Panela Naturehike

Apresento a vocês a Panela Naturehike Heat Retention, um produto destinado para praticantes de montanhismo, trekking, cicloturismo e camping.

Esse modelo de panela é um pouco diferente dos conhecidos e geralmente encontrados no Brasil, a panela Naturehike, possui todas as características de uma panela normal de acampamento, o seu maior diferencial é dada por conter um pequenas aletas (conhecida como radiador) na parte de baixo onde é apoiada no fogareiro.

Esse “radiador” nada mais é que um intensificador de calor, sua principal função é distribuir melhor o calor no fundo da panela e reduzir em 30% a quantidade de combustível durante seu uso (dados segundo o fabricante), ainda estamos realizando testes que comprovem esse eficiência.

Panela Naturehike
Panela Naturehike

As panelas com o sistema de “radiador” são mais indicadas para pessoas que usam fogareiros de boca pequena, isto é, fogareiros que são muito parecidos com maçaricos. Caso você use um fogareiro assim já teve ter notado que ao preparar seu almoço ou jantar, o calor gerado pelo queimador do fogareiro é sempre maior no centro da panela, isso pode fazer com que as vezes você queime alguns alimentos durante o preparo (usando panelas normais).

Características Panela Naturehike – Heat Retention

A panela Naturehike tem capacidade de 1.5 L, é ideal para cozinhar para até duas pessoas, no kit completo é composto por uma panela, duas tigelas/xícaras, uma espátula e uma esponja especial para limpa-lá após o uso.

Panela Naturehike
Panela Naturehike
Panela Naturehike
Panela Naturehike
  • Material: Liga de Alumínio
  • Peso: 314 gramas (panela)
  • Peso: 54 gramas (tigela e espátula)
  • Tamanho: 15 cm x 13 cm
  • Capacidade: 1,5 litros
  • Origem: China

Site do fabricante

Ainda não terminamos os testes com esse modelo de panela Naturehike, mas já podemos analisar alguns pontos prós e contras, veja abaixo:

Prós

  • A panela é leve e prática de usar;
  • O cabo de sustentação da panela é dobrável;
  • Fácil acomodação do recipiente de gás dentro da panela, junto com seus acessórios;
  • Boa capacidade expressa em litros para duas pessoas;
  • Radiador integrado, aumenta a geração de calor e a economia de combustível.

Contras

  • A tampa da panela não tem abertura para escoar a água;
  • Não possui nível de medida de água na panela;
  • Difícil limpeza da parte externa da panela;
  • Não possuí teflon dentro da panela
  • Preço elevado.

Caso você queira adquirir esse produto, ele está disponível para compra na maioria da lojas outddor espalhadas pelo brasil, temos uma parcerias com a loja Patos do Sul localizada na cidade de Caxias do Sul/RS, converse com a proprietária Helen, ela terá todo prazer de lhe atender.

Valor: R$ 199,00 – Este valor pode variar de acordo com a variação do Dólar.

Por você ser nosso leitor você tem descontos especiais na loja Patos do Sul, entre em contato e negocie, lembre-se que para adquirir o desconto você terá que dizer que é nosso leitor.

Veja também outras avaliações da marca Naturehike clicando aqui!

Cachoeira da Alegria

Cachoeira da Alegria

Se você é o tipo de pessoas igual a mim que não se contenta com os locais já explorados, está a procura de um destino novo para curtir o verão, então lhe apresento a Cachoeira da Alegria, localizada na cidade de Farroupilha/RS.

O nome da cascata surgiu em relação a um pequeno galpão selvagem dado como nome Rancho da Alegria que se encontra no local.

A Cachoeira da Alegria, é um destino totalmente inexplorado, está dentro de uma área particular nas margens da rodovia RS – 448, essa estrada liga as cidades de Farroupilha e Nova Roma do Sul/RS.

O arroio onde se localiza a cachoeira vem do distrito de Vila Jansen, pertencente a cidade de Farroupilha e cerca de uns 500 metros à frente da cachoeira é unido pelo rio 14, onde estes desaguam no grandioso Rio das Antas.

A geografia da Serra Gaúcha é propícia para a exploração de pequenas cascatas e cachoeiras, acreditamos que devem existir mais de 500 cachoeiras só na região da serra ainda inexploradas ou desconhecidas pela maioria das pessoas.

O atrativo natural é composto por pequenas quedas de água que formam uma linda cachoeira de águas geladas e cristalinas, o local é convidativo para banhar-se nas águas da Cachoeira da Alegria em dias de verão.

Cachoeira da Alegria
Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch
Cachoeira da Alegria

Foto: Luís H. Fritsch

Caso você deseje conhecer esse local, recomendamos a contratação de um guia que conheça a região, caso você vá sozinho ou com amigos, vá com cuidado.

Como o acesso à Cachoeira da Alegria se encontra ao lado da RS – 448, não há disponibilidade de estacionamento, pois a rodovia não prove de acostamento. Caso você vá com veiculo 4×4, você poderá descer pela trilha até o Rancho da Alegria.

Indicamos ir até o Gparque Farroupilha e acessar as trilhas que levam até a Cachoeira da Alegria e as outras belas cascatas existentes no Rio 14. Do Gparque até a Cachoeira da Alegria tem aproximadamente 12 quilômetros de trilhas ida e volta até chegar lá. 

Gparque Farroupilha
Foto: Luís H. Fritsch

Se você tem vontade de fazer essas trilhas, entre em contato com a gente! Temos um time de pessoas experientes para lhe conduzir pelas melhores trilhas da Serra Gaúcha.

Serra da Veneza x Rio do Rastro

A travessia nada mais é que um percurso que realizamos em parceria com a empresa Sol de Indiada entre às Serras da Veneza e Rio do Rastro/SC.

A travessia foi realizada em 3 dias e duas noites, caminhamos cerca de 45 quilômetros entre campos e bordas dos cânions de Bom jardim da Serra no estado de Santa Catarina – Brasil.

As travessias realizadas pela empresa Sol de Indiada são indicadas para pessoas que estão iniciando no trekking, além das diversos tipos de pacotes oferecidos, o que mais chama a atenção é para o pacote completo, este inclui: translado de ida e volta, acompanhamento de guias experientes em todas as trilhas, apoios com veículos 4×4, alimentação inclusa e ainda a opção de você carregar a mochila cargueira ou de ataque.

Um detalhe interessante sobre a Sol de Indiada é que se você não tem barraca, saco de dormir ou mochilas, você pode contatar a empresa e alugar para a aventura.

Caminhar em lugares assim com uma empresa tão dedicada a seus clientes faz valer a pena a contratação de serviços assim, não é a toa que estávamos em cerca de 70 pessoas incluindo, motoristas especialistas em veículos 4×4, cozinheiros, guias e fotógrafos. Nessa viagem tinha pessoas de inúmeras cidades, sendo dos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e claro aqui do Rio Grande do Sul.

A travessia começou no dia 7 de setembro, em pleno feriado da Independência, nesse primeiro dia caminhamos um pouco por trilhas e algumas estradas em meio aos campos de cima da serra, cruzávamos pequenos córregos e alguns campos de turfeiras até chegar nas bordas dos cânions.

O dia estava completamente ensolarado, temperatura próxima a 25 graus, céu azul e sem nenhuma nuvem, dia perfeito para contemplação de lindas paisagens.

A caminhada era de nível fácil sem grandes dificuldades, na borda dos cânions podíamos avistar uma linda vista dos grandiosos paredões rochosos e cristas que compõem os Aparados da Serra.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Neste primeiro dia de travessia caminhamos cerca de 15 quilômetros, eu levei apenas a mochila de ataque Mountain Hardwear 30L com o lanche de trilha, água, roupas e câmera fotográfica.

Caminhar nas bordas das serras é uma aventura maravilhosa, a cada subida de morro a vista muda, o cenário é outro, são visuais de tirar o fôlego.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Como boa parte das pessoas eram iniciantes em travessias, demoramos o dia todo para percorrer os 15 quilômetros de caminhada, mas chegamos no acampamento base a tempo de curtir o pôr do sol, enquanto montávamos as barracas.

O acampamento base nada mais era que uma fazenda perto do Rio Púlpito, com galpão e banheiros, só não havia luz no local.

Depois de encontrar o melhor lugar para acampar, montei a barraca e comecei a preparar o meu jantar, este foi, massa espaguete com molho bolonhesa e salame. Para as demais pessoas os cozinheiros prepararam um jantar de risoto com pêra e queijo gorgonzola, com suco de caixa de sabor uva e laranja. Para os vegetarianos e veganos tinha a opção de arroz e feijão. Só preparei o meu jantar pois não sou muito fã de queijo e nem de pêra. kkk

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Depois de todos jantar era hora de fazer aquela fogueira especial, com direito a roda de violão. No grupo havia dois violeiros que cantaram por cerca de duas horas musicas animadas de diversos estilos musicais como: gauchescas, reguee, sertanejo e rock n´ roll.

Fomos dormir cerca de 22:00 horas da noite, o frio era intenso, não ventava no local, o céu não continha nenhuma nuvem. Olhando para o céu, estava completamente brilhante, estávamos de fato em um hotel 1 milhão de estrelas.

No segundo dia acordei bem cedo, cerca de 6:00 horas da manhã, o sol ainda não havia nascido, ao sair da barraca lembro de ver pequenos pedaços de gelo no chão e em toda a barraca. Não sei qual era a temperatura naquele horário, mas tinha sensação de estar uns -3 graus. Era impossível deixar os dedos para fora dos bolsos da jaqueta, chegavam a doer de tanto frio.

Peguei a maquina fotográfica e fui capturar umas fotos da barraca e da neblina que se mostrava subindo em meio aos campos, o céu alaranjado e meio magenta contrastava com as belas araucárias no local.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Às 7:00 horas da manhã o café estava servido, nele continha, tapioca feita na hora de inúmeros sabores, também havia pão, geleias de uva, figada e de abobora, café preto, café com leite e achocolatado, frutas, queijos, presuntos e sem falar que tinha um pote gigantesco de Nutella. Olhei para tudo aquilo e pensei, tá melhor que lá em casa..kkkk

Depois de comer um pouco de tudo e tomar umas 3 xícaras de café, fui até a barraca para organizar a mochila, preparar o lanche para trilha, desmontar a barraca e carregar tudo na mochila cargueira. A mochila que usei é uma Osprey Atmos 50 L estava pesando aproximadamente 12 kg, usei ela para testar o modelo e também para treinar o condicionamento físico.

Geralmente os iniciantes não estão muito acostumado a fazer travessias, demoram mais tempo para colocar tudo dentro da mochila, por esse motivo começamos a caminhar por volta de 9:00 horas da manhã.

A caminhada seguiu pelas bordas dos cânions, subíamos e descíamos morros, serpenteando as bordas, em determinados locais, parávamos para contemplar à vista, caminhar próximo as bordas é muito bom, pois em alguns momentos podemos sentir uma brisa gelada, fazia parecer que tinham ligado o ar condicionado, o sol continuava muito forte e o céu sem nuvens.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Ao meio dia paramos para almoçar em meio a um capão de pinos ilhotes, caminhar nessa região é engraçado, pois estamos sempre colocando o casaco e-o tirando, chega a fazer isso mais que 5 vezes ao dia. A temperatura também varia muito dependendo do horário do dia, as manhãs e as noites são congelantes, durante boa parte do dia é quente, mas em algumas vezes é possível que feche na neblina e tenhamos que por jaquetas e gorros.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Paulo Gerstner

Durante a tarde toda caminhamos perto das bordas dos cânions, por muitas vezes avistávamos cidades ao longe, como o dia estava perfeito era garantido a captura de fotos incríveis.

Conforme íamos caminhando começamos a adentrar dentro do Parque Eólico, a vista do lado direito que tínhamos eram das bordas e do lado esquerdo, campos verdejantes com os cata ventos no alto dos morros.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

No fim de tarde chegamos ao acampamento do Jorge, localizado bem perto do Cânion da Ronda em Bom Jardim da Serra/SC, o local conta com uma grande área para camping, um galpão enorme, banheiros divididos por sexo e energia elétrica.

Ali alguns aventureiros já escolhiam o melhor lugar para armar suas barracas, na cozinha os cozinheiros já faziam o jantar, neste dia o cardápio seria strogonoff de carne com arroz e batata palha. Na minha opinião essa é uma das melhores refeições para se fazer no acampamento.

O jantar foi servido cedo, todos nós estávamos com muita fome, após o jantar foi realizada uma surpresa para um dos guias e proprietário da empresa Sol de Indiada, era noite de confraternizar o aniversário do Evandro Clunc. Melhor que fazer aniversário é poder celebrar esse dia em meio a natureza em um local tão especial que é a travessia entre serras.

Depois de muitas felicitações, os violeiros roubaram a cena, e logo começou as musicas animadas, como estava um pouco preguiçoso fui me deitar e não fiquei até o final das cantorias.

Último dia de travessia

O sol ainda não tinha levantado, e eu já estava aposto com a maquina fotográfica capturando as belas imagens antes do sol nascer, nessa manhã o clima estava agradável, não estava muito frio em relação ao dia anterior.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Cada um arrumou suas coisas, acondicionando dentro de suas mochilas cargueiras e de ataque, eu pus tudo dentro da cargueira e separei apenas a maquina fotográfica, o lanche e a água para levar em minha mochila de ataque.

O café começou a ser servido e como sempre tinha inúmeras opções, era como estar em um hotel, estava tudo perfeito.

Após o café era hora de botar as mochilas nas costas e seguir de ônibus até próximo as bordas de onde iria começar a caminhada propriamente dita, nosso destino final seria a famosa Serra do Rio do Rastro/SC, lembro do guia informar que caminharíamos um pouco mais rápido do que nos outros dias, pois ele tinha reservado um almoço no restaurante Mensageiro da Montanha, tínhamos que chegar lá no máximo às 14:00 horas.

Neste último trecho de caminhada a visão que tínhamos era de tirar o fôlego, as montanhas pareciam estarem uma em cima das outras, caminhar por esse trecho é muito belo, a todo tempo essa vista muda e encanta a cada passo dado.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch
Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Capturamos muitas fotografias, de muitos ângulos diferentes até que chegamos no Cânion da Ronda, ali podemos avistar os morros que formam a Serra do Rio do Rastro, é uma outra visão de um dos atrativos mais visitados do estado de Santa Catarina.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Do Cânion da Ronda em diante seguimos de ônibus até o mirante e restaurante Mensageiro da Montanha.

Ao chegar no mirante da Serra do Rio do Rastro, vimos que havia inúmeros turistas, então antes de ir lá capturar umas fotos da serra, resolvemos almoçar.

O restaurante serve todo o tipo de comida, o atendimento é muito bom, vale a pena o investimento, além do restaurante, há também uma pequena lojinha com artesanato e lembranças deste lugar incrível.

Depois de nos servirmos inúmeras vezes, era hora de ir contemplar a Serra do Rio do Rastro, enquanto fazíamos a digestão no sol. Assim terminou mais uma travessia de trekking entre as serras.

Serra da Veneza x Rio do Rastro
Foto: Luís H. Fritsch

Veja também:

Explore as estradas da Serra Catarinense

O melhor trekking do sul do Brasil

Travessia do Cânion Laranjeiras ao Cânion do Funil

Parque Estadual do Marumbi/PR

O Parque Estadual do Marumbi é um complexo de montanhas localizadas na Serra do Mar no estado do Paraná, região sul do Brasil.

A minha aventura começou no dia 31 de Agosto/2018, na cidade de Caxias do Sul/RS, fui convidado pela empresa de Turismo de Aventuras Sol de Indiada a fazer o que é hoje a trilha mais difícil do Brasil, realizada em um dia.

Saímos da cidade de Caxias do Sul por volta de 2:30 horas da manhã de sexta feira com 3 carros, a primeira parada foi para o café da manhã em Lages/SC, nada melhor que tomar aquele café da manhã especial vendo o sol nascer.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Embarcamos nos carros e seguimos viagem, rumo ao Paraná, descemos a Serra da Graciosa e paramos para almoçar no restaurante Casa da Graciosa na cidade de Quatro Barras/PR. Recomendo muito esse local, simples, aconchegante e muito bom.

Dali em diante seguimos para a Estação Ferroviária Engenheiro Lange, a estrada que leva para a estação é um tanto íngreme, não recomendada para veículos sem tração 4×4, essa estrada também faz parte do final do Caminho de Itupava.

Na estação Lange era hora de tirar as mochilas dos veículos 4×4 e colocar nas costas, seguir por uma trilha demarcada em meio a mata até a Estação Marumbi, a trilha tem aproximadamente 1000 metros de distância, um caminho fácil, mas muito bonito.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Já na estação do Marumbi, deixamos as mochilas cargueiras na administração da estação e seguimos com as mochilas de ataque para explorar o primeiro caminho, a trilha do Rochedinho. Essa trilha é nível fácil, sem grandes obstáculos, mas é necessário atenção de quem a percorre, pois em alguns pontos você passa por algumas cristas de montanha um pouco íngremes e vertiginosas.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Do alto do Morro Rochedinho é possível avistar as estações de trem e boa parte do complexo do Marumbi, a paisagem compensa o esforço da caminhada.

Lembre-se sempre de avisar os funcionários da administração do parque o lugar que você vai e quantas pessoas vão com você, isso é primordial para manter a segurança de todos dentro do Parque Nacional do Marumbi.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch
Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch
Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Depois de tirar algumas fotos no alto do Morro do Rochedinho, descemos por uma outra trilha que dá acesso ao famoso Viaduto do Carvalho (Viaduto que liga os túneis 4 e 5 da ferrovia Paranaguá-Curitiba. Assentado sobre 5 pilares de alvenaria e em curva, sua posição faz parecer que o trem flutua no vazio. É um dos cartões postais mais famosos do estado).

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Dali em diante seguimos pela estrada de ferro até a estação Marumbi, montamos as barracas, jantamos e por volta das 9:00 já estávamos todos acomodados para dormir.

Trilha do Pico Marumbi, considerada a trilha mais difícil do Brasil realizada em um dia!

Acordamos por volta de 5:00 horas da manhã, tomamos aquele café especial sem pressa, arrumamos as mochilas de ataque. Dentro da minha, continha cerca de 5 litros de água, 2 batatas doces, 200 gramas de amendoim, barras de cereais, de vestuário continha uma blusa x-power Solo Polartec e um corta vento Fearless Conquista Montanhismo, também levei 2 maquinas fotográficas para registar a aventura e lanterna de cabeça.

Às 7:00 da manhã demos início a caminhada, lembro de o guia Evandro Clunc falar assim “caminhe como um velho, chegue como um novo” tínhamos que caminhar devagar, mas progressivamente.

A trilha que escolhemos fazer foi a Noroeste (vermelha) para subir e alcançar os seguintes pontos: Abrolhos (1200 metros), Ponta do Tigre (1400 metros), Gigante (1497 metros) e Olimpo (1539 metros de altitude). A descida seria realizada pela trilha Frontal (Branca), veja o mapa abaixo para entender as trilhas:

Parque Estadual do Marumbi/PR

A trilha possui inúmeros trechos de escalaminhada, vias ferrata, cordas e correntes de fixação, além de tudo isso a muita vegetação aos arredores das trilhas, em alguns pontos é necessário agarrar-se nas raízes e arvores para subir ou descer algum obstáculo.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Karine Grison

Chegamos no Abrolhos em cerca de 2:30 horas de duração, uma subida um tanto inclinada, passando por cristas de morros e paredões gigantescos, a visão que se tem lá do alto (1200 metros de altitude) é incrivelmente linda, pode se falar que é recompensadora depois de tantos degraus e esforço físico para se chegar até lá.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch
Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Após alguns minutos retornamos a trilha vermelha com sentido a Ponta do Tigre, nessa parte da subida você passa pelo vale das lágrimas e chega na Catedral (tem este nome em função de um conjunto de pedras gigantescas encaixadas uma nas outras, formando uma especie de gruta enorme e imponente, neste local fizemos uma parada estratégica para repor energias.

Depois de muita subida, combatendo o medo de altura, enfrentando todo o terreno acidentado desse trajeto, chegamos a Ponta do Tigre, local onde escolhemos para almoçar.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Evandro Clunc

Sentado em um gigante bloco de pedra, avistamos o Abrolhos, podíamos ver pessoas no alto daquele morro como se fossem “cabeças de percevejo”, isto nos faz pensar, o quanto somos pequenos diante dessa grandiosidade da natureza chamado Marumbi. Devemos preservar ao máximo lugares como este, para que um dia nossos filhos possam se aventurar por lugares de tirar o fôlego como são estas montanhas paranaenses.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Cerca de 30 minutos depois seguíamos para o Gigante e Olimpo, notei que o caminho entre a Ponta do Tigre e o Olimpo era um pouco menos íngreme, mas o corpo já apresentava sintomas de cansaço. Ao chegar no cume de 1539 metros, fiquei aliviado, estava no alto do Marumbi, metade do percurso estava feito, ficamos ali por cerca de 20 minutos, a neblina era intensa, não avistamos nada além de nós mesmos.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Luís H. Fritsch

Era hora de continuar, agora seria o trajeto todo de descida, aí você se pergunta! “Agora ficou fácil, na descida todo o santo ajuda”. Digo a vocês, descer trilhas é muito mais difícil que subir, pois na descida todo o seu peso + mochila com carga está apoiada em suas pernas, joelhos e pés, é preciso tomar muito cuidado ao transpassar obstáculos, sejam eles de via ferrata, degraus ou pedras lisas, pois é muito fácil ocorrer lesões, descemos tranquilamente pela trilha Frontal (Branca).

O caminho de volta é bem mais curto do que o da ida, mas é mais íngreme, é necessário muito cuidado nas vias ferrata, desci devagar, olhando em cada lugar onde afirmar os pés, mãos e combatendo constantemente o meu medo de altura.

Parque Estadual do Marumbi/PR
Crédito: Evandro Clunc

Essa aventura não deve ser realizada por pessoas sem preparo físico, não é indicada para pessoas com problemas de articulações ou sobrepeso. Para aqueles que querem se desafiar e combater seus medos essa é a trilha perfeita para você testar seus limites físicos e psicológicos.

Chegamos no acampamento por volta de 18:30 minutos, foram cerca de 6:30 minutos subindo e 5:00 descendo, isso em 11, 42 quilômetros, posso dizer com todas as convicções que essa trilha pode ser considerada a mais difícil do Brasil realizada em um dia.

Desbravando o Complexo Marumbi/PR


Caso você tenha interesse em fazer essa aventura com a gente, inscreva-se na edição 2019!

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

Se você é o tipo de pessoas que adora praticar aventuras na natureza, sem deixar o conforto de lado, então esse travesseiro Naturehike ultralight é para você.

Pesando cerca de 83 gramas e ultra compacto é um dos itens que não podem faltar dentro da sua mochila de aventura, para que possamos realmente aproveitar os dias na natureza, precisamos ter uma boa noite de sono.

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

O travesseio Ultralight Aeros é construído com 80% em poliéster e 20% de TPU (termoplástico de Poliuretano), medindo cerca de 42 x 49 x 11 cm aberto e 10 x 6 cm fechado, é um travesseiro extremamente leve e durável.

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

O travesseiro Ultralight Aeros Naturehike é facilmente inflado e desinflado graças a uma super válvula de dublo acionamento, isto quer dizer que, quando estiver inflando o travesseiro ele não esvaziará entre uma soprada e outra.

Como Funciona?

Abra a tampa da válvula e sopre o ar para dentro até que esteja totalmente inflado, caso queira maximizar o seu conforto, você só  precisa dar pequenos toques em um botão no meio da válvula para permitir a saída de ar, caso queira desinflar o travesseio aperte o botão por completo.

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

Avaliação completa

Já estamos usando esse modelo de travesseiro a cerca de 4 meses, em acampamentos, viagens de carro e ônibus e podemos dizer que é um item indispensável para usar em viagens, usar o travesseiro Ultralight Aeros é uma sensação tão boa que parece que estamos dormindo em casa.

O seu design anatômico possibilita maior conforto ao usuário, ao deitar no travesseiro dá para sentir um toque aveludado o que é muito bom, em dias frios esse revestimento ajuda a manter o corpo aquecido durante a noite.

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

Um detalhe interessante sobre o modelo é que, ao ser inflado o travesseiro pode ficar inúmeros dias sem esvaziar, a válvula tem funcionamento perfeito, sem deixar vazar ar pela válvula.

Outro ponto positivo sobre o travesseiro Aeros é a sua capacidade de compactação, quando colocado dentro do seu saco de armazenamento tende a ser menor que a palma de uma mão.

Aí você deve estar pensando! Com todas estas qualidades de materiais, peso e compactação o preço deve ser alto?

Este modelo de travesseiro foi adquirido em parceria com a loja Patos do Sul, na loja você encontra esse produto pelo valor de R$ 99,00 reais, este valor pode mudar de acordo com a variação do Dólar, lembrando que a marca Naturehike é chinesa e importada para o Brasil através da Alta Montanha.

Travesseiro Ultralight Aeros Naturehike

Em todas as nossas avaliações não achamos nenhum ponto negativo no travesseiro Ultralight Aeros Naturehike, ele de fato é um equipamento que proporciona muito conforto no camping e viagens, além de ser muito leve,prático e durável.

Cascata do Bordin

A Cascata do Bordin está localizada dentro da propriedade da família Bordin, no município de Flores da Cunha/RS – Brasil.

O acesso a parte de cima da Cascata do Bordin encontra-se fechada no momento, mas é possível contemplar a sua beleza pelos caminhos que levam a parte de baixo da queda de água.

Com aproximadamente 80 metros de altura, as águas dessa cascata despencam entre os paredões da serra gaúcha, formando inúmeras outras cachoeiras pelo caminho até chegar no Rio das Antas.

Há duas maneiras de conhecer esse atrativo turístico no interior da cidade de Flores da Cunha, à primeira delas é pelo Mirante Gelain, onde você pode visualizar boa parte dos vales e montanhas que compõem a serra gaucha, em uma vista panorâmica.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch
Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

Para os mais aventureiros é possível descer até a base da cachoeira, e contemplar essa beleza natural por um outro ângulo.

A trilha que dá acesso a Cascata do Bordin está dentro do Mirante Gelain, falando com o administrador Marcos é possível percorrer o caminho sem auxílio de um guia especializado.

Recomendamos que para facilitar o trajeto até a queda de água você vá com alguma pessoa experiente em trilhas e que conheça a região, nunca vá sozinho fazer trilhas na natureza.

O caminho para a Cascata do Bordin possuí um grande desnível, já nos primeiros metros da trilha vem o primeiro desafio, passar por meio de uma fenda rochosa, seguindo pelo trajeto marcado você descerá margeando o paredão que fica do lado direito.

Logo em seguida vem o segundo desafio, descer uma trilha inclinada segurando uma corda (a corda está fixada ali sempre), logo após você terá que descer por uma escada fixada no paredão.

Se você sofre de problemas nas articulações, medo de altura ou problemas cardíacos não recomendamos fazer essa trilha.

Depois de descer a escada você verá uma bifurcação de trilhas, siga pelo lado esquerdo, neste trecho deve-se prestar muita a atenção, pois há pedras de todos os tamanhos, muito cuidado para não torcer o pé entre uma pedra e outra.

A trilha segue assim até chegar em um ponto onde é necessário prender uma corda para descer com mais segurança, dali em diante a trilha leva até a base de uma pequena cachoeira de aproximadamente 6 metros de altura.

Para acessar a Cascata do Bordin, você terá que cruzar o rio, muito cuidado nesta hora, pois a passagem se dá entre essa cachoeira de 6 metros e um tobogã natural gigante de águas cristalinas que descem em velocidade formando uma outra cascata de mais de 30 metros de altura aproximadamente. Para sua maior segurança, recomendamos esticar uma corda de um lado a outro do arroio.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A Trilha segue na margem direita do arroio, subindo um caminho através de pedras gigantescas e lisas, muito cuidado para não escorregar e vir a sofrer alguma torção.

Ao chegar na Cascata do Bordin, o visual é de tirar o fôlego, águas cristalinas despencam pelo paredão cerca de 80 metros, estar ali presenciando o poder das águas nôs faz pensar o quanto somos pequenos em relação a natureza que nos cerca.

Cascata do Bordin
Crédito: Luís H. Fritsch

A trilha toda é de nível moderado, pois a inúmeras pedras lisas e soltas, em alguns pontos é necessário segurar-se em árvores e usar cordas para apoio.

Lembre-se de sempre estar com calçados adequados para trilhas e pré amaciados, aqui em nosso site você pode conhecer os melhores calçados para trilhas e aventuras, acesse.

Cascata do Bordin
Tênis Salomon Speedcross 4 – Crédito: Luís H. Fritsch

Salto do Segredo

Procurando um lugar tranquilo e ainda pouco conhecido pela maioria das pessoas, então você precisa conhecer o Salto do Segredo e a Cascata do Moinho.

Localizadas na cidade de São Pedro da Serra/RS – Brasil, divisa com a cidade de Salvador do Sul é possível fazer um Hiking (caminhada) até essas duas quedas de água.

A trilha tem aproximadamente 2,8 quilômetros de extensão, o seu começo se dá pela estrada branca como é conhecida, para acessar a cascata do Moinho você terá que deixar o seu veículo nas margens da estrada e percorrer até próximo a ponte do Arroio Boa Vista, onde existe uma pequena rua fechada por um arame. Não esqueça de pedir autorização para os moradores locais para acessar as cascatas.

A Trilha que leva a Cascata do Moinho e Salto do Segredo é de nível fácil, mas é preciso bastante atenção durante o percurso, a primeira construção que é avistada é um moinho antigo abandonado no meio na mata, abaixo dele se encontra a Cascata do Moinho, para descer até a sua base você terá que seguir em frente e dobrar em uma trilha à esquerda, haverá uma descida um tanto íngreme e com pedras lisas, em um dos pontos é necessário usar corda para se firmar.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch
Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

A queda de água possui aproximadamente 25 metros de altura, em dias de muito calor é possível banhar-se na cachoeira e no arroio, também há uma pequena trilha que leva para trás da Cascata do Moinho.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

Para acessar o Salto do Segredo é preciso retornar pela trilha principal e seguir a trilha para o lado direito, sega o caminho por onde antigamente era uma estrada para carroças.

Acompanhando o arroio Boa vista você verá a crista do Salto do Segredo, a trilha que segue para a base dessa queda de água é íngreme e possui inúmeras pedras soltas, deve tomar muito cuidado para não escorregar.

Já na base do Salto do Segredo a visão é de tirar o fôlego, um lugar tranquilo, com águas límpidas em meio a natureza ainda intocada, é de fato um lugar incrível para visitar com os amigos e família.

Salto do Segredo
Crédito: Luís H. Fritsch

O Salto do segredo é um local muito preservado, por isso quando fores visitar lembre-se de não deixar lixos, ajude a preservar lugares como este, assim as futuras gerações também poderão aproveitar dessa natureza incrível.

Abaixo o mapa de toda a trilha que percorremos:

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Estância Pé da Serra

Apresento a vocês um dos lugares mais belos do Sul do Brasil, localizado ao Pé da Serra do Rio do Rastro, essa que é uma das mais lindas estradas do mundo.

A Estância Pé da Serra está localizada na cidade de Lauro Miller/SC, conta com uma ampla infraestrutura para atender os mais diversos públicos, desde atividade com escolas, escoteiros, viajantes, aventureiros, montanhistas e claro com a família toda.

Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch

Estrutura:

O local possui diversos tipos de acomodações, dentre eles estão, camping estruturado e casas rusticas feitas de madeira nobre que acomodam inúmeras pessoas.

A estância conta ainda com banheiros masculino e feminino divididos, chuveiros quentes, cozinha completa e geladeira em todas as acomodações.

Esportes e Lazer:

Na estância Pé da Serra a inúmeras opções de lazer, podendo o turista fazer diversas trilhas em meio a mata atlântica, uma delas leva à uma cachoeira escondida de aproximadamente 100 metros de altura, as trilhas são bem marcadas, caso você não se sinta seguro de percorre-las sozinho, a funcionários que podem lhe acompanhar.

No lugar também é possível fazer turismo rural, passeios de quadriciclo e pesca esportiva.

Para quem gosta de andar de bike, o local é perfeito para aventurar-se pelas estradas coloniais sempre com vista das cristas e montanhas da Serra Geral.

Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch
Estância Pé da Serra
Crédito: Luís H. Fritsch

O que mais chama a atenção na estância Pé da Serra é o visual que se tem principalmente no amanhecer e fins de tarde, a fazenda está a cerca de 750 metros de altitude, de onde é possível ver grande parte da Serra Geral e a famosa Serra do Rio do Rastro.

Se você é uma pessoa que procura um bom lugar para passar os fins de semana, recomendamos conhecer e se encantar com a estância Pé da Serra!

Informações de contato:

Para mais informações você confere no site Estância Pé da Serra, converse com o proprietário Mercilo João Rigor.- pelo contato via e-mail: contato@estanciapedaserra.com.

Telefone: (48) 9-9166-9223

Bastão Trail Lite Naturehike

Hoje apresento a  avaliação completa dos bastões de caminhada Trail Lite da marca Chinesa Naturehike, estes são um dos mais leves e baratos vendidos nacionalmente.

O bastão Trail Lite pesa cerca de 255 gramas cada, é um excelente equipamento para iniciantes de atividades ao ar livre, pode ser usado para atividade como: hiking, trekking e trail running.

Construído com liga leve de alumínio 6061 e com ponteira de ferro, seu acabamento é em EVA para uma melhor absorção do suor gerado pelas suas mãos, possui ainda fita de punho ajustável.

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Medindo 62 a 135 cm, o bastão Trail Lite possui fácil ajuste, para aumentar ou diminuir o tamanho do bastão é preciso abrir a alavanca, escolher a medida e depois fechar a alavanca, para um ajuste mais seguro, você terá que apertar um pouco mais o parafuso que se encontra atrás da alavanca, veja a imagem abaixo:

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Especificações técnicas:

  • Material corpo: Liga leve de alumínio 6061
  • Material da alça: EVA
  • Material da ponteira: Aço
  • Comprimento: 62-135 cm
  • Peso: 255 g

Avaliação completa:

Já estamos usando esse modelo de bastão a cerca de 3 meses, percorremos trilhas em Santa Catarina, travessias de trekking de inúmeros dias e também usamos para fazer canioning (caminhada por dentro do leito do rio).

O bastão de caminhada Trail Lite Naturehike é sem dúvida o melhor custo benefício para iniciantes no mundo das aventuras, custa aproximadamente R$ 79,00 cada, é leve e muito fácil de usar.

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Onde comprar: Loja Patos do Sul

Mas como nada na vida é perfeito, o equipamento também carece de aprimoramentos, dependendo da ótica de cada aventureiro e de como ele será utilizado.

Notamos que a liga de alumínio usada neste equipamento é de certa forma frágil, quando usado para travessias longas, onde o aventureiro tem que carregar uma mochila cargueira pesada, conforme for o uso do equipamento, ele pode entortar ou no pior dos casos quebrar.

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

O bastão de caminhada Trail Lite é telescópio e é composto por 3 partes e duas alavancas de travamento, a primeira parte é colada na primeira alavanca e as outras duas partes fazem o ajuste de altura desejado. Para entender melhor veja as imagens abaixo:

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Em nossa última travessia de trekking por Santa Catarina, aconteceu algo um tanto inacreditável, estávamos passando por um grande atoleiro, ao usarmos o bastão como apoio durante a travessia desse obstáculo, algo se descolocou entre a primeira parte e a alavanca! Aconteceu que quando puxamos o bastão para dar o próximo passo a parte de cima do bastão de caminhada se soltou e o restante ficou no atoleiro. por algum momento pensei! “A deve ter sido um problema de fabricação”, aí meu amigo que estava junto, aconteceu a mesma coisa.

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

Tirando estes dois pequenos detalhes que nos aconteceu, os bastões Trail Lite Naturehike são uma ótima opção dentro do mercado brasileiro.

Você conhece os benefícios de usar bastões de caminhada?

Bastões de caminhada Trail Lite Naturehike

O bastão de caminhada tem-se tornado um equipamento obrigatório para muitos desportistas que praticam longas caminhadas, sendo muito útil também para quem leva a mochila nas costas. Existem vários estudos que demonstram que o esforço da caminhada usando bastões é mais repartido entre os diversos membros bem como pelo resto do corpo, sendo um fator importante na redução de cargas de força exercida sobre a coluna vertebral, nas costas e sobretudo nos joelhos…Leia mais!

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

Hoje venho apresentar a vocês um dos calçados mais robustos da marca francesa Salomon, a Bota X Ultra Trek GTX W é um calçado destinado para atividades de hiking (caminhas leves), Trekking (caminhas longas por vários dias na natureza), podendo ser usada na neve ou não.

O modelo avaliado aqui é feminino, pois a aqui no Brasil os representantes da marca, não estão mais fornecendo a numeração 38 para o público masculino.

A bota X Ultra Trek GTX W  é composta por 45,9 % em couro, 38,4% em couro sintético e 15,7 de tecido isso garante a ela ser uma das botas mais leves do mercado outdoor com 1060 gramas o par aproximadamente.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

Tecnologias empregadas

Goretex é uma das melhores membranas impermeáveis e respiráveis do mundo, ela faz o trabalho mais difícil dentro do calçado impedindo a água de entrar no interior da bota e retira o suor gerado pelo aquecimento dos seus pés.

Entenda melhor:

Imagine a membrana Goretex como uma peneira, com inúmeros orifícios, estes são menores que uma gotícula de água, dessa maneira a água não entra para o interior do calçado e possibilita a retirada do suor.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W
Trilha do Canto da Lagoa/SC

Ortholite está presente nas palmilhas, esta é fabricada em espuma específica com EVA, tem a função de proporcionar um ambiente seco e saudável para seus pés. Além disso a palmilha se mantem resistente com o passar dos anos, sem ao menos se deformar.

Advanced Chassis está presente entre a sola e a palmilha da bota X Ultra Trek GTX W, tem como principal função de maximizar o controle de movimentos e ajudar na tomada de impulsos durante as trilhas, além disso ainda aumenta a estabilidade e eficiência em cada pisada. Em outras palavras este chassis faz com que seu pé se comporte de maneira correta e evita que você pise de maneira errada, aumentando a vida útil do solado e fazendo com que o desgaste seja de forma padrão.

O Solado Contagrip, produzido pela Michelin, é um dos mais duráveis disponíveis hoje no mercado. Com no mínimo 800km de vida útil, o Contagrip foi projetado à partir de várias combinações diferentes de dureza, oferecendo a perfeita aderência e durabilidade para cobrir terrenos mistos. Projetado especificamente para terrenos desnivelados estes solados são testados em campo e os resultados satisfazem até o mais exigente dos aventureiros.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

Essa bota possui o cano mais alto do que a maioria dos modelos da Salomon.

Avaliação completa:

Já se foram seis meses aproximadamente de testes com a bota X Ultra Trek GTX W Salomon, testamos ela na areia, praias e por muitas trilhas na grande Florianópolis/SC, usamos também em inúmeras trilhas aqui na serra gaúcha e algumas travessias de trekking pelo Cânion Espraiado. Já percorremos desde então uns 300 km aproximadamente.

Geralmente caminhar em regiões de cânions é um misto de aventuras, pois na grande maioria dos cânions do sul do brasil possui uma vegetação rasteira conhecida como “turfeiras” estas são sempre encharcadas. Durante a nossa travessia de 4 dias no Campo dos Padres e Cânion Espraiado a bota se manteve seca na parte interna, atravessamos mais de 20 km sobre turfeiras, poças de lama e riachos, e nenhuma gota de água entrou.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W
Cânion Espraiado/SC

O que geralmente acontece quando usamos botas com membrana impermeável/respirável Goretex, conforme for a temperatura no local, somando a quantidade de horas de caminhada, os pés incham e suam um pouco, mas nada em exagero.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W
Morro do Lampião/SC

Quando for adquirir um calçado para trilhas, lembre-se de sempre usar um número maior que o habitual, dessa maneira você sentirá mais conforto nas trilhas, principalmente nas subidas e descidas íngremes.

Um dos inúmeros pontos positivos dessa bota, é o amortecimento de impactos, quando estamos usando mochilas cargueira, ela distribui muito bem o peso do corpo, os passadores dos cadarços são de metal, o que garantem melhor amarração, evitando assim que se soltem ou quebrem com o passar dos anos.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

A bota X Ultra Trek GTX W Salomon é muito leve, confortável e robusta, possui boa estrutura no calcanhar, nas laterais e na biqueira que impedem que você venha torcer o calcanhar durante alguma atividade esportiva.

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W

O único ponto negativo que encontramos nesse modelo, é o seu alto valor de mercado, cerca de R$ 1.399,00 isso conforme for a variação do dólar, pois sabemos que o modelo é importado da França.

Caso você queira adquirir este modelo de bota, entre em contato com a nossa loja parceira Patos do Sul, localizada na cidade de Caxias do Sul/RS – Brasil. Nosso querido público leitor tem descontos especiais na loja, para ganhar este desconto, você só precisa nos encaminhar um e-mail para luis@trekkingrs.com .

Bota Salomon X Ultra Trek GTX W