Barraca Naturehike Star River 2

Barraca Naturehike Star River 2

Hoje vamos apresentar as primeiras impressões sobre a barraca Star River 2 da marca chinesa Naturehike, a barraca é desenvolvida para atender diversos públicos do mundo outdoor como praticantes de montanhismo, escalada, trekking e cicloturismo.

Obtivemos a barraca Star River 2 através da loja parceira Patos do Sul, vale ressaltar que todos os produtos da Naturehike são importados oficialmente pela loja Alta Montanha diretamente da China.

Primeiras impressões

A barraca possuí um design diferente das conhecidas aqui no Brasil, por outro lado, são muito parecidas com as barracas das marcas MSR e Big Agnes fabricadas nos Estados Unidos.

A Star River 2 acomoda tranquilamente 2 pessoas mais duas mochilas cargueiras de tamanho médio em seu quarto, possui duas portas com formato em “U” e um avanço de aproximadamente 65 cm para cada lado. Em situações de emergência é possível dormir em até 3 pessoas dentro da barraca.

Barraca Naturehike Star River 2

A vareta é construída de maneira inteligente e interligadas em três partes, confeccionada em alumínio 7001, dessa maneira garante maior agilidade na hora de montar ou desmontar a barraca.

Barraca Naturehike Star River 2

Um detalhe interessante sobre esse modelo de barraca é que acompanha o Foot Print, este nada mais é que um segundo piso para a barraca, pode ser usado para proteger o chão da barraca em solo pedregoso.

Características conforme fabricante

  • Dimensões:
    • Externa: 2,15 x 2,61 metros
    • Interna (quarto): 1,31 x 1,10 x 2,15 metros
    • Pacote: 45 x 15 cm
    • Avanço: 65 cm
  • Varetas: Alumínio 7001
  • Sobreteto e quarto: Nylon 210T
  • Piso: Polyester oxford 150D
  • Capacidade Coluna D’água: 3000mm
  • Peso: 
    • Foot Print – 0.120 kg
    • Cordeletes e Varetas – 0.200 kg
    • Máximo (Barraca, Sobreteto, Varetas, Espeques, Cordeletes e FootPrint) – aprox. 2.373 kg
  • Capacidade: 2 pessoas
  • Valor aproximado: R$ 1.349,90

Acima você notou que a barraca Star River 2 não é uma das barracas mais leves do mercado nacional, pesando mais de 2kg não pode ser considerada ultralight, no entanto ela tem esse peso para poder aguentar mais em situações adversas como rajadas de vento ou grandes volumes de chuva.

Barraca Naturehike Star River 2

Como montar a barraca

A grande maioria das barracas vendidas nacionalmente são montadas por completas, sendo armadas com dormitório e sobre teto, no entanto a Star River 2 tem um diferencial importante, à duas maneiras para se montar a barraca, conforme for a necessidade do usuário.

O modelo conta com clipes e fivelas nos quatro lados da barraca, isso garante maior agilidade na hora de montar e desmontar.

Montagem 1

Caso a sua necessidade seja ter apenas um abrigo para chuvas ou uma tenda de verão, essa primeira maneira irá lhe encantar.

Barraca Naturehike Star River 2

Montagem 2

Nessa tipo de montagem você irá monta-lá por completa, isto é, usando o Footprint (piso extra) + Dormitório e Sobre-teto.

Barraca Naturehike Star River 2

Para facilitar ainda mais a montagem da barraca, a marca Naturehike preocupou-se de identificar a vareta com duas cores específicas, sendo azul para o lado onde fica a cabeça do usuário e cinza onde fica os pés.

Barraca Naturehike Star River 2
Barraca Naturehike Star River 2

Um dos pontos negativos que observamos durante a montagem, é o fato de o sobre teto não possuir local especifico para acomodar as pontas da vareta central isto é, as pontas da vareta ficam totalmente encostadas no sobre teto (quando montado somente com footprint e sobre teto). Notamos também que a Naturehike reforçou o local onde as pontas da vareta ficam apoiadas, sugerimos para que nos próximos modelos a marca repense melhor a construção dessa barraca.

Detalhes

Para facilitar a montagem do quarto, a Star River conta com presilhas de acrílico que prendem na vareta da barraca, tornando mais rápida e fácil a montagem/desmontagem, possui 3 porta objetos sendo um em cada lado e outro na parte superior. O quarto também conta com gancho para prender a lanterna, localizado no centro da barraca.

Possui zíperes duplos nas duas portas, isso facilita a abertura tanto internamente como externamente, Vale mencionar também que os zíperes possuem lapelas isto é, facilitam o manuseio com luvas.

A barraca conta com uma ampla janela, que possibilita a circulação do ar no interior do dormitório. Ainda estamos realizando testes para comprovar a circulação do ar dentro do quarto, aconselhamos a marca desenvolver para a próxima geração do modelo Star River 2 uma segunda janela de ar, pois acreditamos que em situações adversas de clima o modelo atual pode vir há condensar.

Em breve faremos a avaliação completa da barraca, explicando e mostrando todos os detalhes desse modelo, siga-nos no Youtube para acompanhar todas as novidades sobre equipamentos outdoor.

Se você gostou das nossas primeiras impressões da barraca Star River 2, deixe um comentário logo abaixo. Veja também outras avaliações da marca Naturehike clicando aqui.

Caso você tenha interesse em adquirir esse modelo de barraca, podemos lhe ajudar! A loja Patos do Sul é nossa parceira e sempre nos atendem muito bem, para você que é nosso leitor, tem descontos especiais na compra dessa barraca, entre em contato diretamente com a proprietária da loja, pelo conato (54) 99976-2073, falar com Helen.

Bermuda ou Bretelle

Bermuda ou Bretelle?


Bermuda ou Bretelle? Em algum momento da sua vida de ciclista você fará esta pergunta! Independentemente do seu nível, amador, competitivo ou recreativo, esta questão será levantada. Ao discutir com seus amigos, várias opiniões surgirão.

Bermuda ou Bretelle
Bermuda 3D Compress TD Fem. 2018 – Créditos: CURTLO BR
Bermuda ou Bretelle
Bretelle 3D Compress Fem. 2018 – Créditos: CURTLO BR

Para produzir esta matéria contei com a ajuda da empresa CURTLO BR que me cedeu dois modelos dos melhores vestuários nacionais: Bermuda 3D Compress Fem. e Bretelle 3D Compress Fem. O objetivo desta ação foi ter disponível os dois tipos de vestimentas em questão, ambas com excelente qualidade, e testá-las nas mais exigentes condições para verificar os prós e contras de cada uma.

Atualmente, a CURTLO é detentora de um portfólio de,aproximadamente, 230 itens, sem contar as variações de cores e tamanhos. São produtos que variam de bolsa de selim, até mochila cargueira, passando pelo desenvolvimento de peças técnicas de vestuário que privilegiam amantes das atividades ao ar livre, montanhistas e bikers. Além de ser uma das principais marcas do mercado outdoor no Brasil.

Inicialmente é muito importante saber escolher o produto certo. Infelizmente é impossível ter bermudas ou bretelles de qualidade com preços baixos. Mas, pode confiar…estes itens são muito duráveis e o investimento em marcas de qualidade vale à pena.

As duas características principais que devem ser levadas em consideração na hora que escolher seu modelo são as tecnologias empregadas no tecido e no forro, e a modelagem da peça…sim, a modelagem! Ou você acha que um atleta do Brasil Rideou do Tour de France, usam qualquer lycra com forro?

O Bretelle 3D Compress da Curtlo BR, por exemplo, é produzido com tecido Compress®, construção que permite elasticidade de 360º para acompanhar os movimentos dos músculos. E possui costuras planas (flat) que evitam o incômodo no contato com a pele.

Bermuda ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

Eu testei este modelo justamente por esta característica e o que chamou a atenção foi em que momento algum fica tecido “sobrando”. O que acontece é que de acordo com os movimentos, as áreas onde há maior exigência da elasticidade (por exemplo, a região das costas numa posição race) compensam e esticam a parte frontal, que numa bermuda comum apresentaria dobras.

A textura e sistema de entrelaçamento das fibras que compõem o tecido garantem esta característica, além de uma perfeita compressão e passagem de ar. Tudo isso é proporcionado pela modelagem, que acompanha exatamente o formato do corpo do ciclista. Diferente de bermudas comuns que são retilíneas desconsiderando as curvas.

MULHERES! Este fator merece atenção especial…assim como não é possível utilizar um jeans masculino, também não é aconselhável vestir equipamentos que não sejam produzidos exclusivamente para nós. A Curtlo produz modelos específicos para o “body” feminino.

Além disso, os bretelles femininos possuem forro especial para nós e um sistema de “feiche” na parte traseira, o que facilita sua retirada mesmo com a camisa.

Bermuda Ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

A tecnologia mais importante na hora de escolher bermuda ou o bretelle é a empregada no forro. Afinal é ele que suportará toda a pressão que o corpo fará sobre o selim.

Um modelo adequado de forro deve, além de cobrir com folga todas as áreas de contato, possuir variações de densidades de acordo com as partes de maior atrito. Numa pedalada de 1 ou 1 hora e meia este fator pode passar despercebido. Mas experimente passar 3, 4 horas em cima da bike com uma bermuda “baratinha”! Você vai se arrepender.

Forros muito duros ou grossos sem variações de densidades podem interferir na vascularização, ou seja, na circulação sanguínea. Além de, em casos extremos, provocar dormência nos membros inferiores e região do quadril, a má circulação irá dificultar o transporte de oxigênio para as pernas afetando drasticamente no seu desempenho.

Fiz diversos treinos entre estradas e trilhas da região de Veranópolis na Serra Gaúcha e dei muita atenção para a forração do meu bretelle.

Este forro foi projetado para pedaladas de longa duração, tanto para ciclismo quanto MTB. Revestido em tecido poliamida que proporciona conforto, durabilidade e liberdade de movimento; além de ótima respirabilidade e gerenciamento da umidade. Sua construção ergonômica em tridensidade permite amortecimento nas áreas de maior pressão e conforto anatômico nas demais partes.

Bermuda ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

Por exemplo, na região das nádegas a espessura do forro é maior (região onde ficamos mais tempo em contato) e entre as pernas é menor (região onde há mais atrito devido ao movimento das pedaladas). Isto reduz a fadiga e dores na parte traseira e impede assaduras entre as pernas, fundamental para o desempenho em condições extremas.

Independente de usar bermuda ou bretelle, duas coisas irão maximizar ainda mais seus benefícios:não utilizar roupas de baixo para evitar atritos, e utilizar algum produto contra assaduras. Uso e recomendo os produtos da empresa Solifes!

Agora que detalhei as duas características mais importantes na escolha da bermuda e/ou bretelle, vou falar sobre as diferenças entre um e outro.

BERMUDAS:

As bermudas são sim mais baratas e é muito bom ter alguma disponível. Afinal nem todo pedal é treinamento ou competição! Você não precisa usar bretelle quando for dar um giro recreativo com amigos por exemplo. Por serem mais baratas, possuir algumas garante economias já que você não precisará utilizar bretelles (bem mais caros) em todos os treinos. Você poderá deixar para usar eles somente em treinos mais duros ou competições.

BRETELLES:

Quem usa um bretelle não quer usar outra coisa! Apesar de um pouco mais caros que as bermudas, as boas marcações tão duráveis que o investimento acaba compensando. O ajuste deles ao corpo e a sensação de conforto justificam.

As alças garantem que o equipamento ficará ajustado ao corpo e não se movimentará, ou seja, o forro ficará sempre no lugar certo.

Bermuda ou Bretelle
Crédito: Device Filmes

Além disso, vale lembrar que…

A construção helicoidal (formato de uma mola) do tecido envolve a perna do ciclista e garante uma compressão confortável,flexível e preventiva; pois o sangue flui mais rápido aumentando sua circulação. Atenuando assim, as dores musculares provenientes dos microtrauma se reduzindo a fadiga muscular durante e após o uso.

Realmente a resistência às fadigas melhora bastante. Testei esta tecnologia em diversos treinos, onde também percebi que a compressão e estabilização muscular proporcionada por ela mantem a energia por mais tempo.

Em provas e treinos longos, não é possível repor o protetor solar de 2 em 2 horas conforme orientação. Portanto escolher equipamentos com proteção UV é fundamental. Tecidos anti-bactericidas e repelentes de umidade inibem a formação de fungos e consequentes lesões.

Pensando nisso a Curtlo produz bermudas e bretelles que propiciam a troca térmica; e a textura interna do tecido favorece o microclima interno estável e a redução do efeito úmido colante em contato com a pele.

Portanto, qual usar?

Não há uma opinião formada sobre só este ou aquele. Eu mesma possuo diversas bermudas e bretelles. Quando busco máxima performance utilizo bretelles sem dúvida. Quando vou fazer uma pedalada mais recreativa, realizar um treinamento curto…utilizo as bermudas que são mais práticas.

Mantenho uma linha premium de bretelles da Curtlo que só utilizo em treinos longos e técnicos (e futuramente em competições). Bermudas possuo algumas do modelo 3D Compress mais avançadas e várias outras mais simples para “bater no dia a dia”.

A principal dica, portanto não é sobre usar bretelles ou bermudas, e sim saber escolher a marca e modelo que lhe proporcionará maior conforto e principalmente desempenho.

Lembrando que a bermuda ou o bretelle não são o único fator que deve ser avaliado para evitar as dores, que também podem estar relacionadas com altura, formato e posição do selim. Mas mesmo com o selim mais apropriado para seu corpo, uma bermuda ou bretelle ruim pode colocar tudo a perder.

Pedalar é contar histórias

Durante a minha “vida de ciclista” conheci pessoas que me ensinaram algo e têm o mesmo espírito que eu, adoram pedalar e conheci outras que me alegro de ter esquecido.

Fiz dezenas de amigos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, dentre esses está o casal Patrícia Campregher (Paty), Marcos Alexandre Bassegio (Kiko) e a Ana Clara (Kaká) de Guaporé.

Pedalar é contar histórias

Eles são proprietários da Loja Caveira Bike, a história deles e da loja é fantástica! Confira…

A loja existe a mais de 10 anos, iniciou como locadora de vídeos e em 2015 se tornou Caveira Bike, loja e oficina especializada para atender os ciclistas da região de Guaporé.

Kiko sempre pedalou, desde criança já partia para os interiores e cidades vizinhas com os amigos. Porém, depois de adulto entrou no motociclismo por um tempo e à cerca de 10 anos voltou a se dedicar as bicicletas. Já a Paty, me confessou que só aprendeu a pedalar depois dos 30 anos, “Cansei de esperar a volta do Kiko e resolvi aprender para poder ir também!” – revela ela aos risos.

Pedalar é contar histórias

Mesmo aprendendo a  pedalar depois de adulta, Paty aprendeu rápido todas as técnicas que o Mountain Bike exige e em 2016 foi Campeã Gaúcha de MTB e XCO. Além dela outros 12 atletas da equipe Caveira Bike passaram o ano todo competindo em 14 etapas, que ocorreram em diversas cidades do Estado.

Pedalar é contar histórias

Com um extenso currículo de provas, Kiko participou de muitas competições dentro e fora do Estado, tanto na modalidade MTB como na modalidade ESTRADA. Dentre todas ele destaca a Threerace como uma das mais especiais até então.

Pedalar é contar histórias

Já a Kaká, anda de bicicleta desde os 9 meses de idade! Ficava na cadeirinha e adorava, foi acostumando naturalmente e agora que já consegue pedalar sozinha começou a pedir para ir junto! “Ela ama, conversa e canta o tempo todo…é uma alegria” – comenta o casal.

Pedalar é contar histórias

Pedalar é contar histórias

Além da escola e dos pedais a pequena ciclista faz inglês, catequese e alguns trabalhos de modelo.

A maioria das crianças de hoje em dia, não aproveitam o espaço, não brincam como antigamente. Querem saber somente de celulares, computadores…Kaká é uma exceção! A pequena já sabe que pedalar é sinônimo de saúde, superação e muitas amizades.

“Nós incentivamos ela à pedalar e sempre que possível levamos ela junto. Nunca forçamos nada! Ela pedala quando quer…” comenta o casal orgulhoso da (quem sabe) futura Campeã Gaúcha de MTB e XCO como a mãe.

Pedalar é contar histórias

Expedição Guaraní 2018

A Expedição Guaraní é uma corrida criada por e para corredores de aventura. Portanto, o objetivo principal da organização do evento foi realizar uma prova técnica e exigente para as equipes líderes, mas também dinâmica e acessível para os mais lentos.

As rotas foram cheias de contrastes, pois percorreram terrenos muito variados, como montanhas, matas, rios sinuosos…na região de Itapúa no Paraguai.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Wladimir Togumi / Adventuremag

“A Expedição Guaraní nasceu em 2014, da ideia de Gustavo Borgognon de fazer uma prova de nível mundial em seu país. Me “associei” a ele e em 2015 foi realizada a primeira edição.” comenta Urtzi Iglesias Mota, diretor técnico da prova.

A Expedição Guaraní é uma corrida de aventura em que diferentes modalidades esportivas são combinadas. Mountain bike, trekking, caiaque e orientação foram as principais na EG 2018.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Wladimir Togumi / Adventuremag

Os participantes percorreram cerca de 450 quilômetros em alguns dos locais mais bonitos do Paraguai durante os dias 9 e 15 de abril. Navegaram por rios sinuosos; embora o país não tenha montanhas altas, eles chegaram a alguns dos picos mais altos do Paraguai. Pedalaram e correram centenas de quilômetros por trilhas e estradas de areia e lama; e escalaram locais de uma beleza surreal.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Agatha Bodeva Aguirre

A competição se iniciou na segunda-feira pela manhã e as equipes tiveram até a sexta à noite para cruzar a linha de chegada. Não houve parada obrigatória durante o percurso, as próprias equipes que gerenciaram os momentos de descanso.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Agatha Bodeva Aguirre

Após cerca de 81 horas a equipe Columbia Montrail cruzou a linha de chegada se sagrando campeões na categoria Expedição. A mesma foi composta pelo casal brasileiro Camila Nicolau (32) e Guilherme Pahl (37), pelo inglês Nick Gracie e pelo espanhol Jon Ander Arambalza (40).

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Wladimir Togumi / Adeventuremag

Há 15 anos participando de corridas de aventura a diretora da Oficina Multisport Assesoria Esportiva, Camila Nicolau comenta “Sempre pratiquei esportes ao ar livre e a corrida de aventura me cativou, pois é um esporte que vai muito além do preparo físico, exige trabalho em equipe e estratégias muito complexas.”

O dia a dia do casal Camila e Guilherme é bastante corrido, mas como não possuem horários e rotinas fixas, trabalham online na maior parte do tempo e treinam de acordo com a rotina do bebê Kilian.

Mamãe recentemente do pequeno Kilian de apenas 8 meses, Camila define a maternidade como uma verdadeira corrida de aventura. “Tem privação de sono, convívio intenso, alimentação, hidratação…são novos aprendizados a cada dia. É uma relação que com o passar do tempo fica mais gostosa e cheia de amor. Por um tempo me questionei quando conseguiria emocionalmente voltar às corridas de aventura e para essa prova achei que não estaria preparada.”

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Wladimir Togumi / Adeventuremag

Antes da largada Camila estava bem triste e pensando em como seriam os próximos dias longe do Kilian, mas após a largada a atleta focou em ser o mais veloz possível para chegar logos nos pontos em que iria revê-lo. “Aqueles 10 minutos com ele nas áreas de transição eram como um pratão de comida, me enchia de energia novamente para continuar!” relembra emocionada a mamãe.

Camila e Guilerme são parceiros em tudo: no amor, nos sonhos, no trabalho, no lazer. “Me sinto afortunado por não precisar tentar traduzir em palavras minhas experiências para a Cami; apenas vivemos juntos e compartilhamos a mesma visão do mundo. Ainda assim me emocionei ao vê-la de volta ao jogo depois da maternidade. Kilian chegou para cuidar da mamãe e do papai, colocou a competitividade sob nova perspectiva e nos motivou a chegar mais rápido na linha de chegada para encontra-lo!” comenta Guilherme emocionado.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Agatha Bodeva Aguirre

Correndo pela primeira vez com essa formação de atletas, a sintonia da equipe Columbia Montreal foi incrível, o trabalho de equipe foi impecável e essencial para que Camila pudesse ficar um pouco mais com o Kilian. “A prova fluiu muito bem com o Gui e o Nick dividindo a navegação, eles foram impecáveis transmitindo segurança o tempo todo e muita precisão. Os trechos também foram bem equilibrados e dinâmicos então curtimos a prova do início ao fim.” relembra Camila.

Expedição Guaraní 2018
Créditos: Agatha Bodeva Aguirre

“A Expedição Guaraní 2018 se destacou por sua rota técnica, belas paisagens e seu povo amigável/feliz – os corredores também destacaram a qualidade dos mapas. Como nos anos anteriores, os melhores serviços foram oferecidos em uma das corridas mais econômicas do calendário do Circuito Mundial de Corridas de Aventura.” Finaliza Urtzi Iglesias Mota, diretor técnico da prova.

Desafio dos Rochas 2018

Pomerode conhecida como a cidade mais alemã do Brasil foi palco (mais uma vez) do Desafio dos Rochas que ocorreu nos dias 21 e 22 de abril e reuniu 1.150 ciclistas de 10 estados brasileiros e de 3 países Uruguai, Portugal e Canadá.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Monique Renne

A prova foi dividida em 3 circuitos:

  • Pró – 98,6 Km com 3.000 m de altimetria (aproximadamente) e 6 trilhas;
  • Sport – 64 Km com 1.400 m de altimetria (aproximadamente) e 5 trilhas; e
  • Amador – 31,8 Km com 560 m de altimetria (aproximadamente) e 1 trilha.

No Desafio dos Rochas, são testados todos os teus limites físicos e psicológicos. Os atletas enfrentaram trilhas técnicas, descidas e subidas íngremes, sol escaldante, empurra bike – variando conforme o preparo físico do ciclista…entre outros obstáculos. O evento é considerado uma das provas de Mountain Bike mais difíceis do Brasil.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

A prova é planejada com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos, membro da família Rocha.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Ao final de cada edição do Desafio dos Rochas a organização se atem a ouvir as sugestões/dicas dos ciclistas para as próximas edições. Ano passado, infelizmente o clima (chuva) deixou algumas trilhas muito técnicas e diversos trechos viraram empurra bike. Independentemente do clima algumas trilhas estavam difíceis até para os atletas da elite.

Nesse ano os circuitos foram remodelados e novas trilhas surgiram. Diferente da edição anterior as trilhas estavam muito mais limpas e fluídas, deixando a prova mais rápida segundo o feedback  de diversos atletas.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

Outra grande modificação foi trazer à prova de volta para o Teatro Municipal de Pomerode no centro da cidade. Isso agradou muito os atletas e seus familiares que puderam curtir muito mais a cidade mais alemã do Brasil.

Além de todos os atrativos da cidade e do evento, ao longo do final de semana o público pode participar de diversos bate-papos e whorkshops com grandes atletas como Lucio Otávio (Audax Team), Francisco Rotta Muller, Luana Machado, entre outros.

Desafio dos Rochas 2018
Foto: Cesar Delong I Pedal

“É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José Carlos Rocha ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

No link abaixo um pouco do que rolou no 6º Desafio dos Rochas, produção de Root Rider TV.

Cape Epic 2018

Fundada em 2004, a Cape Epic que atualmente tem o patrocínio Absa, é uma corrida anual de cross-country stage race (XCS), e é considerada o maior evento do mundo nesta modalidade, sob a chancela da União Internacional de Ciclismo (UCI).

A Absa Cape Epic 2018 ocorreu durante os dias 18 a 25 de março na região de Western Cape, na África do Sul. O evento contou com a participação de 1.300 atletas de mais de 50 nacionalidades.

Cape Epic 2018

Em oito dias de prova, os atletas percorreram 653 quilômetros com 13.530 metros de altimetria acumulada, em condições extremas de terreno e temperatura.

Os competidores largaram em duplas e tiveram que pedalar juntos durante todo o percurso da prova – em etapas diárias. Dentre as 17 duplas com integrantes brasileiros que participaram desta edição da competição, 15 completaram a ultramaratona, e um atleta brasileiro terminou sozinho (individual finisher).

Uma das duplas brasileiras foi composta pelo Administrador de Infraestrura de TI Francisco Rotta Muller(38), natural de Novo Hamburgo/RS e pelo Empresário Mateus Merlo Zandoná(39), natural de Casca/RS.

Cape Epic 2018

“A vontade de um dia na vida poder competir uma Cape Epic é algo que vai surgindo na medida em que se vai conhecendo provas com características semelhantes e tendo a oportunidade de competir em algumas.” comenta Francisco.

A ideia inicial de competir a Cape Epic, surgiu há anos atrás, quando a dupla (Francisco Rotta Muller e Henrique Schoenardie) estavam participando do Desafio dos Rochas, que serviu como preparação para o Brasil Ride 2015. A partir dali, Chico começou a investigar as provas de mesmo porte pelo Brasil e mundo e começou a sonhar.

“No final do ano passado, eu e o Mateus competimos a Three Race Bike Ultramarathon, em São Chico/RS, e na sequência correríamos a Brasil Ride, porém devido a uma lesão durante a primeira competição, meu parceiro não pode recuperar-se em tempo e então nossa participação será em outubro deste ano (2018).” relembra o atleta.

A partir dali, foi surgindo à ideia de irem para a África do Sul, para competirem na Cape Epic. “E pra gente, tendo a vontade de ir, corre-se atrás do que é necessário para viabilizar os objetivos.”

Há alguns anos Chico e Mateus, vivem uma rotina muito bem planejada para dar conta dos treinos, família e trabalho. Sempre haverá alguns sacrifícios em algumas áreas e o equilíbrio demora um pouco para ser encontrado, mas para tudo se dá um jeito.

Hoje o trabalho do Chico possibilita certa flexibilidade nos horários, o que lhe permite trabalhar nos turnos da tarde e noite em alguns dias e em outros iniciar a jornada de trabalho mais tarde na manhã. “Assim consigo treinar cedo, antes do trabalho e voltar alguns dias mais cedo pra casa, podendo ficar um tempo com a família.”

Extremamente disciplinados nos treinos e com vasta experiência no mountain bike, Francisco estreou na Cape Epic e Mateus esteve pela segunda vez na prova. A prova é composta por 8 etapas, a primeira é o prologo e na sequência vem os estágios 1 ao 7, somando 653 quilômetros no total com 13.530 metros de altimetria.

“Os terrenos enfrentados foram principalmente formados por pedregulhos, em certas partes lembrava pedra lascada. Muita poeira, devido ao clima super seco, quase desértico. A partir do estágio 5 foi onde as trilhas mais legais e fluídas apareceram, o que tornou o desafio um pouco menos maçante” relembra a dupla, que viveu uma grande experiência na Cape Epic.

A prova foi dividida da seguinte forma:

Prologo – 20 km, transcorreu tudo muito bem. A dupla colou um bom ritmo e rodaram com segurança para não arriscarem demais.

Estágio 1 – 110 Km, precisaram parar três vezes para reparar um pneu, devido a furos e rasgos sofridos em função do terreno pedregoso. Estavam muito bem fisicamente, mas perderam cerca de 30 minutos na função.

Estágio 2 – 106 Km, neste estágio apenas 1 furo, mas em poucos minutos foi resolvido.

Estágio 3 – 122 Km, o dia mais longo e aniversário do Chico também. Conseguiram colocar um ritmo muito forte e constante durante todo o tempo.

Estágio 4 – 111 Km (etapa rainha), segundo a dupla foi o estágio mais duro, terreno pesado, com muita areia e bem pedregoso. Exigiu bastante preparo, foi fundamental prestar atenção ao ritmo para não passar do ponto e quebrar.

Estágio 5 – 39 Km (contra relógio), ocorreu uma queda. Em uma descida veloz, Chico acabou caindo, apesar de velocidade apenas algumas escoriações pelo corpo.

Estágio 6 – 76 Km, um track repleto de trilhas. “Lá pelo quilômetro 34 as mulheres líderes da categoria ‘mulheresUCI’ do time Specialized nos passaram. Impressionante o ritmo delas. Conseguimos acompanha-las por cerca de um minuto” brinca a dupla.

Estágio 7 – 70 Km, o último dia foi extremamente duro. “Pedalamos na ponta das sapatilhas, evitando riscos desnecessários. Foi o dia de concluir o maior desafio da vida no mountain bike. Sensação indescritível!”

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

“Poder competir em um evento deste porte, vivenciar a rotina das equipes e atletas profissionais – melhores do mundo, conhecer pessoas de diversas nacionalidades e ainda a cultura local, é algo que só nos enriquece como seres humanos. É algo que não se perde jamais.

A prova é duríssima e são inúmeros cuidados e planejamento necessário para ser feito, buscando chegar em uma condição física excelente, bem de saúde, com equipamento 100% em condições, para minimizar problemas.

Cape Epic 2018

Cape Epic 2018

Recomendamos demais, para quem tem um sonho no esporte, buscar este, com muita dedicação e disciplina. Vale muito a pena!”

A história fantásticas de Lili Barros

Uma história fantástica sobre garra e determinação de uma ciclista, Lili Barros completou a primeira etapa do Campeonato Gaúcho de Mountain Bike 2018 realizada na cidade de Nova Petrópolis/RS com a bicicleta nas costas!

No domingo dia 18 de Fevereiro, ocorreu a primeira etapa do Campeonato Gaúcho de Mountain, na cidade de Nova Petrópolis. Com um percurso de aproximadamente 42 km e 1.300 metros de altimetria acumulada.

O trajeto desafiador com declives e aclives acentuados, diversas trilhas, aliados ao forte calor exigiram muita técnica, força e resistência dos atletas presentes.

Em meio a ciclistas que tiveram problemas mecânicos, quedas… optaram por desistir da prova, houve um grande exemplo de garra e determinação da atleta Lili Barros da equipe Acinp da cidade de Nova Prata/RS.

Conheça a atleta:

À cerca de dois anos Lili inclui o ciclismo na sua rotina para ter uma vida mais saudável e por gostar da sensação de liberdade que a bicicleta proporciona. Encantou-se tanto pelo esporte que em 2017 resolveu começar a competir.

Quando questiona sobre a prova mais importante até o momento, ela é humilde e comenta, “Não tenho uma prova que considere mais importante, tenho objetivos para o futuro, mas acho que a prova que eu mais me preparei foi o Desafio da Serra do Rio do Rastro”. A atleta se consagrou Campeã Geral Feminina da prova.

Foto: Arquivo pessoal de Lili Barros

Lili sempre teve dois trabalhos um durante o dia e outro a noite, quando resolveu se dedicar aos treinos, largou o de dia e trabalha só a noite, tendo o dia todo livre para treinar.

Além da grande disponibilidade de horário, ela tem um super apoio em casa, ”Meu marido é meu maior incentivador, muitas vezes deixamos de fazer coisas que “casais normais” fazem pra ele me acompanhar em provas e/ou treinos (ele vai de moto – risos)…costumo dizer que ele acredita mais em mim do que eu mesma.”

Nova Petrópolis:

Lili não conhecia o trajeto, mas sabia que a prova seria difícil. Nervosismo à flor da pele e adrenalina a milhão, mais uma vez ela foi tranquilizada pelo seu companheiro, que dizia “Vai lá e faz o que tu sabe, só isso!”

No 6º quilômetro de prova ela teve a primeira queda, não conseguiu fazer uma curva fechada e as britas soltas fizeram a bicicleta derrapar. Prontamente levantou, olhou os braços esfolados e a bermuda rasgada e seguiu em frente, sem perder muito tempo.

Porém com a queda a gancheira da bicicleta entortou e a correia caia constantemente, Lili perdeu muito tempo até perceber que não dava para baixar marcha e ela teria que enfrentar todas as subidas pedalando pesado mesmo.

“Consegui fazer uma prova de recuperação e ficar na 3ª colocação, faltando 10 quilômetros para o fim da prova, em uma trilha tive a segunda queda. A roda pegou numa pedra e literalmente fez um oito, me jogou longe, bati forte o ombro e a cabeça (santo capacete), fiquei tonta, mas de imediato o primeiro pensamento era levantar rápido e continuar, foi quando eu olhei pra roda e nem empurrar dava.”, relembra emocionada.

Com o ombro esquerdo doendo bastante, Lili só conseguia carregar a bike no braço direito e faltavam quase dez quilômetros para concluir a prova. Chorou de raiva e dor, pensou em desistir…

Lili Barros
Foto: FGC – Federação Gaúcha de Ciclismo

“Confesso que fiquei até com raiva de Deus, (sempre que saio para pedalar faço uma oração pedindo proteção, nunca peço para ganhar, somente proteção), mas lá no meio do mato mesmo pedi perdão, afinal apesar de estar esfolada dos pés a cabeça eu não quebrei nada. Foram duas quedas feias e eu estava ali inteira, então eu vi que Deus me protegeu mesmo.” relembra a atleta.

Ao longo desses dez quilômetros Lili, recebeu muito incentivo, fez novos amigos que lhe deram forças…isso foi essencial para ela concluir a prova. Mesmo perdendo posições, acabou a prova em 5º Lugar Feminino Elite.

Lili Barros
Foto: FGC – Federação Gaúcha de Ciclismo

Lili Barros
Foto: FGC – Federação Gaúcha de Ciclismo

A atleta agradece…

“A minha família, ao meu marido Antonio e aos meu patrocinadores Cassio 12, Dika Vidros, Mix Lanches, Conffiare, Academia Clínica Fitness, Tonho Bikes, a minha equipe Acinp, ao meu treinador Gabriel Salgado (Cycle Team) e a todos que torcem por mim.

Desafio dos Rochas

O Desafio dos Rochas é um evento de mountain bike que alia o prazer de competir, de vivenciar a cultura e as tradições alemãs, unir a família ao esporte e apreciar a gastronomia típica local.

O Desafio surgiu em 2013, quando a família Rocha teve a ideia de realizar um passeio ciclístico um pouco mais “aventureiro” na data de aniversário da loja Twins Bike Shop. “Ao colocarmos no facebook umas fotos e uma enquete do que o pessoal achava em realizar esse pedal, começamos a nos surpreender com as diversas perguntas de onde seria esta prova, quando seria e assim por diante.” relembra José Carlos, gerente da Twins Bike Shop.

A partir daquele momento tiveram a certeza que poderiam criar algo maior, se reuniram para ter a opinião dos 6 membros da família Rocha e dali decidiram realizar uma tentativa que acabou dando certo. Em 2018 partem para sexta edição do Desafio dos Rochas.

Desafio dos Rochas

O evento é planejado com muita atenção e carinho por toda família Rocha e comunidade de Pomerode. “Muitos amigos adotaram o evento como seu, algo incrível. Todos se uniram em prol de fazer um grande evento que já não é mais só da família Rocha, mas sim feito por uma comunidade apaixonada em receber a todos em sua grande casa chamada Pomerode.” destaca José Carlos.

Ao longo desses 5 anos de desafio a família Rocha, encarou alguns problemas. Entre eles a busca de parceiros para idealizar o evento, autorizações de passagem em propriedades particulares, entre outros.

O processo de organizar e planejar um evento esportivo requer cuidado e atenção em vários aspectos, desde a ideia inicial, o projeto real, evento e pós- evento. E é natural ao longo desse processo surgirem alguns problemas.

Mas, em contrapartida ao longo desses anos de desafio muitas foram as alegrias para a família Rocha. “É recompensador ver a quantidade de novos amigos que criamos nesta jornada, ver como a cidade e comunidade tem aceitado o evento e os ciclistas, ver as famílias unidas no evento. Levar um pouco da nossa tradição alemã para os vários cantos do Brasil e poder mostrar as belezas escondidas da nossa cidade para o Brasil e o mundo.” Porém, José ressalta que tudo isso só é possível graças a ajuda de parceiros que acreditam no evento, a família e amigos que se unirão para fazer deste um grande evento.

Desafio dos Rochas

Para 2018 a família Rocha está preparando um evento ainda mais festivo, novos circuitos, novas trilhas, novos visuais da cidade, um final de semana repleto de atrações para ciclistas, familiares e amigos e uma estrutura mais aprimorada para atender a todos com o máximo de conforto e segurança.

Desafio dos Rochas

Praia do Cassino

A Praia do Cassino, considerada a maior do mundo em extensão, é um convite à aventura, para todos que possuem o ímpeto de colocar seus limites psicológicos e físicos à prova em um dos lugares mais inóspitos e isolados do litoral brasileiro.

Minha história com essa travessia da Praia do Cassino começou em 2015, quando após muito meditar para encontrar alguma travessia desafiadora e selvagem, me deparei com a Praia do Cassino. De lá para cá, durante pelo menos umas 3 ou 4 vezes, tentei colocar o meu plano em prática, não fazendo o tradicional trekking de 7 ou 8 dias, como é de praxe para a galera trilheira, mas em 4 dias de pedal auto-suficiente. Porém, sempre que separava uma data e me organizava para executar a travessia, os indicativos climáticos me diziam não, fosse por conta do vento ou da chuva. A coisa não andava. Não sei se é só comigo que acontece, mas às vezes, tem coisas que quanto mais quero fazer, as circunstâncias tanto mais me dizem que não! Eu realmente já estava meio injuriado com a situação de ter abortado ao menos três vezes ao longo de dois anos, e por conta disto, tinha definido que neste verão (2018-2019), eu faria a travessia com qualquer condição de clima, sozinho ou acompanhado, pois a coisa já estava virando uma lenda que assombrava meus pensamentos… kkkk

Praia do Cassino
“Eu sempre amei o deserto. A gente senta numa duna de areia. Não se vê nada. Não se sente nada. E no silêncio alguma coisa irradia.” O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry

Como é de costume, organizei o roteiro, a logística necessária e após, lancei nas redes sociais um dos meus famosos “editais hiperativos” (cuidado se ler algum por aí, geralmente é convidando para entrar em alguma roubada). Não demorou muito, e logo arrumei a parceira do Marcelo e da Bruna que toparam, por conta e risco, a travessia de bike. Estava assim formada a trupe para o desafio.

O plano, como disse anteriormente, era percorrer toda a extensão da Praia do Cassino em quatro dias, iniciando a travessia nos molhes de Rio Grande, seguir no primeiro dia até o Farol Sarita, no segundo dia alcançar o Farol Albardão, no terceiro dia atravessar o Concheiro pernoitando no hotel abandonado e por fim, no quarto dia, chegar ao final da jornada nos molhes da barra do Chuí. Dividindo assim, os mais de 230 kms em quatro pernas para não ficar tão pesada a pedalada, mas como mostrarei a seguir, quase nada aconteceu como planejado.

O Primeiro Dia na Praia do Cassino:

Depois de viajar praticamente a noite toda, pois embarcamos na Rodoviária de Porto Alegre às 2:00 horas da madrugada, chegamos por volta das 7 horas da manhã na Rodoviária de Rio Grande.

Tão logo desembarcamos,  tratamos de iniciar a montagem das bikes e dos alforjes com todo equipamento, para poder então, tomar o rumo dos molhes de Rio Grande, o nosso ponto de partida. Ainda no caminho pra os molhes, fizemos uma rápida parada numa padaria para tomar um café para acordar de verdade antes de encarar o desafio.

Por volta das 9:30 horas, com o sol já querendo mostrar suas garras, e após um rápido passeio nos mais de 4 kms dos molhes de Rio Grande, colocamos as magrelas na areia e começamos nosso pedal do dia.

Praia do Cassino
Molhes de Rio Grande/RS – Brasil

Na medida em que pedalávamos para o sul, começamos a nos aproximar do Balneário Cassino, que no dia 3 de janeiro, com tempo bom, estava lotado de gente e carros na areia. Foi bastante chato e complicado sair daquele mar de gente, pois a areia estava solta, e não conseguimos dar um ritmo adequado já nos primeiros 15 kms. Mas na medida em que pedalávamos sob o olhar curioso dos banhistas, aos poucos a multidão foi ficando para trás, a quantidade de carros diminuindo e o sol subindo com força.

Embora o vento estivesse ao nosso favor, a areia da Praia do Cassino não estava muito convidativa para pedalar com as bikes carregadas, todavia não tínhamos outra escolha, era seguir em frente rumo ao sul, ainda que isso exigisse um esforço extra, que de certa forma, já era previsto.

Por volta do meio-dia, com o sol realmente muito forte, chegamos ao naufrágio do Navio Altair. Sem nenhuma sombra, e depois de uma noite quase sem dormir, o cansaço começou a dar as caras na turma e, enquanto bebíamos água, decidimos mudar o plano original, desistimos de chegar ao Farol Sarita. A ideia agora era procurar um local com alguma sombra para poder montar o nosso acampamento, almoçar, esfriar a cabeça do sol e descansar. Dos 65 kms, aproximados que deveríamos percorrer, rodamos apenas 28 kms, e no momento em que avistamos um pequeno bosque de pinheiros junto a um rancho de pesca, resolvemos ficar ali. Após pedirmos autorização para o dono do local, tratamos de montar nosso circo e relaxar, com direito a um bom banho de água doce numa pequena lagoa junto ao rancho de pesca. Foi um alivio e tanto.

A Praia do Cassino nos dava boas-vindas com muito sol, calor, vento empurrando e areia pesada.

Praia do Cassino
Navio Altair

Depois de jantar, fizemos mais uma reunião de cúpula onde ficou decidido que no segundo dia, levantaríamos antes do sol para poder render o máximo enquanto não estivesse tão quente, pois teríamos que compensar os quilômetros que faltaram do primeiro dia e chegar de qualquer maneira ao final do dia, no Farol Albardão, onde existe uma base permanente da Marinha do Brasil, na esperança de conseguir um pouso e nos reabastecer de água potável.

Praia do Cassino
Acampamento no rancho de pesca

Dados do dia:

Início do pedal: 9:30 horas

Final do pedal: 15:30 horas

Distância computada: 28 kms

Segundo Dia na Praia do Cassino:

Ainda escuro, o despertador tocou e de imediato, após uma boa noite de sono, tratamos de tomar um café da manhã bem reforçado, desmontar o acampamento e aproveitar a condição de vento N/NE que nos dava uma força.

Começamos a pedalar com um visual alucinante do sol nascendo na linha do mar. O astral da trupe estava muito bom, seguíamos pedalando na direção da imensidão que parecia não ter fim com a Praia do Cassino praticamente deserta, apenas jeepeiros  e caminhonetes 4×4 com pescadores, vez ou outra, quebravam a nossa solidão naquele deserto à beira mar.

Nosso ritmo inicialmente estava bom, e antes das nove horas da manhã, avistamos o Farol Sarita. Feita uma rápida parada para fotos e tomar um fôlego, seguimos em frente, com o sol começando a nos castigar e tendo que ter o cuidado de controlar o consumo de água que já estava começando preocupar.

Praia do Cassino
Refrescando o corpo durante uma das muitas paradas.

Seguindo em frente, sofrendo muito com a areia pesada e o calor, dando pequenas paradas a cada 50 minutos mais ou menos.  Por volta das 11:30, paramos num arroio para nos refrescar pois o calor estava muito forte. Meus lábios começaram a rachar por conta do sal e do sol, e a sede era infinita. Com pouco mais de duas horas e meia de pedal, avistamos no horizonte a estrutura do Farol Verga, desativado a algum tempo… com o sol nos torrando inclemente, a sede e a fome batendo, decidimos parar no Verga, e aproveitar a pequena sombra que ele fazia para descansar, comer algo, se reidratar com a pouca água que nos restava e por fim, esperar o sol dar uma baixada para só então retomar o pedal.

Ficamos cerca de 3 horas parados, onde deu para dar uma cochilada na modesta sombra do Verga e comer algo para reabastecer de energia para dar a tocada final. Faltavam ainda 30 kms aproximadamente para chegarmos no Albardão.

Praia do Cassino
Farol Verga

Com o cair da tarde e o sol mais ameno, seguimos em frente, na fé e na determinação de chegar no Albardão antes do pôr do sol, embora tivéssemos combinado que o importante era chegar lá, independente da hora que fosse, mesmo que para tanto, tivéssemos que pedalar na escuridão da noite.

Com pouco mais de uma hora, avistamos a estrutura imponente do Albardão no horizonte, ainda distante cerca de 10 kms. Avistar o farol nos renovou o ânimo, apesar do cansaço e da sede e, com mais uma hora pedalando, para nossa alegria, chegamos ao destino junto com o sol indo embora.

Fomos muito bem recebidos pelo sargento Moreno, que gentilmente, nos acolheu disponibilizando as instalações da cozinha, banheiro com ducha e um quarto para nossa trupe, ou seja, um verdadeiro Oasis no deserto para viajantes cansados e castigados pela dura jornada de mais de 12 horas de pedalada.

Praia do Cassino
Farol Albardão

Dados do dia:

Início do pedal: 6:45 horas

Final do pedal: 21:00 horas

Distância computada: 107 kms

Terceiro Dia na Praia do Cassino:

Era sabido por todos que este seria o dia mais difícil, pois deveríamos atravessar o famoso e temido Concheiro, que nada mais é do que um imenso trecho de praia onde a areia mistura-se com restos de conchas, formando assim, um terreno fofo e de difícil locomoção que pode variar entre 15 e 50 kms, dependendo das ações da maré e do vento que alteram o terreno.

Assim sendo, fizemos uso da mesma estratégia do dia anterior: acordar antes do sol, tomar um bom café da manhã e começar a pedalar antes do sol nascer. Além disto, ficou decidido que tentaríamos completar a travessia neste mesmo dia, sem parar no hotel abandonado para acampar pois, os indicativos climáticos apontavam que para o dia seguinte, entraria uma frente de vento Sul, e certamente isso seria um grande problema.

Por volta das 6:30 horas, com o dia amanhecendo e nos presenteando com um espetáculo de cores, e antes do sol começar a querer fazer churrasco da gente, começamos nossa jornada.

Praia do Cassino
Sol nascendo, um espetáculo diário.

Inicialmente conseguimos evoluir bem, mais uma vez com o vento favorável, mas após 20 kms a coisa começou a ficar bem complicada: O Concheiro apresentava suas armas.

Pedalar no Concheiro é algo muito complicado e desgastante. O esforço físico beirava o extremo. É uma sensação de se estar subindo uma montanha o tempo todo.

Na medida em que pedalávamos e que o tempo passava, com a temperatura aumentando e o cansaço acumulado dos dias anteriores se fazendo sentir de uma maneira absurda, não conseguíamos manter uma velocidade média normal para cicloturismo. Estávamos rodando com pouco mais de 8 kms/h, ou seja,  o dia se desenhava como uma verdadeira tortura.

A dificuldade extrema de pedalar nestas condições, fez com que aumentasse muito nosso consumo de água, e isto logo se tornou um problema que só não foi maior, por conta de estarmos na temporada de veraneio, e após rodar mais de 30 quilômetros, começamos a encontrar pescadores que na maioria das vezes nos davam água gelada para beber.

Avançávamos lentos e de certa forma, desanimados, pois o trecho do Concheiro, ao que pudemos observar, passava facilmente de 40 quilômetros, ou seja, muito mais do que os 15 ou 20 quilômetros que pretendíamos inocentemente encontrar.

Numa destas paradas para pedir água, já exaustos de tanto pedalar lentos e empurrar as bicicletas, encontramos a família da Rosana que estava ali pescando e curtindo a praia deserta. Pedimos água e começamos a conversar com a turma, explicando de onde estávamos vindo e onde deveríamos chegar… papo vem, papo vai, lá pelas tantas, fomos presenteados com a melhor coca-cola das nossas vidas, e não só isso, servida em taças! Não tive dúvida nenhuma, aquilo ali era um milagre! Imagine você, no deserto, já sem água, debaixo de um sol fortíssimo, e de repente, aparecem anjos com a coca-cola mais gelada e deliciosa que você já bebeu na sua vida… É ou não um pequeno milagre? Ficamos extremamente emocionados e agradecidos com aquele gesto da Rosana e sua família.

Praia do Cassino
A coca-cola do deserto.

Após uma despedida emocionada dos nossos anjos do deserto, seguimos em frente, ligeiramente renovados pela coca e pelo milagre.

Num misto de sobe e desce da bike, empurra e pedala, fomos seguindo lentos e cansados, sem conseguir melhorar a velocidade média. Eu fazia as contas nas minha cabeça, e vendo que faltavam apenas 40 quilômetros, distância facilmente superável em condições normais, mas ali, naquele terreno, demoraria pelo menos 6 ou 7 horas… duríssimo conduzir uma bike carregada naquelas condições. Com certeza, esse foi o momento mais difícil para todos na Praia do Cassino. Mais se empurrava  do que pedalava, mas mesmo assim, seguíamos em frente pois não existia um plano B naquela situação.

Depois de horas, de sofrimento, começamos a ver as primeiras casas e ranchos de pesca nas proximidades do Balneário Hermenegildo, e após conversar com a Bruna, decidimos que na primeira sombra que aparecesse, iríamos parar para descansar e esfriar o corpo, pois nossa moral e nossa dignidade tinham sumido…kkkk Creio que faltando uns 15 quilômetros para chegarmos no Hermenegildo, encontrei um casebre junto de uma duna que fazia uma pequena sombra. Sinalizei para a Bruna e tratamos de fugir do sol, já deveriam ser por volta das 16 horas. Ficamos prostrados ali, bebendo a pouca água e comendo balas de banana, na esperança de reunir energias para tocar em frente. Neste momento, fomos novamente ajudados, desta vez, por outro ciclista que estava fazendo o pedal na praia, mas sem carga e com sua esposa no carro de apoio. Infelizmente esqueci o nome deles, mas o fato é que ofereceram uma carona para nossos alforjes e nos deram frutas para comer! Assim, com essa força, conseguimos seguir em frente e alcançar, finalmente o Hermenegildo, onde tratamos logo de ir para um barzinho e tomar uma cerveja bem gelada para tentar restabelecer a nossa moral que caíra por terra, ou melhor, pela areia…kkk

Faltavam cerca de 12 kms até a barra do Chuí no entanto, nós já não tínhamos forças para seguir e além disto, o balneário estava lotado, dificultando pedalar na faixa de areia. Fim de linha.

Tratamos de encontrar uma casa para alugar por uma noite, para assim, poder tomar um bom banho, fazer um jantar reforçado e dormir numa cama. Sem muita demora, tudo estava resolvido e aquele sofrimento todo de mais de 12 horas de pedal, já fazia parte da história.

Seguindo para os molhes do Chuí – Dados do dia:

Início do pedal: 6:30 horas

Final do pedal: 18:45 horas

Distância computada: 72 kms

Quarto dia na Praia do Cassino:

Sem muita preocupação, aproveitamos para descansar depois do suplício que foi o pedal do dia anterior. Tomamos café em slow motion, lavamos roupas, revisamos e lubrificamos as bikes para finalizar os 12 kms restantes… Afinal quem poderia nos impedir de completar esse misero trecho, depois de tudo aquilo que passamos até então? Resposta: O vento sul, que jogou o mar direto na areia e fez a praia sumir de vez, tornando assim, impossível para qualquer veículo de rodas seguir por aquele caminho.

Praia do Cassino
Tomando o asfalto para chegar aos molhes do Chuí.

A decisão de chegar o mais perto possível do final, foi a nossa salvação pois se por algum motivo tivéssemos parado para acampar, certamente teríamos que ficar um dia parado por conta da maré e do vento. A praia estava fechada.

Num misto de decepção e alivio, decidimos seguir até a barra pelo asfalto e assim, completar a travessia, ainda que não 100% pela areia.

Praia do Cassino
Fim da linha: molhes do Chuí.

Cicloturismo selvagem Praia do Cassino – Missão cumprida

Recordando agora, tudo que passei, posso garantir que a Praia do Cassino, até aqui, foi a travessia mais difícil que eu já tive a oportunidade de fazer.

Por mais que se esteja preparado, as condições da praia são sempre uma incógnita, podendo ajudar ou dificultar muito as intenções daqueles que pretendem se arriscar por lá, mas sendo como for, é uma experiência única, extrema e necessária para aqueles que querem descobrir seus próprios limites físicos e psicológicos.

Praia do Cassino

Para finalizar quero agradecer de todo meu coração aos meus parceiros de pedal Bruna Fávaro e Marcelo Rudini, companhia que fez toda a diferença no perrengue e também à todos que nos ajudaram durante a jornada, com o pouso para descanso, uma fruta e as muitas garrafas d’água. Certamente sem essa turma toda, a coisa teria sido muito mais difícil.

“Se vai tentar, vá até o fim.” Charles Bukowski.

Bermuda 3D Compress Curtlo BR é avaliada por atleta

Bermuda 3D Compress Curtlo BR, pode ser a solução para diminuir o atrito durante as práticas do ciclismo!

O ciclista tem uma rotina rigorosa de treinos, alimentação balanceada, hidratação, processos para ajudar a recuperação após os treinos, além de outras exigências para evoluir no esporte.

Uma dessas exigências é o investimento em uma boa bermuda para o ciclismo.

Dores, assaduras, machucados, incômodos: ninguém mais quer! Além de ajudar na performance durante os treinos e competições, a bermuda para ciclismo – quando escolhida de forma correta – ajuda o ciclista a melhorar a circulação sanguínea, evitando a fadiga muscular e a sensação de dormência nos músculos.

Ao pedalarmos, nosso corpo entra em contato com a bicicleta por meio de três partes específicas: mãos, pés e glúteos. Dessa forma, damos atenção a cada região, usamos luvas para amortecer o atrito das mãos, tênis ou especialmente sapatilhas para proporcionar um melhor encaixe dos pés e maior eficiência nos pedais, porém, apesar de podermos aliviar um pouco do atrito das mãos e dos pés em boa parte de um treino ou passeio, são justamente os glúteos que mais tendem a “sofrer” não somente pelo impacto, mas também pela fricção causada pelo contato entre a roupa e o selim e, neste caso, não é qualquer bermuda que pode ser indicada.

Lembrando que a bermuda não é o único fator que deve ser avaliado para evitar as dores, que também podem estar relacionadas com altura, formato e posição do selim. Mas mesmo com o selim mais apropriado para seu corpo, uma bermuda ruim pode colocar tudo a perder.

Durante a minha vida de ciclista já usei diversos modelos e marcas de bermuda para ciclismo e pouquíssimas chegaram perto da qualidade da BERMUDA 3D COMPRESS da Curtlo, que utilizo atualmente.

Bermuda 3D Compress Curtlo BR

Ela é construída com diferentes tecidos para aumentar a sua ergonomia, respirabilidade e suporte muscular. Além de ter forro de tri-densidade desenvolvido para muitas horas sobre o selim.

Bermuda 3D Compress:

  • Produzida com tecido Compress®, que permite elasticidade de 360º para acompanhar os movimentos dos músculos;
  • A construção helicoidal (formato de uma mola) do tecido envolve a perna do atleta e garante compressão confortável;
  • A textura interna do tecido favorece o microclima interno estável e a redução do efeito úmido colante em contato com a pele;
  • Sua compressão é forte, flexível e preventiva, pois o sangue flui mais rápido aumentando sua circulação;
  • Costuras planas evitam o incômodo em contato com a pele e oferecem maior resistência e durabilidade;
  • Conceito easy care: fácil de lavar, seca rapidamente e não precisa ser passado a ferro.

Forro:

  • Confeccionado em poliamida Supplex®, que proporciona maior resistência e durabilidade, e Lycra® que oferece conforto, flexibilidade e liberdade de movimento;
  • Ótima respirabilidade e gerenciamento da umidade;
  • Sua construção ergonômica em tri-densidade permite amortecimento nas áreas de maior pressão e conforto anatômico nas demais partes;

Lembrando que essa tecnologia 3D COMPRESS da Curtlo é encontrada nas bermudas masculinas e femininas e nos bretelles!

Dica de ouro…Bermudas de ciclismo são feitas para serem usadas sem nada por baixo.

Bermuda 3D Compress Curtlo BR