A paixão por ultramaratona

O que leva uma pessoa a se apaixonar por ultramaratona?

Eu comecei a correr na vida lá por 2015 e foi naquele ano que conheci (virtualmente) a Andréa Vidal, e me encantei com aquela mineirinha sempre simpática e sorridente. Suas descrições das provas, as sensações, tudo que sentiu e viu…era simplesmente incrível e incentivador.

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: Rita Oliveira

Sempre foi linda e mágica, sua felicidade sempre estampada na cara, sorriso de orelha a orelha, a medalha no pescoço e orgulhosa de si mesma a cada conquista. Isso era radiante!

Andréa Vidal é advogada e mineira de Belo Horizonte, corre há 22 anos. Começou a correr em 1996, por causa do seu namorado (hoje marido) Francisco Ottoni.

“Encontrei com ele correndo com uma moça bonita e pensei ‘ se ele quer companhia vou correr também. ’ Depois descobri que a moça era prima! Mas gostei e continuei correr desde então.” relembra Andréa.

Quando iniciou no mundo das corridas, jamais almejou participar das maiores e mais difíceis ultramaratonas do mundo.

“Quando comecei só queria correr 6 Km (risos), achava ótimo. Depois aumentei para 10 Km, 16 Km e finalmente 21 Km, no qual fiquei durante um bom tempo. Somente em 2012, resolvi fazer a minha primeira maratona. Em 2014 fiz minha primeira Ultramaratona, a Comrades. Depois dessa não parei mais!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

Recentemente Andréa participou da Western States Endurance Run 100 Miles, que ocorreu no dia 23 de junho na Califórnia nos Estados Unidos. Essa prova é a ultramaratona de 100 milhas mais antiga do mundo e atrai atletas do mundo inteiro para correr seus 160 Km com 6 mil metros de ascensão e 8 mil de descidas.

“A Western States é sonho do meu marido, ouvi ele conversando com um amigo sobre a prova e falei que ia me inscrever e que seria sorteada. E aconteceu, fui de primeira, tinha 2,5% de chance. Só depois de ser sorteada comecei a ver vídeos sobre a corrida e tive noção da grandeza dessa prova.”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

Vale lembrar que Andréa é oficialmente a primeira brasileira a completar a prova. A Western States também foi a maior prova dela, até então a sua maior tinha sido os 120 Km do UTMB.

Além da distância e grande altimetria, a corredora afirma que a Western é uma prova muito dura pelo calor.

“Muita gente passa mal, e esse ano bateu recorde de temperatura, é um calor de deserto, muito seco. A largada foi às 5 horas da manhã em Squaw Valley, uma cidade no alto das montanhas, bem fresca. Mas a partir das 10 horas, começa a esquentar. O pior pedaço são os Canyons, um calor terrível. Começa a melhorar quando anoitece que é somente às 20 h 30 min da noite.”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

A partir do Km 89, podia ter pacer. Desse ponto em diante Francisco Ottoni, correu com Andréa até o final. “Foram cerca de 70 Km juntos, ele me puxando, me dando forças…foi incrível!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

Veja aqui um vídeo emocionante sobre a participação de Andréa na Western States.

Com um extenso currículo de provas, a corredora elencou as três mais especiais para ela.

Primeira – Maratona de New York.

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Sempre fui apaixonada por aquela cidade, era meu sonho correr lá e foi sensacional!”

Segunda – Comrades (África do Sul)

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Minha primeira ultramaratona (89 Km). É uma prova com uma energia inexplicável!”

Terceira – Western States

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Minhas primeiras 100 milhas. Vai ficar marcada para sempre!”

Andréa não pretende parar tão cedo, ainda este ano tem mais duas importantes provas. A CCC prova de 100 Km do UTMB e os 65 Km da Ultra Trail Cape Town!

“Agradeço ao meu marido Francisco Ottoni, que me coloca nas maiores furadas de corrida, mas que eu adoro. Não poderia ter companheiro melhor!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

Com o passar do tempo à corrida se torna realmente um vício, queremos correr mais, mais rápido, e, conforme vamos ganhando maturidade na quilometragem escolhida, achamos que o desafio pode ser ainda maior.

Por um tempo, você se desafia a correr mais rápido, a melhorar seu pace médio e a sempre bater o recorde pessoal ou o tempo de um amigo próximo. Correr é viciante, libera endorfina, serotonina, alegria, mexe com a sensibilidade da pele, do olfato, do paladar, com sua circulação sanguínea. A corrida te embeleza por dentro e por fora.

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

Escalando a segunda maior árvore do mundo!

No Sequoia National Park, cerca de 2,133 metros acima do nível do mar, no sul da Sierra Nevada, possui uma árvore enorme com cerca de 3.200 anos. Seu tronco é vermelho oxidado, engrossado com camadas profundas da casca sulcada.

É a segunda maior árvore da terra, medindo 75 metros de altura, 8,2 metros de diâmetro em sua base e possuí mais de 2 bilhões de folhas do tipo agulha. Uma pesquisa recente realizada pelo cientista Steve Sillett da Universidade Estadual Humboldt e seus colegas confirmou que o Presidente, como é conhecida, ocupa o número dois entre todas as grandes árvores que já foram medidas.

Esta árvore é tão grande que dificilmente podemos olhar toda a sua magnitude. Ela tem um nome, o Presidente, concedida à cerca de 90 anos atrás por admiradores. É uma sequoia gigante, faz parte da espécie Giganteum Sequoiadendron, uma das poucas espécies sobreviventes ao tempo.

Esta espécie de árvores são tão antigas porque sobreviveram a todas as ameaças que poderia tê-las extinguido. Elas são fortes demais para serem derrubadas pelo vento. Seu cerno e cascas são infundidos com ácidos tânicos e outros produtos químicos que protegem contra a podridão fúngica. Sua casca grossa é resistente à chama.

Queimadas, de fato, são boas para as populações das sequoias, queimando concorrentes, permitindo assim que novas mudas de sequoia ganhem espaços entre a mata e recebam luz solar. Relâmpagos também podem atingi-las, mas geralmente não as matam. Então, elas envelhecem e vão ficando maiores através dos milênios.

Devido ao seu tamanho colossal, essa árvore jamais havia sido fotografada inteiramente até o momento. Uma equipe de fotógrafos da National Geographic Society trabalhou em conjunto com cientistas para tentar criar a primeira foto que mostra o Presidente em toda a sua glória.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic
Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Para fazer essa fotografia a equipe de Nick e Jim Campbell Spickler, um alpinista perito, arquitetou um plano. Para isso, formaram uma equipe de assistentes e alpinistas em conjunto com a equipe de Steve Sillett, dirigiram-se ao local em meados de fevereiro, quando os bancos de neve ao longo da estrada estavam baixos. Eles colocaram cordas sobre a árvore Presidente e sobre uma árvore próxima de altura semelhante, tudo isso para fazer a ascensão humana e para a colocação das câmeras. Eles esperaram através dos dias de céus azuis, condições lamacentas e nevoeiro até que o tempo mudou e a neve surgiu novamente. Então o momento era perfeito para captura da imagem.

Dentre as milhares de fotografias tiradas, eles selecionaram 126 e as colocaram unidas em sequência de modo que formassem este espetacular retrato da árvore Presidente.

Escalando a segunda maior árvore
Foto: National Geographic

Incrível, não é? Agora, dê uma olhada neste vídeo para ver como eles conseguiram esta façanha. Confira!

 Fonte: National Geographic

Já imaginou morar em uma casa na árvore!

Já imaginou morar em uma casa na árvore!

Foster Huntington, um jovem nova iorquino, que trabalhava como design em uma grande empresa na área fashion,  resolveu largar sua carreira promissora e de muito sucesso para realizar um sonho. Em 2011 comprou um VW Synchro e saiu sem destino, depois de passar um bom período na estrada, escreveu um livro sobre como é viver e morar dentro de uma van.

Casa na árvore

Após passar cerca de 3 anos na estrada, viajando e contemplando lindas paisagens, resolveu que era hora de estacionar sua van em algum lugar e criar um novo projeto de vida.

“Eu sempre amei casas nas árvores então eu pensei que era hora de construir uma grande”, diz ele. “Eu queria fazer um lugar onde meus amigos gostariam de estarem comigo.”

Huntington encontrou um pedaço de terra perto de onde tinha crescido e passado tempos da sua infância, localizado em Washington de Columbia River Gorge, o local era perto de Portland, belo e de fácil acesso.

Casa na árvore

Casa na árvore

Casa na árvore

No inverno seguinte, começou a esboçar e trabalhar em seu sonho de morar em uma casa na árvore, cujo lugar deveria ter uma pista de skate, oficina e banheira de hidromassagem, todas as estruturas sendo construídas de forma octogonal com seu próprio estilo de design. Cada estrutura teria que ter cerca de 60 metros quadrados, pendurados em cada árvore, interligadas por uma ponte com extensão de 7 metros.

Casa na árvore

Quando você está construindo do zero,  é bom conhecer pessoas com certas habilidades. O melhor amigo de Huntington na faculdade, Tucker Gorman, que dirige uma empresa de design / construção, ajudou a construir e supervisionar juntamente com a mãe de Huntington, que é uma carpinteira talentosa.

Estando a obra em construção, Huntington e a equipe, cavaram a forma na encosta, enquadrada com vergalhões  enchendo com concreto. Foi a parte mais difícil e mais interessante do projeto da pista de skate.

Construindo um sonho!

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Casamento dos sonhos nas alturas

Casamento dos sonhos nas alturas

Amar é como escalar uma montanha e este casal do Colorado realmente levou isso bem a sério. Eles escalaram um pico chamado “The Chief in British Columbia”, O Chefe na Colúmbia Britânica, no Canadá para o seu casamento há três meses. Jamie Halperin, uma nutricionista, nunca teve vontade se casar, mas acabou mudando de ideia depois de assistir a um vídeo de amigos que encenaram um casamento falso com esse tema para uma empresa de casamentos de aventura. O noivo de Jamie, o consultor financeiro David Lamb, queria um casamento convencional no início, mas também mudou de ideia e concordou com a ideia de um casamento que fizesse o coração deles bater mais forte. Principalmente depois de perceber todo o stress e o dinheiro que gastariam em uma cerimônia tradicional.

Jamie e David no grande dia então colocaram a aparelhagem e seguiram sua guia de escalada, levando seu amor a novos patamares, subindo o gigante pico, que fica a uma altura de 2.300 metros. A experiência foi única e documentada pelo fotógrafo John Lloyd e cinegrafista Dominic Gill. Podemos dizer que seu álbum estava cheia de risos, sorrisos, trabalho árduo e um fantástico espírito de aventura. O melhor de tudo é que no topo da montanha os pombinhos foram capazes de “se amarrar” na inspiradora vista da paisagem enquanto eles desfrutavam tomando um champanhe para comemorar.

Eles acabaram gastando somente £7.000 (R$ 27.857), que pelo visto deve ser pouco dinheiro para eles, em seu dia especial (incluindo o custo de um vestido de noiva adequado para escalada em rocha), mas sua ousada experiência foi impagável.

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Casamento dos sonhos nas alturas

Texto: Danilo Cardoso

Ele comprou um ônibus e viajou 8000 km!

Na arquitetura da escola eu estava cansado de edifícios que não existiria, para os clientes que estavam imaginando o desenho, e com detalhes que eu não entendia totalmente. Eu prefiro trabalhar com minhas mãos, explorando detalhes cuidadosamente, e gosta de trabalhar / protótipos em escala real. Assim, para o meu projeto final de mestrado eu decidi comprar um ônibus escolar e convertê-lo em um pequeno espaço de estar. Isso só foi possível porque eu tive a sorte de ter um instrutor, Adam Marcus, que incentiva a trabalhar em grande escala, e permitiu-me tomar em um projeto tão ambicioso e não-ortodoxo.
O ônibus foi comprado no Craigslist por US $ 3000, e teve cerca de US $ 6000 em melhorias. Não é embolsar mudança, mas é menos do que um pagamento em uma casa, e é menos do que eu pago em propinas para o meu último semestre de pós-graduação. A maior parte do trabalho foi concluída em 15 semanas, apenas a tempo para o meu comentário final (embora as primeiras sete semanas foram quase inteiramente projetar e prototipagem, com a maior parte da construção concluída no último mês e meio do semestre).
Não é uma premissa original, mas eu não sinto as oportunidades têm sido exploradas muito bem e eu queria mostrar às pessoas o potencial na conversão de um veículo existente.
Eu também achei que foi importante para demonstrar o valor de interação de escala completa no ensino de arquitetura. Há também muitos estudantes de arquitetura que não entendem as limitações físicas básicas de materiais ou como eles podem ser unidos. Este projeto foi uma maneira de mostrar como a construção de uma pequena estrutura com detalhes simples pode ser mais valioso do que desenhar um projeto complexo que é teórico e mal compreendido.
Existem alguns grandes pontos do ônibus nos postos que documentam a nossa jornada, mas a extensão total da funcionalidade e flexibilidade não resulta apenas essas imagens. Esta galeria desenvolve sobre a forma como o espaço é organizado para criar um ambiente que é confortável, funcional, e flexível.

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O espaçamento uniforme da janela compartimentos para permitir que o volume a ser dividido em unidades modulares de 28 polegadas quadradas, deixando um corredor que também é de 28 polegadas de largura. As unidades modulares então agrupadas para criar quatro zonas primárias: Casa de Banho, Cozinha, Utensílios, e dormir.

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Um dos principais objetivos durante a fase de projeto foi desenvolver um espaço de vida que é tão aberta. A fim de conseguir isso, eu defini diretrizes auto-impostas que eliminaram qualquer mobiliário ou estrutura acima da borda inferior da janela. Isto permite que o espaço se permaneça contínua, e mantém linhas de visão clara de uma das extremidades do espaço para o outro, mesmo quando sentado. A fim de conseguir isso eu desenvolvi um sistema de integração de parede fina estrutura, isolamento, elétrica, iluminação, e de frente, deixando o interior aberto para a ocupação. O teto é coberto em madeira compensada flexionado por compressão, e o piso é recuperado de pisos de ginásio, completo com linha de 3 pontos.

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As Janelas também contribuem muito para uma sensação aberta em um espaço tão pequeno. Muitas conversões de ônibus cobrem a maioria das janelas para ajudar na privacidade e Isolamento. Isso resulta em uma redução dramática na iluminação natural, e obscurece como fantásticas vistas panorâmicas, não comprometendo a energia embutida das Janelas já em vigor. Um fim de atenuar questões de privacidade e isolamento, suspensos painéis de Isolamento translúcidos foram construídas nas paredes Inferiores, e pode ser levantada com o auxílio de imãs. Além disso, duas claraboias são colocadas onde escotilhas de emergência, trazendo uma quantidade fantástica de Luz para o espaço.

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A fim de ajudar a remover o habitante dos lembretes e conotações de sua antiga vida como um ônibus escolar, a entrada no espaço é reorientado para a retaguarda. Ao entrar no espaço, o ocupante encontra pela primeira vez a casa de banho. Nesta zona, um lado do corredor é murado para encerrar o banheiro. Este espaço abriga atualmente um banheiro portátil ainda a ser usado, mas, esperamos, será substituído por um banheiro sondado nos próximos anos. O lado oposto do corredor está desocupado, e está atualmente servindo como armazenamento de lixo.

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A cozinha ocupa duas baías de janela, e, atualmente, possui um dissipador pré-bomba. Existem planos para uma das baías para se tornar um frigorífico, e por um fogão a gás a ser instalado, mas por enquanto estamos sobrevivendo com um refrigerador e um fogão a gás propano portátil. Os quadros de gabinete são completamente montados, mas as gavetas planejadas e caras ainda têm de ser construído. Por enquanto eles mantêm uma estética despojada e caixas de armazenamento são utilizados para armazenar produtos e suprimentos.

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O espaço do assento é um dos mais versátil, e, uma vez que ocupa quatro compartimentos, que também é a maior. Em seu estado neutro, a zona apresenta quatro grandes bancos de cada lado do corredor. Os dois lugares mais próximos da cozinha ocupar o espaço ao longo dos poços de roda, e como tal não têm arrumação por baixo. No entanto, os rostos destes assentos dobram para fora no corredor para criar uma plataforma que pode ser coberto com almofadas para criar uma área de dormir grande. O próximo assento para baixo em ambos os lados do corredor pode ser levantado ou baixado para criar uma superfície de mesa para comer ou de trabalho. Isso permite que até quatro pessoas tenham espaço sem ter que passar por cima uns dos outros. A sede definitiva dispõe de uma grande baía com chave de armazenamento por baixo. A flexibilidade desta zona permite que a acomodar um grande número de condições e situações.

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O espaço de dormir é composto de duas camas estreitas, de igual largura, em ambos os lados do corredor. Existem gavetas abaixo de cada cada cama, profundo armazenamento embaixo dos colchões, e prateleiras embutidas melhoram a área de estar. A fim de acomodar variados jeitos de dormir, a cama do lado da porta rola no corredor central, criando uma área de dormir grande, com um terceiro colchão revelado no espaço desocupado. Isto permite uma capacidade total de sono de até seis adultos.

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A cabine do ônibus quase totalmente intocado, fios dos sistemas elétricos adicionados. A cabine pode ser separado do espaço de vida por um painel de porta de correr, que é deixada em aberto, enquanto na estrada para se comunicar com o motorista.

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Como um todo esses elementos se juntam para formar o veículo perfeito para viajar, ainda se não um espaço totalmente habitável. Estou ansioso para empurrar esse projeto ainda mais, continuar a construir os sistemas necessários e modificar os elementos que precisam de mais iteração, a fim de entender melhor viver em espaços minúsculos, e expandir a discussão sobre a vida pequena.

Em agosto de 2013, embarcou em uma viagem 8.000 quilômetros e documentou essas viagens.

Veja as fotos de sua viagem aqui:

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Warming up in the early morning light along Yellowstone Lake.
O aquecimento na luz do amanhecer ao longo do lago Yellowstone.

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Watching the kids play on the bus.

Lewis & Clark Caverns.

Stepping up to the best view in the house.

Sunset on the road to Missoula.

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Veja os relatos dessa viagem em: Travel Posts.

Edição: Luís H. Fritsch

 

Portaledge – O camping extremo

No mundo do montanhismo e da escalada, muitas vezes, a aventura dura várias jornadas, os mas valentes (eu diria loucos) atrevem-se a dormir na metade de caminho tendo o vazio como piso, não há outro remédio que o de fazer um ninho pendente como os pássaros que fazem seus ninhos nas altas rochas. Este post mostra alguns exemplos destas barracas de campanha para escaladores.

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É preciso força mental pra dormir a 4 mil pés do chão sem entrar em pânico. É preciso muita destreza pra montar essas barracas, num sistema chamado “Portaledge”.

A prática, chamada de Portaledge, consiste em fixar na parede rochosa cordas que sustentam a barraca, própria para este tipo de acampamento. Como se estivessem no chão, os esportistas radicais descansam durante a noite, se recuperam e até cozinham e se alimentam para repor as energias.

Quem gosta de escaladas, principalmente os mais aventureiros que se arriscam em grandes montanhas, sabe que uma pausa para o descanso é necessária durante o roteiro. Às vezes, é preciso parar de repente em razão de acidentes e reveses no clima. Nesses casos, quando não há tempo para buscar abrigo, os alpinistas não perdem tempo e impressionam pela coragem: Armam a barraca suspensa, seja qual for a altura.

Houve dezenas de grandes viagens de escalada em outras áreas remotas, como o Himalaia, ou Antártica. Um dos pontos mais populares do mundo para o extremo camping é Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia.

Haja coragem para fazer tudo isso a 1.200 m do chão!

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O Parque Nacional Yosemite, este imenso vale escavado por geleiras no centro-leste da Califórnia, é uma fonte de inspiração para gerações de americanos e meca dos escaladores de alta performance. Há de tudo para todos. As famílias com crianças encontrarão amplas áreas para piquenique sob a sombra de paredes de granito clássicas, como o El Capitan e o Half Dome. Aqui você verá vários grupos dependurado-se em cordas e mosquetões — ou mesmo sem eles — abrindo novas vias ou explorando caminhos conhecidos até o topo. Os mais radicais fazem o caminho de volta praticando o base jump — proibido recomendado, diga-se de passagem. Quem quer curtir o Yosemite sem tanta adrenalina poderá abrir mão de muitas trilhas para caminhada em meio à floresta, com variada fauna, sequoias-gigantes, campos abertos e, principal atração da região, suas belas quedas d’água.

Mas isso não é tudo. A lista é longa: birdwatching, mountain bike, pesca e cavalgadas são atividades populares durante os meses quentes. No inverno, esqui e caminhadas guiadas na neve são as melhores opções.

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Via:
Edição: Luís H. Fritsch