Cachoeira do Rio Bello

Cachoeira do Rio Bello

Andando pelo interior da cidade de Caxias do Sul/RS, descobri duas lindas cachoeiras, uma conhecida como Cachoeira do Rio Bello e a outra como Cascata do Teichmann, as duas um tanto desconhecidas pela maioria das pessoas.

Pra quem acha que Caxias do Sul é somente uma cidade de pedra e concreto, está enganado, se olharmos para o tamanho da área territorial pertencente a essa cidade, veremos que existem muitos vales, alguns profundos e selvagem e ainda inexplorados pela maioria.

Andando pela estrada Municipal do Vinho, no sentido Vale Real à Caxias do Sul, notamos um grande vale a direita, seguimos este vale e encontramos uma grandiosa cachoeira, com aproximadamente 40 metros de altura.

Cachoeira do Rio Bello

Ao lado da estrada tem um mirante, onde é possível avistar a cachoeira ao longe. Mas como não conseguimos apenas olhar de longe, seguimos devagar, olhando na beira da estrada se havia alguma trilha que ao menos levasse na parte de cima da Cachoeira do Rio Bello.

Então estacionei o carro ao lado de uma capelinha, e ali continha uma pequena trilha, segui por ela e cheguei na crista da cachoeira.

O local é “Bello” como seu próprio nome refere, com todo o cuidado do mundo, comecei a caminhar sobre as pedras da parte de cima da Cachoeira do Bello, a vista do rio para o despencar das águas cristalinas da cachoeira em direção ao vale é muito legal, estar naquele local fez com que sentisse uma ótima conexão com a natureza, uma sensação de paz imensa.

Cachoeira do Rio Bello
Cachoeira do Rio Bello

Fiquei ali por alguns instantes, olhando o despencar das águas e tentando registrar algumas imagens legais. Nisso chegou um morador local, perguntei a ele se havia alguma trilha que desse para acessar a parte de baixo da queda!

O morador, bem atencioso disse que a única trilha que ele conhece é vindo do Camping do Rio Bello por dentro do próprio rio, uma trilha de aproximadamente 6 horas entre ida e volta. Agradeci as informações, olhei para o relógio e já era metade da tarde, não daria para fazer a trilha nesse dia. Teria então que voltar um outro dia pela manhã com mais tempo para então explora-la!

Olhei o mapa e encontrei outra cachoeira não muito longe dali, peguei o carro e segui a estrada em direção a Caxias do Sul, logo depois de uma ponte de concreto, dobrei a direita e segui por ela, andei por algum tempo e me deparei com uma outra cachoeira belíssima.

Eram inúmeras quedas de água que faziam uma enorme cachoeira, difícil de acreditar que uma beleza daquela estava assim, tão perto da estrada. Foi só descer do carro e admirar a paisagem.

Cachoeira do Rio Bello
Cachoeira do Rio Bello

Enquanto estava ali fazendo algumas fotos, refleti um pouco sobre as viagens que já fiz ao longo de anos “turistando” por aí, e cheguei a conclusão que precisamos conhecer e explorar mais a serra gaúcha, temos uma rica diversidade de locais, que é possível fazer dezenas de atividades de Ecoturismo e turismo de aventura bem ao lado de nossas casas e por alguma razão não damos a devida atenção para isso.

Viajamos o mundo, carimbamos nossos passaportes, fizemos travessias gigantescas de trekking por serras, cânions e inúmeros lugares, sempre tentando achar locais onde tenhamos a melhor conexão com a natureza.

Aqui na serra gaúcha temos muitos locais selvagens ainda, que com certeza geram uma conexão muito boa com a natureza em sí. Precisamos ficar mais atentos a toda essa exuberância natural que temos em nossos municípios.

Se tiver que dar um conselho a todos que leem meus textos e postagens, digo-lhes que saiam para explorar locais diferentes, não se contentem apenas com o turismo que está pronto, lembre-se de sempre compartilhar conosco, com seus amigos os novos destinos que conhecer.

Cachoeira

Fico por aqui e até o próximo post, curtam, comentem e compartilhem esses destinos com seus amigos!

Morro Cambirela

Morro Cambirela

Morro do Cambirela localiza-se no município de Palhoça/SC, o morro faz parte de um conjunto de montanhas pertencentes ao Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, sendo esse parque a maior unidade de conservação de proteção integral do estado de Santa Catarina – Brasil.

O Morro do Cambirela situa-se próximo a BR – 101, uma montanha que eleva-se a um pouco mais de 900 metros de altitude em relação ao nível do mar.

Temos uma certa incerteza sobre essa altitude, pois tanto no google maps quanto no wikiloc é mostrado dois cumes com o nome Cambirela (na trilha que fizemos chegamos a aproximadamente 915 metros (medição com aplicativo Wikiloc) e 927,9 metros de altitude (medição com GPS Garmin etrex 20).

Fui pesquisar mais afundo sobre essa isso e consegui encontrar respostas para essas dúvidas sobre a real altimetria no plano de manejo do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

O Plano de manejo diz que o Pico do Cambirela situa-se a 1.043 metros de altitude e o Morro Cambirela a 900 metros aproximadamente. Todos estes locais fazem parte de um complexo formado pelo Morro do Cambirela, serra do Tabuleiro e serra do Capivari que apresenta altitude máxima de 1.270 metros a nível do mar.

Do alto do Morro do Cambirela é possível avistar a grandiosa ilha de Florianópolis de norte a sul e uma boa parte da Serra do Tabuleiro.

Trilhas para o cume

Sabemos da existência de aproximadamente 3 trilhas que levam ao cume do Morro do Cambirela, algumas são mais difíceis e técnicas que outras, mas todas tem algo em comum, o fato de serem perigosas e com longos trechos de inclinação.

Morro Cambirela
Atualmente existem três trilhas de acesso ao Morro: Ascensão pela Trilha 1 (Via aresta Leste, voltada para a BR-101); Trilha 2 (Via aresta Noroeste, ou cachoeira seca); e Trilha 3 (Ascensão pela via que é voltada para a BR-101 ao norte, conhecida também como via das Antenas).

Trilhar estes caminhos não é para todas as pessoas, pois é necessário ter um ótimo preparo físico, não sofrer com problemas em articulações ou cardiovasculares, não é recomendado também para pessoas que sofrem de vertigem ou medo de altura.

Relato da experiência

Nossa equipe para a subida do Morro do Cambirela era composta por três pessoas, composta por Edson Maia (navegador), Marilise Schuh e Luís H. Fritsch (Fotógrafo).

Morro Cambirela

Escolhemos percorrer a trilha 1 (mapa acima), está é um pouco mais fácil que as outras segundo nosso amigo Edson, pois a subida é realizada progressivamente sem muita dificuldade técnica, em algumas partes da trilha a três sequencias com cordas, mas foi bem tranquilo.

A trilha é bem marcada, mas é necessário o uso de GPS, usamos o etrex – 20 Garmin, muito bom por sinal. Do começo da trilha até o primeiro ponto de água caminha-se aproximadamente 2,2 km (350 m de altitude) a trilha é fácil, sem grandes dificuldades, a parte íngreme começa exatamente no primeiro ponto de água da trilha, dali em diante a subida fica cada vez mais íngreme e requer um esforço a mais nas articulações, é como se estivéssemos fazendo uma trilha no parque e de repente vira uma “escalaminhada” (escalada+caminhada).

Morro Cambirela

Vale ressaltar que o local é uma unidade de conservação, então todo o cuidado é pouco, Em toda a região da Serra do Tabuleiro é possível encontrar muitos animais, alguns deles podem ser peçonhentos e muito perigosos para nós humanos.

É comum nessa trilha nos depararmos com cobras do tipo: Jararacas, Corais, cobras Marrons e outros animais. Lembrem-se que nós é que estamos invadindo o território destes animais, por isso precisamos respeitar, estar de olhos abertos e sempre tomando muito cuidado onde colocamos nossas mãos e pés.

O primeiro ponto de observação que temos é no km 2,5 da trilha (500 m de altitude), dali já podemos ter uma dimensão da grandiosidade e da beleza que iriamos contemplar no cume do Morro Cambirela. Nesse ponto fizemos uma pausa de aproximadamente cinco minutos para tomar uma água e comer nosso lanche.

Depois dessa pequena pausa, seguimos adiante como diz um velho ditado, “caminhe como um velho, chegue como um novo” kkk. Essa parte da trilha, o caminho continua íngreme e sem nenhuma área plana para descanso, muitas vezes paramos em algum ponto mais aberto da trilha morro acima.

Há cerca de 2,8 km de trilhas (730 metros de altura) já estamos quase na crista do Morro do Cambirela, como dizem os montanhistas, quase chegando no “falso cume” a visão dali é de tirar o fôlego, conseguimos avistar a grande ilha de Florianópolis e mais algumas praias aos arredores. Deste ponto em diante o caminho fica um pouco mais tranquilo, sem grandes dificuldades.

Morro Cambirela

Caminhar sobre o falso cume é emocionante, pois a trilha percorre uma linda crista, onde temos uma visão grandiosa da Serra do Tabuleiro a Direita e a esquerda o litoral catarinense.

Depois de capturar inúmeras imagens, seguimos para o cume do Morro Cambirela que está a 915 metros de altura (medida capturada usando o aplicativo wikiloc no celular), a distância até o cume é de 400 metros, pode parecer pouco, mas a dificuldade para se chegar lá é algo que deve ser avaliado muito bem pelos participantes da aventura.

Para se chegar ao cume é necessário descer uma encosta rochosa, úmida e muito lisa, ideal usar cordas de apoio (levar junto), depois de mais este desafio superado, ascendemos ao tão esperado cume.

Morro Cambirela

A visão de lá é surpreendente, tivemos uma visão 360 graus, podendo avistar boa parte da Serra do Tabuleiro e inúmeras praias. Ficamos ali um tempo fazendo algumas fotos e depois voltamos para o “falso cume” para almoçar e contemplar melhor o lugar.

Morro Cambirela
Morro Cambirela

A descida foi um pouco mais rápida do que a subida, no entanto com muito mais cautela do que na subida, em um certo trecho da descida encontramos uma cobra Coral verdadeira adulta, por alguns segundos fiquei feliz em poder ver de perto esse animal de cores vibrantes.

A cobra estava enrolada em um pequeno caule de árvore bem na trilha que teríamos que passar, tivemos que esperar alguns minutos até que ela saísse dali para que fosse seguro passarmos.

Morro Cambirela

A Coral verdadeira é uma serpente de pequeno porte. Possui coloração forte e facilmente reconhecida: listrada em preto, vermelho e amarelo.

É uma cobra peçonhenta, ou seja, venenosa. É considerada uma das mais venenosas do Brasil em função da alta toxidade de seu veneno e atinge o sistema nervoso central. Uma vez picada, a pessoa pode morrer caso não receba atendimento médico rápido.

A cobra coral verdadeira é encontrada em matas das regiões sudeste e sul do Brasil. São encontradas também em áreas florestais do Uruguai, Paraguai e algumas regiões da América Central.

Elas vivem em galhos de árvore, folhagens, buracos em tocos em decomposição, debaixo de pedras e buracos no chão.

Depois de alguns minutos continuamos a descer pela trilha, com os olhos ainda mais abertos, precisávamos estar atentos e concentrados onde colocar os pés e principalmente as mão para não ter nenhuma surpresa.

O que levar para o Morro Cambirela

Caso você tenha interesse em percorrer essa trilha, recomendamos usar calçados fechados e confortáveis, camisetas de manga comprida, calça, perneiras para cobra e luvas de couro.

Leve aproximadamente 1,5 litros de água por pessoa, lanches de trilha altamente calóricos, frutas também são bem vindas.

Se você for vegano leia este texto!

Não esquecer de levar kit de primeiros socorros e corda de aproximadamente 20 metros.

A trilha possui inúmeras bifurcações, é fácil se perder nesses caminhos! Recomendamos usar GPS de trilha ou até mesmo contatar um guia experiente para auxiliar tanto na sua subida, quanto na descida.

Lembrando que o cume de qualquer montanha é somente a metade do caminho, a trilha só termina quando você chegar em casa e estiver seguro!

Se você gostou desse relato, deixe um comentário logo abaixo e não esqueça de compartilhar com seus amigos!

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso está localizada na linha Forromeco, pertencente a cidade de Carlos Barbosa, distante aproximadamente 16 km da cidade de Farroupilha e 11 km do município de São Vendelino/RS.

A Cascata do Paraíso está dentro de uma propriedade particular, por isso é muito bem cuidada e preservada pelo proprietário, Sr. Eduardo, um porto alegrense muito gente boa que tivemos o privilégio de conhecer.

Para manter a estrutura intacta e as trilhas organizadas, o proprietário cobra uma taxa de R$ 10,00 por pessoa para passar o dia no local.

O que fazer na Cascata do Paraíso

Dentro da propriedade há cerca de três quedas de água, onde em cada uma delas forma-se um grande poço para banhos, a profundidade entre eles variam de 3 a 8 metros, caso você não saiba nadar não é recomendado entrar na água.

Para quem gosta de nadar ou se refrescar nas águas da cascata, esse lugar é propício para isso.

Para quem gosta de capturar belas imagens assim como eu, o local é propício para isso, os caminhos e trilhas são bem sinalizados e de fácil acesso para a maioria das pessoas.

Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Paraíso
Crédito: Luís H. Fritsch

Dentro da sua propriedade ele não aceita que entre com bebidas alcoólicas, mas é possível fazer um churrasco com os amigos e/ou família, as churrasqueiras são feitas de maneira natural, usando pedras do próprio rio.

Horários de visitação

Para aproveitar melhor a paisagem, recomendamos ir durante a semana, mas caso você não consiga ir nestes dias, ir aos finais de semana também pode ser legal.

Em dias de muito calor e finais de semana principalmente a Cascata do Paraíso costuma ficar lotada, se você é o tipo de pessoa que gosta de paz e tranquilidade, ir nos sábados e domingos talvez não seja a melhor opção.

A propriedade está aberta para todos que quiserem visita-lá, das 9:00 horas até às 18:00, todos os dias da semana.

Como chegar na Cascata do Paraíso

Cascata do Paraíso

Link do Google Maps

Outros destinos nas proximidades

A região da Serra Gaúcha possui muitos atrativos naturais, pois possui uma geografia interessante, rodeada de grandes vales, matas e cascatas.

Se você tem vontade de conhecer outros lugares de belezas naturais exuberantes, recomendamos conhecer também a Cascata do Salto Ventoso na cidade de Farroupilha, distante aproximadamente 10 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Salto Ventoso – Crédito: Luís H. Fritsch

Caso você goste de locais altos e com uma vista esplendida da cidade de São Vendelino, recomendamos conhecer o Morro do Diabo, localizado aproximadamente 9 km da Cascata do Paraíso.

Cascata do Paraíso
Morro do Diabo – Crédito: Marcio Basso

O local é propício para esportes de Voo livre como paraglider e parapente ou também um ótimo local para se curtir o pôr do sol, concluindo assim o passeio pelo interior da Serra Gaúcha

Calça Hard PRO Mountain

Hoje venho aqui apresentar aqui a calça Hard PRO Mountain uma das calças mais robustas já fabricadas nacionalmente pela empresa Hard Adventure, nesta avaliação completa mostrarei todos os seus detalhes, materiais, os prós e contras desse modelo.

Características e detalhes

A Hard PRO Mountain é uma calça confeccionada com 100% poliamida Power®, em pontos de maior atrito possui o material mundialmente conhecido como Cordura® (nylon de altíssima resistência e alta performance, concebido para ser de longa duração e resistente à abrasão e rasgões, que agrega muito mais resistência e durabilidade à calça).

Hard Pro Mountain

Tendo o nylon Cordura® em sua confecção faz com que tenhamos uma ótima calça para atividades em terrenos difíceis, como por exemplo subidas e descidas de rios, onde geralmente precisamos saltar entre as pedras ou em locais de mata fechada. Para as pessoas que adoram explorar novos caminhos, essa calça é perfeita para isso.

A calça é composta por dois bolsos frontais e dois laterais com zíper YKK e lapela para acomodar o zíper, lembrando que os zíperes YKK são os mais duráveis do mundo.

Hard Pro Mountain
Hard Pro Mountain

Além disso a calça Hard PRO Mountain pode virar bermuda através de zíper, isso é ótimo em dias de calor excessivo, conta também com uma abertura com zíper na parte de baixo (do tornozelo) que tem a função de facilitar a transformação para bermuda, teoricamente esse sistema funciona muito bem, mas na prática não é bem assim, o tamanho da calça que eu uso é “P”, geralmente quando tenho que transformar a calça em bermuda, a parte de baixo da calça não saí, devido a bota cano alto, este é um dos pontos que não me deixou satisfeito nesse modelo. Veja as imagens abaixo.

Na cintura, a calça Hard PRO Mountain conta com botão de pressão e acompanha um cinto em fita de nylon, com fivela de engate regulável fabricada em polipropileno de alta resistência, que facilita carregar mochilas e enfrentar corredeiras de rios e cachoeiras sem que a calça saia do lugar. Além disso, o cinto, pode ser totalmente removível, pode ser utilizado em situações de emergência, como a confecção de torniquete, carregar carga pesada e etc.

Hard Pro Mountain

Além de todos estes detalhes já mencionados, a calça Hard PRO Mountain possui ainda proteção solar FPS 50, que bloqueia 98% dos raios UV-A E UV-B, testado e aprovado pelo SENAI CETIQT, protegendo a pele dos efeitos nocivos do sol, como queimaduras e envelhecimento precoce.

A calça Hard PRO Mountain é respirável e possui baixa absorção de umidade, com um sistema único que transporta a umidade do suor para o exterior da calça, proporcionando melhor equilíbrio térmico, tornando-a arejada e ótima para usar mesmo em climas quentes.

Estou usando esse modelo de calça a praticamente um ano já, e desde então não puxou nenhum fio ou rasgou, neste período que tenho a calça Hard PRO Mountain já usei em algumas trilhas na Patagônia Argentina, no Parque Nacional de Torres del Paine no Chile, viagens de exploração na região dos cânions do sul do Brasil e em praias, estar usando ela é sempre uma experiencia satisfatória. 

A calça quando exposta a locais frios e úmidos pode te dar uma sensação de conforto maravilhosa, por ela ser construída com materiais de alta performace, em alguns casos ela suporta ventos e mantem a temperatura corporal estável, atuando como se fosse um corta vento ou calça segunda pele, isso é incrível.

Características do fabricante

  • Modelagem simples que evita atrito com a pele.
  • Reforço em Cordura ® nos principais pontos de atrito.
  • Recorte entrepernas (cavalo) de 25mm. Permite qualquer movimento.
  • Cós de 40mm com elástico total.
  • Passantes laterais e traseiros.
  • Costuras reforçadas com travetes.
  • Cinto removível de alta resistência com fivela em polipropileno.
  • Pernas/barra da calça com zíper para retirar as pernas sem a necessidade de retirar o calçado.

*CORDURA® é marca registrada da Invista de fios para tecidos de alta resistência usada sob licença por Hard Adventure® Ind. e Com. de Roupas e Equip. Ltda.

Valor aproximado: R$ 249,90

Onde comprar

Você pode adquirir esse produto na loja Guenoa Apetrechos, localizada em Caxias do Sul/RS, a loja entrega para todo o Brasil caso necessite!

Aqui em nosso site você encontra mais de 50 reviews de produto para você não errar na hora de efetuar a compra, conheça antes mesmo de ir na loja!

Três Cachoeiras

Sempre buscamos novas opções de trilhas, destinos e opções de lazer para os nossos leitores, e essa matéria não é diferente, estivemos presentes no 1º passeio da nova Rota Turística Caminho dos Vales e das Águas na cidade de Três cachoeiras no dia 12 de Dezembro/2018.

Passeio este que contou com aproximadamente 20 pessoas, dentre elas estavam presentes, gestores de agências de viagens, empresários locais, alguns moradores e claro nós do Trekking RS.

O Município de Três Cachoeiras localiza-se distante cerca de 165 km da capital Porto Alegre, cerca de 36 km da cidade de Torres/RS e afastada aproximadamente 20 km da cidade de Três Forquilhas, onde lá também é possível percorrer o Caminho dos Vales e das Águas, veja!

Três Cachoeiras é uma cidade pequena, mas muito cativante e bela, a história conta que em 1605, missionários jesuítas viajaram do Rio de Janeiro para cá com o objetivo de catequizá-los e protegê-los da ação dos bandeirantes paulistas que vinham ao Sul capturá-los para o trabalho escravo nas fazendas de São Paulo. A origem do nome de Três Cachoeiras deu-se, possivelmente, nesta época, de 1605 a 1615, por viajantes paulistas que encontraram três cachoeiras, distantes entre si cerca de 80 metros e localizadas ao Norte da sede do município, na encosta do morro mais tarde denominado “dos Pereira”. Leia a história completa.

O primeiro passeio por Três Cachoeiras começou pelo centro da cidade, mais precisamente pela Casa do Artesão Raízes da Arte, o local conta com inúmeros artigos artesanais feitos pelos moradores local, alguns deles são decorativos, outros contam histórias da cidade.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

O segundo local escolhido foi uma propriedade rural, onde é possível desfrutar de um piquenique em meio a um bosque, perto dali encontra-se um córrego com águas cristalinas que encantam e animam tomar aquele banho de rio.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de cerca de 40 minutos no local, nos deslocamos para dois atrativos de tirar o fôlego, estes são: o Poço das Andorinhas e o Poço dos Morcegos, locais de beleza intacta que enchem os olhos, as águas são totalmente cristalinas e próprias para banho.

No local existem duas trilhas uma para a direita que dá ao Poço dos Morcegos e outra à esquerda leva até o Poço das Andorinhas. As duas trilhas podem ser percorridas por todas as idades, os caminhos são bem marcados e de beleza singular, caminha-se aproximadamente cinco minutos em meio a mata atlântica para acessar as quedas de água.

Para fotógrafos o local é propício para realização de ensaios fotográficos e nós conseguimos capturar belas imagens desses locais, veja a seguir!

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de aproveitar bem os locais era hora de seguir em frente, a próxima parada seria no Moinho de Pedra, este é um dos únicos que ainda funcionam na cidade de Três Cachoeiras, construído artesanalmente, usa materiais como madeira e pedra em sua construção, antigamente este moinho funcionava com água, hoje em dia ele foi adaptado para trabalhar usando energia elétrica.

A construção do moinho é tão minimalista que além de transformar grãos de milho em farinha, ele separa a casca do milho da farinha, é incrível ver funcionando, ver estas coisas nos dias de hoje é algo inacreditável. Se você for visitar a cidade de Três Cachoeiras, não pode deixar de visitar esse Moinho de Pedra.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Já era hora de visitar outro local, a Casa da Tia Laura, este seria o lugar do nosso almoço, o atrativo conta com um restaurante temático, todo decorado com objetos antigos e rústicos, o local faz com que retornemos aos tempos antigos sem perder a sofisticação dos tempos modernos.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch
Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Além do acolhedor restaurante a Casa da Tia Laura possui acomodações belíssimas, bem incrementadas para que seus hospedes tenham a melhor experiência.

Aos arredores da propriedade há uma grande área de campos abertos com algumas árvores da espécie Figueira, uma dessas árvores possui mais de 200 anos, é uma grandiosa árvore que faz com que eu me sinta pequeno diante da tamanha grandeza de seus galhos.

Outro detalhe que não pode ser passado despercebido desta Figueira centenária, é o fato de possuir sobre seus galhos centenas de bromélias e flores que cresceram ali por conta própria. A natureza de fato é grandiosa e nos faz sentirmos insignificantes perto de toda essa beleza.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Não há preço que pague à experiência de deitarmos embaixo de uma árvore dessa magnitude, depois de um belo almoço caseiro.

Ali perto da Casa da Tia Laura encontra-se a Casa da Colonização, local com inúmeras histórias dos primeiros imigrantes italianos que chegaram a cidade de Três Cachoeiras, histórias dos Tropeiros que construíram cetenas de quilômetros de estradas onde eram levados suas produções agrícolas para trocar por mantimentos em outras cidades.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Você sabia que os Tropeiros construíram uma estrada que ligava a cidade de Três Cachoeiras à cidade de Caxias do Sul e o tempo de percurso demorava aproximadamente 30 dias para percorrer tal distância.

Ao lado da Casa da Colonização, encontra-se a primeira igreja construída totalmente de madeira pelo imigrantes. Hoje em dia a igreja foi reformada, as únicas peças originais que restaram são as janelas e a porta fabricadas a mão.

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Depois de conhecer tantas histórias legais sobre os primeiros imigrantes era hora de irmos a outro atrativo, o Alambique conhecido como 3º Gole, este é um dos poucos alambiques que restaram na cidade de Três Cachoeiras, o proprietário e produtor da Cachaça 3º Gole, nos contou sobre como é produzido a cachaça, e posso dizer a vocês, não é bem assim fabricar cachaça..kkk

Três Cachoeiras
Créditos: Luís H. Fritsch

Provamos a cachaça e é muito boa, forte e saborosa, gostei tanto que até adquiri uma garrafa para degustar nos invernos aqui na Serra Gaúcha.

Este passeio com certeza foi incrível, teve muita diversidade no roteiro, provamos muitas delícias e nos encantamos com as histórias locais. Acreditamos que o Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras é um roteiro turístico maravilhoso para todas as idades e deve ser conhecido e desfrutado ao máximo por todas as pessoas que ali vier.

Veja todas as fotos dessa incrível experiencia que foi o 1º passeio pelo Caminho dos Vales e das Águas em Três Cachoeiras. Acesse o nosso álbum no Flickr.

Caso você queira desfrutar desse incrível roteiro turístico pode contatar a Prefeitura Municipal de Três Cachoeiras ou as agências locais: Esmeralda Turismo, contato: (51) 9 9142-5790 e Paulão Transportes, contato: (51) 9 9987-1825.

Caso você seja da região da Serra Gaúcha e queira conhecer os encantos desse roteiro a empresa Sol de Indiada está credenciada para levar você até estes atrativos.

Caminho dos Vales e das Águas

Nós do Trekking RS estamos sempre em busca de novos destinos e dessa vez apresentamos a nova rota turística conhecida como o Caminho dos Vales e das Águas, localizado dentro de nove municípios que compõem o Litoral Norte gaúcho: Torres, Arroio do Sal, Itati, Terra de Areia, Mampituba, Dom Pedro de Alcântara, Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras e Três Forquilhas.

Fomos convidados pelo presidente da Rota Turística Caminho dos Vales e das Águas, o Sr. Carlos Cechin, para relatar a experiência de percorrer os caminhos da cidade de Três Forquilhas/RS.

A cidade de Três Forquilhas localiza-se distante cerca de 150 km da capital Porto Alegre, o nome do município decorre da confluência de três braços de rios a que se denominou Três Forquilhas.

O município de Três Forquilhas está inserido na área de Mata Atlântica com belezas naturais reservadas, como as Cascatas da Pedra Branca e do Barreiro; paisagens belíssimas, vistas da Chapada dos Valim; rios de água límpidas; Cânion do Josafá e engenhos de cachaça. Entre belos conjuntos emoldurados por rica e densa vegetação com flores e ramagens silvestres, encontra-se a rodovia municipal da Serra do Retiro ao alto Rio da Terra.

Na última terça feira dia 04 – Dezembro/2018 nos deslocamos da nossa amada Serra Gaúcha com destino ao litoral norte, mas precisamente para a cidade de Torres/RS, lá o presidente da Rota Turística nos aguardava juntamente com algumas agências de viagens, convidados e membros do projeto com o transporte que nos levaria para o 1º passeio pelo Caminho dos Vales e das Águas.

O deslocamento durou cerca de 1 hora até a nossa primeira parada, Sítio Café da Roça, o local é simples e aconchegante, os próprios proprietários nos levaram a percorrer o primeiro caminho do dia, à Trilha da Grota Escondida, caminho este de 731 metros de extensão, a trilha é bela e sem grandes desafios, é indicado para todas as idades, no meio da caminhada chegamos a um bosque repleto de Palmeiras Reais, o local proporciona uma ótima conexão com a natureza, perfeito para um piquenique ao ar livre.

Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas

Os proprietários serviram café passado, sucos de açaí, bolos, cucas e rosquinhas totalmente produzidas por eles. Os produtos coloniais são muito bons, foi difícil parar de experimentar tantas delícias.

Depois de estar de barriga cheia, retornamos para o ônibus e seguimos o Caminho dos Vales e das Águas seguindo o rio Três Forquilhas pelo seu lado direito. Este caminho é repleto por enormes montanhas, olhávamos para todos os lados e víamos morros e mais morros, andando pela estrada de terra temos a sensação de não estar mais no litoral, pois a geografia local é incrivelmente bela, intacta e montanhosa.

A nossa segunda parada foi em uma ponte pênsil, conhecida por alguns como pinguela, essa é uma ponte de madeira e cabos de aço suspensa, que atravessa o rio Três Forquilhas e leva até o outro lado do rio na cidade de Itati/RS. A ponte tem cerca de 25 metros de extensão e balança bastante se tiver muitas pessoas caminhando ao mesmo tempo, a ponte é totalmente segura para passagens a pé ou de bicicleta.

Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas

A terceira parada aconteceu na AMADECON – Associação das Mulheres Agricultoras para o Desenvolvimento de Três Forquilhas, estas mulheres realizam trabalhos voluntários para a comunidade, dentre os inúmeros trabalhos realizados, destaca-se uma pequena farmácia que contem inúmeros medicamentos medicinais obtidos através de folhas de árvores e plantas encontradas no interior do município de Três Forquilhas, vale muito a pena conhecer. Neste mesmo local foi servido um ótimo almoço, muito bom por sinal.

Depois de todos bem alimentados era hora de entrar no transporte e seguir para um dos destinos mais belos do estado do Rio Grande do Sul, a Cascata da Pedra Branca, com sua incrível altura de mais de 140 metros.

Para chegar na base da Cascata percorre-se um caminho de estrada de chão por aproximadamente 1,5 km a pé, pois nos pés da cascata não tem como manobrar os veículos. O caminho é belo, o ar é puro e as árvores são gigantes, nos dois lados da estrada de terra a mata atlântica predomina, trazendo assim uma sensação de paz de espírito para os caminhantes.

Caminho dos Vales e das Águas

Na base da Cascata da Pedra Branca a visão é de tirar o fôlego, a aguá que caí é totalmente cristalina, arriscamos até tomar uns goles de água e nos molhar um pouco para nos refrescar.

Caminho dos Vales e das Águas

Depois de contemplar essa que é uma das cascatas mais belas do nosso estado, retornamos pela mesma estrada, mais ou menos no meio do caminho à esquerda, encontra-se uma pequena trilha que leva a uma segunda queda de água, o local é intacto e de beleza surpreendente, vale a pena visitar.

Caminho dos Vales e das Águas

Depois de muitas fotos e vídeos feitos retornamos para o transporte, saímos do Vale das Pedras Brancas e seguimos para o Borralho’s Café, da Bete, na comunidade de São Sebastião, local maravilhoso para apreciar um excelente café colonial muito parecido ou melhor que os que conhecemos da cidade de Gramado/RS.

Caminho dos Vales e das Águas
Caminho dos Vales e das Águas

Depois de conversarmos e nos alimentarmos bem, provando quase todas as delícias, era hora de retornar para a cidade de Torres/RS.

O Caminho dos Vales e das Águas é com certeza uma Rota Turística incrivelmente linda, com atrativos que contemplam o turismo rural, ecológico e claro o de aventura para todas as idades.

Veja todas as fotos dessa incrível experiencia que foi o 1º passeio pelo Caminho dos Vales e das Águas, acesse o nosso álbum no Flickr.

Ficou com vontade de conhecer estes caminhos? Já estão disponíveis nas agências de turismo de Torres e região, passeios turísticos ao município de Três Forquilhas e de outros município da região. 

Caso você seja da região da Serra Gaúcha e queira conhecer os encantos desse roteiro a empresa Sol de Indiada está credenciada para levar você até estes atrativos, clique aqui para ver as próximas trilhas.

Trilha das Represas Abandonadas

Na parte alta do Vale do Caí mais precisamente na divisa entre os municípios gaúchos de São Pedro da Serra e Salvador do Sul/RS – Brasil, em meio a mata, um lugar conta a história hoje quase que esquecida,  que já foi referência de modernidade para a região quando construída na década de trinta.

Em um período que a energia elétrica era ainda para poucos no sul do Brasil, na região serrana em um pequeno povoado, luzes brilhavam do alto de uma montanha. Se tratava do seminário jesuíta Santo Inácio de Loyola, que hoje segue imponente no alto do município de Salvador do Sul, no entanto não desempenha mais a função que tinha no passado.

Naquele período após o padre Primus sair por suas aventuras encontrou um vale rochoso com grande inclinação e um volume considerável de água. Após análises, os jesuítas colocaram em prática o projeto da construção de uma hidrelétrica que se constituía na construção de duas represas e uma casa de máquinas. E assim após a construção, começaram a  produzir sua própria energia, o que se estendeu por muitos anos.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Até que, com a chegada da rede elétrica, mais moderna e eficiente como conhecemos hoje, a porta da casa de máquinas foi fechada, e deixada para atrás. E assim com o tempo, lentamente a natureza foi tomando de volta a sua característica selvagem antes da chegada dos imigrantes.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Nós do Trekkingrs fomos lá atrás dessa história contata pelos mais velhos em busca da trilha das represas perdidas para compartilhar esta informação como todos nossos seguidores aventureiros que estão buscando novos destinos para explorar.

A partir da Rua Carlos Edvino Specht que se encontra no centro de São Pedro da Serra, você deverá descer aproximadamente cinco minutos de caminhada até o ponto em que a rua passa pela descida do arroio. Neste ponto uma pequena trilha não muito visível te levará até a parte baixa do arroio.

Já neste ponto você estará na parte de atrás do lago da primeira represa, o lago com o passar dos anos recebeu muitos sedimentos que desceram da parte altado município.

Nesse ponto deve-se ladear o lago pela parte esquerda até então chegar a parte alta da represa. É possível caminhar por cima dela de um lado a outro. Também no ponto central há uma escada de barras de metal para poder acessar a parte inferior da represa que consiste em uma grande base de pedras colocadas em diferentes níveis para formar toda a grande estrutura da represa. Com o vertedouro superior, onde não era o leito do arroio, oferece hoje uma cascata que foi criada com a construção da represa.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Seguimos nosso caminho para poder chegar até a segunda represa e a casa de máquinas. Desde lugar em diante prepare-se para molhar seus pés para um hike em grande parte pelo arroio. Como o vale é estreito, grande parte do caminho deve ser feito dessa forma.

Após uns minutos de caminhada pelo arroio você chegará a uma queda d’água. Não é possível acessar a parte baixa pelo arroio, a não ser que seja por rapel. Deve-se tomar uma trilha a direita para acessar uma parte mais alta ao lado da cascata e logo descer mais a frente.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Já na parte inferior da cascata, o caminho segue pelo curso do arroio. Este é um trecho mais extenso descendo por grandes pedras e zonas com o vale mais aberto. Até então chegar a um lugar que você perceberá o remanso do arroio, isso significa que chegaste a última represa. Tome uma trilha a direita para seguir até a base.

A segunda represa apresenta um assoreamento quase que completo do seu lago original. Em alguns anos será apenas um arroio e já não haverá mais o lago. No entanto, seguirá a queda de água da represa, uma mistura de pedras e tijolos maciços incríveis. Aproveite a para escutar o barulho da água e aproveitar solidão ao seu redor.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Observando a direita no caminho do arroio, vários pedaços de tubos de metal estão deteriorando-se em meio da floresta. Consiste na tubulação que canalizava a água da segunda represa até a planta geradora de energia.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Assim, seguindo o curso do arroio, se chegará a uma parte aberta do arroio de pura rocha. E mais a frente um grande desnível onde água se canaliza e desaparece morro abaixo em uma fenda Este ponto batizado como “saboneteira” é um ponto onde a pedra está pendida à fenda do arroio, no entanto, todo esta parte é muito lisa por isso o nome. Se deve tomar muito cuidado, e tomar uma trilha a direita, passando por cima dos tubos de metal.

Já subindo aproximadamente cinquenta metros acima do arroio estará a antiga estrada que levava a casa de máquinas. Seguindo este pequeno caminho, hoje fechado pela mata, é importante seguir até o vale próximo a queda de água. Neste ponto uma antiga escada de tijolos te guiará pela borda da fenda. E neste momento se encontrará a antiga usina hidrelétrica aí, perdida em meio ao vale.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Grande parte do maquinário segue no local. O telhado dá a impressão que caiu a poucos anos, também é possível descer uma escada pequena, dentro da estrutura, no entanto a sensação é de que as paredes ou o chão que já apresentam grande rachaduras podem colapsar a qualquer momento.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Mantenha a estrutura como está. É importante zelar pelo pela estrutura enquanto segue seu deterioro lento, permita que mais pessoas possam conhecer. Tome seu tempo, aproveite o lugar, relaxe e tire suas fotos, pois após um descanso você terá que voltar. É uma boa opção voltar pela antiga estrada da casa de máquinas, será meia hora de caminhada até a Rua Padre Piva em frente ao um posto de gasolina já na área urbana de São Pedro da Serra.

Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz
Trilha das Represas
Foto: Lucas Schmitz

Compartilhamos também o mapa dessa rota no wikiloc e um vídeo para você planejar a sua trilha e não ter a chance de se perder.

https://pt.wikiloc.com/trilhas-trekking/trilha-da-represa-abandonada-sao-pedro-da-serra-rs-rota-circular-29708823

Sobre a trilha, o que certamente te marcará é o fato de ser um lugar é único, histórico, de aventura e muito contato com a natureza, ela que não é vilã nesta história, apenas está recuperando o que já era dela em toda sua plenitude.

Cachoeira da Alegria

Cachoeira da Alegria

Se você é o tipo de pessoas igual a mim que não se contenta com os locais já explorados, está a procura de um destino novo para curtir o verão, então lhe apresento a Cachoeira da Alegria, localizada na cidade de Farroupilha/RS.

O nome da cascata surgiu em relação a um pequeno galpão selvagem dado como nome Rancho da Alegria que se encontra no local.

A Cachoeira da Alegria, é um destino totalmente inexplorado, está dentro de uma área particular nas margens da rodovia RS – 448, essa estrada liga as cidades de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS.

O arroio onde se localiza a cachoeira vem do distrito de Vila Jansen, pertencente a cidade de Farroupilha e cerca de uns 500 metros à frente da cachoeira é unido pelo rio 14, onde estes desaguam no grandioso Rio das Antas.

A geografia da Serra Gaúcha é propícia para a exploração de pequenas cascatas e cachoeiras, acreditamos que devem existir mais de 500 cachoeiras só na região da serra ainda inexploradas ou desconhecidas pela maioria das pessoas.

O atrativo natural é composto por pequenas quedas de água que formam uma linda cachoeira de águas geladas e cristalinas, o local é convidativo para banhar-se nas águas da Cachoeira da Alegria em dias de verão.

Cachoeira da Alegria
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch

Caso você deseje conhecer esse local, recomendamos a contratação de um guia que conheça a região, caso você vá sozinho ou com amigos, vá com cuidado.

Como o acesso à Cachoeira da Alegria se encontra ao lado da RS – 448, não há disponibilidade de estacionamento, pois a rodovia não prove de acostamento. Caso você vá com veiculo 4×4, você poderá descer pela trilha até o Rancho da Alegria.

Indicamos ir até o Gparque Farroupilha e acessar as trilhas que levam até a Cachoeira da Alegria e as outras belas cascatas existentes no Rio 14. Do Gparque até a Cachoeira da Alegria tem aproximadamente 12 quilômetros de trilhas ida e volta até chegar lá. 

Gparque Farroupilha
Foto: Luís H. Fritsch

Se você tem vontade de fazer essas trilhas, entre em contato com a gente! Temos um time de pessoas experientes para lhe conduzir pelas melhores trilhas da Serra Gaúcha.

Cerro de la Silla

Situado no norte do México, mais precisamente dentro da região metropolitana de Monterrey, terceira maior área urbana deste país da América do Norte. O Cerro de la Silla ou “Montanha da Cela” como poderia ser chamado em português ganhou este nome em questão ao seu formato, por parecer muito com uma cela utilizada nos cavalos.

O Cerro de la Silla é uma área que desde 26 de Abril de 1991 foi decretada área de proteção ambiental através do reconhecimento de monumento natural mediante um decreto presidencial. Contando assim com um  total de 6.309 hectares protegidas.

O Cerro de la Silla possui três principais picos, sendo cada um de diferente nível de dificuldade para chegar. Seus nomes são; Pico da Antena com 1.751 metros, Pico Norte com a mair altitude entre os três com 1.820 metros e o Pico Sul com 1.650m. Todos podem ser feitos em um dia de Hiking (Caminhada) Você levará em média de 7 a 9 horas para fazer todo o percurso de ida e volta. Por isso separe um dia para realizar a subida.

Pico da Antena

A partir da Rua Bosques da Pastora no município de Guadalupe na parte final da rua você chegará ao início do caminho que te levará ao pico da Antena e que também é parte do caminho que te levará ao pico Norte.

O caminho está muito bem marcado por que passa onde existe uma estrada que foi construída para a manutenção das antenas que estão no topo. Por esta questão é um caminho que você encontrará mais caminhantes e corredores de montanha pela facilidade de como o caminho está marcado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Subindo o caminho, até um ponto já alto da montanha você encontrará com uma grande estrutura de concreto que hoje são as ruínas de um antigo teleférico, que no dia da sua inauguração teve um acidente com o rompimento de um cabo e desde então nunca mais foi reaberto. Chegando a este ponto, muitos já descem novamente. O teleférico é uma excelente opção para quando não se tem muito tempo ou o preparo físico que demanda os demais picos, assim que este trajeto pode ser feito em duas horas de caminhada.

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o antigo teleférico abandonado.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Após horas de subida você passará por vários pontos de observação para a região metropolitana de Monterrey, cada uma um espetáculo a parte. E já ao finalizar a subida você se deparará com uma cerca onde se encontram as antenas, neste lugar não é permitida a entrada, assim que deve-se seguir pela cerca até chegar a um ponto na lateral com muitas pedras onde será seu ponto final e te proporcionará uma visão incrível de todo o outro lado com a cadeia de montanhas que fazem parte da reserva do Cerro de la Silla.

Foto de um dia com nuvens na cidade de Monterrey, vista pelo caminho ao pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Chegada ao cume do pico das antena, de aqui se pode deslumbrar todo o vale da Reserva Natural Escondito entre as montanhas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico Norte visto desde o pico das antenas.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Powered by Wikiloc

Pico Norte

Pico de maior dificuldade, tomando o mesmo caminho para o pico da antena uma trilha a direita após passar o antigo teleférico, a trilha se torna um pequeno caminho que contorna grandes pedras, onde se pode mencionar o “Paso de los Elefates” local de gigantes pedras calcarias de onde pode ter uma excelente visão da região metropolitana de Monterrey.

Ao entrar na trilha para o pico norte se notará que se trata de um caminho muito mais fechado de vegetação e de subidas e baixadas em questão ao caminho muito pedregoso. Se encontrará marcações em pedras e algumas fitas coloridas em árvores, no entanto deve-se estar sempre atento pois existe uma possibilidade de perder-se, ainda mais caso seja a sua primeira vez. É muito recomendado ir com alguém que conheça o caminho previamente ou usar um GPS para ajudar a guiar-te.

Seguindo o caminho haverá um ponto em que será necessário perder elevação, este é o ponto em que se desce o vale entre o pico das antenas e o pico norte. Este vale apresenta uma vegetação muito diferente por ser um lugar de pouco sol e que preserva uma boa umidade em um clima que normalmente é semidesértico no norte do México

Caminho de subida após o vale entre o Pico da Antena e Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Desde esse ponto será apenas subida já pela montanha do pico norte. Esse trecho consiste em um caminho que normalmente é feito em 1 hora e meia em média desde o bosque úmido do vale e a medida que se ganha altitude a vegetação se torna menor, até o ponto próximo ao pico que conta apenas com vegetação rasteira.

Próximo a alcançar o cume do Pico Norte, ao fundo tico da Antena.

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Pico da Antena visto do Pico Norte.

O pico norte proporciona uma visão incrível em 360 graus de toda a região metropolitana, tudo isso ao lado de um grande abismo de rochas calcárias de tirar o fôlego. Tudo isso ainda com a possibilidade de ver toda outra cadeia de montanhas que no México é chamada de Sierra Madre, ela compeende grande parte do território mexicano, no entanto esta cadeia montanhosa  se estende desde a América Central até o Canadá cruzando por todo o país.

Chegada ao cume do Pico Norte

Cerro de la Silla - México
Foto: Lucas Schmitz

Vista da região metropolitana de Monterrey desde o cume

Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz

Cerro de la Silla - México
Cerro de la Silla – Foto: Lucas Schmitz

Powered by Wikiloc

Parque Estadual do Marumbi/PR

O Parque Estadual do Marumbi é um complexo de montanhas localizadas na Serra do Mar no estado do Paraná, região sul do Brasil.

A minha aventura começou no dia 31 de Agosto/2018, na cidade de Caxias do Sul/RS, fui convidado pela empresa de Turismo de Aventuras Sol de Indiada a fazer o que é hoje a trilha mais difícil do Brasil, realizada em um dia.

Saímos da cidade de Caxias do Sul por volta de 2:30 horas da manhã de sexta feira com 3 carros, a primeira parada foi para o café da manhã em Lages/SC, nada melhor que tomar aquele café da manhã especial vendo o sol nascer.

Embarcamos nos carros e seguimos viagem, rumo ao Paraná, descemos a Serra da Graciosa e paramos para almoçar no restaurante Casa da Graciosa na cidade de Quatro Barras/PR. Recomendo muito esse local, simples, aconchegante e muito bom.

Dali em diante seguimos para a Estação Ferroviária Engenheiro Lange, a estrada que leva para a estação é um tanto íngreme, não recomendada para veículos sem tração 4×4, essa estrada também faz parte do final do Caminho de Itupava.

Na estação Lange era hora de tirar as mochilas dos veículos 4×4 e colocar nas costas, seguir por uma trilha demarcada em meio a mata até a Estação Marumbi, a trilha tem aproximadamente 1000 metros de distância, um caminho fácil, mas muito bonito.

Já na estação do Marumbi, deixamos as mochilas cargueiras na administração da estação e seguimos com as mochilas de ataque para explorar o primeiro caminho, a trilha do Rochedinho. Essa trilha é nível fácil, sem grandes obstáculos, mas é necessário atenção de quem a percorre, pois em alguns pontos você passa por algumas cristas de montanha um pouco íngremes e vertiginosas.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Do alto do Morro Rochedinho é possível avistar as estações de trem e boa parte do complexo do Marumbi, a paisagem compensa o esforço da caminhada.

Lembre-se sempre de avisar os funcionários da administração do parque o lugar que você vai e quantas pessoas vão com você, isso é primordial para manter a segurança de todos dentro do Parque Nacional do Marumbi.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Depois de tirar algumas fotos no alto do Morro do Rochedinho, descemos por uma outra trilha que dá acesso ao famoso Viaduto do Carvalho (Viaduto que liga os túneis 4 e 5 da ferrovia Paranaguá-Curitiba. Assentado sobre 5 pilares de alvenaria e em curva, sua posição faz parecer que o trem flutua no vazio. É um dos cartões postais mais famosos do estado).

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Dali em diante seguimos pela estrada de ferro até a estação Marumbi, montamos as barracas, jantamos e por volta das 9:00 já estávamos todos acomodados para dormir.

Trilha do Pico Marumbi, considerada a trilha mais difícil do Brasil realizada em um dia!

Acordamos por volta de 5:00 horas da manhã, tomamos aquele café especial sem pressa, arrumamos as mochilas de ataque. Dentro da minha, continha cerca de 5 litros de água, 2 batatas doces, 200 gramas de amendoim, barras de cereais, de vestuário continha uma blusa x-power Solo Polartec e um corta vento Fearless Conquista Montanhismo, também levei 2 maquinas fotográficas para registar a aventura e lanterna de cabeça.

Às 7:00 da manhã demos início a caminhada, lembro de o guia Evandro Clunc falar assim “caminhe como um velho, chegue como um novo” tínhamos que caminhar devagar, mas progressivamente.

A trilha que escolhemos fazer foi a Noroeste (vermelha) para subir e alcançar os seguintes pontos: Abrolhos (1200 metros), Ponta do Tigre (1400 metros), Gigante (1497 metros) e Olimpo (1539 metros de altitude). A descida seria realizada pela trilha Frontal (Branca), veja o mapa abaixo para entender as trilhas:

Parque Estadual do Marumbi/PR

A trilha possui inúmeros trechos de escalaminhada, vias ferrata, cordas e correntes de fixação, além de tudo isso a muita vegetação aos arredores das trilhas, em alguns pontos é necessário agarrar-se nas raízes e arvores para subir ou descer algum obstáculo.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Karine Grison

Chegamos no Abrolhos em cerca de 2:30 horas de duração, uma subida um tanto inclinada, passando por cristas de morros e paredões gigantescos, a visão que se tem lá do alto (1200 metros de altitude) é incrivelmente linda, pode se falar que é recompensadora depois de tantos degraus e esforço físico para se chegar até lá.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Após alguns minutos retornamos a trilha vermelha com sentido a Ponta do Tigre, nessa parte da subida você passa pelo vale das lágrimas e chega na Catedral (tem este nome em função de um conjunto de pedras gigantescas encaixadas uma nas outras, formando uma especie de gruta enorme e imponente, neste local fizemos uma parada estratégica para repor energias.

Depois de muita subida, combatendo o medo de altura, enfrentando todo o terreno acidentado desse trajeto, chegamos a Ponta do Tigre, local onde escolhemos para almoçar.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Evandro Clunc

Sentado em um gigante bloco de pedra, avistamos o Abrolhos, podíamos ver pessoas no alto daquele morro como se fossem “cabeças de percevejo”, isto nos faz pensar, o quanto somos pequenos diante dessa grandiosidade da natureza chamado Marumbi. Devemos preservar ao máximo lugares como este, para que um dia nossos filhos possam se aventurar por lugares de tirar o fôlego como são estas montanhas paranaenses.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Cerca de 30 minutos depois seguíamos para o Gigante e Olimpo, notei que o caminho entre a Ponta do Tigre e o Olimpo era um pouco menos íngreme, mas o corpo já apresentava sintomas de cansaço. Ao chegar no cume de 1539 metros, fiquei aliviado, estava no alto do Marumbi, metade do percurso estava feito, ficamos ali por cerca de 20 minutos, a neblina era intensa, não avistamos nada além de nós mesmos.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Era hora de continuar, agora seria o trajeto todo de descida, aí você se pergunta! “Agora ficou fácil, na descida todo o santo ajuda”. Digo a vocês, descer trilhas é muito mais difícil que subir, pois na descida todo o seu peso + mochila com carga está apoiada em suas pernas, joelhos e pés, é preciso tomar muito cuidado ao transpassar obstáculos, sejam eles de via ferrata, degraus ou pedras lisas, pois é muito fácil ocorrer lesões, descemos tranquilamente pela trilha Frontal (Branca).

O caminho de volta é bem mais curto do que o da ida, mas é mais íngreme, é necessário muito cuidado nas vias ferrata, desci devagar, olhando em cada lugar onde afirmar os pés, mãos e combatendo constantemente o meu medo de altura.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Evandro Clunc

Essa aventura não deve ser realizada por pessoas sem preparo físico, não é indicada para pessoas com problemas de articulações ou sobrepeso. Para aqueles que querem se desafiar e combater seus medos essa é a trilha perfeita para você testar seus limites físicos e psicológicos.

Chegamos no acampamento por volta de 18:30 minutos, foram cerca de 6:30 minutos subindo e 5:00 descendo, isso em 11, 42 quilômetros, posso dizer com todas as convicções que essa trilha pode ser considerada a mais difícil do Brasil realizada em um dia.

Desbravando o Complexo Marumbi/PR


Caso você tenha interesse em fazer essa aventura com a gente, inscreva-se na edição 2019!