Review – Bastões de Caminhada Actos da AZTEQ!

Os bastões de caminhada Actos se bem utilizados, podem ser equipamentos com grande utilidade no Trail Running. No entanto, muita gente tem preconceito e acham que são peças inúteis.

bastões de caminhada Actos
Bastões de caminhada Actos – Azteq/Créditos: Clic Run

Sou adepta ao uso dos bastões de caminhada Actos desde o início do ano passado, quando comprei um par da marca AZTEQ, na Loja Patos do Sul. No entanto eu mesma confesso que antes disso achava uma frescura a utilização dos mesmos, mas comecei a mudar de ideia depois de ter uma experiência na Maratona do Vinho e observar de perto diversos corredores utilizarem este simples, porém revolucionário equipamento.

Amigos corredores me questionam, sobre quais são as vantagens de utilizar os bastões, durante o trail running. São muitas eu diria, mas as principais consistem em:

  • Proporcionar melhor equilíbrio e rendimento durante a corrida;
  • Diminuir (e muito) o esforço nas subidas, transferindo parte dele para os seus ombros, costas e braços. Reduzindo consideravelmente o stress nos joelhos e outras articulações;
  • Verificar a estabilidade do terreno antes de prosseguir e também para averiguar a presença de cobras ou outros animais, dependendo do local onde esteja correndo;
  • Auxiliar na travessia de cursos d’água.

Mas, para isso é preciso saber como usar o bastão! Não adianta em nada ter o equipamento e não saber usá-lo. Vejo muitas vezes as pessoas apenas os conduzindo, sem se apoiar de fato neles. Desta forma, ao invés do bastão melhorar o rendimento, ele apenas gera mais cansaço.

A primeira coisa a se fazer é saber como regular o bastão à sua altura. Ao contrário como pensam alguns, bastões não tem tamanho P, M e G; eles têm tamanho universal e servem para pessoas de todas as estaturas. É necessário, no entanto saber regular ele quanto a sua altura.

Para isso, existem algumas regras:

Primeira – os bastões devem ser da altura do alto da palma da mão, quando o braço está ao lado do corpo, com o antebraço estendido à sua frente e o cotovelo sendo mantido a 90 graus.

Segunda – existe, ainda, uma forma matemática e mais precisa de definir a altura do bastão. Obtenha sua altura em centímetros (cm). Agora, coloque sua altura em centímetros na seguinte fórmula:

ALTURA EM CM x 0,68

Exemplo: 167 cm x 0,68 = 113,56 ou 114 cm, como normalmente as marcações dos bastões são de 5 em 5 cm, deve-se ajustar pra o 5 ou 0 mais próximo, neste caso, 115 cm. O resultado será em centímetros a altura ideal do seu bastão.

Bastões de caminhada Actos
Créditos: Anelise Leite / Clic Run

Se você tem os bastões, eles deverão servir como pontos de apoio como são suas pernas. Desta forma, você sempre tem mais locais para se apoiar e assim distribuir o peso do corpo. Para usá-los mais eficientemente como pontos de apoio, você deverá usar os bastões antecipando sua movimentação, ou seja, primeiramente mova os bastões e só depois suas pernas.

Agora que vocês já sabem os benefícios de usar os bastões e como usá-los corretamente, apresento os Bastões de caminhada Actos da AZTEQ.

Inovador, o ACTOS é para aqueles que precisam de um bastão de alta durabilidade e de fácil utilização paras as suas aventuras. Ele é leve (320 gramas) e resistente; produzido em duralumínio, com partes e peças em plástico ABS, ponteira em aço e empunhadura de TPR.

Bastões de caminhada Actos
Créditos: Jasmine Benato

Permite ajuste de altura, variando de 1,05 m até 1,35 m com ele montado, desmontado não passa dos 30 cm. Seu grande diferencial é o sistema com cabo de aço interno, que auxilia na rápida montagem.

Bastões de caminhada Actos
Créditos: Jasmine Benato

Formado por 4 estágios, com sistema de trava rápido e marcação em centímetros para regular a altura no quarto estágio. Além disso o modelo é acompanhado por uma pequena cinta de velcro que ajuda no armazenamento e alça para o punho.

Bastões de caminhada Actos
Créditos: Jasmine Benato

Para os novatos com bastões de caminhada Actos, vale lembrar que a fita de punho é mais importante do que a empunhadura em si. Se você segurar a empunhadura com força, o pulso ficará sobrecarregado “travando” os músculos do braço. Por isso, a força deve ser compensada entre o grip e a fita de punho.

Bastões de caminhada Actos
Créditos: Jasmine Benato

A melhor forma de segurar a fita de punho é encaixando-a no V da mão (por trás do polegar, passando pela costas e palma). É importante também, ajustar a altura da fita de forma a deixar as mãos na mesma direção (altura) da empunhadura.

Devemos ter o entendimento de que os bastões não vão nos tornar mais rápidos, mas sim, mais seguros e equilibrados, além de amenizar os impactos nas articulações e nos grupos musculares envolvidos diretamente na corrida.

Dica extra: apesar do bastão ser vendido de forma unitária, o ideal é o uso do par. Desta forma você fica ” 4 x 4″ e divide o peso de forma adequada.

Tudo sobre os bastões de caminhada

Existem vários estudos que demonstram que o esforço da caminhada usando bastões é mais repartido entre os diversos membros bem como pelo resto do corpo, sendo um fator importante na redução de cargas de força exercida sobre a coluna vertebral, nas costas e sobretudo nos joelhos. É sobretudo nas zonas de maior declive que a sua influência se faz sentir como fator de potencial equilíbrio do corpo e nos movimentos e da distribuição corporal do esforço. Em pisos mais irregulares ou com neve e gelo facilitam o equilíbrio e a progressão. Também contribuem para a manutenção de uma postura mais correta, contribuindo num ciclo respiratório mais intenso e ativação da circulação sanguínea.. Leia mais!

Inauguração do espaço CURTLO BR na Loja Patos do Sul!

Quem acompanha meus textos aqui pelo site, sabe que na maioria deles cito a Patos do Sul e a CURTLO BR, como referências de lojas de artigos e vestuário para a prática de esportes outdoor.

Curtlo BR

A CURTLO BR atualmente é detentora de um portfólio de, aproximadamente, 230 itens, sem contar as variações de cores e tamanhos. São produtos que variam de bolsa de selim, até mochila cargueira, passando pelo desenvolvimento de peças técnicas de vestuário que privilegiam bikers, montanhistas e amantes das atividades ao ar livre. Se a CURTLO é hoje uma das principais marcas do mercado outdoor no Brasil, foi graças ao espírito empreendedor e a insistência de Fernando, aliado ao apoio e dedicação incondicional de Verônica, sua parceira nos negócios e na vida. Como o próprio fundador da CURTLO disse, nós não viemos para o mercado outdoor, nós sempre estivemos nele!

Acesse o site da marca e conheça seus inúmeros produtos.

Curtlo BR

A PATOS DO SUL, está no mercado à cerca de 9 anos e surgiu através de uma viagem que o casal Helen e Darci (in memoriam) fizeram para a Patagônia (seria um mês de viagem). Para economizar com ligações, o casal teve a ideia de criar um blog, na hora de escolher o nome, veio à tona uma brincadeira que faziam, quando entravam na Land Rover, na sexta à tardinha. O Darci pedia à Helen “Pra onde os patos vão voar?”, numa referência aos Duck Tales – Caçadores de Aventuras. Era uma brincadeira entre o casal, aí o blog virou Patos do Sul! 

Após algum tempo, já com a lojinha de aventura acabando de nascer, Helen e Darci foram num evento de Mountain Bike e levaram um gazebo e alguns produtos para vender. Como etiquetas, usaram uns cartões bem artesanais do blog.”Depois quando chegávamos a outros eventos, o pessoal dizia: ‘Os Patos do Sul estão ali!’ ou ‘Tem lojinha dos Patos do Sul!’ e, por uma inercia ou simpatia – pelo nome, acabou pegando!” relembra a proprietária Helen Hertzog.

Os primeiros produtos comercializados na loja Patos do Sul foram roupas de ciclismo e segundas pele da Curtlo.

No último sábado (dia 08) a Patos do Sul, inaugurou o espaço Curtlo em suas dependências. O ambiente conta com diversas peças de vestuário para ciclistas, corredores e aventureiros no geral; itens de lançamento como a calça-bermuda trail EC50+; além de dezenas de mochilas de hidratação, mochilas cargueiras e a clássica bolsa de selim – primeiro produto criado pela Curtlo à cerca de 25 anos atrás.

Curtlo BR
Créditos: Lucas Ferreira (Da esquerda para a direita: Helen Hertzog – Proprietária da Patos do Sul, Eu, Daycce Gonsalves, e equipe de vendas da Patos do Sul).

Vale lembrar que desde o início, Funcionalidade, Ergonomia e Durabilidade formam o tripé que move a marca. Sempre incentivando as pessoas a experimentarem algo diferente, utilizando um equipamento de qualidade.

O evento reuniu diversos aventureiros de Caxias do Sul e região, além do pessoal do Trekking RS e galera da Sol de Indiada – que presenteou os participantes com um belíssima caminhada (Trilha dos Dinossauros), no interior de Caxias do Sul.

Curtlo BR
Créditos: Elio Abe
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch
Curtlo BR
Créditos: Luís Henrique Fritsch

Veja todas as fotos desse belíssimo evento acessando o álbum do Flickr.

Finalizando deixo o meu grande agradecimento à:

CURTLO BR por ter me dado a honra de representá-los aqui no Rio Grande do Sul, e por poder fazer parte do #TeamCurtlo ao lado de grandes atletas/amigos.

PATOS DO SUL por todo o apoio desde o tempo em que começei a competir nas corridas de aventura até os dias atuais. Darci e a querida Helen sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

“Nossa inspiração define aquilo que temos de mais nuclear. Ela emerge das crenças e dos propósitos essenciais, que norteiam as tomadas de decisões e proporcionam uma atitude diferente em relação à vida! Nossa inspiração traduz nossa visão de mundo, define nosso jeito de ser e influência a forma como construímos e cultivamos nossos relacionamentos.” – CURTLO BR

Chico, o treinador de grandes atletas de corrida!

Dedicamos uma grande parte das nossas vidas ao nosso trabalho, e embora algumas pessoas se conformem em sobreviver, outras fazem do seu trabalho uma forma de vida, conheça a história do mestre da corrida.

Certamente você já encontrou algumas dessas pessoas que amam o seu trabalho. São profissionais que dão o melhor de si mesmos como pessoas, sem descuidar dos aspectos mais importantes da sua profissão.

Conheci (virtualmente) o treinador/professor de Educação Física, Francisco Rainone Junior (48), no início do ano quando escrevi aqui no site uma matéria sobre a sua atleta Jasieli Tagliari Dalla Rosa – atual recordista feminina da TTT (Travessia Torres Tramandaí) com o tempo de 6h 56min.

Treinamento de Corrida
Foto: acervo pessoal

Desde então, comecei a acompanhar seu trabalho como treinador de alguns atletas e amigos em comum. E  fico impressionada com a forma como ambos se relacionam.

Chico, como é carinhosamente chamado pelos seus amigos e atletas, iniciou a sua carreira de treinador há 35 anos. Foi na escola com seu professor de Educação Física, que descobriu que amava correr e participar das aulas.

“Diversas aulas eram feitas correndo em volta do quarteirão do colégio, onde acabei me destacando como um bom atleta de velocidade e fui encaminhado para treinar no Sport Clube Internacional. Por lá havia um treinador que me ensinou muito e foi meu segundo pai…” 

Naquela época Francisco descobriu o que queria fazer e sabia quem um dia teria uma oportunidade. E esse dia chegou em 2003, quando o Gerente de uma academia o convidou para assumir o clube de corrida.

 “Nesta academia, havia um grupo de corrida em dois turnos (manhã e tarde) e o professor precisava orientar os treinos e correr junto com os alunos pelas ruas da cidade. Na época eram poucas academias que tinham clubes de corrida e existiam poucas assessorias de corrida e uma meia dúzia de treinadores na cidade.”, relembra Chico.

Foi assim que tudo começou, o clube de corrida deu certo, o mercado do running cresceu muito (tanto provas de asfalto como de trail). Francisco se tornou atleta de endurance na época e começou a correr ultramaratonas de esteira, asfalto e montanha.

“Como treinador e atleta começou uma procura pelo meu trabalho, de alunos e atletas para os mais diversos desafios. Assim me especializei em treinamento de ultra atletas e corredores de montanha.”

Hoje ele treina 50 atletas na Assessoria Team Ultra Chico e cerca de 30 na academia Cia Athletica, entre iniciantes e Ultramaratonistas.

Treinamento de Corrida
Foto: acervo pessoal

Quando questionado sobre as conquistas de seus atletas, e a que mais tenham lhe marcado, Chico é rápido em responder:

“Não existe uma que marcou mais! Todos os atletas que se dedicam, priorizam seu tempo e seu esforço físico e mental ao treinar; chegam ao seu objetivo, transformam sua vida, vivem com saúde e felizes…Quando eles concluem provas, seja qual for a distância, acabam me emocionando e me fazendo muito feliz!”

Recentemente Francisco passou por um problema de saúde e seus atletas prestaram lindas homenagens. Mostrando que além do vínculo profissional, existe uma grande afeição. Perguntei ao Chico o que essa “união” representa a ele:

“Eu diria que representa uma família, uma grande e valiosa parte da minha vida, meus atletas são pessoas extraordinárias, preciso estar sempre mais com eles. Transmitem-me uma energia e carinho que não tem tamanho e estiveram em uma corrente de orações que me deram uma força gigante nesse meu maior desafio até hoje, que foi a cirurgia cardíaca. Não tenho palavras para agradecer a eles.”

Outra grande e valiosa parte da vida, do treinador é sua companheira Vivi Souza. Em um feriado de carnaval, enquanto muitos festejavam e brindavam em festas e folias, Vivi foi com seu grupo de corrida fazer um treino de morro, já previamente combinado com sua treinadora Aline e o treinador Francisco – que até então, ela só conhecia por nome.

“A partir daí veio um convite para um treino, convite para uma prova…e devagar, com muito carinho e alguns quilômetros, foi nascendo um belo e verdadeiro sentimento. Vamos completar dois anos juntos, pouco tempo, mas de uma cumplicidade, cuidado, amor e querer bem de ambas as partes.”  relembra Vivi.

Treinamento de Corrida
Foto: acervo pessoal

Chico é um treinador responsável, dedicado e atencioso. Que pensa, estuda, elabora, planeja…cada detalhe, para o crescimento e evolução de seus atletas! Grande conhecedor da teoria e prática deste mundão das corridas, que se emociona e vibra com as conquistas pessoais de cada um.

Segundo Vivi – e sem dúvidas toda a sua família, amigos, atletas… – Chico é:

“Um atleta cheio de histórias pessoais, que prende as pessoas no olhar com tamanha experiência e conhecimentos quando relata suas aventuras que carregam km´s de emoções. Um homem sincero e guerreiro, que já atravessou situações difíceis, mas sempre soube dar a volta por cima com um sorriso largo no rosto e um coração que pulsa e vibra pelas vitorias e conquistas, mas sobre tudo pelo recomeço, pela hombridade, generosidade, gratidão e alegria de viver neste mundo do esporte que tanto o faz feliz. Hoje vejo no Chico uma fortaleza, seguro de si, da sua profissão e de seus valores.”

Treinamento de Corrida
Foto: acervo pessoal

“Amar a vida através do trabalho é partilhar do segredo mais íntimo da vida.” – Khalil Gibran –

Última etapa Trilhas & Montanhas 2018

Localizada no Vale do Paranhana e também conhecida por ser a “Capital Nacional da Cuca”, a cidade de Rolante sediou a 7ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas – Cascatas e Montanhas e Final do CGCTM 2018, que ocorreu no último sábado (dia 24).

A prova teve percursos de 5, 16 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. E contou com a participação de mais de 700 atletas de diversas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina – Brasil.

O local da largada/chegada da prova foi o Caminho das Pipas, que está localizado no 4º Distrito de Rolante, numa localidade denominada como Boa Esperança. Seu trajeto é composto por sete propriedades rurais onde é possível experimentar e comprar, além dos vinhos, uma infinidade de produtos artesanais, como pães, cucas, salames, queijos e doces.

A Boa Esperança localiza-se a cerca de 17 quilômetros do Centro de Rolante e conta com uma população predominantemente italiana. E uma das principais características da comunidade é a hospitalidade. Na largada, durante o percurso, nos pontos de apoio, na chegada…na compra dos lanches, os atletas foram muito bem recepcionados com a alegria e o carinho da comunidade.

Fechando o calendário de provas do CGCTM 2018, os atletas puderam se divertir muito nos 3 percursos da prova, que foram marcados por muita chuva, barro, trilhas e belíssimos cenários do interior da cidade.

Trilhas
Créditos: Anelise Leite – ClicRun

Os corredores da distância longa “escalaram” o Parque Municipal da Asa Delta ou Morro Grande (como é popularmente conhecido) é o ponto culminante do município, com 841 metros de altitude, sendo utilizado tanto para contemplação e lazer, como para prática de atividades como asa delta e paraglider.

Trilhas
Créditos: Anelise Leite – ClicRun

Após 7 etapas, 7 grandes desafios, que ocorreram (respectivamente) nas cidade de: Farroupilha, Tupandi, Sério, Arroio do Meio, Nova Roma do Sul, Igrejinha e Rolante. Chegou ao fim o Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas & Montanhas 2018.

Trilhas
Créditos: Leonardo Kappel

Hoje, com mais de seis anos à frente da L&E Eventos Marketing Esportivo, Luís Leandro Grassel destaca a importância de terem sido pioneiro na realização de eventos esportivos de corridas em trilhas e montanhas no Estado e verem nos dias atuais que os vários eventos, grupos de corrida e principalmente o grande número de pessoas que correm Trail Run, vieram de seu fomento e difusão da modalidade esportiva.

“Mais um ano na história da Cultura Esportiva das Corridas em Trilhas (Trail Running) do RS. Assim como em 24/11/2012, encerrávamos a 1ª Edição do Circuito Trilhas & Montanhas – CTM 2012, agora em 24/11/2018, encerramos a 1ª Edição do Campeonato Gaúcho Corridas Trilhas & Montanhas – CGCTM 2018. Nosso muito obrigado a ACISA Rolante e Prefeitura Municipal de Rolante, através do Sr. Evandro Afonso Lembi, pela parceria na realização da 7ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas Cascatas e Montanhas.“ – relembra e agradece Luis Leandro Grassel, Diretor Geral do Campeonato.

Nesta primeira edição do CGCTM 2018, foram diversas as Prefeituras, Entidades, Empresas e pessoas que trabalharam para a promoção e realização dos eventos. A todos elas nosso muito obrigado!

Mas não podemos deixar de fazer um agradecimento especial aos nossos “invisíveis e incansáveis trabalhadores” das etapas do CGCTM 2018. São eles:

Trilhas
Créditos: ClicRun

Equipe L&E Eventos Marketing Esportivo: Luis Leandro Grassel, Graziela Olszewski, Dieferson Umbelina, Duda Pires, Ivo Rohr, João Paulo Wildner Medina, Leonardo Berger, Leonardo Wink, Luis Felipe Soder, Márcio Reis, Nelia Teresinha, Patrícia Molz, Richard Klinger, Sara Dias, Victória Rocha, Walter Molz. Grandioso time! Responsável pelos percursos e sinalização; organização e entrega dos kits e premiações; staffs…e muito mais!

Enfermagem: Magda Chagas. Ela que cuidou de dezenas de atletas durante todas as etapas, com as suas “poções mágicas” e todo seu conhecimento.

Youmovin: Ivano Vargas e Luciana Vargas. Foram responsáveis por todas as inscrições das etapas!

3cTiming Cronometragem Eletronica: Clávison Zapelini e Clésia Mendes Zapelini. Eles vieram lá de Santa Catarina e ficaram responsáveis para organizar as classificações.

RP Sonorizações: Raphael e Patrícia. Responsáveis pelas fantásticas trilhas sonoras de cada etapa, que agitaram a galera.

ClicRun: Anelise Leite, Sérgo Gutheil, Alex Viana, Catiucha Rehbein, Daniela Souza, João Pedro Pedroso, Jon Hesse, Jonas Nunes, Max Peixoto, Muriel Plautz e Taís Zanotieli.  Essa galera é o máximo, eles ficaram durante horas e horas no sol, calor, chuva, barro…para registrar os nossos melhores momentos.

100Fôlego: Nédson Ferretto Meira. Quem não conhece ele?! Cara gente finíssima fez vídeos de todas as etapas e treinões do ano.

Baú do Esporte: Alex Sousa Vaz e Patrícia Zurchimitten Vaz. Casal querido por todos, sempre com os melhores produtos de vestuário, calçados…para os atletas.

Correndo com Andre Assessoria Esportiva: Andre Silva. Sempre filmando as etapas, motivando a galera, voltando pra dar força pros amigos!

Trekking RS: Jasmine Benato. Essa sou eu (risos) convocada pelo Luis para ser a Editora do CGCTM 2018. Ao final de cada etapa contei um pouquinho do que passamos pelos percursos. Das superações, conquistas, amizades…

Trilhas
Créditos: ClicRun

Juntos Fomos e Seremos + Fortes Sempre!! Vida longa ao CGCTM….

Bermuda ou Bretelle

Bermuda ou Bretelle?


Bermuda ou Bretelle? Em algum momento da sua vida de ciclista você fará esta pergunta! Independentemente do seu nível, amador, competitivo ou recreativo, esta questão será levantada. Ao discutir com seus amigos, várias opiniões surgirão.

Bermuda ou Bretelle
Bermuda 3D Compress TD Fem. 2018 – Créditos: CURTLO BR
Bermuda ou Bretelle
Bretelle 3D Compress Fem. 2018 – Créditos: CURTLO BR

Para produzir esta matéria contei com a ajuda da empresa CURTLO BR que me cedeu dois modelos dos melhores vestuários nacionais: Bermuda 3D Compress Fem. e Bretelle 3D Compress Fem. O objetivo desta ação foi ter disponível os dois tipos de vestimentas em questão, ambas com excelente qualidade, e testá-las nas mais exigentes condições para verificar os prós e contras de cada uma.

Atualmente, a CURTLO é detentora de um portfólio de,aproximadamente, 230 itens, sem contar as variações de cores e tamanhos. São produtos que variam de bolsa de selim, até mochila cargueira, passando pelo desenvolvimento de peças técnicas de vestuário que privilegiam amantes das atividades ao ar livre, montanhistas e bikers. Além de ser uma das principais marcas do mercado outdoor no Brasil.

Inicialmente é muito importante saber escolher o produto certo. Infelizmente é impossível ter bermudas ou bretelles de qualidade com preços baixos. Mas, pode confiar…estes itens são muito duráveis e o investimento em marcas de qualidade vale à pena.

As duas características principais que devem ser levadas em consideração na hora que escolher seu modelo são as tecnologias empregadas no tecido e no forro, e a modelagem da peça…sim, a modelagem! Ou você acha que um atleta do Brasil Rideou do Tour de France, usam qualquer lycra com forro?

O Bretelle 3D Compress da Curtlo BR, por exemplo, é produzido com tecido Compress®, construção que permite elasticidade de 360º para acompanhar os movimentos dos músculos. E possui costuras planas (flat) que evitam o incômodo no contato com a pele.

Bermuda ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

Eu testei este modelo justamente por esta característica e o que chamou a atenção foi em que momento algum fica tecido “sobrando”. O que acontece é que de acordo com os movimentos, as áreas onde há maior exigência da elasticidade (por exemplo, a região das costas numa posição race) compensam e esticam a parte frontal, que numa bermuda comum apresentaria dobras.

A textura e sistema de entrelaçamento das fibras que compõem o tecido garantem esta característica, além de uma perfeita compressão e passagem de ar. Tudo isso é proporcionado pela modelagem, que acompanha exatamente o formato do corpo do ciclista. Diferente de bermudas comuns que são retilíneas desconsiderando as curvas.

MULHERES! Este fator merece atenção especial…assim como não é possível utilizar um jeans masculino, também não é aconselhável vestir equipamentos que não sejam produzidos exclusivamente para nós. A Curtlo produz modelos específicos para o “body” feminino.

Além disso, os bretelles femininos possuem forro especial para nós e um sistema de “feiche” na parte traseira, o que facilita sua retirada mesmo com a camisa.

Bermuda Ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

A tecnologia mais importante na hora de escolher bermuda ou o bretelle é a empregada no forro. Afinal é ele que suportará toda a pressão que o corpo fará sobre o selim.

Um modelo adequado de forro deve, além de cobrir com folga todas as áreas de contato, possuir variações de densidades de acordo com as partes de maior atrito. Numa pedalada de 1 ou 1 hora e meia este fator pode passar despercebido. Mas experimente passar 3, 4 horas em cima da bike com uma bermuda “baratinha”! Você vai se arrepender.

Forros muito duros ou grossos sem variações de densidades podem interferir na vascularização, ou seja, na circulação sanguínea. Além de, em casos extremos, provocar dormência nos membros inferiores e região do quadril, a má circulação irá dificultar o transporte de oxigênio para as pernas afetando drasticamente no seu desempenho.

Fiz diversos treinos entre estradas e trilhas da região de Veranópolis na Serra Gaúcha e dei muita atenção para a forração do meu bretelle.

Este forro foi projetado para pedaladas de longa duração, tanto para ciclismo quanto MTB. Revestido em tecido poliamida que proporciona conforto, durabilidade e liberdade de movimento; além de ótima respirabilidade e gerenciamento da umidade. Sua construção ergonômica em tridensidade permite amortecimento nas áreas de maior pressão e conforto anatômico nas demais partes.

Bermuda ou Bretelle
Créditos: CURTLO BR

Por exemplo, na região das nádegas a espessura do forro é maior (região onde ficamos mais tempo em contato) e entre as pernas é menor (região onde há mais atrito devido ao movimento das pedaladas). Isto reduz a fadiga e dores na parte traseira e impede assaduras entre as pernas, fundamental para o desempenho em condições extremas.

Independente de usar bermuda ou bretelle, duas coisas irão maximizar ainda mais seus benefícios:não utilizar roupas de baixo para evitar atritos, e utilizar algum produto contra assaduras. Uso e recomendo os produtos da empresa Solifes!

Agora que detalhei as duas características mais importantes na escolha da bermuda e/ou bretelle, vou falar sobre as diferenças entre um e outro.

BERMUDAS:

As bermudas são sim mais baratas e é muito bom ter alguma disponível. Afinal nem todo pedal é treinamento ou competição! Você não precisa usar bretelle quando for dar um giro recreativo com amigos por exemplo. Por serem mais baratas, possuir algumas garante economias já que você não precisará utilizar bretelles (bem mais caros) em todos os treinos. Você poderá deixar para usar eles somente em treinos mais duros ou competições.

BRETELLES:

Quem usa um bretelle não quer usar outra coisa! Apesar de um pouco mais caros que as bermudas, as boas marcações tão duráveis que o investimento acaba compensando. O ajuste deles ao corpo e a sensação de conforto justificam.

As alças garantem que o equipamento ficará ajustado ao corpo e não se movimentará, ou seja, o forro ficará sempre no lugar certo.

Bermuda ou Bretelle
Crédito: Device Filmes

Além disso, vale lembrar que…

A construção helicoidal (formato de uma mola) do tecido envolve a perna do ciclista e garante uma compressão confortável,flexível e preventiva; pois o sangue flui mais rápido aumentando sua circulação. Atenuando assim, as dores musculares provenientes dos microtrauma se reduzindo a fadiga muscular durante e após o uso.

Realmente a resistência às fadigas melhora bastante. Testei esta tecnologia em diversos treinos, onde também percebi que a compressão e estabilização muscular proporcionada por ela mantem a energia por mais tempo.

Em provas e treinos longos, não é possível repor o protetor solar de 2 em 2 horas conforme orientação. Portanto escolher equipamentos com proteção UV é fundamental. Tecidos anti-bactericidas e repelentes de umidade inibem a formação de fungos e consequentes lesões.

Pensando nisso a Curtlo produz bermudas e bretelles que propiciam a troca térmica; e a textura interna do tecido favorece o microclima interno estável e a redução do efeito úmido colante em contato com a pele.

Portanto, qual usar?

Não há uma opinião formada sobre só este ou aquele. Eu mesma possuo diversas bermudas e bretelles. Quando busco máxima performance utilizo bretelles sem dúvida. Quando vou fazer uma pedalada mais recreativa, realizar um treinamento curto…utilizo as bermudas que são mais práticas.

Mantenho uma linha premium de bretelles da Curtlo que só utilizo em treinos longos e técnicos (e futuramente em competições). Bermudas possuo algumas do modelo 3D Compress mais avançadas e várias outras mais simples para “bater no dia a dia”.

A principal dica, portanto não é sobre usar bretelles ou bermudas, e sim saber escolher a marca e modelo que lhe proporcionará maior conforto e principalmente desempenho.

Lembrando que a bermuda ou o bretelle não são o único fator que deve ser avaliado para evitar as dores, que também podem estar relacionadas com altura, formato e posição do selim. Mas mesmo com o selim mais apropriado para seu corpo, uma bermuda ou bretelle ruim pode colocar tudo a perder.

6ª Etapa Campeonato Trilhas e Montanhas

A cidade de Igrejinha foi sede da 6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas Serra Grande, que ocorreu no último sábado (dia 20). A prova teve percursos de 6,5, 14 e 34 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas. E contou com a participação de 700 atletas das mais variadas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e até um grupo vindo do Uruguai.

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Créditos: ClicRun / Sérgio Gutheil

Igrejinha já foi palco de diversos eventos esportivos de ciclismo, mountain bike…corrida de aventura e pela primeira vez recebeu um evento do Circuito Trilhas & Montanhas, entrando assim no cenário do trail running gaúcho.

Segundo Cristiano Saurin – um dos responsáveis pelos percursos, todas as distâncias foram planejadas com muito empenho e carinho para os atletas. A distância longa passou pelo principal ponto turístico da cidade Morro Alto da Pedra, o local já recebeu o Campeonato Gaúcho de Parapente e em dezembro sediará o Campeonato Brasileiro de Parapente.

“O Morro é o ponto mais alto da cidade com 745 metros de altimetria e tem uma belíssima visão do Vale do Paranhana e do Vale dos Sinos.” destaca Saurin. O CGCTM tem sido repleto de muitas aventuras, superação e belíssimas histórias ao final de cada etapa. Algumas delas o amigo Nédson Ferreto Meira contano seu canal 100Fôlego no Youtube, outras o Andre Silva divulga no canal CorrendocomAndre. E algumas eu conto aqui no site do Trekking RS.

Hoje conto um pouquinho da história da Fernanda Flinker, que foi campeã geral feminina na distância longa das duas últimas etapas do Campeonato (Nova Roma do Sul e Igrejinha).

Conheci a Fê lá no início de 2016 no Campeonato Gaúcho de Corrida de Aventura e desde então sempre fiquei admirada com seu super, hiper, mega auto astral – de sempre – e pela sua força/resistência nas provas. Ela compete nas Corridas de Aventura à anos, e por causa delas que participa de algumas provas afins, como corridas de rua, mountain bike e o trail running. Lá em 2013 no comecinho do Circuito Trilhas & Montanhas, ela correu a etapa de Três Coroas, prova de 22 quilômetros e conquistou o 3º Lugar Geral Feminino.

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Foto: acervo pessoal – Circuito Trilhas & Montanhas 2013

“Na época o Trilhas & Montanhas estava nascendo como circuito. Desde lá não participei mais de provas de trail run e outras, em função de um acidente em uma corrida de aventura no Rio de Janeiro, em 2014. Mesmo assim, acompanhei a evolução do Trilhas & Montanhas que atualmente é um sucesso na forma de Campeonato!” relembra Fernanda.

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Foto: acervo pessoal – Circuito Trilhas & Montanhas 2013

“Então, a etapa de Nova Roma do Sul foi minha segunda participação no Trilhas & Montanhas, 5 anos após a primeira.” brinca a atleta.

Mesmo com cinco anos longe das competições de trail running, se dedicando à concluir a faculdade, ela conta que retornou aos treinos esse ano, com o objetivo de estar preparada para participar das corridas de aventura.

“Essa ‘preparação’ era simples, apenas me mantendo na ativa, correndo um pouco, pedalando, musculação uma vez por semana, e era isso. Foi então que comecei a participar mais das corridas em trilhas do pessoal dos Brutus do Gaúcho, acho que fui umas cinco vezes correr com eles este ano, e no mais corri em trilhas nas provas de corrida de aventura que participei esse ano (foram 5 CAs) até a 5ª Etapa do CGCTM em Nova Roma do Sul.”

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Foto: acervo pessoal – treino com o pessoal do Brutus do Gaúcho

Segundo Fernanda foi por causa dessa amizade com os Brutus, que ela acabou se inscrevendo nas duas últimas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas.

“Tive a parceria de um amigo que correu junto comigo a etapa de Nova Roma do Sul, o que me fez realmente entrar na prova. De qualquer forma, meu objetivo na prova era conseguir completar com um tempo legal, por isso o resultado foi uma grande surpresa para mim. Tive vários aprendizados nesta prova, principalmente sobre mim! O que levei para a etapa de Igrejinha, onde novamente não imaginava que poderia ficar campeã –  ainda achando que tinha sido sorte o resultado anterior (risos). Então essa nova surpresa na etapa de Igrejinha está me fazendo acreditar muito mais em mim, que eu realmente sou capaz e posso ir longe!”

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Foto: acervo pessoal – Pódio Geral Feminino na etapa de Igrejinha

“Esse ano está realmente uma caixinha de surpresas para mim!” define a atleta, que tinha planos singelos, e na parte esportiva só queria conseguir completar a segunda etapa do Campeonato Brasileiro STOP de corrida de aventura a 13ª Papacorrida, que ocorreu em maio e teve 150 quilômetros.

Segundo Fernanda, alguns planos pessoais foram adiados e então foi participando de mais uma prova aqui e outra ali…e agora olhando para trás percebe que já participou de todo o Campeonato Gaúcho de Corrida de Aventura, de uma prova fora do estado, e de duas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas. E lembra que ainda tem previsão de outras três provas até o fim do ano.

“Poxa! É bastante coisa pra quem só queria completar a Papacorrida (risos).” conclui ela, que recentemente foi convidada para ser atleta Trilhas & Montanhas/Baú do Esporte, após anos e anos dedicados ao esporte.

“Essa parceria me caiu do céu, fiquei chocada, pois não imaginava, não tinha planejado tanta coisa que está acontecendo agora! Enfim, fiquei muito honrada com o convite do Alex, agora é treinar e continuar a fazer o que eu já fazia, espalhar a alegria desse esporte lindo e recompensador!” resume emocionada, Fernanda.

6 ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas
Foto: acervo pessoal

O Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas 2018, está (quase) se encerrando, no próximo mês, dia 24 ocorre a VII Etapa – Cascatas e Montanhas e Final do CGCTM, na cidade de Rolante. Foram meses e meses de muito trabalho e dedicação da empresa L&E Eventos Marketing Esportivo e equipe do CTM, para proporcionar aos atletas um campeonato de alto nível.

Hoje, com mais de seis anos à frente da L&E Eventos, Luís Leandro Grassel destaca a importância de terem sido pioneiros na realização de eventos esportivos de corridas em trilhas e montanhas no Estado e verem nos dias atuais que os vários eventos, grupos de corrida e principalmente o grande número de pessoas que correm Trail Running, vieram de seu fomento e difusão da modalidade esportiva.

“Em 2012 iniciamos o Circuito Trilhas & Montanhas, e agora a primeira edição do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas. Em 2018 passamos por muitos desafios, mas graças à sinergia positiva de todos em prol das etapas, os desafios foram superados facilmente.” resume Luís.

Quando questionado sobre a “fórmula mágica” do sucesso do CGCTM 2018, Luís responde feliz, “A fórmula, deve ser a ação coletiva de todos da organização, dos apoiadores…que estão trabalhando com muita seriedade, respeito e profissionalismo em prol da promoção, realização e divulgação do Campeonato!”

Pedalar é contar histórias

Durante a minha “vida de ciclista” conheci pessoas que me ensinaram algo e têm o mesmo espírito que eu, adoram pedalar e conheci outras que me alegro de ter esquecido.

Fiz dezenas de amigos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, dentre esses está o casal Patrícia Campregher (Paty), Marcos Alexandre Bassegio (Kiko) e a Ana Clara (Kaká) de Guaporé.

Pedalar é contar histórias

Eles são proprietários da Loja Caveira Bike, a história deles e da loja é fantástica! Confira…

A loja existe a mais de 10 anos, iniciou como locadora de vídeos e em 2015 se tornou Caveira Bike, loja e oficina especializada para atender os ciclistas da região de Guaporé.

Kiko sempre pedalou, desde criança já partia para os interiores e cidades vizinhas com os amigos. Porém, depois de adulto entrou no motociclismo por um tempo e à cerca de 10 anos voltou a se dedicar as bicicletas. Já a Paty, me confessou que só aprendeu a pedalar depois dos 30 anos, “Cansei de esperar a volta do Kiko e resolvi aprender para poder ir também!” – revela ela aos risos.

Pedalar é contar histórias

Mesmo aprendendo a  pedalar depois de adulta, Paty aprendeu rápido todas as técnicas que o Mountain Bike exige e em 2016 foi Campeã Gaúcha de MTB e XCO. Além dela outros 12 atletas da equipe Caveira Bike passaram o ano todo competindo em 14 etapas, que ocorreram em diversas cidades do Estado.

Pedalar é contar histórias

Com um extenso currículo de provas, Kiko participou de muitas competições dentro e fora do Estado, tanto na modalidade MTB como na modalidade ESTRADA. Dentre todas ele destaca a Threerace como uma das mais especiais até então.

Pedalar é contar histórias

Já a Kaká, anda de bicicleta desde os 9 meses de idade! Ficava na cadeirinha e adorava, foi acostumando naturalmente e agora que já consegue pedalar sozinha começou a pedir para ir junto! “Ela ama, conversa e canta o tempo todo…é uma alegria” – comenta o casal.

Pedalar é contar histórias

Pedalar é contar histórias

Além da escola e dos pedais a pequena ciclista faz inglês, catequese e alguns trabalhos de modelo.

A maioria das crianças de hoje em dia, não aproveitam o espaço, não brincam como antigamente. Querem saber somente de celulares, computadores…Kaká é uma exceção! A pequena já sabe que pedalar é sinônimo de saúde, superação e muitas amizades.

“Nós incentivamos ela à pedalar e sempre que possível levamos ela junto. Nunca forçamos nada! Ela pedala quando quer…” comenta o casal orgulhoso da (quem sabe) futura Campeã Gaúcha de MTB e XCO como a mãe.

Pedalar é contar histórias

Trilhas de Nova Roma – CGCTM 2018

A pequena cidade de Nova Roma do Sul foi sede da 5ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas de Nova Roma, que ocorreu no último sábado (dia 15). A prova teve percursos de 7, 12 e 29 quilômetros de corrida em trilhas e montanhas.

O evento contou com a participação de mais de 600 atletas das mais variadas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Escolhi (novamente) a distância longa nesta etapa e seus respectivos 29 quilômetros com 1.550 metros de altimetria acumulada.

Na época em que participava das Corridas de Aventura e Mountain Bike, treinei diversas vezes no interior da cidade de Nova Roma do Sul. Já havia passado de bicicleta por alguns pontos do percurso e sabia que o mesmo não seria nada fácil!

Na sexta-feira à noite resolvi postar esta foto nas redes sociais,

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018

 

revelando alguns dos equipamentos que eu iria utilizar na prova. Dentre diversos comentários de boa prova, fiquei “assustada” quando li o comentário do amigo Odair Paravisi dizendo, “Esses bastões…acho que serão muito utilizados rsrs”. Vale lembrar que ele era um dos responsáveis pelo percurso desta quinta etapa.

Pensei que nada poderia ser pior do que a trilha da Lona Preta, a trilha do Beiço…nos 50 quilômetros do Trilhas do Morro Gaúcho (4ª Etapa do CGCTM). Ingênua eu…

Pontualmente às 13h30min foi dada a largada da distância longa. A previsão do tempo indicava muita chuva, mas o sol e calor era quem estava marcando presença do início ao fim da prova!

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Os primeiros quilômetros foram de declive, a famosa estrada que liga Nova Roma do Sul à Nova Pádua (via balsa), ali corri alguns metros com as amigas Angela Nunes, Leonice, Rosana…foi por aí também que uma corredora ficou chateada comigo. Pisei em uma poça de lama e respingou barro nela! (risos)

Em seguida, saimos do estradão e adentramos na minha parte favorita, as trilhas e subidas! Dali em diante foi um eterno sobe e desce pelas montanhas e trilhas do interior de Nova Roma do Sul, percurso desafiador até para os atletas mais experientes.

Na infinita subida do Cachoeirão, confesso que senti saudade do Morro Gaúcho – risos! E entendi o porque do Odair, ter comentado que os “bastões seriam muito utlizados”!

Diferente do I Trilhas Nova Roma que ocorreu em outubro do ano passado, e teve muito estradão – em minha opinião. Sabádo o que não faltou foi trilhas, passamos em meio à plantação de cana, pequenos riachos, trechos de single-tracks, além é claro de pontos turísticos da cidade como a Gruta Fiorense.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

Unanimidade entre os participantes as belezas naturais de Nova Roma do Sul, como o Mirante Zanella (foto), cascatas, grutas e a rica flora e fauna, foram destaques da 5ª Etapa do CGCTM 2018 – Trilhas de Nova Roma, além da perfeita organização do evento através da L & E Eventos Marketing Esportivo, Circuito Trilhas & Montanhas e Prefeitura de Nova Roma do Sul.

Trilhas de Nova Roma - CGCTM 2018
Créditos: Clic Run

 

Classificação da prova disponível em: 3ctiming

Cobertura fotográfica disponível em: Clicrun

Ainda esse ano mais duas etapas do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas estão com as inscrições abertas:

6ª Etapa – 20 de outubro – Trilhas Serra Grande – Igrejinha/RS

7ª Etapa – 24 de novembro – Cascatas e Montanhas – Rolante/RS

Maiores informações em: Youmovin

Morro Gaúcho a prova mais bruta

Arroio do Meio foi a sede da 4ª Etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas – Trilhas do Morro Gaúcho/RS, que ocorreu no último sábado (dia 28). A prova teve percursos de 5.5, 17, 32 (2 pontos ITRA)* e 50 quilômetros (3 pontos ITRA)* de corrida em trilhas e montanhas.

*Trilhas do Morro Gaúcho, foi uma das primeiras provas do Rio Grande do Sul a pontuar pelo ITRA.

O evento contou com a participação de mais de 800 atletas, vindos de diversas cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e até Uruguai.

Quando comecei a correr, sempre achei fascinantes as longas distâncias. Na época, achava que o máximo que eu conseguiria chegar era uma meia maratona. Bobinha eu…

Um ano de corrida fiz minha primeira prova de montanha, e foi amor à primeira vista. Me apaixonei pela dificuldade do percurso e pelo visual, que transformavam a corrida em algo muito mais significativo pra mim do que simplesmente bater um tempo específico.

Estudando sobre, comecei a me familiarizar com as ultramaratonas e vi que era ali que meu desafio estava. Na época, o máximo que eu tinha corrido era a Maratona do Vinho 2018, cinco meses depois da minha primeira maratona, fui para os 50 km do Trilhas do Morro Gaúcho.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

O treinamento foi puxado! Longos que eu nunca tinha feito na vida, percursos, trilhas e montanhas que eu fazia pedalando passei a fazer correndo. Restrições alimentares, musculação, pilates…

A largada da ultramaratona mais “bruta” (difícil) do Rio Grande do Sul, foi às 7 horas da manhã, a prova tinha mais de 2.600 metros de altimetria acumulada. No Km 45 haveria um ponto de corte para os atletas que passassem por ali após às 16h30min. O tempo limite para completar o percurso eram 10 horas.

Minha estratégia: subir tranquila, descer forte e correr/trotar no plano.

Minha meta: completar a prova do Morro Gaúcho

A prova:

A maioria das subidas eram em caminho para apenas uma pessoa (single track, como dizem), muito difíceis. Sofri! Aliás, todo mundo sofreu! E as descidas íngremes, com muito barro, como se fosse sabão em um piso molhado. Ainda bem que corri com os bastões e pude descer várias delas “esquiando”!

Ahh…e as partes planas eram assim, mais barro, água e trilhas!

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Nos quilômetros iniciais estava correndo junto com a Saionara e a Edinéia (campeã e terceira colocada geral, respectivamente). Mas aí lembrei que era minha primeira ultramaratona e não queria “quebrar”.

Baixei o ritmo e fui seguindo…

Fui tranquila até o Km 22, onde encontrei a Magda Chagas e o Duda Piras no (segundo) ponto de hidratação. Parei alguns minutinhos para comer algo e dar umas risadas com a dupla.

Quando estava saindo a Magda disse:

– Daqui até o próximo ponto de hidratação (Km 35) vai ser puxado também!

Analisei rapidamente o gráfico de altimetria e certamente não seria nada fácil os próximos quilômetros. Por sorte fiz um amigo uruguaio, que foi comigo até o Km 29 (aproximadamente), me apoiando e incentivando, sem ele seria muito mais difícil.

No Km 35 reencontrei a Magda e o Duda no então, terceiro ponto de abastecimento. Ali eu já não estava mais tão “feliz” o sono e uma leve dor nas panturrilhas estavam começando a me castigar. Mas aquela altura não poderia desistir da prova.

Lembrei dos últimos meses, do quanto foi árduo conciliar o trabalho, faculdade…casa e muitos treinos. Levantei e comecei novamente, animada, mas cansada, as pernas já não eram mais as mesmas, a cabeça parecia uma locadora de vídeos, a cada trilha um filme diferente, isso quando não rodava uns dois ou três filmes ao mesmo tempo. Segui firme, subindo forte as montanhas, e algumas poucas vezes, um trote nas descidas.

Lá pelo Km 36 encontrei a curitibana Christiane, ela estava um pouco enjoada e fraca, ofereci a minha Coca-Cola à ela, conversamos um pouco e seguimos as escaladas. Mas tinha uma coisa que não saia da minha cabeça: a Trilha do Beiço! Ouvi horrores sobre ela, em que quilômetro ela estaria?!

Hora eu puxava a Christiane, hora ela me puxava…não lembro ao certo em que Km eu acabei me afastando dela e cheguei na temida Trilha do Beiço. Tive o privilégio de fazer o seu percurso na parceria do Nédson do Canal 100 Fôlego e lá no finalzinho saber o porquê de “Trilha do Beiço”!

Após caminhadas, escaladas e pequenas pausas para ao menos respirar, vencemos a Trilha do Beiço…Que alívio! Segui com o Nédson por mais alguns trechos até a trilha da descida da cachoeira (não lembro o nome dela, rs) ali a Christiane conseguiu nos alcançar. Fiquei aliviada quando a vi, pois sabia que não estava bem.

Novamente seguimos juntas, era incrível nossa sintonia. Parecia que éramos amigas de longa data!

Achei que a Trilha da Lona Preta era difícil, depois vi que a do Beiço era muito pior…Mas o que era aquela escalada com cordas na cachoeira?! Rs Aquilo me lembrou o tempo em que fazia corrida de aventura.

Não sei como, de que forma…saímos correndo – ou melhor tentando correr – após a escalada, com receio de levar o corte no Km 45. Dessa vez a Christiane puxava. Em certos pontos ouvíamos música lá longe…no local da largada/chegada e aquilo era muito motivador.

Para minha surpresa, chegando no Km 44 encontrei a Analucia, naquele momento o cansaço foi embora e uma alegria imensa tomou conta de mim. Conheci Ana a alguns meses atrás na primeira etapa do CGCTM em Farroupilha e desde então sempre nos ajudamos nas provas. E ali, não podia ser diferente…

Paramos no km 45 que era o último ponto de abastecimento e também ponto de corte, o staff Leonardo nos informou que os últimos 5 km da prova haviam sido cancelados para a segurança dos atletas. Então nos restavam somente mais uns 700 metros até a tão sonhada linha de chegada.

Morro Gaúcho a prova mais bruta
Morro Gaúcho – Créditos: ClicRun

Seguimos juntas eu e Ana, esses últimos metros que na verdade pareciam quilômetros. E cruzamos quase juntas a linha de chegada, que na verdade é um marco que vai muito além da medida de tempo registrada entre a sirene da largada e a última passada. Suor, esforço, sacrifício, dor, renúncias, dedicação, comprometimento, amor e paixão são alguns de seus sinônimos.

Christiane a curitibana que correu comigo alguns quilômetros e conclui a prova alguns minutinhos na minha frente, me aguardava após a linha de chegada. Sorridente e “ultrafeliz” com nossas conquistas. Lá também estavam tantos outros amigos que fiz durante o percurso.

Na minha estreia em ultramaratona, o pórtico de chegada foi a visão mais desejada durante o percurso de aproximadamente 50 Km com mais de 2.600m de altimetria acumulada, ele é na verdade, a concretização de todo um processo que vai do início da preparação à realização de um sonho. É o registro de um momento cuja lembrança irá transcender por anos a fio.

Mas não estive sozinha nesta recente trajetória de corredora. Desde muito antes do Trilhas do Morro Gaúcho, tive ao meu lado grandes apoiadores: CURTLO BR, Patos do Sul, Casa Natural Serra, Academia Performance Fitness e Vera Bike. Que sempre me incentivaram a ser exatamente quem eu sou, fazer o que me faz feliz e não ter medo de sonhar.

Trilhas do Morro Gaúcho, foi mais uma grande etapa do Campeonato Gaúcho Corrida Trilhas e Montanhas, graças ao profissionalismo das equipes da L&E Eventos, Brutus do Gaúcho, ClicRun, 3cTiming e Youmovin que fizeram um evento impecável em todos os sentidos.

A paixão por ultramaratona

O que leva uma pessoa a se apaixonar por ultramaratona?

Eu comecei a correr na vida lá por 2015 e foi naquele ano que conheci (virtualmente) a Andréa Vidal, e me encantei com aquela mineirinha sempre simpática e sorridente. Suas descrições das provas, as sensações, tudo que sentiu e viu…era simplesmente incrível e incentivador.

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: Rita Oliveira

Sempre foi linda e mágica, sua felicidade sempre estampada na cara, sorriso de orelha a orelha, a medalha no pescoço e orgulhosa de si mesma a cada conquista. Isso era radiante!

Andréa Vidal é advogada e mineira de Belo Horizonte, corre há 22 anos. Começou a correr em 1996, por causa do seu namorado (hoje marido) Francisco Ottoni.

“Encontrei com ele correndo com uma moça bonita e pensei ‘ se ele quer companhia vou correr também. ’ Depois descobri que a moça era prima! Mas gostei e continuei correr desde então.” relembra Andréa.

Quando iniciou no mundo das corridas, jamais almejou participar das maiores e mais difíceis ultramaratonas do mundo.

“Quando comecei só queria correr 6 Km (risos), achava ótimo. Depois aumentei para 10 Km, 16 Km e finalmente 21 Km, no qual fiquei durante um bom tempo. Somente em 2012, resolvi fazer a minha primeira maratona. Em 2014 fiz minha primeira Ultramaratona, a Comrades. Depois dessa não parei mais!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

Recentemente Andréa participou da Western States Endurance Run 100 Miles, que ocorreu no dia 23 de junho na Califórnia nos Estados Unidos. Essa prova é a ultramaratona de 100 milhas mais antiga do mundo e atrai atletas do mundo inteiro para correr seus 160 Km com 6 mil metros de ascensão e 8 mil de descidas.

“A Western States é sonho do meu marido, ouvi ele conversando com um amigo sobre a prova e falei que ia me inscrever e que seria sorteada. E aconteceu, fui de primeira, tinha 2,5% de chance. Só depois de ser sorteada comecei a ver vídeos sobre a corrida e tive noção da grandeza dessa prova.”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

Vale lembrar que Andréa é oficialmente a primeira brasileira a completar a prova. A Western States também foi a maior prova dela, até então a sua maior tinha sido os 120 Km do UTMB.

Além da distância e grande altimetria, a corredora afirma que a Western é uma prova muito dura pelo calor.

“Muita gente passa mal, e esse ano bateu recorde de temperatura, é um calor de deserto, muito seco. A largada foi às 5 horas da manhã em Squaw Valley, uma cidade no alto das montanhas, bem fresca. Mas a partir das 10 horas, começa a esquentar. O pior pedaço são os Canyons, um calor terrível. Começa a melhorar quando anoitece que é somente às 20 h 30 min da noite.”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

A partir do Km 89, podia ter pacer. Desse ponto em diante Francisco Ottoni, correu com Andréa até o final. “Foram cerca de 70 Km juntos, ele me puxando, me dando forças…foi incrível!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

Veja aqui um vídeo emocionante sobre a participação de Andréa na Western States.

Com um extenso currículo de provas, a corredora elencou as três mais especiais para ela.

Primeira – Maratona de New York.

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Sempre fui apaixonada por aquela cidade, era meu sonho correr lá e foi sensacional!”

Segunda – Comrades (África do Sul)

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Minha primeira ultramaratona (89 Km). É uma prova com uma energia inexplicável!”

Terceira – Western States

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal
Foto: acervo pessoal

“Minhas primeiras 100 milhas. Vai ficar marcada para sempre!”

Andréa não pretende parar tão cedo, ainda este ano tem mais duas importantes provas. A CCC prova de 100 Km do UTMB e os 65 Km da Ultra Trail Cape Town!

“Agradeço ao meu marido Francisco Ottoni, que me coloca nas maiores furadas de corrida, mas que eu adoro. Não poderia ter companheiro melhor!”

A paixão por ultramaratona Andréa Vidal

Com o passar do tempo à corrida se torna realmente um vício, queremos correr mais, mais rápido, e, conforme vamos ganhando maturidade na quilometragem escolhida, achamos que o desafio pode ser ainda maior.

Por um tempo, você se desafia a correr mais rápido, a melhorar seu pace médio e a sempre bater o recorde pessoal ou o tempo de um amigo próximo. Correr é viciante, libera endorfina, serotonina, alegria, mexe com a sensibilidade da pele, do olfato, do paladar, com sua circulação sanguínea. A corrida te embeleza por dentro e por fora.