Cascata das Andorinhas um lugar mágico!

Visitar a Cascata das Andorinhas era um sonho guardado há muito tempo dentro da minha cabeça, cada imagem que eu via nas redes sociais e fotografias tiradas por fotógrafos profissionais faziam meu coração vibrar de tal forma, que isso aos poucos foi instigando o desejo de estar lá.

Demorei algum tempo para conhecer essa cascata, pois acredito que existe sempre um momento certo para conhecermos certos lugares, às vezes o que nos impede não é apenas o dinheiro ou a falta de coragem. Penso que um dos pontos fortes que influenciam uma viagem é estar de mente tranquila e espiritualizada, fazendo assim você chegar a determinado lugar e vivenciar todos os sentidos e as imensas sensações que um novo destino pode proporcionar.

A Cascata das Andorinhas leva este nome em razão da grande quantidade desta espécie de aves que habitam o local. O ambiente natural é cercado por rochas onde pode ser praticado o esporte Rapel.

Para chegar a Cascata das Andorinhas é muito fácil, está localizada a 20 Km do Centro. Existem inúmeras placas que indicam o caminho a ser percorrido para se chegar até ela. Seguimos o caminho por estrada de terra e conforme íamos avançando pela estrada de carro, notamos que a estrada sofre estreitamento  aumentando a dificuldade no percurso. Assim, resolvemos parar, deixar o carro ao lado da estrada e seguir a pé.

Coordenadas geográficas: 29°34’14.2″S+50°28’53.4″W

Colocamos a mochila nas costas e seguimos pela trilha anteriormente demarcada. A dúvida gerada nesse caminho é que ao andar pequena distância depara-se com uma bifurcação na trilha com dois sentidos, para a direita e para a esquerda. Do lado direito, parece direcionar para cima do morro, e do lado esquerdo acompanha o rio. Decidimos ir pela qual acompanha o rio, pois levamos em consideração que geralmente as cascatas ficam junto aos rios!

Cascata das Andorinhas

A trilha em si não tem grandes desafios, todas as pessoas podem percorre-la desde que, munidos de água e com calçados adequados, tem cerca de 1,5 quilômetros de extensão medido do local de estacionamento até a entrada da “caverna”, onde se descortina a Cascata das Andorinhas. O terreno é úmido e um pouco escorregadio, possui muitas raízes de árvores, onde as vezes precisávamos agarra-las para não sofrer nenhum tombo. Durante a trilha é preciso cruzar duas vezes sobre o pequeno rio até chegar a cascata.

Ao chegar, a vista é de tirar o fôlego! Fiquei estasiado com tanta beleza, as paredes ao lado da Cascata das Andorinhas pareciam ter sido esculpidas por alguém, permaneci ali olhando aquelas marcas, riscos sobre a pedra e imaginando que foram feitas pelo tempo ou pela água. Certamente  tudo isso era inundado antigamente. O desenho estampado nas paredes lembram as antigas cavernas ocupadas pelos primatas.

Cascata das Andorinhas

Cascata das Andorinhas

O local é tão magnífico que parece que estamos em um cenário de filme, uma beleza quase indescritível de retratar. Naquele local,  a sensação de paz, tranquilidade e liberdade é  inexplicável. Quanto mais eu permanecia ali, mais queria ficar apenas admirando cada detalhe de suas paredes, não queria ir embora. Chegamos por volta de 11:00 horas da manhã e permanecemos admirando até as 14:00 horas da tarde. Geralmente, quando estamos em um lugar onde nos sentimos bem as horas passam muito rápido. Ao nos darmos conta, já era hora de voltar para o carro. o horário de almoço já estava atrasado, precisávamos almoçar e ir até o próximo destino que seria a Cascata do Chuvisqueiro na cidade de Riozinho/RS – Brasil. Visita essa que contarei a vocês no próximo post.

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Cachoeiras Gêmeas de São Miguel

Para quem gosta de fazer caminhadas curtas e se conectar diretamente com a natureza intacta, as cachoeiras gêmeas de São Miguel são uma boa pedida.

Todos nós sabemos que a região da serra gaúcha é repleta de atrações turísticas, dentre elas se destacam os atrativos culturais e naturais. A geografia da serra gaúcha é bastante montanhosa, cheia de matas e rios que contornam os morros, o que a torna perfeita para a prática de esportes de aventura, caminhadas e explorações.

Certo dia na cidade de Farroupilha/RS, em uma simples caminhada exploratória descobrimos uma cachoeira e uma cascata que deságua no mesmo rio, ambas com  altura considerável de 20 a 25 metros de queda de água.

Qual é a diferença entre cascata e cachoeira?

  • Cascata: as águas caem em queda livre do ponto inicial até o ponto final, sem tocar em nada;
  • Cachoeira: as águas escorrem por cima das pedras, antes de chegar no ponto final.

É o local ideal para relaxar, tomar um banho de cachoeira, ou quem sabe se desafiar nos esportes de aventura. Também é possível fazer rapel e escalada. Ressaltasse, entretanto que o acesso é bucólico e não possuí vias para tal, um lugar totalmente inexplorado. Pode-se dizer que é um paraíso no meio da serra gaúcha.

Caso você queira conhecer este local, aconselhamos levar um guia para acompanha-lo na trilha até as quedas de água.

Geralmente, na serra gaúcha os locais são de difíceis acesso e de propriedade privada, ou seja para chegar em belos locais é necessário passar por uma grandes quantidades de famílias proprietárias das áreas.Por isso, é aconselhável sempre que for fazer uma caminhada em um lugar novo solicitar a permissão das famílias para passar em suas terras. Não custa nada, assim evitamos contratempos.

Trilhas:

A trilha é composta por inúmeros atrativos naturais em toda sua extensão, do começo ao fim o passeio é gratificante. O trajeto  não apresenta grandes dificuldades, mas também não é  muito fácil. Existem duas rotas para chegar nas Cachoeiras Gêmeas de São Miguel, explico a seguir.

1° rota: vá seguindo por estrada de colônia, depois o caminho se torna uma (picada de trilha), estas são mais difíceis de seguir, pois é uma imersão por dentro da mata nativa regional, é fácil se perder, mas a dica aqui é seguir sempre acompanhando o rio. Neste caso, o rio se encontra à direita da trilha, veja a indicação no mapa ao final do post.

2° rota: a trilha é um pouco mais aberta, leva para a parte  de cima das cristas das cachoeiras. Esta opção é mais apreciada para os aventureiros que buscam fazer rapel, veja a indicação no mapa ao final do post.

Fotos das trilhas:

Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Marcio Basso
Cachoeiras Gêmeas
Foto: Luís H. Fritsch

Onde se localizam:

As Cachoeiras Gêmeas estão localizadas na Linha São Miguel na cidade de Farroupilha/RS a cerca de 6 quilômetros do centro da cidade, as quedas d’água estão em áreas privadas. Veja abaixo os mapas que mostram as duas rotas que podem ser feitas a pé.

Mapa/coordenadas: 29°14’53.5″ S – 51°18’01.7″ W

Cachoeiras Gêmeas

Dica: Sempre que for explorar novos lugares leve consigo roupas confortáveis, calçados fechados, repelente, protetor solar, água, alimentos e kit de primeiros socorros. Lembre-se também, nunca vá sozinho para a natureza, pois afinal é sempre bom conhecer novos lugares, mas com as devidas medidas de segurança.

A Rampa Norte 29 em São Vendelino

A Rampa Norte 29 em São Vendelino

O Município de São Vendelino localiza-se no extremo sul do Brasil, no estado gaúcho do Rio Grande do Sul. Distante da capital do estado, Porto Alegre, há cerca de 90 km, na região denominada Vale do Rio Caí e situado próximo à Serra Gaúcha.

Dentre os variados atrativos turísticos da cidade, encontra-se a Rampa Norte 29 de voo livre, uma nova opção bem convidativa para os amantes de voo de parapente e paraglaider. Localizada a cima do Morro das Antenas, a cerca de 650 metros de altitude, na cidade de São Vendelino/RS – Brasil.

Para as pessoas que gostam de estar com os pés em terra firme, a opção é fazer uma caminhada com duração de aproximadamente 40 minutos até o topo da Rampa Norte 29, a caminhada não é muito longa. Contudo, possui uma grande inclinação no terreno sendo a subida  íngreme e desafiadora. A estrada que leva até o alto da rampa é de terra seguida por algumas partes em concreto e pedras soltas. Por isso, caso for subir a pé, certifique-se de estar com calçado apropriado e munido de muita água.

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Para quem gosta de uma trilha de jipe ou passeio através de veículo com tração 4 x 4, é possível chegar até o alto da Rampa 29, mas a subida é íngreme, tenha certeza que seu veículo consiga subir, pois caso não consiga terás que voltar todo o caminho em marcha ré. Durante o trajeto, não há pontos para manobrar o veículo com segurança, em caso de necessidade o retorno só é possível no topo da rampa.

A vista do alto é espetacular, compensa todo o esforço da caminhada. Do topo da rampa 29, os vales da região do Vale do Caí contrastam com o relevo da serra gaúcha, formando uma linda paisagem digna de ser contemplada.

São Vendelino

Para quem gosta de acampamentos selvagens, o lugar apresenta boa estrutura, sendo que possui amplas áreas abertas para montagem de barracas, podendo ser no alto da Rampa, ou entre a mata nativa próxima à rampa. Lembramos que o local não possui nenhuma infraestrutura para camping, caso queira praticar esse tipo de aventura, certifique-se que você tem capacidade para enfrentar tamanho desafio.

São Vendelino

São Vendelino
Da Rampa Norte 29 é possível avistar outras 2 atrações, a Rampa Morro do Diabo e o Morro da Canastra. Ambas com altitude de aproximadamente 650 metros.

Na imagem a cima, podemos ver dois pontos específicos, um deles é a plataforma natural do Morro do Diabo, com 665 m de altura, na comunidade de Santa Luiza, tem uma predominância ideal de ventos que proporcionam vôos tranquilos e de longa duração,  que o torna um dos melhores locais para voo livre em Paraglider do Estado do Rio Grande do Sul – Brasil.

O outro ponto que podemos ver é o Morro da Canastra, localizado na Rodovia RS -122 que liga a região metropolitana à serra gaúcha. De onde também é possível avistar as duas rampas de voo livre.

São Vendelino

Como chegar na Rampa Norte 29:

No mapa abaixo, mostramos a maneira mais fácil e rápida de chegar até a Rampa Norte 29. Saindo da capital de Porto Alegre/RS – Brasil, acesse a cidade de São Vendelino e encontrará o pórtico da cidade, atravesse a ponte, contorne a rótula e siga pela esquerda na estrada Cônego Pedro Kaspary, dobre a direita na terceira quadra, no local há uma placa com identificação do Morro das Antenas, siga por essa estrada de terra  por cerca de 4 km sempre na preferencial, após você avistará duas entradas de propriedades, uma ao lado direito e outra no lado esquerdo, não acesse nenhuma dessas entradas, apenas siga enfrente 50 metros e dobre a direita.

Caso esteja com um veículo normal, sem tração 4×4,  deixe o carro na estrada de chão e siga a diante a pé.

Coordenadas: 29°21’19.1″S 51°24’30.3″W

São Vendelino

O Rio Grande do Sul tem um céu fantástico que desafia os amantes a desbravá-lo e lá de cima observar as belezas do solo gaúcho. Para quem ainda não teve a oportunidade de saltar em uma rampa de voo livre, as oportunidades são variadas. Quem já saltou, certamente repetirá a dose. Em cada destino onde existe uma rampa o leque de outros atrativos é bem amplo. A paisagem é sempre deslumbrante, possibilidades de existir lindas cascatas, belas trilhas ecológicas e até uma excelente oportunidade para desvendar o turismo local. Se você não consegue ficar com os pés no chão, não perca tempo, voe!

Texto: Luís H. Fritsch

Trilha Cânion da Pedra/SC – Brasil

trilha Cânion da Pedra/SC – Brasil

Fomos convidados a participar da trilha Cânion da Pedra, por nosso amigo Luiz Fernando Soares, guia credenciado do Parque Nacional da Serra Geral/SC – Brasil, e proprietário da empresa de Turismo Receptivo Tec Tur, após receber o convite encaminhamos ofício aos diretores do parque, para assim poder relatar, fotografar e fazer filmagens no interior do Cânion da Pedra.

Com todos estes pré-requisitos formalizados, chegou a hora de cair na estrada, viajar até a cidade de Sombrio/SC, onde ficaríamos hospedados no Camping e Pousada Família Lopes, e  no dia seguinte fazer a trilha no interior do Cânion da pedra.

O começo do dia 10 de Janeiro de 2015 foi assim, solo encharcado, céu nebuloso, enquanto abrimos a barraca fomos presenteados com o sol que aparecia de mansinho entre a espessa camada de nuvens.

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Foto: Marcio Basso
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Foto: Luís H. Fritsch

Após tomar um café da manhã especial na Pousada, partimos pela rodovia SC – 449 em direção a Jacinto Machado/SC, localizada a 21 quilômetros da cidade de Sombrio/SC, passamos pelo centro de Jacinto Machado e seguimos por estrada de terra até uma propriedade particular, onde é possível deixar os carros.

A família que cuida do lugar é apoiada pela direção do Parque Nacional da Serra Geral, prestando ajuda aos guias credenciados do parque, oferecendo resgate em caso de emergências e  também cuidam da manutenção da trilha no interior do Cânion da Pedra. A propriedade é o único acesso à trilha que leva ao interior do Cânion, por isso a família cobra uma taxa de cinco reais por pessoa para entrar na propriedade, um valor irrisório, com a finalidade de colaborar com a família local.

O local tem beleza singular, cercada pelos enormes paredões dos cânions, por campos abertos e gramados gigantescos. Estar ali olhando para tudo aquilo, é indescritível, mesmo com o céu nebuloso e com um pouco de neblina sobre os campos, a beleza era fascinante. O lugar é inspirador trazendo muita paz e tranquilidade, quanto mais olhávamos, mais tínhamos vontade de começar a trilha.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso

Antes de nos aventurar pelas trilhas do Cânion da Pedra, caminhamos dentro da propriedade em direção a trilha, o guia que estava conosco parou, fez todos se alongarem, explicou os pontos que deveríamos prestar atenção na trilha e nos cedeu polainas protetoras contra picadas de cobras e animais peçonhentos que poderíamos encontrar no decorrer da trilha. As Polainas são de uso obrigatório em trilhas dentro dos Cânions. Também, passou outras instruções de como caminhar e colocar o pé sobre as pedras lisas da maneira mais segura possível, comentou um pouco sobre o uso dos bastões de caminhada em trilhas e por último, disse que era bastante precavido perante a segurança de cada um, iria ser chato algumas vezes, mas isso seria importante para uma trilha bem sucedida.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Depois de todas as instruções recebidas, era hora de por em prática todas as instruções e começar a trilha que teria duração de 8 horas, sendo boa parte dentro do rio. As condições para essa trilha eram médias, pois havia risco de chuva, o leito do rio já tinha subido em torno de 60 centímetros na noite passada, então seria uma trilha complicada, teríamos que ter atenção redobrada e muito cuidado onde colocar o pé, pois a formação rochosa no local é formada por pedras redondas, isso impede boa parte da estabilização do solado do calçado. Com o rio um pouco acima do normal, certamente as pedras estariam boa parte encobertas pela água, isso aumenta muito o risco de quedas durante a trilha dentro do rio.

Na primeira parte da trilha, andamos entre a mata nativa atravessando pequenos córregos e plantações,  parte que exigia bastante equilíbrio e tração, pois a trilha era completamente escorregadia. Parávamos muitas vezes para ajudar os outros caminhantes a transpassar algum obstáculo, evitando assim deslizes durante o trajeto.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Marcio Basso
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Após concluir essa primeira parte, chegamos ao Rio Pai José, sentamos nas pedras em torno do rio para a primeira parada de descano. Nesse momento começamos a entender porque essa trilha é uma das mais difíceis do Parque Nacional da Serra Geral. Muitas vezes eramos obrigados a nos segurar em árvores e até caminhar de quatro em alguns pontos pois estava muito escorregadio, o terreno se apresentava muito lamacento e encharcado.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a qualidade da água que corria pelo rio, era incrivelmente cristalina, muito gelada. O guia nos disse que podíamos abastecer nossas garrafas de água sem nenhum problema, uma vez que a água é 100% potável.

Acredito que caminhar em um lugar como esse, com uma beleza intacta e ainda poder desfrutar da água é uma experiência que todo mundo deve ter um dia, essa é uma boa história para contarmos às gerações futuras.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Prosseguindo, continuamos a subir o rio, de fato as pedras eram muito escorregadias, fazíamos correntes humanas para atravessar de um lado a outro do rio, evitando algum tombo por parte dos caminhantes. Caminhamos por um bom tempo até chegar ao primeiro poço, este possui profundidade de sete metros. Nessa altura da trilha já era praticamente meio dia, retiramos os lanches da mochila, compartilhamos uns aos outros os alimentos, alguns resolveram dar um mergulho no poço e aproveitar a água cristalina para relaxar um pouco.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Após a parada para almoço e relaxamento nas águas geladas do Cânion da Pedra, continuamos a subir, a cada passo a dificuldade ia aumentando, as pedras do rio e as quedas de água eram maiores, mais intensas, fazendo a gente caminhar com mais cautela. Conforme íamos contornando os obstáculos que surgiam a nossa frente, a trilha nos fazia ter a certeza que estávamos de fato em um lugar inóspito, que qualquer deslise em falso poderia comprometer a trilha toda e causar grandes lesões. Nessas horas, ter bom preparo físico, saber onde colocar os pés, posicionar as mão e o corpo, fazem toda a diferença para manter o equilíbrio corporal e evitar danos a nós mesmos.

Em função dessas dificuldades fica clara a obrigatoriedade de um guia ao fazer a trilha, pois como o próprio guia informou no início do trajeto, iria ser chato em tudo aquilo que comprometesse a nossa segurança durante as oito horas de percurso. Com atenção permanente ele cuidou de cada detalhe, cada passo que dávamos, inúmeras vezes se ouvia sua voz dizendo: “Não vai por ali; vem por aqui; aperta novamente as polainas; e muitas outras coisas!

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch

Conforme ganhávamos  experiencia em caminhar sobre esse leito rochoso do Rio Pai José, avançávamos  o percurso  até chegarmos em um ponto da trilha chamado de “Brete”, lugar com paredões verticais de aproximadamente 25 metros de altura, largura de uns 4 metros, onde contém um pequeno poço de água entre os dois paredões, cerca de um  1 metro de profundidade. Lembro do guia contar a história deste lugar, dizendo que ali era uma trilha usada pelos antigos tropeiros e essa é a única passagem para conhecer a cachoeira Anna Schiratta, com queda de 70 metros de altura.

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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Foto: Luís H. Fritsch
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Trilha Cânion da Pedra – Cachoeira Anna Schiratta – Foto: Luís H. Fritsch

Características da trilha:

  • Extensão: 4.500 metros;
  • Profundidade máxima no interior do Cânion: 750 metros;
  • Profundidade média no interior do Cânion: 600 metros;
  • Largura: 2.500 metros;
  • Grau de dificuldade: Alto (exige bom condicionamento físico);
  • Vegetação: Mata Atlântica Submontana, Montana e Nebular;
  • Geomorfologia: Formação Serra Geral.

A trilha durou cerca de oito horas. O percurso foi de grande dificuldade, alguns momentos difíceis, porém foram de muita emoção e adrenalina. A natureza é de grande diversidade  e  de paisagens belíssimas o que compensa o cansaço e o esforço para atingir o seu final. Uma experiência fascinante, vale a pena. Recomendo a todos trilhar esse caminho.

Texto: Luís H. Fritsch

O exuberante Parque Estadual de Itapuã

Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS

 Uma boa opção de passeio para quem deseja fugir da agitação das praias do Litoral Norte e dar um mergulho em praias de água doce cercado por muitas belezas naturais.

Localizado a 57 quilômetros do centro da capital, o parque é uma unidade de conservação criada pelo governo do Rio Grande do Sul em 1973. São mais de 5,5 mil hectares de área, que abrigam uma diversidade de paisagens e ecossistemas compostos de morros, praias, lagoas e banhados, além de um grande número de espécies da fauna nativa do estado. “Itapuã preserva o que sobrou do ecossistema original da grande Porto Alegre.

O santuário ecológico também é uma boa opção de lazer. O parque é aberto para a visitação do público de quarta-feira a domingo, das 9h às 18h. O ingresso custa R$ 6,12 por pessoa, mas crianças de até 10 anos não pagam. O local conta com infraestrutura como churrasqueiras, sanitários, vestiários com banho e estacionamento. Mas o visitante precisa levar de casa a própria comida, pois não há lancherias ou restaurantes por lá.

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso
Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso
Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Luis H. Fritsch

Nos finais de semana de verão, é grande a procura pelas praias de água límpidas e guarnecidas por salva-vidas. As regras para os banhistas no local, no entanto, são rígidas. Não é permitido levar animais de estimação, praticar esportes com bola ou circular com bicicletas, entre outras probições. “É importante salientar que Itapuã é uma unidade de proteção integral e não um balneário e justamente por isso há essas restrições”, diz o gestor da unidade, Tiago Brasil Loch.

Conseguir entrar no parque também exige uma certa dose de sacrifício. Pelo menos para quem gosta de dormir até mais tarde. Como o limite máximo de visitantes por dia é de 350 pessoas, é preciso chegar cedo ao local para comprar ingresso e garantir a entrada. Segundo os administradores, aos domingos a fila começa a se formar às 6h, três horas antes da abertura. Muita gente costuma ficar de fora.

O número de visitantes é reduzido porque apenas uma das três praias, a das Pombas, está aberta ao público. A Praia da Pedreira, que também tem capacidade para 350 pessoas, está fechada por causa de problemas no poço de abastecimento de água. Já a Praia de Fora, que pode abrigar até 1,2 mil pessoas, está fechada há quatro anos.

Parque Estadual de Itapuã
Praia das Pombas – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google
Parque Estadual de Itapuã
Praia da Pedreira – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google
Parque Estadual de Itapuã
Praia de Fora – Parque Estadual de Itapuã – Viamão/RS – Brasil. Foto: Google

Também é possível fazer trilhas ecológicas no parque, percorridas com acompanhamento de um guia. Os interessados precisam fazer o agendamento com antecedência pelo telefone (51) 3494-8083. Com um pouco de sorte, os visitantes podem avistar animais como o bugio-ruivo ou o gato-maracajá, que habitam a reserva.

Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso
Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Além dos inúmeros recursos naturais, Itapuã também se destina à proteção dos sítios de valor histórico e arqueológico da região onde ocorre o encontro das águas do Lago Guaíba e da Laguna dos Patos. Um deles é o Farol de Itapuã, concluído em 1860. No início do século XIX, a região foi palco de batalhas da Revolução Farroupilha. Um pequeno museu expõe armas e pedaços de embarcações utilizadas por farrapos e tropas oficiais.

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Atualmente o Farol é propriedade da Marinha Brasileira, não sendo permitida a visitação. Foto: Google
Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso
Parque Estadual de Itapuã
Parque Estadual de Itapuã – Foto: Marcio Basso

Parque Estadual de Itapuã

Endereço: Rua Dona Maria Leopoldina, s/nº – Itapuã (Viamão)
Horário: Quarta-feiras a domingos, das 9h às 18h
Ingresso: Crianças até 10 anos – grátis; a partir de 11 anos – consulte tabela do SEMA.
E-mail: cv-itapua@sema.rs.gov.br, duc-defap@sema.rs.gov.br
Fone: (51) 3494-8082 / 3494-8083 / 3288-8109

Como chegar:

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Fonte: Internet

Partindo de Porto Alegre – De carro: – pelo bairro Glória, pela av. Oscar Pereira e Costa Gama; – De ônibus: – partindo de Porto Alegre, a linha é Viamão/Farol de Itapuã (Fone 51 -3485-4070), que tem seu ponto de embarque no Centro da cidade, na travessa Francisco Leonardo Truda (entre av. Mauá e rua Siqueira Campos). O tempo de viagem é de aproximadamente 2 horas.

Partindo de Viamão – pelo Cantagalo ou estradas Acrísio Prates e Ricardo Vieira Barcelos.

Outros acessos:

– RS-020 – liga Cachoeirinha a Porto Alegre;
– BR-116 – liga Canoas a Porto Alegre;
– BR-290 – liga Eldorado do Sul a Porto Alegre;
– BR-290 – liga Osório a Porto Alegre;
– RS-040 – liga Viamão a Itapuã.

Distância da Capital: 57 km.

Hospedagem:

Pousada Itapuã

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Fonte: Internet

A Pousada Itapuã dispõe de 09 aconchegantes apartamentos,  com TV, internet WI-FI gratuita, ar condicionado split, camas de casal, solteiro e cozinha.

Valores da diária da Pousada Itapuã: De R$ 120,00 (casal)

Crianças até 6 anos não pagam

De 7 a 11 anos:  R$10,00

Maior de 12 anos: R$ 25,00

 Pacotes Natal, Ano Novo, Carnaval, Páscoa, Feriados e Datas Festivas:

A partir de 3 diárias – R$ 140,00 a diária.

 Valores por pessoa no Camping: R$ 20,00 por dia

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Fonte: Internet

Site: www.pousadaitapua-rs.com

Pousada Tio Cabelo

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Fonte: Internet

Dispõe de apartamentos mobiliados com cozinha, banheiro individual e quartos com estacionamento privativo, passeios de barco, pesca, acompanhamento de pesca e acampamento.

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Fonte: Internet

Site: www.pousadatiocabelo.com.br

Camping das Pombas

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Foto: Marcio Basso
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Foto: Luis H. Fritsch

O camping tem barracas para alugar, tem luz 220V, e chuveiros quentes a gás.
Tem restaurante e lancheria que funciona aos sábados e domingos nos meses de verão, de novembro até fevereiro.
Tel. (51) 9224.6964 ou e-mail: brut2007@yahoo.com.br

Veja mais sobre este camping no site parceiro: Fui Acampar

Topografia Google Maps

Para entendermos o que significa a opção terreno no Google Maps, temos que compreender um pouco sobre as antigas cartas topográficas.

Carta topográfica:

É a representação sobre um plano, em escala, dos acidentes naturais e artificiais da superfície terrestre de forma mensurável, mostrando suas posições planimétricas e altimétricas. A posição altimétrica ou relevo é normalmente determinada por curvas de nível, com as cotas referidas ao nível do mar.

Topografia Google Maps

Antigamente, quando planejávamos atividades e aventuras, usávamos cartas deste tipo, assim podíamos ter a noção de elevações do terreno, conseguindo traçar uma boa rota, sem nunca ter passado pelo local.

O maior problema era adquirir esse tipo de carta, pois os valores de cada carta eram inviáveis e as áreas mapeadas eram gigantescas, o que muitas vezes atrapalhava a organização da aventura. Quem normalmente fazia essas cartas era o Exército Brasileiro, usando fotografias aéreas e depois colocando cálculos de altimetria, assim mensurando todo o mapa.

Hoje em dia, a ferramenta “Terreno”, inserida no programa Google Maps gratuitamente, faz praticamente a mesma coisa, você consegue ver o local sua altitude, pontos de maior aclive/declive e assim, programar suas aventuras sem ter que pagar por elas.

As imagens do Google Maps mostram a elevação física, como um relevo sombreado, e linhas de elevação. Também inclui nomes de ruas e outras informações.

Topografia Google Maps
Vista do Cânion Fortaleza – Ferramenta Terreno – Google Maps

Para entender melhor essas linhas (curvas de nível) e números mostrados no mapa, saiba que as linhas mais fortes são as que possuem a numeração inteira de altitude, já as linhas mais fracas, são a continuação do cálculo de altitude, podendo ser de 10 a 50 metros ou mais, cada uma delas. dependendo da  escala de altura do mapa, quanto mais “zoon” você der no mapa, menor é a diferença de altura de cada linha.

Nota-se também, que em algumas partes do mapa, as linhas ficam mais juntas, isso significa que quanto mais perto uma linha estiver da outra, mais íngreme é o terreno, e quanto mais afastadas menor é sua inclinação.

Essa nova ferramenta,  contribui para ajudar todos os aventureiros a programar suas rotas e novos caminhos, e o mais legal,  que é dada gratuitamente. Pode ser  usada em celulares e computadores, facilitando a  programação de uma aventura sem ter nunca ido ao lugar. Com um pouco de conhecimento sobre topografia essa ferramenta vai lhe ajudar muito em suas próximas aventuras.

Lagoinha do Leste

Os turistas a consideram a mais bonita da Ilha, os moradores do Sul da Ilha garantem que ela é a mais misteriosa de Florianópolis, os ecologistas a defendem como se fosse a última praia do mundo, descubra a Lagoinha do Leste.

Seja qual for a opinião sobre a Lagoinha do Leste, ela é única. A praia ainda preserva as características de quando os primeiros imigrantes aportaram nestas terras. A Lagoinha, como é carinhosamente chamada pelos ilhéus, impressiona seus visitantes com sua beleza, seu ar selvagem e seus mistérios.

Lagoinha do Leste

Praia de mar aberto e águas cristalinas localizada no Sul da Ilha, a Lagoinha fica espremida entre dois costões que entram no oceano, formando quase uma pequena enseada de pouco mais que um quilômetro. Atrás, uma vasta Mata Atlântica garante a sensação de se estar voltando no tempo. A praia tem a companhia de uma lagoa, que dá nome ao lugar, próxima ao costão esquerdo. De águas quentes e escuras, a lagoa se esconde atrás da restinga, tendo origem num rio que nasce no morro.

Lagoinha do Leste

Mesmo isolada – só se chega a pé ou de barco -, a Lagoinha recebe muitos visitantes no verão. Eles percorrem a trilha secular e usam a praia para nadar, mergulhar e surfar. Como os grandes balneários da Ilha, a Lagoinha do Leste já sente os primeiros efeitos da exploração.

A praia é perfeita para acampar, já que, além da beleza, ainda conta com uma boa infraestrutura. Ou seja, tem bastante sombra e água potável, junto ao costão direito. O único problema, diz a lenda, são as bruxas que volta e meia a utilizam para seus rituais.

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Lagoinha do Leste

Conheça a trilha que leva para a Lagoinha do Leste

A melhor maneira de se chegar à Lagoinha do Leste é pela Praia do Matadeiro, voltando pelo Pântano do Sul. Assim, enfrenta-se o trecho mais pesado primeiro, deixando para a volta, quando se está inevitavelmente mais cansado, o Morro do Pântano do Sul. Como em toda trilha extensa, é bom começar a caminhada na parte da manhã, pois sobra mais tempo para aproveitar a paisagem e a praia.

Lagoinha do Leste

A partir do costão direito da Praia do Matadeiro acaba a areia e surge a trilha. Os primeiros 30 minutos de caminhada são os mais difíceis e cansativos. É preciso fazer subidas íngremes e, em alguns pontos, o mato é um pouco fechado. No meio do caminho há água, um córrego corta a trilha e oferece água fresca e sombra. Depois deste trecho, o caminho é tranqüilo, sem subidas e de uma beleza incrível, revelando a cada momento uma nova e fascinante paisagem. Durante uma hora e meia a trilha margeia os costões, passando pela Ponta do Quebra-Remo, Ponta do Facão e Ponta da Lagoinha.

Na Ponta do Facão, um rochedo de mais de 15 metros guarda uma pequena caverna banhada pelas águas. Para chegar até lá é preciso um pouco de coragem, já que você terá que descer pela encosta até o mar. Ultrapassando a Ponta da Lagoinha, chega-se à praia.

Lagoinha do Leste

A volta se dá pelo costão direito, subindo a trilha que sai no Pântano do Sul. Ela é mais fácil e mais rápida que a do Matadeiro, porém não é tão atraente. São cerca de 50 minutos de caminhada para subir e descer o morro que separa a praia do Pântano do Sul. A subida é íngreme, mas a trilha é aberta e não oferece nenhum obstáculo. Na maior parte do tempo as árvores oferecem uma boa sombra.

O momento mais bonito é quando se avista a praia do alto do morro.

Lagoinha do Leste

Mapa das trilhas que levam a lagoinha do leste

Lagoinha do Leste

Informações importantes:

  • Nível de dificuldade: moderado;
  • Atrativos: lagoa, vista panorâmica, praia, fonte d’água, Mata Atlântica;
  • Tempo: 2 ele 50 min;
  • Início: Costão direito da Praia do Matadeiro;
  • Fim: Pântano do Sul, na rua Manoel Pedro de Oliveira;
  • Principal dificuldade: Extensa, subida íngreme;
  • Como chegar: Seguir em frente, a partir do costão direito da Praia do Matadeiro.

Serra Gaúcha possui cachoeira com 100 metros

Serra Gaúcha é um lugar bastante pitoresco onde os imigrantes e seus descendentes criaram uma identidade própria, mesclando o modo de vida gaúcho aos seus costumes e tradições.

Nova Roma do Sul situada no Rio Grande do Sul,  à 160 quilômetros de Porto Alegre, capital do Estado,  e à 50 quilômetros de Caxias do Sul, entre as montanhas da Serra Gaúcha. É dona de uma natureza encantadora com várias opções para o ecoturismo e aventura, por isso a cidade começa a se estruturar para marcar espaço no segmento de turismo.

Dentre os encantos da cidade, apresentamos a cachoeira conhecida como Salto Escondido, com mais de 100 metros de altura, cercada por mata nativa, afastada da civilização, um lugar de grande beleza e águas cristalinas.

Existem duas formas para se chegar a cachoeira:

Primeira, acesso através de trilha: Para chegar nas trilhas da cachoeira Salto Escondido, é preciso seguir a rodovia em sentido a cidade de Nova Roma do Sul/RS,  na segunda entrada a esquerda, possui uma estrada estreita de chão batido, seguindo por essa estrada existe um outro ponto turístico pouco conhecido, que é o Cemitério Luterano Sueco.

Passando pelo cemitério, seguindo sempre a estrada principal chega-se a um local que possui uma casinha do lado direito, ali é possível deixar os veículos. Como não há estacionamento no local, os carros tem que ficar ao lado da estrada. Dali em diante, seguindo a estrada a pé, chegar-se-á a um enorme buraco no chão constituído pela erosão, dali em diante, começam as trilhas propriamente ditas. Seguindo sempre adiante, você chegará a um pequeno riacho de profundidade rasa. Você deverá atravessar esse riacho  e continuar sempre  reto pela trilha, essa trilha demora aproximadamente uns 20 minutos, ao avistar  uma bifurcação,  continue em frente,  seguindo pela direita que é  o caminho  que  levará até a cachoeira. Tome cuidado para não errar pois seguindo à esquerda o percurso levará  ao Rio das Antas. Continue sempre em frente e verá uma segunda bifurcação, a do lado direito uma trilha de moto, esta leva a crista da cachoeira, e a outra segue reto em direção a base. Escolha o ponto que deseja ir.

A trilha que leva à crista: É bastante íngreme, porém nada muito complicado. Você chegará a um potreio com acesso por uma porteira. Abra  a porteira e acesse, não esqueça de  fechar a porteira. Siga ao lado da porteira sentido  esquerdo, logo a diante terá uma faixa de mata nativa e  atrás dela a crista da cachoeira. Só é possível chegar na crista usando equipamentos de ancoragem, pois o rio que escorre para a cachoeira, possuí uns 6 metros de largura e muitas pedras com musgos, sendo elas muito escorregadias. Não recomendamos chegar à crista sem equipamento de segurança.

Esta cachoeira apresenta possibilidade de fazer “Cascading” (é um esporte de aventura que consiste na exploração progressiva de uma cachoeira).

A maior parte da descida se dá no negativo por conta de uma grande fenda no paredão, o que  dá a oportunidade de contemplar o interior da queda numa visão inesquecível!

A trilha que leva ao pé da cachoeira: Seguindo adiante na  segunda bifurcação, encontrará uma descida leve, seguindo pela trilha se chegará a um pequeno riacho, de fácil passagem. Atravesse-o  e siga beirando o rio pelo lado esquerdo, ou podendo ir até por dentro, ou pulando de pedra em pedra, subindo o rio mais ou menos uns 10 minutos, já é possível avistar a linda e imponente cachoeira do Salto Escondido.

A cachoeira possuí uma altura de aproximadamente 100 metros, suas  águas  são lançadas lá do alto e caem nas rochas antes de tocar o chão. Isso possibilita um delicioso banho de cachoeira. Junto as  rochas da cachoeira existem piscinas que se formaram naturalmente, assim podendo se refrescar, principalmente se  for em dias de muito calor.

No Local, é possível fazer um acampamento selvagem, contudo não é aconselhável  muito próximo ao paredão da cachoeira, pois as vezes podem cair algumas pedras.

Segunda maneira, acesso via automóvel:

Seguindo pela rodovia, RS – 448, sentido à cidade de Nova Roma do Sul/RS, antes de chegar na linha linha Castro Alves, passando pela antiga pedreira, ao lado esquerdo da rodovia terá uma entrada sem sinalização, siga por essa estrada sempre na via principal, você avistará  um grande aviário, dobre a direita, e siga até o fim da estrada,local onde encontra-se uma pequena casa de material a esquerda da estrada.  Neste local é possível deixar os carros.

Veja o Mapa:

Cascata dos Amores na Serra Gaúcha

O lugar é lindo, com paisagens deslumbrantes, não existe ambiente melhor para levar a pessoa que você ama nos dias dos namorados, o próprio nome da Cascata dos Amores remete a isso.

Cercada pelos vales e montanhas da Serra Gaúcha, Bento Gonçalves é considerada a Capital Brasileira do Vinho e de belas paisagens. Também se destaca pelo seu elevado índice de desenvolvimento humano.

A influência cultural da imigração italiana no final do Século XIX trouxe, entre outras heranças, canções, culinária, utensílios domésticos e ferramentas agrícolas. As edificações coloniais localizadas nos vales e encostas, em meio aos parreirais, compõem lindas paisagens, similares ás encontradas nas pequenas cidades do interior da Itália.

Uma das atrações mais procuradas pelos aventureiros é a Cascata dos Amores, fica em Pinto Bandeira, distrito de Bento Gonçalves. A região é de muitos vinhedos. A Cascata dos Amores está localizada bem em frente à Pousada Fornasier. Lá tem um mirante com a vista abaixo.

Cascata dos Amores

Cascata dos Amores
Mirante Pousada Fornasier

Cascata dos Amores
Cascata dos Amores “vista do mirante”

Para chegar na base da Cascata dos Amores é preciso encarar uma trilha íngreme de aproximadamente 1 hora (ida e volta) de nível fácil (escorregadio e pedras soltas) , mas para quem não tiver toda essa disposição existe um mirante que se chega de carro aonde se avista a cascata e todo o vale do Arroio Barracão.

Para realizar a trilha é necessário pedir autorização, pois para se chegar até a cascata é necessário passar por propriedade particular . A trilha proporciona vistas maravilhosas, preparem suas câmeras e filmadoras, pois a paisagem é deslumbrante.

Cascata dos Amores
Propriedade Luiz Martinelli

Cascata dos Amores
Propriedade Luiz Martinelli

Contato com o Proprietário: Luiz Martinelli

Telefone: (54) 3452 – 2730

Distância até da Pousada Fornasier:

 Bento Gonçalves/RS: 11 Quilômetros.

 Farroupilha/RS: 23,6 Quilômetros.

Porto Alegre/RS: 130 Quilômetros.

Morro do Tigre

O Morro do Tigre, ou Pata da Onça como é chamado pelos locais, é um lugar pouco conhecido na serra gaúcha. Está localizado à 5 quilômetros do centro da pequena cidade de Alto Feliz – RS.

O local é um morro com aproximadamente 700 metros a cima do nível do mar, de onde é possível avistar ao longe cidades como Porto Alegre (Capital do RS), Bom Principio, São Sebastião do Caí e  também é possível avistar o Morro da Canastra(localizado na cidade de são Vendelino).

O topo da montanha é coberto por pedras e algumas árvores. É uma boa escolha para quem quer  admirar o pôr do sol ou acampar.

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Morro do Tigre
Morro do Tigre

O local não possui estrutura para Camping, entretanto existe a possibilidade de fazer um acampamento selvagem. Este tipo de acampamento é indicado para aventureiros experientes.

Definição de acampamento selvagem:

Locais sem estrutura para camping, normalmente de difícil acesso, estes locais apresentam uma diversidade de animais selvagens, assim o aventureiro precisa estar preparado. Não indicado para iniciantes.

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Morro do Tigre
Morro do Tigre

Como chegar:

Alto Feliz situa-se na Encosta Inferior do Nordeste, na Microrregião Colonial da Encosta da Serra Geral, no Estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a 100 km da capital do Estado, tendo como principais acessos a antiga Estrada Júlio de Castilhos VRS 326, a RS 452 que interliga a RS 122 com a BR 116 e, ao norte, a RS 122.Limita-se com os municípios de Farroupilha ao Norte, Feliz ao Sul, Vale Real a Leste, Bom Princípio e São Vendelino a Oeste.

Além do Morro do Tigre, a pequena cidade de Alto Feliz/RS – Brasil, conta com a Cachoeira dos Bugres, local de beleza ímpar, cercada por vegetação exuberante, junto a cachoeira ainda é possível acessar uma pequena caverna no meio da cascata.

Ainda está com dúvidas, então entre em contato com a gente!