíso hippie, primeira parada rumo à Índia. Atualmente, tem a feira hippie mais famosa do mundo, Las Dalias. A feirinha acontece todos os sábados, das 10 às 20h, entre 1º de maio e 31 de outubro. Ali é vendido de tudo um pouco: roupas, joias, sândalo, instrumentos musicais exóticos, CDs de artistas de todas as partes do mundo, tecidos decorativos, estátuas, antiguidades hindus, cangas, livros e muito mais.

O Las Dalias também conta com restaurante e outros pontos de alimentação. Artistas de toda Ibiza se encontram por lá nas noites de sexta-feira, durante o verão, assim como pintores e escultores aproveitam o espaço para mostrar seus trabalhos ao público. No Natal, a parte interior da feira fica aberta, vendendo móveis, lembrancinhas, artesanato e moda.

A Família Arco-Íris da Luz Viva

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O país que viu o movimento hippie dar os seus primeiros passos tem uma comunidade itinerante muito conhecida por lá. A Família Arco-Íris da Luz Viva, também chamada simplesmente de Tribo do Arco-Íris, é uma associação internacional formada por várias pessoas que estão em busca do estilo de vida hippie. Todos que participam do grupo se referem a ele simplesmente como “a família”.

O primeiro encontro aconteceu em 1972. De lá para cá, a comunidade se instala em vários locais dos Estados Unidos, uma vez por ano, no começo de julho. Sempre acampados. Outros encontros regionais e nacionais são realizadas durante o ano inteiro, inclusive em alguns outros países do mundo. Em 2011, a trupe ficará acampada em Washington (para maiores informações, consulte o site).

Os maiores encontros da Tribo do Arco-Íris representam grandes desafios de logística, com a presença de até 30 mil pessoas. Alimentação, água, saneamento, cuidados médicos, entre outros, são fornecidos para todos. Por causa do número grande de participantes, os acampamentos da Tribo do Arco-Íris são sempre separados por setores. Há uma parte destinada às pessoas que vão com crianças, outra especializada em servir chás de ervas e até uma parte reservada aos que querem discutir fundamentos cristãos.

Texto: Fernanda Castello Branco

Escalando o desfiladeiro Bataara, por David Lama

David Lama escolheu o Líbano como local para sua mais recente aventura, e ficou decidido em criar uma rota no intocado desfiladeiro Bataara. Foi uma manobra corajosa para o jovem escalador, pelo Líbano não ser conhecido pela escalada, mas David quis explorar novo terreno, e com sucesso criou a nova rota Avaatara, que é uma escalada de grau 5.14d.

 No porquê de escolhermos o Líbano, diz David: “Se você for tomar estradas que já foram descobertas, você está basicamente apenas seguindo. Mas se você for a um lugar que ninguém nunca esteve você basicamente está na liderança, e isso é algo que eu gosto muito.
“O Líbano é definitivamente um lugar especial, é de alguma forma um pouco exótico, um lugar que você não planeja ir como um escalador, como não está no mapa da escalada,esse é um dos fatores que me trouxe até aqui.”

O desfiladeiro Bataara nunca tinha sido escalado antes.

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool
Já a escalada, ela acontece em um sumidouro enorme, com uma cachoeira descendo pelo seu centro, ele nunca tinha sido escalado antes, então David teve que ser imaginativo aoplanejar sua rota – que no começo até lhe deu dúvidas de ser ou não possível.

É um sumidouro espetacular no Líbano

Light shines through the caves in the Baatara Gorge in Lebanon.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool
Ele diz: “não é muito comum você ir a uma localidade tão deslumbrante que ninguém escalou. Achar uma linha escalável por essa caverna, nesse sumidouro, foi bem difícil. Eu realmente tive minhas dúvidas. As paredes são incrivelmente inclinadas, e dificilmente se acha uma agarra nelas, portanto eu estava inseguro de haver uma linha que eu poderia seguir em escalada livre.”

O crux foi extremamente difícil

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

O crux foi tão difícil que prender as costuras rápidas no teto teriam tomado energia demais, portanto ele simplesmente escolheu pulá-las. Mais adiante, foi um alívio quando ele tinha acabado e ele soube que não iria cair.

David completou a nova rota

David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© Corey Rich/Red Bull Content Pool

Ele acredita que a rota é verdadeiramente linda, quase como um tipo de obra de arte. Ele explica: “Acredito que quando se trata de escaladas que sejam tão difíceis ou que sejam próximas ao seu limite, escalada é quase mais como uma arte do que um esporte.

“É a transição de uma ideia que você tem na sua cabeça, a algo que todo mundo pode ver. Como agora todo mundo sabe que essa linha é escalável, e isso é lindo em minha opinião.”

Veja mais fotos dessa incrível escalada:

David Lama stares up at a new climb in Baatara Gorgre in Lebanon.
© C.Rich-Red Bull Content Pool
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© C.Rich-Red Bull Content Pool
David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 18th, 2015.
© C.Rich-Red Bull Content Pool
David Lama climbing Avaatara (5.14d), his First Ascent in the Bataara Gorge in Lebanon. Jaad Koury belays him at the base.
© C.Rich-Red Bull Content Pool
David Lama climbs the first ascent of Avaatara (5.14d) in the Baatara Gorge near Tannourine, Lebanon on June 17th, 2015.
© C.Rich-Red Bull Content Pool
Siga David Lama no Facebook e Instagram para ver mais.
Traduzido livremente por: Lucas Sironi
Via

Hotel no topo de montanha oferece hospedagem grátis para quem conseguir chegar até lá

No topo da montanha Foronon del Buinz, à 2.531 metros acima do nível do mar, existe um hotel disposto a abrigar quem o consegue alcançar e, pela altura, nota-se que não deve ser uma tarefa fácil. Com vista panorâmica para os Alpes Julien, na Itália, o hotel homônimo do arquiteto italiano Giovanni Pesamosca fica na trilha Ceria-Merlone e acaba por servir de refúgio para os alpinistas corajosos.

O design em forma de capela foi pensado para não acumular neve em sua superfície, tendo ainda a abertura virada para o sul, onde bate o sol que deverá derreter o gelo acumulado durante o inverno. A elevada altitude trouxe um trabalho extra na hora da construção, já que os materiais tiveram de ser transportados de helicóptero em mais de 18 viagens. Já a estrutura contou com a ajuda de 12 trabalhadores e voluntários de resgate para ficar pronta em apenas um dia.

O hotel oferece até nove colchões gratuitos aos aventureiros que chegarem cansados lá em cima. A cabana foi encomendada a Giovanni pela família do alpinista Luca Vuerich, que morreu em uma avalanche em 2010.

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Todas as fotos: © Flavio Pesamosca

Fonte: via